Participação de trans em esportes femininos Foto MOntagem/Portal de Prefeitura
Uma pesquisa recente revelou que a maioria dos americanos se opõe à ideologia trans, especialmente quando se trata da participação de atletas masculinos transgêneros em esportes femininos e do uso de tratamentos hormonais em jovens com disforia de gênero.
O estudo, conduzido pelo New York Times/Ipsos entre 2 e 10 de janeiro de 2025 com 2.128 adultos, destacou que 49% dos entrevistados acreditam que os Estados Unidos foram longe demais ao adotar políticas voltadas para a inclusão de pessoas transgênero. Em contraste, 21% afirmaram que a sociedade não foi suficientemente inclusiva, e 28% consideraram que o equilíbrio nas políticas trans é adequado.
A pesquisa mostrou uma clara divisão entre as preferências políticas. Entre os eleitores republicanos, 77% acreditam que os esforços para acomodar a comunidade transgênero foram excessivos. Entre os independentes, 31% compartilham da mesma opinião, enquanto 39% dos democratas acham que os EUA atingiram um equilíbrio razoável.
Quando se trata da participação de atletas trans em esportes femininos, 79% dos entrevistados se opuseram à ideia de permitir que homens trans competissem em categorias femininas. A oposição foi mais forte entre os republicanos (94%), seguida pelos independentes (64%) e democratas (67%). Este posicionamento reflete preocupações sobre a justiça e a igualdade nas competições esportivas.
A pesquisa também abordou o tema da prescrição de medicamentos para jovens com disforia de gênero. Aproximadamente 71% dos americanos disseram ser contra o uso de bloqueadores da puberdade e hormônios do sexo oposto em menores de idade. Entre os republicanos, 90% rejeitaram tais tratamentos, enquanto 61% dos independentes e 54% dos democratas também se opuseram.
A oposição ao uso de tratamentos hormonais em jovens está associada a preocupações sobre os possíveis riscos à saúde a longo prazo. O American College of Pediatricians alertou sobre os efeitos negativos dos bloqueadores da puberdade, incluindo osteoporose, distúrbios de humor, convulsões e comprometimento cognitivo. Quando combinados com hormônios do sexo oposto, esses tratamentos podem resultar em esterilidade e aumentar o risco de ataques cardíacos, derrames, diabetes, coágulos sanguíneos e cânceres ao longo da vida.
Diante desses riscos, 24 estados nos EUA já implementaram leis que proíbem o uso de bloqueadores da puberdade e hormônios do sexo oposto em jovens transgêneros.
A participação de atletas trans em competições femininas gerou controvérsia após atletas masculinos trans quebrarem recordes esportivos femininos. Como resposta a essa controvérsia, consequentemente, 27 estados adotaram legislações que exigem que os atletas trans compitam de acordo com o sexo atribuído ao nascimento, em vez de com base na identidade de gênero.
Da redação do Portal com informações do site Guiame
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