Ex-candidato à presidência da República, Pablo Marçal participou de um comício com Bolsonaro na manhã desta terça (13).| Foto: divulgação/campanha
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse na manhã deste domingo, 6 de outubro, que apoiará qualquer candidato que chegue ao segundo turno das eleições enfrentando Guilherme Boulos (PSOL), em São Paulo.
Segundo ele, é fundamental garantir que o psolista não seja eleito prefeito porque daria espaço no governo à sua "laia", afirmou, citando o MTST.
Além disso, destacou que uma vitória de Boulos colocaria o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), seu aliado, numa espécie de 'sanduíche' formado pela Prefeitura e o Governo Federal.
Apesar da afirmativa, criticou o ex-coach Pablo Marçal, candidato do PRTB à Prefeitura de São Paulo. Bolsonaro disse que ele 'faz as coisas para gerar polêmica'. Segundo o ex-presidente, os dois mantiveram um encontro de uma ou duas horas e, depois disso, Marçal começou a declarar que tinha o seu apoio, o que não era verdade. "Assim, Marçal perde credibilidade", emendou.
Indagado sobre o governo do Estado do Rio de Janeiro - hoje ocupado pelo aliado Cláudio Castro (PL) -, Bolsonaro afirmou que a situação é difícil devido ao problema de segurança pública, acrescentando que o Supremo Tribunal Federal (STF) não permite que a polícia entre em determinadas áreas.
Em junho, o ministro do STF Edson Fachin pediu esclarecimentos a Castro sobre uma operação policial realizada no dia 11 de junho no Complexo da Maré, Zona Norte da capital fluminense.
Jair Bolsonaro já votou no primeiro turno das eleições municipais de 2024. O ex-presidente se dirigiu, na manhã deste domingo, 6 de outubro, à Vila Militar, localizada na zona Oeste do Rio de Janeiro. Após deixar sua seção eleitoral, ele falou com a imprensa sobre as expectativas de seu partido, o PL.
O ex-presidente demonstrou confiança em seu candidato, Alexandre Ramagem, que busca uma vaga no segundo turno das eleições para Prefeitura do Rio de Janeiro, assim como o avanço do PL em todo território brasileiro.
Nós vamos para o segundo turno em Manaus, Cuiabá, Fortaleza.
Ao comentar a disputa na capital carioca, Bolsonaro criticou o atual prefeito, Eduardo Paes (PSD), e o associou ao PT.
É difícil, mas temos esperança (do Ramagem no segundo turno). Espero que o presídio não comemore nada hoje no tocante a Eduardo Paes. Eduardo Paes é PT, e o PT é isso aí que está no Brasil todo.
Com muita ironia, Bolsonaro fez comentários sobre a popularidade do atual governo e ao presidente Lula. Além disso, o ex-presidente falou sobre o apoio que recebeu nas visitas que fez por diferentes cidades brasileiras ao longo do ano.
Rodei o Brasil, aceitação enorme. Lula, um líder popular sem o voto do povo.
Durante a entrevista, era possível ouvir gritos de "Volta, Bolsonaro", de eleitores que chegavam ou deixavam a seção eleitores, então o ex-presidente respondeu em tom descontraído: "Vou te dar o cachê aí depois".
Estadão Conteúdo
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Segundo a reportagem, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, comunicou a Fachin que conversas extraídas do celular de Vorcaro, controlador do Banco Master, trazem referências frequentes ao ministro.
A apresentação acontecerá na Marquês de Sapucaí e terá como tema a trajetória pessoal e política do chefe do Executivo.
Nesta edição, o Governo de Pernambuco está investindo o valor recorde de R$ 87,2 milhões, garantindo mais tranquilidade aos foliões.
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