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Ciro Gomes articula saída do PDT e pode disputar governo do Ceará pelo União Brasil

O ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, participou de um jantar com outros 12 governadores na residência do presidente da federação entre União Brasil e PP.

Eduarda Queiroz

20 de agosto de 2025 às 15:47   - Atualizado às 15:47

Ciro Gomes.

Ciro Gomes. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Na noite desta terça-feira, 19 de agosto, o ex-ministro e ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, se reuniu na casa do presidente da federação entre União Brasil e PP, Antonio Rueda, em Brasília para um jantar com mais 12 governadores, além de presidentes de seis partidos e parlamentares de diferentes legendas.

Segundo informações do site Poder360, Ciro está de saída do PDT e deve se filiar ao União Brasil. Há especulações de que ele poderia disputar a Presidência da República em 2026 ou até compor como vice em uma chapa de centro-direita. No entanto, o plano principal é sua candidatura ao governo do Ceará, cargo que já ocupou entre 1991 e 1994.

Na ocasião marcaram presença os governadores Antonio Denarium (PP-RR), Cláudio Castro (PL-RJ), Eduardo Riedel (PP-MS), Gladson Cameli (PP-AC), Ibaneis Rocha (MDB-DF), Jorginho Mello (PL-SC), Marcos Rocha (União Brasil-RO), Mauro Mendes (União Brasil-MT), Ratinho Jr. (PSD-PR), Romeu Zema (Novo-MG), Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Wilson Lima (União Brasil-AM).

Também participaram os vices Lucas Ribeiro (Paraíba) e Celina Leão (PP-DF), além do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

O jantar é considerado a largada para a reorganização da direita e centro-direita com foco na eleição presidencial de 2026, especialmente diante da iminente inelegibilidade de Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado.

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Os presidentes nacionais de seis partidos participaram: Antonio de Rueda (União Brasil), Baleia Rossi (MDB), Ciro Nogueira (PP), Marcos Pereira (Republicanos), Valdemar Costa Neto (PL) e Gilberto Kassab (PSD).

Durante as conversas, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), defendeu que cada partido lance candidato próprio à Presidência no primeiro turno de 2026, inclusive Caiado é pré-candidato. Já o presidente do PSD, Gilberto Kassab, sinalizou que só abriria mão dessa estratégia caso o nome de consenso seja o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), visto como potencial unificador do campo anti-PT e anti-Lula.

O presidente do PP, Ciro Nogueira, comparou o encontro a um marco histórico:

"Um dia o encontro de hoje será lembrado da mesma forma como quando Tancredo Neves se desincompatibilizou do governo de Minas Gerais e começou sua jornada para trazer de volta a democracia. Hoje é um marco do fim de uma era e o começo de uma nova etapa da História do país. Quem viver verá", disse ao Poder360.

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