Bolsonaro hospitalizado e momento da facada, em 2018. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
O médico pessoal do ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), o doutor Cláudio Birolini, informou que o quadro clínico gestor federal anterior foi o pior desde o atentado por faca sofrido em 2018, em Juiz de Fora, Minas Gerais.
Após 12 horas, foi concluída na noite do domingo, 13 de abril, a operação no intestino de Bolsonaro, em Brasília. Trata-se da sétima operação do ex-presidente desde a facada.
A cirurgia durou cerca de 11 horas e, contando o pré-operatório, o procedimento totalizou 12 horas. Bolsonaro deixou o centro cirúrgico do Hospital DF Star por volta das 21h20.
Segundo boletim médico do Hospital DF Star, divulgado às 21h42, o ex-presidente foi submetido a uma cirurgia de "estenda lise de aderências e reconstrução da parede abdominal".
"O procedimento de grande porte teve duração de 12 horas, ocorreu sem intercorrências e sem necessidade de transfusão de sangue. Seu quadro de saúde é estável", diz a nota.
Ainda segundo os médicos, a obstrução que fez Bolsonaro passar mal no Rio Grande do Norte se deu a uma "a dobra do intestino delgado que dificultava o trânsito intestinal e que foi desfeita durante o procedimento de liberação das aderências".
Após a cirurgia, Bolsonaro foi encaminhado para a UTI. Segundo a nota, ele está sem dor, estável, recebendo suporte clínico, nutricional e de prevenção de infecções. O boletim é assinado pelos médicos Cláudio Birolini, Leandro Echenique, Ricardo Camarinha, Guilherme Meyer e Allisson Barcelos Borges.
O ex-presidente sentia fortes dores na região do abdome desde a última sexta-feira (11), quando interrompeu um evento do PL no Rio Grande do Norte e precisou ser levado de helicóptero para Natal. Na noite de sábado (12), foi transferido para Brasília em um avião com UTI aérea.
Ao longo da tarde e da noite, apoiadores do ex-presidente se reuniram na portaria do hospital e fizeram orações a cada três horas. A última foi feita às 21 horas, minutos antes de Michelle anunciar o término da cirurgia. Apoiadores puxaram gritos de ordem, como "esse dia não será de luto, será de alegria" e que Bolsonaro precisava ser curado para "salvar o País".
Ainda na noite de sábado, Leandro Echenique, cardiologista que faz parte do staff médico de Bolsonaro, previu que a cirurgia seria demorada.
"Vai tirar a tela que ele tem lá e vai recolocar É uma cirurgia bem extensa, é um abdômen que já foi muito manipulado desde 2018, da facada", explicou.
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