Pernambuco, 23 de Setembro de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

Gigante chinesa Dongfeng oficializa entrada no mercado brasileiro

A fabricante estatal prepara o lançamento de submarcas de luxo e modelos elétricos de entrada para competir com BYD e GWM.

Beto Dantas

20 de abril de 2026 às 18:38   - Atualizado às 18:50

O off-road super luxuoso DongFeng MHero917.

O off-road super luxuoso DongFeng MHero917. Foto: Divulgação.

O setor automotivo nacional recebe em abril de 2026 a confirmação oficial da chegada de mais uma potência asiática. A Dongfeng, uma das quatro maiores fabricantes estatais da China, iniciou os trabalhos para o desenvolvimento de sua rede de concessionários em solo brasileiro. De acordo com a revista Quatro Rodas, a empresa planeja uma operação estruturada com visão de longo prazo, trazendo um portfólio diversificado que abrange desde veículos elétricos compactos até utilitários esportivos de alto luxo e desempenho.

Submarcas e estratégia de portfólio para o Brasil

A estratégia da Dongfeng para o mercado nacional em 2026 foca na diversificação através de seis divisões principais: Aeolus, eπ, Forthing, M-Hero, Nammi e Voyah. Segundo especialistas do setor, a marca Nammi deverá ser a responsável por disputar o segmento de entrada com o hatch Nammi 01, um rival direto para o BYD Dolphin Mini. Já no segmento premium, o destaque fica para a submarca Voyah, que utiliza tecnologias de propulsão avançadas onde motores elétricos movem as rodas enquanto um motor a gasolina atua exclusivamente como gerador de energia.

Inovações tecnológicas e o jipão off-road M-Hero

Entre os modelos que despertam maior curiosidade está o M-Hero 917, um veículo off-road de dimensões robustas e motorização potente. De acordo com informações técnicas da fabricante, o utilitário possui versões que entregam mais de mil cavalos de potência, posicionando a marca em um nicho de exclusividade e alta performance, em sites da europa esse carro custa €169.000 chegando a €178.000. Conforme destacado por analistas da indústria, a Dongfeng também aproveita sua longa experiência em parcerias globais com montadoras como Nissan e Stellantis para adaptar seus produtos às exigências e às condições das vias brasileiras.

Estrutura das Submarcas Dongfeng no Brasil

Divisão Foco de Mercado Principais Modelos
Nammi Elétricos de entrada. Nammi 01 e Nammi 06.
Voyah Veículos Premium e Luxo. SUV Free e SUV Courage.
M-Hero Off-road de Alta Performance. M-Hero 917 e M817.
Forthing Sedãs e SUVs Generalistas. T5 Evo e Xinghai S7.

Perspectivas de mercado e infraestrutura local

A entrada da Dongfeng ocorre em um momento de expansão acelerada da eletromobilidade no Brasil. De acordo com o portal Auto Esporte, a fabricante já recruta executivos com experiência na implementação de redes de outras marcas chinesas no país. Conforme detalhado por consultores automotivos, o sucesso da operação dependerá da capilaridade da rede de assistência técnica e da oferta de modelos híbridos que atendam ao perfil do consumidor que ainda possui receio em migrar totalmente para o elétrico puro em 2026.

Veja Também

TAGS

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

05:26, 23 Set

Imagem Clima

26

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

Wallbox
Infraestrutura

Instalação de Wallbox em condomínios de Recife exige investimento entre R$ 2,5 mil e R$ 8 mil

Variação de preço depende da distância do quadro de medição individual até a vaga na garagem e das exigências de segurança da Neoenergia Pernambuco.

Uber carregando.
Profissionais

Carros elétricos e híbridos dominam a preferência de taxistas e motoristas de aplicativo no Brasil

Custo operacional reduzido, isenção de impostos e menor desgaste mecânico impulsionam a transição energética na frota urbana.

Rede de recarga pública da BYD
Eletrificação

Custo da energia e prevalência de eletropostos rápidos moldam o cenário dos carros elétricos em Recife

Com predominância de estações em corrente contínua e tarifa média de R$ 1,70 por kWh, capital pernambucana exige cálculo específico.

mais notícias

+

Newsletter