Vereador do Recife Felipe Alecrim. Foto: Divulgação/ Câmara do Recife
O vereador Felipe Alecrim (NOVO), líder da oposição na Câmara Municipal do Recife, apresentou o Projeto de Lei Ordinária nº 225/2026, que institui e regulamenta a internação voluntária e involuntária de usuários e dependentes de drogas na Rede de Atenção à Saúde do município. A proposta foi admitida para tramitação nesta segunda-feira, 8 de junho.
O projeto tem como objetivo ampliar o acesso ao tratamento para pessoas em situação de dependência química, especialmente aquelas que perderam a capacidade de buscar ajuda por conta própria e vivem em condições de extrema vulnerabilidade. A proposta estabelece que o tratamento deverá ocorrer prioritariamente de forma ambulatorial, reservando a internação para situações excepcionais.
Nos casos mais graves, quando houver risco à integridade física do dependente, de terceiros ou da coletividade, a internação involuntária poderá ser solicitada por familiares, responsáveis legais ou, na ausência destes, por servidores públicos das áreas de saúde, assistência social e órgãos integrantes do Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas. A medida dependerá de laudo médico fundamentado e deverá ser realizada exclusivamente em unidades de saúde ou hospitais com equipes multidisciplinares.
Para o vereador do Recife Felipe Alecrim, a iniciativa representa um avanço na política de enfrentamento às drogas e de acolhimento às pessoas que vivem em situação de dependência química.
“A dependência química destrói vidas, famílias e afeta toda a sociedade. Muitas pessoas chegam a um nível de vulnerabilidade tão grande que já não conseguem procurar ajuda sozinhas. Nosso projeto busca garantir que essas pessoas tenham acesso ao tratamento adequado, dentro da legalidade, com acompanhamento médico e respeito à dignidade humana”, afirmou o vereador líder da oposição na Câmara Municipal do Recife.
A proposta seguirá agora para análise das comissões temáticas da Câmara Municipal do Recife antes de ser apreciada em plenário.
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Os dois institutos adotam metodologia quantitativa, mas apresentam diferenças na forma de abordagem dos entrevistados.
Candidata ao Senado também apresentou propostas para ampliar proteção ao público feminino.
Eles não são contabilizados como válidos nem destinados ou transferidos a qualquer candidato ou partido político.
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