O presidente eleito assume o cargo imediatamente após a votação e convoca uma nova reunião preparatória para definir os demais membros da Mesa Diretora.
Davi Alcolumbre, Eduardo Girão e Marcos Pontes. Fotos: Reprodução/Pedro França - Agência Senado e Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
O Senado Federal agendou para 1º de fevereiro a eleição que definirá o próximo presidente da Casa para o biênio 2025/2026, substituindo Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Até agora, três candidatos estão oficialmente na disputa pelo cargo.
O favorito, Davi Alcolumbre (União-AP), busca retornar à presidência, cargo que ocupou de 2019 a 2021. Ele tem o apoio de partidos como PT, PL, União Brasil, PP, PSD e Republicanos. Em sua campanha, Alcolumbre defende a continuidade da estabilidade institucional e promete fortalecer o papel do Senado como mediador entre o Executivo e o Legislativo. Durante sua gestão anterior, ele liderou a Casa em um período marcado pela pandemia e pela ampliação do papel das emendas parlamentares no Congresso.
Marcos Pontes (PL-SP), ex-ministro da Ciência e Tecnologia, também disputa o comando do Senado. Apesar de ser apresentado como candidato de oposição, Pontes não tem o apoio do próprio partido, que já declarou preferência por Alcolumbre. Desde que lançou sua candidatura em outubro de 2024, Pontes tem enfrentado críticas de Jair Bolsonaro, que o acusa de prejudicar as articulações políticas do PL para garantir espaços estratégicos no Senado. Pontes, por sua vez, defende sua candidatura como uma alternativa de renovação, afirmando que o Senado precisa ser mais ativo e restaurar a confiança da população nas instituições.
Outro nome na corrida é Eduardo Girão (Novo-CE), conhecido por sua atuação durante a CPI da Pandemia, onde defendeu o governo Bolsonaro e questionou o uso de recursos por governadores. Girão tem como bandeira a luta contra a "velha política" e por maior transparência no Congresso. Ele argumenta que sua candidatura representa o descontentamento de senadores com a concentração de poder em poucas mãos e a falta de independência do Legislativo frente ao Executivo.
O processo de votação será secreto, realizado com cédulas de papel. Para vencer, um candidato precisa obter pelo menos 41 votos, representando a maioria absoluta do Senado. As candidaturas podem ser registradas no dia da eleição, durante a reunião preparatória. A sessão inicial requer um quórum mínimo de 14 senadores para ser aberta, mas a votação só ocorre com a presença de, no mínimo, 41 parlamentares.
O presidente eleito assume o cargo imediatamente após a votação e convoca uma nova reunião preparatória para definir os demais membros da Mesa Diretora.
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