Clarissa Tércio e Nicolás Maduro. Foto: Divulgação
A deputada federal Clarissa Tércio (PP) comentou, no sábado, 3 de janeiro, a prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, após uma operação militar conduzida pelos Estados Unidos em território venezuelano.
A ação incluiu bombardeios em Caracas e resultou na captura de Maduro e de sua esposa, que foram retirados do país e levados para os Estados Unidos.
"Nenhuma tirania dura para sempre", disse a parlamentar, ao se manifestar sobre o episódio.
Forças norte-americanas realizaram uma ação autorizada pelo governo dos Estados Unidos, que culminou na prisão do líder venezuelano. A ofensiva ocorreu na capital Caracas e marcou um dos episódios mais delicados da relação entre os dois países nos últimos anos.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou publicamente a captura de Nicolás Maduro. O chefe do Executivo norte-americano declarou que a ação teve execução rápida, mas envolveu planejamento complexo. T
rump também afirmou que os Estados Unidos assumiriam temporariamente a administração da Venezuela durante um período de transição, declaração que intensificou debates diplomáticos e políticos em diversas partes do mundo.
As investigações apontam suspeitas de envolvimento do líder venezuelano com redes de narcotráfico e com organizações criminosas que atuariam no envio de cocaína para o território norte-americano. As acusações fazem parte de processos que tramitam há anos em tribunais dos Estados Unidos.
A ação militar em Caracas provocou reações imediatas dentro e fora da Venezuela. Imagens e relatos do ataque circularam rapidamente, mostrando o impacto da ofensiva na capital do país.
O episódio colocou novamente a Venezuela no centro das atenções globais. A captura de um chefe de Estado em exercício, em uma operação militar estrangeira, levantou questionamentos sobre soberania, direito internacional e os limites da atuação de potências estrangeiras em conflitos políticos internos. Ao mesmo tempo, o caso reacendeu discussões sobre as acusações que pesam contra Nicolás Maduro e o futuro político do país."
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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