Os casos de influenza aumentaram. De acordo com boletim Infogripe da Fiocruz do dia 2, foi revelado um aumento significativo no número de casos e óbitos em decorrência de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em todo o Brasil.

De acordo com a instituição, o cenário atual é uma consequência do aumento na circulação de influenza (o vírus da gripe) e, especialmente, do vírus sincicial respiratório (VSR), ambos capazes de causar complicações graves nos pulmões.

A intensificação da circulação do VSR tem impulsionado um aumento expressivo na incidência e mortalidade de SRAG em crianças de até 2 anos de idade, superando os números associados à covid-19 nessa faixa etária. Apesar disso, o coronavírus continua sendo uma das principais causas de infecção em crianças pequenas, juntamente com o rinovírus. Ainda segundo o boletim, embora a covid-19 pareça apresentar uma queda ou estabilidade, ela também é a principal causa de mortalidade por SRAG entre os idosos.

Estadão Conteúdo

Reforma tributária: saiba se seu remédio está na lista de isenção ou redução de impostos

A regulamentação da reforma tributária sobre o consumo trará medidas para evitar a alta no preço de medicamentos. Um total de 383 substâncias, que também inclui vacinas, terão isenção do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA). Além disso, 850 princípios ativos terão alíquota reduzida em 60%.

Entre os medicamentos com isenção, estão, além das vacinas contra covid-19, dengue, febre amarela, gripe, cólera, febre amarela, poliomielite e sarampo, substâncias como a insulina (usada para diabetes) e o antiviral abacavir (usado contra o HIV).

Também não pagará imposto o citrato de sildenafilia (usado para tratar disfunções eréteis).

Entre os princípios ativos com alíquota reduzida, estão o omeprazol (tratamento de refluxos e úlceras digestivas), o ansiolítico lorazepam, o medicamento para pressão alta losartana, a metmorfina (usada para diabetes), o anti-inflamatório, antialérgico e o antirreumático prednisona e o medicamento para impotência sexual tadafilia.

O projeto de lei complementar regulamenta a cobrança do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA). Esse tributo é composto pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), arrecadada pelo governo federal, e pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de responsabilidade dos estados e dos municípios.

A expectativa do governo é aprovar o texto até o fim de julho na Câmara e até o fim do ano no Senado.