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Shane e Jennifer Degross, casal cristão, está processando o estado de Washington após ter sua licença de acolhimento negada por sua crença religiosa.

Segundo International Christian Concern, os Degross serviram como pais adotivos para o Departamento de Crianças, Jovens e Famílias (DCYF) de Washington de 2013 a 2022.

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Nesse período, cuidaram de quatro crianças, atendendo a uma necessidade crítica em meio à escassez de famílias de acolhimento no estado. Eles foram conhecidos por proporcionar cuidado e amor excepcionais, independentemente da origem das crianças.

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Já em 2022, ao se candidatarem novamente à licença de acolhimento, os Degross foram informados de novos regulamentos do DCYF e que suas crenças cristãs eram motivos para serem negados.

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Regras essas que exigiam que os pais adotivos utilizassem os pronomes preferidos de uma criança adotiva com base na identidade de gênero escolhida, e não no sexo biológico, e deveriam levar as crianças a “eventos culturais”, como paradas do orgulho ou eventos de drag.

O casal acredita que cada pessoa é criada à imagem de Deus como homem ou mulher e que o sexo não pode ser alterado. Apesar das múltiplas tentativas de recurso através da agência de licenciamento de assistência social Olive Crest, o DCYF manteve sua posição, priorizando a promoção da ideologia de gênero sobre o bem-estar das crianças que necessitam de um lar seguro e amoroso.

“Toda criança merece um lar amoroso. Quando o estado impõe ideologias e discrimina famílias cristãs por exercerem sua fé, isso só prejudica as crianças e diminui o número de famílias adotivas que podem fornecer um serviço necessário”, disse Shane Degross.

O casal é representado pela Alliance Defending Freedom (ADF), uma organização de defesa jurídica cristã. Christiana Kiefer, conselheira sênior da ADF, disse estar ansiosa para responsabilizar as autoridades estatais e garantir que crianças vulneráveis sejam colocadas em lares seguros e amorosos, como o dos Degross, ao invés de serem deixadas em quartos de hotel ou instalações não licenciadas.

Kiefer afirma que o caso viola claramente a Primeira Emenda e que as crianças precisam de estabilidade e amor acima de tudo.

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Da redação do Portal de Prefeitura com informações do Gospel Prime