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				<title><![CDATA[Raquel Lyra faz visita institucional ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco]]></title>
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				<description><![CDATA[A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), cumpriu nesta terça-feira, 4 de agosto, sua primeira agenda institucional após a convenção partidária que oficializou sua candidatura à reeleição ao Governo do Estado.

Ao lado da vice-governadora Priscila Krause (PSD), que também teve sua candidatura à reeleição confirmada, a gestora esteve na sede do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), onde se reuniu com o presidente da Corte, desembargador Fernando Cerqueira.

A visita teve caráter institucional e ocorreu em um momento em que o calendário eleitoral avança para as próximas etapas da campanha. Durante o encontro, foram discutidos temas relacionados ao processo eleitoral e ao papel da Justiça Eleitoral na garantia da normalidade das eleições.

Segundo Raquel Lyra, a reunião reforçou a importância do diálogo entre os poderes e das instituições responsáveis pela condução do processo democrático. A governadora destacou que o respeito às regras eleitorais e às decisões da Justiça é essencial para assegurar a confiança da população no resultado das urnas.

Agenda da chefe do executivo estadual

Durante a agenda, Raquel Lyra reafirmou seu compromisso com a realização de um processo eleitoral pautado pela transparência, lisura e respeito às normas democráticas. A gestora também ressaltou a relevância do trabalho desenvolvido pelo Tribunal Regional Eleitoral na organização do pleito e na fiscalização das etapas que antecedem a votação.

Priscila Krause acompanhou toda a visita e reforçou a importância da atuação da Justiça Eleitoral para garantir igualdade de condições entre os candidatos e segurança jurídica durante o período de campanha.

A reunião ocorreu poucos dias após a convenção estadual do PSD, que confirmou a chapa formada por Raquel Lyra e Priscila Krause para disputar um novo mandato à frente do Governo de Pernambuco. Com a candidatura oficializada, a agenda da governadora passa a conciliar compromissos administrativos com as atividades previstas pela legislação eleitoral durante o período de campanha.
 
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 17:35:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Lula admite que pediu votos antes do período permitido e diz que poderá ser multado; veja vídeo]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), admitiu neste domingo, 2 de agosto, que pediu votos para sua candidatura à reeleição durante a Convenção Nacional do Partido dos Trabalhadores realizada no sábado (1º), na Bahia. (Veja vídeo abaixo)

Ao comentar o episódio, o presidente reconheceu que o pedido de votos ocorreu antes do período oficialmente permitido pela legislação eleitoral.

Pelas regras em vigor, a propaganda eleitoral só pode ser realizada a partir de 16 de agosto, após o início formal da campanha. Antes dessa data, candidatos e partidos devem observar as restrições previstas na legislação para evitar sanções da Justiça Eleitoral.


Eu pedi votos na Bahia e vou ser multado. Só pode pedir votos depois de 15 de agosto", disse Lula.


A declaração foi feita durante a Convenção Nacional do PT, em São Paulo, onde a legenda oficializou a chapa formada por Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin para disputar um novo mandato no Executivo federal.

veja:





 


 

 



 




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Lula destaca parceria com Alckmin

Durante o evento, o presidente também aproveitou para destacar a permanência de Geraldo Alckmin como companheiro de chapa. Segundo Lula, a escolha foi motivada pela relação construída ao longo do atual mandato e pela confiança no vice-presidente para seguir integrando o governo caso a chapa seja reeleita.


Competência e lealdade fazem Alckmin ser meu vice novamente", frisou o presidente.


Foco na campanha

Lula ainda comentou o cenário eleitoral e procurou transmitir confiança aos militantes e dirigentes do partido diante das pesquisas divulgadas antes do início oficial da campanha.

O presidente afirmou que os levantamentos realizados neste momento não definem o resultado da disputa e ressaltou que a fase decisiva da corrida eleitoral ainda está por começar.


Não fiquem preocupados, a guerra ainda não começou", salientou o presidente.


A Convenção Nacional do PT reuniu dirigentes, parlamentares, militantes e aliados políticos para oficializar a candidatura à reeleição da chapa de Lula e Alckmin, marcando o início da mobilização partidária para a campanha eleitoral de 2026.
 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 14:05:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Lula e Flávio Bolsonaro têm 49% de rejeição na disputa pela Presidência]]></title>
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				<description><![CDATA[A rejeição ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a disputa à Presidência da República está empatada em 49%, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 3.

Os dois seguem empatados tecnicamente na liderança dos presidenciáveis mais rejeitados. No último levantamento, de 27 de julho, Flávio tinha 50% de rejeição. A variação foi dentro da margem de erro. Já Lula havia registrado 49%, mesmo porcentual da pesquisa de hoje.

Ainda no quesito rejeição, Romeu Zema (Novo) registra 31%; Ronaldo Caiado, 29%; e Renan Santos (Missão), 27%.

Santos segue o mais desconhecido, com 47% dos eleitores que dizem não conhecê-lo. Zema é desconhecido por 35% dos eleitores e Caiado, por 33%.

Preferência política

O levantamento mostra ainda que 37% dos brasileiros preferem que o próximo presidente da República seja Luiz Inácio Lula da Silva Na pesquisa de 27 de julho eram 39%.

Outros 35% afirmam que gostariam de ver eleito Flávio Bolsonaro, um candidato apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ou um membro de sua família. Na mostra anterior, eram 36%. Pela pesquisa divulgada hoje, 22% dizem preferir um nome que não seja ligado nem ao petista nem ao ex-chefe do Executivo, mesmo porcentual registrado na última pesquisa. Brancos, nulos e indecisos somam 1%. Não sabem ou não responderam são 3%.

De acordo com o cruzamento de dados apresentado pelo levantamento, entre os eleitores que preferem uma terceira via, 17% votariam em Lula; 17%, em Flávio; e 45% nos demais candidatos.

A Nexus ouviu 2.002 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 31 de julho e 2 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-02874/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 10:25:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus revela que 47% aprovam o governo Lula e 43% desaprovam]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-mostra-que-47-dos-eleitores-aprovam-o-governo-lula/628619/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 3, indica que 43% dos eleitores consideram o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ruim ou péssimo. O porcentual é o mesmo registrado na pesquisa anterior, de 27 de julho. Os eleitores que consideram o governo de Lula como ótimo ou bom somam hoje 37% contra 36% na pesquisa anterior - uma oscilação positiva dentro da margem de erro de 2 p.p.

Aqueles que consideram o governo de Lula regular somam 18%. Na pesquisa de 27 de julho, eram 20%. Não sabem ou não responderam somam 2%.

O instituto também perguntou sobre a aprovação do governo Lula de maneira geral. Segundo a pesquisa, 48% desaprovam a gestão do petista, enquanto 47% aprovam. Os que disseram não saber ou que não responderam somam 5%.

A desaprovação oscilou um ponto para baixo em relação à pesquisa anterior, quando somou 49%, mas dentro da margem de erro. Já o patamar de aprovação permaneceu o mesmo. Os que não sabem eram 4% na pesquisa de 27 de julho.

A Nexus ouviu 2.002 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 31 de julho e 2 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-02874/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 10:03:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[BTG/Nexus: Lula registra 41% e Flávio Bolsonaro chega a 37% no 1º turno da disputa presidencial]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/btgnexus-lula-registra-41-e-flavio-bolsonaro-chega-a-37-no-1o/628615/</link>
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				<description><![CDATA[No primeiro turno da disputa presidencial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL), com 41% das intenções de voto contra 37%, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 3. De acordo com a margem de erro, os dois estão empatados tecnicamente.

A intenção de voto no petista na disputa do primeiro turno oscilou negativamente 1 ponto porcentual, na comparação com a pesquisa anterior, divulgada no dia 27 de julho, quando Lula havia pontuado 42%. Já Flávio Bolsonaro oscilou positivamente 4 p.p., de 33% na mostra anterior para 37% na de agora.

No levantamento anterior, Lula tinha 9 pontos porcentuais de vantagem em relação a Flávio no primeiro turno. Na pesquisa divulgada nesta segunda, essa vantagem caiu para 4 pontos porcentuais.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece em terceiro lugar, com 5%, empatado tecnicamente com o ativista Renan Santos (Missão) que tem 4% e o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), que registrou 3%. Brancos, nulos ou nenhum candidato somam 4%. Eleitores que não sabem são 3%.

A Nexus ouviu 2.002 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 31 de julho e 2 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-02874/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 09:22:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Lula é multado em R$ 15 mil pela Justiça Eleitoral de SP por campanha antecipada durante evento]]></title>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) condenou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao pagamento de R$ 15 mil por propaganda eleitoral antecipada.

A decisão foi proferida nesta terça-feira, 28 de julho, pelo juiz Ronnie Herbert Barros Soares e também determinou a retirada do vídeo que registrou a declaração do presidente do canal oficial dele no YouTube.

A defesa de Lula ainda pode contestar a decisão no próprio TRE-SP ou recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Declaração durante evento em São Paulo

O processo teve origem em uma representação apresentada pelo partido Missão, que questionou uma fala de Lula durante um evento realizado em São Paulo, em 19 de maio de 2026. A atividade foi transmitida ao vivo pelo canal oficial do presidente na plataforma.

Na ocasião, Lula mencionou as ex-ministras Simone Tebet e Marina Silva, que são pré-candidatas ao Senado por São Paulo, e afirmou que os participantes poderiam, futuramente, votar nas duas.

O Missão sustentou que a manifestação caracterizou pedido antecipado de votos e pediu que Lula, Simone Tebet e Marina Silva fossem responsabilizados. O juiz, entretanto, afastou a responsabilidade das duas ex-ministras por não identificar elementos que demonstrassem que elas tinham conhecimento prévio ou participação na fala do presidente.

Justiça considerou pedido de voto explícito

A defesa de Lula argumentou que a declaração não continha pedido direto de votos e que o discurso tinha natureza institucional, sem finalidade eleitoral.

O entendimento não foi acolhido pelo magistrado. Para Ronnie Herbert Barros Soares, a expressão utilizada pelo presidente teve caráter eleitoral claro e representou um pedido de apoio dirigido ao público.

Na decisão, o juiz destacou que a referência a um momento futuro não elimina o conteúdo eleitoral da declaração. Segundo ele, a manifestação associou diretamente os nomes das duas pré-candidatas à orientação para que os presentes votassem nelas.

A legislação eleitoral proíbe a realização de propaganda eleitoral antes do período autorizado, inclusive quando há pedido explícito de voto.

Multa acima do mínimo

O magistrado estabeleceu a penalidade em R$ 15 mil, valor superior ao mínimo previsto para esse tipo de infração. Na avaliação apresentada na decisão, a gravidade da conduta foi ampliada pelo fato de o pedido ter sido feito pelo presidente da República durante o exercício do cargo e em um evento oficial.

Além da aplicação da multa, o TRE-SP determinou a remoção do vídeo publicado no YouTube que contém o trecho considerado irregular.

A Procuradoria Regional Eleitoral já havia defendido, durante a tramitação do processo, que a ação fosse parcialmente acolhida. O órgão também havia se manifestado pela responsabilização exclusivamente de Lula, sem aplicação de sanções às duas ex-ministras mencionadas no discurso.

A decisão ainda não é definitiva e pode ser questionada pelas vias recursais previstas na Justiça Eleitoral.
 
]]></description>
				
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 17:18:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[TSE reforça segurança das urnas após declarações de Flávio Bolsonaro sobre sistema de votação]]></title>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) voltou a destacar nesta segunda-feira, 28, as camadas de segurança que cercam o sistema eletrônico de votação brasileiro, em meio à intensificação de novas críticas direcionadas às urnas eletrônicas. A nova manifestação da Corte ocorre dias após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltar a fazer declarações sobre o sistema eletrônico de votação durante um encontro com representantes diplomáticos.

Na ocasião, o pré-candidato à Presidência afirmou que as urnas eletrônicas brasileiras teriam ligação com equipamentos da empresa venezuelana Smartmatic, tese que já havia sido rebatida pela Justiça Eleitoral. O TSE ressaltou que o sistema eletrônico de votação, adotado nacionalmente desde 1996, completa 30 anos em 2026 e é submetido a uma série de procedimentos de auditoria antes, durante e depois das eleições.

Segundo o tribunal, todas as etapas são regulamentadas por normas específicas e permitem acompanhamento por partidos políticos, Ministério Público, Polícia Federal, universidades, entidades fiscalizadoras e especialistas credenciados.

O TSE destacou que um dos principais instrumentos de transparência é a abertura do código-fonte dos sistemas eleitorais. O procedimento ocorre um ano antes da votação e possibilita que instituições autorizadas examinem os programas responsáveis pelo funcionamento das eleições. Para o pleito deste ano, os códigos estão disponíveis para inspeção desde outubro de 2025 e permanecerão acessíveis até setembro, período que antecede a votação.

De acordo com a Corte Eleitoral, representantes de diferentes instituições já realizaram inspeções nos sistemas das eleições de 2026, entre eles integrantes do Senado Federal, da Sociedade Brasileira de Computação e da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O União Brasil também participou do processo de fiscalização neste ciclo eleitoral.

Além da análise dos programas, o tribunal promove o Teste Público de Segurança, iniciativa que reúne especialistas em tecnologia para tentar identificar eventuais vulnerabilidades no sistema. Na etapa de confirmação, concluída em maio deste ano, o TSE informou que nenhuma das verificações apontou falhas capazes de comprometer o sigilo do voto ou alterar o resultado das eleições. Desde a criação do teste, em 2009, segundo a Corte, não foram identificadas vulnerabilidades que colocassem em risco a integridade do processo eleitoral.

Outro procedimento destacado pelo tribunal é a cerimônia de assinatura digital e lacração dos sistemas. Nessa fase, realizada antes da distribuição das urnas aos locais de votação, os programas eleitorais são inseridos nos equipamentos, testados e protegidos por lacres físicos produzidos pela Casa da Moeda. Também são gerados os chamados hashes, códigos digitais que permitem verificar se houve qualquer alteração nos sistemas após a homologação.

O TSE afirma que as auditorias continuam no próprio dia da eleição. Entre elas estão o Teste de Integridade das Urnas Eletrônicas, o Teste de Integridade com Biometria e o Teste de Autenticidade dos Sistemas Eleitorais, procedimentos públicos destinados a comprovar que os equipamentos registram corretamente os votos e utilizam exatamente os programas previamente certificados.

A Corte também destaca outros mecanismos de conferência disponíveis durante a votação, como a emissão da zerésima, documento que comprova que a urna inicia a votação sem votos registrados; o Registro Digital do Voto (RDV), que armazena cada voto de forma anônima; e o Boletim de Urna (BU), impresso ao fim da votação e disponibilizado aos partidos políticos, permitindo que qualquer interessado compare os dados da seção eleitoral com os resultados divulgados oficialmente pelo tribunal.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 13:20:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[TSE convida diplomatas para explicar funcionamento da urna eletrônica no Brasil]]></title>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para o dia 17 de agosto uma segunda reunião com embaixadores, representantes diplomáticos e organismos internacionais, a fim de explicar o funcionamento da urna eletrônica brasileira, bem como do sistema eleitoral do país.

Segundo o tribunal, o encontro ocorrerá na sede do TSE e dará continuidade às ações de transparência voltadas à comunidade internacional.

Nela, o presidente da Corte, ministro Kássio Nunes Marques, voltará a explicar o funcionamento das urnas eletrônicas.

A manifestação veio após o senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência da República, ter adotado a mesma estratégia de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, de divulgar, a embaixadores de outros países, informações falsas sobre a urna eletrônica, levantando questionamentos sobre a confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro.

Fake news

Flávio Bolsonaro disse, sem apresentar provas, que muitas das máquinas utilizadas nas eleições brasileiras seriam da Smartmatic, uma empresa associada ao sistema eleitoral venezuelano.

Em meio às declarações do pré-candidato, o TSE tem se manifestado publicamente para reafirmar que a Smartmatic não forneceu urnas nem desenvolveu softwares para as eleições brasileiras.

O TSE reiterou que as urnas foram projetadas por servidores da Justiça Eleitoral e produzidas por empresas contratadas por licitação pública, destacando que a associação entre a Smartmatic e o sistema brasileiro de votação já havia sido desmentida diversas vezes nos últimos anos.

O episódio foi visto por críticos e especialistas como uma retomada da estratégia adotada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, que questionou reiteradamente a segurança das urnas eletrônicas e, em 2022, reuniu embaixadores para apresentar acusações posteriormente classificadas pela Justiça Eleitoral como infundadas.

Em nota, o TSE informou que as eleições brasileiras serão acompanhadas por diversos observadores internacionais. Entre eles, União Europeia, Organização dos Estados Americanos (OEA), Parlasul, Carter Center, Uniore e Rojae-CPLP.

Todos integrarão a Missão de Observadores Eleitorais para acompanhar o pleito de outubro.

Agência Brasil
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 16:20:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Trump deve enviar representantes dos EUA a Brasília para investigar sistema eleitoral brasileiro]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/trump-deve-enviar-representantes-dos-eua-a-brasilia-para-investigar/627907/</link>
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				<description><![CDATA[O governo dos Estados Unidos planeja enviar a Brasília dois altos funcionários do Departamento de Estado nas próximas semanas, em uma missão que, segundo o The Washington Post, pretende lançar suspeitas sobre a integridade e a transparência do sistema eleitoral brasileiro, a poucas semanas do pleito presidencial marcado para o dia 4 de outubro.

A delegação seria composta por Riley M. Barnes, secretário-assistente, e Samuel Samson, subsecretário-assistente, ambos nomeados por Trump, segundo relataram fontes americanas e brasileiras ao jornal.

Nos bastidores, a iniciativa provocou reação de diplomatas brasileiros, que classificaram a visita como ingerência e disseram avaliar medidas para impedir que os enviados avancem com reuniões e ações relacionadas ao processo eleitoral.

"É uma manobra totalmente incompatível com a democracia brasileira", afirmou um diplomata ao Washington Post, sob anonimato.

De acordo com o jornal, a suspeita é de que Barnes e Samson busquem interlocução com críticos das urnas eletrônicas para produzir relatórios que possam ser usados para deslegitimar o sistema de votação.

O Departamento de Estado confirmou a viagem, mas não detalhou o objetivo.

Entre funcionários ouvidos pelo Post, houve críticas à estratégia. "É extremamente nocivo ver este secretário usar o poder americano para minar eleições confiáveis em outras nações por motivos ideológicos", disse um integrante do órgão, também sob condição de anonimato.

Interesses

A movimentação ocorre em meio a um ambiente de atritos bilaterais, que inclui disputas sobre liberdade de expressão, medidas comerciais e o processo judicial envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, além de ser interpretada, segundo o Post, como parte de uma postura mais ampla do governo Trump de apoio a agendas conservadoras na América Latina.

No plano doméstico, o tema das urnas voltou ao debate após Flávio Bolsonaro defender a ampliação de observadores internacionais e repetir alegações associando, sem qualquer prova, o sistema brasileiro à empresa Smartmatic, tese já refutada reiteradamente pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 11:49:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[TSE desmente Flávio Bolsonaro e afirma que fabricação das urnas eletrônicas é totalmente nacional]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/tse-desmente-flavio-bolsonaro-fabricacao-urnas-eletronicas/627622/</link>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reforçou, na terça-feira, 21 de julho, a informação de que a empresa venezuelana Smartmatic não forneceu urnas eletrônicas ou softwares utilizados nos equipamentos eleitorais do Brasil.

O caso voltou a ganhar destaque após o pré-candidato à presidência da República pelo Partido Liberal (PL), o senador Flávio Bolsonaro, divulgar informação falsa sobre as urnas brasileiras.

Ele afirmou nessa segunda-feira (21), durante um evento, que equipamentos brasileiros seriam da Smartmatic - sem apresentar provas

A página Fato ou Boato, usada para desmentir notícias falsas pelo tribunal, destacou um comunicado de 2020 que o Tribunal usou para desmentir fake news sobre a empresa venezuelana Smartmatic que circulavam na internet, pelo menos, desde 2017,

“Em diversas oportunidades, o TSE reiterou que a empresa Smartmatic não forneceu nem fornece urnas eletrônicas para as eleições brasileiras, tampouco trabalhou na programação desses aparelhos”, diz o comunicado.

O TSE afirmou ainda que as urnas brasileiras foram projetadas por servidores e técnicos a serviço da Justiça Eleitoral. Além disso, elas são produzidas sob “direta coordenação” dos servidores do TSE por empresas selecionadas por licitações públicas com ampla concorrência, “o que garante ainda mais segurança e transparência ao processo eleitoral”.

O Tribunal acrescenta que a empresa venezuelana Smartmatic celebrou contratos com o TSE somente para “prestação de serviços de conexão de dados e voz, e não para o desenvolvimento ou operação da urna eletrônica”.

“Além disso, a empresa participou da licitação para a fabricação de urnas eletrônicas para 2020, mas perdeu para a empresa Positivo”, conclui comunicado do TSE.

Fake news antiga

Em encontro com diplomatas, o pré-candidato do PL à presidência, senador Flávio Bolsonaro, disse que parte das urnas eletrônicas no Brasil teriam origem da empresa venezuelana Smartmatic. A fala ocorreu durante o evento Debating Brazil, promovido pelo The Brazilian Report e pela Novo Selo Comunicação.

"Não vou entrar em mais detalhes, mas só para deixar registrado que muitas dessas máquinas que são utilizadas nas eleições brasileiras são da mesma empresa [da Venezuela, a Smartmatic]", disse.

Durante o pronunciamento, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi condenado por tentativa de golpe de Estado que envolveu uma campanha de desinformação contra as urnas eletrônicas, citou um documento da Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos.

O documento da CIA, desclassificado recentemente, faz uma análise sobre denúncias fraudes nas eleições venezuelanas, citando a empresa Smartmatic. Porém, o relatório da CIA não concluiu que houve fraude na Venezuela entre 2004 e 2020.

“[A comunidade de inteligência dos EUA] não confirmou de forma definitiva a execução bem-sucedida de fraudes eletrônicas em larga escala em eleições venezuelanas específicas, mantendo-se as avaliações fundamentais da CIA de que outros fatores explicavam melhor os resultados eleitorais”, diz o documento. 

Flávio usou esse documento para associar a empresa Smartmatic, da Venezuela, às urnas brasileiras, informação já refutada pelo TSE, pelo menos, desde 2017.

A fala do pré-candidato gerou críticas de adversários e especialistas, que enxergam uma repetição da estratégia do pai, Jair Bolsonaro, para atacar o sistema eleitoral do país.

Outro lado

Em nota, a coordenação da campanha do pré-candidato Flávio Bolsonaro afirmou que “não é verdade” que ele tenha questionado a integridade do sistema de votações no Brasil.

Porém, o comunicado do pré-candidato não comenta sobre a informação falsa divulgada por Flávio Bolsonaro relacionada às urnas brasileiras.

“Em sua fala, o pré-candidato se limitou a relatar dois fatos públicos e amplamente divulgados pela imprensa: 1) o fato originariamente gerador da inelegibilidade de seu pai, Jair Bolsonaro (uma notória reunião com embaixadores); 2) um relatório recentemente divulgado pela CIA, a respeito de fraudes nas eleições venezuelanas”, diz.

Assinada também por Flávio Bolsonaro, a nota acrescenta que o pré-candidato “afirma expressamente que ‘não está questionando o sistema de votação brasileiro’ e exorta os diplomatas ali presentes a mandarem o maior número possível de representantes em missões de observação internacional”.

O comunicado conclui que, “afastada qualquer descontextualização das falas do pré-candidato, sua equipe de pré-campanha reafirma sua integral confiança no sistema eleitoral brasileiro e sua crença irrestrita de que as missões de observação internacional devem ser fortemente estimuladas, pois contribuem para o ‘aperfeiçoamento do processo eleitoral, ampliando a transparência, a integridade e a confiança pública nas eleições’”.

Agência Brasil
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 16:42:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo de Pernambuco: duas novas pesquisas são registradas; veja datas de divulgação]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/pernambuco/governo-de-pernambuco-duas-novas-pesquisas-sao-registradas-veja-data/627625/</link>
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				<description><![CDATA[O cenário da disputa pelo Governo de Pernambuco ganhará novos capítulos nos próximos dias. Duas pesquisas eleitorais já foram registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e têm divulgação prevista para 25 e 27 de julho, trazendo um novo retrato das intenções de voto dos pernambucanos para as eleições de 2026.

Os levantamentos serão realizados pelos institutos DataTrends e Múltipla, ambos registrados no Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle) do TSE.

DataTrends divulga pesquisa no sabado (25)

A primeira pesquisa a ser divulgada é a do Instituto DataTrends, registrada sob o número PE-03344/2026.

O levantamento ouviu 1.200 eleitores entre os dias 20 e 22 de julho, possui margem de erro de 2,83 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa contempla os cargos de governador e senador.

O estudo é realizado com recursos próprios do instituto, ao custo informado de R$ 50 mil, e poderá ser divulgado a partir de 25 de julho.

Segundo o registro no TSE, as entrevistas são presenciais, realizadas em domicílios, com amostra distribuída entre as regiões do estado conforme critérios estatísticos baseados em dados do IBGE e do Tribunal Superior Eleitoral.

Instituto Múltipla divulga levantamento na segunda-feira (27)

A segunda pesquisa registrada é do Instituto de Pesquisa Múltipla, sob o número PE-00028/2026.

Neste levantamento serão entrevistados 900 eleitores entre os dias 24 e 26 de julho, exclusivamente sobre a disputa pelo Governo de Pernambuco.

A divulgação está prevista para 27 de julho.

A pesquisa possui margem de erro de 3,3 pontos percentuais, com 95% de nível de confiança, e foi contratada pelo Blog do Nii Júnior, pelo valor de R$ 20 mil.

A metodologia prevê entrevistas presenciais com amostragem estratificada em três estágios, contemplando eleitores da Região Metropolitana, Zona da Mata, Agreste e Sertão.

Expectativa para a corrida eleitoral

As duas pesquisas serão as próximas registradas no TSE para medir o cenário da sucessão estadual em Pernambuco e devem indicar o comportamento do eleitorado após as movimentações políticas das últimas semanas.

Calendário das divulgações:


	25 de julho (sexta-feira): Instituto DataTrends – Pesquisa para Governador e Senado (1.200 entrevistas);
	27 de julho (domingo): Instituto Múltipla – Pesquisa para Governador (900 entrevistas).


Os resultados poderão trazer novos indicativos sobre a disputa pelo Palácio do Campo das Princesas, considerada uma das mais acompanhadas do país nas eleições de 2026.
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 16:20:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[e-Título: TSE lança nova versão do aplicativo para as Eleições 2026; veja as novas funções]]></title>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atualizou o e-Título, aplicativo oficial que modernizou a relação do eleitorado com a Justiça Eleitoral.

Desenvolvido para funcionar como a via digital do título de eleitor, o app ganhou novas funcionalidades e ferramentas inéditas de segurança. 

O foco da nova versão é oferecer maior autonomia ao eleitor, unificando serviços que antes dependiam de outras plataformas do Tribunal.

Além disso, busca facilitar a identificação no dia da eleição, proporcionando ao votante o pleno exercício da cidadania.  

Por isso, não deixe para a última hora: baixe o aplicativo com antecedência, garanta a via digital do seu título de eleitor e o acesso a diversos serviços eleitorais.

O acesso antecipado evita congestionamentos virtuais e garante que o documento digital esteja pronto para uso, inclusive como identificação na cabine de votação. 

Confira, detalhadamente, todas as funcionalidades da nova versão:  


	Acompanhar requerimento feito no Título Net: agora, o andamento de pedidos encaminhados à Justiça Eleitoral pelo sistema Título Net pode ser monitorado em tempo real, na aba “Mais opções”.  
	Certidão de filiação partidária: a emissão do documento agora é nativa no app, dividida em duas modalidades: Simples (vínculo atual) ou Histórico (registro detalhado de filiações anteriores). Essa certidão está disponível exclusivamente para quem emitiu o e-Título validado por conferência biométrica.  
	Gerar código de autenticação: a ferramenta gera um token seguro e temporário para que o eleitor possa validar sua identidade em sistemas parceiros e conveniados da Justiça Eleitoral. Por critérios de segurança, o recurso exige a realização prévia de um reconhecimento facial (vídeo-selfie) antes de liberar o código na tela.
	Sincronização ativa de dados biográficos e biométricos: não há mais necessidade de desinstalar o app ou reemitir o documento digital para ver atualizações no cadastro. As alterações biográficas (como mudança de nome ou estado civil) e biométricas são integradas automaticamente e exibidas na tela inicial em tempo real.


A arquitetura do aplicativo foi revisada para simplificar a navegação e tornar a interface mais intuitiva. Veja:


	Validar autenticidade de documentos: utilizando a câmera do próprio celular, na opção de leitura de QR Code, qualquer pessoa ou órgão pode atestar, na hora, a validade jurídica de certidões emitidas pela Justiça Eleitoral, como as de quitação eleitoral e de crimes eleitorais.  
	Justificativa de ausência reformulada: o fluxo para o eleitor que está fora do seu domicílio eleitoral foi completamente reestruturado. Tanto a justificativa feita no dia da eleição (por geolocalização) quanto a realizada após o pleito (com envio de anexos comprobatórios) ganharam um passo a passo simplificado.  
	Descadastramento de mesário voluntário: o cidadão que se inscreveu como voluntário para trabalhar nas eleições poderá efetuar o cancelamento do voluntariado: o e-Título agora permite solicitar o descadastramento voluntário diretamente pelo celular. O sistema inativa o cadastro de voluntário na hora e informa sobre as regras para uma eventual nova inscrição futura.  
	Quitação de débitos via PagTesouro: para quem está com a situação eleitoral irregular por ausência não justificada, a regularização ficou imediata. Integrado à plataforma PagTesouro, o app agora permite o pagamento de multas eleitorais utilizando PIX ou cartão de crédito, agilizando a quitação com a Justiça Eleitoral.  
	Boletim na Mão integrado: o módulo "Boletim na Mão" agora faz parte do ecossistema interno do e-Título, eliminando a necessidade de um segundo aplicativo. Além disso, os fiscais, partidos e cidadãos contam com uma nova função, que permite selecionar e compartilhar múltiplos boletins de urna simultaneamente, ampliando a transparência do processo.


Tribunal Superior Eleitoral
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 20:32:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE propõe selo de qualidade para institutos de pesquisa que acertarem resultados da eleição]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/nunes-marques-selo-qualidade-institutos-pesquisa-eleitoral/626921/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, sugeriu nesta terça-feira, 14 de julho, a criação de um selo para premiar os institutos de pesquisa que mais acertarem o resultado das eleições de outubro. 

A proposta foi feita durante reunião com representantes dos institutos de pesquisa. O encontro foi marcado para discutir novas balizas para a divulgação dos levantamentos após a decisão do TSE que suspendeu uma pesquisa de intenção de voto da AtlasIntel para a presidência da República. 

No entendimento de Nunes Marques, o Selo Acurácia Eleitoral pretende reconhecer o trabalho dos institutos com "maior grau de aderência aos resultados oficiais".

"Trata-se de um mecanismo que visa à valorização das boas práticas e ao permanente aperfeiçoamento técnico das pesquisas eleitorais, por meio do reconhecimento público às empresas que demonstrarem elevada acurácia em seus resultados", justificou o ministro.

Após o anúncio do presidente, o TSE abriu prazo para receber, até a próxima sexta-feira (17), sugestões para a definição dos critérios para a escolha dos vencedores do selo.

Outro lado

Em nota, a Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP) criticou a proposta e ressaltou que as pesquisas medem a intenção de voto no momento em que são realizadas e não são "previsões nem promessas de resultado".

"Entre a entrevista e a votação, eleitores mudam de opinião, deixam de votar ou alteram seu comportamento. Exigir que uma pesquisa acerte o resultado é confundir ciência com bola de cristal", afirmou a entidade.

A ABEP também demostrou preocupação com a intenção da Justiça Eleitoral de "assumir o papel de árbitro" da qualidade das pesquisas.

"Entendemos que iniciativas dessa natureza precisam ser construídas em diálogo com a comunidade científica e com os institutos de pesquisa, para que não acabem estimulando práticas oportunistas e desvalorizando o rigor metodológico que deve orientar toda pesquisa séria", completou. 

Agência Brasil
]]></description>
				
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:44:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Justiça Eleitoral: mesários começam a ser convocados para as eleições 2026]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/eleicoes/justica-eleitoral-mesarios-comecam-a-ser-convocados-para-as-eleicoes/626334/</link>
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				<description><![CDATA[A Justiça Eleitoral (JE) começa, nesta terça-feira, 7 de julho, a nomear as mesárias e os mesários que irão atuar nas Eleições 2026. As juízas e os juízes eleitorais têm até 5 de agosto para publicar edital com a nomeação daqueles que atuarão no 1º e eventual 2º turno das eleições. 

Já o prazo de nomeação das pessoas que vão atuar como apoio logístico e como integrantes das Mesas Receptoras de Votos (MRV) das seções específicas para voto em trânsito; das seções instaladas em estabelecimentos penais e nas unidades de internação de adolescentes e como “auxiliar de auditoria” é até 28 de agosto. 

A JE comunica o chamamento para os trabalhos eleitorais por meio de carta de convocação, que detalha a função a ser desempenhada pela eleitora ou pelo eleitor convocado, além da data e do local da eleição e do treinamento. 

A eleitora ou o eleitor deve acessar a página de Autoatendimento Eleitoral ou consultar o aplicativo e-Título. Em geral, as nomeações são feitas até 60 dias antes das eleições, mas, na dúvida, consulte seu cartório eleitoral. 

Segundo o art. 120, § 4º, do Código Eleitoral, a mesária ou o mesário poderá alegar razões de impedimento até cinco dias depois da publicação do edital de nomeação. Para isso, deverá encaminhar o pedido de dispensa à juíza ou ao juiz da zona eleitoral que detém a sua inscrição, juntamente com a comprovação da impossibilidade de trabalhar. O pedido será avaliado, e a justificativa poderá ser aceita ou não. 


	O prazo também vale para que partidos políticos, federações e coligações reclamem das designações. 
	A Mesa Receptora de Votos (MRV) é composta por quatro pessoas, que exercem as funções de: 
	presidente; 
	1ª mesária/1º mesário; 
	2ª mesária/2º mesário; e 
	secretária/secretário. 


Atribuições 

As principais atribuições do presidente da MRV são verificar as credenciais dos fiscais de partidos, federações, coligações e observadoras e observadores eleitorais, iniciar e encerrar a votação, realizando todos os procedimentos indicados pela urna. Além disso, o presidente da Mesa também deve: 


	
	afixar em local visível, no momento da abertura da seção eleitoral, o resumo da zerésima assinado; 
	
	adotar os procedimentos para o registro da presença das mesárias e dos mesários no início e no final dos trabalhos; 
	autorizar as eleitoras e os eleitores a votarem ou a justificarem a ausência; 
	solucionar as dificuldades ou dúvidas que surgirem; 
	manter a ordem na seção, recorrendo à força pública, se necessário; 
	comunicar imediatamente ao cartório eleitoral as ocorrências sobre as quais a juíza ou o juiz eleitoral deva decidir; 
	receber as impugnações concernentes à identidade da eleitora ou do eleitor; 
	zelar pela preservação da urna e de todo o material fornecido e produzido na seção eleitoral. 


Mesárias e mesários 

As demais pessoas convocadas para trabalhar no dia das eleições devem fazer, primeiramente, o procedimento de identificação das eleitoras e dos eleitores e, após o voto, entregar o comprovante de votação. Em caso de justificativa, é necessário conferir o preenchimento do Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE) e entregar à eleitora ou ao eleitor o respectivo comprovante. Além disso, cabe às mesárias e aos mesários: 


	
	orientar as pessoas que desejarem registrar deficiência no Cadastro Eleitoral ou atualizar o registro de deficiência visual que não exista mais sobre o uso do Formulário para Identificação de Eleitora ou de Eleitor com Deficiência; 
	
	distribuir às eleitoras e aos eleitores, às 17h, as senhas de acesso à seção eleitoral; 
	lavrar a Ata da Mesa Receptora; 
	observar, na organização da fila de votação, as prioridades para votação. 


As atribuições das mesárias e dos mesários estão contidas nos arts. 126 a 128 daResolução TSE nº 23.751, de 26 de fevereiro de 2026. 

Benefícios

Atuar como mesária ou mesário nas eleições garante uma série de benefícios previstos em lei e regulamentados peloTribunal Superior Eleitoral (TSE). Esses direitos são válidos tanto para quem é convocado quanto para quem se candidata voluntariamente.Confira:


	
	folgas:dois dias de folga para cada dia trabalhado nas eleições e para cada dia de treinamento;
	
	auxílio-alimentação: R$ 65,00 por turno de trabalho (conformeaPortariaTSE nº86/2025);
	concursospúblicos:critério de desempate em certames, caso previsto no edital;
	horasacadêmicas:possibilidade de validação como atividade extracurricular em universidades conveniadas.


Como se voluntariar

As inscrições para mesário voluntário podem ser feitas de forma permanente, mas a Justiça Eleitoral recomenda queas pessoasinteressadas se cadastrem durante o período da campanha para facilitar a organização das zonas eleitorais. O cadastro é feito preferencialmente pelo aplicativo e-Título ounossites dostribunaisregionaiseleitorais (TREs).

Pode se candidatarpara atuar na funçãode mesário qualquer eleitora ou eleitormaior de 18 anos em situação regular, exceto candidatos e seus parentes até o segundo grau, membros de diretórios de partidos que exerçam função executiva e autoridades policiais.Além disso, também não podem ser mesários autoridade ou agente policial, bem como funcionário no desempenho de cargos de confiança do Executivo; os que pertencem ao serviço eleitoral e fiscais e delegados de partido político ou coligação.Vale ressaltar que a inscrição, por si só, não garante a convocação.

* Com informações da assessoria do TSE 
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				<category>Eleições</category>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:56:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Meio/Ideia: 39% veem Lula como mais ligado ao caso Banco Master e 37,4% citam Flávio Bolsonaro]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/meioideia-39-veem-lula-como-mais-ligado-ao-caso-banco-master/626309/</link>
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				<description><![CDATA[A pesquisa Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira, 8 de julho, aponta que 39% dos entrevistados consideram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) o político mais envolvido com o caso do Banco Master. Já 37,4% associam o episódio ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Outros 22,5% disseram não saber responder ao questionamento, enquanto 1,1% afirmaram que nenhum dos dois políticos está ligado ao caso.

A pergunta feita aos entrevistados faz referência ao áudio divulgado recentemente em que aparece uma negociação entre Flávio Bolsonaro e o proprietário do Banco Master, Daniel Vorcaro, sobre um repasse de R$ 134 milhões para financiar um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Impacto na intenção de voto

A pesquisa também avaliou se a divulgação dessas informações influencia a intenção de voto em Flávio Bolsonaro.

Segundo o levantamento, 36,5% dos entrevistados afirmaram que o episódio não aumenta nem diminui a possibilidade de votar no senador. Outros 29,5% disseram que o caso reduz a intenção de voto, enquanto 6,6% responderam que a divulgação aumenta a disposição de votar em Flávio Bolsonaro. Além disso, 8% afirmaram que não pretendem votar nas eleições, e 19,5% disseram não saber responder.

Relação entre Jaques Wagner e o caso

O instituto também questionou os entrevistados sobre a relação do ex-líder do PT no Senado, Jaques Wagner, com o caso envolvendo o Banco Master, após a Polícia Federal apontar suspeitas de que ele seja beneficiário de vantagens econômicas indevidas relacionadas ao banco.

Para 42% dos entrevistados, a proximidade entre Jaques Wagner e o presidente Lula não altera a chance de votar pela reeleição do petista. Já 17,3% afirmaram que o episódio reduz essa possibilidade, enquanto 7% disseram que aumenta.

Outros 24,7% não souberam responder à pergunta, e 9% declararam que não pretendem votar nas próximas eleições.

Metodologia

A pesquisa Meio/Ideia ouviu 1.500 pessoas em todo o país entre os dias 3 e 6 de julho. O levantamento possui margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Segundo o instituto, a pesquisa foi realizada com recursos próprios e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05628/2026.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:17:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Meio/Ideia aponta Lula, Flávio Bolsonaro e Michelle Bolsonaro como os mais rejeitados ]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/meioideia-aponta-lula-flavio-e-michelle-como-os-mais-rejeitados/626306/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o índice de rejeição entre os nomes testados para a disputa pela Presidência da República, segundo a pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira, 8 de julho. No levantamento, 46,4% dos entrevistados afirmaram que não votariam no petista "de jeito nenhum". Na sequência aparecem Flávio Bolsonaro (PL), com 43,4%, e Michelle Bolsonaro (PL), com 28%.

A pesquisa perguntou aos entrevistados em qual dos possíveis candidatos eles não votariam de forma alguma caso a eleição fosse realizada hoje.

Depois de Lula, Flávio Bolsonaro e Michelle Bolsonaro, aparecem Aécio Neves (PSDB), com 18,6% de rejeição; Cabo Daciolo (Mobiliza), com 14,1%; Romeu Zema (Novo), com 13,3%; Ronaldo Caiado (PSD), com 12,1%; Renan Santos (Missão), com 10,1%; Samara Martins (UP), com 8,9%; Rui Costa Pimenta (PCO), com 8,8%; Hertz Dias (PSTU), com 8,5%; Edmilson Costa (PCB), com 8,2%; Augusto Cury (Avante), com 7,2%; e Joaquim Barbosa (DC), com 7%.

Ainda de acordo com o levantamento, 0,5% dos entrevistados disseram não rejeitar nenhum dos nomes apresentados, enquanto 5,7% afirmaram não saber responder.

Rejeição individual

Além da pergunta geral sobre em quem o eleitor não votaria, a pesquisa avaliou individualmente cada um dos pré-candidatos. Nesse cenário, os entrevistados responderam sobre a possibilidade de votar em cada nome.

Entre os quatro principais nomes analisados, Lula registrou o maior índice de rejeição individual. Segundo o levantamento, 51,4% afirmaram que não votariam "de jeito nenhum" no presidente. Outros 42,5% disseram que poderiam votar no petista, enquanto 5,1% ainda não sabem e 1% declarou não conhecer o candidato.

Flávio Bolsonaro aparece com 49% de rejeição individual. Ao mesmo tempo, 39% afirmaram que poderiam votar nele, 9,3% disseram não saber e 2,7% responderam que não o conhecem. Aécio Neves também registra 49% de rejeição. Entre os entrevistados, 16,3% afirmaram que poderiam votar no ex-governador, 14,7% disseram ainda não saber e 20% informaram que não o conhecem.

Já Michelle Bolsonaro tem índice de rejeição individual de 41,5%. Segundo a pesquisa, 35% disseram que poderiam votar na ex-primeira-dama, enquanto 12,6% permanecem indecisos e 10,9% afirmaram não conhecê-la.

Metodologia

A pesquisa Meio/Ideia ouviu 1.500 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 3 e 6 de julho. O levantamento tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

Segundo o instituto, a pesquisa foi realizada com recursos próprios e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05628/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:45:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Aprovação do governo Lula chega a 46,5%, mas segue abaixo da desaprovação, aponta Meio/Ideia]]></title>
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				<description><![CDATA[A administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é aprovada por 46,5% dos brasileiros, enquanto 48,5% afirmam desaprovar o governo. Os dados são da pesquisa Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira, 8 de julho. Outros 4,9% dos entrevistados não souberam responder ou preferiram não opinar.

Em relação ao levantamento anterior, realizado em maio, os números permaneceram estáveis dentro da margem de erro, que é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. Na pesquisa anterior, 46,6% aprovavam a gestão federal e 51,4% a desaprovavam. Na ocasião, 2% dos participantes disseram não saber responder.

Avaliação da gestão

O levantamento também mediu a percepção dos entrevistados sobre o desempenho do governo federal. Para 41% dos participantes, a administração de Lula é classificada como "ruim" ou "péssima".

Já 32,5% consideram o governo "ótimo" ou "bom", enquanto 24,5% avaliam a gestão como "regular". Outros 2% não responderam ou afirmaram não ter opinião sobre o tema.

Como foi realizada a pesquisa

A pesquisa Meio/Ideia entrevistou 1.500 pessoas em diferentes regiões do país entre os dias 3 e 6 de julho. O estudo tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

Segundo o instituto responsável pelo levantamento, a pesquisa foi custeada com recursos próprios e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05628/2026.

Petista lidera 1º turno 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais, segundo a pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira, 8 de julho. No principal cenário apresentado pelo levantamento, Lula aparece com 40,4% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registra 32%.

Na sequência, o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), soma 4% das intenções de voto. Romeu Zema (Novo) aparece com 2,5%; Aécio Neves (PSDB), 2%; Renan Santos (Missão), 2%; Augusto Cury (Avante), 1,5%; Joaquim Barbosa (DC), 0,5%; e Cabo Daciolo (Mobiliza), também com 0,5%.

Ainda de acordo com a pesquisa, Rui Costa Pimenta (PCO) registra 0,4%; Samara Martins (UP), 0,4%; Hertz Dias (PSTU), 0,1%; e Edmilson Costa (PCB), 0,1%.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:13:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Meio/Ideia aponta Lula com 45% e Flávio Bolsonaro com 40% no segundo turno]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 45% das intenções de voto em um eventual segundo turno das eleições presidenciais contra Flávio Bolsonaro (PL), que registra 40%, segundo pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira, 8 de julho.

Apesar da vantagem numérica do petista, os dois estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro do levantamento, que é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

Em comparação com a pesquisa anterior, divulgada em maio, Lula oscilou de 46,5% para 45%, enquanto Flávio Bolsonaro passou de 41,4% para 40%. Além da disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, o instituto testou outros cinco cenários de segundo turno. Em todos eles, o presidente aparece na liderança.

Contra Joaquim Barbosa, Lula registra 45% das intenções de voto, enquanto o adversário soma 23%. Nesse cenário, 18,6% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, e 13,4% disseram não saber em quem votariam.

Na simulação contra Renan Santos, Lula mantém 45% das intenções de voto, enquanto o adversário aparece com 33%. Os votos em branco, nulos ou em nenhum candidato representam 13,4%, e os indecisos somam 8,6%.

Outros cenários 

Em um eventual segundo turno contra Romeu Zema, o presidente registra 45%, enquanto o governador alcança 37%. Nesse cenário, 11,9% declararam voto em branco, nulo ou em nenhum candidato, e 6,1% afirmaram estar indecisos.

A pesquisa também simulou uma disputa entre Lula e Ronaldo Caiado. O presidente aparece com 45% das intenções de voto, contra 37,6% do adversário. Os votos em branco, nulos ou em nenhum candidato somam 11%, enquanto 6,4% dos entrevistados disseram não saber em quem votariam.

Já em um cenário de segundo turno contra Michelle Bolsonaro, Lula registra 45% das intenções de voto, enquanto a ex-primeira-dama aparece com 36%. Nesse caso, os votos em branco, nulos ou em nenhum candidato representam 11%, e os indecisos totalizam 8%.

Metodologia 

A pesquisa Meio/Ideia ouviu 1.500 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 3 e 6 de julho. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05628/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:51:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PL aciona TSE e alega excesso de gastos em publicidades do governo Lula que chegam a R$ 178 milhões]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pl-aciona-tse-e-alega-excesso-de-gastos-em-publicidades-do-governo/625336/</link>
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				<description><![CDATA[O Partido Liberal (PL) protocolou uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) solicitando, em caráter de urgência, a interrupção das campanhas publicitárias do governo federal. O processo foi distribuído ao ministro André Mendonça e questiona os gastos da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) com publicidade institucional durante o primeiro semestre de 2026.

Na representação, a legenda sustenta que o Executivo ultrapassou o limite permitido pela legislação eleitoral. Com base em informações disponíveis no Portal da Transparência, o partido afirma que, até 15 de junho, as despesas com ações publicitárias somavam R$ 178 milhões, valor que excederia em R$ 42 milhões o teto de R$ 135 milhões previsto para o período.

O PL também aponta que dados do sistema Siga Brasil indicam um volume ainda maior de despesas empenhadas. Segundo os cálculos apresentados, a média dos investimentos realizados entre 2023 e 2025 estabeleceria um limite de R$ 618 milhões para os seis primeiros meses deste ano. Entretanto, os empenhos registrados até 18 de junho teriam alcançado R$ 785 milhões, representando um excedente de R$ 167 milhões.

O que o PL argumenta

Na ação, o partido argumenta que a publicidade institucional tem sido utilizada para divulgar programas e iniciativas do governo, entre eles o Novo PAC, a COP30, o Plano Brasil Soberano, a proposta de extinção da escala de trabalho 6x1 e a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda. Para a legenda, o volume de campanhas financiadas com recursos públicos pode comprometer o equilíbrio da disputa eleitoral.

Além da suspensão das campanhas consideradas irregulares, o PL pede que o TSE determine ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao ministro da Secom, Sidônio Palmeira, a apresentação dos registros dos gastos efetuados entre 1º de janeiro e 15 de junho de 2026.

A sigla também requer informações sobre os critérios adotados para o cálculo do limite legal de despesas, a média mensal dos investimentos em publicidade entre 2023 e 2025, a preservação dos documentos administrativos relacionados às campanhas realizadas desde 2023 e a proibição de eventual cancelamento de empenhos sem comunicação prévia à Justiça Eleitoral.

Até a publicação desta matéria, a Secom não havia se manifestado sobre as alegações. O espaço permanece aberto para posicionamento do governo federal.
 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:07:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE manda retirar publicações nas redes sociais que associam Flávio Bolsonaro a facções criminosas]]></title>
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				<description><![CDATA[A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou, em decisão liminar na segunda-feira, 22 de junho, a remoção de vídeo e imagens veiculados por diversos perfis em redes sociais que associam o pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro à operação da Polícia Federal denominada “Unha e Carne”. As postagens também vinculam o político ao crime organizado e a facções criminosas, em especial o Comando Vermelho.

A decisão foi dada na análise de representação eleitoral apresentada pelo Diretório Nacional do Partido Liberal (PL) contra Gleisi Helena Hoffmann, Lindbergh Farias, Guilherme Castro Boulos e Rogério Correia, bem como contra os responsáveis pelos perfis “PT na Câmara”, “Lula conta comigo”, “Brasil pra Frente”, “Anti Bolsonaro Real” e “Lázaro Rosa”, além de Aurilene Monteiro, empresária individual conhecida como “Gata Canhota”, apontada como responsável por perfil de pessoa jurídica em rede social.

No caso, o PL sustenta que o conteúdo publicado foi amplamente difundido em múltiplas plataformas digitais, alcançando elevado número de visualizações, compartilhamentos e interações, inclusive por perfis de grande alcance.

Segundo o partido, as postagens teriam o objetivo de construir uma suposta “teia” criminosa, posicionando a imagem do pré-candidato no centro de investigações alheias, com potencial de induzir o eleitorado a erro.

Para a relatora, o conteúdo divulgado extrapola os limites da crítica política admissível, já que as publicações não se restringem à manifestação de opinião ou ao debate público sobre posições políticas.

Segundo a ministra, as publicações constroem narrativa que associa o pré-candidato a organizações criminosas, inclusive o Comando Vermelho, sem indicação de qualquer dado concreto, investigação formal ou imputação jurídica que o vincule à operação policial.

De acordo com Estela Aranha, a jurisprudência do TSE é firme no sentido de que a liberdade de expressão no debate político não autoriza a divulgação de imputações graves sem comprovação mínima, sob pena de violação à honra e de comprometimento da normalidade e legitimidade do processo eleitoral.

“A imputação genérica de vínculos com o crime organizado, quando não amparada em dados concretos, caracteriza conteúdo gravemente desinformativo e ofensivo, apto a configurar propaganda eleitoral antecipada negativa”, destacou.

Tribunal Superior Eleitoral
]]></description>
				
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 20:45:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Nunes Marques nega pedido para barrar exibição do filme sobre Bolsonaro durante período eleitoral]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/nunes-marques-nega-barrar-exibicao-filme-bolsonaro-eleicoes/624247/</link>
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				<description><![CDATA[Nesta sexta-feira, 12 de junho, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, considerou extinto o processo que questionava a possível utilização do filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, como instrumento de propaganda eleitoral antecipada nas Eleições 2026.

O ministro concluiu que os autores da ação não têm legitimidade para propor a representação perante o Tribunal. 

Controvérsia 

A representação, ajuizada pelo deputado federal Rogério Correia e pelo advogado Marco Aurélio de Carvalho, requeria liminarmente a proibição imediata do lançamento do longa-metragem próximo ao período eleitoral.

Segundo eles, a exibição pública do filme caracterizaria propaganda eleitoral antecipada do senador Flávio Bolsonaro, apontado como pré-candidato à Presidência da República e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, retratado na obra com recursos privados.  

Sem legitimidade 

Na decisão, o ministro concluiu que os autores da representação não possuíam legitimidade para ajuizar a ação perante o TSE.

Segundo o entendimento adotado pelo ministro, a jurisprudência da Corte exige que o autor da representação dispute eleição na mesma circunscrição do candidato apontado como beneficiário da suposta irregularidade.  

Como o caso envolve eventual candidatura à Presidência da República, de circunscrição nacional, o requisito não estaria presente, já que o deputado Rogério Correia de Moura Baptista é pré-candidato ao mesmo cargo apenas no estado de Minas Gerais, ao passo que Marco Aurélio de Carvalho nem sequer alegou pretensão de concorrer nas Eleições 2026. 

Com esse fundamento, Kassio Nunes Marques extinguiu o processo sem resolução do mérito e considerou prejudicado o pedido de liminar que buscava impedir a exibição, a divulgação e a utilização do filme durante o período eleitoral de 2026. 

Tribunal Superior Eleitoral
]]></description>
				
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 20:16:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Aliados de Lula acionam TSE para proibir exibição do filme sobre Bolsonaro antes das eleições]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/aliados-de-lula-tse-proibir-exibicao-filme-sobre-bolsonaro/621895/</link>
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				<description><![CDATA[Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionaram o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar adiar o lançamento do filme "Dark Horse", produção sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), até o fim das eleições.

A representação apresentada nesta terça-feira, 19 de maio, é de autoria do deputado federal Rogério Correia (PT-MG), vice-líder do governo na Câmara, e do grupo Prerrogativas, que reúne advogados e juristas de esquerda.

Eles afirmam que o filme, com data de estreia prevista para setembro, a um mês do pleito, configura propaganda eleitoral dissimulada e propaganda antecipada.

Na semana passada, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato a presidente da República, afirmou que cogita antecipar o lançamento da produção.

A ação apresentada à Corte Eleitoral pede a "proibição cautelar da exibição, distribuição, publicidade e impulsionamento do filme durante o período eleitoral" e cita que a obra é uma "superprodução financiada por valores milionários de origem controvertida, articulada por familiares e aliados políticos".

Com revelado pelo site Intercept Brasil e confirmado pelo Estadão, Flávio pediu dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro, preso e investigado pelas fraudes do Banco Master, para ajudar bancar a produção de "Dark Horse".

Segundo o site, houve uma negociação para que Vorcaro ajudasse com uma contribuição equivalente a US$ 24 milhões. Cerca de US$ 10 milhões já teriam sido pagos até 2025.

Também há a suspeita de que recursos tenham sido desviados para um fundo sediado no Texas (EUA) ligado ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), e supostamente usado para custear a permanência dele nos Estados Unidos.

O pedido menciona paralelo entre o filme e a decisão do TSE que suspendeu, durante as eleições de 2022, a divulgação do documentário Quem mandou matar Jair Bolsonaro?, da produtora Brasil Paralelo. Na ocasião, a Corte barrou o lançamento da obra poucos dias antes do segundo turno presidencial.

"A aplicação do precedente ao caso &#39;Dark Horse&#39; é direta. A obra também envolve Jair Bolsonaro, também possui conteúdo de alta relevância política, também se projeta sobre eleição presidencial e também pode ser lançada em momento sensível do calendário eleitoral", diz a representação.

Em 2022, o TSE avaliou que era necessário evitar que um "tema reiteradamente explorado pelo candidato em sua campanha (o atentado em que Bolsonaro levou uma facada) receba exponencial alcance, sob a roupagem de documentário que foi objeto de estratégia publicitária custeada com substanciais recursos de pessoa jurídica".

Na representação eleitoral apresentada ao TSE, os autores também pedem uma investigação para "avaliar a ocorrência de propaganda eleitoral dissimulada, caixa 2, doação empresarial indireta, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, ocultação de beneficiários finais e uso indevido dos meios de comunicação social" no processo de produção do longa.

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Tue, 19 May 2026 19:53:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Eleições: especialistas comentam que IA pode gerar mais fake news durante período eleitoral]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/eleicoes-ia-pode-gerar-mais-fake-news-durante-periodo-eleitoral/621625/</link>
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				<description><![CDATA[O uso da inteligência artificial (IA) na campanha eleitoral deste ano deve ser um ponto de especial de atenção para o ministro Nunes Marques à frente do Tribunal Superior Eleitoral. 

Para especialistas ouvidos pela Agência Brasil, o uso da tecnologia poderá transbordar até outubro e agravar a circulação de notícias falsas em contexto de grande polarização política e baixo letramento digital.

O advogado eleitoral Jonatas Moreth, mestre em Direito Constitucional, avalia que a Justiça Eleitoral atua para coibir desvios já ocorridos em meio à práticas de manipulação que se aperfeiçoam:


O processo eleitoral e o papel dos tribunais eleitorais se assemelham ao que ocorre no esporte com o doping e o antidoping. O doping sempre está um pouco à frente do antidoping. Ou seja, inventa-se uma droga que não é pega nos exames rotineiros, até que um procedimento consegue captar e passa a ser acrescido nos exames”, explica.


Para o professor Marcus Ianoni, do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal Fluminense, a capacidade da Justiça Eleitoral em agir vai depender da disponibilidade de quadros técnicos qualificados:

“Eu fico com um pouco de dúvida se toda a burocracia que tem será suficiente para dar conta de tudo”, pondera o acadêmico se referindo à possibilidade de aumento e sofisticação do uso da inteligência artificial para manipular a atenção dos eleitores e suas intenções de voto.

“Enfrentar os efeitos nocivos da inteligência artificial nas eleições” é uma das três prioridades que o ministro Nunes Marques terá à frente do TSE, informa a assessoria de imprensa.

O ministro Nunes Marques estará a frente do cargo de presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o ministro André Mendonça, como vice-presidente da Corte Eleitoral. Este será o novo comando do TSE para as Eleições 2026. 

 
]]></description>
				
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Sat, 16 May 2026 12:53:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Dino manda TSE analisar possível uso de emendas parlamentares em campanha eleitoral]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/dino-tse-analisar-possivel-emendas-parlamentares-campanha/621252/</link>
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				<description><![CDATA[O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) ofícios para que os órgãos apurem a possibilidade de fraudes no direcionamento de emendas parlamentares com objetivos eleitorais. 

Dino tomou a medida na ação em que é responsável por supervisionar se a liberação e execução das emendas estão de acordo com a Constituição e em conformidade com decisões anteriores do Supremo. 

O ministro atendeu a pedido das organizações Contas Abertas, Transparência Brasil e Transparência Internacional, que alertaram o Supremo sobre possíveis esquemas no direcionamento de emendas com objetivos eleitorais. 

Segundo as entidades, o risco é que uma empresa receba recursos de emendas indicadas por um parlamentar enquanto outra, controlada pelo mesmo beneficiário final, seja contratada pela campanha do mesmo parlamentar. Dessa forma, essas emendas custeariam as campanhas com dinheiro público. 

“Este fornecimento geralmente é subfaturado, de modo que, na realidade, as emendas parlamentares estão sendo utilizadas indireta e indevidamente como verba de campanha”, afirma a petição apresentada ao Supremo. 

O ministro mandou que TSE e PGR analisem a possibilidade e tomem “as providências que entenderem cabíveis”. 

No mesmo despacho, o ministro mandou que o Tribunal de Contas da União (TCU) informe se já é possível disponibilizar ao público o painel para acompanhamento de execução de emendas que já utiliza internamente. 

Dino também mandou os presidentes das Assembleias Legislativas estaduais e distrital informarem sobre a adequação dos processos orçamentários locais ao modelo federal.

Outra providência foi para que a Controladoria-Geral da União (CGU) explique a falta de estrutura, em especial de servidores, para supervisionar a execução de emendas.

Agência Brasil

Flávio Dino vê falta de transparência

O ministro Flávio Dino decidiu, no dia 30 de março, ampliar a apuração sobre supostas irregularidades envolvendo o envio de emendas parlamentares do senador Carlos Viana (Podemos-MG) para a Fundação Oasis, ligada à Igreja Batista da Lagoinha.

A decisão foi tomada após o ministro receber as respostas do parlamentar e do Senado sobre alegações de falta de transparência e rastreabilidade dos repasses, que somaram R$ 3,6 milhões, entre os anos de 2019 e 2025. No dia 19 deste mês, Dino pediu esclarecimentos sobre as emendas.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 12 May 2026 16:16:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE lança mascote "Pilili" na celebração dos 30 anos da urna eletrônica]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/tse-lanca-mascote-pilili-celebracao-urna-eletronica/620710/</link>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) celebrou, na segunda-feira, 4 de maio, os 30 anos da urna eletrônica, símbolo da modernização do processo democrático no Brasil, com o lançamento da mascote Pilili, nome em alusão ao som emitido pela urna no momento da confirmação do voto. 

Criada para aproximar a Justiça Eleitoral da população, especialmente do público jovem, Pilili passa a representar, de forma lúdica e acessível, a importância do voto e da participação cidadã. 

Na abertura do evento, a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, ressaltou a segurança, a confiabilidade, a agilidade e a auditabilidade do equipamento.

“O Brasil pensou uma forma, portanto, algo que foi feito por nós, para nós, para as nossas necessidades, que é a urna eletrônica. O voto é computado, não tem a mão de outra pessoa, não tem a visão de outra pessoa. É você, exclusivamente, com a sua escolha, com quem você acha que lhe representa”, ressaltou.  

Além disso, a presidente do TSE fez uma convocação informal aos diversos estudantes presentes no evento — jovens entre 15 e 17 anos.

“Quem completar 16 anos até o dia 4 de outubro, ou seja, de hoje a 150 dias exatamente, se tiver solicitado o título a partir dos 15 anos, poderá votar, poderá exercer esse direito e, com isso, ser verdadeiro ou verdadeira cidadão ou cidadã, que diz quem ocupará os cargos de direção no país”, destacou.

Marco da tecnologia nacional e pilar da democracia brasileira, a urna eletrônica completa 30 anos neste mês. O primeiro pleito que contou com o equipamento foi a Eleição Municipal de 1996. De lá para cá, o Brasil se tornou referência mundial em processo eleitoral informatizado. 

Tribunal Superior Eleitoral

Título de eleitor

Termina nesta quarta-feira, 6 de maio, o prazo para cidadãos de todo o país obterem o primeiro título ou regularizarem o documento na Justiça Eleitoral.

O atendimento pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento, para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo vale para os seguintes serviços:


	alistamento eleitoral (emissão do primeiro título);
	transferência de domicílio eleitoral;
	revisão de dados cadastrais;
	regularização de outras pendências. 


Quem não atualizar a situação ficará impossibilitado de votar nas Eleições 2026, em outubro. Além disso, enfrentará restrições administrativas, como dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

 
]]></description>
				
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Tue, 05 May 2026 18:46:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Resultado da Lotomania 2919 acumula e prêmio principal dispara para R$ 2 milhões no próximo sorteio]]></title>
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				<description><![CDATA[A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 2919 da Lotomania na noite desta segunda-feira, dia 4 de maio de 2026. O evento aconteceu no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, em São Paulo. Como nenhum apostador marcou as 20 dezenas da faixa principal, o valor acumulou novamente. A estimativa de prêmio para o próximo concurso, agendado para a quarta-feira (6), subiu para R$ 2.000.000,00.

Os globos da sorte revelaram os seguintes números: 06, 07, 26, 27, 32, 40, 41, 45, 49, 59, 60, 61, 67, 76, 80, 84, 87, 88, 92 e 97.

Mesmo sem um vencedor na pontuação máxima, a Lotomania premiou cinco apostas que chegaram muito perto do objetivo principal. Cada um desses jogadores que acertou 19 números receberá a quantia de R$ 46.310,64. A sorte contemplou apostadores em diferentes regiões do Brasil, abrangendo os estados da Bahia, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Detalhes dos ganhadores e localização das apostas

As cinco apostas vencedoras da faixa de 19 acertos apresentam origens variadas. Na Bahia, um morador de Salvador registrou o bilhete na Loteria Cajazeiras V. No Rio Grande do Sul, a cidade de Porto Alegre teve um premiado na Loteria A 99. O estado de São Paulo concentrou três ganhadores nesta categoria: um em Cotia, por meio dos canais eletrônicos da Caixa; um em Santa Bárbara D&#39;Oeste, na Central da Sorte Loterias; e outro na capital paulista, na Giotur Loterias.

O detalhamento mostra que dois desses prêmios saíram para apostas do tipo bolão, nas cidades de Santa Bárbara D&#39;Oeste e São Paulo. Esse modelo de aposta permite que grupos de amigos ou familiares dividam os custos e, consequentemente, os prêmios conquistados. Os outros três vencedores realizaram apostas individuais simples, selecionando 50 números no volante.

Distribuição de prêmios e arrecadação

A Lotomania também distribuiu valores significativos para milhares de outros brasileiros em diferentes faixas de acertos. Um grupo de 64 pessoas marcou 18 pontos e cada uma receberá R$ 2.261,26. Na faixa dos 17 acertos, 408 apostadores garantiram o valor de R$ 354,70. O sorteio ainda beneficiou 2.790 jogos com 16 acertos (R$ 51,87 cada) e 12.123 apostas com 15 pontos (R$ 11,93 cada).

Nesta edição do concurso 2919, a faixa de zero acertos não registrou nenhum ganhador premiado. A arrecadação total do sorteio atingiu o montante de R$ 4.721.259,00. Esse valor financia as premiações e sustenta repasses sociais obrigatórios para áreas como segurança pública, educação e esporte, conforme a legislação das loterias federais.

Como participar do próximo sorteio de R$ 2 milhões

O prêmio acumulado para a próxima quarta-feira movimenta a expectativa dos jogadores em todo o país. Para participar, o cidadão escolhe 50 números entre os 100 disponíveis no volante. O sistema da Lotomania premia quem acerta de 15 a 20 dezenas, além da faixa especial para quem não acerta nenhum número. A aposta possui valor fixo de R$ 3,00.

Os interessados registram seus jogos até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio. As apostas ocorrem tanto nas casas lotéricas físicas quanto pelos canais digitais da Caixa Econômica Federal. O site oficial e o aplicativo de loterias permitem o preenchimento dos jogos com facilidade, exigindo apenas um cadastro prévio e a confirmação da maioridade do usuário.

O apostador também pode utilizar a "Aposta Espelho". Nessa função, o sistema gera um novo jogo contendo os 50 números que o jogador não escolheu no bilhete original. Muitos jogadores utilizam essa estratégia para cobrir todas as dezenas do volante em dois cartões diferentes. Para quem prefere a sorte automática, a "Surpresinha" seleciona os números de forma aleatória.

Regras para o resgate de valores

Os ganhadores devem retirar seus prêmios dentro do prazo de 90 dias corridos após a realização do sorteio. Para valores menores, o resgate ocorre diretamente em qualquer unidade lotérica credenciada. Já os prêmios maiores, como os da faixa de 19 acertos deste concurso, exigem o deslocamento até uma agência bancária da Caixa Econômica Federal.

O banco solicita a apresentação do comprovante original da aposta e documentos de identificação com foto e CPF. O pagamento ocorre em um prazo de dois dias úteis após a validação presencial na agência. Caso o cidadão não retire o prêmio dentro do prazo legal, o montante segue integralmente para o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES).
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				<category>Cotidiano</category>
				<pubDate>Mon, 04 May 2026 22:14:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Governador de Roraima tem mandato cassado pelo TSE; estado terá novas eleições]]></title>
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				<description><![CDATA[OTribunal Superior Eleitoral (TSE) cassou o mandato do atual governador de Roraima, Edilson Damião (União Brasil), e determinou a realização de eleições diretas para o cargo. 

O julgamento que decidiu pela cassação terminou nesta quinta-feira, 30 de abril. Na decisão, a corte também declarou o ex-governador Antonio Denarium (Republicanos) inelegível pelo prazo de oito anos. 

Ambos foram condenados por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. Denarium renunciou ao cargo de governador no dia 27 de março, para concorrer ao Senado Federal.

Além disso, o TSE determinou a execução imediata do julgado, independentemente da publicação do acórdão. A determinação também inclui a adoção de providências para a realização de novas eleições.

A presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, ressaltou que, caso o Tribunal Regional Eleitoral do estado (TRE-RR) entenda haver inviabilidade técnica devidamente motivada para a realização da eleição na modalidade direta, a questão deve ser comunicada e remetida para decisão do TSE. 

Abuso de poder político

Edilson Damião e Antonio Denarium foram condenados pelo TRE de Roraima,no julgamento de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) ajuizada pelacoligação Roraima Muito Melhor,por abuso de poder político e econômico nas eleições gerais de 2022.

Na ocasião, a corte entendeu que houve uso da máquina pública para praticar ações proibidas a agentes públicos no período eleitoral.

Segundo o TRE, o uso da máquina pública teve por objetivo obter vantagens políticas na disputa, além de fazer uso eleitoral dos programas sociais Cesta da Família e Morar Melhor. 

Entre as ações praticadas pelos dois durante o ano eleitoral estão:


	Distribuição de bens e serviços, com a entrega de cestas básicas e benefícios;
	Reforma de residências de famílias de baixa renda;
	Repasse de quase R$ 70 milhões em recursos do governo estadual para 12 dos 15 municípios do estado, sem a observância de critérios legais;
	Extrapolação de gastoscom publicidade. 


Os dois foram condenados nos termos do artigo 224 do Código Eleitoral. Este dispositivo estabelece que, se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do país naseleições presidenciais, do estado nas eleições federais eestaduaisou do município nas eleiçõesmunicipais, serão julgadas prejudicadas as demais votações e o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 a 40 dias. 

Outro lado

A defesa do governador Edilson Damião afirma que apresentará os recursos cabíveis ao TSE. Destaca ainda que há etapas formais a serem cumpridas, necessárias, conforme a legislação, para a produção de efeitos.

"Nesse contexto, o governador segue no exercício regular do cargo, assegurando a continuidade administrativa e o funcionamento normal dos serviços públicos. Reafirmamos o respeito às instituições e acompanharemos os desdobramentos com responsabilidade e observância à legislação vigente", diz a defesa do governador.

Agência Brasil 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 01 May 2026 09:55:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PT aciona TSE contra 'IA Dona Maria' que faz críticas ao partido nas redes sociais ]]></title>
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				<description><![CDATA[A federação formada por PT, PV e PC do B acionou a Justiça Eleitoral para pedir a suspensão, nas plataformas digitais, do perfil Dona Maria. O personagem é um avatar criado por inteligência artificial que reproduz a imagem de uma mulher de meia-idade crítica ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Os partidos alegam que o conteúdo utiliza inteligência artificial e recursos de deepfake para realizar propaganda eleitoral antecipada.O pedido inclui a retirada do perfil das redes sociais. Um dos vídeos publicados pela personagem alcançou 22 milhões de visualizações antes de ser removido do Instagram por excesso de palavrões. 

Segundo levantamento da consultoria Arquimedes, os conteúdos do perfil somaram cerca de 102,1 milhões de visualizações e 10,5 milhões de interações.

Os números indicam um alcance expressivo e forte capacidade de distribuição. O volume de reproduções equivale a aproximadamente 140 vezes o total de seguidores da conta. Isso sugere que os vídeos circulam para além da audiência direta, impulsionados pelo formato Reels, compartilhamentos e recomendação algorítmica.





 


 

 



 




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Por trás 

O perfil está no motorista de aplicativo Daniel Cristiano dos Santos, de 37 anos. Na descrição da conta, ele informa que o conteúdo é produzido com inteligência artificial. O perfil apresenta Dona Maria como a “voz do povo brasileiro de bem” é uma “personagem criada com IA”.

“Não me considero bolsonarista. Apoiei o Jair Bolsonaro na eleição de 2018, mas houve momentos em que não concordei com suas atitudes. Vejo até outros políticos da direita que acredito que seriam melhores, como o prefeito de Cuiabá Abilio Brunini, mas no cenário polarizado, como um segundo turno entre Lula e Flávio, faço até campanha para o filho do Bolsonaro”, disse Daniel. 

Há ainda um vídeo fixado explicando como o avatar é desenvolvido. Segundo Daniel, ao longo de quase um ano de existência, o conteúdo foi ajustado para gerar mais engajamento. Entre as mudanças, houve redução no uso de palavrões e a decisão de evitar citar nominalmente políticos.

Lula, por exemplo, costuma ser mencionado por apelidos. Daniel afirma que não se considera bolsonarista. Ele relata ter apoiado Jair Bolsonaro em 2018, mas diz não concordar com todas as suas atitudes. Também cita outros nomes da direita que considera melhores opções, como Abilio Brunini e Romeu Zema.

Apesar disso, admite que em um cenário polarizado entre Lula e Flávio Bolsonaro, apoiaria o filho do ex-presidente. O produtor de conteúdo também revelou que monetiza o perfil. Segundo ele, a renda mensal obtida gira em torno de R$ 1.500.
 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 14:08:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE decide que proibição a voto de presos provisórios não valerá nas Eleições 2026]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/tse-decide-que-proibicao-voto-de-preso-provisorios-eleicoes/619900/</link>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu na quinta-feira, 23 de abril, que as novas regras que restringem o voto de presos provisórios e temporários não serão aplicadas nas eleições de 2026. Com isso, o alistamento eleitoral e a instalação de seções em unidades prisionais permanecem válidos para o pleito deste ano.

A Corte entendeu que as alterações no Código Eleitoral instituídas pela Lei Antifacção não podem ser imediatas devido ao princípio da anualidade, previsto na Constituição. Segundo o dispositivo, uma lei que muda o processo eleitoral não pode ser aplicada a eleições que ocorram a menos de um ano de vigência da norma.

A Lei Antifacção foi sancionada com vetos no mês passado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ela endureceu penas e cortou benefícios como anistia e indulto para integrantes de organizações como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).

Entre pontos polêmicos que ficaram de fora dos vetos, está a proibição a voto de presos provisórios. O dispositivo prevê o cancelamento da inscrição eleitoral nesses casos, sob a justificativa de limitar a influência direta de lideranças criminosas no processo democrático.

Durante sessão plenária administrativa nesta quinta-feira, o TSE analisou processo da Corregedoria Regional Eleitoral de São Paulo (CRE-SP), que questionou a Corte sobre a necessidade do alistamento e da instalação de seções eleitorais nas prisões diante das mudanças.

O relator do caso, ministro Antônio Carlos Ferreira, destacou que a aplicação dos efeitos da lei em 2026 comprometeria a previsibilidade e a organização do processo eleitoral. O colegiado entende que a norma alterou dispositivos "estruturantes" do Código Eleitoral.

Os ministros também consideraram entraves apontados pela área técnica do tribunal, como a falta de tempo hábil para adaptar os sistemas eleitorais. O prazo para alterações no cadastro de eleitores se encerra em 6 de maio.

A falta de integração automatizada entre os sistemas da Justiça Eleitoral e dos órgãos de segurança também dificulta o cancelamento automático da inscrição eleitoral de presos sem condenação definitiva.

O TSE ressaltou que a lei permanece válida em seu caráter penal e de segurança pública.

Estadão Conteúdo
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 18:05:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Prazo para tirar título de eleitor, alterar cadastro ou resolver pendências termina em 6 de maio]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/pernambuco/prazo-para-tirar-1o-titulo-de-eleitor-alterar-cadastro-ou-resolver/619882/</link>
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				<description><![CDATA[As Eleições Gerais de 2026 se aproximam, em 4 de outubro, acontece o 1° turno e segundo dados da página de estatísticas eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o número de eleitores aptos a votar passou  para 155,38 milhões em dezembro do ano passado.

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), faz um alerta importante quanto a isso: o prazo para tirar o título de eleitor, transferir o domicílio eleitoral, regularizar pendências ou atualizar dados cadastrais tem data limite para o fim, 6 de maio.  

Após essa data, o cadastro eleitoral será fechado e não será possível fazer alterações até depois do pleito. O encerramento ocorre 150 dias antes da eleição, conforme determina a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997). Como o primeiro turno será em 4 de outubro,  6 de maio é a data-limite para o alistamento eleitoral ou para a regularização de pendências perante a Justiça Eleitoral.

Quais serviços podem ser feitos até 6 de maio? 


	
	tirar o primeiro título de eleitor; 
	



	solicitar transferência de domicílio eleitoral; 



	atualizar informações cadastrais; 



	regularizar a situação eleitoral, em caso de pendências. 


Primeiro título de eleitor

De acordo com o artigo 14 da Constituição Federal, o alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para as brasileiras e os brasileiros maiores de 18 anos e facultativos para as pessoas analfabetas, os maiores de 70 anos e os jovens de 16 e 17 anos. 

No entanto, o primeiro título de eleitor pode ser solicitado a partir dos 15 anos, conforme a Resolução TSE nº 23.659/2021, que trata da gestão do cadastro eleitoral. O artigo 30 do texto estabelece que, “a partir da data em que a pessoa completar 15 anos, é facultado o seu alistamento eleitoral”. 

Porém, a eleitora ou o eleitor de 15 anos que fizer o alistamento somente poderá exercer, de forma facultativa, o direito de voto nas eleições deste ano se tiver completado 16 anos até a data do pleito (4 de outubro). 

Para evitar imprevistos, a recomendação do TRE Pernambuco é não deixar para a última hora. Se você precisa tirar o título, transferir o domicílio eleitoral, regularizar a situação ou atualizar dados cadastrais, é recomendado fazer antes da data limite, já que para os atendimentos é preciso fazer agendamento.

O Tribunal recomenda que o eleitor verifique se já possui biometria coletada, acessando o site. Caso tenha, o eleitor poderá resolver a maioria de suas pendências por meio da internet. Quem ainda não fez o cadastramento biométrico, pode agendar seu atendimento clicando aqui.

Para ser atendido, o eleitor deve apresentar:

Documento oficial com foto; certidão de nascimento ou de casamento;
Comprovante de residência recente;
Para homens que completam 19 anos em 2026, comprovante de quitação com o serviço militar.

Em caso de dúvidas ou dificuldades de agendamento, o eleitor pode procurar a atendente virtual Júlia no site do TRE-PE ou ligar para o Disque Eleitor, que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h, pelo telefone (81) 3194-9400.

 
]]></description>
				
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 16:00:00 -0300</pubDate>
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