O valor foi a maior apreensão de cédulas falsificadas já realizada em Pernambuco.
01 de novembro de 2024 às 08:37 - Atualizado às 08:56
PF autua MOTOTAXISTA com mais de R$ 171 mil em notas FALSAS; dinheiro estava em máquina de lavar. Foto: Divulgação/PF.
A Polícia Federal em Pernambuco, autuou em flagrante, um suspeito de 42 anos, mototaxista, natural e residente em Agrestina/PE-(possui antecedentes criminais – já foi preso por tráfico de drogas).
A prisão aconteceu por volta das 12h, da quarta-feira, 30 de outubro, quando policiais militares do 4º BPM-Caruaru/PE, receberam a informação de populares dando conta de que um suspeito numa moto estaria repassando notas falsas no comércio local do município de Agrestina/PE.
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Ao fazer rondas nos arredores, os militares lograram êxito em identificar o suspeito e ao ser feita uma abordagem e busca pessoal encontraram de posse do mototaxista R$ 1.225 (mil e duzentos e vinte e cinco reais).
Na sequência dos trabalhos ostensivos o detido informou aos militares que havia mais notas falsas escondidas dentro de uma bolsa numa máquina de lavar roupas em sua residência. Ao chegar no local indicado pelo detido, os policiais militares realmente confirmaram a existência de notas falsas totalizando R$ 170.070,00 encontradas em uma bolsa dentro de uma máquina de lavar.
Ao todo, foram arrecadadas R$ 171.325,00 em notas falsas, sendo 753 cédulas de R$ 200, 29 de R$ 100, 332 de R$ 50 e R$ 1.225 em posse, sendo a maior apreensão de notas falsas no estado.
Terminado os trabalhos ostensivos e tendo sido encontrada as notas falsas, o suspeito recebeu voz de prisão em flagrante e foi informado dos seus direitos e garantias constitucionais. Em seguida, foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Federal em Caruaru, para os procedimentos de polícia judiciária, onde acabou sendo autuado em flagrante pelo crime contido no artigo 289 parágrafo 1º do Código Penal (adquirir, vender, guardar ou introduzir em circulação nota falsa).
Caso seja condenado, poderá pegar penas que variam de 3 a 12 anos de reclusão, além de multa.
Em seu interrogatório, o preso usou do seu direito constitucional de permanecer calado e falar somente diante da justiça.
O homem já passou por audiência de custódia, foi liberado, e deve responder ao processo em liberdade.
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Ao longo das rodovias que ligam a capital ao Agreste, os postos exibem valores mais baixos.
Identificado como José Dionízio da Silva Filho, de 34 anos, o suspeito afirmou, em depoimento, que a professora teria caído da cama.
O vereador falou também sobre a evolução da denúncia apresentada ao MPPE por crime de responsabilidade.
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