15 de outubro de 2018 às 16:58
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Wanderson Oliveira | Portal de Prefeitura | às 16h58
No Dia do Professor, o Portal de Prefeitura, apresenta as propostas dos dois candidatos à Presidência que chegaram ao segundo turno, Fernando Haddad (PT), e Jair Bolsonaro (PSL) para essa área.
HADDAD
Ex-ministro da Educação, Fernando Haddad diz em seu programa de governo que quer investir na formação dos educadores e na gestão pedagógica da educação básica. "Atenção especial será dada à valorização e à formação dos professores e professoras alfabetizadoras", afirma o texto.
O petista fala em fortalecer o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid), que permite aos alunos de cursos presenciais com interesse no magistério que se dediquem ao estágio em escolas públicas e que, quando graduados, se comprometam com o exercício da profissão na rede pública.
Haddad diz ainda, que vai implementar a chamada Prova Nacional para Ingresso na Carreira Docente para candidatos à carreira de professor das redes públicas de educação básica e Fala ainda em instituir diretrizes que permitam uma maior permanência dos profissionais nas unidades educacionais.
O programa diz que pretende reforçar a Universidade Aberta do Brasil (UAB), programa que visa ampliar e interiorizar - ou seja, expandir para fora das capitais - a oferta de cursos e programas de educação superior por meio da educação a distância. O programa do PT diz que o foco será o ensino médio, mas também fala em expandir universidades e institutos federais.
BOLSONARO
O programa de governo fala em mudar a Base Nacional Comum Curricular, afirma que dará ênfase à educação infantil, básica e técnica, "impedindo a aprovação automática e a própria questão de disciplina dentro das escolas". O programa fala ainda que o conteúdo e método de ensino precisam ser mudados. "Mais matemática, ciências e português", diz o texto.
Bolsonaro pretende incluir no currículo escolar as matérias educação moral e cívica (EMC) e organização social e política brasileira (OSPB), disciplinas herdadas da ditadura militar, o candidato tem também a intenção de ampliar o número de escolas militares, fechando parcerias com as redes municipal e estadual. A meta é que haja, em dois anos, um colégio militar em cada capital.
O programa do capitão reformado dá ênfase ainda, à educação a distância nos níveis básico, médio e superior. "Deve ser considerada como alternativa para as áreas rurais onde as grandes distâncias dificultam ou impedem aulas presenciais", diz o texto.
Para o ensino superior, o programa fala em parcerias de universidades com a iniciativa privada para desenvolvimento de novos produtos visando aumentar a produtividade no país.
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