Ronaldo Caiado, Jair Bolsonaro e Silas Malafaia.' Fotos: Lucas Diener/Divulgação e Joédson Alves/Agência Brasil
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil) indicou, durante entrevista ao jornal Gazeta do Povo, que o pastor Silas Malafaia poderia se colocar como pré-candidato a presidente da República nas eleições de 2026, após o nome do religioso ser incluído em investigação da Polícia Federal.
O gestor estadual também indicou governadores de direita na discussão:
“Nós temos o Zema, o Tarcísio, o Ratinho e eu. Agora entrou o pastor Malafaia. Todos nós vamos para o debate. A população vai escolher quem é que tem capacidade de governar o Brasil neste momento”, declarou.
Ronaldo Caiado também afirmou que governadores de direita podem se candidatar ao Planalto em 2026, mesmo que não recebam apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
"Não existe nenhum impedimento", disse o governador de Goiás.
"Está claro. Não pode mais pairar nenhuma dúvida em relação a esse assunto, isso não existe. Todos nós (governadores de direita) somos pré-candidatos. Nenhum outro candidato, neste momento, vai criar uma situação de cancelamento de outras pré-candidaturas", afirmou Caiado, ao ser questionado se concorreria ao Executivo federal caso Bolsonaro indicasse um dos seus filhos como candidato.
O governador de Goiás ainda disse que "não existe candidato universal" para a direita e que o "primeiro turno deve ser respeitado".
Para Caiado, na primeira etapa da eleição, devem ser filtrados os candidatos da direita, para que o campo se unifique em torno de um nome no segundo turno.
"O jogo político é por ai, não existe reserva de mercado, todos que quiserem se colocar no jogo devem se colocar. Quem mostrar mais competência e mais capacidade de voto deve chegar ao segundo turno", afirmou.
Na semana anterior, em entrevista ao UOL, Caiado já havia defendido múltiplas candidaturas de direita no primeiro turno.
"Essa tese de que, fora o ex-presidente (Jair Bolsonaro), pode haver uma convergência (para um candidato de direita) jamais foi dita por nós", afirmou.
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