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				<title><![CDATA[Professora e ativista Yasmim Alves lança pré-candidatura a deputada estadual em Pernambuco]]></title>
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				<description><![CDATA[A professora da rede pública estadual e ativista Yasmim Alves lançou sua pré-candidatura a deputada estadual de Pernambuco pelo PSOL. O anúncio foi realizado durante um ato político na Casa Marielle Franco, no bairro do Derby, área central do Recife.

Conhecida por sua atuação em movimentos sociais e na defesa de pautas ligadas à educação, à cultura e aos direitos da classe trabalhadora, Yasmim chega à disputa eleitoral como uma das apostas do PSOL para retomar a representação do partido na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).


O evento reuniu lideranças políticas e representantes de organizações sociais, entre eles o pré-candidato ao Governo de Pernambuco, Ivan Moraes, o pré-candidato a deputado federal Jones Manoel e o pré-candidato ao Senado pela federação PSOL-Rede, Paulo Rubem.

Trajetória na educação e no ativismo

Professora da rede estadual de ensino, Yasmim Alves construiu sua trajetória política a partir da militância em movimentos populares e da defesa de políticas públicas voltadas para a população trabalhadora.

Nos últimos meses, a ativista promoveu uma série de debates públicos com representantes de diferentes setores da sociedade, discutindo temas como a implantação da tarifa zero no transporte público, investimentos em cultura e a valorização dos profissionais da educação.

Segundo integrantes do PSOL, a pré-candidatura busca ampliar a participação de lideranças ligadas aos movimentos sociais no debate político pernambucano.

PSOL tenta retomar espaço na Alepe

A candidatura de Yasmim Alves faz parte da estratégia do partido para voltar a ter representação na Assembleia Legislativa de Pernambuco. O PSOL ficou sem bancada após a saída da deputada Dani Portela, que se filiou ao PT durante a janela partidária.

A expectativa da legenda é fortalecer novas lideranças e apresentar propostas voltadas para áreas como educação, cultura, mobilidade urbana e direitos sociais.

De acordo com Yasmim Alves, a polarização entre os principais grupos políticos do estado deixa espaço para a construção de alternativas conectadas às demandas da população trabalhadora.

"A disputa entre a governadora Raquel Lyra e o prefeito João Campos esconde semelhanças na condução de temas estratégicos para Pernambuco, como a gestão dos serviços públicos, a política cultural e a valorização dos profissionais da educação", afirmou a pré-candidata.

Lançamento reuniu lideranças políticas

O ato de lançamento da pré-candidatura ocorreu na Casa Marielle Franco, no Recife, e contou com a participação de representantes de movimentos sociais, culturais e sindicais.

Além de marcar o início da pré-campanha, o encontro teve como objetivo fortalecer a construção de propostas e ampliar o diálogo com diferentes setores da sociedade pernambucana.

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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 17:43:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Os Pinóquios da política: quando as promessas de campanha crescem mais que a realidade]]></title>
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				<description><![CDATA[À medida que um novo ciclo eleitoral se aproxima, uma figura clássica da literatura infantil parece ganhar vida no debate público: Pinóquio.

O personagem criado pelo escritor italiano Carlo Collodi ficou conhecido mundialmente por um detalhe marcante: toda vez que mentia, seu nariz crescia. A história, originalmente voltada ao público infantil, tornou-se uma metáfora universal para a mentira, a ilusão e a falta de compromisso com a verdade.

Transportar essa imagem para a política é quase inevitável. Em cada eleição, candidatos apresentam discursos otimistas, promessas grandiosas e soluções aparentemente simples para problemas complexos.

Muitas dessas propostas despertam esperança na população. Outras, no entanto, parecem existir apenas durante o período eleitoral, desaparecendo logo após a apuração das urnas.

É nesse cenário que surgem os “Pinóquios da política”: não personagens de madeira, mas a representação simbólica de uma prática recorrente em democracias ao redor do mundo, na qual promessas são utilizadas como ferramenta para conquistar votos, mesmo quando há pouca ou nenhuma possibilidade de serem cumpridas dentro da realidade administrativa, financeira ou legal.

Governar vai muito além de fazer discursos. Um mandato de quatro anos possui limitações orçamentárias, depende da arrecadação de impostos, da aprovação de projetos pelos parlamentos, do funcionamento da máquina pública e, muitas vezes, da colaboração entre diferentes esferas de governo.

Ainda assim, não é raro ouvir candidatos prometendo resolver problemas históricos em poucos meses ou anunciar obras e programas cuja execução demandaria décadas.

O eleitor, naturalmente, deseja mudanças rápidas. Afinal, quem enfrenta dificuldades na saúde, na educação, na segurança ou na mobilidade urbana espera respostas imediatas. É justamente essa expectativa que, muitas vezes, abre espaço para o discurso populista.

O populismo político frequentemente se alimenta de soluções fáceis para desafios extremamente complexos. Em vez de apresentar planejamento, metas, fontes de financiamento e cronogramas factíveis, alguns candidatos preferem apostar em frases de efeito, promessas emocionais e compromissos difíceis de serem concretizados.

Entre as promessas mais comuns estão a construção de centenas de escolas, hospitais e creches, a geração de milhares de empregos, a redução imediata da criminalidade, a eliminação de filas na saúde e até a diminuição de impostos sem explicar como será compensada a perda de arrecadação.

Embora algumas dessas metas possam fazer parte de projetos legítimos de governo, muitas vezes elas são apresentadas sem qualquer estudo técnico que demonstre sua viabilidade.

Outro fator que contribui para esse fenômeno é o curto período das campanhas eleitorais. Em poucas semanas, candidatos precisam convencer milhões de pessoas de que representam a melhor opção. Nesse contexto, propostas mais impactantes costumam ganhar mais espaço do que planos detalhados de gestão.

As redes sociais também ampliaram esse comportamento. Vídeos curtos, frases de impacto e promessas de fácil compreensão circulam rapidamente entre os eleitores.

Já as explicações sobre orçamento público, responsabilidade fiscal, limites da legislação e competências dos cargos costumam receber muito menos atenção.

Isso não significa que toda promessa de campanha seja falsa. Muitos gestores conseguem executar parte significativa dos compromissos assumidos durante a disputa eleitoral.

Entretanto, a história política brasileira mostra que inúmeras promessas acabam ficando pelo caminho, seja por falta de planejamento, dificuldades financeiras, mudanças de cenário econômico ou simplesmente porque nunca foram realmente viáveis.

Por isso, especialistas em ciência política e administração pública defendem que o eleitor vá além do discurso. Avaliar o histórico do candidato, analisar a coerência entre propostas e orçamento, verificar experiências anteriores e compreender as atribuições do cargo são atitudes fundamentais para reduzir o impacto das promessas irreais.

Mais do que acreditar em discursos, o exercício da cidadania exige acompanhamento permanente dos mandatos. A democracia não termina no dia da eleição.

Ela continua durante os quatro anos seguintes, quando promessas podem ser cobradas, metas podem ser avaliadas e resultados podem ser comparados com aquilo que foi apresentado durante a campanha.

No fim das contas, talvez o maior ensinamento de Pinóquio continue atual. A história nunca foi apenas sobre um nariz que crescia, mas sobre responsabilidade, honestidade e confiança. Na política, esses valores permanecem essenciais para fortalecer a relação entre representantes e representados.

Enquanto houver campanhas eleitorais, sempre existirão promessas capazes de despertar sonhos. Cabe ao eleitor distinguir aquelas que nascem de um planejamento consistente daquelas que apenas fazem crescer, simbolicamente, o nariz dos “Pinóquios da política”.
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				<category>Colunistas</category>
				<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 20:47:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Artigo: Combate à violência doméstica e saúde emocional masculina - por Fernanda Cavalcanti]]></title>
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				<description><![CDATA[A violência doméstica continua sendo uma das mais graves violações de direitos humanos da atualidade. Todos os dias, mulheres sofrem agressões físicas, psicológicas, morais, patrimoniais e sexuais dentro de seus próprios lares, justamente no lugar onde deveriam encontrar proteção e segurança. 

Entretanto, uma pergunta frequentemente surge diante desses casos: por que tantas mulheres permanecem em relacionamentos abusivos? A resposta está longe de ser simples. 

Muitas vítimas convivem com o medo constante, não apenas da violência em si, mas também das consequências que podem surgir ao romper a relação.

A dependência financeira, a responsabilidade pelos filhos, a falta de apoio familiar, a insegurança sobre o futuro e a dificuldade de inserção no mercado de trabalho fazem com que inúmeras mulheres se sintam aprisionadas em uma realidade da qual não conseguem escapar facilmente. 

Não se trata de fraqueza ou conformismo. Muitas vezes, trata-se de sobrevivência. A decisão de deixar um relacionamento abusivo exige coragem, mas também condições concretas para reconstruir a própria vida.

Por isso, políticas públicas de acolhimento, capacitação profissional e assistência social são tão importantes no combate à violência doméstica.

Ao mesmo tempo, existe outro aspecto que merece atenção e que costuma receber menos espaço no debate público: a saúde mental masculina.

Historicamente, muitos homens foram educados para reprimir emoções, evitar demonstrações de vulnerabilidade e assumir sozinhos o peso das responsabilidades familiares e sociais.

Expressões como “homem não chora” ou “homem tem que ser forte” ajudaram a construir uma cultura que, em muitos casos, dificulta a busca por ajuda psicológica e emocional.

É importante deixar claro que nenhuma dificuldade emocional justifica a violência. A responsabilidade pelos atos de agressão pertence exclusivamente ao agressor. No entanto, compreender os fatores que podem contribuir para comportamentos destrutivos é fundamental para a construção de estratégias eficazes de prevenção. 

Nas últimas décadas, a sociedade testemunhou transformações profundas nas relações entre homens e mulheres.

A ampliação dos direitos femininos, a presença crescente das mulheres nos espaços de liderança, na educação e no mercado de trabalho representam conquistas legítimas e necessárias. São avanços que corrigem desigualdades históricas e fortalecem a democracia. 

Contudo, toda mudança social também produz desafios de adaptação. Muitos homens foram criados dentro de uma lógica em que seu valor estava fortemente associado ao papel de provedor.

Quando os modelos tradicionais se transformam, alguns enfrentam dificuldades para redefinir sua identidade, seu propósito e seu lugar dentro da família e da sociedade. Ignorar essa realidade não contribui para a construção de relações mais saudáveis.

Promover a igualdade não significa diminuir a importância dos homens, assim como valorizar os homens não significa reduzir os direitos das mulheres.

O verdadeiro caminho está no reconhecimento da dignidade de ambos. Uma sociedade equilibrada não é construída pela substituição de uma forma de opressão por outra, mas pelo respeito mútuo, pela cooperação e pela valorização das contribuições de cada indivíduo.

A prevenção da violência doméstica exige mais do que punição. Exige educação emocional desde a infância, fortalecimento dos vínculos familiares, acesso à saúde mental, combate ao abuso de substâncias e desenvolvimento de habilidades para lidar com conflitos, frustrações e perdas.

Quanto mais cedo o sofrimento emocional for identificado e tratado, maiores serão as chances de evitar que ele se transforme em comportamentos agressivos e destrutivos.

O enfrentamento da violência doméstica deve continuar tendo como prioridade absoluta a proteção das vítimas e a responsabilização dos agressores. Mas também precisa incluir ações preventivas que alcancem homens e mulheres antes que a violência se instale.

Nesse contexto, valores como respeito, empatia, responsabilidade e diálogo permanecem essenciais. A Bíblia, por exemplo, traz uma reflexão conhecida em Provérbios 14:1: “A mulher sábia edifica a sua casa”.

Essa passagem destaca a importância da sabedoria na construção dos lares. Entretanto, a edificação de uma família saudável não pode recair sobre uma única pessoa.

Ela depende do compromisso de todos os seus membros com o amor, o cuidado, o equilíbrio emocional e a convivência pacífica.

A violência doméstica não nasce em um único momento. Ela costuma ser o resultado de problemas que se acumulam ao longo do tempo.

Por isso, proteger as mulheres, fortalecer sua autonomia e, simultaneamente, ampliar o cuidado com a saúde mental masculina não são objetivos opostos. São partes complementares de uma mesma missão: construir 
famílias mais saudáveis e uma sociedade mais humana para todos.

Fernanda Cavalcanti 

Advogada pósgraduada em Direito Civil e Processo Civil, com sólida e versátil atuação nas áreas Cível,Direitos de Família, Trabalhista e Previdenciária, destacando-se tanto no contencioso quanto na consultoria jurídica nos estados da Paraíba, Pernambuco e São Paulo.
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				<category>Colunistas</category>
				<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 19:31:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Edinazio Vieira ministra palestra sobre saúde mental para servidores municipais na Mata Sul de PE]]></title>
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				<description><![CDATA[Servidores municipais da Mata Sul de Pernambuco participaram de uma palestra sobre saúde mental que abordou os desafios relacionados ao aumento dos transtornos mentais e das doenças degenerativas. O encontro aconteceu no Beach Classic e contou com a participação do psicanalista e neurocientista Edinazio Vieira, que apresentou reflexões sobre hábitos de vida, saúde emocional e qualidade de vida.

Durante a apresentação, o Edinazio chamou a atenção para o crescimento de problemas que afetam a saúde mental da população e para o aumento de doenças degenerativas, como a demência e o Alzheimer. Segundo o psicanalista, fatores ligados à rotina diária podem influenciar diretamente o desenvolvimento desses quadros ao longo dos anos.

Ao longo da palestra, Edinazio destacou que os hábitos adotados diariamente têm influência importante sobre o funcionamento do cérebro. De acordo com ele, comportamentos repetitivos e padrões de vida pouco saudáveis podem contribuir para o surgimento de problemas que afetam a saúde física e emocional.

O palestrante também abordou a influência dos pensamentos compulsivos na qualidade de vida. Segundo sua avaliação, a forma como as pessoas lidam com preocupações, estresse e desafios cotidianos pode refletir diretamente no equilíbrio emocional.

Outro ponto abordado durante o encontro envolveu o uso de medicamentos. Edinazio alertou para a necessidade de cuidado com a automedicação e com a busca excessiva por soluções rápidas para questões relacionadas ao bem-estar.

Segundo o especialista, muitas pessoas passam a utilizar medicamentos como parte da rotina sem uma avaliação adequada sobre a real necessidade do tratamento. Ele afirmou que o uso inadequado pode trazer consequências para a saúde e defendeu uma reflexão mais ampla sobre hábitos e comportamentos que impactam o organismo.

Durante sua participação, Edinazio ressaltou que os medicamentos possuem papel importante quando utilizados com orientação profissional e dentro das indicações adequadas. Ao mesmo tempo, ele destacou a importância de investir em hábitos saudáveis que contribuam para a prevenção de doenças e para a manutenção da qualidade de vida.
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				<category>Colunistas</category>
				<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 13:38:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[A liderança que constrói pontes: o perfil agregador na política contemporânea - Por Hugo Arcoverde]]></title>
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				<description><![CDATA[Em tempos marcados por polarizações intensas e discursos cada vez mais fragmentados, a política brasileira revela a necessidade urgente de lideranças capazes de transitar entre diferentes correntes ideológicas, promovendo não o conflito, mas a convergência.

Nesse cenário, destaca-se a figura de Eduardo da Fonte, cuja trajetória evidencia um modelo de liderança baseado na articulação, no diálogo e na construção de pontes.

Ao longo de sua carreira, Eduardo da Fonte consolidou uma habilidade rara no ambiente político: a capacidade de unir. Seu trânsito entre diferentes espectros  que vão de Luiz Inácio Lula da Silva a Jair Bolsonaro não revela incoerência, mas sim uma leitura pragmática e estratégica da política como espaço de composição.

Em vez de se aprisionar a trincheiras ideológicas rígidas, sua atuação sugere uma compreensão mais ampla do interesse público, onde o diálogo se sobrepõe ao embate.

Essa vocação conciliadora também se manifesta no âmbito estadual, ao manter interlocução com lideranças diversas Direita e da Esquerda, Tal capacidade de circular entre diferentes polos de poder demonstra não apenas habilidade política, mas também uma postura orientada à governabilidade e à efetividade administrativa.

O político agregador, como se observa nesse caso, não é aquele que abdica de convicções, mas sim aquele que compreende que governar exige, antes de tudo, a construção de consensos possíveis. Trata-se de uma liderança que entende a política como arte da mediação onde o resultado coletivo se sobrepõe às vaidades individuais.

Além disso, a habilidade de formar equipes, articular projetos e entregar resultados concretos reforça esse perfil. Liderar, nesse contexto, não é apenas ocupar um cargo, mas exercer a capacidade de mobilizar diferentes atores em torno de objetivos comuns. É fazer do mandato um espaço de convergência, onde divergências são administradas e transformadas em soluções.

Diante disso, a reflexão que se impõe é clara: qualquer governante, independentemente de sua orientação ideológica, se beneficia  e muito  da presença de lideranças com esse perfil em sua base. Em um sistema político complexo como o brasileiro, figuras que constroem pontes tornam-se peças fundamentais para a estabilidade institucional e para a efetividade das políticas públicas.

Assim, mais do que um estilo pessoal, o modelo de liderança agregadora representa uma necessidade estrutural da política contemporânea. E exemplos como o de Eduardo da Fonte evidenciam que, mesmo em meio às diferenças, ainda é possível construir caminhos comuns.

 



Hugo Arcoverde, Estrategista Político.
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Wed, 13 May 2026 16:04:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[A Religião: A Nova Matrix do Século XXI]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/colunista/a-religiao-a-nova-matrix-do-seculo-xxi/619718/</link>
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				<description><![CDATA[Ao surgir na face da Terra, o humano buscou deuses para explicar a sua existência. A história antiga exibe o primitivo adorando a lua, o sol e tudo que havia nos céus, visível aos seus olhos, para denominar como autoridade divina.

Mais adiante, esse mesmo humano passou a enxergar o outro como representante de Deus, ou até mesmo como deuses. Vem a Idade Média e tudo fica mais místico. Essa era mística cria castelos religiosos e representantes divinos, uma teocracia disfarçada, tudo em nome de Deus.

Na Idade Moderna vem o Iluminismo, a ciência e a dúvida sobre a religião. Contudo, a teologia contribuiu: o ensino cristão e as universidades surgem com o selo do cristianismo, e os mitos cristãos, como São Agostinho, buscando um lugar irretocável para Deus.

Na contemporaneidade demos um retrocesso pensado. A ciência avança e a casta controladora percebe que isso seria a libertação da humanidade. Então põe um percentual da dúvida e acrescenta, de vez, o controle geral: a matrix religiosa.

Existe hoje a penetração da religião em todas as áreas, para responder e ter autoridade nos assuntos desconhecidos. A humanidade chegou ao seu topo da incerteza, da dúvida e da desesperança.

Comparo esse momento à narrativa bíblica quando o povo estava no deserto, dando voltas em busca da terra prometida. Os deuses dessa era prometem libertação. Os humanoides irão substituí-los da escravidão, da força física, e esses receberão um bônus financeiro para viver a vida felizes para sempre.

A religião é a matrix, é a prisão psíquica desse século. O evangelho da besta vem vestido com a pele da política, da religião, do ateísmo e do cristianismo.

A besta impera neste século.

Saia da Matrix do Século XXI
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				<category>Colunistas</category>
				<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 08:03:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Bolsa Família: Caixa paga a beneficiários com NIS final 2 nesta sexta (17)]]></title>
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				<description><![CDATA[Nesta sexta-feira, 17 de abril, a Caixa Econômica Federal inicia o pagamento da parcela de abril do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 2.

Embora o valor mínimo do benefício seja de R$ 600, com o novo adicional o valor médio sobe para R$ 678,22.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do governo federal alcançará 18,9 milhões de famílias, com gasto de R$ 12,8 bilhões.

Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Pagamento unificado

Os beneficiários de 173 cidades de 11 estados receberam o pagamento na quinta-feira (16), independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores de 121 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca, e cinco municípios mineiros atingidos por enchentes. Também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Amazonas (3), Bahia (17), Pará (1), Paraná (1), Piauí (3), Rio de Janeiro (8), Roraima (6), São Paulo (2) e Sergipe (6).

Essas localidades foram afetadas por chuvas ou por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

Regra de proteção

Cerca de 2,34 milhões de famílias estão na regra de proteção em abril. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até R$ 706.

Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.
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				<category>Cotidiano</category>
				<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 11:42:00 -0300</pubDate>
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