Pablo Marçal e jogadores do Sport "fazendo o M". Foto¹: Divulgação. Foto²: Paulo Paiva/SCR
O candidato do PRTB à Prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal, gerou polêmica nas redes sociais ao divulgar um vídeo no qual o centroavante Zé Roberto, do Sport, comemora um gol fazendo o sinal de "M" com as mãos.
Na publicação, realizada na segunda-feira, 30 de setembro, Marçal sugeriu que o gesto seria uma referência direta à sua candidatura, insinuando que até os jogadores estariam se engajando em sua campanha.
“Os caras estão metendo gol e fazendo o M”, escreveu o candidato em suas redes sociais.
No entanto, a interpretação dada por Marçal foi equivocada. O gesto do jogador, que vem se tornando recorrente em suas comemorações durante a Série B do Campeonato Brasileiro, não tem qualquer relação com o político. O "M", na verdade, é uma homenagem de Zé Roberto ao seu filho Miguel, de apenas 10 meses. Desde o nascimento do menino, o atacante tem dedicado suas comemorações ao filho, formando a letra "M" com as mãos logo após marcar seus gols.
O vídeo compartilhado por Pablo Marçal é do jogo entre Sport e Ituano, disputado no dia 2 de setembro, válido pela 24ª rodada da Série B. Na partida, Zé Roberto balançou as redes e, junto com alguns companheiros, celebrou o gol com o tradicional gesto.
Os torcedores do Sport se divertiram com a situação, transformando o episódio em mais um exemplo de como as redes sociais podem amplificar mal-entendidos. A campanha de Marçal segue marcada por tentativas de aproximação com o eleitorado jovem e ativo nas redes, mas o episódio mostra os riscos de interpretar gestos fora de seu contexto original.
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O deputado estadual o candidato ao Senado direcionou o chamado a moradores de diferentes regiões de Pernambuco, incluindo Sertão, Agreste, Zona da Mata, Mata Sul e Região Metropolitana.
Os porcentuais estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos
A rejeição do petista oscilou de 53% para 55% em relação ao levantamento da semana passada, dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais. Já o senador manteve os 55% registrados.
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