A avaliação do presidente da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) e ex-deputado federal Marcelo Freixo, que tinha estreita ligação com Marielle, que foi sua assessora por dez anos, diz que “é preciso investigar o que se descobriu a partir do assassinato”. 

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Freixo é o entrevistado desta terça-feira, 11 de junho, do programa DR com Demori, que vai ao ar às 23h, na TV Brasil. No programa, o jornalista Leandro Demori também conversa com Freixo sobre a atuação das milícias no Rio de Janeiro. 

Para Freixo, o assassinato de Marielle “destampa um bueiro” muito grave da segurança pública do Rio.

Para ele, a investigação foi carregada de problemas, com cinco delegados em cinco anos.

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Na avaliação de Freixo, quando a Polícia Federal entrou na investigação, os resultados começaram a aparecer.

Milícias 

Na entrevista, Freixo também comparou as milícias que atuam no Rio de Janeiro com a máfia, especialmente a italiana, pois elas têm origem no poder.

O relatório da comissão foi apresentado por Freixo em diversos países, em busca de apoio para o cumprimento das medidas.

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Agência Brasil