Eduardo da Fonte ao lado de Lula e membros da família Coelho. Foto: Divulgação
O deputado federal Eduardo da Fonte (PP) vai comandar a federação entre o Partido Progressistas e o União Brasil em Pernambuco. Ele anunciou a novidade nesta terça-feira, 29 de abril, por meio de publicação nas redes sociais. A decisão saiu após reunião realizada em Brasília, na segunda (28), com a presença da família Coelho, que lidera o União Brasil no estado.
“A Federação que nasce essa semana entre União Brasil e Progressistas será um movimento de muita força política, e estarei à frente como presidente em Pernambuco, para junto com o povo do nosso Estado somar mais forças para fazer entregas em Pernambuco e no Brasil”, afirmou Eduardo da Fonte em vídeo.
Apesar da união formal, os dois partidos ocupam posições políticas diferentes no estado. Eduardo da Fonte integra a base da governadora Raquel Lyra (PSD), enquanto Miguel Coelho, do União Brasil, apoia o prefeito do Recife, João Campos (PSB).
A união terá impacto direto no tabuleiro eleitoral de 2026, colocando o parlamentar em uma posição de destaque para a disputa ao cargo de senador no próximo pleito.
Uma das principais pautas de Eduardo é a Saúde, que costuma enviar emendas para hospitais de Pernambuco.
No final do ano passado, por exemplo, o parlamentar chegou a ser homenageado com uma placa em reconhecimento aos recursos destinados ao Hospital e Maternidade Santa Maria.
Além disso, os dois líderes já sinalizaram interesse em disputar o Senado em 2026, cada um em campos políticos opostos. Ainda assim, por regra da federação, PP e União Brasil precisarão apresentar uma chapa única nas eleições estaduais, mesmo mantendo diretórios independentes.
Miguel Coelho reforçou que o foco agora está em fortalecer a nova aliança.
“Muita gente tem nos perguntado sobre as eleições de 2026. Vamos conversar sobre isso no momento certo, com tranquilidade e maturidade. Agora, vamos intensificar o trabalho para ampliar o partido em Pernambuco”, declarou.
No cenário nacional, a federação será co-presidida até dezembro pelo senador Ciro Nogueira (PP) e por Antônio Rueda (União Brasil). Juntas, as legendas formarão a maior bancada da Câmara dos Deputados, com 109 parlamentares, além de 13 senadores, seis governadores e mais de mil prefeitos. A estrutura unificada também garantirá o maior volume de recursos do fundo eleitoral.
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Até o momento, não foram divulgados os nomes das pessoas supostamente envolvidas.
O veto aparece em uma das trocas de mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular do banqueiro.
O deputado declarou que a gestora vem fazendo um bom trabalho e seu mandato tem avaliações positivas.
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