Deputado Feitosa, Gilson Machado e Bolsonaro. Foto: Divulgação
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), reiterou mais uma vez em entrevista coletiva, na manhã desta quinta-feira, 17 de julho, que Gilson Machado é o candidato oficial do PL ao Senado Federal por Pernambuco. A declaração pública de Bolsonaro alinha nacionalmente a legenda e dá respaldo político a Gilson, que já ocupou o cargo de ministro do Turismo durante o seu governo e tem forte ligação com o ex-presidente.
"Há um interesse nosso enorme nas eleições para o Senado. Nós queremos um Senado forte para equilibrar os Poderes. [...] Se depender de mim, é Gilson em Pernambuco", afirmou Bolsonaro.
A declaração ocorre após Anderson Ferreira, ex-prefeito do Jaboatão dos Guararapes e presidente do PL-PE, colocar em dúvida a pré-candidatura de Gilson.
Na oportunidade, Bolsonaro aproveitou para citar outros nomes que tem o seu apoio no restante do Brasil.
"Lá no Rio tem a reeleição do Flávio e a outra não sei se o Cláudio Castro [governador do Rio de Janeiro] vem como candidato. O meu filho Carlos vai para Santa Catarina, nas pesquisas lá ele está em primeiro lugar. Um desconhecido Bruno Scheidt em Rondônia. Estamos trabalhando dessa forma no Brasil todo", declarou o ex-presidente.
O presidente estadual do PL em Pernambuco, Anderson Ferreira, fez críticas contundentes ao ex-ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, durante entrevista concedida à jornalista Betânia Santana, da Folha de Pernambuco.
Segundo Anderson, a atuação de Gilson foi prejudicial ao desempenho eleitoral da bancada bolsonarista no estado nas eleições municipais de 2024.
“Eu não tenho dúvida nenhuma disso”, afirmou Anderson, ao ser questionado se o partido teria elegido mais representantes caso Gilson não estivesse envolvido no processo eleitoral.
Ferreira declarou que, apesar de não gostar de entrar em conflitos, decidiu tornar pública a insatisfação devido ao desgaste interno provocado pelo ex-ministro.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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