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O vereador Tostão de Olinda (Avante) inicia nesta segunda-feira, 1° de julho, a suspensão de suas atividades parlamentar e sem direito ao salário por 30 dias.

A medida foi estabelecida pela Câmara de Olinda que julgou na última terça-feira, 25 de junho, o processo contra o vereador, apresentado na Comissão de Ética da Casa pela vereadora Dete Silva (PCdoB) que fez a denúncia pelo pedido de cassação após ser xingada em sessão.

O Relator do julgamento foi o vereador Everaldo Silva (PSD) e que tem como membros o presidente vereador Jesuíno Araújo (PSD) e a vereadora Denise Almeida (PL).

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Na decisão unânime pelos 16 parlamentares presentes, ficou estabelecida a suspensão do parlamentar por 30 dias e sem direito a receber o salário por esse período. Todos seguiram a relatoria da Comissão que se baseou pelo regimento interno da Casa Bernardo Vieira de Melo e da Alepe.

Tostão de Olinda foi o único ausente e esteve representado por sua advogada que informou que o parlamentar não se encontra em condição de saúde e está em tratamento médico.

Assista votação sobre conduta do vereador:

Relembre

Os vereadores Tostão de Olinda (Avante) e Dete Silva (PCdoB) entraram em uma confusão durante sessão realizada no dia 7 de maio deste ano, na Câmara Municipal de Olinda.

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Na discussão, o parlamentar teve que ser contido por colegas da Casa após chamar Dete de “mentirosa” e “bandida”. De acordo com a vereadora, Tostão ainda a chamou de “puta” e “rapariga”, quando ela foi em direção a ele e já não estava no alcance da transmissão da sessão.

Depois do desentendimento gerar repercussões, o parlamentar emitiu uma nota de esclarecimento sobre o caso ocorrido na Casa Legislativa de Olinda. Na nota, Tostão afirma que a vereadora realiza provocações de cunho político contra ele.