24 de abril de 2024 às 20:09
Inmet alerta para temperaturas a cima da média. Montagem: Portal de Prefeitura Inmet alerta para temperaturas a cima da média. Montagem: Portal de Prefeitura
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou um alerta de que uma massa de ar quente e seco deverá ganhar força em áreas das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil até o próximo sábado, 27 de abril. Em Mato Grosso do Sul, as temperaturas máximas podem passar dos 36°C, conforme mostra a figura 1.
A partir do domingo (28), a previsão é de redução na área com temperaturas mais elevadas, sendo que as maiores máximas devem ficar concentradas em Mato Grosso do Sul, São Paulo e no Paraná.
Entretanto, devido à variação da área de abrangência das altas temperaturas, bem como do período (dias consecutivos), e das divergências nas previsões de temperaturas indicada pelos modelos, o Inmet ainda não caracteriza a situação futura como Onda de Calor.
O Inmet explica que utiliza a nomenclatura de Onda de Calor quando a previsão indica que as temperaturas (neste caso, especialmente as máximas) devem ficar 5ºC acima da média mensal pelo período de, no mínimo, dois a três dias consecutivos, em determinada área de abrangência.
O Instituto também ressalta que, a intensidade do aviso (nível amarelo, laranja ou vermelho) está relacionada com a persistência do fenômeno (número de dias consecutivos) e não apenas aos desvios de temperatura absolutos.
Devido às incertezas e atualizações dos diversos modelos numéricos de previsão do tempo, o Inmet destaca a importância de acompanhar as atualizações da previsão do tempo e avisos meteorológicos especiais no site e nas redes sociais.
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04:45, 18 Set
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Fonte: OpenWeather
Segundo o órgão, há risco de chuvas de 30 até 60 mm/h, ventos intensos (de 60 a 100 km/h), queda de granizo, corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.
Os avisos seguem válidos a partir desta quinta, 11 de setembro, e visam preparar a população para as possíveis consequências climáticas no estado.
Segundo o instituto, nesses locais a umidade relativa do ar deve variar entre 20% e 12%, com risco de incêndios florestais e riscos à saúde, como doenças pulmonares e dores de cabeça.
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