Clarissa Tércio visita Michelle Bolsonaro. (Foto: Divulgação)
A deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) esteve em Brasília na quarta-feira, 26 de novembro, para visitar a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e prestar solidariedade após a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. A parlamentar foi acompanhada da deputada federal Chris Tonietto (PL-RJ).
Durante o encontro, Clarissa relatou ter encontrado Michelle “forte e firme, mesmo em meio a um cenário de profunda injustiça”.
Segundo a parlamentar, a ex-primeira-dama demonstrou serenidade e confiança, apesar do momento difícil vivido pela família.
“Michelle está de pé, confiando em Deus e enfrentando tudo isso com muita coragem. O que fizeram com o presidente Bolsonaro é uma violência jurídica sem precedentes, e estamos aqui para reafirmar nosso apoio irrestrito à verdade e à justiça”, afirmou Clarissa.
A deputada reforçou ainda que seguirá mobilizada em defesa do ex-presidente e da preservação das garantias constitucionais.
A deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) e o deputado estadual Pastor Júnior Tércio (PP-PE) divulgaram, no último sábado, 22, um vídeo em que criticam a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, detido pela Polícia Federal após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
No pronunciamento, os parlamentares afirmam que a prisão fere a democracia do país, além de colocar em risco a liberdade religiosa do Brasil, tendo em visto que a detenção do ex-presidente foi motivada por uma vigília marcada pelo senador Flávio Bolsonaro, que seria realizada na frente do condomínio onde Jair Bolsonaro mora.
“A prisão de Bolsonaro não representa apenas um ataque a um homem, representa um ataque a todos nós, brasileiros de bem. Um ataque a nossa democracia”, expressou o Pastor Júnior Tércio.
Já Clarissa Tércio declarou que o episódio evidencia representa uma intolerância contra o exercício da fé. A parlamentar, que já participou de uma vigília no condomínio do ex-presidente, afirmou que não há nenhuma razão que justifique a decisão de Alexandre de Moraes.
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O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
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