Tiguan descontinuado no México. Foto: Divulgação/Volkswagen
A Volkswagen anunciou o encerramento da produção do modelo Tiguan na fábrica de Puebla, no México. A decisão, informada pelo sindicato dos trabalhadores locais, ocorreu na última semana de novembro e resultou em lay-off para quase 2.000 funcionários, que ficarão sem trabalho até meados de 2025. A unidade, que agora se prepara para a chegada do Tayron, passará por adaptações sérias.
Apesar do fim da produção do Tiguan em Puebla, a Volkswagen garantiu que a geração atual do modelo continuará a ser fabricada, mas apenas para abastecer o mercado brasileiro e mais dois outros países. Essa estratégia indica que a marca não está totalmente se distanciando do modelo, que, mesmo com sua produção encerrada no México, ainda mantém relevância nas vendas.
Atualmente, o Tiguan, na versão R-Line, é comercializado por R$ 292.200. Entretanto, os planos da Volkswagen vão além : a produção do Tayron, que sucederá o Tiguan, está programada para começar em 2027 na fábrica de São Bernardo do Campo, em São Paulo. Assim, enquanto os trabalhadores da fábrica mexicana enfrentam incertezas, o mercado brasileiro se prepara para uma nova fase.
Essa transição entre modelos representa um movimento estratégico da Volkswagen para se adaptar às demandas do mercado, mas levanta questões sobre o futuro dos trabalhadores e a sustentabilidade das operações na América do Norte. A indústria automobilística observa atentamente esses desdobramentos, que podem influenciar outras montadas em um cenário em constante mudança.
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