Jair Bolsonaro e Marcos Tryjo. Jair Bolsonaro e Marcos Tryjo.
O Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), também conhecido como Banco do BRICS, presidido por Dilma Rousseff, anunciou a liberação de US$ 1,115 bilhão (R$ 5,75 bilhões) em operações de crédito para enfrentar a crise climática que atinge o Rio Grande do Sul.
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No entanto, uma investigação do Estadão revelou que quatro das seis operações de crédito mencionadas foram aprovadas antes de Dilma assumir o cargo no BRICS, em março de 2023.
Essas quatro operações, que somam US$ 620 milhões (R$ 3,2 bilhões), foram aprovadas entre 2020 e 2022, durante a presidência de Marcos Troyjo no BRICS, sob o governo de Jair Bolsonaro.
Além disso, uma quinta operação de US$ 295 milhões (R$ 1,52 bilhão) destinada ao Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) não consta na lista de projetos aprovados ou em elaboração pelo BRICS.
A sexta operação, no valor de US$ 200 milhões (R$ 1,03 bilhão), menciona o próprio BRICS como receptor do empréstimo, o que levanta dúvidas, pois é incomum um banco emprestar dinheiro a si mesmo.
Ajuda de R$ 5,75 bilhões
O Novo Banco de Desenvolvimento (NDB, na sigla em inglês), também conhecido como Banco do Brics, vai destinar US$ 1,115 bilhão, cerca de R$ 5,750 bilhões, para o Rio Grande do Sul. O anúncio foi feito na terça-feira, 14 de maio, pela presidente do NDB, Dilma Rousseff, nas redes sociais. Desde o fim de abril, o estado vem sendo fortemente atingido por temporais, enchentes e alagamentos.
Em seu perfil na rede social X, Dilma classificou o momento vivido pelo estado brasileiro como difícil e doloroso e citou um cenário de calamidade pública.
“Sei que têm sido semanas de muita dor e tristeza. Conversei com o presidente Lula e com o governador [do Rio Grande do Sul] Eduardo Leite para tratarmos dessa situação dramática e definirmos como poderíamos prestar ajuda financeira”.
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