Todo Carnaval tem seu fim. Até aquele que foi superlativo em todos os sentidos. Com um dia a mais de festa, recorde de público, estrutura e atrações, o Carnaval de 2024 no Recife vai deixar saudades.

Foram mais de 3 mil atrações distribuídas por 49 polos distintos – com mais de 98% locais, fomentando a cena musical e popular produzida em casa.

No Marco Zero, esta terça (13) reservou uma série de apresentações tipicamente pernambucanas.

Começando com o Recife Matriz da Cultura Popular, com encontro de nações de Maracatu de Baque Solto, subiram ao palco ainda Tayara Andreza; Lia de Itamaracá, com participação de Filhas de Baracho, Nega Duda, Daúde, Isaar e Dona Totinha; Samuel Rosa; Lenine e Spok.

Abrindo oficialmente a Quarta-feira de Cinzas, Alceu Valença tomou conta da multidão, que festejou também a grandiosidade de Elba Ramalho.

Abraçando os inimigos do fim e honrando a alcunha de maior festa de rua do país, o Orquestrão deu fôlego extra para os milhares de ansiosos por um 2025 que é logo ali.

A quantidade de pessoas mobilizadas influencia também no dia a dia de muitas famílias, numa festa definitivamente para todos.

Numa noite repleta de artistas imponentes, teve festeiro na maior euforia com a quantidade de ídolos num mesmo palco, num mesmo dia.

Responsável por conduzir os foliões pela chegada da não esperada Quarta-Feira de Cinzas, o Orquestrão nasceu em 2016, com a ideia de ser a maior Orquestra de Frevo do mundo, sendo a grande apoteose do Carnaval.

Desde então, há uma média, em cada edição, de mais 180 músicos executando juntos o ritmo. O comando fica a cargo do Maestro Spok.

Intitulando-se como a maior fã do frevo do Marco Zero, honrando a típica mania de grandeza do recifense, Camila Costa, 46 anos, saiu de casa disposta a amanhecer cantando e dançando.

Da Redação do Portal com informações da Prefeitura do Recife