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				<title><![CDATA[Nunes Marques e André Mendonça, ministros indicados por Bolsonaro, vão comandar TSE nas Eleições]]></title>
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				<description><![CDATA[A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, anunciou nesta quinta-feira, 9 de abril, que antecipará a sua saída do comando da Justiça Eleitoral.

Segundo a magistrada, na próxima terça-feira, 14 de abril, a Corte vai realizar a eleição que definirá os ministros Kassio Nunes Marques, como presidente, e André Mendonça, como vice, do tribunal.

A magistrada decidiu antecipar a votação e o processo de transição em razão das eleições deste ano, com o primeiro turno marcado para o dia 4 de outubro.

"Eu teria até o dia três de junho deste ano para honrosamente continuar presidente deste TSE. E, ao ministro Kassio Nunes Marques, sucessor natural da cadeira, e juntamente com o ministro André Mendonça, sobrariam pouco mais de 100 dias para o desempenho na direção das eleições até 4 de outubro de 2026", disse Cármen.

"Por isso, eu decidi que, ao invés de deixar para o último dia de mandato a sucessão na presidência deste tribunal, decidi (antecipar) o procedimento para a eleição dos novos dirigentes da Casa e o processo de transição para o equilíbrio e a calma aos que dirigirão a Justiça Eleitoral brasileira e conduzirão o processo de outubro de 2026", completou.

O TSE é formado por sete juízes: três integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF), dois membros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois juristas da classe dos advogados.

A presidência e vice do colegiado são ocupadas somente pelos ministros do Supremo. E, assim como ocorre no STF, os postos são ocupados de maneira rotativa.

Essa será a primeira vez que dois ministros indicados ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) - declarado inelegível até 2030 pelo TSE - estarão ao mesmo tempo no comando da Corte. Dias Toffoli passará a integrar o tribunal na terceira vaga destinada ao Supremo.

Como mostrou o Estadão, Nunes Marques deve assumir a presidência do TSE com a intenção de despolarizar o País.

O outro plano é enterrar de vez a desconfiança sobre as urnas eletrônicas. O magistrado leva vantagem nessa missão porque foi indicado pelo próprio Bolsonaro, o grande propagador das suspeitas em torno do sistema de votação. A palavra do ministro, portanto, teria peso extra para a direita.

Nunes Marques também quer dar mais publicidade a uma norma já em vigor que obriga a Justiça Eleitoral a publicar na internet o resultado da votação de cada urna no dia da eleição.

Com um celular em mãos, o eleitor pode comparar os dados enviados ao TSE com o boletim de urna afixado na porta de cada zona eleitoral após a eleição.

A intenção do ministro é reforçar a isenção política do TSE e deslocar as atenções para as propostas dos candidatos.
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 21:52:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Ministra Cármen Lúcia anuncia saída antecipada da presidência do TSE]]></title>
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				<description><![CDATA[A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, marcou para a próxima terça-feira, 14 de abril, a eleição que escolherá os novos presidente e vice-presidente do Tribunal.

O comunicado foi feito no final da sessão plenária desta quinta-feira, 9 de abril. A data da posse do sucessor, que comandará o TSE durante as Eleições 2026, será anunciada até o fim de maio. 

O anúncio inicia a transição de gestão. Pelo sistema de rodízio do Tribunal, a Presidência caberá ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Nunes Marques, atual vice-presidente do TSE. A Vice-Presidência deverá ser ocupada pelo ministro André Mendonça, também do STF.  

"Considerando que, em 3 de junho, sobrariam pouco mais de 100 dias [para o pleito] e tendo em vista o enorme trabalho que tenho a realizar no STF, decidi, em vez de deixar para o último dia, iniciar agora a eleição dos novos dirigentes", afirmou Cármen Lúcia.  

A antecipação funciona como marco inicial para o compartilhamento de dados e o planejamento logístico com os tribunais regionais eleitorais (TREs).

Transição e estabilidade 

A gestão da ministra Cármen Lúcia tem sido marcada pela celeridade processual, pelo combate à desinformação, pela valorização das mulheres na política e pelo combate integral à violência de gênero, entre outros pontos.  

A ministra tem reforçado a necessidade de uma transição "serena e técnica" para evitar rupturas no cronograma eleitoral. "Sempre pensei que a mudança de titularidade no TSE, quando ocorre de forma muito próxima [ao pleito], compromete a tranquilidade administrativa. É preciso agir sem atropelos e sem afobação", concluiu.  

Diretrizes

Embora a ministra Cármen Lúcia finalize o mandato na Presidência do TSE com as diretrizes para o pleito já consolidadas, caberá ao sucessor do cargo, com apoio do Colegiado, fiscalizar a aplicação prática das normas.

Em março, o TSE publicou as resoluções que regerão as próximas eleições, com foco contra o uso indevido da inteligência artificial (IA) nos conteúdos de caráter eleitoral.  

As regras das resoluções proíbem a disseminação de conteúdos sintéticos, como deepfakes. O conjunto de normas também reforça o combate à violência política de gênero e aprofunda ações afirmativas para comunidades tradicionais e quilombolas.

Tribunal Superior Eleitoral
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 16:19:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Pernambuco pode ter 1ª senadora quilombola da história com licença de Humberto Costa; confira]]></title>
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				<description><![CDATA[Os bastidores políticos de Pernambuco ganharam um novo e relevante fato nesta semana, que mistura estratégia eleitoral e um marco histórico de representatividade. O senador Humberto Costa (PT) está avaliando solicitar um pedido de licença do seu mandato no Senado Federal por um período de até quatro meses.

O afastamento, motivado por questões pessoais e pelo intenso calendário das Eleições 2026, foi confirmado pelo próprio parlamentar em entrevista ao Blog do Elielson.


“É uma questão que estou de fato avaliando. Preciso conversar com meu suplente e aliados para bater o martelo”, afirmou Costa.


A engenharia política para uma posse histórica

A licença de Humberto Costa abre uma brecha regimental que pode resultar em um feito inédito para o estado. Embora o primeiro suplente na linha sucessória seja o deputado federal Waldemar Oliveira (Avante), existe uma possibilidade real que a segunda suplente, Givânia Silva (PT), assuma a cadeira.

O ponto central dessa  reside na possibilidade de Waldemar Oliveira preferir continuarna Câmara dos Deputados. Como atual líder do Avante em Brasília, Oliveira ocupa uma função estratégica nas negociações do governo e do partido. Caso ele opte por permanecer no comando da bancada federal na Câmara para não perder o protagonismo nas articulações partidárias, a vaga no Senado passaria diretamente para a segunda suplente.

Quem é Givânia Silva: A voz do Sertão e dos Quilombos

Se a situação avançar, Pernambuco verá, pela primeira vez, uma mulher quilombola ocupando um gabinete no Senado Federal. Givânia Silva é uma figura proeminente na defesa dos direitos das comunidades tradicionais e traz um currículo de luta social:


	
	Origem: Natural da comunidade Conceição das Crioulas, em Salgueiro, no Sertão de Pernambuco.
	
	
	Trajetória Acadêmica e Social: Educadora e mestre em Políticas Públicas e Gestão da Educação (UnB). É uma das fundadoras da Conaq (Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas).
	
	
	Simbolismo: Sua presença no Congresso representaria uma fatia da população historicamente invisibilizada, trazendo as pautas do semiárido e das questões agrárias para o centro do debate nacional.
	


O "Efeito Dominó" nas bancadas

No Senado: Humberto Costa ganha liberdade de agenda para coordenar a campanha da chapa majoritária do PT e aliados em Pernambuco.

Na Câmara: Caso Waldemar Oliveira decidisse assumir o Senado, o suplente Marcelo Mota herdaria a vaga de deputado federal. No entanto, o foco político do PT e da militância de esquerda no estado está voltado para a ascensão de Givânia, dado o peso simbólico em um ano eleitoral.

Contudo, a expectativa é alta para que o Sertão quilombola ocupe, ainda que temporariamente, um dos postos mais altos da República, alterando a face da representação política pernambucana no Senado.
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 11:34:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Eleitor tem um mês para regularizar pendências e ficar apto a votar; saiba como]]></title>
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				<description><![CDATA[O cidadão que pretende tirar o título de eleitor pela primeira vez ou alterar o local de votação tem até o dia 6 de maio para regularizar suas pendências na Justiça Eleitoral.

O prazo também vale para quem precisa regularizar o título de eleitor a fim de votar nas eleições gerais de outubro, quando serão eleitos o presidente da República, o vice-presidente, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.

Para resolver as pendências, o eleitor pode procurar o cartório eleitoral mais próximo ou acessar o serviço eletrônico disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Primeiro título

De acordo com a Constituição, o voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos e facultativo para jovens entre 16 e 17 anos e idosos acima de 70 anos.

Após completar 15 anos, os jovens poderão solicitar a emissão do título de eleitor. Contudo, somente estará apto a votar quem tiver completado 16 anos na data da eleição.

Janela Eleitoral

Termina nesta sexta-feira (3) o prazo da chamada janela eleitoral, período em que os políticos que vão disputar as eleições podem mudar de partido e não serem punidos com a perda do mandato.

Desincompatibilização

Neste sábado (4), encerra-se o prazo para desincompatibilização de agentes públicos que vão participar das eleições. Governadores, prefeitos e ministros de Estado que pretendem se candidatar a outros cargos devem deixar suas funções.

A medida está prevista na Constituição e impede a utilização do cargo para obtenção de vantagens eleitorais.

Agência Brasil

Insegurança de eleitores

Levantamento divulgado no dia 21 de março,  mostra que grande parte dos brasileiros enfrenta sentimentos negativos ao pensar no Brasil.

A pesquisa Datafolha indica que insegurança, desânimo e medo do futuro aparecem entre as principais percepções da população às vésperas do período eleitoral. O estudo também aponta que esses sentimentos apresentam relação com a avaliação sobre o atual governo.

Os dados mostram que a insegurança se destaca como o sentimento mais citado pelos entrevistados. Ao todo, 69% afirmam se sentir inseguros ao pensar no Brasil. Em contrapartida, 29% dizem se sentir seguros.  Outros 2% não souberam responder. 
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 14:18:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[TSE tem maioria para condenar ex-governador do Rio Cláudio Castro à inelegibilidade até 2030]]></title>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria de votos para condenar o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, à inelegibilidade, por abuso de poder político e econômico na campanha à reeleição, em 2022.

Até o momento, o placar da votação está 4 votos a 1 pela condenação de Castro. O julgamento continua para tomada dos votos dos ministros André Mendonça e Cármen Lúcia, os últimos a serem proferidos. 

Na segunda (23), o ex-governador renunciou ao mandato e anunciou que é pré-candidato ao Senado nas eleições de outubro.

Contudo, os ministros analisam se Castro pode ficar inelegível até 2030 em caso de condenação no processo. 

O TSE julga recurso do Ministério Público Eleitoral (MPE) e da coligação do ex-deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ) para reverter a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) que, em maio de 2024, rejeitou a cassação do mandato e absolveu o ex-governador e os outros acusados.

O processo trata de supostas contratações irregulares na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Agência Brasil

Outro inelegível

O influenciador e ex-coach Pablo Marçal se filiar ao União Brasil em cerimônia em São Paulo no dia 6 de março.

Marçal que disputou o cargo de prefeito da capital paulista em 2024 foi declarado inelegível por oito anos, pela Justiça Eleitoral do Estado.

Marçal foi condenado à inelegibilidade em fevereiro de 2025 por vender apoio político na campanha de 2024. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele se ofereceu para gravar vídeos divulgando candidatos a vereador por R$ 5 mil.

Ao Estadão, Marçal afirmou que está convicto de que as ações serão revertidas na Justiça.

"Eu, enquanto jurista, tenho convicção nisso, não pensando como polo passivo, né? Mas, pelo fundamento das ações, de onde vêm as ações, acabou vindo de PSOL, de PT, de lugares que provocam essas distrações", diz o influenciador.
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 21:32:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[TCE-PE abre processo para apurar compra de veículos elétricos pela Prefeitura do Recife]]></title>
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				<description><![CDATA[O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) abriu, na última quarta-feira (17), um processo cautelar para apurar a compra de R$ 8,7 milhões em motos e bicicletas elétricas pela Prefeitura do Recife. As informações são do Blog de Manoel Medeiros. Segundo ele, a aquisição foi feita a uma microempresa cuja atividade principal é o comércio atacadista de cosméticos, localizada no Ceasa, na capital pernambucana. O relator do caso é o conselheiro Marcos Loreto, que tem dez dias para uma posição inicial.

De acordo com o Blog de Manoel Medeiros, o pedido de abertura do processo foi motivado por indícios de irregularidades e possível direcionamento em duas licitações, agravados pelo fato de que o prefeito João Campos (PSB) anunciou publicamente que os veículos já estavam sendo produzidos antes do fim das disputas públicas.

Microempresa e possíveis irregularidades

Segundo o Blog de Manoel Medeiros, a empresa responsável pelo fornecimento é a Bandeira Distribuidora de Alimentos e Cosméticos Ltda., que não possui site ou redes sociais e nunca havia realizado contratos com o poder público em Pernambuco. O capital social da empresa, de R$ 200 mil, representa menos de 3% do valor total do contrato, o que, segundo o jornalista, coloca em risco a exequibilidade contratual.

Ainda segundo ele, os atestados de capacidade técnica apresentados pela microempresa foram questionados por outras concorrentes, já que teriam sido emitidos por uma outra empresa do mesmo grupo empresarial. Além disso, Manoel Medeiros aponta que a comissão de licitação teria travado a participação de outras empresas que tentaram apresentar novos lances após a proposta da Bandeira Distribuidora.

Controvérsia sobre anúncio prévio da compra

Segundo o Blog de Manoel Medeiros, o caso ganhou repercussão quando o prefeito João Campos anunciou, durante discurso no Teatro Santa Isabel, no aniversário do Recife, a compra de “seiscentas bicicletas elétricas e quinhentas motos elétricas” e afirmou que os produtos já estavam sendo finalizados em fábrica na China. Conforme relatado, até aquele momento nenhum empenho havia sido registrado nas plataformas públicas da Prefeitura, e a licitação das motos elétricas ainda não havia terminado. Três empresas apresentaram recursos contra a habilitação da fornecedora, mas a comissão de licitação ainda não se posicionou, segundo Manoel Medeiros.

O TCE-PE e o Ministério Público de Contas agora analisam todos os documentos e procedimentos adotados, com objetivo de garantir a legalidade e transparência da contratação pública. Órgãos federais também foram acionados, pois parte do recurso empregado é proveniente do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
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				<category>Cotidiano</category>
				<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 16:06:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[TSE rejeita pedido do PL para investigar Lula por homenagem em desfile de escola de samba]]></title>
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				<description><![CDATA[O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Antonio Carlos Pereira, extinguiu nesta quinta-feira, 19 de março, ação apresentada pelo Partido Liberal (PL) contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O PL queria que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) investigasse se o desfile da Escola de Samba Acadêmico de Niterói em homenagem ao presidente cometeu abusos e violou regras.

O PL apresentou um pedido de "produção antecipada de prova" por meio do qual buscava identificar se o desfile "teria sido estruturado com financiamento público e com utilização da máquina administrativa convertendo-se em ato político eleitoral"

Para o ministro, a maior parte das provas que o PL desejava obter corresponde a dados públicos, cuja preservação é obrigatória, "não tendo sido demonstradas nos autos evidências concretas de risco de desaparecimento, modificação ou impossibilidade futura de produção da prova".

Ele afirmou ainda que o PL não apresentou prova concreta de que os órgãos responsáveis por essas informações se recusaram de fornecê-las ou omitiram dados.

"A bem da verdade, o que se observa é a pretensão de utilização do processo judicial para organizar e consolidar dados públicos dispersos, o que não caracteriza, propriamente, a necessidade de intervenção judicial", afirmou Pereira. "Noto que a pretensão do requerente revela, na verdade, a utilização do processo judicial como mecanismo exploratório de obtenção ampla e indiscriminada de informações", completou.

O desfile da Acadêmicos de Niterói foi explorado por diversos opositores do governo Lula. Além do PL, o partido Novo e o deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP) também apresentaram ações ao TSE apontando possíveis crimes eleitorais cometidos pelo presidente.

A principal acusação contra Lula é de que teriam sido usados recursos federais para financiar uma performance com o objetivo de enaltecê-lo em ano eleitoral.

O governo federal se defendeu das acusações dizendo que não houve ingerência na produção artística da escola de samba e que os recursos da Embratur, que compuseram o financiamento da Acadêmicos de Niterói neste ano, foram distribuídos igualmente entre todas as escolas do carnaval do Rio de Janeiro.

Estadão Conteúdo
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 18:45:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[PT aciona TSE contra vídeo do PL que liga governo Lula aos escândalos do INSS e do Banco Master]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/pt-aciona-tse-video-pl-que-liga-governo-lula-aos-escandalos/616917/</link>
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				<description><![CDATA[O Partido dos Trabalhadores (PT) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na última segunda-feira, 9, contra um vídeo publicado pelo Partido Liberal (PL) vinculando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e figuras do PT aos escândalos do Banco Master e as denúncias de desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A sigla definiu o material como um "vídeo leviano e de caráter eleitoreiro".

Segundo a representação protocolada pela Federação Brasil da Esperança, composta por PT, PV e PCdoB, o partido do ex-presidente Jair Bolsonaro "insinua que o presidente e membros de sua família são integrantes de uma quadrilha criminosa".

No vídeo publicado pelo PL, intitulado "A Grande Quadrilha", foram utilizadas imagens feitas com inteligência artificial (IA) para fazer uma sátira à série de comédia "A Grande Família", sugerindo que pessoas próximas do presidente Lula fazem parte de uma organização criminosa.

O material foi publicado no perfil oficial do partido no Instagram, no domingo, 8, mas foi retirado do ar.

A federação alega que o vídeo é uma propaganda eleitoral antecipada irregular e negativa. Pelas regras do TSE para propaganda eleitoral na internet, a propaganda antecipada negativa pode resultar em multa de R$ 5 mil a R$ 25 mil, ou valor equivalente ao custo da propaganda, se esse montante for maior.

Os advogados que representam a federação alegam que "o vídeo foi arquitetado unicamente com o objetivo de divulgar à população, de forma equivocada e leviana, suposto envolvimento ou chancela, principalmente do presidente da República, de fatos reprováveis da sociedade, como o desvio de valores oriundos de aposentadoria e benefícios sociais, o apoio a desvios financeiros e até a concordância com suposto envolvimento de familiares a ilícitos - o que não ocorreu e não é aprovado pelo chefe do Executivo Nacional."

Ainda segundo os advogados, "a divergência política é saudável e necessária dentro do regime democrático. Sem ela, não há alternância de Poder e, portanto, não há democracia. É necessário, portanto, existir um respeito mínimo ao adversário político, ao menos uma tolerância à coexistência pacífica, ou então a democracia não se estabelecerá".

O vídeo insinua ligações do presidente Lula com o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS", e com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

O material também sugere envolvimento nos escândalos da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, e de seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, além do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e dos ministros Sidônio Palmeira (Comunicação), Fernando Haddad (Fazenda) e Guilherme Boulos (Secretaria-Geral).

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 16:18:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Igreja Presbiteriana de Pinheiros pede orações pelo ministro André Mendonça]]></title>
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				<description><![CDATA[A Igreja Presbiteriana de Pinheiros, em São Paulo, publicou um pedido de orações pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que também atua como pastor na instituição religiosa. A postagem no Instagram, realizada neste domingo (8/3), escreveu: “Estamos em oração pela vida do Reverendo André Mendonça. Ore conosco!”

O post rapidamente recebeu grande engajamento, somando mais de 136 mil curtidas, entre elas a da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. A manifestação gerou repercussão nas redes e despertou atenção sobre o trabalho do ministro no STF.

André Mendonça é responsável por relatar processos de grande repercussão, incluindo casos envolvendo o Banco Master e o INSS, tornando sua atuação judicial foco de debates públicos e políticos.

Avaliação de segurança

Diante do cenário, a Polícia Judicial do STF procurou o gabinete do ministro para avaliar a necessidade e a viabilidade de estender o esquema de proteção à família de André Mendonça. O objetivo é garantir a segurança do magistrado e de seus familiares diante da visibilidade e sensibilidade de seus processos.

O episódio evidencia a interseção entre vida pública, segurança e engajamento social nas redes, além de reforçar a atenção das autoridades à proteção de membros do Judiciário em casos de alto impacto.





 


 

 



 




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STF avalia ampliar segurança para a família do ministro André Mendonça

A Polícia Judicial do Supremo Tribunal Federal (STF) consultou o gabinete do ministro André Mendonça para avaliar a necessidade e a viabilidade de estender o esquema de proteção do magistrado para sua família, incluindo esposa e filhos.

Atualmente, o esquema de segurança é focado exclusivamente no ministro, como ocorre com os demais integrantes da Corte. A nova proposta prevê que agentes acompanhem todos os deslocamentos de seus familiares, garantindo proteção integral.

Proteção reforçada para o ministro

Mendonça já utiliza colete à prova de balas em situações específicas, como durante pregações na Igreja Presbiteriana de Pinheiros, onde atua como pastor. A extensão do esquema de segurança visa oferecer maior blindagem diante de sua atuação em processos de grande repercussão no STF.
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				<category>Religião</category>
				<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 14:45:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Opinião | O samba foi só o começo: o que o episódio revela sobre 2026 - Por Hugo Arcoverde]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/opiniao-o-samba-foi-so-o-comeco-o-que-o-episodio-revela-sobre-2026/615613/</link>
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				<description><![CDATA[O desfile passou. A polêmica ficou. E, mais do que discutir se houve ou não propaganda antecipada, o episódio revela algo maior: a eleição de 2026 já começou  não formalmente, mas simbolicamente.

A decisão do Tribunal Superior Eleitoral de negar as liminares por ausência de pedido explícito de voto manteve a linha histórica de evitar censura prévia. Ao mesmo tempo, o alerta de que o indeferimento não é salvo-conduto mostra que o tribunal sabe que pisa em terreno sensível. A fronteira entre manifestação política legítima e propaganda antecipada nunca foi tão interpretativa.

Mas, politicamente, o efeito já foi produzido.

O episódio reforça uma estratégia que tende a dominar o cenário: campanhas sem cara de campanha. O marketing político contemporâneo não depende mais de comícios formais ou jingles oficiais. Ele trabalha com memória afetiva, símbolos, identidade cultural e ativação emocional. Quando um número, uma cor ou um refrão evocam um projeto político inteiro, o pedido explícito de voto se torna quase dispensável.

Isso muda o jogo.

O campo governista demonstra confiança ao ocupar espaços culturais e testar os limites da comunicação pré-eleitoral. A aposta parece clara: consolidar presença simbólica antes mesmo da formalização das candidaturas. Já a oposição tende a reagir em duas frentes  judicialização estratégica e narrativa de desigualdade institucional. Não é apenas uma disputa jurídica; é uma disputa de percepção pública.

O risco, no entanto, não está no samba. Está na imprevisibilidade.

Se cada caso depender excessivamente do contexto político do momento, instala-se a sensação de que a régua não é estável. E, em matéria eleitoral, previsibilidade é tão importante quanto liberdade. A democracia precisa de espaço para manifestação política, mas também precisa de critérios claros para evitar desequilíbrios reais.

O cenário aponta para uma pré-campanha permanente, em que cultura, redes sociais e eventos públicos funcionam como palcos de posicionamento estratégico. A Justiça Eleitoral será chamada, cada vez mais, a arbitrar situações que não se encaixam perfeitamente nas categorias tradicionais de propaganda.

O que está em disputa agora não é apenas 2026.

É o modelo de campanha que o país vai consolidar daqui para frente.

Se o tribunal firmar critérios consistentes, o sistema amadurece. Se as decisões parecerem casuísticas, o debate se intensifica e a polarização se alimenta.

O samba terminou na avenida.
Mas a narrativa política apenas começou.

Hugo Arcoverde | Estrategista Político.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 17:51:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE rejeita, por unanimidade, suspensão do desfile em homenagem a Lula na Sapucaí]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/tse-rejeita-suspensao-do-desfile-em-homenagem-lula-sapucai/615100/</link>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou, nesta quinta-feira, 12 de fevereiro, pedidos de liminar em duas representações por propaganda eleitoral antecipada apresentadas pelos partidos Novo e Missão que questionam o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Carnaval 2026, no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro. A decisão do Plenário foi unânime.

As representações sustentam que o samba-enredo que retrata a história do presidente Lula ultrapassa o caráter cultural e se transforma em peça de promoção política, equivalente a um pedido implícito de voto.

Os ministros acompanharam o entendimento da relatora, ministra Estela Aranha, que ressaltou que a legislação proíbe o pedido explícito de voto em circunstâncias que não encontram juízo de certeza nesta primeira análise do caso.

“Eventual ilícito, mesmo sob os contornos de abuso eleitoral, deve ser apurado posteriormente, de acordo com a legislação. Não se verifica, neste momento, elemento concreto de campanha eleitoral antecipada, nem circunstância que permita afirmar, de forma segura, a ocorrência de irregularidade”, afirmou.

Também enfatizou que a mera suspeita de “possível ilícito futuro” não pode interferir na dimensão de uma produção artística, sob pena de aniquilar a individualidade da potência humana criativa.

“A jurisprudência desta Corte Eleitoral é firme no sentido de que constitui censura judicial prévia a concessão de tutela inibitória genérica que vincule manifestações futuras e incertas a parâmetros abertos e imprecisos”, afirmou.

A ministra Estela Aranha disse que restringir previamente manifestações artísticas e culturais, apenas por conterem eventual conteúdo político, configura censura prévia e restrição desproporcional ao debate democrático.

Portanto, ela acrescentou, “não se verifica, neste momento, probabilidade do direito a justificar a concessão de liminar”, reiterando que eventuais ilícitos poderão ser apurados posteriormente, conforme o contexto fático.

Todos os ministros salientaram que a Justiça Eleitoral não está dando salvo-conduto para quem quer que seja por conta do indeferimento da liminar, destacando que o processo continua.

Nesse sentido, a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, foi enfática em seu voto.

“Não parece ser um cenário de areias claras de uma praia, parece mais areia movediça. Quem entra, entra sabendo que pode afundar”.

A presidente deixou claro que a decisão de hoje atingiu o indeferimento da liminar, mas que o processo continua, tanto que o Ministério Público já foi citado para se manifestar.

“O Estado Democrático de Direito significa aplicação do direito a todos. Igualmente, não pode ter um tratamento diferenciado nem nos termos da lei, nem nos termos da jurisprudência já aplicada por este Tribunal Superior Eleitoral”.

Tribunal Superior Eleitoral
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 19:46:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Feminicídio não se combate com propaganda, mas com punição exemplar]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/colunista/amisadai-andrade/feminicidio-nao-se-combate-com-propaganda-mas-com-punicao-exemplar/614536/</link>
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				<description><![CDATA[O Brasil convive há anos com números alarmantes de feminicídio. A cada novo caso, repetem-se discursos oficiais, campanhas publicitárias, slogans emocionais e vídeos institucionais amplamente divulgados nas redes sociais e na televisão. No entanto, enquanto o poder público investe em comunicação e ações de conscientização, o sistema de Justiça segue transmitindo uma mensagem perigosa à sociedade: matar ou tentar matar uma mulher pode não resultar em punição proporcional à gravidade do crime.

Penas brandas e sensação de impunidade

Não é raro encontrar casos de homens condenados por feminicídio que deixam o sistema prisional após três, quatro ou cinco anos de pena efetivamente cumprida. Em outros episódios, o agressor sequer aguarda julgamento preso, respondendo em liberdade mesmo diante de provas robustas, histórico de violência doméstica e risco concreto à vida da vítima.

Há ainda situações em que o crime não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agressor, como intervenção de terceiros ou socorro médico imediato, e, ainda assim, as medidas punitivas aplicadas são brandas, temporárias e frequentemente descumpridas sem consequências efetivas.

Esse cenário reforça a percepção de impunidade e compromete a confiança da população no sistema de Justiça.

Feminicídio não é falta de informação

Esse contexto evidencia uma verdade incômoda: o feminicídio não ocorre por falta de informação ou conscientização. O agressor sabe o que está fazendo. Ele conhece a gravidade do ato e, mesmo assim, aposta na fragilidade da legislação, nos benefícios penais, na progressão acelerada de regime e em um Judiciário sobrecarregado que, muitas vezes, relativiza a brutalidade da violência contra a mulher.

Quando um homem agride, ameaça ou mata uma mulher, ele não age por ignorância, mas por convicção de que poderá recuperar sua liberdade em pouco tempo.

Reincidência e falha estrutural do Estado

Em alguns casos, essa percepção se confirma de forma ainda mais trágica. Há agressores que, após cumprirem penas reduzidas, voltam a cometer o mesmo crime, destruindo novas vidas. O Estado falha não apenas com a vítima direta, mas com toda a sociedade, ao permitir que a violência se repita.

A reincidência escancara que o sistema punitivo atual não é suficientemente dissuasório.

Campanhas não substituem punição efetiva

Diante desse cenário, é legítimo questionar a eficácia de campanhas educativas isoladas. Vídeos institucionais, hashtags e peças publicitárias não intimidam quem já escolheu a violência como instrumento de poder e dominação. Nenhuma campanha é capaz de mudar a mentalidade de quem acredita, com base na realidade, que a lei é branda e que o custo do crime compensa.

O que precisa mudar no combate ao feminicídio


	O enfrentamento ao feminicídio no Brasil exige mudanças estruturais, incluindo:
	Aumento real das penas para feminicídio;
	Retirada de benefícios penais automáticos;
	Regras mais rígidas para progressão de regime;
	Prisão preventiva obrigatória em casos com indícios claros de risco à vítima;
	Tratamento mais rigoroso das tentativas de feminicídio e da violência doméstica.


Medidas cautelares simbólicas não protegem mulheres, apenas produzem estatísticas.

Responsabilidade dos Poderes

Quando Executivo, Legislativo e Judiciário se unem para lançar campanhas publicitárias, surge uma pergunta inevitável: por que essa mesma união não ocorre para endurecer a legislação e garantir punições mais severas? Se há consenso para discursos, deveria haver consenso para salvar vidas.

Conclusão: justiça firme salva vidas

Combater o feminicídio exige coragem política e institucional para enfrentar a impunidade. Enquanto o agressor não sentir o peso real da lei, nenhuma campanha será suficiente.

A vida das mulheres não pode continuar sendo tratada como peça de marketing institucional. Ela precisa ser defendida com leis duras, justiça firme e punição sem condescendência.

Por: Amisadai Andrade 
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				<category>Amisadai Andrade</category>
				<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 11:13:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PT pede que TSE proíba impulsionamento pago de conteúdos críticos a governos na pré-campanha]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/eleicoes/pt-tse-impulsionamento-pago-conteudos-criticos-governos/614525/</link>
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				<description><![CDATA[O Partido dos Trabalhadores (PT) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que barre das regras sobre propaganda eleitoral deste ano uma proposta que permitiria o impulsionamento pago de conteúdos que fazem críticas a governos durante o período pré-eleitoral.

Essa proposta consta numa resolução elaborada pela presidência da Corte, composta pela ministra Cármen Lúcia e pelo vice Kassio Nunes Marques, que deve pautar as audiências públicas convocadas para decidir sobre as novas regras eleitorais de 2026.

A legislação hoje em vigor proíbe impulsionamento pago de propaganda eleitoral negativa.

A resolução que o PT pede que seja barrada propõe que críticas ao governo, incluindo aquelas com impulsionamento pago, não caracterizem propaganda eleitoral antecipada negativa, desde que não façam referência às eleições.

"Não caracteriza propaganda eleitoral antecipada negativa a crítica ao desempenho da administração pública, realizada por pessoa natural, ainda que ocorra a contratação de impulsionamento, desde que ausentes elementos relacionados à disputa eleitoral", diz a minuta do TSE.

As audiências públicas para receber sugestões da sociedade civil que orientem a atuação da Justiça Eleitoral neste ano foram marcadas para os dias 3, 4 e 5 de fevereiro. As normas precisam ser aprovadas até 5 de março.

Ao todo, o PT enviou 12 sugestões que, segundo o partido, apontam "impactos negativos na disseminação de propaganda eleitoral pelos menos digitais".

Para a sigla, a regra trará "riscos relevantes que não podem ser admitidos pelo sistema jurídico-eleitoral" e afetarão majoritariamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"Toda crítica formulada por pré-candidato à gestão pública, nesse período, é inevitavelmente associada ao pleito vindouro; do contrário, sequer haveria razão para a regulamentação específica das práticas de pré-campanha", afirma o PT nas sugestões. É "artificial e insustentável", na visão do PT, "a tentativa de dissociar a pré-campanha da própria disputa eleitoral".

O PT argumenta que há uma contradição na resolução já que o TSE "libera o impulsionamento de críticas à administração pública", mas "veda a publicação de manifestações do governo em exercício durante a disputa eleitoral".

Outra sugestão enviada pelo partido à Justiça Eleitoral é que estenda a regra de remoção ou manutenção de conteúdos inverídicos ou descontextualizados nas redes sociais a publicações sobre candidatos, partidos e federações.

"Decisões já tomadas pelo colegiado do TSE sobre remoção ou manutenção de conteúdos devem valer de forma geral, não ficando restritas apenas a matérias que digam respeito às instituições eleitorais, quando o dano à normalidade e à lisura do pleito pode provir também de ataques sistemáticos, enganosos e descontextualizados contra os participantes do processo", afirmam.

A sigla pede ainda que a Justiça Eleitoral, em caso de veiculação de vídeos "hiper-realistas, áudios falsificados ou imagens manipuladas" por inteligência artificial, peça ao responsável pelo conteúdo a comprovação da veracidade do material publicado e não a quem denuncia o uso indevido da imagem.

O PT pede ainda "celeridade na atuação judicial para neutralizar os efeitos deletérios da desinformação digital, cujas repercussões são amplificadas exponencialmente em ambientes de alta velocidade comunicacional, como as redes sociais".

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Eleições</category>
				<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 09:36:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pastor da IEADPE alerta jovens cristãos: "Quem não vota deixa outros decidirem o futuro do Brasil"]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/religiao/pastor-da-ieadpe-alerta-jovens-cristaos-sobre-votar-nas-eleicoes/614484/</link>
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				<description><![CDATA[Com as eleições de 2026 se aproximando, o Pastor Isaac Silva, da Assembleia de Deus em Pernambuco, fez um chamado especial aos jovens cristãos para que não se omitam politicamente e assumam um papel ativo na transformação do país. Em vídeo divulgado recentemente, ele destacou que a participação no processo eleitoral é um dever e uma oportunidade de exercer influência sobre o futuro da nação.

O pastor iniciou sua mensagem lembrando que muitos jovens assistem passivamente às decisões que moldam o país. “Você não vai ser apenas um espectador, vendo outros decidirem quem vai governar seu estado ou seu país?”, questionou. Segundo ele, a postura de indiferença não combina com aqueles que têm compromisso com princípios cristãos e com a transformação do mundo ao seu redor.

Inspire-se em Daniel e Ester

Isaac Silva citou figuras bíblicas como Daniel e Ester, que atuaram em contextos políticos desafiadores, mas não se ometeram. “Eles foram lançados em um contexto político difícil, mas agiram como agentes de transformação. Você pode ser o Daniel e a Ester desta geração atual do Brasil”, afirmou.

O pastor enfatizou que o primeiro passo para participar efetivamente da vida política é tirar o título de eleitor, lembrando que o prazo final para solicitação é 6 de maio de 2026. O processo pode ser feito online no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tornando o acesso simples e rápido.

Como transformar sua fé em ação política

Além de obter o documento, o segundo passo, segundo Isaac Silva, é pesquisar e conhecer os candidatos. Ele reforçou a importância de analisar quem mais se aproxima dos princípios cristãos que o jovem valoriza, fazendo escolhas conscientes no dia da eleição, marcada para 6 de outubro de 2026.


“Não adianta apenas lamentar ou postar sua indignação nas redes sociais. A mudança real exige ação concreta. Com seu título em mãos e um voto consciente, você pode ajudar a mudar o rumo da nossa nação”, alertou.


O líder religioso destacou que a participação política é uma extensão do compromisso cristão com a sociedade e que os jovens têm papel crucial na construção de um país mais justo e alinhado aos valores que professam.
]]></description>
				
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				<category>Religião</category>
				<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 17:30:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Eleições 2026: TSE abre prazo para envio de sugestões para regras do pleito; saiba como contribuir]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/eleicoes-tse-abre-prazo-para-envio-de-sugestoes-para-regras/613281/</link>
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				<description><![CDATA[Começou na segunda-feira (19), o prazo para o envio de sugestões da sociedade destinadas ao aperfeiçoamento das resoluções que vão orientar as Eleições Gerais de 2026.

As contribuições deverão ser encaminhadas até as 23h59 do dia 30 de janeiro, exclusivamente por meio de formulário eletrônico disponibilizado no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).  

O TSE realizará, de 3 a 5 de fevereiro de 2026, audiências públicas sobre as minutas de resoluções das eleições deste ano.

O procedimento e o prazo de envio das contribuições aplicam-se a todas as pessoas físicas e jurídicas interessadas, inclusivea partidos políticos, entidades públicas e privadas, bem como associações profissionais e acadêmicas. 

As audiências ocorrerão em formato híbrido, com participação presencial e por videoconferência, e serão transmitidas ao vivo pelo canal oficial da Justiça Eleitoral no YouTube e pela TV Justiça. 

Cada audiência terá duração estimada de até duas horas, podendo esse tempo ser prorrogado, a critério do TSE. Não será exigido credenciamento prévio de profissionais de imprensa para a cobertura jornalística das audiências.  

A elaboração e a revisão das instruções normativasestão sob a coordenação dovice-presidente da Corte, ministro Nunes Marques, de acordo com a PortariaTSEnº 575/2025. 

Nos dias 3 e 4 de fevereiro, as audiências começam às 10h, e, no dia 5, a abertura está prevista para as 11h. Os encontros são organizados por eixos temáticos.  

No dia 3, os debates abordarão pesquisas eleitorais, auditoria e fiscalização, sistemas eleitorais e atos gerais do processo eleitoral. 

No dia 4, a pauta será dedicada ao registro de candidaturas, ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e à prestação de contas. 

Já no dia 5, serão discutidos assuntos relacionados à propaganda eleitoral, a representações e reclamações, a ilícitos eleitorais, ao transporte especial para eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida aos locais de votação e à consolidação das normas voltadas ao cidadão nas eleições. 

Manifestações orais 

Nomesmo formulário das sugestões, os interessados poderãosolicitaro uso da palavra duranteas audiências públicas que vão discutir as normas com a sociedade. Para os pedidos de manifestação oral, o prazo terminará às 23h59 do dia 27 de janeiro.   

O uso da palavra nas audiências será concedido a partir de critérios depertinência temáticadas contribuições apresentadas e daviabilidade do tempo disponível no evento. Se houver mais de uma inscrição de representantes do mesmo partido político, terá preferência o representante dodiretório nacional. 

As pessoas inscritas serão previamente identificadas e, quando convocadas, poderão se manifestar pelo prazode três a cinco minutos. 

A relação das inscrições deferidas será divulgada no Portal do TSE em29 de janeiro de 2026. 

Tribunal Superior Eleitoral
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 16:45:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Justiça vai usar robôs para apagar mentiras e notícias falsas nas eleições de 2026]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/curiosidades/justica-vai-usar-robos-para-apagar-mentiras-e-noticias-falsas-nas/612302/</link>
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				<description><![CDATA[As eleições de 2026 terão uma segurança nunca vista antes contra as mentiras espalhadas por aplicativos de celular. Em primeiro lugar, a Justiça Eleitoral brasileira começou a usar programas de computador muito avançados, chamados de robôs de auditoria, para vigiar as redes sociais e os grandes grupos de mensagens. De fato, o objetivo principal é evitar que boatos falsos mudem o voto das pessoas na última hora, garantindo que todo cidadão tenha acesso apenas ao que é verdade sobre os candidatos que estão na disputa.

Como funciona o sistema que caça as mentiras?

A nova tecnologia funciona de um jeito muito rápido e inteligente. Além disso, ela consegue analisar vídeos e áudios que circulam na internet de forma instantânea. O sistema descobre se a voz ou o rosto de um político foram criados por computador para dizer algo que ele nunca disse na vida real. Nesse sentido, dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que esse sistema pode dar um aviso sobre uma mentira em menos de cinco minutos. Isso ajuda a impedir que uma notícia falsa se espalhe para milhares de pessoas antes que alguém consiga desmentir.

Punições rápidas para quem espalha boatos criminosos

Quem for pego criando ou ajudando a espalhar notícias falsas para prejudicar um adversário terá problemas graves com a lei. Dessa forma, a justiça tem o poder de derrubar perfis e tirar sites inteiros do ar em poucos instantes durante o período eleitoral. Conforme as novas regras da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), as empresas que oferecem internet no Brasil devem colaborar imediatamente para apagar conteúdos que o tribunal considerar perigosos. De acordo com informações da agência Reuters, essa é a forma mais eficaz de proteger o direito do eleitor de não ser enganado por montagens de vídeo.

O papel de cada cidadão na hora de compartilhar

Mesmo com toda essa tecnologia poderosa, o cuidado de quem usa o celular continua sendo a peça mais importante. Portanto, a orientação para todos os brasileiros em dois mil e vinte e seis é sempre desconfiar de notícias que parecem absurdas, que causam muito medo ou que pedem compartilhamento urgente para todos os contatos. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), a melhor arma contra a mentira ainda é a educação digital. Antes de passar qualquer informação para frente, procure saber se aquela notícia saiu em canais oficiais do governo ou em jornais conhecidos que você já confia há muito tempo.
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				<category>Curiosidades</category>
				<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 18:31:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Quem é Coronel Tadeu, suplente que deve assumir a vaga de Carla Zambelli na Câmara]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/suplente-de-carla-zambelli-na-camara/610661/</link>
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				<description><![CDATA[O Coronel Tadeu, militar da reserva da Polícia Militar de São Paulo, volta ao centro das atenções após o ministro Alexandre de Moraes determinar que a Câmara dos Deputados dê posse ao suplente na vaga de Carla Zambelli. Ex-deputado federal, ele deve reassumir o cargo e retomar atuação no Congresso Nacional depois de ter ficado como primeiro suplente da sigla nas eleições de 2022.

Tadeu é conhecido por sua trajetória de mais de três décadas na Polícia Militar, onde comandou unidades operacionais e participou de ações estratégicas em segurança pública. Sua atuação na corporação construiu a base da imagem que ele levaria à política: a de defensor do endurecimento penal, da valorização das forças policiais e do combate ao crime organizado.

Ele ingressou na vida pública em 2018, quando foi eleito deputado federal por São Paulo surfando na onda conservadora que marcou aquele pleito. No Congresso, integrou comissões relacionadas à segurança, como a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, e se destacou por discursos firmes em defesa da categoria policial.

Atuação no Congresso e alinhamento político

Durante seu primeiro mandato, Coronel Tadeu adotou pautas alinhadas ao campo conservador, com forte presença nas redes sociais e bases eleitorais voltadas especialmente a agentes de segurança. Ele apresentou projetos voltados ao aumento de penas, proteção jurídica para policiais e combate ao tráfico de drogas.

Tadeu também se posicionou como aliado frequente do ex-presidente Jair Bolsonaro, participando de atos, debates e mobilizações do campo político conservador entre 2019 e 2022. Ele se tornou um nome ativo no debate público sobre segurança, frequentemente criticando modelos considerados "lenientes" e defendendo políticas mais rígidas.

Apesar do alinhamento ideológico, Tadeu preservou certa autonomia em votações específicas, o que o ajudou a se manter próximo de diversos grupos de direita no Congresso. Esse perfil contribuiu para que ele ficasse como primeiro suplente, posição que agora o coloca novamente na Câmara.

Por que ele deve assumir a vaga de Zambelli

O retorno de Coronel Tadeu ocorre após decisão de Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que ordenou à Câmara a posse imediata do suplente de Carla Zambelli. A medida veio no contexto das ações e decisões envolvendo o mandato da deputada.

Com a saída de Zambelli, o primeiro suplente da legenda é convocado, e Tadeu deve reassumir o mandato exercido na legislatura anterior, mantendo sua base eleitoral em São Paulo.

O que esperar da atuação de Tadeu na Câmara

Caso reassuma o cargo, a expectativa é que Coronel Tadeu retome sua agenda voltada à segurança pública, fortalecendo temas ligados à proteção policial, discussão sobre legislação penal e posicionamentos conservadores.

O retorno também recoloca um nome experiente dentro da bancada da segurança, grupo que costuma influenciar pautas importantes no Congresso. Com presença ativa nas redes, ele deve se reposicionar rapidamente entre os parlamentares mais vocalizados do campo da direita.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 00:01:00 -0300</pubDate>
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