A pesquisa ouviu 2.000 eleitores em 769 municípios brasileiros, entre os dias 3 e 7 de fevereiro, por meio de entrevistas telefônicas assistidas por computador
Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Lula Foto: Arte/Portal de Prefeitura
O senador Flávio Bolsonaro (PL) e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) aparecem à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em cenários de segundo turno para as eleições de 2026, de acordo com pesquisa do instituto Futura em parceria com a Apex Partners, divulgada nesta terça-feira (10).
De acordo com o levantamento, no confronto contra Flávio Bolsonaro, Lula registra 42,4% das intenções de voto, enquanto o senador soma 48,2%.
Em relação à pesquisa anterior, realizada em janeiro, o petista apresentou leve oscilação positiva dentro da margem de erro, enquanto Flávio manteve o mesmo percentual.
Na simulação contra Tarcísio de Freitas, o governador paulista aparece com 47,4%, ante 41,4% do atual presidente.
Nos demais cenários testados, Lula surge tecnicamente empatado com outros governadores. Contra Ratinho Jr. (PSD), do Paraná, o petista tem 42,1%, frente a 45,2% do adversário.
Já no embate com Ronaldo Caiado (PSD), governador de Goiás, Lula aparece com 43,1%, enquanto Caiado registra 42,3%.
A disputa também se mantém numericamente próxima no cenário com Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais, em que Lula soma 43,3% e Zema, 42,4%.
O único cenário em que o presidente aparece à frente de forma mais confortável é contra Eduardo Leite (PSD). Nesse confronto, Lula alcança 42,7% das intenções de voto, contra 38,5% do ex-governador do Rio Grande do Sul.
Os percentuais de eleitores que afirmaram votar em branco, anular o voto ou escolher nenhum dos candidatos variam entre 8,2% e 16,5%, conforme o cenário testado. Já os indecisos oscilam entre 1,1% e 2,3%.
O levantamento não incluiu o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está inelegível até 2030, nem o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
A pesquisa ouviu 2.000 eleitores em 769 municípios brasileiros, entre os dias 3 e 7 de fevereiro, por meio de entrevistas telefônicas assistidas por computador (CATI). A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
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O levantamento ouviu 1.200 pessoas em todas as regiões. A margem de erro de 2,8% para mais ou para menos, com nível de confiança de 95% e está registrada sob os números PE01312/2026 e BR03057/2026.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a biometria é obrigatória para qualquer operação eleitoral, como alistamento, transferência ou revisão de dados.
"A liberdade de expressão não abrange imputações ofensivas sem lastro fático", afirmou o relator do caso.
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