Em junho deste ano foi protocolado pelo Ministro Luiz Fux, do Tribunal Superior Eleitoral, um acordo que deveria envolver todos os partidos políticos preocupados com a divulgação de fake news no país.

No entanto, algumas poucas agremiações políticas resolveram não subscrever o acordo. PC, PSTU, PTC e PT discoramam das mais de 30 que firmaram o acordo citado.

O objetivo do documento era “manter um ambiente de rigidez informal de sorte a reprovar qualquer pratica ou expediente referente à utilização de conteúdo falso no próximo pleito, atuando como agentes colaboradores contra a disseminação de fake news nas eleições de 2018” (trecho do acordo).

O que não se esperava era que Gleisi Hoffmann, Presidente do PT, discordasse de Fux. Ela divulgou através de uma artigo que o Partido dos Trabalhadores não endoçaria o documento do TSE.

Hoffman justificou seu parecer da seguinte forma: “Da Justiça, inclusive da Jstiça Eleitoral, espera-se que se faça comprir a lei punindo quem espalhe a mentiras com os instrumentos que a lei já dispõe, e garantindo o direito de resposta e a livre circulação da verdade, seja na imprensa tradicional seja nos meios digitais”.

A presidente do PT acrescentou: “Dessa forma como foi proposto pelo presidente do TSE em final de mandato, Luiz Fux, o compromisso contra fake news não passa de mais uma fake news e não será endoçado pelo PT”.