O Recife segue solidificando a economia, tornando a cidade segura para as empresas em atividade e esse resultado se mostra na criação de empregos com carteira assinada.

A capital pernambucana criou mais 1.626 empregos formais em julho, marcando o segundo melhor resultado de 2023, atrás apenas de fevereiro (2.027).

Todos os sete meses do ano trouxeram resultados positivos para o Recife, acumulando mais de 8 mil novas carteiras assinadas nas empresas da cidade e contribuindo para o estoque de 537.337 postos de trabalho em atividade.

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Desde o início da gestão João Campos, em janeiro de 2021, já foram criados 64.286 empregos com carteira assinada e em plena atividade na capital pernambucana.

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira, 30 de agosto.

“A economia real em condições favoráveis para as empresas reflete na criação de empregos formais e, além disso, sinaliza segurança e previsibilidade para quem investe e gera riquezas. O emprego é um dos principais indicadores de bem estar social e econômico e tem sido prioridade nas nossas ações como gestão pública”, destaca a secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Recife, Joana Portela Florêncio. “Vale ressaltar que o segundo semestre tradicionalmente tem maior número de oportunidades geradas por conta das datas comemorativas celebradas neste período e do aumento de volume de contratações temporárias que acabam sendo efetivadas. Então a tendência é otimista”, aponta a secretária.

No Nordeste, o Recife ficou em segundo lugar no mês de julho, atrás apenas de Fortaleza (3.209) e à frente de Teresina (3º, com 1.068) e Salvador (4º, com 1.010).

O saldo de 1.626 empregos é resultado de 16.684 admissões e 15.058 desligamentos. O setor de Serviços mantém-se como o maior responsável pelo saldo positivo de empregos no Recife, com 1.500 vínculos celetistas a mais, resultado de 10.627 contratações e 9.127 demissões em julho.

A Construção Civil segue em segundo, com saldo de 329 (2.016 contratações e 1.687 demissões), com a Indústria em terceiro, com saldo de 31 (850 contratações e 819 demissões). Já apresentando saldo negativo no mês, aparecem o Comércio (-195) e a Agropecuária (-39).

Por grau de instrução, o maior contingente contratado no Recife continua sendo o que tem ensino médio completo, com 1.336 contratações em julho, segundo o Caged.

Trabalhadores com ensino superior completo somaram 114 e ensino superior incompleto, 78. Pelo recorte de gênero, dos 1.626 empregos criados no mês de julho, as mulheres foram maioria em comparação com os homens: 845 a 781.

Por faixa etária, o maior saldo foi entre 18 e 24 anos (1.048), seguido pelo grupos entre 25 a 29 anos (254) e entre 40 a 49 anos (224).