Manter uma rotina equilibrada é essencial para preservar a saúde cerebral.
Lembrar se trancou a porta antes de sair de casa ou buscar memórias da infância são exemplos de como a memória está presente nas tarefas cotidianas. Ela é responsável por armazenar e recuperar informações ao longo da vida.
Com o avanço da idade, é comum que algumas falhas de memória comecem a surgir, mas isso não significa que o envelhecimento seja sinônimo de perda de memória
Segundo especialistas da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto (FMRP), manter uma rotina equilibrada é essencial para preservar a saúde cerebral.
Alimentação saudável, estabilidade emocional e uma rotina organizada são pilares importantes para garantir que o cérebro continue atento aos estímulos necessários para registrar, armazenar e recuperar informações com eficiência.
Apesar da perda natural de neurônios e da desaceleração no processamento de informações com o passar dos anos, é possível preservar a atenção e a memória ao se manter ativo, sobretudo em atividades que envolvam interação social e aprendizado contínuo.
Estimular o cérebro não exige grandes esforços e pode ser feito nas tarefas mais comuns da rotina.
Aprender algo novo estimula o cérebro a criar novas conexões entre os neurônios, favorecendo a plasticidade cerebral.
Fazer jogos para a memória como caça-palavras, xadrez e sudoku ajudam a manter a mente ativa e estimulam a concentração.
Praticar atividades físicas, além de melhorar o humor, o exercício físico regular reduz o estresse e estimula a formação de novas conexões cerebrais.
Ter uma boa noite de sono é essencial para a recuperação das funções do sistema nervoso.
De modo geral, manter-se ativo física e mentalmente, adotar hábitos saudáveis e buscar novos aprendizados são atitudes fundamentais para manter o cérebro em pleno funcionamento.