Um homem foi preso neste domingo (3), pela Polícia Militar, com 35 relógios roubados, além de uma arma, droga e um carro clonado.

O caso aconteceu em Olinda, Grande Recife, quando policiais militares foram avisados de que um homem estava realizando assaltos no bairro de Sapucaia.

Quando o policiais chegaram no local para prender o suspeito, ele recebeu a equipe da PM com arma em punho.

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A corporação informou, por meio de nota, que revidou e fez um cerco. O suspeito foi encontrado dentro de uma casa com parte dos pertences roubados.

Segundo foi levantado, uma mulher guardava os produtos em casa.

Os policiais conseguiram recuperar 35 relógios de diferentes marcas, perfumes importados, uma joia do tipo alfinete e uma pequena porção de maconha.

Também foram apreendidos um Fiat Uno com placas clonadas e um revólver calibre 32 municiado.

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O homem já responde pelo crime de tentativa de homicídio, em 2023, no Cabo de Santo Agostinho.

Os produtos apreendidos foram à Delegacia do Varadouro para a tomada das providências legais cabíveis.

Homem é preso suspeito de matar três pessoas e beber o sangue das vítimas

A Delegacia de Investigação de Homicídios de Goiás investiga um homem que teria matado três pessoas e bebido o sangue das vítimas.

Os crimes aconteceram em dezembro do ano passado e neste mês na região Norte de Goiânia.

Segundo o delegado Marcus Cardoso, que comanda as investigações, nos dias 16 e 26 de dezembro de 2023 e no dia 11 de fevereiro deste ano foram encontrados três corpos em estado avançado de decomposição na região e a polícia recebeu diversas denúncias de que o autor poderia ser o suspeito que está sendo investigado. Ele foi preso preventivamente nesta semana na capital.

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No dia 27 de fevereiro, a polícia desencadeou a Operação Sanguinaz, para cumprir medidas cautelares em desfavor do homem e, segundo o delegado, nos endereços do investigado a polícia encontrou bastante sangue humano, que será comparado com o das vítimas.

Cardoso afirma que o suspeito confessou um dos crimes e negou os outros. A defesa não foi localizada pela reportagem.

De acordo com o delegado, as denúncias apontavam que o investigado era de altíssima periculosidade e que bebia o sangue das vítimas, além de aproveitar do estado de vulnerabilidade das vítimas em situação de rua e usuários de drogas para atraí-las.