Embaixada dos EUA. Foto: U.S. Embassy in Israel
Os Estados Unidos, França, Alemanha, Itália e Reino Unido emitiram um forte apelo para que o Irã e seus aliados se abstenham de realizar ataques que possam intensificar as tensões no Oriente Médio. Esse posicionamento ocorre em meio a ameaças de retaliação por parte do Irã, após a eliminação de um importante líder do Hamas no mês passado.
Em uma declaração conjunta, França, Alemanha e Reino Unido pediram ao Irã e seus aliados que evitem ações que possam prejudicar as negociações em andamento para um cessar-fogo e a libertação de reféns na Faixa de Gaza. O documento ressalta que qualquer ato que ameace essas oportunidades de paz será de responsabilidade dos inimigos de Israel.
Além disso, os líderes dos Estados Unidos, Egito e Catar se uniram em um apelo para a continuidade das negociações, destacando o trabalho árduo de seus parceiros na busca por um acordo de cessar-fogo. A embaixada americana em Israel reforçou essa mensagem, solicitando que o Irã suspenda suas ameaças de ataque militar contra Israel e alertando sobre as graves consequências para a segurança regional caso tais ataques se concretizem.
As forças israelenses estão em estado de alerta máximo, preparadas para uma possível retaliação do Irã e de seus aliados, que incluem grupos terroristas como o Hamas e o Hezbollah. As tensões aumentaram após a morte de um comandante importante do Hezbollah em um ataque israelense no Líbano, o que levou o Irã e seus aliados a prometerem retaliação.
A Inteligência israelense teme que os ataques possam envolver mísseis e drones direcionados a alvos militares e áreas civis. Em resposta, o Irã declarou na ONU que espera conduzir sua resposta de forma que não prejudique o potencial de um cessar-fogo.
No domingo (11), o Hezbollah lançou uma série de foguetes em direção ao norte de Israel, intensificando ainda mais a situação. Em resposta, os EUA enviaram um submarino de mísseis guiados para o Oriente Médio, sinalizando sua disposição de defender Israel em caso de um ataque.
As próximas ações no Oriente Médio dependerão de como a situação se desenvolverá nas próximas semanas, com as potências ocidentais acompanhando de perto os eventos e suas repercussões na segurança regional.
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