11 de novembro de 2023 às 19:54
A empresária Tatiane de Souza Porto, dona de um restaurante chamado Delícias da Tati em Niterói, Rio de Janeiro, foi presa manhã da sexta-feira, 10 de novembro, acusada de tentar matar homens a quem devia dinheiro com bombons envenenados.
O ponto comercial de Tatiane fica em frente a uma oficina mecânica, cujos funcionários são clientes e costumavam almoçar no local.
Por conta dessa proximidade, a empresária pediu R$ 3 mil emprestados, que lhe foi dado pela mulher do dono da oficina. Tatiane no entanto, não conseguiu pagar a dívida.
Segundo a polícia, a mulher então resolveu oferecer trufas envenenadas para a vítima após ser cobrada diversas vezes, com o objetivo de matá-la e não precisar mais quitar a dívida.
Em abril, perto da Páscoa, clientes almoçaram no restaurante e foram presenteados por Tatiane com as trufas. Quatro pessoas comeram os chocolates.
O dono da oficina comeu duas e passou mal na hora e precisou ir para o hospital, onde ficou internado e teve uma parada cardiorrespiratória. A vítima ficou 13 dias no CTI.
Um outro funcionário da oficia comeu uma trufa e não passou tão mal. Mas o filho dele, de 13 anos, comeu duas e também passou mal. Ele também teve uma parada cardiorrespiratória e precisou ficar internado vários dias.
Desconfiados, os funcionários da oficina foram a uma delegacia de polícia para registrar o caso e levaram os doces que tinham recebido.
Após uma perícia, ficou comprovado que o chocolate continha a substância terbufos, considerada extremamente tóxica e normalmente presente em inseticidas.
A prisão de Tatiane foi decretada na terça-feira (7). Ela tentou se esconder em seis endereços diferentes, mas foi localizada em seu local de trabalho, no Centro da capital. Os agentes chegaram ao local após um cruzamento de dados do Setor de Inteligência da distrital e diversas diligências de campo.
Tatiane foi autuada por quatro tentativas de homicídio. O responsável por vender o veneno a ela foi ouvido, mas alegou que não sabia da intenção da suspeita. Ele foi indiciado por fornecimento de substância tóxica.
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Os valores contratados pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) com o principal fornecedor passam de R$ 22 milhões no período.
O flagrante foi realizado na BR-232, em Sertânia. Policiais realizaram uma blitz e abordaram um furgão. Ao verificarem o interior do veículo, encontraram a carga.
O crime contra Maria Katyane Gomes da Silva, de 25 anos, ocorreu no dia 29 de novembro. Porém, o suspeito de 40 anos foi preso na terça, 9 de dezembro.
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