Eduardo Oinegue e Ricardo Lewandowski. Fotos: Reprodução/ TV Band e Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
O apresentador da TV Bandeirantes, Eduardo Oinegue, criticou a atuação de Ricardo Lewandowski como ministro da Justiça, argumentando que ele foi ineficaz no combate ao crime organizado.
O comunicador aponta a falta de medidas concretas e a demora em implementar projetos importantes antes de sua saída, como o Banco Nacional de Perfis Genéticos e criticou a proposta de Lewandowski de ampliar o papel da União na segurança pública sem dialogar com os governadores.
Oinegui ainda comparou a violência no Brasil com outros países, demonstrando que o país tem índices muito mais altos, e conclui que a saída de Lewandowski é positiva, mas que o país precisa de uma política de segurança mais forte.
Ricardo Lewandowski, ministro da Justiça, entregou, na última quinta-feira, 8 de janeiro, a carta de saída da chefia do Ministério da Justiça e Segurança Pública ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele informou a seus secretários no mês passado que deixaria a pasta neste mês.
Ele assumiu o cargo em fevereiro de 2024, após se aposentar do Supremo Tribunal Federal (STF).
O aviso ocorreu na segunda-feira, 5 de janeiro, por meio de telefonemas feitos pelo próprio ministro a secretários e pessoas próximas dentro do Ministério da Justiça.
Aliados do ministro dizem que ele está cansado, com a sensação de ter feito tudo o que poderia fazer à frente do cargo, e que precisa ter mais tempo com a família, que sente a sua falta.
Eles avaliam que o último ano de mandato, em que as atenções da classe política se voltam para as eleições, é mais político e tem menor oportunidades para aprovar e implementar novos projetos.
A decisão acontece após Lula afirmar, em dezembro, que estuda a divisão do atual Ministério da Justiça e da Segurança Pública em duas estruturas distintas. A sinalização do presidente mudou o cenário político dentro da pasta e abriu espaço para disputas internas sobre o futuro do comando da área.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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