Déborah Leite (Novo) reafirma apoio a Raquel Lyra e diz que "PT e PSB sangraram Pernambuco" Foto: Reprodução
Neste domingo, 2 de agosto, em meio a um Recife Antigo lotado e tomado por apoiadores, a candidata a deputada federal Déborah Leite (Novo) sintetizou o clima das ruas para a convenção que oficializa a candidatura de Raquel Lyra (PSD) ao governo estadual com a frase: “Não tem como ser diferente, né?”.
Para Leite, a mobilização popular corrobora um novo ciclo político após décadas de desgaste sob as gestões de PT e PSB. (Confira o vídeo no final da matéria)
Segundo a representante do Partido Novo, o apoio a Raquel Lyra se baseia em entregas reais de trabalho e serviço prestado, indo além da representatividade feminina.
"Não tem como ser diferente, né? Raquel vem fazendo um excelente trabalho, tem mostrado serviço. Sou mulher, apoio Raquel, o novo apoio é Raquel, não somente porque ela é mulher, mas porque tem trabalhado. A gente diz que PT e PSB sangraram por mais de 30 anos o Estado de Pernambuco. E o Estado de Pernambuco está agora injetando sangue novamente para ele voltar a ser forte e pujante do jeito que era."
Outro ponto levantado pela candidata a Câmara Federal foi o enfrentamento à insegurança pública. Déborah pontuou que as medidas iniciais do Governo Raquel Lyra marcam apenas o começo de um amplo plano de reestruturação.
"Como cidadã, como pernambucana, sinto também na pele esse medo crescente da violência. É um medo que está no coração de todo pernambucano, mas que agora sim, né? Raquel fez concurso, trouxe mais policiais, mas isso aí é só o início de um grandioso trabalho que a gente tem para fazer. E conta comigo lá na Câmara Federal para trazer esses recursos, para a gente trabalhar junto e fazer Pernambuco forte de novo."
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A definição das urnas ocorreu em audiência pública e faz parte dos procedimentos de auditoria do sistema eletrônico de votação.
No pronunciamento, que será exibido às 20h30 e terá cinco minutos de duração, o ministro deverá convocar os eleitores a comparecerem às urnas para exercer o direito de votar.
A discussão envolve mudanças na organização da jornada semanal de trabalho e nas condições de descanso dos profissionais, além dos possíveis impactos para empregadores e diferentes setores da economia.
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