Daniel Coelho denuncia ataque contra Raquel Lyra. Foto: Divulgação
O pré-candidato a deputado federal Daniel Coelho denunciou a circulação de materiais com ataques direcionados à governadora Raquel Lyra. Segundo ele, moradores de Olinda encontraram os conteúdos espalhados em postes e paradas de ônibus na manhã da quarta-feira. 17 de junho.
De acordo com Daniel Coelho, os materiais foram colocados em diferentes pontos da cidade e continham mensagens críticas à governadora de Pernambuco. O ex-secretário estadual do Meio Ambiente classificou a ação como uma tentativa de atingir a imagem da governadora e questionou a forma utilizada para divulgar o conteúdo.
Ao comentar o caso, o pré-candidato defendeu a apuração da origem dos materiais e cobrou a identificação das pessoas que financiaram e organizaram a ação. Segundo ele, órgãos de investigação devem atuar para esclarecer quem está por trás da distribuição do conteúdo.
Daniel Coelho também afirmou que o episódio vai além da disputa política e envolve o uso irregular de áreas públicas. Para ele, a presença dos materiais em postes e equipamentos urbanos levanta questionamentos sobre a responsabilidade dos envolvidos e sobre a forma como o conteúdo foi divulgado.
Em sua declaração, o ex-secretário pediu atenção do Ministério Público e da Polícia Federal para o caso. Ele argumentou que a população tem o direito de saber quem financiou a produção e a distribuição dos materiais encontrados em Olinda.
O político também associou a ação a uma estratégia de desgaste da imagem da governadora. Segundo ele, a divulgação do conteúdo ocorreu sem identificação dos responsáveis, o que, em sua avaliação, dificulta a transparência do debate político.
Durante a manifestação, o ex-secretário afirmou que Pernambuco precisa conhecer os autores da ação. Ele defendeu que a investigação esclareça a origem dos recursos utilizados na produção dos materiais e identifique os responsáveis pela distribuição do conteúdo. Segundo o relato apresentado pelo político, os materiais apareceram espalhados em diferentes pontos da cidade logo nas primeiras horas do dia
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A conexão deverá ser liberada pelas operadoras 72 horas antes dos turnos e 24 horas após a votação.
O pedido foi enviado ao gabinete do ministro Luiz Fux, que já cuida das ações que discutem as regras desse mercado.
A avaliação permite verificar, em ambiente controlado e simultaneamente ao pleito, se os votos registrados nos equipamentos correspondem exatamente aos votos inseridos durante a auditoria.
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