Gleisi Hoffmann ao lado de Geraldo Alckmin Foto: Ricardo Stuckert
O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, defendeu a escolha de Gleisi Hoffmann, atual presidente do PT, para comandar o ministério responsável pela articulação política do governo. Ao ouvir que o dólar havia fechado em alta em parte pela indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Alckmin respondeu que, se for esse o motivo, a moeda irá cair porque a deputada será uma "boa surpresa" na Secretaria de Relações Institucionais
"Trump não tem como a gente interferir. Agora, se for por causa da Gleisi, vai cair. Vai cair. Pode ter certeza, porque ela vai ser uma boa surpresa. Tem experiência legislativa, Câmara Federal, Senado da República, Executiva e Presidente de Partido", disse o ministro a jornalistas.
Para o vice-presidente, Gleisi vai melhorar a relação política do governo com o Congresso justamente pela experiência política vasta da parlamentar, que já foi senadora e ocupou a Casa Civil durante o governo Dilma.
"Foi ministra de Estado, ela foi senadora da República, pode ter uma boa interlocução com o Senado. Deputada Federal, então tem uma boa interlocução com a Câmara. E presidente de partido, uma boa interlocução com os partidos políticos. E mulher. Então você tem uma mulher que tem experiência legislativa, foi senadora e é deputada federal, e ministra, conhece o poder executivo. E ainda preside um grande partido, então melhora a interlocução também com os demais partidos que é necessário", disse.
Nesta sexta-feira, 28 de fevereiro, o dólar se manteve em alta, após o anúncio do governo Lula de que a deputada federal e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann é a nova ministra de Relações Institucionais.
Por volta das 14h15, o dólar registrava uma alta de 0,56%, sendo cotado a 5,87 reais. No início da tarde, a moeda se mantinha em tendência de valorização, mas com menor força, oscilando em torno dos 5,84 reais. Refletindo o pessimismo dos investidores, o Ibovespa registra uma queda de 0,87%, aos 123.697 pontos.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, escolheu a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, para ser a ministra de Relações Institucionais (SRI) no lugar de Alexandre Padilha, anunciado como próximo ministro da Saúde. A decisão de Lula é considerada uma reviravolta. Até poucos dias atrás, o mundo da política dava como certo que Gleisi assumiria a Secretaria-Geral da Presidência da República no lugar de Márcio Macêdo.
A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) confirmou a informação em nota divulgada nesta sexta-feira, 28. Segundo o comunicado, Lula se reuniu com Gleisi nesta sexta pela manhã e a convidou para o cargo.
"Gleisi vai substituir o atual ministro da SRI, Alexandre Padilha, que foi recém-indicado para o Ministério da Saúde. A posse da nova ministra está marcada para o dia 10 de março", disse a Secom.
A presidente do PT passou a se posicionar para assumir a articulação política do governo há poucos dias. A reportagem ouviu especulações sobre seu nome pela primeira vez na última sexta-feira, 21, mas ainda como uma possibilidade muito remota. O nome da presidente do PT cresceu nesta semana, mesmo Lula sendo desaconselhado de indicar a aliada para o cargo.
O ceticismo em Brasília também envolvia a entrada de Gleisi Hoffmann na SRI, pois a presidente do PT demonstrou, nos últimos anos, ter um perfil combativo, enquanto a área exigiria um perfil de negociação mais flexível. Gleisi é presidente do PT desde 2017 e esteve à frente do partido em alguns de seus momentos mais críticos. A posição a fez ganhar fama de secretária.
Estadão Conteúdo.
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Segundo a reportagem, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, comunicou a Fachin que conversas extraídas do celular de Vorcaro, controlador do Banco Master, trazem referências frequentes ao ministro.
A apresentação acontecerá na Marquês de Sapucaí e terá como tema a trajetória pessoal e política do chefe do Executivo.
Nesta edição, o Governo de Pernambuco está investindo o valor recorde de R$ 87,2 milhões, garantindo mais tranquilidade aos foliões.
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