O presidente estadual do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro de Pernambuco (PRTB-PE), Edinazio Silva, se posicionou sobre a eleição do diretório nacional da sigla, que aconteceu no dia 23 de março.
Em nota, Edinazio Silva, que foi candidato, afirmou que não reconhece o resultado, pois houve fraude processual e corrupção.
O postulante também informou que está judicializando o resultado das eleições.
Confira nota na integra:
Como pernambucano nunca fugi à luta. De origem humilde nasci no Morro da Conceição, localizado no bairro de Casa Amarela, sou filho de gari e de uma doméstica do lar, ambos analfabetos, mas persisti no caminho da educação, da ética e da justiça.
Disputei a eleição do diretório nacional do PRTB no último dia 23, em Brasília, na sede do TRE-DF, partido que ao lado do seu fundador Levy Fidelix defendi, sou membro, decano e conheço de perto as pessoas que pensam em reconstruir a sigla partidária.
Não reconheço os resultados das urnas da eleição devido ao abuso do poder econômico, fraude processual e corrupção.
A chapa vencedora usou e abusou dos termos financeiros para atrair eleitores conforme matérias divulgadas pela imprensa e os testemunhos de membros do colégio eleitoral.
Além de tais informações, consta na ata convencional, reconhecida pelo interventor Luciano Felicio Fuck, o registro de 12 pessoas não filiadas ao PRTB, fora o voto de um eleitor falecido (Sr. José Carlos Galtarossa).
Diante dos fatos, judicializamos o resultado das eleições, onde buscamos a cassação da chapa opositora, por abuso do poder econômico, fraude processual e corrupção.
Vamos em frente e na luta!
1
2
4
15:17, 05 Ago
26
°c
Fonte: OpenWeather
Entre os documentos enviados a PF estariam capturas de tela de conversas que indicariam uma suposta tentativa de pagamento de R$ 70 mil para que a vítima permanecesse em silêncio.
Presidente criticou medidas dos Estados Unidos, defendeu o sistema eleitoral brasileiro e afirmou que o país responderá a qualquer tentativa de ingerência externa.
Parlamentares vão concorrer ao Senado, à Assembleia Legislativa ou deixarão a vida política nas eleições deste ano
mais notícias
+