As pessoas desses signos não apenas defendem seus pontos de vista com unhas e dentes, como também ...
A teimosia, para alguns, é sinônimo de inflexibilidade. Para outros, é apenas a expressão mais pura da persistência. No universo da astrologia, existem signos que carregam essa característica de forma tão natural que, às vezes, é impossível não perceber.
Eles não apenas defendem seus pontos de vista com unhas e dentes, mas também possuem uma força interior que, para o bem ou para o mal, os torna inabaláveis diante de opiniões contrárias.
Touro é o exemplo clássico. Regido por Vênus, o planeta da estabilidade e dos prazeres, o taurino costuma agir com calma e cautela, mas, quando decide algo, é quase impossível fazê-lo mudar de ideia.
Para eles, mudar de opinião não é apenas uma questão de aceitar o ponto de vista alheio: é preciso sentir que a mudança faz sentido e isso raramente acontece.
Leão também aparece na lista. O signo regido pelo Sol carrega um orgulho natural e uma confiança que o impede de recuar facilmente.
Quando um leonino acredita que está certo, ele se mantém firme, não por pura birra, mas porque confia profundamente no próprio julgamento. Para quem convive, pode soar como inflexibilidade, mas, para eles, é apenas lealdade a si.
Escorpião, regido por Plutão, talvez seja o mais silenciosamente teimoso. Diferente de Touro e Leão, ele não precisa levantar a voz ou se expor para mostrar que não vai ceder.
Escorpianos têm um lado estratégico: observam, analisam e, mesmo sem falar, mantêm a rota que decidiram seguir. É um tipo de teimosia que beira a resistência psicológica.
Capricórnio se destaca pela teimosia prática. Regidos por Saturno, capricornianos enxergam o mundo de forma muito lógica e, por isso, quando chegam a uma conclusão, é porque já calcularam todos os riscos.
Convencê-los do contrário é como tentar mover uma montanha: possível, mas só com muito esforço e argumentos sólidos.
Entre críticas e elogios, a teimosia desses signos pode ser vista como obstinação ou inflexibilidade. A verdade é que, no fundo, ela nasce de uma mesma raiz: a crença inabalável no próprio caminho.