Lula e o presidente do IBGE, Marcio Pochmann Foto: PR/Ricardo Stuckert
A crise interna no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está se intensificando após a divulgação de uma carta aberta com 134 assinaturas de servidores. Dentre os signatários, estão 125 gerentes, gerentes substitutos e coordenadores, além de dois ex-diretores do órgão.
O conteúdo da carta é uma crítica direta ao presidente do IBGE, Márcio Pochmann, acusado pelos funcionários de adotar "posturas autoritárias" e de demonstrar "desrespeito ao corpo técnico" da instituição.
Há duas semanas, dois diretores do IBGE solicitaram a exoneração de seus cargos, e outros dois estão prestes a seguir o mesmo caminho ainda neste mês de janeiro.
Na carta, os servidores afirmam que o “clima organizacional está comprometido” e que as lideranças enfrentam grandes dificuldades para exercer suas funções. Eles expressam apoio aos diretores que recentemente deixaram a instituição, alegando que a saída foi motivada pela discordância com as práticas da gestão de Pochmann.
Um dos pontos de insatisfação é a proposta de criação da Fundação IBGE+, uma iniciativa vista pelos servidores como uma tentativa de criar uma entidade paralela, o que, segundo eles, desvaloriza o próprio IBGE na condução das pesquisas no Brasil.
A carta ainda ressalta que a gestão de Pochmann, com viés "autoritário, político e midiático", é apontada como a principal razão da crise no IBGE. Os funcionários alertam que essa abordagem coloca em risco a missão institucional do órgão e os princípios que orientam o trabalho da instituição. Em particular, criticam a criação da Fundação IBGE+ como uma solução única para as necessidades financeiras do IBGE, o que seria prejudicial ao andamento das pesquisas e projetos em andamento.
As informações foram extraídas da coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo.
1
2
04:42, 10 Mar
27
°c
Fonte: OpenWeather
A declaração foi publicada após o parlamentar compartilhar que há divergências internas na Polícia Federal na prisão do filho do presidente Lula.
O documento também afirma que o ministro do STF cometeu outros crimes, entre eles tráfico de influência, corrupção passiva, advocacia administrativa e lavagem de dinheiro
Levantamento divulgado pelo Blog Manoel Medeiros aponta crescimento de 158% nos gastos com publicidade na gestão de João Campos.
mais notícias
+