Frei Gilson e bispo Dom Adair José Guimarães. Foto: Reprodução/Youtube
Ao lado do Frei Gilson, o bispo Dom Adair José Guimarães fez um momento de oração durante o evento católico Desperta Brasil, realizado no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília (DF), na noite do sábado, 30 de agosto.
“Pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida venha sobre vós a benção que nos impede de ter fome, guerra, doença e o comunismo”, declarou o bispo.
Dom Adair, da Diocese de Formosa (GO), igualou o comunismo como outro problemas da humanidade como fome e doenças.
Dom Adair José Guimarães é bispo da Diocese de Formosa, em Goiás, e uma das figuras mais conhecidas do episcopado brasileiro. Nascido em Mara Rosa (GO), em 16 de junho de 1960, foi ordenado sacerdote em 1987 e, desde então, construiu uma trajetória marcada pela proximidade com os fiéis e pela defesa de valores conservadores dentro da Igreja Católica.
Antes de assumir Formosa, Dom Adair foi bispo de Rubiataba-Mozarlândia, também em Goiás, onde já demonstrava forte atuação pastoral, com ênfase na evangelização e no incentivo às vocações religiosas. Em 2011, foi nomeado pelo Papa Bento XVI para comandar a Diocese de Formosa, onde permanece até hoje. Dom Adair também ganhou notoriedade em nível nacional ao se posicionar sobre temas sociais e políticos.
Cerca de 80 mil pessoas participaram, neste fim de semana, de um evento católico realizado no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília. O número representa o maior público do estádio desde sua reinauguração, em 2013, segundo informou Bernardo Bessa, diretor da Arena BRB, responsável pela administração do espaço.
A programação teve início na tarde de sábado (30) e se estendeu até a manhã de domingo (31), reunindo momentos de louvor, pregação, adoração e a celebração da Santa Missa. O encontro foi idealizado pelo Frei Gilson, um dos religiosos mais conhecidos do país, que destacou a proposta de tornar a experiência coletiva e acessível.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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