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				<title><![CDATA["Anunciação": musical pelos 80 anos de Alceu Valença estreia no Recife em setembro]]></title>
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				<description><![CDATA[A vida e a trajetória de Alceu Valença vão ganhar os palcos do Recife em setembro, com o musical “Anunciação”, criado para celebrar os 80 anos do artista.

O espetáculo tem direção de Duda Maia e texto de Duda Rios, reunindo uma equipe com forte ligação com a cultura nordestina. A ideia partiu de Miguel Colker, filho do fotógrafo Carlos Filho (Cafi), parceiro de longa data de Alceu e responsável por capas e imagens marcantes da carreira do cantor.

Foi Colker quem iniciou a conversa com o artista e sua esposa e produtora, Yanê Montenegro. O projeto contou com o apoio direto de Alceu, que acompanhou o início da proposta enquanto segue com sua turnê de 80 anos. A ideia foi organizar tudo para que o musical e os shows aconteçam sem conflito, cada um com seu espaço.

Música, histórias e estilo próprio

Diferente de um formato tradicional, “Anunciação” não vai mostrar a vida do cantor de forma cronológica, nem terá atores interpretando cada fase da sua história. A proposta é mais livre, misturando música, histórias e elementos que lembram o estilo do próprio Alceu. “Não vamos ter atores interpretando cada personagem da vida de Alceu, mas contadores de histórias, músicas e várias surpresas”, explicou Duda Rios.

O texto também segue essa linha, com uma narrativa mais solta, inspirada na forma como as músicas do artista são construídas. A ideia é criar uma experiência que se aproxime do universo dele, sem ficar presa a uma sequência tradicional.

Com experiência em trabalhos sobre grandes nomes da música brasileira, como “Gonzagão: A Lenda” e “Jacksons do Pandeiro”, Duda Rios afirma que o projeto ainda está em desenvolvimento. A equipe começou a se reunir presencialmente e os ensaios devem começar no fim de abril.

“Alceu é um ícone máximo. É uma honra fazer parte desse momento”, resume o dramaturgo.
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				<category>Entretenimento</category>
				<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 20:36:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Artigo: O Apocalipse chegou, não da forma bíblica prevista - Por Edinázio Vieira]]></title>
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				<description><![CDATA[Nos últimos anos, a humanidade tem testemunhado avanços tecnológicos que levantam questionamentos profundos sobre o futuro da própria condição humana.

O empresário Elon Musk, por exemplo, tem defendido publicamente a ideia de que, no futuro, será possível integrar o cérebro humano diretamente às máquinas.

Por meio de sua empresa Neuralink, pesquisas buscam desenvolver interfaces cérebro-computador capazes de registrar e transmitir sinais neurais.

Em algumas entrevistas e debates sobre o futuro da tecnologia, Musk chegou a sugerir que, em um cenário distante, memórias e processos mentais poderiam ser armazenados digitalmente, abrindo discussões sobre uma possível “imortalidade tecnológica”.

Essa hipótese leva muitos pensadores a imaginar um cenário em que a memória humana seja preservada em sistemas artificiais ou até mesmo transferida para corpos robóticos, como os que estão sendo desenvolvidos pela empresa Tesla, incluindo o projeto do robô humanoide Tesla Optimus.

Para alguns futuristas, isso poderia significar uma nova forma de continuidade da consciência humana após a morte biológica.

Enquanto isso, avanços científicos também acontecem em outras partes do mundo. Pesquisadores na China têm desenvolvido tecnologias de interface cérebro-computador voltadas principalmente para a medicina.

Uma das iniciativas envolve a empresa Neuracle, que trabalha em dispositivos capazes de captar sinais cerebrais para ajudar pacientes com paralisia causada por lesões graves na coluna vertebral.

Esses chips podem permitir que sinais do cérebro sejam traduzidos em comandos capazes de movimentar dispositivos externos ou auxiliar na recuperação de funções motoras.

Do ponto de vista científico, esses avanços representam esperança para milhões de pessoas que sofrem com doenças neurológicas. No entanto, eles também levantam debates éticos e filosóficos sobre os limites entre o humano e a máquina.

Diante dessas transformações surge uma pergunta inquietante:

Onde ficará Deus? Sentado em seu trono, apenas observando?

A civilização moderna parece caminhar para a criação de seus próprios “deuses”. Em muitos discursos tecnológicos, a alma deixa de ser considerada, enquanto cresce a tentativa de desenvolver uma consciência sintética.

Nesse contexto, valores humanos fundamentais parecem enfraquecer. A empatia diminui, a fraternidade se fragiliza e o amor, muitas vezes, perde espaço diante da lógica do poder e do lucro.

O ser humano corre o risco de perder algumas de suas características mais nobres. A ganância cresce, o poder se concentra nas mãos de poucos e grandes corporações tecnológicas passam a influenciar cada vez mais os rumos da sociedade.

Surge então uma espécie de nova Torre de Babel, não construída com pedras e tijolos, mas com algoritmos, chips e inteligência artificial. A competição parece ser com o próprio Deus. Alguns tentam destroná-Lo utilizando contra Ele a própria criação humana.

O ser humano é frequentemente seduzido por seus próprios desejos, pela ganância e pela busca incessante por poder e controle.

Enquanto isso, os grandes magnatas da tecnologia dominam o cenário global, influenciando economias, culturas e até comportamentos sociais.

Diante de tudo isso, resta uma reflexão profunda sobre o caminho que estamos escolhendo seguir como civilização.

Que o Deus Criador de todas as coisas tenha misericórdia de nós.
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				<category>Edinazio Vieira</category>
				<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 20:50:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Artigo - Escola: Um Lugar de Terror? A Realidade Brutal das Escolas Públicas - Por Edinázio Vieira]]></title>
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				<description><![CDATA[Quando somos desmamados, somos levados para um convívio coletivo, e o local mais apropriado é a escola. É o primeiro grande rompimento, o desmame forçado da família, jogando a criança no desconhecido.

Nesse momento, a criança passa a conviver com pessoas desconhecidas que a castigam no cumprimento de velhas e novas regras. Para tentar fugir de um campo totalmente desconhecido, apelidam as cuidadoras ou educadoras de “tias”, tentando simbolicamente criar uma nova comunidade ou família.

O Despreparo do Poder Público

A grande questão é o despreparo do poder público responsável pela criação das normas e regras escolares, cujas leis são elaboradas e votadas por uma decadente categoria política.

Segue-se com governos oferecendo ensino de baixíssima categoria e professores ultrapassados, sem reciclagem adequada.

O Caldo de Cultura do Terror

Nesse ambiente, onde se misturam pulsão, fantasia e disciplina, forma-se um tipo de humano que, ao atingir maior idade, segue um caráter perverso ou submisso.

Contudo, quero focar no ambiente escolar, onde o terror é absolutamente terrível: a convivência na escola pública, com insegurança dentro e fora dela, cercada por comunidades carentes e abrigando também alunos de famílias desajustadas, acolhidos por gente da mesma espécie.

O Esforço dos Professores Ignorado

Sei que os atuais educadores das escolas públicas se esforçam por um ensino de melhor qualidade e buscam resultados. Contudo, não têm a reciprocidade do poder público, que trabalha apenas com percentuais e números, enquanto o professor trabalha o humano, com pessoas.

A Solução: Prevenção e Acolhimento

Combater a violência na escola é um processo de entendimento de gente e acolhimento. É necessário prevenção e educação.

Escolas são muito parecidas com prisões na sua arquitetura e metodologia disciplinar. Se essa é a essência, estamos na contramão.
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				<category>Edinazio Vieira</category>
				<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 19:11:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Artigo: Toda mulher sensata tem o dever de aplaudir a queda do genocida Ali Khamenei no Irã]]></title>
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				<description><![CDATA[A história das mulheres no Irã é marcada por contrastes profundos. De uma civilização milenar com participação feminina relevante na sociedade à consolidação de um regime teocrático que restringiu direitos básicos, o país tornou-se símbolo de resistência feminina contra estruturas autoritárias.

Ao longo das décadas, especialmente após a Revolução Islâmica de 1979, a condição feminina passou a ser um dos principais termômetros do nível de liberdade no país. Sob o comando do líder supremo Ali Khamenei, o Irã reforçou políticas que ampliaram o controle estatal sobre o corpo, a vestimenta e a vida social das mulheres.

A presença feminina na antiga Pérsia e no Irã pré-revolução

Na antiga Pérsia, registros históricos indicam que mulheres podiam administrar propriedades, participar da vida econômica e exercer influência dentro das estruturas sociais. Embora não se tratasse de uma sociedade igualitária nos moldes contemporâneos, havia reconhecimento jurídico e social feminino superior ao de várias outras civilizações antigas.

No século XX, durante o período da dinastia Pahlavi, especialmente sob Mohammad Reza Pahlavi, ocorreram reformas significativas. Em 1963, mulheres conquistaram o direito ao voto. Reformas legais ampliaram direitos em casos de divórcio e guarda dos filhos. O acesso à educação superior cresceu rapidamente, e mulheres passaram a ocupar cargos públicos e posições de destaque profissional.

Nas grandes cidades, era comum ver mulheres sem véu, inseridas no mercado de trabalho e frequentando universidades. O país vivia um processo de modernização que, embora não fosse isento de críticas políticas, representava avanço consistente na autonomia feminina.

A Revolução Islâmica de 1979 e o retrocesso nos direitos

A virada ocorreu com a Revolução Islâmica de 1979, liderada por Ruhollah Khomeini. O novo regime estabeleceu uma República Islâmica baseada em uma interpretação rigorosa da lei islâmica xiita.

Entre as principais mudanças impostas às mulheres no Irã após 1979:
    •    Tornou-se obrigatório o uso do hijab em espaços públicos.
    •    Leis de proteção familiar foram revogadas ou alteradas, reduzindo garantias jurídicas.
    •    A idade mínima para casamento foi reduzida.
    •    A participação feminina passou a ser condicionada a normas religiosas rígidas.

Protestos femininos ocorreram já nos primeiros meses após a revolução, mas foram reprimidos. O Estado passou a estruturar um sistema de fiscalização moral, institucionalizando o controle sobre o comportamento feminino.

O regime de Ali Khamenei e a consolidação da repressão

Desde 1989, com a ascensão de Ali Khamenei como líder supremo, o regime consolidou um modelo de poder centralizado e teocrático. A chamada “polícia da moralidade” tornou-se instrumento de coerção cotidiana, fiscalizando vestimentas e conduta.

Relatórios internacionais de direitos humanos apontam:
    •    Prisões e detenções arbitrárias de mulheres por supostas violações de código de vestimenta.
    •    Restrição à liberdade de expressão e manifestação.
    •    Uso excessivo de força contra protestos femininos.
    •    Aplicação de penas severas, incluindo condenações à morte em casos controversos.

Em 2022, a morte de Mahsa Amini sob custódia policial desencadeou o movimento nacional “Mulher, Vida, Liberdade”, ampliando a mobilização popular contra o regime. A repressão às manifestações foi intensa, com prisões em massa e confrontos violentos.

Islamismo político e impacto sobre as mulheres no Irã

É importante diferenciar religião de regime político. O que se observa no caso iraniano é o impacto de uma estrutura estatal baseada em interpretação rígida do islamismo político, que subordinou direitos civis à autoridade clerical.

Entre os efeitos mais visíveis para as mulheres no Irã estão:
    •    Desigualdade legal em questões de herança e testemunho judicial.
    •    Restrições à autonomia corporal.
    •    Limitações no ambiente cultural e artístico.
    •    Pressão institucionalizada para conformidade comportamental.

Ainda assim, paradoxalmente, as mulheres iranianas figuram entre as mais escolarizadas do Oriente Médio, demonstrando que o avanço educacional convive com severas limitações políticas e sociais.

Um símbolo de ruptura histórica

A morte de Ali Khamenei encerra um ciclo político que durou quase quatro décadas. Para muitos críticos do regime, sua queda simboliza o possível início de um novo capítulo.

A frase “Toda mulher sensata tem o dever de aplaudir a queda do genocida Ali Khamenei no Irã” reflete uma perspectiva crítica que associa o líder às violações sistemáticas de direitos humanos e à repressão contra mulheres e dissidentes.

Contudo, o futuro das mulheres no Irã dependerá de reformas estruturais profundas, que garantam liberdade de escolha, igualdade jurídica e respeito aos direitos fundamentais.

A trajetória das mulheres no Irã revela que avanços podem ser revertidos quando sistemas autoritários se consolidam. Da antiga Pérsia à República Islâmica, a luta feminina permanece central na disputa por liberdade e dignidade.

O debate internacional sobre direitos humanos no Irã não é apenas político é também histórico e social. E qualquer transformação duradoura precisará reconhecer o protagonismo das mulheres iranianas como força essencial para reconstruir o país.

O conteúdo do texto acima é uma colaboração voluntária, de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal de Prefeitura.
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				<category>Amisadai Andrade</category>
				<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 16:00:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Artigo: A pedofilia sempre reinou no mundo dos humanos - Por Edinázio Vieira]]></title>
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				<description><![CDATA[Freud revolucionou o mundo ao escancarar o sexo e suas pulsões como responsáveis pelas mazelas vividas pela humanidade. Ele exibiu a histeria e as doenças nervosas da época como manifestações claras de repressão sexual.

Em outras palavras, afirmou que as madames da época estavam surtando porque estavam sendo mal-amadas, sem encontrar satisfação sexual com seus parceiros.

Ele também percebeu que existiam muitas aberrações sexuais e já apontava a pedofilia como causa de inúmeros traumas da época, ligando-a diretamente a sofrimentos profundos.

Em pleno século XXI, escândalos sexuais já derrubaram reis, príncipes e governantes, expondo a fragilidade do poder diante dessas pulsões. Recentemente, o príncipe Andrew, da Inglaterra, foi envolvido em acusações relacionadas a práticas semelhantes, mostrando que ninguém está imune.

A grande questão é que essa barbaridade atinge todas as classes sociais, religiosas, políticas, filosóficas e ideológicas — desde a Igreja Católica tradicional até igrejas evangélicas, que também já se envolveram em casos graves.

O maior problema é como resolver isso de forma eficaz, pois apenas as penas não resolvem nem detêm essa praga por completo. Não adianta só reprimir; devemos tratar a raiz. É um sintoma profundo que deve ser resolvido não apenas com punição. Precisamos discutir isso abertamente.

Tudo pode começar com um abuso inicial, e essa vítima, sem apoio, pode se transformar em abusador, criando um ciclo vicioso. Essa compulsão maléfica está enraizada no cérebro; é um transtorno mental que exige tratamento especializado, como terapias e intervenções precoces.

As escolas começam a educar as crianças a se defenderem, o que é essencial, mas ainda estão despreparadas para identificar e tratar esses transtornos na base. O buraco é mais embaixo: os pedófilos estão por aí, misturados à sociedade e, às vezes, até dentro de nossas próprias casas.

Vamos discutir isso como sociedade organizada, com urgência e responsabilidade coletiva.
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				<category>Edinazio Vieira</category>
				<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 20:23:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Artigo: 2,5 milhões no Galo da Madrugada: número real ou tradição repetida?]]></title>
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				<description><![CDATA[Todos os anos, o anúncio se repete: o Galo da Madrugada teria reunido cerca de 2,5 milhões de pessoas no Centro do Recife. Mas você já parou para refletir sobre o que esse número realmente representa?

Estamos falando de uma multidão que ultrapassa a população de muitas capitais brasileiras. É um dado impressionante. Mas será que temos dimensão prática do que significa reunir 2,5 milhões de pessoas em um único evento?

Vamos transformar esse número em comparações reais.

Quantos estádios da Ilha do Retiro seriam necessários?

O Estádio Ilha do Retiro, casa do Sport Club do Recife, tem capacidade aproximada para 28 mil pessoas. Para chegar a 2.500.000 pessoas, seriam necessários:

89 estádios da Ilha do Retiro completamente lotados.

Imagine o estádio cheio, arquibancadas ocupadas, todos os espaços tomados. Agora multiplique essa imagem por 89.

E quantas Arenas Pernambuco lotadas?

A Arena de Pernambuco comporta cerca de 45 mil pessoas. Para atingir 2,5 milhões de pessoas, seriam necessários:

56 arenas completamente lotadas.

Ou seja, precisaríamos encher a Arena da Copa 56 vezes para alcançar o número divulgado.

Quantos ônibus seriam necessários?

Um ônibus urbano padrão transporta, em média, 60 pessoas (45 sentadas e 15 em pé). Para transportar 2,5 milhões de pessoas, seriam necessários:

1.667 ônibus lotados.

Se colocássemos esses ônibus enfileirados, considerando aproximadamente 12 metros por veículo, teríamos uma fila de cerca de 500 quilômetros de extensão — praticamente a distância entre Recife e Salvador.

Comparando com cidades

2,5 milhões de pessoas equivalem à população inteira de grandes regiões metropolitanas. É como reunir diversas cidades médias em um único dia, em poucas horas, ocupando basicamente o mesmo espaço urbano.

Mas cabe tudo isso no percurso?

O trajeto do Galo atravessa avenidas do Centro do Recife, como a Guararapes e a Dantas Barreto. A pergunta que fica é inevitável:


	Há espaço físico suficiente para esse volume?
	Qual seria a densidade de pessoas por metro quadrado?
	O número representa público simultâneo ou rotativo ao longo do dia?
	Existe metodologia técnica divulgada para essa estimativa?


Especialistas em eventos costumam explicar que essas estimativas são feitas com base em área ocupada e fluxo rotativo de público. Ainda assim, o número chama atenção — e naturalmente gera questionamentos.

O número é tradição ou precisão?

Na verdade, quando se fala em 2 milhões e meio de pessoas, é um dado que é levantado baseado nos outros anos. E se qualquer gestor hoje vier a público e disser que deu um milhão, um milhão e 500, um milhão e 600, ele pode até estar trazendo uma verdade mais próxima da realidade, mas na cabeça das pessoas ficará a ideia de que o Carnaval foi um fracasso, que o Galo diminuiu.

Quando, na prática, pode ser que apenas os números estejam inflados.

O Galo da Madrugada continua gigante, histórico e simbólico. A energia da multidão é visível. A tradição é incontestável.

Mas a pergunta permanece:

2,5 milhões é um dado matemático ou um número que virou parte da narrativa?

O conteúdo do texto acima é uma colaboração voluntária, de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal de Prefeitura.
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				<category>Amisadai Andrade</category>
				<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 21:18:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Artigo: Entre a conserva e a decomposição - Por JB Carvalho]]></title>
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				<description><![CDATA[Eles nos chamaram de enlatados. Foi uma grande ousadia. Mas talvez devêssemos agradecer pela metáfora mal calculada.

Latas de conserva preservam. Impedem a decomposição. Mantêm o conteúdo íntegro, apesar da pressão do tempo e do ar. O que apodrece não é o que está guardado. É o que ficou aberto, exposto, entregue à atmosfera cultural do carnaval.

A lata existe por causa de algo valioso. Ninguém preserva o que não tem importância. Conserva-se aquilo que merece durar.

O que impede a decomposição é a estrutura, a ordem, os limites. São as fronteiras morais que atravessaram séculos, protegendo a civilização. Quando se retira da conserva, inicia-se a deterioração.

A fé cristã não é um fenômeno temporal. A Igreja sobreviveu a impérios, perseguições, modismos intelectuais e revoluções culturais.

A cultura do espetáculo vive de picos. Precisa de luzes, pirotecnias, volume, excesso. Vive de narrativas inflamadas. Mas o que sustenta uma civilização não são fogos de artifício. São fundamentos.

Depois que as luzes se apagam, o som é desligado e as pessoas vão embora, onde estão os acadêmicos de Niterói?

A história não se curva ao sambódromo. Na vida, há quem seja raiz e há quem seja apenas purpurina. E hoje especialmente existem pessoas com orgulho de ser degeneradas. Sua corrupção, perversão e depravação não tem limites. Ou melhor: conservas.

Você que é cristão, não se ofenda. Todos estamos sob o juízo do tempo. E ele revela o prazo de validade das coisas. Os anos passam, e testemunhamos quem se dissipa como fumaça e quem leva consigo a eternidade.

E não se esqueça de permanecer na conserva. O ambiente lá fora é apodrecedor.

JB Carvalho é um teólogo, escritor, conferencista e bispo titular da Comunidade das Nações, liderando cerca de 25 campi no Brasil e nos EUA. Reconhecido na formação de líderes e desenvolvimento pessoal, é autor de mais de 16 livros, incluindo "Metanoia", e atua como compositor e jornalista.

O conteúdo do texto acima é uma colaboração voluntária, de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal de Prefeitura.
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				<category>Colunistas</category>
				<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 20:02:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Artigo - O "Erro" Calculado: desfile e a saída de emergência de Lula - Por Adriano Roberto]]></title>
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				<description><![CDATA[Por Adriano Roberto

Diz o ditado político que, no xadrez do poder, quem avança o sinal nem sempre está com pressa; às vezes, está apenas forçando o juiz a apitar o fim do jogo.

A presença ostensiva de propaganda política no desfile da Unidos de Niterói - que cruzou a linha do regulamento e das leis eleitorais - levanta uma questão que vai além da euforia do Carnaval: teria sido um erro primário ou uma estratégia de saída?

A Tese do Recuo Estratégico

Para um veterano como Lula, que conhece as engrenagens do TSE como poucos, "atropelar" a legislação eleitoral em plena Sapucaí parece amadorismo demais para ser verdade. A hipótese que ganha força nos bastidores é a da saída categórica.
 
O Cenário Adverso: Com pesquisas internas mostrando um teto difícil de romper e uma economia que não gera o "sentimento de bem-estar" necessário para uma reeleição garantida, o cenário de derrota tornou-se um fantasma real.
 
Ao provocar uma infração explícita, cria-se o caminho perfeito para uma inelegibilidade ou uma desistência "forçada" pelas circunstâncias jurídicas. É muito mais digno para um líder histórico sair de cena como alguém "impedido pelo sistema" do que como alguém derrotado nas urnas.

O desfile não foi apenas um tributo; foi uma peça publicitária de 70 minutos. Ao esticar a corda com a Justiça Eleitoral, o governo parece testar o limite do tolerável.

Se a candidatura for inviabilizada ou sofrer sanções pesadas agora, Lula teria o pretexto ideal para ungir um sucessor e se retirar da linha de frente, preservando seu capital político sem o desgaste de um revés eleitoral direto, como um dia de festa de São João em Surubim, ouvi de Sérgio Guerra. "Na política, o que parece erro de cálculo costuma ser, na verdade, a construção de um álibi."

E agora: o que observar? Se nos próximos dias o tom do Planalto for de "confronto contra a perseguição judicial" em vez de defesa técnica, saberemos que a Unidos de Niterói foi o primeiro ato do adeus.

Lula pode estar usando o brilho da avenida para ofuscar uma retirada estratégica, transformando um possível fracasso nas urnas em uma narrativa de injustiça. Vamos aguardar as a acontecimentos pós carnaval.
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				<category>Colunistas</category>
				<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 16:33:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Feminicídio não se combate com propaganda, mas com punição exemplar]]></title>
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				<description><![CDATA[O Brasil convive há anos com números alarmantes de feminicídio. A cada novo caso, repetem-se discursos oficiais, campanhas publicitárias, slogans emocionais e vídeos institucionais amplamente divulgados nas redes sociais e na televisão. No entanto, enquanto o poder público investe em comunicação e ações de conscientização, o sistema de Justiça segue transmitindo uma mensagem perigosa à sociedade: matar ou tentar matar uma mulher pode não resultar em punição proporcional à gravidade do crime.

Penas brandas e sensação de impunidade

Não é raro encontrar casos de homens condenados por feminicídio que deixam o sistema prisional após três, quatro ou cinco anos de pena efetivamente cumprida. Em outros episódios, o agressor sequer aguarda julgamento preso, respondendo em liberdade mesmo diante de provas robustas, histórico de violência doméstica e risco concreto à vida da vítima.

Há ainda situações em que o crime não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agressor, como intervenção de terceiros ou socorro médico imediato, e, ainda assim, as medidas punitivas aplicadas são brandas, temporárias e frequentemente descumpridas sem consequências efetivas.

Esse cenário reforça a percepção de impunidade e compromete a confiança da população no sistema de Justiça.

Feminicídio não é falta de informação

Esse contexto evidencia uma verdade incômoda: o feminicídio não ocorre por falta de informação ou conscientização. O agressor sabe o que está fazendo. Ele conhece a gravidade do ato e, mesmo assim, aposta na fragilidade da legislação, nos benefícios penais, na progressão acelerada de regime e em um Judiciário sobrecarregado que, muitas vezes, relativiza a brutalidade da violência contra a mulher.

Quando um homem agride, ameaça ou mata uma mulher, ele não age por ignorância, mas por convicção de que poderá recuperar sua liberdade em pouco tempo.

Reincidência e falha estrutural do Estado

Em alguns casos, essa percepção se confirma de forma ainda mais trágica. Há agressores que, após cumprirem penas reduzidas, voltam a cometer o mesmo crime, destruindo novas vidas. O Estado falha não apenas com a vítima direta, mas com toda a sociedade, ao permitir que a violência se repita.

A reincidência escancara que o sistema punitivo atual não é suficientemente dissuasório.

Campanhas não substituem punição efetiva

Diante desse cenário, é legítimo questionar a eficácia de campanhas educativas isoladas. Vídeos institucionais, hashtags e peças publicitárias não intimidam quem já escolheu a violência como instrumento de poder e dominação. Nenhuma campanha é capaz de mudar a mentalidade de quem acredita, com base na realidade, que a lei é branda e que o custo do crime compensa.

O que precisa mudar no combate ao feminicídio


	O enfrentamento ao feminicídio no Brasil exige mudanças estruturais, incluindo:
	Aumento real das penas para feminicídio;
	Retirada de benefícios penais automáticos;
	Regras mais rígidas para progressão de regime;
	Prisão preventiva obrigatória em casos com indícios claros de risco à vítima;
	Tratamento mais rigoroso das tentativas de feminicídio e da violência doméstica.


Medidas cautelares simbólicas não protegem mulheres, apenas produzem estatísticas.

Responsabilidade dos Poderes

Quando Executivo, Legislativo e Judiciário se unem para lançar campanhas publicitárias, surge uma pergunta inevitável: por que essa mesma união não ocorre para endurecer a legislação e garantir punições mais severas? Se há consenso para discursos, deveria haver consenso para salvar vidas.

Conclusão: justiça firme salva vidas

Combater o feminicídio exige coragem política e institucional para enfrentar a impunidade. Enquanto o agressor não sentir o peso real da lei, nenhuma campanha será suficiente.

A vida das mulheres não pode continuar sendo tratada como peça de marketing institucional. Ela precisa ser defendida com leis duras, justiça firme e punição sem condescendência.

Por: Amisadai Andrade 
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				<category>Amisadai Andrade</category>
				<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 11:13:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[2026: Aberta a temporada dos babões de políticos]]></title>
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				<description><![CDATA[Todo ano de eleições traz um fenômeno curioso que parece inevitável: os babões de políticos. Eles surgem nas redes sociais como se fosse primavera, prontos para defender políticos que, na maioria das vezes, nem conhecem pessoalmente, com a mesma paixão de quem torce por um time campeão.

Quem são os babões?

São os guerreiros das timelines, os soldados das notificações, os defensores da causa invisível:


	Defendem políticos a qualquer custo, mesmo quando não têm ideia do que estão falando.
	Ignoram fatos, pesquisas e notícias confiáveis; a emoção fala mais alto que a razão.
	Passam horas brigando com desconhecidos sobre temas que jamais leram com profundidade.
	Acham que likes e compartilhamentos são medalhas de honra.


Por que eles aparecem nas eleições?

O fenômeno se intensifica especialmente em anos eleitorais:


	Identidade digital: escolher um político é quase como escolher um mascote, um símbolo de pertencimento.
	Economia da atenção: brigar rende engajamento; mais curtidas, mais seguidores, mais validação.
	Slogans virais: os babões repetem frases prontas como papagaios, muitas vezes sem entender o que significam.


O efeito colateral

Enquanto eles se enfrentam em batalhas épicas de teclado, o debate real desaparece. Políticos que deveriam ser cobrados por resultados e políticas públicas são defendidos cegamente por multidões de seguidores virtuais, criando uma bolha onde a lógica e a informação não têm vez.

Sobrevivendo à temporada


	Não entre em guerras emocionais online.
	Sempre verifique os fatos antes de compartilhar ou comentar.
	Foque em ações e propostas concretas, e não em slogans ou memes.


A temporada dos babões de políticos é anual e implacável, mas em anos eleitorais como 2026, o fenômeno se intensifica. Para quem quer discutir política de verdade, a diferença entre ser espectador passivo e participante consciente pode mudar tudo.
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				<category>Amisadai Andrade</category>
				<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 14:50:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Artigo: A fofoca provoca sensação de prazer e libera endorfina no cérebro - por Edinázio Vieira]]></title>
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				<description><![CDATA[O fofoqueiro, que antes era hostilizado, tornou-se uma celebridade na atualidade. Há, inclusive, emissoras de TV aberta dedicadas exclusivamente ao tema, com especialistas em fofoca. Nos serviços de streaming, abundam atrações com comentaristas permanentes nessa arte.

Instituições acadêmicas realizaram estudos recentes sobre os ganhos que a fofoca provoca no cérebro. Na execução dessa prática, o fofoqueiro ativa redes neurais específicas, experimentando um prazer comparável ao de degustar excelentes quitutes. Nesse momento, ocorre a liberação de endorfina, proporcionando alívio imediato, fazendo as dores desaparecerem e ativando o sistema nervoso, o que pode gerar benefícios até para a coluna. Alguns estudiosos, ainda sem evidências científicas, sugerem que o fofoqueiro profissional desenvolve um suposto “calo neural”, alterando o cérebro em função desse hábito.

Nesse mundo de notícias falsas, a fofoca acabou ficando abaixo das expectativas. No entanto, é por meio do burburinho que a população fica sabendo que o vizinho foi traído; foi pela famosa rádio-peão que descobrimos que Belo havia sido chifrado, que Roberto Carlos tinha perna mecânica e que vários artistas saíram do armário. Quem deseja detalhes sobre mudanças de orientação sexual deve procurar uma coluna especializada, pois a minha boca é um túmulo.

Ainda assim, aqueles que apreciam a fofoca têm sua rede neural estimulada e experimentam reações intensas de bem-estar, podendo, inclusive, receber o título de fofoqueiro. A fofoca apresenta resultados positivos no cérebro: o fuxiqueiro sai da depressão e estimula a dopamina. Contudo, esse processo também pode gerar ansiedade, já que o indivíduo fica com a “língua coçando” para contar e comentar a vida alheia.

Quais são os efeitos colaterais dos estimulantes comprados na farmácia? São vários, incluindo reações adversas. A fofoca, por sua vez, funciona como um estimulante e até como um antidepressivo eficaz. Entretanto, o efeito colateral recai sobre aquele que se torna alvo do fuxico, e as consequências são imprevisíveis.

Nos anos que se seguiram à pandemia, a fofoca se agigantou. Ao ler este artigo, o leitor certamente já pensou em algum fofoqueiro. A complexidade do cérebro e a criatividade da mente são capazes de inibir dores e produzir hormônios benéficos quando o fofoqueiro está de plantão — descobertas típicas desta era.

Não sou favorável nem às fake news, nem à fofoca. Contudo, há coisas engraçadas produzidas pelas mentes brilhantes desses tagarelas, e espero que não seja você. Afinal, quais são as características e o perfil do fofoqueiro? Eu não me olhei no espelho hoje.

 
]]></description>
				
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				<category>Colunistas</category>
				<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 11:54:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Artigo: Prisioneiros numa penitenciária mental - Por Edinázio Vieira]]></title>
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				<description><![CDATA[Quando surgimos na Terra, esse berço azul, banhado por mares e rios e coberto de florestas, uma mistura de paz e esperança, nunca imaginaríamos que o caos estava próximo.

Assim, a humanidade sonhou e buscou a evolução quando aprendeu a manusear as armas, navegar nos rios e voar no espaço sideral, dominar as florestas e habitar a Terra, deixando marcas concretas e objetivas.

Mas as lutas para dominar os animais de grande porte e a fuga dos fenômenos naturais, tais como incêndios, furacões, vulcões e tempestades, influenciaram a constituição física, biológica, na estrutura cerebral e psíquica do humano. Daí renasce uma nova espécie, essa distante de sentimentos e empatia, voltada para a sobrevivência.

Desde a primitividade, quando esse humano começou a se organizar em grupos para sobreviver ao caos, ele criou artifícios para dominar o próximo: desde armas, artimanhas e força bruta, até a tecnologia e, com o desenvolver dos séculos, as armas químicas.

Uma espécie de necrofilia. Chegamos ao século XXI, a “era das bigs”, que vai das finanças ao entretenimento, no sentido de escravizar a população.   

A forma não importa, as fórmulas também não. A ideia é implantar desejos na mente dos grupos para vender smartphones, jogos, cursos, sexo, bebidas e remédios. E para isso dividiram o mundo em grupos ou gangues. O velho Al Capone é fichinha diante dos assaltos que fazem hoje com o aval sei lá de quem.   

A velha maçã que a serpente deu ao casal Eva e Adão, que lascou a humanidade segundo relatos bíblicos, se transformou em contos da carochinha.

A delícia da nova maçã é saboreada nos lares pelos bebês, nas empresas pelos executivos e até nos asilos onde os velhinhos são alcançados.

A tecnologia dos iPads e dos computadores, dá prazer e tristeza, riqueza e falência aos usuários. Programadores alimentam máquinas para entregar a nova maçã inventada pela nova serpente.   

Somos prisioneiros mentais. Estamos numa penitenciária e achamos que estamos livres. Pobre geração que não tem desejo, nem vida, é apenas zumbi que perambula em volta de um sistema criado pelas novas serpentes. São esses governantes, religiosos e empresários que já venderam as suas almas ao "Diabo".

Esse próprio diabo criado pelo sistema para amedrontar os humanos. A humanidade padece e vive numa roda que não consegue sair, corre, corre, mas apenas atrás dos problemas.

Estamos presos mentalmente e muitos buscam um messias para serem libertados, mas cada um pode sair dessa roda da morte. Final infeliz para essa geração.
]]></description>
				
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				<category>Edinazio Vieira</category>
				<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 20:06:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Artigo: O Fantasma da Terceira Guerra Mundial e a Saúde Mental - Por Edinázio Vieira]]></title>
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				<description><![CDATA[O mundo foi impactado com a Primeira Guerra Mundial (iniciada em 28 de julho de 1914 e terminada em 11 de novembro de 1918).

Os desastres dos tratados, a ganância pelos territórios alheios e o assassinato do Arquiduque Francisco Ferdinando selaram a tragédia.

O modelo da guerra foi o tradicional: exército, bala e força, resultando em cerca de 16 milhões de mortes e redesenho de mapas mundiais. 

Em 1939 (com início em 1º de setembro e término em 2 de setembro de 1945), surgiu o ditador do mundo Adolf Hitler, que invadia territórios e tentava anexar terras dos outros ao território alemão, então, veio o caos da Segunda Guerra Mundial.

Nessa época, além da força física, veio a bomba atômica e algumas tecnologias ainda primárias que foram utilizadas na guerra — o qual causou entre 70 e 85 milhões de vítimas, incluindo o Holocausto de 6 milhões de judeus. 

Neste século XXI, todos esses sintomas ressurgem: invasões de territórios (como observado entre Rússia e Ucrânia), sequestros como os Estados Unidos contra Maduro e o surgimento de novos Hitlers, está tudo se montando.

Ocorre que a força física é apenas um disfarce; hoje, existem as armas químicas. Em 2019, o mundo inteiro foi impactado pelo COVID-19, que surgiu na China, e o vírus vitimou pessoas até no sertão de Pernambuco.

Exemplo vivo: em 2025, discursos inflamados de líderes nucleares como Kim Jong-un e ameaças iranianas elevaram os alertas globais da ONU a níveis recordes, mostrando delírios de grandeza que ecoam o comportamento de Hitler — prova de que a insanidade coletiva acelera o apocalipse.

Sob a presidência de Donald Trump, reeleito em 2024 e empossado em janeiro de 2025, provocações verbais intensas contra rivais como China e Irã — classificados como "ameaças existenciais" em discursos na ONU — alimentam tensões, ecoando retórica belicista de eras passadas. 

O caos atômico assombra o mundo; contudo, existe uma arma mais destrutiva que o átomo: a loucura humana. O mundo padece de transtornos, delírios, alucinações e desequilíbrios. Os poderosos do mundo têm "parafuso solto” no cérebro. Vivemos uma epidemia de sadismo, masoquismo, perversidade e narcisismo. Pasmem: remédio não cura. O que fazer para conter os loucos que são verdadeiros demônios? O que fazer para controlar os loucos? Estamos próximos do fim? Pois estamos aplaudindo malucos e rindo enquanto somos chicoteados. Estão todos loucos?
]]></description>
				
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				<category>Edinazio Vieira</category>
				<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 21:11:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Raposas no Galinheiro: Tiranos Eternos do Século XXI - Por Edinázio Vieira]]></title>
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				<description><![CDATA[Quando a nação é governada por tiranos, ditadores e messias, chegamos ao século XXI com os mesmos vícios da Idade da Pedra. Nos quatro períodos da História — Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea — sempre convivemos com loucos e “santos”. Nada mudou.

Isso acontece porque o perfil dos governantes se repete? Ou porque nós carregamos essas pulsões na alma, nas entranhas psíquicas, na formação, na genética e até na epigenética? Não adianta tentar finalizar esse ciclo: ele é nosso.

Os relatos históricos narram, de forma recorrente, os comportamentos de reis, imperadores, presidentes, líderes religiosos e chefes de facções criminosas. Todos parecem desejar a mesma coisa: controle, obediência, domínio, castigo. Reinar sobre o outro. Punir. Submeter.

É o espírito sádico que habita os deuses — deuses que gozam com o sofrimento alheio. E nós, os masoquistas, entregamos obediência total ao sagrado que dita regras, mata, esfola e sente prazer com a nossa dor.

O imperialismo americano e o controle religioso

O imperialismo americano priorizou a religião como uma poderosa forma de controle social. A educação foi profundamente enraizada em mitos religiosos, e as próprias universidades surgiram dessa teia de crenças. Tudo estruturado como mecanismo de dominação e manutenção de poder.

A Ásia e suas doutrinas estapafúrdias

Na Ásia, a doutrinação da população ocorreu pela substituição dos deuses tradicionais por ideias estapafúrdias e narrativas filosóficas transformadas em dogmas.

No Egito Antigo, o faraó era endeusado. Hoje, Donald Trump é venerado por uns, enquanto Nicolás Maduro, o “satanás venezuelano”, é odiado. Qual a diferença entre Trump e Maduro? O Ocidente tem o seu próprio Deus e o seu inferno, ambos criados pela civilização.

A Ásia tem o Partido Comunista e seus mitos, que impõem medo à população e ceifam vidas quando desejam.

A matrix que desaba: hora de furar a bolha

Vivemos um momento de expectativa, como se alguém estivesse prestes a apertar o botão atômico para destruir esse mundo de faz de contas.

O ano começa disfarçado de novo, mas as raposas já estão dentro do galinheiro, pintando e bordando. A mídia, cega e surda, grita. Grita sem parar. Promove histeria para ocultar a verdadeira realidade.

Agora, a casa está caindo. Os povos têm acesso à informação, mas ficam perdidos. Como desintoxicar os alimentos que foram lançados aos cérebros e hoje governam nossas vidas?

Romper com isso é uma morte psíquica anunciada. Estamos presos em uma matrix. Resta furar a bolha e aprender a viver nesta dimensão.

Feliz Ano Novo?

Feliz Ano Novo para quem? Para as raposas?
Porque os pintos, os franguinhos, as galinhas e os galos serão abatidos.
Abatidos.

Acorde antes que as raposas abatam todos nós.
]]></description>
				
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				<category>Edinazio Vieira</category>
				<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 11:07:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Artigo: o descontrole emocional destrói o Espírito Natalino - Por Edinázio Vieira]]></title>
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				<description><![CDATA[O Natal, celebrado por boa parte do mundo com festas, danças e trocas de presentes, tem sua essência na comemoração do nascimento de Jesus Cristo — um ritual mais festejado pelo Ocidente.

No entanto, o sentido primordial dessa data parece ter ficado para trás. A civilização trouxe novos comportamentos e introduziu desejos de consumo que afetaram as religiões e até modificaram os hábitos da classe sacerdotal. 

É comum observar sacerdotes cada vez mais jovens e musculosos, circulando em aeronaves e carros importados. Assim, o cristianismo padece ou se alastra como uma “casca", um verniz bem lustrado. 

A Bolha do Desequilíbrio e a Decadência Humana

Vivemos em uma bolha de desequilíbrio que afeta uma humanidade carente. Hoje, busca-se de tudo para suprir essa ausência — do afeto ao bem material. O “ter” e o “acumular” tornaram-se sinônimos de poder. 

Estamos em plena decadência moral e intelectual, com uma ausência gritante de espiritualidade. Antigamente, o humano buscava os deuses com os olhos; hoje, cria seus próprios deuses e os descarta ao inventar outros. Em vez de vudus ou rituais ancestrais, recorremos a ídolos fabricados para preencher a lacuna aberta desde o surgimento da humanidade. 

Natal: Intolerância em Vez de Amor

Em pleno Natal, privilegiamos a intolerância e descartamos o amor. Fingimos a paz enquanto subvertermos a moral. Ficamos extasiados com os "dez mais" da revista Forbes, pois essa é nossa métrica e nosso pódio. Viva o humano... e viva o Natal!
]]></description>
				
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				<category>Edinazio Vieira</category>
				<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 21:03:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[O Brasil não precisa de esquerda ou direita: precisa de serviços públicos de qualidade]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/colunista/amisadai-andrade/o-brasil-nao-precisa-de-esquerda-ou-direita-precisa-de-servicos/611167/</link>
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				<description><![CDATA[O debate político brasileiro, há anos, parece aprisionado em uma disputa interminável entre direita e esquerda. Essa polarização intensa ocupa manchetes, redes sociais, campanhas eleitorais e discursos inflamados, mas deixa uma pergunta fundamental sem resposta: onde está o cidadão comum nessa briga? Enquanto ideologias se enfrentam, o povo segue esperando por algo muito mais básico, serviços públicos dignos, eficientes e acessíveis.

A verdade é que o brasileiro médio não acorda preocupado se a política pública é “de esquerda” ou “de direita”. Ele quer chegar ao trabalho sem enfrentar horas em um transporte precário, ser atendido com dignidade em um hospital público, ver seus filhos em escolas que realmente ensinem e ofereçam oportunidades. Essas são necessidades universais, que ultrapassam qualquer rótulo ideológico.

A polarização como cortina de fumaça

A disputa entre direita e esquerda, muitas vezes, funciona como uma cortina de fumaça que desvia o foco do essencial. Em vez de discutir soluções práticas para problemas estruturais, o debate político se transforma em ataques pessoais, narrativas ideológicas e disputas morais que pouco contribuem para melhorar a vida da população.

Enquanto políticos brigam para provar quem está certo ou errado, ônibus continuam lotados, postos de saúde sem médicos, escolas sem infraestrutura adequada e cidades sem planejamento urbano. O cidadão paga impostos elevados, mas recebe serviços de baixa qualidade, sem que haja responsabilização efetiva dos gestores públicos.

Serviços públicos não têm ideologia

Saúde, educação, transporte, saneamento e segurança não são pautas ideológicas, são direitos básicos. Um hospital bem equipado não é de esquerda nem de direita. Uma escola que funciona, com professores valorizados e alunos aprendendo, não pertence a um espectro político. Um transporte público eficiente não carrega bandeira partidária.

Países que avançaram social e economicamente entenderam isso: governar é gerir, não guerrear ideologicamente. O foco está em planejamento, metas, transparência, eficiência e avaliação de resultados. No Brasil, porém, a política muitas vezes se distancia da gestão e se aproxima do espetáculo.

O custo da briga para a população

Quem paga o preço dessa disputa constante é sempre o povo. A polarização paralisa reformas importantes, dificulta consensos mínimos e impede avanços em áreas fundamentais. Projetos são barrados não por serem ruins, mas por terem sido propostos pelo “lado errado” do espectro político.

Essa lógica atrasa o país. Em vez de unir esforços para resolver problemas históricos, como a desigualdade no acesso à educação ou a precariedade do SUS em muitas regiões, líderes políticos preferem alimentar a divisão, pois ela gera engajamento, votos e poder.

O que o brasileiro realmente precisa

O Brasil não precisa escolher entre direita ou esquerda precisa escolher competência, responsabilidade e compromisso com o bem público. Precisa de gestores que entendam a realidade da população, que usem o dinheiro público com seriedade e que tenham como prioridade melhorar a vida das pessoas, e não vencer debates ideológicos.

O cidadão quer resultados concretos: filas menores nos hospitais, ruas seguras, transporte confiável, escolas que preparem para o futuro e políticas públicas que funcionem na prática. Isso exige menos discurso e mais ação; menos polarização e mais soluções.

Enquanto o país continuar refém da guerra entre direita e esquerda, continuará deixando de lado o que realmente importa. O Brasil só avançará quando a política deixar de ser um campo de batalha ideológico e passar a ser um instrumento de serviço à população.

O povo não precisa de rótulos. Precisa de respeito, dignidade e serviços públicos de qualidade. E isso deveria ser um consenso básico, acima de qualquer ideologia.

Por: Amisadai Andrade
]]></description>
				
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				<category>Amisadai Andrade</category>
				<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 18:57:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Os invisíveis da violência: quando trabalhadores viram estatística no Brasil das Facções]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/colunista/amisadai-andrade/os-invisiveis-da-violencia-quando-trabalhadores-viram-estatistica-no/611115/</link>
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				<description><![CDATA[No Brasil, morrer trabalhando tem se tornado um risco cotidiano para quem vive nas periferias e comunidades historicamente esquecidas pelo poder público. A execução brutal de três trabalhadores de uma empresa provedora de internet, no bairro do Alto do Cabrito, em Salvador, não é apenas mais um episódio de violência urbana. Trata-se de um retrato cru de um país onde vítimas inocentes são silenciadas e, rapidamente, reduzidas a números frios nas estatísticas oficiais.

Os homens vestiam fardas, carregavam ferramentas e cumpriam uma rotina comum a milhões de brasileiros. Saíram de casa para trabalhar, garantir o sustento de suas famílias e retornar ao fim do dia. Não voltaram. Foram amarrados e executados com tiros na cabeça, em um crime que revela planejamento, crueldade e total desprezo pela vida humana.

A banalização da morte de trabalhadores

Horas antes do crime, um vídeo compartilhado nas redes mostrava os trabalhadores sorrindo, descontraídos, alheios ao destino que os aguardava. Depois, veio o silêncio definitivo imposto pela violência. Esse silêncio, no entanto, não se restringe às vítimas. Ele também representa a omissão de um Estado que falha reiteradamente em garantir o direito mais básico: o direito à vida.

Em muitas comunidades periféricas, a presença do poder público é frágil ou inexistente. Falta segurança, faltam políticas públicas contínuas e falta presença institucional. No vácuo deixado pelo Estado, surgem facções criminosas que ocupam territórios, impõem regras próprias e decidem quem pode circular, trabalhar ou simplesmente existir.

O avanço do crime organizado e a ausência do Estado

O crime organizado no Brasil deixou de ser um fenômeno restrito ao tráfico de drogas. Ele se expandiu, se sofisticou e passou a controlar áreas inteiras, funcionando como uma autoridade paralela. Nessas regiões, trabalhadores como técnicos, entregadores, motoristas e prestadores de serviço se tornaram alvos vulneráveis, expostos ao risco constante de violência apenas por estarem “no lugar errado”.

As vítimas desse sistema não são anônimas. São pais, filhos, mães, irmãos e jovens que acordam todos os dias sem saber se retornarão para casa. Pessoas honestas que pagam com a própria vida por viverem em áreas marcadas pela desigualdade social e pela negligência histórica do poder público.

Quando vidas viram estatísticas

Após a comoção inicial, os nomes desaparecem das manchetes, os rostos se apagam e restam apenas números em relatórios de violência. Estatísticas que crescem ano após ano, mas que não traduzem a dor das famílias nem a brutalidade das perdas. Assim, a violência vai sendo normalizada, absorvida como parte da rotina nacional.

Não se trata apenas de cobrar investigações pontuais ou prisões imediatas. Trata-se de reconhecer que existe um projeto de exclusão em curso, onde determinadas vidas valem menos. Onde trabalhadores pobres e moradores de periferias se tornam invisíveis para o Estado e descartáveis para o crime organizado.

Um problema estrutural, não uma fatalidade

Essas mortes não são fatalidades. São consequência direta da ausência de políticas públicas eficazes, da desigualdade profunda e da incapacidade estatal de proteger quem mais precisa. Enquanto esse cenário persistir, novos trabalhadores sairão de casa pela manhã e se somarão à dolorosa lista dos invisíveis.

Resgatar a memória dessas vítimas é um ato de justiça. Denunciar o silêncio e a omissão é uma responsabilidade coletiva. Porque nenhuma sociedade que se acostuma com a morte de seus trabalhadores pode se considerar justa, segura ou verdadeiramente democrática.

Por: Amisadai Andrade 
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				<category>Amisadai Andrade</category>
				<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 12:01:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Artigo: A morte do homem que pulou na jaula do leão e a saúde mental no Brasil - Por Edinázio Vieira]]></title>
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				<description><![CDATA[Recentemente, um jovem de 18 anos subiu numa árvore e invadiu o local reservado à leoa em um zoológico, resultando em uma tragédia que chamou imensa atenção nacional. Esse episódio é um exemplo emblemático da silenciosa crise da saúde mental no país, que só é amplamente discutida após eventos trágicos. 

Tragédias recentes e os transtornos mentais negligenciados 

Em novembro de 2025, casos trágicos trouxeram à tona a gravidade do problema: um funcionário atacou duas colegas de trabalho, assassinou duas professoras e cometeu suicídio; ele tinha diagnóstico psiquiátrico.

Outro caso, conhecido como o do "vaqueirinho", apresentava histórico familiar e comportamento esquizofrênico, mas nunca recebeu tratamento adequado.

Ainda em Recife, um homem incendiou a própria casa, matando sua esposa e filhos. Em todas essas situações, sinais e sintomas claros de transtornos mentais foram ignorados ou negligenciados pela sociedade.

O ciclo de silêncio e histeria coletiva 

Essas tragédias não ocorrem por acaso. Os sinais manifestados no comportamento e na fala dessas pessoas são evidentes e circulam nas comunidades, mas muitas vezes são considerados normais ou simplesmente desvalorizados.

Após os episódios, a reação coletiva se resume a manchetes sensacionalistas e entrevistas superficiais, seguidas por um silêncio vazio que permite que o ciclo se repita.

A insuficiência dos recursos e o impacto da comunicação digital 

A carência de profissionais qualificados para saúde mental no Brasil é alarmante e contribui para a escalada das tragédias. Paralelamente, a comunicação contaminada pelas redes sociais, sem responsabilidade nem lastro crítico, amplifica a desinformação e a vulnerabilidade emocional da população, agravando o contexto. 

Necessidade urgente de ações efetivas 

O país precisa urgentemente implementar projetos interventivos, pedagógicos e curativos na área da saúde mental, com foco na prevenção e no tratamento contínuo.

Sem esses freios e cuidados, o Brasil corre o risco de se tornar um grande hospício, fenômeno não só institucional, mas social e cultural, que exige atenção imediata.
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				<category>Edinazio Vieira</category>
				<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 19:18:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Artigo: STF, Descondenação e a Neutralização de um Projeto Político - Por Fabiano Andrade ]]></title>
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				<description><![CDATA[Na história recente do Brasil, poucas decisões jurídicas repercutiram tanto quanto a “descongelamento político” que recolocou Lula no tabuleiro eleitoral. Para muitos analistas, não se tratou apenas de uma revisão jurídica, mas de uma estratégia de neutralização de Jair Messias Bolsonaro, figura central do campo conservador, com falhas humanas claras, mas sem o peso histórico da corrupção sistêmica que marcou parte da velha política.

O que se viu foi um movimento que ultrapassou o universo jurídico e adentrou os territórios da engenharia política, onde decisões togadas passaram a desenhar os rumos do país. O Supremo Tribunal Federal, ao anular processos e devolver os direitos políticos de Lula, reacendeu uma estratégia que muitos interpretam como um contragolpe silencioso, devolver o poder a quem poderia deter Bolsonaro nas urnas, não no debate de ideias, mas na estrutura do jogo.

 Alexandre de Moraes e a figura do Poder Personalizado

Alexandre de Moraes tornou-se símbolo de um fenômeno raro no Ocidente:
o poder judiciário assumindo protagonismo político direto, atuando como guardião da narrativa, juiz das intenções e censor das dissidências. Seus críticos afirmam que seu perfil é de um psicopata politico e seu comportamento se aproxima de um perfil maquiavélico, um personagem que opera com frieza cirúrgica, calculando cada movimento como se a lei fosse uma espada de um único fio, cortando sempre na direção da direita política.

Não é uma perseguição jurídica clássica, mas sim uma psicopolítica de controle de discurso, onde a simples opinião passou a correr risco de ser interpretada como ameaça à “ordem democrática”.

Portas fechadas para uns e escancaradas para outros

É inevitável o contraste: enquanto antigos condenados por corrupção voltam à cena pública e retomam seus espaços no poder, muitos deles com históricos de bilhões desviados dos cofres públicos, lideranças populares da direita enfrentam o peso de inquéritos, restrições de direitos e processos silenciosos que não aparecem no horário nobre.

Não se trata de absolver Bolsonaro de seus erros, ele os tem, e precisariam ser lapidados para amadurecer como estadista. Mas a realidade é clara para parte expressiva da sociedade,
não há nele o DNA do mal-caratismo profissional, da corrupção visceral e da burocracia criminosa que assaltou o país durante décadas.

O Jogo é Mental e o Tabuleiro é Jurídico

A luta hoje não é apenas eleitoral, é ideológica e psicológica.
Quem controla o discurso, controla a emoção.
Quem controla a emoção, controla o voto.
Quem controla o voto, controla o país.

E assim, o STF, personagem que deveria ser o guardião imparcial da Constituição, passou, na visão de muitos cidadãos, a ocupar o papel de árbitro que também escolhe os jogadores e determina quem pode ou não permanecer em campo.

Conclusão: a História Julgará

A história ensina que todo poder que se arma para “proteger a democracia” contra seus próprios cidadãos corre o risco de se transformar exatamente no que diz combater.
O tempo irá revelar se o Brasil viveu um ato de proteção institucional, ou um capítulo de intervenção velada, onde a toga se tornou escudo, espada e trono.

Por Fabiano Andrade – Economista, Mestre em Psicanálise, Especialista em Neurociência e Especialista em Politica, Estratégia, Defesa e Segurança Pública - ADESG
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				<category>Fabiano Andrade</category>
				<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 11:35:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Artigo: Prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e o "surto psicótico" - Por Edinázio Vieira]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/colunista/edinazio-vieira/prisao-do-ex-presidente-jair-bolsonaro-e-o-surto-psicotico/609197/</link>
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				<description><![CDATA[O ex-presidente Jair Bolsonaro já estava preso quando foi recolhido, segundo alegação do STF, devido à violação (danificação) do equipamento de monitoramento 24 horas pelo expresidente. Bolsonaro alegou que teve um surto psicótico. Raramente se percebe uma autoavaliação de uma pessoa que está em surto, pois surtar significa perder o vínculo com a realidade, uma alteração da consciência. Diante dessa definição, que passa por esse episódio, ele não teria condições de fazer essa análise pessoal.

A nação inteira mergulhou num momento antagônico, numa cisão profunda. Nos últimos anos, o Brasil, conhecido como a nação mais ansiosa do mundo, fabricou também uma população que diagnostica. É comum encontrar um "doutor" de plantão com o “raio-x” perfeito: “fulano é doido, sicrano é psicopata, beltrano é bipolar”. Há pessoas que chegam na clínica com o diagnóstico pronto e tentam convencer o profissional que as atenderá a prescrever remédios.

Além disso, os noticiários e as redes sociais estão superlotados de políticos sem nenhuma formação em psiquiatria que afirmam que seu adversário é psicopata ou doido. É comum ouvir e ver repórteres sensacionalistas diagnosticando pessoas que cometem crimes como perversas e compulsivas. Esses fatores fornecem elementos para analisar essa pseudoformação comportamental da população em enxergar no outro transtornos de personalidade ou outros tipos de transtornos psíquicos. De tanto ouvir e ver reportagens e entrevistas com essa roupagem, ficou impregnado na cabeça das pessoas que apenas repetem.

A população mundial passa por uma crise psíquica. A Organização Mundial da Saúde não faz alarde, mas já se pronunciou sobre o assunto. Contudo, sempre falamos dos transtornos psíquicos e dos problemas psiquiátricos como se ocorressem no quintal do vizinho, quando, na verdade, todos nós estamos dentro desse hospício.

O ex-presidente Bolsonaro sempre apresentou alterações em seu comportamento, contudo, a classe médica silenciou. Entretanto, muitos dirigentes governamentais têm perfis tão ou mais graves e continuam dando “canetadas” nos poderes executivo, legislativo e judiciário. São transtornados governando transtornados.

Esses fatores me dão elementos para analisar essa pseudoformação comportamental da população em enxergar no outro transtornos de personalidade ou outros tipos de transtornos psíquicos. De tanto ouvir e ver reportagens e entrevistas com essa roupagem, ficou impregnado na cabeça das pessoas que apenas repetem.

A população mundial passa por uma crise psíquica. A Organização Mundial da Saúde não faz alarde, mas já se pronunciou sobre o assunto. Contudo, sempre falamos dos transtornos psíquicos, dos problemas psiquiátricos, como se esses ocorressem no quintal do vizinho, mas todos nós estamos dentro desse hospício.

O ex-presidente Bolsonaro sempre apresentou alterações no seu comportamento, contudo, a classe médica silenciou. Entretanto, muitos dirigentes governamentais têm perfis tão ou mais graves e continuam dando “canetadas” no executivo, legislativo e no judiciário. São transtornados governando transtornados.
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				<category>Edinazio Vieira</category>
				<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 17:27:00 -0300</pubDate>
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