Desde 2024, o deputado federal vem defendendo a substituição dos antigos aparelhos de cobaltoterapia por aceleradores lineares, tecnologia mais moderna, precisa e eficaz no combate ao câncer.
Deputados Adalto Santos e Eduardo da Fonte e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Foto: Divulgação
O Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC/CHU-UPE) vai receber um acelerador linear, equipamento de última geração que reduz sessões de radioterapia de 30 para até 5 em alguns casos.
O anúncio foi feito na sexta-feira, 15 de agosto, pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita à unidade, após uma série de cobranças do deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) e do deputado estadual Adalto Santos pela modernização do parque tecnológico da oncologia no SUS.
Desde 2024, Eduardo da Fonte vem defendendo a substituição dos antigos aparelhos de cobaltoterapia por aceleradores lineares, tecnologia mais moderna, precisa e eficaz no combate ao câncer.
Em setembro do mesmo ano, protocolou requerimentos ao Ministério da Saúde solicitando dados sobre a localização e o desempenho desses equipamentos. Neste ano, reforçou o pedido e apresentou requerimento para a realização de audiência pública sobre o tema.
A mobilização resultou na publicação, em 14 de julho, do Edital de Chamamento Público nº 1/2025, que convoca hospitais públicos e filantrópicos habilitados em oncologia a informar equipamentos obsoletos a serem substituídos, com prioridade para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. No dia seguinte, o deputado solicitou prioridade para o Hospital Oswaldo Cruz no atendimento desse chamamento.
Graças a essa articulação, além do HUOC, o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP) também receberá um acelerador linear.
“Essa conquista representa mais dignidade e esperança para os pacientes com câncer, que poderão ter acesso a um tratamento mais rápido, preciso e menos desgastante. É um passo importante para modernizar a oncologia do nosso estado e fortalecer o SUS”, afirmou Eduardo da Fonte.
Eduardo da Fonte defendeu, em audiência pública realizada pela Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados, a aprovação do Projeto de Lei nº 667/2021, de sua autoria, que institui o Acordo de Compartilhamento de Risco (ACR) para a incorporação de novas tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS).
A proposta já recebeu parecer favorável do relator, deputado Rafael Simões, e deve ser votada ainda neste semestre.
O ACR é um modelo inovador que permite a inclusão de medicamentos, tratamentos e dispositivos médicos de forma mais rápida e sustentável, especialmente para doenças raras e de alto custo.
Pelo sistema, o risco financeiro e clínico é dividido entre o SUS e a indústria farmacêutica, com cláusulas que garantem redução de preços, monitoramento de resultados e custeio compartilhado.
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