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				<title><![CDATA[Lula e Flávio Bolsonaro lideram rejeição com 55% cada, aponta Quaest]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) são os candidatos à Presidência com maior rejeição, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 14. Para cada um deles, 55% dos eleitores afirmam que não votariam de jeito nenhum.

A rejeição de Lula oscilou de 53% para 55% em relação ao levantamento da semana passada, dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais. Flávio manteve os 55% registrados nas duas rodadas anteriores.

O porcentual dos que dizem que poderiam votar no presidente passou de 44% para 45%. No caso de Flávio, o potencial de voto foi de 40% para 43%, enquanto o desconhecimento recuou de 5% para 2%. Lula é conhecido por todos os entrevistados.

Ronaldo Caiado (PSD) tem rejeição de 42%, seguido por Romeu Zema (Novo), com 40%; Renan Santos (Missão), com 30%; e Augusto Cury (Avante), com 26%.

Entre os eleitores que se identificam como independentes, Lula e Flávio também empatam em rejeição, com 63% cada. Nesse grupo, 37% dizem que poderiam votar no petista e 33%, no senador.

No recorte religioso, a rejeição de Lula é de 69% entre os evangélicos e de 47% entre os católicos. Flávio é rejeitado por 44% dos evangélicos e 59% dos católicos.

Regionalmente, 63% dos eleitores do Sul e 60% dos do Sudeste afirmam que não votariam em Lula. No Nordeste, o índice é de 40% A rejeição de Flávio é de 60% no Nordeste, 54% no Centro-Oeste e no Norte, analisados conjuntamente, 53% no Sudeste e 49% no Sul.

Contratada pela TV Globo e pelo jornal O Globo, a pesquisa ouviu presencialmente 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03607/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 11:52:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Eleições 2026: governo Lula tem aprovação de 43%, aponta pesquisa Quaest]]></title>
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				<description><![CDATA[A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) permaneceu em 43%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 14. A desaprovação é de 50%, uma diferença de sete pontos porcentuais em relação à aprovação.

O porcentual dos que aprovam o governo é o mesmo do levantamento divulgado em 7 de setembro. Nas rodadas de 2 de setembro e 14 de agosto, o índice era de 45% e 46%, respectivamente.

Em outra pergunta, sobre a avaliação do governo, 38% dos entrevistados classificam a gestão negativamente, enquanto 32% a avaliam positivamente. Outros 27% consideram o governo regular e 3% não souberam ou não responderam.

Contratada pela TV Globo e pelo jornal O Globo, a pesquisa ouviu presencialmente 2.004 eleitores entre 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03607/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 11:32:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 42% e Lula 40% em cenário de 2º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-quaest-flavio-bolsonaro-tem-42-e-lula-40-em-cenario-de-2o/632073/</link>
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				<description><![CDATA[O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma simulação de segundo turno pela primeira vez durante a campanha, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 14. Flávio tem 42% das intenções de voto, enquanto Lula registra 40%. Os dois permanecem tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

Em relação ao levantamento da semana passada, quando ambos tinham 41%, Flávio oscilou um ponto porcentual para cima e Lula, um ponto para baixo. As duas variações estão dentro da margem de erro.

A sequência de pesquisas do instituto mostra uma redução da vantagem que o petista mantinha sobre o adversário. Em 26 de julho, Lula tinha 45%, ante 37% de Flávio, uma diferença de oito pontos porcentuais. No levantamento que antecedeu o empate numérico da semana passada, o presidente aparecia com 42%, contra 41% do senador.

Contratada pelo jornal O Globo e pela TV Globo, a pesquisa ouviu presencialmente 2.004 eleitores entre 10 e 13 de setembro. O nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03607/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 11:19:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Quaest: Lula tem 36% e Flávio Bolsonaro 31% em eventual primeiro turno das eleições de 2026]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-quaest-lula-tem-36-e-flavio-bolsonaro-31-em-eventual/632072/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 36% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 31%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 14. O petista manteve o porcentual da semana passada, e Flávio oscilou dois pontos porcentuais para cima, dentro da margem de erro. A distância entre os dois passou de sete para cinco pontos

O psiquiatra Augusto Cury (Avante) oscilou de 8% para 7% e permanece na terceira posição. Ele acumula duas quedas numéricas consecutivas desde que atingiu 10% no início de setembro.

O influenciador Renan Santos (Missão) e o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado passaram de 3% para 4% cada. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) oscilou de 2% para 1%. Todas essas variações em relação ao levantamento anterior estão dentro da margem de erro.

Na simulação de segundo turno, Flávio aparece com 42%, ante 40% de Lula, mantendo o empate técnico. Na semana passada, ambos tinham 41%.

Contratada pelo jornal O Globo e pela TV Globo, a pesquisa ouviu presencialmente 2.004 eleitores entre 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03607/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 11:08:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: aprovação do governo Lula chega a 47% entre eleitores brasileiros]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-aprovacao-do-governo-lula-chega-a-47-entre/632061/</link>
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				<description><![CDATA[Uma nova rodada da pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta segunda-feira, 14 de setembro, aponta que 47% dos eleitores brasileiros aprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente do governo federal.

O levantamento também mostra que 49% dos entrevistados desaprovam a gestão do presidente. Outros 4% disseram não saber ou preferiram não responder à pergunta.

Segundo os dados da pesquisa, os índices apresentam estabilidade quando comparados à série histórica do levantamento. As variações registradas desde março, período em que foi realizada a primeira rodada, permanecem dentro da margem de erro.

Na comparação com a rodada divulgada na última semana, a desaprovação do governo oscilou um ponto percentual para baixo. Já o índice de aprovação apresentou variação de dois pontos percentuais para cima. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Maioria avalia governo Lula como ruim ou péssimo

Além de questionar os entrevistados sobre a aprovação ou desaprovação do governo, a pesquisa Nexus também perguntou como os eleitores avaliam a gestão de Lula.

De acordo com o levantamento, 44% consideram o governo ruim ou péssimo. Outros 37% avaliam a administração como boa ou ótima.

Já 18% dos entrevistados classificam o governo como regular, enquanto 1% não soube responder ou preferiu não se posicionar.

Os dados mostram diferenças entre os dois indicadores analisados pela pesquisa. Enquanto a pergunta sobre aprovação aponta 47% de aprovação à gestão do presidente, a avaliação do governo registra 37% de respostas entre as classificações boa e ótima.

Da mesma forma, 49% afirmaram desaprovar o trabalho de Lula à frente do governo federal, enquanto 44% classificaram a administração como ruim ou péssima.

A pesquisa faz parte de uma nova rodada do levantamento Nexus/BTG sobre o cenário político brasileiro e também reúne dados sobre a disputa eleitoral de 2026.

Da pesquisa

A pesquisa Nexus entrevistou 2.003 eleitores entre os dias 11 e 13 de setembro, por meio de entrevistas realizadas por telefone. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo Banco BTG Pactual e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04076/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 08:34:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus mostra empate técnico entre Lula e Flávio, 47% a 46%, e Cury, 45% a 42%, no 2º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-mostra-empate-tecnico-entre-lula-e-flavio-47-a/632060/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta segunda-feira, 14 de setembro, aponta empate técnico do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em eventuais cenários de segundo turno das eleições presidenciais de 2026 contra o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o escritor Augusto Cury (Avante).

A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa ouviu 2.003 eleitores entre os dias 11 e 13 de setembro, por meio de entrevistas realizadas por telefone.

No cenário contra Flávio Bolsonaro, Lula aparece numericamente à frente, com 47% das intenções de voto, enquanto o senador soma 46%. A diferença de um ponto percentual, no entanto, está dentro da margem de erro.

Entre os entrevistados, 6% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois candidatos. Outros 1% disseram não saber ou não responderam.

Já em uma eventual disputa entre Lula e Augusto Cury, o presidente registra 45%, enquanto o escritor aparece com 42%. A diferença de três pontos também configura empate técnico, considerando a margem de erro da pesquisa.

Nesse cenário, 11% dos entrevistados disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos nomes. Outros 2% não souberam responder ou preferiram não responder.

Lula tem vantagem sobre Caiado, Renan Santos e Zema

Além dos cenários em que há empate técnico, a pesquisa Nexus/BTG também simulou disputas de segundo turno entre Lula e outros possíveis candidatos à Presidência.

Contra Ronaldo Caiado, Lula aparece com 47%, enquanto o ex-governador registra 41% das intenções de voto. Neste cenário, 11% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, enquanto 1% não soube responder ou não respondeu.

Em uma eventual disputa contra Renan Santos, coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL), Lula soma 48%, ante 37% do candidato. Os que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois representam 14% dos entrevistados. Outros 1% não sabem ou não responderam.

O presidente também aparece à frente de Romeu Zema (Novo). Na simulação, Lula tem 49%, enquanto o ex-governador de Minas Gerais soma 38% das intenções de voto.

Nesse cenário, 11% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos nomes. Outros 1% não souberam responder ou não responderam.

Os números indicam que, entre os cenários apresentados pela pesquisa, as disputas mais acirradas para Lula são contra Flávio Bolsonaro e Augusto Cury, ambas dentro da margem de erro do levantamento.

Pesquisa ouviu 2.003 eleitores

A pesquisa Nexus entrevistou 2.003 eleitores entre os dias 11 e 13 de setembro, por meio de entrevistas por telefone. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelo Banco BTG Pactual e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04076/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 08:20:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Lula tem 40% e Flávio Bolsonaro 36% em cenário para Presidência no 1º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-lula-tem-40-e-flavio-bolsonaro-36-em-cenario/632058/</link>
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				<description><![CDATA[Uma pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta segunda-feira, 14 de setembro, aponta o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança em um cenário simulado para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026. Lula aparece com 40% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) soma 36%.

De acordo com o levantamento, a diferença entre os dois candidatos coloca o presidente à frente de Flávio Bolsonaro fora da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O cenário apresentado pela pesquisa inclui o ex-candidato Pablo Marçal (PRTB). Nele, o Escritor Augusto Cury (Avante) aparece com 7% das intenções de voto.

Na sequência, Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) registram 4% cada. Pablo Marçal soma 2%, enquanto Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) aparecem com 1% cada.

Veterinário Wilson Grassi (Democrata), Rui Costa Pimenta (PCO), Clariana Barão (DC), Hertz Dias (PSTU) e Edmilson Costa (PCB) não pontuaram nesta rodada. Entre os entrevistados, 3% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos. Outros 2% não souberam responder ou não responderam.

Lula amplia vantagem em cenário sem Pablo Marçal

A Nexus/BTG também apresentou um segundo cenário para o primeiro turno das eleições de 2026, desta vez sem a presença de Pablo Marçal na disputa. Nesta simulação, Lula registra 42% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 37%. Assim como no primeiro cenário, a liderança do presidente também fica fora da margem de erro da pesquisa.

Augusto Cury aparece com 6%, seguido por Ronaldo Caiado, que soma 5%. Renan Santos registra 2% das intenções de voto. Romeu Zema e Samara Martins aparecem com 1% cada. Rui Costa Pimenta, Hertz Dias, Edmilson Costa, Wilson Grassi e Clariana Barão não pontuaram no cenário sem Pablo Marçal.

Neste segundo levantamento, 4% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos. Outros 2% disseram não saber ou preferiram não responder.

Os dois cenários indicam uma disputa concentrada entre Lula e Flávio Bolsonaro. A diferença entre os candidatos, segundo os dados divulgados, aumenta de quatro para cinco pontos percentuais quando Pablo Marçal não é incluído na simulação.

Pesquisa ouviu mais de 2 mil eleitores

A pesquisa Nexus entrevistou 2.003 eleitores entre os dias 11 e 13 de setembro, por meio de entrevistas realizadas por telefone. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelo Banco BTG Pactual e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04076/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 07:44:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE rejeita candidatura de Pablo Marçal pelo PRTB à Presidência; inelegível até 2032]]></title>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, na sexta-feira, 11 de setembro, negar o registro da candidatura de Pablo Marçal (PRTB) à Presidência da República.

A análise ocorreu no plenário virtual da Corte. Relatora do processo, a ministra Estela Aranha votou pelo indeferimento do registro em razão da inelegibilidade de Marçal. O entendimento foi acompanhado por todos os demais ministros.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) também se manifestou pela rejeição do pedido de registro apresentado pelo PRTB. A legenda protocolou a candidatura do empresário e influenciador após uma decisão da Justiça Eleitoral autorizar sua filiação ao partido.

Atualmente, Pablo Marçal está inelegível até 2032. A restrição decorre de decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), que rejeitou, por unanimidade, os embargos de declaração apresentados por sua defesa e manteve a condenação por uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha eleitoral de 2024. Com isso, foi preservada a pena de inelegibilidade por oito anos.

Além da inelegibilidade, o MPE sustentou que a candidatura não atende aos requisitos legais relativos à comprovação da filiação partidária dentro do prazo estabelecido pela legislação eleitoral. Segundo o órgão, em abril, data-limite para que candidatos estivessem filiados a um partido com vistas à disputa das eleições de outubro, Pablo Marçal ainda integrava os quadros do União Brasil.

O parecer do Ministério Público destaca:


Incontroverso, pois, que pesquisas em diversas fontes abertas na internet apontam, de modo convergente, que o impugnado Pablo Marçal (dentro do prazo fixado em lei para filiação partidária com o objetivo de concorrer ao cargo de Presidente da República apresentava-se publicamente como membro filiado ao partido União Brasil”.


O MPE também solicitou ao TSE a concessão de uma decisão provisória para impedir que Pablo Marçal tenha acesso aos recursos públicos destinados à campanha eleitoral.

O pedido inclui ainda a proibição de participação na propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, bem como a vedação da realização dos demais atos de propaganda eleitoral.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 12 Sep 2026 08:28:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Eleições 2026: Candidatos e partidos têm até domingo (13) para enviar prestação parcial de contas]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/eleicoes-2026-prestacao-contas-domingo-13/631945/</link>
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				<description><![CDATA[Candidatas, candidatos e partidos políticos têm até o próximo domingo, 13 de setembro, para enviar à Justiça Eleitoral a prestação parcial de contas das campanhas das Eleições 2026.

O prazo está em andamento desde quarta-feira (9), e as informações devem ser encaminhadas pelo Conta+JE, novo sistema de prestação de contas eleitorais.

Nesta etapa, devem ser informados a movimentação financeira e os recursos estimáveis em dinheiro recebidos ou utilizados desde o início da campanha até 8 de setembro. 

No Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), a Comissão de Exame de Contas Eleitorais (Coece) está com horário de atendimento ampliado para orientar candidatas, candidatos, partidos políticos e zonas eleitorais durante o período de prestação de contas.

O atendimento acontece das 8h às 17h, nos dias úteis e, das 13h às 18h, nos finais de semana e feriados.

Conta+JE

O Conta+JE foi desenvolvido pela Justiça Eleitoral para simplificar e digitalizar o processo de prestação de contas.

Com o novo sistema, não é mais necessário entregar mídias físicas à Justiça Eleitoral.

A ferramenta também é integrada a outros sistemas e bases de dados, como o Sistema de Gerenciamento de Informações Partidárias (SGIP), o sistema Candidaturas (Cand) e a Receita Federal.

A integração permite o preenchimento automático de informações relacionadas a partidos, candidaturas, doadores e fornecedores, reduzindo a necessidade de inserção manual de dados.

Consulta pública

As prestações de contas apresentadas por candidatas, candidatos e partidos podem ser consultadas por qualquer pessoa no portal Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais (DivulgaCandContas).

A plataforma permite acompanhar as receitas e despesas das campanhas, além de outras informações relacionadas às candidaturas.

Também estão disponíveis dados como atas de convenções partidárias, pedidos de registro de candidatura e propostas de governo.

O acesso público às informações permite acompanhar a movimentação financeira das campanhas e contribui para a transparência do processo eleitoral.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 15:39:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Relatora do TSE vota contra candidatura de Pablo Marçal à Presidência]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/relatora-do-tse-vota-contra-candidatura-de-pablo-marcal-a-presidencia/631918/</link>
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				<description><![CDATA[A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), votou para indeferir o registro de candidatura de Pablo Marçal (PRTB) à Presidência da República.

O pedido de registro do influenciador é avaliado pelos sete ministros da Corte Eleitoral no plenário virtual.

O prazo para que os demais magistrados votem termina nesta sexta-feira, 11 de setembro. Restam os votos dos ministros André Mendonça, Dias Toffoli, Kassio Nunes Marques, Antônio Carlos Ferreira, Floriano Marques e Villas Bôas Cueva.

Marçal está inelegível, mas registrou a candidatura com base em uma liminar em que apresentou uma filiação ao PRTB retroativa a abril deste ano. Até então, ele estava filiado ao União Brasil. O pedido do influenciador para concorrer à Presidência foi impugnado pelo Ministério Público Eleitoral.

Marçal foi condenado à inelegibilidade três vezes, mas recorreu e conseguiu reverter duas condenações. A pena que segue em vigor decorre da promoção de um "campeonato de cortes" entre seus apoiadores durante as eleições municipais em São Paulo em 2024.

O influenciador oferecia compensações em dinheiro a quem produzisse vídeos que o promovessem. A Justiça Eleitoral entendeu ter havido uso indevido dos meios de comunicação.

Marçal também recorreu da condenação pelo "campeonato de cortes" e, dos quatro crimes pelos quais havia sido condenado na primeira instância, obteve o afastamento de duas imputações, mas a inelegibilidade foi mantida. Ainda cabe recurso da condenação ao TSE.

Ao pedir o indeferimento do registro, o MP Eleitoral alegou que, além de não estar apto a concorrer por cumprir pena de inelegibilidade, a filiação ao PRTB apresentada por Marçal não é válida.

Em 2024, o ex-coach concorreu à Prefeitura de São Paulo pelo PRTB. Em abril deste ano, deixou a sigla rumo ao União Brasil. Por meio de uma liminar concedida às vésperas do fim do prazo para o registro de candidatos, o influenciador sustentou ainda estar filiado à antiga legenda.

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 12:14:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE abre investigação sobre suposto abuso de poder econômico em ato de Flávio Bolsonaro em Barretos]]></title>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou o prosseguimento de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República, e Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, candidato a vice-presidente, por suposto abuso de poder econômico durante a 71ª Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, em São Paulo.

A decisão considera que os fatos apresentados pela Coligação Brasil Pronto pra Mais, de Lula e Geraldo Alckmin, podem, em tese, configurar irregularidade eleitoral e, por isso, devem ser apurados.

O Estadão solicitou à campanha de Flávio e Gaspar uma manifestação sobre o tema. O espaço está aberto para o posicionamento.

A ação questiona a participação de Flávio no evento realizado em 22 de agosto. Segundo a coligação, o candidato teria utilizado o palco principal de shows, cuja estrutura seria custeada por empresas privadas, para fazer um discurso de caráter eleitoral diante de um público estimado em 60 mil pessoas.

A representação afirma ainda que Flávio foi apresentado à plateia após ser chamado pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e pelo locutor contratado para conduzir o evento.

Coligação liderada por Lula aponta possível financiamento indireto

Na ação, a coligação liderada por Lula sustenta que a utilização do palco, da estrutura técnica e da audiência do festival teria representado uma forma indireta de financiamento empresarial da campanha.

O argumento é de que os candidatos teriam recebido uma estrutura de grande alcance sem uma contrapartida financeira equivalente, o que seria vedado pela legislação eleitoral.

A representação também questiona o fato de o discurso ter ocorrido em um estádio, apontado pela parte autora como bem de uso comum, e sustenta que a exposição alcançada no evento foi ampliada posteriormente pela repercussão nas redes sociais e na imprensa.

A coligação pediu a produção de provas, incluindo vídeos, contratos de patrocínio, comprovantes de despesas e informações sobre o impacto digital das publicações relacionadas ao episódio.

TSE considera ação apta a prosseguir

Ao analisar a admissibilidade da ação, a Corregedoria-Geral Eleitoral entendeu que a petição apresenta fatos determinados, com indicação de data, local e possível benefício eleitoral obtido pelos investigados.

A decisão destaca que a representação foi acompanhada de registros audiovisuais dos discursos, notícias sobre o episódio, informações sobre os patrocinadores do festival e indicação de testemunha.

O tribunal ressaltou, porém, que a análise nesta etapa é apenas de admissibilidade. A decisão sobre a produção das demais provas será tomada depois que os investigados apresentarem suas defesas, quando estará delimitado o conjunto de questões que ainda precisam ser esclarecidas.

Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar foram citados e terão cinco dias para apresentar defesa. Depois disso, o processo volta para análise da Corregedoria-Geral Eleitoral.

A coligação liderada por Lula pede, ao final, que, caso seja comprovado o abuso de poder econômico e reconhecida a gravidade exigida pela legislação, sejam cassados os registros de candidatura dos dois e declarada a inelegibilidade por oito anos

Estadão Conteúdo
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 21:53:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE veta propaganda eleitoral em carros de aplicativo e pedidos de voto durante viagens; confira como denunciar ]]></title>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que motoristas que trabalham com aplicativos de transporte, como Uber, 99 e outras plataformas, não podem utilizar os veículos para divulgar propaganda eleitoral durante as eleições de 2026. A proibição vale para adesivos, cartazes ou qualquer outro tipo de material de campanha colocado nos vidros, portas ou demais partes dos automóveis.

De acordo com o TSE, embora os carros pertençam aos motoristas, a legislação eleitoral os enquadram como bens de uso comum quando utilizados para o transporte de passageiros por aplicativos. Por isso, não podem ser transformados em espaços de divulgação política. A mesma regra é aplicada aos táxis, que também estão sujeitos a restrições por serem serviços vinculados a concessões públicas.

A vedação não se limita apenas à publicidade física. Motoristas também não podem fazer campanha dentro do veículo, como pedir votos aos passageiros ou utilizar a viagem para promover determinado candidato.

Para o TSE, bens de uso comum são espaços aos quais a população em geral tem acesso, mesmo quando pertencem à iniciativa privada A classificação inclui, por exemplo, cinemas, clubes, lojas, centros comerciais, templos religiosos, ginásios, estádios, clínicas e hospitais.

Como denunciar

Caso um eleitor identifique um carro de aplicativo circulando com propaganda eleitoral, pode registrar a situação por meio de uma fotografia. Também é recomendável guardar um print da tela do aplicativo que permita identificar o veículo cadastrado.

As informações podem ser encaminhadas à Justiça Eleitoral pelo aplicativo Pardal, ferramenta destinada ao recebimento de denúncias de possíveis irregularidades durante o período eleitoral. A plataforma já está disponível para celulares e tablets desde o dia 16 de agosto.

O responsável pela propaganda irregular poderá ser notificado pela Justiça Eleitoral para retirar o material no prazo de 48 horas. Caso a determinação não seja cumprida, poderá ser aplicada uma multa.

Estadão Conteúdo
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				<category>Eleições</category>
				<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 11:55:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Flávio Bolsonaro tem 50% de rejeição e Lula, 49% na disputa presidencial, aponta BTG/Nexus]]></title>
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				<description><![CDATA[O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lideram os índices de rejeição entre os nomes testados na disputa pela Presidência da República, segundo nova rodada da pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta terça-feira, 8 de setembro.

De acordo com o levantamento, 50% dos eleitores afirmaram que não votariam em Flávio Bolsonaro de jeito nenhum. Outros 26% disseram que o senador é o único candidato em quem votariam, enquanto 21% afirmaram que poderiam votar nele, mas também considerariam outros nomes.

Entre os entrevistados, 2% disseram não conhecer Flávio Bolsonaro e 1% não soube responder ou não respondeu. O presidente Lula aparece logo em seguida, com 49% dos eleitores afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Outros 35% disseram que o petista é o único candidato em quem votariam, enquanto 12% afirmaram que poderiam escolher Lula, mas também votariam em outro nome.

Ainda segundo a pesquisa, 2% dos entrevistados disseram não conhecer o presidente e 1% não soube ou não respondeu.

Flávio e Lula lideram rejeição

O levantamento também mediu o potencial de voto e a rejeição de outros nomes que aparecem na disputa presidencial, como o escritor Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão).

Entre os candidatos avaliados, Flávio Bolsonaro e Lula foram os que registraram os maiores percentuais de eleitores que afirmaram não votar neles em nenhuma hipótese.

Os dados de rejeição são divulgados no mesmo levantamento que mostrou Flávio Bolsonaro com 46% das intenções de voto contra 45% de Lula em uma eventual disputa de segundo turno. Apesar da vantagem numérica do senador, os dois aparecem tecnicamente empatados dentro da margem de erro.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa Nexus entrevistou 2.002 eleitores, por telefone, entre os dias 4 e 7 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelo Banco BTG Pactual e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06790/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 08:41:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Flávio Bolsonaro tem 46% contra 45% de Lula em eventual 2º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-flavio-bolsonaro-tem-46-contra-45-de-lula-em/631668/</link>
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				<description><![CDATA[O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ultrapassou numericamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas intenções de voto para o segundo turno das eleições presidenciais, de acordo com pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta terça-feira, 8. Os dois, porém, continuam empatados tecnicamente dentro da margem de erro da mostra, que é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro registrou 46% contra 45% do petista.

Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 8%. Já os eleitores que afirmaram não saber são 1%. Na última pesquisa, divulgada em 31 de agosto, o cenário era inverso: Lula aparecia com 46% das intenções de voto contra 45% de Flávio.

O levantamento mostra ainda que o escritor Augusto Cury (Avante) também ultrapassa numericamente Lula em um eventual segundo turno por 45% a 43%. É a primeira vez que a BTG/Nexus incluiu o candidato nas simulações de segundo turno. Cury subiu para o terceiro lugar nessa pesquisa de intenções de voto na mostra da semana passada.

No cenário contra Ronaldo Caiado (PSD), o cenário também é de empate técnico, com o petista pontuando 46% e o ex-governador de Goiás, 43%. Na pesquisa anterior, Lula liderava por 45% a 44%. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 10%, e eleitores que não sabem são 1%.

Em eventual disputa contra Romeu Zema (Novo) no 2º turno, Lula venceria o ex-governador mineiro por 47% a 40%. Na pesquisa anterior, o presidente pontuou 46% contra 41% de Zema. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 11%, enquanto os que não sabem são 1%.

Quando o candidato da oposição é o ativista Renan Santos (Missão), Lula seria reeleito por 47% a 39% se a eleição fosse realizada hoje. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 13%. Eleitores que não sabem são 2%. Na simulação de 2º turno da pesquisa anterior, Lula liderava por 47% a 38%.

A Nexus ouviu 2.002 eleitores de 16 anos ou mais, por telefone, de 4 a 7 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-06790/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 08:29:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Nunes Marques autoriza pronunciamento de Lula sobre o 7 de Setembro em rede nacional]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/nunes-marques-autoriza-pronunciamento-de-lula-cadeia-nacional/631593/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, autorizou na sexta-feira, 4 de setembro, a veiculação de um pronunciamento de Lula em cadeia nacional de rádio e televisão por ocasião do Dia da Independência do Brasil.

A mensagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será transmitida na noite deste domingo (6), um dia antes das comemorações do 7 de Setembro.

A autorização foi concedida após solicitação da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), responsável pelo pedido para que a mensagem oficial pudesse ser exibida em cadeia nacional.

Com duração de três minutos e 40 segundos, o pronunciamento terá como tema central o significado da Independência do Brasil. De acordo com a Secom, a mensagem pretende abordar também a unidade nacional e valores considerados permanentes do Estado brasileiro.

A justificativa apresentada ao TSE enquadrou o pronunciamento como uma manifestação de caráter cívico, histórico e institucional, relacionada à data comemorativa do calendário oficial brasileiro.

TSE considera pronunciamento de interesse público

Ao analisar o pedido da Presidência da República, Nunes Marques avaliou que a veiculação da mensagem atende a um interesse público. Para o ministro, o 7 de Setembro possui relevância própria dentro do calendário nacional e seu significado não está diretamente relacionado às funções de governo.

Na decisão, Nunes Marques destacou que a data possui um significado histórico e institucional autônomo, especialmente em relação às atribuições do presidente da República como chefe de Estado.

“De plano, verifica-se que a divulgação do aludido pronunciamento é de interesse público, na medida em que a data integra o calendário oficial brasileiro e possui significado histórico e institucional autônomo em relação às funções de governo e, especialmente, às atribuições institucionais de Chefia de Estado”, afirmou o presidente do TSE.

A decisão permite, portanto, que a mensagem presidencial seja levada ao ar em cadeia nacional na noite anterior ao feriado da Independência.

Mensagem será exibida na noite deste domingo

O pronunciamento de Lula terá pouco menos de quatro minutos e será transmitido neste domingo (6). A mensagem foi preparada pela Presidência especificamente para marcar o 7 de Setembro e terá caráter oficial.

Segundo a Secretaria de Comunicação Social, o objetivo é dirigir uma mensagem à população brasileira sobre o significado da Independência, além de destacar a unidade do país e valores permanentes do Estado brasileiro.

A autorização do TSE ocorre em um contexto no qual a veiculação de pronunciamentos presidenciais em cadeia nacional depende de avaliação das regras eleitorais quando o país está em período de eleições.

Neste caso, Nunes Marques entendeu que o conteúdo solicitado pela Secom possui interesse público e está relacionado a uma data de relevância histórica e institucional.

Com a decisão, Lula terá a oportunidade de se dirigir aos brasileiros em uma mensagem oficial na véspera do 7 de Setembro. O pronunciamento, de acordo com as informações apresentadas ao tribunal, terá caráter cívico, histórico e institucional e será exibido em cadeia nacional de rádio e televisão.
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 17:20:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE conclui assinatura digital e lacração dos sistemas que serão usados nas eleições de 2026]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/tse-conclui-assinatura-digital-e-lacracao-dos-sistemas-que-serao/631543/</link>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluiu nesta sexta-feira, 4, a etapa de assinatura digital e lacração dos sistemas que serão utilizados nas eleições de 2026. O procedimento, realizado na sede da Corte, marca uma das últimas fases de preparação da infraestrutura tecnológica responsável pela votação, apuração e transmissão dos resultados

A cerimônia foi conduzida pelo presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, e contou com a participação de autoridades e representantes de entidades fiscalizadoras. Após a assinatura digital, os sistemas foram lacrados nos formatos digital e físico e encaminhados para armazenamento na sala-cofre do tribunal.

Durante o evento, Nunes Marques destacou que a conclusão da etapa reforça os mecanismos de segurança adotados pela Justiça Eleitoral. Segundo o ministro, o objetivo é assegurar que os programas utilizados no pleito permaneçam íntegros e correspondam às versões previamente submetidas a testes e fiscalização.

"Hoje, a partir da oposição das assinaturas digitais, não é mais possível efetuar alterações no sistema e passa a ser uma nova etapa na qual os mecanismos de segurança asseguram a autenticidade e a integridade das versões ora lacradas", afirmou Kassio.

O presidente do TSE acrescentou que o procedimento também amplia as possibilidades de acompanhamento por parte das instituições responsáveis pela fiscalização do processo eleitoral.

"Isso garante que não existe programa ou procedimento técnico que venha a ser adotado na eleição que não esteja sob controle da Justiça Eleitoral, bem como de todos os demais órgãos de fiscalização e auditoria".

A assinatura digital produz códigos chamados de hashes, que funcionam como uma espécie de impressão digital dos programas. A partir deles, é possível conferir posteriormente se a versão utilizada nas urnas corresponde exatamente àquela que passou pelos procedimentos de teste, sem alterações.

A lacração, por sua vez, busca impedir modificações depois da conclusão da etapa. As mídias contendo os sistemas ficam sob custódia do TSE e, posteriormente, cópias são encaminhadas aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), responsáveis pela preparação das urnas eletrônicas.

De acordo com o TSE, o processo também é acompanhado pelas entidades fiscalizadoras, que têm acesso aos mecanismos de verificação da integridade dos sistemas. Instituições que desenvolveram ferramentas próprias para conferir as assinaturas digitais também participam da etapa, com seus sistemas compilados, assinados e incluídos na cópia física armazenada na sala-cofre.

Após a conclusão dos procedimentos, os respectivos resumos digitais dos sistemas são gerados e disponibilizados às entidades presentes na cerimônia. Os arquivos também são publicados na internet, permitindo a realização de verificações posteriores. 

Sistemas envolvidos

A etapa contempla os diferentes sistemas que integram o processo eletrônico de votação. Entre eles estão os programas responsáveis pelo funcionamento das urnas no dia da eleição, pelo registro e transmissão dos Boletins de Urna e pelo recebimento, organização e totalização dos resultados.

Também fazem parte do procedimento os sistemas relacionados à segurança e à criptografia das informações, além das ferramentas utilizadas para auditoria e verificação da integridade dos votos A relação dos sistemas submetidos à compilação, assinatura e lacração está prevista na Resolução TSE nº 23.673/2021.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 19:16:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE manda Eduardo Bolsonaro retirar posts de desinformação sobre urnas eletrônicas]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/tse-eduardo-bolsonaro-retirar-posts-desinformacao-sobre-urna/631366/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, determinou que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro retire de suas redes sociais postagens com desinformação sobre as urnas eletrônicas. A decisão foi assinada na última segunda-feira (31) e divulgada nesta quarta-feira (2). 

O ministro atendeu ao pedido de retirada feito pela Federação Brasil da Esperança, formada pelo PT, PCdoB e PV, após perfis de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro replicarem uma postagem que relaciona indevidamente a empresa venezuelana Starmatic com as urnas eletrônicas brasileiras.

A desinformação circula desde 2020 e já foi diversas vezes desmentida pela Justiça Eleitoral. A Starmatic não forneceu urnas para o Brasil.

Na decisão, Kassio deu prazo de 24 horas para Eduardo retirar os posts e proibiu o ex-deputado de fazer novas postagens de desinformação contra as urnas eletrônicas.

“A permanência do conteúdo impugnado, às vésperas do início da propaganda eleitoral, é apta a consolidar no eleitorado percepção de insegurança quanto ao sistema eletrônico de votação, fundada em alegação já conclusivamente afastada por esta Justiça Especializada, o que recomenda a atuação cautelar imediata”, decidiu o ministro.

Em junho deste ano, o STF condenou Eduardo Bolsonaro a 4 anos e dois meses de prisão em regime semiaberto pelo crime de coação no curso do processo, na ação sobre o tarifaço dos Estados Unidos contra as exportações brasileiras.

No ano passado, ele deixou o Brasil, foi morar nos Estados Unidos e perdeu o mandato de deputado por faltar às sessões da Câmara dos Deputados.

Agência Brasil

TSE defende urna eletrônica

O ministro Kassio Nunes Marques, afirmou no dia 17 de agosto, que o Brasil é referência internacional na realização de eleições.

Durante reunião com 86 embaixadores para demonstrar o funcionamento do sistema brasileiro de votação, o ministro defendeu a urna eletrônica e declarou que o sistema garante a transparência do pleito. 

O Brasil tornou-se, ao longo das últimas décadas, uma referência mundial na realização de eleições. A vanguarda entre as democracias representativas contemporâneas é resultado da contínua e paulatina construção de um processo eleitoral eficiente&#39;&#39;, disse.
]]></description>
				
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 16:21:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Quaest: Lula lidera primeiro turno com 37%, seguido por Flávio Bolsonaro com 30%]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/quaest-lula-lidera-primeiro-turno-com-37-seguido-por-flavio/631339/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança das intenções de voto para a Presidência da República no primeiro turno das eleições de 2026, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira , 2 de setembro. No principal cenário analisado pelo instituto, Lula registra 37%, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 30%.

O escritor Augusto Cury (Avante) ocupa a terceira posição, com 10% das intenções de voto. O levantamento testou diferentes composições de candidatos e, no cenário que inclui 12 nomes, o senador Renan Santos (Missão) aparece com 3%. Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Pablo Marçal (PRTB) e Samara Martins (UP) registram 1% cada.

Rui Costa Pimenta (PCO), Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB) e Hertz Dias (PSTU) não pontuaram na simulação.

Entre os entrevistados, 7% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não votariam, enquanto 10% disseram estar indecisos.

Lula mantém liderança sem Pablo Marçal

Em um segundo cenário apresentado pela Quaest, desta vez sem Pablo Marçal, Lula permanece com 37% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro aparece com 29%, enquanto Augusto Cury mantém os 10%.

Renan Santos novamente registra 3%. Caiado, Zema e Samara Martins aparecem com 1% cada. Os demais candidatos testados não pontuaram.

Nesse cenário, o percentual de eleitores que afirmam votar em branco, nulo ou não votar permanece em 7%. Já os indecisos representam 11% dos entrevistados.

Os números indicam que a retirada de Pablo Marçal da simulação provocou pouca alteração nos três primeiros colocados: Lula permaneceu com o mesmo percentual, enquanto Flávio Bolsonaro oscilou um ponto para baixo.

Metodologia da pesquisa Quaest

A pesquisa ouviu 2.004 eleitores de todo o país entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro. As entrevistas foram realizadas presencialmente.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo Grupo Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07065/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 11:23:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["Rap do Silva": TSE suspende propaganda de Lula após pedido de Flávio Bolsonaro por ausência de Alckmin como vice ]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/rap-do-silva-tse-suspende-propaganda-de-lula-apos-pedido-de/631328/</link>
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				<description><![CDATA[O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta segunda-feira, 1º, a suspensão de propaganda da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), veiculada na televisão na última sexta-feira, 28. O Estadão procurou a campanha do petista e aguarda posicionamento.

O pedido foi feito pelo senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), que alegou a falta do nome do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) na peça publicitária apresentada em espaço do horário eleitoral gratuito.

No documento protocolado junto à Corte eleitoral, os advogados de Flávio citam o jingle "Rap do Silva", reproduzido junto à imagem e ao nome do presidente Lula, sem qualquer menção a Alckmin.

Mendonça alegou que a inserção não está em conformidade com a legislação eleitoral brasileira e nem com a Resolução 23.610 de 2019, do TSE. "Verifico a presença dos requisitos necessários à concessão parcial da medida."

Com a decisão, a campanha de Lula não poderá reproduzir a peça até que os ajustes sejam feitos. De acordo com a regra eleitoral, o nome do vice na chapa deve ser legível e o tamanho não pode ser menor do que 30% daquele utilizado para o titular.

A decisão não afeta a utilização do jingle ou das imagens usadas no programa eleitoral. "Não se mostra necessária, neste momento, ordem genérica dirigida a toda e qualquer propaganda futura dos representados, bastando impedir a reiteração da peça cuja irregularidade é objeto destes autos."

André Mendonça ainda sinalizou que a aplicação de multa e demais sanções só será examinada pelo tribunal depois que a campanha de Lula se manifeste.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 08:32:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE rejeita ação do PT e libera vídeo de Bolsonaro feito por IA durante campanha]]></title>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta terça-feira, 1º de setembro, rejeitar uma ação protocolada pelo PT contra a divulgação de um vídeo do ex-presidente Jair Bolsonaro feito por inteligência artificial (IA). 

O caso veio à tona após o candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) usar a simulação de um pronunciamento do pai, que está em prisão domiciliar, durante o evento de lançamento da sua candidatura, realizado em agosto.

Por maioria de votos, os ministros entenderam que o caso não se caracteriza como propaganda eleitoral irregular porque foi divulgado durante a convenção partidária de Flávio. 

Deep Fake 

Apesar de liberar o vídeo de Bolsonaro por IA,  os ministros aproveitaram o julgamento do caso para definir o conceito de deep fake, tipo de conteúdo artificial proibido pelo TSE nas campanhas eleitorais. 

O tribunal definiu que deep fake é caracterizado pela produção de IA, com grau de realidade capaz de alterar imagem e voz de pessoa viva, falecida ou fictícia.

O entendimento deverá aplicado aos processos semelhantes que estão em tramitação na Justiça Eleitoral. 

Regras

Em março deste ano, o TSE aprovou regras sobre utilização de inteligência artificial durante as eleições gerais de outubro. 

As normas valem para candidatos e partidos. Os ministros proibiram que provedores de IA permitam, ainda que solicitado pelos usuários, sugestões de candidatos para votar. O objetivo é evitar a interferência de algoritmos na livre escolha dos eleitores.

Para combater a misoginia digital, o TSE proibiu postagens nas redes sociais com montagens envolvendo candidatas e fotos e vídeos com nudez e pornografia.

A Corte eleitoral também reafirmou que os provedores de internet poderão ser responsabilizados pela Justiça se não retirarem perfis falsos e postagens ilegais de seus usuários.

Eleições

O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro, quando serão eleitos deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República.

O segundo turno está marcado para o dia 25 e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente. Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.

Agência Brasil 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 07:47:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ministro Dias Toffoli libera campanha digital de Renan Santos, repasses e participação em debate]]></title>
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				<description><![CDATA[O ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), revogou nesta terça-feira, 1 de setembro, a decisão de suspender a campanha digital de Renan Santos, candidato a presidente da República pelo Missão.

Em nova decisão, ele liberou a realização de propaganda eleitoral da chapa em endereços eletrônicos e redes sociais que já estejam registradas na Justiça Eleitoral.

Toffoli também liberou repasses de recursos do fundo eleitoral para a candidatura e a realização de gastos com os eventuais recursos já repassados.

Renan Santos também poderá participar de debates em rádio, televisão ou outros meios de comunicação.

Por fim, Toffoli concedeu prazo adicional de 72 horas para que o candidato informe a data de criação de cada perfil e de início de utilização deles para fins de propaganda eleitoral, bem como comunique a existência de qualquer outros endereço eletrônico em utilização.

O ministro ainda mandou intimar provedores de internet para que, em duas horas, restabeleçam o funcionamento de perfis registrados na Justiça Eleitoral em nome de Renan Santos.

Na segunda-feira, 31 de agosto, o ministro havia suspendido a campanha digital do candidato porque ele não teria informado no tempo previsto em lei os endereços de sites usados para a realização de propaganda eleitoral.

Na decisão desta terça, Toffoli explicou que o candidato e os provedores de internet atenderam integralmente as medidas determinadas por ele no dia anterior e, por isso, liberaria a campanha digital de Renan Santos do Partido Missão.

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 18:08:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Empatados: Lula e Flávio Bolsonaro registram 50% de rejeição, aponta pesquisa Real Time Big Data  ]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparecem empatados com 50% de rejeição entre os eleitores, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira, 1º de agosto. O levantamento considera uma simulação de rejeição múltipla, na qual os entrevistados podem indicar mais de um candidato em quem não votariam de jeito nenhum.

O resultado coloca Lula e Flávio no topo do índice de resistência eleitoral para a disputa pela Presidência da República em 2026. Na sequência, aparece o ex-candidato à Presidência Pablo Marçal (PRTB), com 46% de rejeição.

Apesar de numericamente abaixo dos dois primeiros colocados, Marçal está tecnicamente empatado com Lula e Flávio, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Na sequência da lista, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) e o ativista Renan Santos (Missão) registram 39% de rejeição cada. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) aparece com 36%.

Entre os demais nomes apresentados aos entrevistados, Rui Costa Pimenta (PCO) soma 32% de rejeição, enquanto Samara Martins (UP) aparece com 29%. O escritor Augusto Cury (Avante) tem 28%.

O veterinário Wilson Grassi (Democrata) registra 27% de rejeição. Em seguida, aparecem Hertz Dias (PSTU), com 26%, Edmilson Costa (PCB), com 24%, e Clariana Barão (DC), com 22%, menor índice entre os candidatos avaliados.

Rejeição

A pesquisa também aponta que 2% dos entrevistados afirmam que poderiam votar em todos os candidatos apresentados. O mesmo percentual corresponde aos eleitores que não souberam ou não responderam à pergunta.

A rejeição é um dos indicadores utilizados em pesquisas eleitorais para medir a resistência do eleitorado aos nomes colocados na disputa. Como a pergunta permite múltiplas respostas, um mesmo entrevistado pode declarar que não votaria em mais de um candidato.

O levantamento Real Time Big Data ouviu 2 mil eleitores em todo o país entre os dias 27 e 31 de agosto. A pesquisa foi realizada por telefone, com entrevistadores humanos, e possui margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo próprio instituto e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03490/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 08:23:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Real Time Big Data: Lula tem 45% de aprovação antes das eleições de 2026]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/real-time-big-data-lula-tem-45-de-aprovacao-antes-das-eleicoes-de/631253/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira, 1º, mostra que 51% dos eleitores desaprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto 45% aprovam. Outros 4% não souberam ou não responderam.

Na avaliação do desempenho do presidente, 15% consideram o trabalho de Lula ótimo e 12%, bom. Outros 33% classificam como regular, enquanto 16% avaliam como ruim e 23%, péssimo. Não souberam ou não responderam 1%. Assim, as avaliações positivas somam 27%, ante 39% de negativas.

O levantamento também aponta que 52% dos entrevistados consideram que o Brasil está seguindo na direção errada, ante 30% que avaliam que o País caminha na direção certa. Para 15%, a direção não é nem certa nem errada, e 3% não souberam responder

Quando comparam a própria vida com a situação de dois anos atrás, 52% dizem estar na mesma condição. Outros 28% afirmam estar melhor, 9% "muito melhor" e 19% "um pouco melhor", enquanto 19% dizem estar pior, sendo 11% "um pouco pior" e 8% "muito pior".

A pesquisa também mediu o grau de continuidade ou mudança desejado pelos eleitores. Para 32%, o Brasil precisa mudar completamente a maneira como está sendo governado, enquanto 26% defendem mudanças importantes. Outros 25% preferem manter o caminho atual e 15% querem apenas alguns ajustes, preservando a maior parte da atual direção.

O levantamento ouviu 2 mil eleitores em todo o País entre 27 e 31 de agosto. A pesquisa foi realizada por telefone, com entrevistadores humanos, tem margem de erro de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03490/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 08:11:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Real Time Big Data: Lula e Flávio Bolsonaro empatam com 44% em cenário de segundo turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/real-time-big-data-lula-e-flavio-bolsonaro-empatam-com-44-em-cenario/631252/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparecem empatados numericamente em um eventual segundo turno da eleição presidencial de 2026. É o que aponta a pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta terça-feira, 1º de setembro.

De acordo com o levantamento, os dois candidatos registram 44% das intenções de voto. Outros 9% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 3% não souberam ou não responderam.

Na pesquisa anterior do instituto, realizada em julho, Lula aparecia com 45%, enquanto Flávio Bolsonaro tinha 42%. Com isso, o petista oscilou um ponto para baixo, enquanto o senador avançou dois pontos percentuais. As duas candidaturas, portanto, passaram de uma diferença de três pontos para um empate numérico.

Outros cenários de segundo turno

O Real Time Big Data também apresentou simulações de Lula contra outros nomes que disputam a eleição presidencial.

Em um eventual confronto entre Lula e Ronaldo Caiado (PSD), o ex-governador de Goiás aparece numericamente à frente, com 45%, contra 43% do presidente. Brancos e nulos somam 8%, enquanto 4% não souberam ou não responderam.

Já em uma disputa entre Lula e Romeu Zema (Novo), o presidente registra 43%, enquanto o ex-governador de Minas Gerais aparece com 40%. Nesse cenário, 10% indicaram voto branco ou nulo e 7% não souberam responder.

Contra Renan Santos (Missão), Lula tem 44%, ante 37% do adversário. Brancos e nulos correspondem a 12%, e 7% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

O levantamento também testou um eventual segundo turno entre Lula e Pablo Marçal (PRTB). O presidente aparece com 44%, enquanto Marçal soma 40%. Outros 10% votariam em branco ou nulo e 6% não souberam ou não responderam.

Pesquisa

O levantamento foi realizado pelo Real Time Big Data com 2 mil eleitores de todo o país, entre os dias 27 e 31 de agosto de 2026.

A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03490/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 07:56:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Real Time Big Data: Lula lidera primeiro turno com 38%, seguido por Flávio Bolsonaro com 30%]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-real-time-big-data-lula-lidera-primeiro-turno-com-38/631251/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira, 1º, mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 38% das intenções de voto totais no primeiro turno da disputa presidencial. Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 30%, enquanto Augusto Cury (Avante) tem 11%.

Na sequência, Renan Santos (Missão) aparece com 7%, Ronaldo Caiado (PSD) pontua 4% e Romeu Zema (Novo) tem 2%. Outros candidatos somam 2%. Votos brancos e nulos são 3% e outros 2% não souberam ou não responderam. Este cenário estimulado considerado não inclui Pablo Marçal (PRTB).

Em uma eventual disputa de segundo turno entre Lula e Flávio, os dois aparecem empatados, com 44% das intenções de voto. Brancos e nulos somam 9% e 3% não souberam ou não responderam. Na rodada anterior, realizada em julho, Lula tinha 45% e Flávio, 42%.

Nos demais confrontos, Ronaldo Caiado é quem aparece com maior vantagem sobre o atual presidente, com 45%, ante 43% do petista, em empate técnico considerando a margem de erro. Contra Romeu Zema, Lula marca 43% e o candidato do Novo, 40%. O presidente tem 44% ante 37% de Renan Santos e 44% contra 40% de Pablo Marçal. A pesquisa não apresenta simulação de segundo turno entre Lula e Cury.

O levantamento também perguntou, independentemente da preferência eleitoral, quem os entrevistados acreditam que será o próximo presidente do Brasil. Lula foi citado por 49%, ante 36% de Flávio Bolsonaro. Renan Santos aparece com 5%, Augusto Cury, com 4%, e Pablo Marçal, com 1%. Outros 5% disseram não saber.

O levantamento ouviu 2 mil eleitores em todo o País entre 27 e 31 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada por telefone, com entrevistadores humanos, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03490/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 07:49:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Defesa de Pablo Marçal recorre ao TSE para tentar suspender inelegibilidade até 2032]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pablo-marcal-recorrre-tse-suspender-inelegibilidade-2032/631235/</link>
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				<description><![CDATA[Os advogados de Pablo Marçal (PRTB), candidato à Presidência da República, recorreram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar suspender os efeitos da decisão que tornou o empresário inelegível por oito anos.

O pedido foi apresentado no domingo, 30 de agosto, por meio de uma tutela de urgência.

A iniciativa da defesa ocorreu depois que o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) impediu o prosseguimento de um recurso apresentado contra a condenação de Marçal. Com isso, os advogados decidiram levar a discussão à instância superior da Justiça Eleitoral.

A defesa argumenta que existe urgência na análise do caso devido à proximidade dos prazos estabelecidos pelo calendário eleitoral de 2026. Segundo os advogados, a permanência da condenação poderá trazer consequências para uma eventual candidatura de Marçal à Presidência da República.

As informações sobre o novo recurso foram divulgadas pelo Metrópoles.

TRE-SP mantém inelegibilidade de Marçal

A decisão que motivou o novo pedido ao TSE foi tomada pelo presidente do TRE-SP, José Antonio Encinas Manfré. O magistrado rejeitou recursos apresentados pela defesa do empresário e manteve os efeitos da condenação.

Com a decisão da Justiça Eleitoral paulista, Marçal permanece inelegível por oito anos, com o período se estendendo até 2032. Além da restrição eleitoral, o empresário também foi condenado ao pagamento de uma multa de R$ 420 mil.

O processo tem origem na campanha eleitoral de 2024 para a Prefeitura de São Paulo. Na ocasião, Marçal foi acusado de utilizar de maneira indevida os meios de comunicação durante a disputa municipal.

Entenda a condenação de Pablo Marçal

De acordo com a Justiça Eleitoral de São Paulo, as provas analisadas no processo indicaram a existência de uma “estrutura empresarial” utilizada para remunerar influenciadores responsáveis pela produção de vídeos de “cortes” relacionados à campanha.

Marçal terminou a eleição para a Prefeitura de São Paulo na terceira colocação e, por isso, não avançou para o segundo turno da disputa.

A defesa do empresário informou que não irá se manifestar sobre o caso.

O processo também envolveu uma tentativa do Ministério Público Eleitoral (MPE) de ampliar a condenação. O órgão havia recorrido para incluir acusações de abuso de poder econômico, além de captação e gastos ilícitos de recursos.

Entretanto, o TRE-SP também rejeitou o recurso do Ministério Público. Segundo José Antonio Encinas Manfré, não existiam provas suficientes para sustentar essas acusações. O magistrado também considerou que uma nova análise das evidências não poderia ser feita em um recurso especial eleitoral.

Decisão aumenta pressão sobre candidatura em 2026

A nova derrota representa mais um obstáculo jurídico para os planos eleitorais de Pablo Marçal. No dia 5 de agosto, o TRE-SP já havia rejeitado, por unanimidade, outro recurso apresentado pela defesa do empresário.

Poucos dias depois, Marçal também sofreu uma derrota no Tribunal Superior Eleitoral. Por unanimidade, a Corte determinou, de forma cautelar, que ele não tenha acesso aos fundos eleitoral e partidário e fique impedido de participar de campanhas em rádio e televisão e de debates.

A medida determinada pelo TSE permanece válida até que a Corte analise o registro de uma eventual candidatura de Marçal nas eleições de 2026.

Defesa busca decisão antes do calendário eleitoral

Ao apresentar a tutela de urgência ao TSE, os advogados de Marçal buscam modificar temporariamente os efeitos da inelegibilidade enquanto a discussão judicial continua.

A estratégia considera principalmente a aproximação das etapas formais das eleições de 2026. Para a defesa, manter a condenação sem uma análise do novo pedido poderá comprometer a participação de Marçal no processo eleitoral.

Agora, caberá ao Tribunal Superior Eleitoral analisar o pedido apresentado pela defesa e decidir sobre a suspensão dos efeitos da inelegibilidade.

A situação jurídica do empresário deverá continuar sendo acompanhada pela Justiça Eleitoral durante o processo de definição das candidaturas para a disputa presidencial de 2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 17:52:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE suspende campanha digital de Renan Santos após decisão de Dias Toffoli]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse-suspende-campanha-digital-renan-santos-dias-toffoli/631220/</link>
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				<description><![CDATA[O ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a suspensão da campanha digital de Renan Santos, candidato do Missão à Presidência da República.

A decisão foi tomada no domingo, 30 de agosto, e tornou-se pública nesta segunda-feira, 31 de agosto.

Relator do pedido de registro da candidatura de Renan Santos, Toffoli determinou que a propaganda eleitoral da chapa seja interrompida nos perfis que não foram informados previamente à Justiça Eleitoral.

A decisão também estabelece a suspensão de repasses do Fundo Eleitoral e impede a participação dos candidatos em debates realizados em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação.

As determinações também atingem Aroldo Medina, candidato a vice-presidente na chapa do Missão.

Ministro aponta omissão na campanha digital

Segundo Dias Toffoli, perfis utilizados para divulgar material favorável a Renan Santos não teriam sido apresentados dentro do prazo determinado pela legislação eleitoral.

O ministro classificou o comportamento da chapa como uma "omissão estratégica" diante da demora para informar à Justiça Eleitoral todas as contas que seriam utilizadas na campanha.

A legislação eleitoral determina que os candidatos apresentem, no momento em que solicitam o registro da candidatura, todas as contas em redes sociais que serão utilizadas para a divulgação de propaganda eleitoral.

A questão já havia sido levantada pelo próprio Toffoli durante o fim de semana, quando o ministro adiou o julgamento do registro da candidatura da chapa do Missão. Na ocasião, foram apontados indícios de possíveis irregularidades relacionados ao cumprimento das regras eleitorais.

Chapa informou 18 contas posteriormente

No pedido de registro apresentado à Justiça Eleitoral em 7 de agosto, Renan Santos havia informado apenas uma conta na rede social X e um site oficial.

Posteriormente, em documentos enviados ao TSE no dia 19 de agosto, Renan Santos e Aroldo Medina apresentaram 18 contas utilizadas nas redes sociais.

Para Toffoli, a apresentação das informações depois do prazo previsto não elimina o problema apontado no processo. O ministro afirmou que a omissão de dados relacionados aos perfis utilizados na campanha representa um desvio de finalidade.


Cabe, então, explicitar que a omissão estratégica da informação sobre as redes sociais, fundante de toda a legitimidade da campanha digital a ser desenvolvida, denota, por si, descompromisso com aqueles bens jurídicos”, afirmou.


O relator também fez críticas ao funcionamento de perfis que não são declarados oficialmente à Justiça Eleitoral. Segundo ele, essas contas podem alcançar usuários sem estarem submetidas aos mesmos mecanismos de fiscalização aplicados aos canais regularmente informados.


As redes não informadas beneficiam-se de algoritmos opacos e se furtam ao controle social e legal. Dissimulam-se como usuários comuns, transitando à margem do espaço legítimo de disputa no ambiente digital”, prosseguiu o ministro.


Toffoli cita alcance das redes sociais

Na decisão, o ministro também considerou o peso das plataformas digitais durante uma campanha eleitoral. Toffoli destacou que o período oficial de disputa dura aproximadamente 45 dias, enquanto as redes sociais permitem a distribuição contínua de conteúdos para um número elevado de pessoas.


A dinamicidade das redes permite que os atos de propaganda ocorram de forma ininterrupta e alcancem incontáveis usuários, sem as limitações dos tradicionais veículos de comunicação. A informação a destempo das fontes de difusão de propaganda digital não pode ser tratada como mera juntada tardia de um comprovante de escolaridade”, acrescentou o relator.


A decisão ocorre justamente durante o período de preparação e desenvolvimento das campanhas para as eleições de 2026, colocando a situação da chapa do Missão sob análise da Justiça Eleitoral.

Renan Santos marca coletiva em São Paulo

Até o momento, Renan Santos não havia se manifestado publicamente sobre a decisão de Dias Toffoli.

O candidato, entretanto, convocou uma coletiva de imprensa para a tarde desta segunda-feira (31), em São Paulo. A expectativa é de que o candidato apresente sua posição sobre as medidas determinadas pelo TSE e explique os próximos passos da campanha.

A decisão de Toffoli permanece relacionada ao processo de registro da candidatura de Renan Santos e também alcança o candidato a vice-presidente Aroldo Medina, impondo restrições à atuação da chapa no ambiente eleitoral.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 16:01:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg: Flávio Bolsonaro tem 52,7% de rejeição contra 52% de Lula]]></title>
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				<description><![CDATA[O levantamento AtlasIntel/Bloomberg divulgado nesta segunda-feira, 31, mostra que Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seguem na liderança da rejeição do eleitorado. Flávio é rejeitado por 52,7% dos eleitores e Lula, por 52,0%. Com isso, em um mês, em relação à pesquisa anterior, a rejeição de Flávio oscilou 0,2 pontos para baixo e rejeição de Lula cresceu 2,6 pontos.

A rejeição a Renan Santos (Missão) é de 43,1%. Romeu Zema (Novo) tem 33,9%, Ronaldo Caiado (PSD), 28,5%, e Augusto Cury (Avante), 18,5%, segundo a pesquisa.

Na comparação entre os dois principais nomes do levantamento, 46,4% disseram temer mais a reeleição de Lula do que a eleição de Flávio Bolsonaro (45,5%). Outros 7,9% afirmaram que ambos os resultados preocupam igualmente, e 0,2% disseram não saber.

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg foi realizada entre 25 e 30 de agosto de 2026, com 5.014 respondentes. A margem de erro é de 1 ponto porcentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07972/2026.

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 09:52:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Eleições 2026: Lula tem 45,4% de aprovação, aponta Atlas/Bloomberg]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é desaprovado por 52,9% e aprovado por 45,4%, segundo a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira, 31. Outros 1,7% disseram não saber.

Em um mês, a desaprovação de Lula subiu 1,7 ponto porcentual, enquanto a aprovação caiu 2,2 pontos porcentuais, de acordo com a série histórica do levantamento.

Na avaliação do governo, 51,1% consideram a gestão Lula ruim/péssima, 37,0% a classificam como ótima/boa e 11,9% a avaliam como regular.

Nos recortes demográficos da pesquisa, os grupos que mais desaprovam Lula são os mais jovens (16 a 24 anos), com 76,9%, e os evangélicos, com 76,1%. Já os que mais aprovam o presidente são os idosos (60 a 100 anos), com 63,2%, os católicos, com 55,4%, e os moradores do Nordeste, com 54,7%.

Confira abaixo as perguntas feitas e as respostas dos entrevistados:

"Você aprova ou desaprova o desempenho do presidente Lula?"

- 52,9% - Desaprovo

- 45,4% - Aprovo

- 1,7% - Não sei

"Como você avalia o governo do presidente Lula?"

- 51,1% - Ruim/Péssimo

- 37,0% - Ótimo/Bom

- 11,9% - Regular

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg foi realizada entre 25 e 30 de agosto de 2026, com 5.014 respondentes. A margem de erro é de 1 ponto porcentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07972/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 09:39:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg: Lula tem 47,1% contra 42,6% de Flávio Bolsonaro no segundo turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-atlas-bloomberg-lula-tem-47-1-contra-42-6-de-flavio-bolsonaro/631177/</link>
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				<description><![CDATA[A vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) num provável segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL) caiu 1,8 ponto porcentual, segundo a pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada na manhã desta segunda-feira, 31. Lula, que no levantamento do fim de julho tinha 49,2% das intenções de voto, agora registra 47,1%. Flávio Bolsonaro, por sua vez, ficou quase estável: de 42,9% passou a 42,6%. Com isso, a diferença entre ambos recuou de 6,3 pontos para 4,5, uma oscilação acima da margem de erro de um ponto porcentual para cima ou para baixo.

Na disputa do primeiro turno, o levantamento indica também uma oscilação negativa dos candidatos do PT e do PL e o crescimento de Augusto Cury (Avante) para a terceira posição. O petista tem 43,4% das intenções de voto, seguido de Flávio, com 33,7%, no primeiro turno. Depois, vêm Cury (7,8%); Renan Santos, do Missão, (7,6%); Ronaldo Caiado, do PSD, (3,3%); e Romeu Zema, do Novo (1%).

Em relação à pesquisa anterior, referente ao mês de julho, Lula caiu 1,6 ponto porcentual, e Flávio perdeu 2,3 pontos porcentuais.

Cury, com 7,8%, cresceu 6,2 pontos porcentuais no 1º turno em relação ao último levantamento, quando aparecia com 1,6%. Até então, ele figurava sempre atrás de Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo).

Nos últimos dias, o candidato teve um "boom" de seguidores em suas redes sociais.

Os dados da pesquisa foram coletados entre os dias 25 e 30 de agosto de 2026, após o debate presidencial promovido por Band e Estadão, com parceria de TV Cultura, Gazeta e Jovem Pan (23), as sabatinas promovidas pela TV Globo (25 a 30) e o início do horário gratuito eleitoral (28).

Intenção de voto no 1º turno, segundo pesquisa Atlas/Bloomberg (31/8):

- 43,4% - Lula (PT)

- 33,7% - Flávio Bolsonaro (PL)

- 7,8% - Augusto Cury (Avante)

- 7,6% - Renan Santos (Missão)

- 3,3% - Ronaldo Caiado (PSD)

- 1,9% - Pablo Marçal (PRTB)

- 1,0% - Romeu Zema (Novo)

- 0,9% - Samara (UP)

- 0,1% - Rui Costa Pimenta (PCO)

- 0,1% - Wilson Grassi (Democrata)

- 0,1% - Branco/Nulo

- 0,2% - Não sei

Cenários de 2º turno conforme pesquisa Atlas/Bloomberg (31/8):

2º Turno: Lula x Flávio Bolsonaro

- 47,1% - Lula

- 42,6% - Flávio Bolsonaro

- 10,3% - Branco/Nulo/Não sei

2º Turno: Lula x Caiado

- 46,6% - Lula

- 41,0% - Caiado

- 12,3% - Branco/Nulo/Não sei

2º Turno: Lula x Zema

- 47% - Lula

- 40,7% - Zema

- 12,3% - Branco/Nulo/Não sei

2º Turno: Lula x Renan Santos

- 47,5% - Lula

- 26,0% - Renan Santos

- 26,6% - Branco/Nulo/Não sei

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg foi feita entre os dias 25 e 30 de agosto de 2026, com base numa amostra de 5.014 pessoas respondentes e margem de erro de 1% para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07972/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 09:29:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula lidera o primeiro turno com 43,4%, enquanto Flávio Bolsonaro soma 33,7%, aponta Atlas/Bloomberg]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-lidera-primeiro-turno-com-43-4-e-flavio-bolsonaro-33-7/631175/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, com 43,4%, segundo pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira, 31 de agosto. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece na segunda colocação, com 33,7%.

A diferença entre os dois candidatos é de 9,7 pontos percentuais no cenário apresentado pelo levantamento. A pesquisa foi realizada entre os dias 25 e 30 de agosto e ouviu 5.014 pessoas.

Na sequência dos dois primeiros colocados, aparecem o escritor e psiquiatra Augusto Cury (Avante), com 7,8% das intenções de voto, e o ativista Renan Santos (Missão), que registra 7,6%.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 3,3%. Já o coach Pablo Marçal (PRTB) soma 1,9%, enquanto o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) tem 1%.

A candidata Samara Martins (UP) registra 0,9% das intenções de voto. Rui Costa Pimenta (PCO) e Wilson Grassi (Democrata) aparecem com 0,1% cada. Votos brancos e nulos representam 0,1% dos entrevistados, enquanto 0,2% afirmaram não saber em quem votar.

Pesquisa

O levantamento Atlas/Bloomberg ouviu 5.014 pessoas entre 25 e 30 de agosto. A pesquisa tem margem de erro de um ponto percentual, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07972/2026.

No cenário de primeiro turno apresentado pela pesquisa, Lula aparece na liderança com 43,4%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 33,7%. Os demais candidatos somam percentuais inferiores a 10%.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 09:14:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Flávio Bolsonaro tem 50% de rejeição contra 49% de Lula, aponta pesquisa BTG/Nexus]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/flavio-bolsonaro-tem-50-de-rejeicao-contra-49-de-lula-btg-nexus/631172/</link>
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				<description><![CDATA[O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seguem empatados tecnicamente na liderança dos presidenciáveis mais rejeitados, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 31. Do total de entrevistados, 49% dizem que não votariam no petista, enquanto 50% não votariam no filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em comparação com a pesquisa anterior, de 24 de agosto, a rejeição de Flávio oscilou dois pontos para cima, dentro da margem de erro, enquanto a rejeição a Lula permaneceu a mesma. Esta é a primeira pesquisa nacional divulgada após a participação dos dois na sabatina do Jornal Nacional, da TV Globo.

Entre os eleitores de Lula, 35% dizem que o petista é o único candidato em quem votariam, e 14% dizem que poderiam votar em outro.

No caso dos eleitores de Flávio, 27% declaram que não votariam em outro candidato. Outros 20% afirmam que poderiam votar em outro.

Flávio é mais rejeitado entre as mulheres (55%), por pessoas com 60 anos ou mais (56%), por quem não tem religião (66%) e por eleitores do Nordeste (59%). O nome de Lula tem maior rejeição entre homens (56%), eleitores de 16 a 24 anos (54%), evangélicos (62%) e sulistas (63%).

A rejeição ao ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) subiu de 34% para 37%, e 41% dizem que não votariam no ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) de jeito nenhum (na pesquisa anterior eram 36%).

No caso de Renan Santos (Missão), a rejeição também subiu de 35% na pesquisa anterior para 40% no levantamento divulgado nesta segunda-feira.

Santos segue o mais desconhecido, com 35% dos eleitores que dizem não conhecê-lo. Zema é desconhecido por 26% dos eleitores e Caiado, por 25%.

A BTG/Nexus não perguntou aos entrevistados sobre a rejeição e potencial de voto no escritor e psiquiatra Augusto Cury. Até a semana passada, Cury registrava 2% das intenções de voto no primeiro turno e, na pesquisa divulgada hoje, saltou para o terceiro lugar, com 11%.

Preferência política

O levantamento mostra ainda que 38% dos brasileiros preferem que o próximo presidente da República seja Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto 33% afirmam que gostariam de ver eleito Flávio, um candidato apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ou um membro de sua família.

De acordo com o levantamento divulgado nesta segunda-feira, 25% dizem preferir um nome que não seja ligado nem ao petista nem ao ex-chefe do Executivo. Na pesquisa anterior, eram 20%, portanto um crescimento de 5 p.p..

De acordo com o cruzamento de dados apresentado pelo levantamento, entre os eleitores que preferem uma terceira via, 14% votam em Lula; 10%, em Flávio; 64% nos demais candidatos e 5% votariam em branco ou anulariam.

A Nexus ouviu 2.005 pessoas com 16 anos ou mais, por telefone, de 28 a 30 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-08900/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 08:57:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Lula lidera com 39%, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 33% no primeiro turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-lula-lidera-com-39-enquanto-flavio-bolsonaro/631168/</link>
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				<description><![CDATA[O escritor e psiquiatra Augusto Cury (Avante) subiu para o terceiro lugar nas intenções de voto para a eleição presidencial, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 31. De 2% na semana passada, Cury saltou para 11% das intenções de voto. As entrevistas foram feitas entre a última sexta-feira, 28, e domingo, 30, após a participação do escritor na sabatina da TV Globo. O crescimento no número de seguidores do escritor nas redes sociais já havia sido notado também após o primeiro debate presidencial Band/Estadão, realizado no dia 23 de agosto.

Ao longo da última semana, Cury registrou um aumento expressivo tanto na busca por seu nome no Google quanto no engajamento em suas redes sociais. Seu perfil no Instagram saltou de cerca de 8,4 milhões para 10,7 milhões de seguidores em uma semana, representando um ganho de cerca de 2 milhões de novos perfis.

Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua liderando as intenções de voto para o primeiro turno, mas caiu de 41% na semana passada para 39% na pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 31. A oscilação está dentro da margem de erro de 2%.

Em seguida aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL), que caiu de 37% das intenções de voto na semana passada para 33% no levantamento desta segunda-feira. A vantagem do petista sobre o filho do presidente Jair Bolsonaro voltou a subir para 6 pontos porcentuais.

Veja um cronograma das variações de vantagem do atual mandatário sobre o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro no último mês:

- 29 de junho: Lula tinha 8 pontos porcentuais de vantagem em relação a Flávio

- 13 de julho: vantagem do petista era de 6 p.p;

- 27 de julho: subiu para 9 pontos porcentuais;

- 3 de agosto: vantagem caiu para 4 pontos;

- 10 de agosto: voltou a subir para 5 pontos;

- 17 de agosto: se manteve em 5 pontos;

- 24 de agosto: caiu para 4 pontos.

- 31 de agosto: subiu para 6 pontos.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece em quarto lugar, com 5%. Em seguida, com 3%, vem o ativista Renan Santos (Missão). O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) registrou 1%. Brancos e nulos somam 3% e não sabem ou não responderam 3%. Em outra projeção de 1º turno, o coach Pablo Marçal, que está inelegível por decisão da Justiça Eleitoral, pontua 3%.

A Nexus ouviu 2.005 pessoas com 16 anos ou mais, por telefone. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-08900/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 08:13:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Congresso analisa fim da escala 6x1, taxa das blusinhas e outras pautas nesta semana; confira data e detalhes ]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/congresso-analisa-fim-escala-6x1-taxa-blusinhas/631166/</link>
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				<description><![CDATA[O Congresso Nacional deve analisar nesta semana cinco propostas de grande repercussão social, como o fim da jornada 6x1 e a isenção de impostos para as compras de até US$ 50 em plataformas digitais, conhecida como "taxa das blusinhas". As pautas fazem parte do esforço concentrado da Câmara dos Deputados e do Senado antes das eleições de outubro.  

Fim da escala 6x1

O texto que prevê o fim da jornada de trabalho de seis dias para um de descanso deve ser analisado na quarta-feira, 2 de setembro, pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

O relator da proposta, senador Omar Aziz (PSD-AM), apresentou na última quinta-feira, 27 de agosto, parecer favorável e rejeitou as doze emendas apresentadas pelos senadores. A estratégia é manter o mesmo texto aprovado pela Câmara e, assim, evitar que a proposta precise voltar para análise dos deputados.

Dois dias de repouso semanal remunerado, sendo um deles preferencialmente aos domingos


	Salário não poderá ser reduzido por causa diminuição da jornada
	Dois meses após a promulgação da PEC, a jornada máxima passa das atuais 44 para 42 horas semanais.
	Um ano depois do fim desse primeiro período, cai definitivamente para 40 horas.


Se for aprovada na CCJ, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) ainda precisa passar por dois turnos de votação no Plenário do Senado, com pelo menos 49 votos favoráveis em cada um.

Fim da "taxa das blusinhas"

Outro assunto de forte repercussão é o fim da chamada “taxa das blusinhas”, o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50.

A Medida Provisória começa a semana na comissão mista de deputados e senadores, que se reúne nesta segunda-feira (31), às 16h. A relatora, senadora Leila Barros (PDT-DF), deve apresentar o parecer e há expectativa de votação na própria comissão.

A MP perde a validade no dia 8 de setembro. Se aprovada na comissão, ainda precisa passar pelos plenários da Câmara e do Senado.

Mototaxistas e entregadores de aplicativo

Na Câmara, a primeira sessão de votação está marcada para esta segunda-feira (31), às 18h.

Além da "taxa das blusinhas", estão previstas outras duas medidas provisórias ligadas aos trabalhadores de aplicativos: uma simplifica as regras para mototaxistas e profissionais de motofrete; e outra cria uma linha de financiamento para entregadores comprarem motos e bicicletas elétricas.

Entre os outros projetos que podem ser analisados pelos deputados estão a manutenção dos incentivos fiscais para doações aos programas de atenção oncológica e de saúde da pessoa com deficiência, a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica e o Plano Nacional de Cultura para os próximos dez anos.

PEC da Segurança Pública

No Senado, outra prioridade é a PEC da Segurança Pública, que também está na Comissão de Constituição e Justiça. A proposta amplia a integração entre as forças de segurança, o compartilhamento de informações e altera regras de financiamento do setor.

Na pauta econômica, os senadores devem tentar avançar no Redata, que cria incentivos para a instalação de data centers no Brasil, e no marco dos minerais críticos e estratégicos, matérias-primas essenciais para setores como tecnologia, energia limpa, carros elétricos e defesa.

Orçamento de 2027

Além das votações, o Congresso recebe uma das propostas mais importantes para a economia no próximo ano: o Orçamento de 2027.

O governo precisa encaminhar ao Congresso o Projeto de Lei Orçamentária Anual, o PLOA, com as estimativas de receitas e despesas da União para o ano que vem.

A proposta abre uma nova rodada de negociações sobre as prioridades do governo, o cumprimento das metas fiscais e os recursos destinados às políticas públicas e aos investimentos federais.

O texto ainda será analisado pela Comissão Mista de Orçamento antes de seguir para votação no Congresso Nacional.

* Com informações da TV Brasil

Agência Brasil 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 07:53:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE derruba decisão do TRE e Anthony Garotinho recupera direitos de campanha eleitoral]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/tse-derruba-decisao-tre-anthony-garotinho-recupera-direitos/631150/</link>
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				<description><![CDATA[O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), liberou o ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (Republicanos) a retomar sua campanha ao governo do Estado, retirando restrições que haviam sido impostas pela Justiça Eleitoral do Rio quanto ao acesso ao fundo eleitoral de campanha e à participação no horário eleitoral.

Segundo o ministro, há "no mínimo controvérsia jurídica relevante" no caso, o que justificaria a suspensão das restrições impostas a Garotinho. Floriano ressaltou que trata-se de um "exame prefacial e sem antecipar nenhum juízo sobre o julgamento do mérito do registro de candidatura".

"Em outros termos, presente controvérsia jurídica minimamente plausível ao menos nesse juízo prévio, não há falar em candidato sabidamente não elegível nem em situação flagrante que justifique a adoção de tão drásticas medidas de interdição da campanha", justificou, em sua decisão, assinada na noite de sexta-feira, 28.

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) suspendeu os repasses do fundo eleitoral à campanha de Garotinho e a sua participação em programas eleitorais de debates.

A justificativa é que ele estaria inelegível até 2033. A defesa de Garotinho, por sua vez, alega que o período de inelegibilidade começou a contar em 2018, quando ele foi condenado em segunda instância, e se encerrou em 2026.

Pesquisa Quaest divulgada na última terça-feira, 25, mostrou que o ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (PSD) lidera a disputa pelo governo estadual com 37% dos votos no primeiro turno. O deputado estadual Douglas Ruas (PL) tem 14%. Garotinho é o terceiro colocado, com 7%.

Estadão Conteúdo
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Sat, 29 Aug 2026 18:42:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[TSE começa a julgar registros de candidatos à Presidência na próxima segunda-feira (31)]]></title>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para a próxima segunda-feira, 31 de julho, o início do julgamento virtual dos registros dos candidatos à Presidência da República nas eleições de outubro.

O julgamento terá início à meia-noite e ficará aberta até o dia 2 de setembro. Na modalidade virtual, os ministros inserem os votos no sistema eletrônico da Corte e não há deliberação presencial.

O TSE recebeu 13 pedidos de registros de candidaturas: 


	Augusto Cury (Avante);
	Clariana Barão (DC); 
	Edmilson Costa (PCB);
	Flávio Bolsonaro (PL);
	Hertz Dias (PSTU); 
	Luiz Inácio Lula da Silva (PT); 
	Pablo Marçal (PRTB); 
	Renan Santos (Missão); 
	Romeu Zema (Novo); 
	Ronaldo Caiado (PSD); 
	Rui Costa Pimenta (PCO);
	Samara Martins (UP) e 
	Wilson Grassi (Democrata).


Para terem os registros concedidos, os candidatos precisam apresentar documentos para comprovar que estão elegíveis e que não têm pendências com a Justiça Eleitoral.

No caso de Pablo Marçal, o TSE já determinou que o candidato deve ficar proibido temporariamente de fazer campanha eleitoral, comparecer a debates e participar do horário eleitoral no rádio e na TV. Os ministros aceitaram um pedido de liminar protocolado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) para suspender a campanha de Marçal até que o TSE julgue de forma definitiva o registro de candidatura, o que vai ocorrer na próxima segunda-feira. 

No pedido, o MPE afirmou ao tribunal que Pablo Marçal está inelegível até 2032 por ter sido condenado pela Justiça Eleitoral de São Paulo por ofertar gravações de vídeos para vereadores e prefeitos em troca de doações em dinheiro. O episódio ocorreu nas eleições municipais de 2024.

Eleições

O primeiro turno será no dia 4 de outubro, quando serão eleitos deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República.

O segundo turno está marcado para o dia 25 e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente. Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.

Agência Brasil
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 20:38:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Eleições 2026: horário eleitoral gratuito começa nesta sexta (28); confira novas regras]]></title>
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				<description><![CDATA[A disputa eleitoral de 2026 ganha, a partir desta sexta-feira, 28 de agosto, um novo espaço para chegar aos eleitores. Começa o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão, que levará as mensagens de partidos, federações e coligações à programação diária das emissoras até 1º de outubro, antevéspera do primeiro turno.

Ao todo, mais de 158 milhões de eleitores passam a ter contato também com a propaganda eleitoral veiculada pelos meios tradicionais de comunicação. A transmissão é regulamentada pela Resolução nº 23.610 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que estabelece regras para a divulgação das campanhas.

As Eleições 2026 terão ainda uma característica que ganhou peso nos últimos anos: a preocupação com conteúdos produzidos ou modificados por inteligência artificial (IA). A Justiça Eleitoral estabeleceu restrições para evitar que recursos tecnológicos sejam utilizados para manipular imagens e áudios e induzir o eleitor ao erro.

Como funciona o horário eleitoral nas Eleições 2026

A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão será apresentada em dois formatos ao longo dos próximos 35 dias. O primeiro deles são os programas em bloco, transmitidos em rede nacional e organizados em escala alternada entre os diferentes cargos que estarão em disputa.

A programação contemplará candidatos à Presidência da República, aos governos estaduais, ao Senado, à Câmara dos Deputados e às assembleias legislativas ou Câmara Legislativa, no caso do Distrito Federal.

O segundo formato são as inserções comerciais. As emissoras deverão reservar 70 minutos diários de sua programação para a veiculação de propagandas de 30 e 60 segundos. Os anúncios serão distribuídos ao longo da programação entre 5h e 0h.

A presença da propaganda eleitoral na televisão e no rádio amplia o alcance das campanhas justamente em um momento em que a comunicação política também ocorre de maneira intensa pela internet e pelas redes sociais.

No ambiente digital, a propaganda eleitoral está liberada desde 16 de agosto. As regras estabelecidas para esse meio incluem medidas relacionadas à identificação dos canais utilizados pelas campanhas, além de mecanismos voltados à proteção da privacidade dos eleitores.

Canais oficiais, sites, blogs e perfis em redes sociais utilizados pelas campanhas precisam constar do registro da candidatura. Caso um novo perfil seja criado durante a disputa, a informação deverá ser comunicada ao TSE no prazo de até 24 horas.

Também existem regras para o envio de mensagens por WhatsApp, SMS e e-mail. Os destinatários precisam ter uma opção visível para interromper o recebimento das comunicações. Depois de solicitado o descadastramento, a equipe responsável pela campanha terá até 48 horas para retirar o contato da base de dados.

Inteligência artificial terá regras específicas na propaganda

Um dos principais pontos das regras para as Eleições 2026 envolve o uso de inteligência artificial na produção de conteúdo eleitoral.

A Justiça Eleitoral proibiu o uso de conteúdos sintetizados por IA para criar, alterar ou clonar a voz e a imagem de pessoas reais com o objetivo de divulgar declarações falsas ou apresentá-las fora de contexto. A medida atinge especialmente os chamados deepfakes, que podem produzir materiais audiovisuais com aparência de autenticidade.

Por outro lado, o uso da tecnologia não está totalmente proibido. Recursos de inteligência artificial podem ser empregados na criação de peças de campanha, incluindo computação gráfica e tratamento de áudio. Nesses casos, porém, deverá existir um aviso claro, explícito e acessível informando que a imagem ou o som foi processado por tecnologia.

As regras também alcançam a movimentação das campanhas nas ruas. Atos públicos de grande porte que tenham despesas com combustível custeadas por partidos, coligações ou candidatos, como carreatas e passeatas, precisam ser comunicados formalmente à Justiça Eleitoral com antecedência mínima de 24 horas.

Segundo o TSE, a medida permite cruzar informações relacionadas à logística desses eventos com os dados apresentados nas prestações de contas parciais encaminhadas pelos comitês de campanha.

O primeiro turno das Eleições 2026 está marcado para 4 de outubro. Caso seja necessário, o segundo turno ocorrerá em 25 de outubro.

Para a votação, o TSE estima a utilização de 564 mil urnas eletrônicas em todo o país. Até o primeiro turno, portanto, partidos e candidatos terão diferentes canais para apresentar propostas e buscar a atenção dos eleitores, sob regras que combinam os meios tradicionais de comunicação com as novas exigências para o ambiente digital e o uso de inteligência artificial.
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 07:17:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Eleições 2026: TSE aprova envio de tropas federais em mais de 100 municípios durante o pleito]]></title>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou por unanimidade, nesta quinta-feira, 27 de agosto, o envio de forças federais para reforçar a segurança e garantir a ordem pública em mais de uma centena de municípios durante o primeiro turno das Eleições Gerais de 2026. A votação está marcada para 4 de outubro.

A medida alcança localidades dos estados do Tocantins, Piauí, Ceará, Acre e Rio de Janeiro. Entre os locais que poderão contar com o apoio federal estão as capitais Rio de Janeiro (RJ), Fortaleza (CE), Teresina (PI) e Rio Branco (AC).

A autorização foi concedida pelo Plenário do TSE após os requerimentos terem sido previamente aprovados pelos respectivos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e pelos governos estaduais.

A atuação das tropas poderá ocorrer em diferentes tipos de localidades, incluindo áreas consideradas de difícil acesso, aldeias indígenas, regiões de fronteira, municípios distantes e comunidades ribeirinhas.

Forças Armadas serão responsáveis pela execução

A autorização do TSE não significa que o tribunal será responsável diretamente pelo planejamento das operações. Como as forças federais destinadas ao apoio eleitoral são formadas por militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, cabe ao Plenário da Justiça Eleitoral analisar e aprovar ou rejeitar a necessidade do reforço.

Depois da aprovação, os pedidos são encaminhados ao Ministério da Defesa. A pasta fica responsável pelo planejamento e pela execução das ações que serão realizadas pelas Forças Armadas durante o período eleitoral.

A presença de militares em áreas específicas durante as eleições segue uma prática adotada tradicionalmente em pleitos brasileiros. Além do reforço na segurança e na manutenção da ordem pública, as Forças Armadas podem atuar em tarefas de apoio logístico para garantir que a votação aconteça também em regiões de acesso mais complexo.

Esse tipo de operação é especialmente importante em localidades onde o deslocamento por estradas é limitado ou inexistente.

Apoio inclui transporte para locais de difícil acesso

Tradicionalmente, durante as eleições, as Forças Armadas participam do transporte de urnas eletrônicas, eleitores, equipes e materiais necessários para a realização da votação em áreas de difícil acesso.

Entre os locais que podem demandar esse tipo de operação estão comunidades ribeirinhas e aldeias indígenas, além de regiões onde o acesso ocorre principalmente por rios ou pelo transporte aéreo.

Nesses casos, a participação das forças federais tem caráter logístico e busca garantir que os equipamentos e materiais eleitorais cheguem aos locais de votação dentro das condições necessárias para o pleito.

A atuação também pode envolver regiões de fronteira e municípios distantes, onde a logística eleitoral apresenta desafios adicionais.

A decisão tomada pelo TSE nesta quinta-feira amplia, portanto, a estrutura de segurança e logística prevista para o primeiro turno das forças federais nas eleições 2026.

A autorização contempla mais de uma centena de municípios em cinco estados e inclui cidades de grande porte, como quatro capitais.

Com a aprovação dos pedidos, caberá agora ao Ministério da Defesa organizar as operações junto às Forças Armadas. O planejamento deverá considerar as características de cada localidade e as necessidades apresentadas pelos tribunais eleitorais regionais e pelos governos estaduais.

A medida faz parte da estrutura de preparação para o primeiro turno das Eleições Gerais de 2026, que ocorrerá em 4 de outubro. A presença das forças federais busca atender às demandas específicas de segurança e logística apresentadas pelas autoridades eleitorais em diferentes regiões do país.
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 20:22:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Eleições: foto de Lula com chapéu na urna não é propaganda eleitoral, diz MP]]></title>
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				<description><![CDATA[O vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa, afirmou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não identifica irregularidade na fotografia escolhida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para aparecer na urna eletrônica.

Na imagem, o petista aparece usando um chapéu-panamá, acessório que, segundo o Ministério Público Eleitoral (MPE), não possui “conotação de propaganda eleitoral” e não prejudica o reconhecimento do candidato pelos eleitores.

Lula disputa, neste ano, sua sétima eleição presidencial. Esta é a primeira vez que o presidente utiliza o chapéu em uma campanha para ocupar pela quarta vez o Palácio do Planalto.

Recomendação médica

De acordo com a assessoria de imprensa do presidente, o uso do acessório passou a fazer parte da rotina de Lula após recomendação médica.

A orientação ocorreu depois que ele retirou uma lesão de câncer de pele localizada no couro cabeludo, em abril deste ano. Lula tem 80 anos.

No parecer encaminhado ao TSE, Espinosa defendeu a manutenção da fotografia e destacou que a escolha está de acordo com os princípios democráticos. Para o vice-procurador-geral Eleitoral, “a permissão da indumentária na fotografia do candidato é a solução que melhor atende ao pluralismo político, que, como fundamento do Estado Democrático de Direito, tem relevo especial na aplicação do direito eleitoral”.

Regra para fotos

A resolução do TSE que estabelece as normas para as fotografias utilizadas nas urnas determina que os candidatos apareçam de forma frontal, em imagem de busto e com “trajes adequados para fotografia oficial”.

A legislação eleitoral também impede a utilização de elementos cênicos ou adornos que possam caracterizar propaganda eleitoral ou dificultar a identificação do candidato.

No entendimento do MPE, porém, o chapéu usado por Lula não se enquadra nessas restrições.

O acessório também possui uma história conhecida internacionalmente. Apesar do nome, o chapéu-panamá é tradicionalmente produzido no Equador. Ele ganhou popularidade mundial no século XX, durante a construção do Canal do Panamá, quando trabalhadores e o então presidente dos Estados Unidos, Theodore Roosevelt, utilizavam o chapéu para se proteger do sol.

A passagem das peças pelo Panamá antes da exportação contribuiu para a origem do nome pelo qual o acessório ficou conhecido.
 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 13:27:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Flávio Bolsonaro tem 48% de rejeição e Lula 49%]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-flavio-bolsonaro-tem-48-de-rejeicao-e-lula-49/630690/</link>
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				<description><![CDATA[O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seguem empatados tecnicamente na liderança dos presidenciáveis mais rejeitados, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 24. Do total de entrevistados, 49% dizem que não votariam no petista, enquanto 48% não votariam no filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em comparação com a pesquisa anterior, de 17 de agosto, a rejeição de Flávio oscilou dois pontos para baixo, dentro da margem de erro, enquanto a rejeição a Lula oscilou um ponto para cima.

Entre os eleitores de Lula, 39% dizem que o petista é o único candidato em quem votariam, e 11% dizem que poderiam votar em outro. No caso dos eleitores de Flávio, 27% declaram que não votariam em outro candidato. Outros 20% afirmam que poderiam votar em outro.

Flávio é mais rejeitado entre as mulheres (55%), por pessoas com 60 anos ou mais (49%), por quem não tem religião (70%) e por eleitores do Nordeste (58%). O nome de Lula tem maior rejeição entre homens (57%), eleitores de 25 a 40 anos (55%), evangélicos (60%) e sulistas (60%).

A rejeição ao ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) se manteve em 34%, e 36% dizem que não votariam no ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) de jeito nenhum (um crescimento de 3% em relação à pesquisa anterior).

No caso de Renan Santos (Missão), a rejeição subiu de 32% na pesquisa de 17 de agosto para 35% no levantamento divulgado nesta segunda-feira. Santos segue o mais desconhecido, com 43% dos eleitores que dizem não conhecê-lo. Zema é desconhecido por 31% dos eleitores e Caiado, por 30%.

Preferência política

O levantamento mostra ainda que 39% dos brasileiros preferem que o próximo presidente da República seja Luiz Inácio Lula da Silva, mesma taxa da semana passada. Outros 36% afirmam que gostariam de ver eleito Flávio, um candidato apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ou um membro de sua família. Em 17 de agosto, eram 33%.

De acordo com o levantamento divulgado nesta segunda, 20% dizem preferir um nome que não seja ligado nem ao petista nem ao ex-chefe do Executivo. Na pesquisa anterior, eram 24%. Brancos, nulos e indecisos somam 2%. Não sabem ou não responderam são 2%

De acordo com o cruzamento de dados apresentado pelo levantamento, entre os eleitores que preferem uma terceira via, 19% votariam em Lula; 15%, em Flávio; 51% nos demais candidatos e 11% votariam em branco ou anulariam.

A Nexus ouviu 2.003 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 21 a 23 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-09028/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 08:31:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Nexus/BTG mostra Lula com 41% e Flávio Bolsonaro com 37% em cenário para primeiro turno ]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-nexus-btg-lula-flavio-bolsonaro-eleicoes-2026/630687/</link>
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				<description><![CDATA[A nova rodada da pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta segunda-feira, 24 de agosto, aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança de um dos cenários simulados para o primeiro turno das eleições de 2026. O petista aparece com 41% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 37%.

A diferença entre os dois é de quatro pontos percentuais no levantamento. Na sequência da simulação, aparecem o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), com 5%, e o coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos (Missão), com 3%.

O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) também soma 3% das intenções de voto. O escritor Augusto Cury (Avante) aparece com 2%, enquanto Samara Martins, vice-presidente nacional da UP, registra 1%.

Entre os entrevistados, 5% afirmaram que votariam em branco, anulariam o voto ou não escolheriam nenhum dos candidatos apresentados. Outros 3% disseram não saber ou preferiram não responder.

Segundo cenário inclui Pablo Marçal

A pesquisa também apresentou aos entrevistados uma segunda possibilidade de primeiro turno, desta vez com a inclusão do empresário Pablo Marçal (PRTB).

Nesse cenário, Lula permanece à frente, com 40% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 34%. Ronaldo Caiado mantém os 5%, e Marçal registra 4%.

Renan Santos aparece novamente com 3%. Romeu Zema e Augusto Cury somam 2% cada. Já Samara Martins, Rui Costa Pimenta (PCO) e Clariana Barão (DC) registram 1% cada.

A pesquisa destaca que Marçal está inelegível, mas registrou sua candidatura à Presidência da República no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 15 de agosto. Segundo as informações do levantamento, o tribunal também impediu que o empresário participe de debates eleitorais, tenha acesso a recursos públicos destinados à campanha, como o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e o Fundo Partidário, além de limitar seu acesso ao horário eleitoral no rádio e na televisão e a atos de propaganda eleitoral.

A situação do registro da candidatura ainda seria analisada posteriormente pela Corte Eleitoral, quando o processo estivesse pronto para julgamento definitivo.

Como foi feita a pesquisa

O levantamento Nexus/BTG ouviu 2.006 eleitores entre os dias 21 e 23 de agosto, por meio de entrevistas realizadas por telefone. A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95%.

O estudo foi contratado pelo Banco BTG Pactual e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-09028/2026. Os números apresentados representam cenários simulados de intenção de voto e refletem as respostas dos entrevistados no período em que a pesquisa foi realizada.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 07:49:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Pablo Marçal diz que vai ao debate da Band "de qualquer jeito" após proibição do TSE]]></title>
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				<description><![CDATA[Pablo Marçal (PRTB), candidato à Presidência da República, afirmou que pretende comparecer “de qualquer jeito” ao debate presidencial que será realizado pela Band no próximo domingo, 23 de agosto. A declaração foi dada após uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que proibiu provisoriamente a participação do candidato em debates.

Em contato com o colunista do portal Metrópoles Igor Gadelha, Marçal disse que pretende estar presente no local do debate mesmo que não possa entrar nos estúdios da emissora. Segundo o candidato, caso seja impedido de acessar o espaço, ele fará uma transmissão ao vivo pelas redes sociais do lado de fora da Band.

“Vou de qualquer jeito, do lado de dentro ou do lado de fora”, afirmou.

Decisão do TSE

Conforme as informações apresentadas no material, o TSE determinou provisoriamente a proibição de Marçal em campanhas na televisão e no rádio, além de impedir sua participação em debates. A decisão também vetou o acesso do candidato aos fundos eleitoral e partidário.

A validade da candidatura de Marçal ainda será analisada pela Justiça Eleitoral. O candidato está inelegível até 2032 em razão de uma condenação mantida pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP).

Em 5 de agosto, o tribunal rejeitou, por unanimidade, os embargos de declaração apresentados pela defesa e manteve a decisão que estabeleceu a inelegibilidade por oito anos.

A condenação está relacionada ao uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha eleitoral de 2024. De acordo com a decisão mencionada no material, Marçal teria promovido concursos com oferta de prêmios para incentivar a produção e a disseminação em massa de conteúdo eleitoral na internet por pessoas físicas.

Defesa espera revisão da decisão

Após a decisão do TSE, a assessoria de Marçal afirmou, em nota, que espera uma revisão da medida e que a candidatura possa seguir normalmente. A equipe jurídica também destacou que a determinação não impede a atuação da imprensa nem a participação do candidato em entrevistas.

Segundo a assessoria, a decisão liminar suspendeu o acesso a recursos públicos de campanha e à propaganda eleitoral gratuita em rádio e televisão. Por isso, a equipe informou que reorganizaria a agenda enquanto o corpo jurídico analisava os próximos passos.

A defesa também afirmou que está avaliando os argumentos apresentados na impugnação e na decisão liminar antes de definir as medidas seguintes.

Apesar da restrição aos debates, a assessoria declarou que Marçal continuará disponível para entrevistas, desde que dentro da pauta editorial dos veículos de comunicação. A equipe pediu ainda que não fossem realizadas pautas eleitorais ou debates enquanto a decisão estiver em vigor, diante dos termos estabelecidos pela Justiça Eleitoral.

A declaração de Marçal sobre sua intenção de comparecer ao debate ocorre nesse contexto de restrição determinada pelo TSE.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 16:44:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[TSE determina retirada de vídeo de IA que liga Flávio Bolsonaro a Daniel Vorcaro]]></title>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a retirada de um vídeo produzido com inteligência artificial que associa o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) ao banqueiro Daniel Vorcaro.

A decisão é do ministro André Mendonça, que estabeleceu prazo de 24 horas, após a intimação, para a remoção da publicação. A determinação vale tanto para o responsável pelo perfil que divulgou o material quanto para a Meta.

A publicação foi colocada no ar em 14 de agosto pela conta Brasil Sátira do Poder, cujo responsável ainda não foi identificado civilmente. Além da exclusão do vídeo, Mendonça proibiu que o administrador volte a divulgar a mesma peça, inclusive por meio de compartilhamentos, reproduções ou impulsionamentos em outros perfis, sites e redes sociais que estejam sob seu controle.

Montagem cria situações que não aconteceram

O vídeo utiliza imagens sintéticas de Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro e os coloca em situações que não ocorreram. Em uma das montagens, os dois aparecem abraçados. Em outras cenas, a imagem do candidato é relacionada a situações envolvendo dinheiro, criando uma associação entre o político e o banqueiro.

Mendonça identificou indícios de deepfake. Na avaliação do ministro, a reprodução fotorrealista da imagem de Flávio pode conferir aparência de autenticidade a acontecimentos que, na realidade, não ocorreram.

Na decisão, Mendonça considerou que o enquadramento do conteúdo como sátira não é suficiente para afastar as regras eleitorais aplicáveis ao uso de inteligência artificial. O problema apontado pelo ministro está na utilização de imagens sintéticas realistas em um contexto eleitoral sem a indicação adequada de que foram artificialmente produzidas ou modificadas.

Meta e Vakinha deverão fornecer informações

A decisão também determina medidas para tentar descobrir quem está por trás do perfil. A Meta deverá entregar os dados cadastrais disponíveis relacionados à conta Brasil Sátira do Poder, além de preservar registros de acesso, metadados e demais informações técnicas associadas à publicação.

A Vakinha também foi acionada no processo. A plataforma deverá informar quem criou e quem é o beneficiário da campanha "Ajude a manter vivo o canal Brasil Sátira do Poder".

O ministro, contudo, não autorizou que fossem fornecidos os dados de identificação dos doadores nem informações sobre a movimentação financeira da campanha. A determinação, portanto, ficou restrita às informações consideradas necessárias para auxiliar na identificação dos responsáveis pelo perfil e pela arrecadação.

Estadão Conteúdo
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 07:18:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Último dia: eleitores podem pedir voto em trânsito até esta quinta-feira (20); confira regras]]></title>
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				<description><![CDATA[Termina nesta quinta-feira, 20 de agosto, o prazo para o eleitor solicitar a habilitação para votar em trânsito nas eleições de outubro. A solicitação pode ser feita pela página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na internet ou nos cartórios eleitorais em todo o país. O voto em trânsito permite ao eleitor votar fora de sua cidade no dia do pleito.

Se optar pela solicitação eletrônica, o eleitor deve clicar no menu "Fazer Transferência temporária do local de votação". Em seguida, deve preencher seus dados, consultar os locais com vagas disponíveis e seguir os comandos da página.

No caso de atendimento presencial, basta apresentar um documento oficial com foto no cartório eleitoral mais próximo.

Regras

O eleitor que optar pelo voto em trânsito deve ficar atento às regras para ter acesso ao benefício, que está disponível nas capitais e nos municípios com mais de 100 mil eleitores.

Quem estiver em uma cidade (domicílio eleitoral) localizada no mesmo estado em que mora poderá votar em trânsito para todos os cargos que estarão em disputa: deputado federal, estadual, distrital, governador, senador e presidente da República.

Se a solicitação for para uma cidade fora do estado, o eleitor só poderá votar para presidente. O pedido de voto em trânsito pode ser feito para cidades distintas em cada um dos turnos.

Alterações ou cancelamentos nas solicitações de voto em trânsito poderão ser feitos até o dia 20 de agosto. Após o prazo, nenhuma alteração poderá ser feita.

O eleitor que solicitar o voto em trânsito e não comparecer ao local de votação deverá fazer a justificativa de ausência, que estará disponível por meio do aplicativo e-Título.

Exterior

Eleitor que tem título registrado no exterior poderá solicitar voto em trânsito se estiver de passagem pelo Brasil. Nesse caso, o voto só poderá ser exercido para o cargo de presidente.

O eleitor com documento registrado no Brasil não poderá votar em trânsito se estiver fora do país no dia da votação.

Eleições

O primeiro turno será no dia 4 de outubro, quando vão ser escolhidos deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República.

O segundo turno está marcado para o dia 25 de outubro e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente. O eleitor voltará às urnas se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.

Agência Brasil
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 10:06:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE aceita desistência do PT em ação sobre Fundo Eleitoral e libera R$ 2,3 bilhões aos partidos]]></title>
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				<description><![CDATA[Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) validou, na terça-feira, 18 de agosto, durante sessão de julgamentos, pedido de desistência formulado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) em petição cível. Na ação, o partido havia requerido a retificação do cálculo de distribuição de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) relativo às Eleições de 2026.  

Acompanhando o voto do relator, ministro Kassio Nunes Marques, o Plenário acolheu o pedido e determinou a extinção do processo sem julgamento do mérito.

Com a decisão, o Fundo Eleitoral vai distribuir, neste mês, o valor de R$ 2,3 bilhões, montante correspondente a 48% dos recursos distribuídos aos partidos proporcionalmente ao tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados. Esses recursos estavam retidos até a conclusão deste julgamento.  

Assim, o cálculo do Fundo Eleitoral consolida a bancada de 68 deputados do PT eleitos em 2022, conforme contabilizado e divulgado pelo TSE em junho.

O Partido Liberal (PL) ficou com a maior parcela, de R$ 881,7 milhões. O PT aparece em segundo lugar, com R$ 615,4 milhões, seguido pelo União Brasil, que receberá R$ 526,2 milhões. 

Tribunal Superior Eleitoral

Distribuição do fundo eleitoral

O TSE divulgou, no dia 3 de junho, os valores do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) destinados aos partidos políticos para as Eleições Gerais de 2026.

Ao todo, aproximadamente R$ 4,9 bilhões serão distribuídos entre 30 legendas, conforme os critérios estabelecidos na legislação eleitoral.

A divulgação cumpre o disposto na Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições) e na Resolução TSE nº 23.605/2019, que determinam a publicação do montante disponível no Fundo Eleitoral em até 15 dias após o recebimento da dotação orçamentária pela Justiça Eleitoral.

O FEFC é constituído por recursos públicos destinados ao financiamento das campanhas eleitorais. A distribuição entre os partidos observa critérios definidos em lei, considerando a representatividade das legendas no Congresso Nacional.
]]></description>
				
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 20:48:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Candidato ao Senado é intimado a trocar foto de registro em que aparece como Jesus Cristo]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/candidato-senado-trocar-foto-registro-aparece-jesus-cristo/630341/</link>
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				<description><![CDATA[Primeiro suplente na chapa do Democracia Cristã (DC) para o Senado pelo Piauí, encabeçada por Dionísio Carvalho, o empresário e ator Dilcon Afonso Santos Carvalho terá de substituir a fotografia apresentada à Justiça Eleitoral para o registro de candidatura.

A imagem escolhida por ele o mostra caracterizado como Jesus Cristo, papel que interpreta há cerca de 35 anos em encenações religiosas, como a Paixão de Cristo e a Via-Sacra.

Dilcon Afonso foi intimado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI) no último domingo, 16, para apresentar uma nova fotografia no prazo de três dias. A determinação cita as regras estabelecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para as imagens utilizadas nos registros de candidatura.

Nessa terça-feira, 18, Dilcon publicou em suas redes sociais que o Brasil é um país diverso e que "a lei tem de ser para todos".

"Muito seletiva essas normas do TRE. Defendemos a identidade e diversidade de estilos e cultura de todos os candidatos", disse

A resolução prevê que a fotografia seja recente, colorida, com fundo uniforme e enquadramento frontal, mostrando o candidato do busto para cima.

A norma também determina o uso de trajes adequados para uma fotografia oficial e proíbe elementos cênicos ou adornos que possam dificultar o reconhecimento do candidato pelo eleitor.

Embora a legislação permita o uso de indumentária e pintura corporal de caráter étnico ou religioso, o dispositivo estabelece restrições para elementos que tenham conotação de propaganda eleitoral ou que possam interferir na identificação do candidato pelo eleitorado.

Na intimação, o TRE-PI determinou que Carvalho apresente uma nova fotografia sob pena de indeferimento do pedido de registro

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 20:21:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Eleitores tem até quinta-feira (20) para pedir voto em trânsito nas Eleições 2026; veja como solicitar]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/eleitor-tem-ate-quinta-feira-20-para-pedir-voto-em-transito-nas/630272/</link>
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				<description><![CDATA[Os eleitores que estiverem viajando durante o primeiro turno das eleições majoritárias, no dia 4 de outubro, e em eventual segundo turno, no dia 25, poderão solicitar o voto em trânsito para participar do pleito. O pedido deverá ser feito até esta quinta-feira, 20 de agosto. A relação dos locais onde haverá voto em trânsito no estado do Rio está disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Para quem já tem a biometria cadastrada na Justiça Eleitoral, o serviço pode ser acessado por meio do autoatendimento no site do TRE-RJ. No momento da solicitação online, será necessário fazer validação facial por meio do aplicativo e-título. O requerimento também pode ser realizado de maneira presencial em qualquer Central de Atendimento ao Eleitor sem agendamento prévio, apenas com a apresentação de documento oficial com foto.

O eleitor que indicar uma cidade do mesmo estado do seu domicílio eleitoral poderá votar para todos os cargos em disputa, ou seja, deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente da República. Caso a escolha seja para outro estado, o voto em trânsito ficará restrito ao cargo de presidente da República.

A votação em trânsito está restrita à capital e aos municípios com eleitorado igual ou superior a 100 mil eleitores aptos. No estado do Rio de Janeiro, cumprem esse requisito: Duque de Caxias, São Gonçalo, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Campos dos Goytacazes, Belford Roxo, Niterói, Volta Redonda, Petrópolis, Macaé, Magé, Itaboraí, Cabo Frio, Maricá, Angra dos Reis, Nova Friburgo, Barra Mansa, Teresópolis, Mesquita, Nilópolis, Queimados, Araruama, Rio das Ostras, Itaguaí, além da capital. Portanto, o eleitor fluminense poderá votar em todos os cargos apenas se indicar um desses municípios. 

Eventuais dúvidas podem ser tiradas por mensagens para o WhatsApp do TRE-RJ, que funciona 24h por dia, ou pelo Disque TRE-RJ, de segunda a sexta, das 11h às 19h, por meio de ligação normal para telefone fixo. Ambos atendem pelo número (21) 3436-9000.

Agência Brasil 
]]></description>
				
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 12:06:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Eleições: Nunes Marques, presidente do TSE, defende urna eletrônica em reunião com embaixadores]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/eleicoes-nunes-marques-presidente-do-tse-defende-urna-eletronica-em/630158/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, afirmou na segunda-feira, 17 de agosto, que o Brasil é referência internacional na realização de eleições.

Durante reunião com 86 embaixadores para demonstrar o funcionamento do sistema brasileiro de votação, o ministro defendeu a urna eletrônica e declarou que o sistema garante a transparência do pleito. 


O Brasil tornou-se, ao longo das últimas décadas, uma referência mundial na realização de eleições. A vanguarda entre as democracias representativas contemporâneas é resultado da contínua e paulatina construção de um processo eleitoral eficiente&#39;&#39;, disse.


Inteligência Artificial (IA)

Nunes Marques também destacou que o TSE aprovou neste ano regras para o combate ao uso ilegal da inteligência artificial (IA) na campanha eleitoral. 


Agigantam-se as possibilidades de mau uso da inteligência artificial nas disputas eleitorais. A produção de vídeos e áudios que visam manipular e disseminar conteúdos capazes de enganar o eleitorado, distorcer o debate público ou comprometer a livre formação da vontade política", completou. 


Regras

Em março deste ano, o Tribunal Superior Eleitoral aprovou regras sobre utilização de inteligência artificial durante as eleições gerais de outubro. 

As normas valem para candidatos e partidos. Os ministros proibiram que provedores de IA permitam, ainda que solicitado pelos usuários, sugestões de candidatos para votar.

O objetivo é evitar a interferência de algoritmos na livre escolha dos eleitores. Para combater a misoginia digital, o TSE proibiu postagens nas redes sociais com montagens envolvendo candidatas e fotos e vídeos com nudez e pornografia.

A Corte eleitoral também reafirmou que os provedores de internet poderão ser responsabilizados pela Justiça se não retirarem perfis falsos e postagens ilegais de seus usuários.

Eleições

O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro, quando serão eleitos deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República.

O segundo turno está marcado para o dia 25 e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente. Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.

Agência Brasil
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 13:14:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE manda retirar vídeo de Flávio Bolsonaro que associa Lula ao PCC e ao Comando Vermelho]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/tse-retirar-video-flavio-bolsonaro-lula-pcc-comando-vermelho/630076/</link>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que seja retirado das redes sociais um vídeo publicado pelo senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) que relaciona o presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e ao Comando Vermelho (CV).

A decisão também alcança a plataforma X, onde o conteúdo deverá ser excluído. A reportagem do Estadão procurou Flávio Bolsonaro, mas não obteve retorno. Se houver posicionamento, a matéria será atualizada.

A maioria dos ministros considerou que a publicação extrapolou os limites da disputa política ao estabelecer uma ligação entre Lula e organizações criminosas.

O julgamento foi realizado no plenário virtual e terminou com cinco votos pela retirada do material e dois pela manutenção.

A ação chegou ao TSE por iniciativa da Federação Brasil da Esperança, integrada por PT, PCdoB e PV. As siglas argumentaram que o conteúdo apresentava uma associação sem fundamento entre o presidente e as duas facções e caracterizava propaganda eleitoral antecipada.

Em 26 de julho, o presidente do TSE, Nunes Marques, havia rejeitado o pedido de retirada imediata do vídeo. Na análise definitiva, ele ficou entre os dois ministros que votaram contra a remoção.

Além de Nunes Marques, André Mendonça também se posicionou pela permanência do conteúdo. Pela retirada, votaram Estela Aranha, Ricardo Villas Bôas Cueva, Dias Toffoli, Floriano de Azevedo Marques e Antonio Carlos Ferreira.

Outro pedido de Mendonça fica fora da análise

O julgamento também envolveu uma controvérsia sobre a tramitação do processo. André Mendonça havia pedido que fossem enviados ao tribunal registros relacionados ao 8º Congresso Nacional da Federação Brasil da Esperança e ao lançamento do projeto Porta-Vozes de Lula.

O requerimento, no entanto, não foi apreciado pelo plenário. Antes disso, os ministros concluíram que a distribuição do processo havia ocorrido de forma inadequada e determinaram sua redistribuição.

Nesse ponto, houve nova divisão entre os integrantes da Corte. Antonio Carlos Ferreira, Ricardo Villas Bôas Cueva, Floriano de Azevedo Marques, Estela Aranha e Nunes Marques divergiram de Mendonça e Dias Toffoli.

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 16:45:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Governo Lula é avaliado como ruim ou péssimo por 42%  ]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-governo-lula-e-avaliado-como-ruim-ou-pessimo-por/630029/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 17, indica que 42% dos eleitores avaliam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como ruim ou péssimo. Na pesquisa anterior, de 10 de agosto, eram 44% - houve uma variação para baixo dentro da margem de erro. Os eleitores que consideram o governo de Lula ótimo ou bom somam 34%, mesma taxa do levantamento da semana passada.

Aqueles que consideram o governo de Lula regular somam 23%. Na pesquisa de 10 de agosto, eram 21%. Não sabem ou não responderam são 1%.

A avaliação do governo Lula é melhor entre o público feminino, pessoas de 60 anos ou mais e por quem estudou até o ensino fundamental. A avaliação é pior entre o público masculino, eleitores de 41 a 59 anos e por quem tem ensino superior.

O instituto também perguntou sobre a aprovação do desempenho pessoal de Lula. Segundo a pesquisa, 48% desaprovam o petista, enquanto 47% aprovam. Os que disseram não saber ou que não responderam somam 5%.

A desaprovação oscilou um ponto para baixo em relação à pesquisa anterior, quando somou 49%, mas dentro da margem de erro. Já o patamar de aprovação subiu um ponto.

A Nexus ouviu 2.003 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 14 a 16 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03317/2026.

Estadão Contéudo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 11:18:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Eleições: desaprovação de Lula supera aprovação e chega a 48%, aponta BTG/Nexus]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/eleicoes-desaprovacao-de-lula-supera-aprovacao-e-chega-a-48-aponta/630026/</link>
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				<description><![CDATA[O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 48% de desaprovação entre os eleitores brasileiros, enquanto 47% aprovam a gestão federal, segundo a nova rodada da pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta segunda-feira, 17 de agosto.

Outros 5% dos entrevistados não souberam responder ou não quiseram responder à pergunta sobre a avaliação do trabalho do presidente à frente do governo federal.

Os números mostram uma diferença de um ponto percentual entre os que desaprovam e os que aprovam a gestão. De acordo com a série histórica apresentada no levantamento, iniciada em março deste ano, o cenário permanece estável.

A pesquisa também avaliou como os entrevistados classificam a administração federal. Nesse quesito, 42% consideram o governo ruim ou péssimo, sendo 8% de avaliações ruins e 34% de avaliações péssimas. Por outro lado, 34% avaliam a gestão como boa ou ótima. Do total, 19% classificaram o governo como bom e 16% como ótimo.

Avaliação do governo

Além dos eleitores que classificaram a administração federal como boa, ótima, ruim ou péssima, 23% consideram o governo regular. Outros 1% não souberam ou não responderam.

Os resultados de aprovação e desaprovação medem a percepção dos entrevistados sobre o trabalho de Lula na Presidência. Já a avaliação entre ótimo, bom, regular, ruim e péssimo apresenta uma classificação mais detalhada sobre a administração federal.

A diferença entre os dois indicadores aparece nos percentuais registrados pelo levantamento. Enquanto 48% afirmam desaprovar o trabalho do presidente e 47% dizem aprová-lo, a avaliação da administração federal reúne 42% de opiniões negativas, 34% positivas e 23% que consideram o governo regular.

Metodologia

A pesquisa Nexus/BTG ouviu 2.003 eleitores entre os dias 14 e 16 de agosto. As entrevistas foram realizadas por telefone. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo BTG Pactual e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03317/2026.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 10:48:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE mantém multa de R$ 53 mil a instituto por irregularidade em pesquisa eleitoral]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/tse-mantem-multa-instituto-irregularidade-pesquisa-eleitoral/629985/</link>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por maioria, negou, na última quinta-feira, 13 de agosto, recurso especial eleitoral da Quaest Pesquisas, Consultoria e Projetos Ltda. e manteve a multa de R$ 53.205 aplicada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI) por divulgação de pesquisa eleitoral considerada irregular nas Eleições Municipais de 2024.   

A representação que deu origem ao processo foi apresentada pelo diretório municipal do Partido da Mobilização Nacional (Mobiliza), em Teresina (PI), sob o argumento de que não constava, no procedimento de elaboração da pesquisa, a delimitação geográfica das áreas abrangidas pelo levantamento.   

Delimitação geográfica  

Prevaleceu o voto do relator, ministro Antonio Carlos Ferreira, para quem, embora as empresas de pesquisa tenham autonomia na definição da metodologia técnico-científica dos levantamentos, essa liberdade não afasta a obrigação de observar as exigências previstas na legislação eleitoral e na Resolução TSE nº 23.600/2019.  

Nesse caso, o TRE-PI constatou que o arquivo destinado ao detalhamento das áreas pesquisadas apresentava referências como centro, leste, norte, sudeste e sul, além dos códigos dos setores censitários do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mas não identificava os bairros abrangidos.

Além disso, segundo o relator, alterar essa conclusão da Corte Regional exigiria o reexame de fatos e provas, providência inviável em recurso especial eleitoral. 

O relator apontou ainda que a utilização de uma fonte pública de dados, como a malha de setores censitários do IBGE, não afasta a necessidade de cumprimento das regras específicas para o registro de pesquisas eleitorais.

Conforme seu entendimento, as informações apresentadas não foram suficientes, no caso concreto, para atender à exigência prevista pela Justiça Eleitoral, segundo a qual devem ser indicados, nas eleições municipais, os bairros abrangidos ou, na ausência de delimitação de bairro, a área em que a pesquisa foi realizada.  
 
Acompanharam o relator os ministros André Mendonça, Dias Toffoli e o presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques. Ficaram vencidos os ministros Floriano de Azevedo Marques, Ricardo Villas Bôas Cueva e a ministra Estela Aranha, para os quais a indicação dos geocódigos dos setores censitários do IBGE seria suficiente para cumprir a exigência relativa à área física de realização da pesquisa.  

Tribunal Superior Eleitoral
]]></description>
				
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 17:12:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE suspende sistema de filiação após caso Flávio Bolsonaro e tentativa de alterar partido de Lula]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/tse-suspende-sistema-de-filiacao-caso-flavio-bolsonaro-lula/629862/</link>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu na quinta-feira, 13 de agosto, suspender temporariamente o processamento de novos registros no Sistema de Filiação Partidária (Filia), plataforma da Justiça Eleitoral responsável pelo registro de filiações a partidos políticos. 

A medida foi tomada após a repercussão da filiação falsa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, ao partido Missão. 

Segundo o TSE, a medida foi determinada pelo presidente do tribunal, Kassio Nunes Marques, e tem o objetivo de impedir novas filiações indevidas. 

O tribunal também informou que foi identificada a tentativa de filiação falsa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas não chegou a ser efetivada. 

Mais cedo, o presidente do TSE determinou o restabelecimento da filiação de Flávio ao PL após a repercussão do caso.

Pelas redes sociais, Flávio Bolsonaro afirmou que o registro de filiação ao Missão foi "fraudado".

Em nota divulgada na tarde de hoje,  o TSE negou que a inclusão do nome do senador tenha ocorrido por meio do hackeamento do sistema da Corte e disse que houve "uso indevido" da ferramenta por um usuário ligado ao Missão.

O Missão afirmou que chegou a detectar a filiação indevida, mas não conseguiu cancelar o ato no sistema do TSE. "O Partido Missão vem a público informar que foi vítima de uma tentativa de filiação fraudulenta de Flávio Bolsonaro. Nosso sistema, ao notar a fraude, tentou realizar no mesmo dia o cancelamento da filiação, ação que foi rejeitada pelo TSE", declarou o partido. 

Agência Brasil

TSE nega hackeamento

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou nesta quinta-feira, 13 de agosto a abertura de uma investigação para apurar a filiação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, ao Missão.

Em nota, o TSE negou que a inclusão do nome do senador tenha ocorrido por meio do hackeamento do sistema da Corte e disse que houve "uso indevido" da ferramenta. 

Além disso, o tribunal informou que o presidente da Corte acionou o Ministério Público Eleitoral e determinou a abertura de uma investigação interna.
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 17:15:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Flávio Bolsonaro declara R$ 8,1 milhões em bens ao registrar candidatura à Presidência ]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/flavio-bolsonaro-declara-r-81-milhoes-em-bens-ao-registrar/629833/</link>
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				<description><![CDATA[O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, registrou sua candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e declarou um patrimônio de R$ 8,1 milhões. O valor informado à Justiça Eleitoral é 4,7 vezes maior que o patrimônio declarado pelo parlamentar quando concorreu ao Senado, em 2018, considerando os valores nominais.

Naquele ano, Flávio Bolsonaro informou possuir aproximadamente R$ 1,7 milhão em bens. A declaração apresentada em 2026 mostra que a maior parte do patrimônio atual está concentrada em um imóvel localizado no Lago Sul, área nobre de Brasília.

A casa foi declarada pelo valor de R$ 6,2 milhões. Além do imóvel, o senador informou possuir recursos aplicados em investimentos, dinheiro em contas bancárias, um veículo e participações em empresas.

Patrimônio declarado ao TSE

Entre os bens informados por Flávio Bolsonaro neste ano está um fundo de investimento no valor de R$ 1,09 milhão. O candidato também declarou R$ 568,7 mil em depósito bancário em conta corrente e R$ 103,7 mil em saldo de conta-poupança.

A lista apresentada à Justiça Eleitoral inclui ainda uma aplicação em renda fixa (CDB) de R$ 8,2 mil e um veículo de 2014 avaliado em R$ 133 mil.

O senador também declarou participações em empresas. Uma das quotas e quinhões de capital foi registrada no valor de R$ 46 mil. Há ainda uma participação de R$ 249 e outra, referente a uma sociedade individual de advocacia, no valor de R$ 10 mil.

A evolução do patrimônio ocorre principalmente em razão da inclusão da casa localizada no Lago Sul. Em 2018, a declaração de bens do então candidato ao Senado incluía um apartamento na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, avaliado em R$ 917 mil; R$ 558,2 mil em aplicações e investimentos; uma sala comercial de R$ 150 mil, também na Barra da Tijuca; um carro avaliado em R$ 66,5 mil e uma participação de 50% em uma empresa de franquia de chocolates, no valor de R$ 50 mil.

Antes disso, Flávio Bolsonaro havia declarado R$ 1,4 milhão em patrimônio ao disputar a Prefeitura do Rio de Janeiro, em 2016, pelo PSC. Na eleição de 2014, quando concorreu novamente ao cargo de deputado estadual, declarou R$ 714,3 mil em bens. Em 2010, o patrimônio informado era de R$ 690,9 mil. Já em 2006, havia declarado R$ 385 mil.

Bens declarados por Flávio Bolsonaro em 2026


	Fundo de investimento: R$ 1.090.520;
	Casa no Lago Sul, em Brasília: R$ 6.226.043;
	Aplicação em renda fixa (CDB): R$ 8.266;
	Veículo de 2014: R$ 133 mil;
	Saldo em conta-poupança: R$ 103.746,23;
	Depósito bancário em conta corrente: R$ 568.730,23;
	Quota e quinhão de capital: R$ 46 mil;
	Quota ou quinhão de capital: R$ 249;
	Quota ou quinhão de capital em sociedade individual de advocacia: R$ 10 mil.


Registro da candidatura

O registro da candidatura à Presidência ocorreu na noite de quinta-feira (11), segundo as informações apresentadas. O procedimento ocorreu horas depois de uma alteração que fez o senador aparecer como filiado ao Missão, partido do adversário Renan Santos, em vez do PL.

Segundo a campanha de Flávio Bolsonaro, a mudança não foi feita de forma legítima e teria sido resultado de uma ação que classificou como uma “molecagem que alguém fez”.

Na declaração apresentada ao TSE neste ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) informou patrimônio de R$ 4,7 milhões. Os candidatos Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) declararam, respectivamente, R$ 178,7 milhões e R$ 795 mil.

O deputado federal Alfredo Gaspar (PL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, declarou R$ 564,6 mil em patrimônio em 2026. O valor informado é quase o dobro dos R$ 289,2 mil declarados por ele em 2022.

*Nota da redação: Este texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial a partir de informações apuradas e revisado pela equipe editorial.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 14:38:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Nunes Marques restabelece filiação de Flávio Bolsonaro ao PL e autoriza registro de candidatura]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/nunes-marques-restabelece-filiacao-de-flavio-bolsonaro-pl/629760/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, determinou que a filiação do senador Flávio Bolsonaro ao PL seja restabelecida. Ele é o pré-candidato do partido à Presidência da República.

Desde cedo, matérias jornalísticas informavam que a equipe da campanha do senador não conseguiu formalizar a candidatura no sistema do TSE devido à filiação ao Missão. 

A decisão do ministro foi tomada após o partido solicitar a desfiliação de Flávio do Missão. O caso está sendo investigado pelo TSE. 

A partir de agora, o PL poderá registrar a candidatura do senador no sistema da Corte. O prazo termina no próximo sábado (15). Mais cedo, Flávio Bolsonaro afirmou que o registro de filiação ao Missão foi "fraudado". 

O TSE negou que o sistema de candidaturas tenha sido hackeado e informou que alguém com as credenciais digitais do Missão realizou a filiação de Flávio ao partido. 

"O Tribunal Superior Eleitoral informa que a filiação de Flávio Bolsonaro ao partido Missão não foi fruto de hackeamento do sistema de filiação partidária, mas sim de uso indevido da ferramenta por parte de alguém que possuía as credenciais da legenda para efetivar filiações", declarou o TSE.

Agência Brasil

Entenda o caso

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não conseguiu registrar, nesta quinta-feira, 13 de agosto, sua candidatura à Presidência da República após aparecer como filiado ao partido Missão no sistema da Justiça Eleitoral. O caso está sendo analisado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A alteração foi identificada pela equipe jurídica da campanha enquanto os responsáveis reuniam os documentos necessários para protocolar o pedido de registro. Segundo a advogada Maria Claudia Bucchianeri, responsável pela defesa da campanha, a mudança teria ocorrido de forma fraudulenta.

O prazo para que os candidatos apresentem os pedidos de registro à Justiça Eleitoral termina às 19h deste sábado, 15 de agosto. O PL havia oficializado Flávio como candidato ao Palácio do Planalto durante convenção nacional realizada em 25 de julho.
]]></description>
				
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 20:52:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE nega que sistema foi hackeado após Flávio Bolsonaro aparecer filiado ao Missão]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/tse-nega-sistema-hackeado-flavio-bolsonaro-filiado-missao/629722/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou nesta quinta-feira, 13 de agosto a abertura de uma investigação para apurar a filiação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, ao Missão.

A medida foi tomada após a divulgação de matérias jornalísticas informando que a equipe da campanha não conseguiu formalizar a candidatura no sistema do TSE devido à filiação ao outro partido. O prazo termina no próximo sábado (15). 

Pelas redes sociais, Flávio Bolsonaro afirmou que o registro de filiação ao Missão foi "fraudado".

Em nota, o TSE negou que a inclusão do nome do senador tenha ocorrido por meio do hackeamento do sistema da Corte e disse que houve "uso indevido" da ferramenta. 

Além disso, o tribunal informou que o presidente da Corte acionou o Ministério Público Eleitoral e determinou a abertura de uma investigação interna.

"O Tribunal Superior Eleitoral informa que a filiação de Flávio Bolsonaro ao partido Missão não foi fruto de hackeamento do sistema de filiação partidária, mas sim de uso indevido da ferramenta por parte de alguém que possuía as credenciais da legenda para efetivar filiações", declarou o TSE.

Após a repercussão do caso, o PL entrou no TSE com um pedido de desfiliação do Missão. O pedido já está em análise pelo tribunal.

O Missão afirmou que chegou a detectar a filiação indevida, mas não conseguiu cancelar o ato no sistema do TSE.

"O Partido Missão vem a público informar que foi vítima de uma tentativa de filiação fraudulenta de Flávio Bolsonaro. Nosso sistema, ao notar a fraude, tentou realizar no mesmo dia o cancelamento da filiação, ação que foi rejeitada pelo TSE", declarou partido. 

Agência Brasil

Entenda o caso

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não conseguiu registrar, nesta quinta-feira, 13 de agosto, sua candidatura à Presidência da República após aparecer como filiado ao partido Missão no sistema da Justiça Eleitoral. 

A alteração foi identificada pela equipe jurídica da campanha enquanto os responsáveis reuniam os documentos necessários para protocolar o pedido de registro. Segundo a advogada Maria Claudia Bucchianeri, responsável pela defesa da campanha, a mudança teria ocorrido de forma fraudulenta.
]]></description>
				
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 16:21:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Eleições: Nunes Marques vota contra solicitação do PT por mais recursos do Fundo Eleitoral]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/eleicoes-nunes-marques-vota-contra-solicitacao-do-pt-por-mais/629718/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, votou nesta quinta-feira, 13 de agosto, contra a solicitação do PT para que fosse revista a forma de cálculo da parcela do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) destinada ao partido nas eleições de 2026.

A análise do processo, no entanto, não foi concluída. A ministra Estela Aranha pediu vista dos autos para examinar o caso com mais tempo, interrompendo o julgamento. Com isso, a distribuição dos 48% do Fundo Eleitoral destinados às legendas permanece suspensa até que o tribunal retome a discussão.

Divergência envolve tamanho das bancadas

O processo trata da composição da Câmara dos Deputados utilizada pelo TSE como referência para definir a divisão dos recursos. Pelas regras eleitorais, os 48% do FEFC são repartidos entre os partidos levando em consideração o número de deputados federais de cada legenda em 1º de junho do ano da eleição.

O Partido dos Trabalhadores contesta a composição registrada nessa data por causa de uma alteração ocorrida na bancada de Alagoas. Em maio, uma nova totalização dos votos das eleições de 2022 levou à diplomação de um suplente do Republicanos, fazendo a bancada petista cair de 69 para 68 deputados.

A retotalização foi finalizada em 13 de maio, enquanto a diplomação do novo parlamentar ocorreu dois dias depois. Em 20 de maio, contudo, o ministro Dias Toffoli determinou a suspensão do procedimento em razão de um recurso que ainda aguardava julgamento.

O partido argumenta que, diante dessa decisão, deveria ser considerada a composição anterior da Câmara no cálculo do FEFC. Na avaliação da legenda, essa configuração garantiria ao PT uma fatia maior dos recursos destinados às campanhas.

Nunes Marques defende manutenção da nova composição

O presidente do TSE apresentou entendimento contrário ao pedido petista. Para Nunes Marques, a determinação de Dias Toffoli não anulou retroativamente a retotalização que já havia sido concluída pela Justiça Eleitoral.

O ministro considerou relevante o fato de que a nova totalização havia sido finalizada e o suplente do Republicanos já havia sido diplomado quando a decisão de suspensão foi proferida. Dessa forma, segundo seu voto, a composição atualizada da Câmara deveria ser levada em conta no cálculo do fundo.

Com esse entendimento, o ministro afirmou que, em 1º de junho, a Justiça Eleitoral já registrava uma bancada de 68 deputados do PT e um parlamentar a mais do Republicanos. Essa seria, portanto, a composição válida para estabelecer a distribuição do FEFC.

Após o pedido de vista, Nunes Marques também chamou atenção para o impacto da decisão sobre todas as siglas. Segundo ele, uma eventual mudança na composição da Câmara poderá alterar a parcela destinada a diferentes partidos, e não somente ao PT.


Enquanto não concluirmos esse julgamento não será distribuído absolutamente nada de 48% para nenhum dos partidos, porque essa decisão pode impactar os demais”, afirmou.
 

]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 15:43:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Flávio Bolsonaro aparece filiado ao Missão no TSE, e defesa denuncia "fraude" antes do registro da candidatura]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/flavio-bolsonaro-aparece-filiado-ao-missao-no-tse-e-defesa-denuncia/629689/</link>
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				<description><![CDATA[O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não conseguiu registrar, nesta quinta-feira, 13 de agosto, sua candidatura à Presidência da República após aparecer como filiado ao partido Missão no sistema da Justiça Eleitoral. O caso está sendo analisado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A alteração foi identificada pela equipe jurídica da campanha enquanto os responsáveis reuniam os documentos necessários para protocolar o pedido de registro. Segundo a advogada Maria Claudia Bucchianeri, responsável pela defesa da campanha, a mudança teria ocorrido de forma fraudulenta.

O prazo para que os candidatos apresentem os pedidos de registro à Justiça Eleitoral termina às 19h deste sábado, 15 de agosto. O PL havia oficializado Flávio como candidato ao Palácio do Planalto durante convenção nacional realizada em 25 de julho.

De acordo com a advogada, o partido já acionou o TSE. Ela afirmou que aguardava o encerramento da sessão do tribunal nesta quinta-feira para tentar despachar com o presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques.

Bucchianeri afirmou que ainda não é possível determinar como a alteração cadastral ocorreu. Entre as possibilidades levantadas estão uma invasão aos sistemas, o uso indevido de senha ou outra forma de acesso não autorizado.

“Precisamos entender se foi hacker, uma venda de senha, alguém que entrou no sistema dolosamente, a gente não sabe”, afirmou a advogada à GloboNews.

Segundo ela, há indícios de que a mudança na filiação tenha ocorrido entre a noite de quarta-feira, 12 de agosto, e a manhã desta quinta-feira. A equipe jurídica teria emitido uma certidão na noite anterior, às 23h17, na qual Flávio ainda aparecia como filiado ao PL.

A advogada também comparou o episódio com uma situação ocorrida durante a campanha eleitoral de 2022, quando o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apareceu no sistema eleitoral como filiado ao PL. Segundo Bucchianeri, após aquele episódio, foram realizados aprimoramentos nos sistemas da Justiça Eleitoral.

PL fala em falsificação e TSE apura o caso

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou à GloboNews que houve uma “falsificação”, mas não apresentou detalhes sobre como a alteração teria sido realizada.

Nos bastidores do partido, integrantes da legenda levantam a possibilidade de um ataque hacker. O TSE, porém, ainda realiza verificações para identificar o que provocou a mudança no cadastro eleitoral.

Relatos obtidos pela TV Globo indicam que a análise inicial considera outras hipóteses além de uma eventual invasão dos sistemas da Justiça Eleitoral. Até o momento, não há definição sobre a origem da alteração.

A mudança cadastral impede, neste momento, que o PL apresente o pedido de registro da candidatura de Flávio Bolsonaro. Conforme explicou a advogada, será necessário regularizar novamente a filiação partidária antes que o processo de registro possa ser protocolado.

“Ele está sem filiação regular agora. O Missão tem candidato. Tem que restabelecer a filiação original para poder fazer o registro”, declarou Bucchianeri.

Candidatura pelo PL

Flávio Bolsonaro foi oficializado pelo PL como candidato à Presidência da República durante uma convenção realizada em São Paulo, no fim de julho. Durante o discurso, o senador afirmou que representava a continuidade do projeto político do ex-presidente Jair Bolsonaro e criticou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A candidatura foi lançada sem a definição formal de um nome para ocupar a vaga de vice-presidente e representa a principal aposta do PL para a disputa presidencial de 2026.

A situação envolvendo a filiação partidária ocorre a dois dias do encerramento do prazo para registro das candidaturas. A regularização do cadastro será necessária para que o partido possa formalizar o pedido de Flávio junto à Justiça Eleitoral.

*Nota da redação: Este texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial a partir de informações apuradas e revisado pela equipe editorial.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 13:57:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Mendonça manda PT explicar gastos com congresso da sigla e projeto "Porta-Vozes do Lula"]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/mendonca-manda-pt-explicar-gastos-com-congresso-da-sigla/629240/</link>
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				<description><![CDATA[O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que a Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), apresente documentos e comprovantes financeiros sobre o 8º Congresso Nacional do PT e o projeto "Porta Vozes de Lula".

A decisão atende parcialmente a uma representação do PL, que pediu a suspensão de atividades da federação sob acusação de uso irregular do Fundo Partidário.

O primeiro episódio citado na representação é o 8º Congresso Nacional do PT, realizado entre 24 e 26 de abril de 2026. Na ocasião, diz a inicial do PL, foi apresentada uma estratégia de comunicação digital voltada à desconstrução da imagem de Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Os petistas usaram peças audiovisuais que associaram o adversário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026 a corrupção, criminalidade, rachadinhas, milícias e ao Banco Master.

O projeto "Porta Vozes de Lula" foi lançado em 9 de junho de 2026. De acordo com o PL, o evento apresentou técnicas de atuação digital, convocação de apoiadores para disseminação de conteúdos e uma estrutura de gamificação (o uso de elementos e estratégias de jogos), com missões, pontuação, ranqueamento e eventual concessão de benefícios aos participantes.

Na decisão, Mendonça afirma que a gamificação da militância digital não configura ilícito por si só. Segundo o ministro, mobilização coordenada de apoiadores, uso de hashtags, convocação para atos e compartilhamento simultâneo de materiais estão dentro da atuação política lícita, desde que não haja remuneração ou vantagem econômica envolvida.

O ministro pondera, no entanto, que a existência de missões, pontuação, ranking e promessa de benefícios é um ponto sensível.

Uma norma do TSE veda modalidades de contratação, competição, ranqueamento ou premiação que ofereçam vantagem econômica, direta ou indireta, a pessoas físicas ou jurídicas em troca de publicações político-eleitorais.

Mendonça determinou que a federação preserve todos os documentos, arquivos, registros, contratos, comprovantes, mídias, mensagens, relatórios e bases de dados relacionados aos dois eventos.

A decisão inclui material armazenado em meio físico, digital, plataformas de comunicação, sistemas internos e aplicativos de mensagens.

Em relação ao Congresso do PT, o ministro exigiu a apresentação da gravação integral do evento, dos arquivos originais de vídeos, infográficos e slides exibidos, além de contratos, notas fiscais e comprovantes de pagamento ligados à organização do congresso.

A federação também deve discriminar a origem dos recursos usados no custeio do evento, com extratos bancários e registros contábeis.

Sobre o "Porta Vozes de Lula", a decisão pede a gravação integral do lançamento, as regras completas do projeto, os critérios de pontuação e ranqueamento, a descrição das missões diárias e informações detalhadas sobre eventuais prêmios ou vantagens concedidos aos participantes. Também nesse caso, a federação deve apresentar contratos e comprovar a origem dos recursos utilizados.

O ministro negou os pedidos do PL para impedir de forma ampla e genérica a realização de eventos, a formação de militantes e a continuidade de projetos de mobilização digital pela federação.

"O Fundo Partidário possui destinação legalmente vinculada. Embora possa custear manutenção partidária, propaganda doutrinária e política, formação política, comunicação e atividades ordinárias da agremiação, não pode ser utilizado para financiar condutas vedadas pela legislação eleitoral ou despesas desprovidas de vinculação com finalidade partidária lícita", afirma o ministro na decisão.

O objetivo da decisão, segundo Mendonça, é determinar se houve emprego irregular de recursos públicos partidários ou mecanismo vedado de incentivo à atuação digital.

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 15:42:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Eleições: partidos têm até o dia 15 de agosto para registrarem candidaturas nos tribunais]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/eleicoes/eleicoes-partidos-tem-ate-o-dia-15-de-agosto-para-registrarem/629192/</link>
				<guid>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/eleicoes/eleicoes-partidos-tem-ate-o-dia-15-de-agosto-para-registrarem/629192/</guid>
				<description><![CDATA[Termina no dia 15 de agosto, ás 19h, o prazo para que os partidos políticos registrem oficialmente as candidaturas que disputarão as eleições deste ano.

Com o encerramento das convenções partidárias, que tiveram prazo final na quarta-feira, 5 de agosto, as legendas agora entram em uma nova etapa do calendário eleitoral: a formalização dos nomes escolhidos junto à Justiça Eleitoral.

Para os candidatos aos cargos de presidente e vice-presidente da República, os pedidos de registro devem ser apresentados diretamente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Já as candidaturas aos cargos de senador, deputado federal, governador e vice-governador, deputado estadual e deputado distrital devem ser registradas nos respectivos tribunais regionais eleitorais.

Dos 30 partidos registrados no TSE, 13 definiram candidatos próprios à Presidência da República. As demais legendas optaram por apoiar nomes de outros partidos ou declararam neutralidade na disputa pelo Palácio do Planalto.

A estratégia de neutralidade pode representar uma decisão para concentrar esforços nas disputas estaduais e proporcionais. Com isso, os partidos buscam ampliar a presença nas assembleias legislativas, na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, fortalecendo suas bancadas nas próximas legislaturas.

Os candidatos à Presidência da República confirmados nas convenções nacionais são:


	Augusto Cury (Avante);
	Clariana Barão (DC);
	Edmilson Costa (PCB);
	Flávio Bolsonaro (PL);
	Hertz Dias (PSTU);
	Leonardo Avalanche (PRTB);
	Luiz Inácio Lula da Silva (PT);
	Renan Santos (Missão);
	Romeu Zema (Novo);
	Ronaldo Caiado (PSD);
	Rui Costa Pimenta (PCO);
	Samara Martins (UP);
	Wilson Grassi Júnior (Democrata).


Apesar da definição durante as convenções, os nomes ainda precisam ter os pedidos de registro apresentados e analisados pela Justiça Eleitoral. Somente após essa etapa as candidaturas estarão formalmente registradas.

Consulta pública

Depois do registro, as informações dos candidatos ficam disponíveis para consulta pública no sistema DivulgaCand, do TSE. A plataforma reúne dados sobre os pedidos de candidatura, bens declarados, situação eleitoral, contas de campanha e informações financeiras das legendas, permitindo ao eleitor acompanhar o processo de forma transparente.

Agência Brasil
 
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				<category>Eleições</category>
				<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 10:40:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE mantém multas por doação eleitoral acima do limite e propaganda irregular em templo religioso]]></title>
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				<description><![CDATA[ O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, manter duas punições aplicadas por tribunais regionais em processos relacionados às eleições de 2022 e de 2024.

Em sessão extraordinária realizada na segunda-feira, 3 de agosto, os ministros acompanharam o voto do relator, ministro Dias Toffoli, e confirmaram multas por doação eleitoral acima do limite permitido e por propaganda irregular em bem de uso comum.

Um dos casos analisados envolveu uma doação para as eleições gerais de 2022 considerada superior ao teto estabelecido pela legislação eleitoral.

O TSE confirmou a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), que determinou o pagamento de multa de R$ 17.144,03 por Fernanda Marçal Nunes Hourneaux de Moura, além do registro da irregularidade em seu cadastro eleitoral.

Ao votar, Dias Toffoli destacou que o entendimento consolidado da Corte é de que a anotação da infração no cadastro eleitoral possui caráter meramente informativo. Segundo o ministro, a medida não gera inelegibilidade nem impede a emissão da certidão de quitação eleitoral.

Em outro julgamento, os ministros mantiveram decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) que condenou a então candidata à Câmara Municipal de Londrina, Fernanda Leite Carvalhaes, ao pagamento de multa de R$ 2 mil.

A penalidade foi aplicada após a divulgação de propaganda eleitoral em um templo religioso, considerado bem de uso comum pela legislação, material que posteriormente também foi publicado nas redes sociais da candidata.

Na avaliação do relator, a utilização de espaços religiosos para promover candidaturas compromete a igualdade de oportunidades entre os concorrentes, ainda que a divulgação ocorra fora do horário destinado aos cultos.

Para Toffoli, a exposição em templos pode conferir vantagem indevida ao candidato ao ampliar sua visibilidade perante o eleitorado, justificando a aplicação da sanção prevista na legislação eleitoral.

Estadão Conteúdo
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:52:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Eleições: Lula terá maior espaço na TV e Flávio Bolsonaro aparece em segundo; confira tempo]]></title>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou, na terça-feira, 4 de agosto, a portaria que estabelece a chamada tabela de representatividade dos partidos políticos e federações para as eleições deste ano.

O documento serve como base para calcular a distribuição do tempo de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, que terá início em 28 de agosto, após o registro oficial das candidaturas perante a Justiça Eleitoral.

A divisão segue os critérios previstos na Lei nº 9.504/1997. Pela legislação, 90% do tempo disponível é distribuído proporcionalmente ao número de deputados federais eleitos por cada legenda na Câmara dos Deputados em 2022. Os 10% restantes são repartidos de forma igual entre os partidos que atingiram a cláusula de desempenho estabelecida pela Emenda Constitucional nº 97/2017, requisito que garante acesso ao Fundo Partidário e ao horário eleitoral gratuito.

Diferença entre os candidatos

De acordo com a tabela divulgada pelo TSE, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá o maior tempo de propaganda em cada bloco eleitoral, com 5 minutos e 32 segundos, o equivalente a 44,3% do horário disponível.

Em seguida aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL), que contará com 4 minutos e 20 segundos, correspondentes a 34,7% do tempo.

Na sequência, o governador Ronaldo Caiado (PSD) terá direito a 2 minutos e 2 segundos por bloco, representando 16,3% da programação. Já Augusto Cury, candidato pelo Avante, contará com 36 segundos, o equivalente a 4,8% do horário eleitoral.

Os candidatos Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) não terão acesso ao tempo de propaganda gratuita em rádio e televisão, conforme a distribuição oficial.

Confira lista:

Candidato     Tempo por bloco  % do horário
Lula (PT)              5min32s                44,3%
Flávio (PL)            4min20s                34,7%
Caiado (PSD)       2min02s                16,3%
Cury (Avante)       36s                        4,8%
Zema (Novo)       sem tempo              0%
Renan (Missão)     sem tempo             0%

 

Reflexo

A configuração atual das alianças partidárias também influencia diretamente o espaço destinado aos candidatos.

Sem formar uma coligação presidencial com outras legendas, Flávio Bolsonaro iniciará a campanha com cerca de 21,7% menos tempo de televisão do que Lula. Na prática, o candidato do PL terá 1 minuto e 12 segundos a menos em cada bloco de propaganda.

A diferença reflete a composição das bancadas partidárias na Câmara dos Deputados e evidencia o impacto das alianças eleitorais na distribuição do horário gratuito, um dos principais instrumentos de divulgação das candidaturas durante o período oficial de campanha.
 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 17:35:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Raquel Lyra faz visita institucional ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/pernambuco/raquel-lyra-faz-visita-institucional-ao-presidente-do-tribunal/628780/</link>
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				<description><![CDATA[A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), cumpriu nesta terça-feira, 4 de agosto, sua primeira agenda institucional após a convenção partidária que oficializou sua candidatura à reeleição ao Governo do Estado.

Ao lado da vice-governadora Priscila Krause (PSD), que também teve sua candidatura à reeleição confirmada, a gestora esteve na sede do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), onde se reuniu com o presidente da Corte, desembargador Fernando Cerqueira.

A visita teve caráter institucional e ocorreu em um momento em que o calendário eleitoral avança para as próximas etapas da campanha. Durante o encontro, foram discutidos temas relacionados ao processo eleitoral e ao papel da Justiça Eleitoral na garantia da normalidade das eleições.

Segundo Raquel Lyra, a reunião reforçou a importância do diálogo entre os poderes e das instituições responsáveis pela condução do processo democrático. A governadora destacou que o respeito às regras eleitorais e às decisões da Justiça é essencial para assegurar a confiança da população no resultado das urnas.

Agenda da chefe do executivo estadual

Durante a agenda, Raquel Lyra reafirmou seu compromisso com a realização de um processo eleitoral pautado pela transparência, lisura e respeito às normas democráticas. A gestora também ressaltou a relevância do trabalho desenvolvido pelo Tribunal Regional Eleitoral na organização do pleito e na fiscalização das etapas que antecedem a votação.

Priscila Krause acompanhou toda a visita e reforçou a importância da atuação da Justiça Eleitoral para garantir igualdade de condições entre os candidatos e segurança jurídica durante o período de campanha.

A reunião ocorreu poucos dias após a convenção estadual do PSD, que confirmou a chapa formada por Raquel Lyra e Priscila Krause para disputar um novo mandato à frente do Governo de Pernambuco. Com a candidatura oficializada, a agenda da governadora passa a conciliar compromissos administrativos com as atividades previstas pela legislação eleitoral durante o período de campanha.
 
]]></description>
				
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 17:35:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula admite que pediu votos antes do período permitido e diz que poderá ser multado; veja vídeo]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-admite-que-pediu-votos-antes-do-periodo-permitido-e-diz-que/628649/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), admitiu neste domingo, 2 de agosto, que pediu votos para sua candidatura à reeleição durante a Convenção Nacional do Partido dos Trabalhadores realizada no sábado (1º), na Bahia. (Veja vídeo abaixo)

Ao comentar o episódio, o presidente reconheceu que o pedido de votos ocorreu antes do período oficialmente permitido pela legislação eleitoral.

Pelas regras em vigor, a propaganda eleitoral só pode ser realizada a partir de 16 de agosto, após o início formal da campanha. Antes dessa data, candidatos e partidos devem observar as restrições previstas na legislação para evitar sanções da Justiça Eleitoral.


Eu pedi votos na Bahia e vou ser multado. Só pode pedir votos depois de 15 de agosto", disse Lula.


A declaração foi feita durante a Convenção Nacional do PT, em São Paulo, onde a legenda oficializou a chapa formada por Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin para disputar um novo mandato no Executivo federal.

veja:





 


 

 



 




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Lula destaca parceria com Alckmin

Durante o evento, o presidente também aproveitou para destacar a permanência de Geraldo Alckmin como companheiro de chapa. Segundo Lula, a escolha foi motivada pela relação construída ao longo do atual mandato e pela confiança no vice-presidente para seguir integrando o governo caso a chapa seja reeleita.


Competência e lealdade fazem Alckmin ser meu vice novamente", frisou o presidente.


Foco na campanha

Lula ainda comentou o cenário eleitoral e procurou transmitir confiança aos militantes e dirigentes do partido diante das pesquisas divulgadas antes do início oficial da campanha.

O presidente afirmou que os levantamentos realizados neste momento não definem o resultado da disputa e ressaltou que a fase decisiva da corrida eleitoral ainda está por começar.


Não fiquem preocupados, a guerra ainda não começou", salientou o presidente.


A Convenção Nacional do PT reuniu dirigentes, parlamentares, militantes e aliados políticos para oficializar a candidatura à reeleição da chapa de Lula e Alckmin, marcando o início da mobilização partidária para a campanha eleitoral de 2026.
 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 14:05:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Lula e Flávio Bolsonaro têm 49% de rejeição na disputa pela Presidência]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-lula-e-flavio-bolsonaro-tem-49-de-rejeicao-na/628623/</link>
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				<description><![CDATA[A rejeição ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a disputa à Presidência da República está empatada em 49%, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 3.

Os dois seguem empatados tecnicamente na liderança dos presidenciáveis mais rejeitados. No último levantamento, de 27 de julho, Flávio tinha 50% de rejeição. A variação foi dentro da margem de erro. Já Lula havia registrado 49%, mesmo porcentual da pesquisa de hoje.

Ainda no quesito rejeição, Romeu Zema (Novo) registra 31%; Ronaldo Caiado, 29%; e Renan Santos (Missão), 27%.

Santos segue o mais desconhecido, com 47% dos eleitores que dizem não conhecê-lo. Zema é desconhecido por 35% dos eleitores e Caiado, por 33%.

Preferência política

O levantamento mostra ainda que 37% dos brasileiros preferem que o próximo presidente da República seja Luiz Inácio Lula da Silva Na pesquisa de 27 de julho eram 39%.

Outros 35% afirmam que gostariam de ver eleito Flávio Bolsonaro, um candidato apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ou um membro de sua família. Na mostra anterior, eram 36%. Pela pesquisa divulgada hoje, 22% dizem preferir um nome que não seja ligado nem ao petista nem ao ex-chefe do Executivo, mesmo porcentual registrado na última pesquisa. Brancos, nulos e indecisos somam 1%. Não sabem ou não responderam são 3%.

De acordo com o cruzamento de dados apresentado pelo levantamento, entre os eleitores que preferem uma terceira via, 17% votariam em Lula; 17%, em Flávio; e 45% nos demais candidatos.

A Nexus ouviu 2.002 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 31 de julho e 2 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-02874/2026.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 10:25:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus revela que 47% aprovam o governo Lula e 43% desaprovam]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-mostra-que-47-dos-eleitores-aprovam-o-governo-lula/628619/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 3, indica que 43% dos eleitores consideram o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ruim ou péssimo. O porcentual é o mesmo registrado na pesquisa anterior, de 27 de julho. Os eleitores que consideram o governo de Lula como ótimo ou bom somam hoje 37% contra 36% na pesquisa anterior - uma oscilação positiva dentro da margem de erro de 2 p.p.

Aqueles que consideram o governo de Lula regular somam 18%. Na pesquisa de 27 de julho, eram 20%. Não sabem ou não responderam somam 2%.

O instituto também perguntou sobre a aprovação do governo Lula de maneira geral. Segundo a pesquisa, 48% desaprovam a gestão do petista, enquanto 47% aprovam. Os que disseram não saber ou que não responderam somam 5%.

A desaprovação oscilou um ponto para baixo em relação à pesquisa anterior, quando somou 49%, mas dentro da margem de erro. Já o patamar de aprovação permaneceu o mesmo. Os que não sabem eram 4% na pesquisa de 27 de julho.

A Nexus ouviu 2.002 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 31 de julho e 2 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-02874/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 10:03:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[BTG/Nexus: Lula registra 41% e Flávio Bolsonaro chega a 37% no 1º turno da disputa presidencial]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/btgnexus-lula-registra-41-e-flavio-bolsonaro-chega-a-37-no-1o/628615/</link>
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				<description><![CDATA[No primeiro turno da disputa presidencial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL), com 41% das intenções de voto contra 37%, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 3. De acordo com a margem de erro, os dois estão empatados tecnicamente.

A intenção de voto no petista na disputa do primeiro turno oscilou negativamente 1 ponto porcentual, na comparação com a pesquisa anterior, divulgada no dia 27 de julho, quando Lula havia pontuado 42%. Já Flávio Bolsonaro oscilou positivamente 4 p.p., de 33% na mostra anterior para 37% na de agora.

No levantamento anterior, Lula tinha 9 pontos porcentuais de vantagem em relação a Flávio no primeiro turno. Na pesquisa divulgada nesta segunda, essa vantagem caiu para 4 pontos porcentuais.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece em terceiro lugar, com 5%, empatado tecnicamente com o ativista Renan Santos (Missão) que tem 4% e o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), que registrou 3%. Brancos, nulos ou nenhum candidato somam 4%. Eleitores que não sabem são 3%.

A Nexus ouviu 2.002 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 31 de julho e 2 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-02874/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 09:22:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula é multado em R$ 15 mil pela Justiça Eleitoral de SP por campanha antecipada durante evento]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/lula-e-multado-em-r-15-mil-pela-justica-eleitoral-de-sp-por-campanha/628240/</link>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) condenou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao pagamento de R$ 15 mil por propaganda eleitoral antecipada.

A decisão foi proferida nesta terça-feira, 28 de julho, pelo juiz Ronnie Herbert Barros Soares e também determinou a retirada do vídeo que registrou a declaração do presidente do canal oficial dele no YouTube.

A defesa de Lula ainda pode contestar a decisão no próprio TRE-SP ou recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Declaração durante evento em São Paulo

O processo teve origem em uma representação apresentada pelo partido Missão, que questionou uma fala de Lula durante um evento realizado em São Paulo, em 19 de maio de 2026. A atividade foi transmitida ao vivo pelo canal oficial do presidente na plataforma.

Na ocasião, Lula mencionou as ex-ministras Simone Tebet e Marina Silva, que são pré-candidatas ao Senado por São Paulo, e afirmou que os participantes poderiam, futuramente, votar nas duas.

O Missão sustentou que a manifestação caracterizou pedido antecipado de votos e pediu que Lula, Simone Tebet e Marina Silva fossem responsabilizados. O juiz, entretanto, afastou a responsabilidade das duas ex-ministras por não identificar elementos que demonstrassem que elas tinham conhecimento prévio ou participação na fala do presidente.

Justiça considerou pedido de voto explícito

A defesa de Lula argumentou que a declaração não continha pedido direto de votos e que o discurso tinha natureza institucional, sem finalidade eleitoral.

O entendimento não foi acolhido pelo magistrado. Para Ronnie Herbert Barros Soares, a expressão utilizada pelo presidente teve caráter eleitoral claro e representou um pedido de apoio dirigido ao público.

Na decisão, o juiz destacou que a referência a um momento futuro não elimina o conteúdo eleitoral da declaração. Segundo ele, a manifestação associou diretamente os nomes das duas pré-candidatas à orientação para que os presentes votassem nelas.

A legislação eleitoral proíbe a realização de propaganda eleitoral antes do período autorizado, inclusive quando há pedido explícito de voto.

Multa acima do mínimo

O magistrado estabeleceu a penalidade em R$ 15 mil, valor superior ao mínimo previsto para esse tipo de infração. Na avaliação apresentada na decisão, a gravidade da conduta foi ampliada pelo fato de o pedido ter sido feito pelo presidente da República durante o exercício do cargo e em um evento oficial.

Além da aplicação da multa, o TRE-SP determinou a remoção do vídeo publicado no YouTube que contém o trecho considerado irregular.

A Procuradoria Regional Eleitoral já havia defendido, durante a tramitação do processo, que a ação fosse parcialmente acolhida. O órgão também havia se manifestado pela responsabilização exclusivamente de Lula, sem aplicação de sanções às duas ex-ministras mencionadas no discurso.

A decisão ainda não é definitiva e pode ser questionada pelas vias recursais previstas na Justiça Eleitoral.
 
]]></description>
				
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 17:18:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE reforça segurança das urnas após declarações de Flávio Bolsonaro sobre sistema de votação]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/tse-reforca-seguranca-das-urnas-apos-declaracoes-de-flavio-bolsonaro/628202/</link>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) voltou a destacar nesta segunda-feira, 28, as camadas de segurança que cercam o sistema eletrônico de votação brasileiro, em meio à intensificação de novas críticas direcionadas às urnas eletrônicas. A nova manifestação da Corte ocorre dias após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltar a fazer declarações sobre o sistema eletrônico de votação durante um encontro com representantes diplomáticos.

Na ocasião, o pré-candidato à Presidência afirmou que as urnas eletrônicas brasileiras teriam ligação com equipamentos da empresa venezuelana Smartmatic, tese que já havia sido rebatida pela Justiça Eleitoral. O TSE ressaltou que o sistema eletrônico de votação, adotado nacionalmente desde 1996, completa 30 anos em 2026 e é submetido a uma série de procedimentos de auditoria antes, durante e depois das eleições.

Segundo o tribunal, todas as etapas são regulamentadas por normas específicas e permitem acompanhamento por partidos políticos, Ministério Público, Polícia Federal, universidades, entidades fiscalizadoras e especialistas credenciados.

O TSE destacou que um dos principais instrumentos de transparência é a abertura do código-fonte dos sistemas eleitorais. O procedimento ocorre um ano antes da votação e possibilita que instituições autorizadas examinem os programas responsáveis pelo funcionamento das eleições. Para o pleito deste ano, os códigos estão disponíveis para inspeção desde outubro de 2025 e permanecerão acessíveis até setembro, período que antecede a votação.

De acordo com a Corte Eleitoral, representantes de diferentes instituições já realizaram inspeções nos sistemas das eleições de 2026, entre eles integrantes do Senado Federal, da Sociedade Brasileira de Computação e da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O União Brasil também participou do processo de fiscalização neste ciclo eleitoral.

Além da análise dos programas, o tribunal promove o Teste Público de Segurança, iniciativa que reúne especialistas em tecnologia para tentar identificar eventuais vulnerabilidades no sistema. Na etapa de confirmação, concluída em maio deste ano, o TSE informou que nenhuma das verificações apontou falhas capazes de comprometer o sigilo do voto ou alterar o resultado das eleições. Desde a criação do teste, em 2009, segundo a Corte, não foram identificadas vulnerabilidades que colocassem em risco a integridade do processo eleitoral.

Outro procedimento destacado pelo tribunal é a cerimônia de assinatura digital e lacração dos sistemas. Nessa fase, realizada antes da distribuição das urnas aos locais de votação, os programas eleitorais são inseridos nos equipamentos, testados e protegidos por lacres físicos produzidos pela Casa da Moeda. Também são gerados os chamados hashes, códigos digitais que permitem verificar se houve qualquer alteração nos sistemas após a homologação.

O TSE afirma que as auditorias continuam no próprio dia da eleição. Entre elas estão o Teste de Integridade das Urnas Eletrônicas, o Teste de Integridade com Biometria e o Teste de Autenticidade dos Sistemas Eleitorais, procedimentos públicos destinados a comprovar que os equipamentos registram corretamente os votos e utilizam exatamente os programas previamente certificados.

A Corte também destaca outros mecanismos de conferência disponíveis durante a votação, como a emissão da zerésima, documento que comprova que a urna inicia a votação sem votos registrados; o Registro Digital do Voto (RDV), que armazena cada voto de forma anônima; e o Boletim de Urna (BU), impresso ao fim da votação e disponibilizado aos partidos políticos, permitindo que qualquer interessado compare os dados da seção eleitoral com os resultados divulgados oficialmente pelo tribunal.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 13:20:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE convida diplomatas para explicar funcionamento da urna eletrônica no Brasil]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/tse-convida-diplomata-explicar-funcionamento-urna-eletronica/628025/</link>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para o dia 17 de agosto uma segunda reunião com embaixadores, representantes diplomáticos e organismos internacionais, a fim de explicar o funcionamento da urna eletrônica brasileira, bem como do sistema eleitoral do país.

Segundo o tribunal, o encontro ocorrerá na sede do TSE e dará continuidade às ações de transparência voltadas à comunidade internacional.

Nela, o presidente da Corte, ministro Kássio Nunes Marques, voltará a explicar o funcionamento das urnas eletrônicas.

A manifestação veio após o senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência da República, ter adotado a mesma estratégia de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, de divulgar, a embaixadores de outros países, informações falsas sobre a urna eletrônica, levantando questionamentos sobre a confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro.

Fake news

Flávio Bolsonaro disse, sem apresentar provas, que muitas das máquinas utilizadas nas eleições brasileiras seriam da Smartmatic, uma empresa associada ao sistema eleitoral venezuelano.

Em meio às declarações do pré-candidato, o TSE tem se manifestado publicamente para reafirmar que a Smartmatic não forneceu urnas nem desenvolveu softwares para as eleições brasileiras.

O TSE reiterou que as urnas foram projetadas por servidores da Justiça Eleitoral e produzidas por empresas contratadas por licitação pública, destacando que a associação entre a Smartmatic e o sistema brasileiro de votação já havia sido desmentida diversas vezes nos últimos anos.

O episódio foi visto por críticos e especialistas como uma retomada da estratégia adotada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, que questionou reiteradamente a segurança das urnas eletrônicas e, em 2022, reuniu embaixadores para apresentar acusações posteriormente classificadas pela Justiça Eleitoral como infundadas.

Em nota, o TSE informou que as eleições brasileiras serão acompanhadas por diversos observadores internacionais. Entre eles, União Europeia, Organização dos Estados Americanos (OEA), Parlasul, Carter Center, Uniore e Rojae-CPLP.

Todos integrarão a Missão de Observadores Eleitorais para acompanhar o pleito de outubro.

Agência Brasil
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 16:20:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Trump deve enviar representantes dos EUA a Brasília para investigar sistema eleitoral brasileiro]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/trump-deve-enviar-representantes-dos-eua-a-brasilia-para-investigar/627907/</link>
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				<description><![CDATA[O governo dos Estados Unidos planeja enviar a Brasília dois altos funcionários do Departamento de Estado nas próximas semanas, em uma missão que, segundo o The Washington Post, pretende lançar suspeitas sobre a integridade e a transparência do sistema eleitoral brasileiro, a poucas semanas do pleito presidencial marcado para o dia 4 de outubro.

A delegação seria composta por Riley M. Barnes, secretário-assistente, e Samuel Samson, subsecretário-assistente, ambos nomeados por Trump, segundo relataram fontes americanas e brasileiras ao jornal.

Nos bastidores, a iniciativa provocou reação de diplomatas brasileiros, que classificaram a visita como ingerência e disseram avaliar medidas para impedir que os enviados avancem com reuniões e ações relacionadas ao processo eleitoral.

"É uma manobra totalmente incompatível com a democracia brasileira", afirmou um diplomata ao Washington Post, sob anonimato.

De acordo com o jornal, a suspeita é de que Barnes e Samson busquem interlocução com críticos das urnas eletrônicas para produzir relatórios que possam ser usados para deslegitimar o sistema de votação.

O Departamento de Estado confirmou a viagem, mas não detalhou o objetivo.

Entre funcionários ouvidos pelo Post, houve críticas à estratégia. "É extremamente nocivo ver este secretário usar o poder americano para minar eleições confiáveis em outras nações por motivos ideológicos", disse um integrante do órgão, também sob condição de anonimato.

Interesses

A movimentação ocorre em meio a um ambiente de atritos bilaterais, que inclui disputas sobre liberdade de expressão, medidas comerciais e o processo judicial envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, além de ser interpretada, segundo o Post, como parte de uma postura mais ampla do governo Trump de apoio a agendas conservadoras na América Latina.

No plano doméstico, o tema das urnas voltou ao debate após Flávio Bolsonaro defender a ampliação de observadores internacionais e repetir alegações associando, sem qualquer prova, o sistema brasileiro à empresa Smartmatic, tese já refutada reiteradamente pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Estadão Conteúdo
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 11:49:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE desmente Flávio Bolsonaro e afirma que fabricação das urnas eletrônicas é totalmente nacional]]></title>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reforçou, na terça-feira, 21 de julho, a informação de que a empresa venezuelana Smartmatic não forneceu urnas eletrônicas ou softwares utilizados nos equipamentos eleitorais do Brasil.

O caso voltou a ganhar destaque após o pré-candidato à presidência da República pelo Partido Liberal (PL), o senador Flávio Bolsonaro, divulgar informação falsa sobre as urnas brasileiras.

Ele afirmou nessa segunda-feira (21), durante um evento, que equipamentos brasileiros seriam da Smartmatic - sem apresentar provas

A página Fato ou Boato, usada para desmentir notícias falsas pelo tribunal, destacou um comunicado de 2020 que o Tribunal usou para desmentir fake news sobre a empresa venezuelana Smartmatic que circulavam na internet, pelo menos, desde 2017,

“Em diversas oportunidades, o TSE reiterou que a empresa Smartmatic não forneceu nem fornece urnas eletrônicas para as eleições brasileiras, tampouco trabalhou na programação desses aparelhos”, diz o comunicado.

O TSE afirmou ainda que as urnas brasileiras foram projetadas por servidores e técnicos a serviço da Justiça Eleitoral. Além disso, elas são produzidas sob “direta coordenação” dos servidores do TSE por empresas selecionadas por licitações públicas com ampla concorrência, “o que garante ainda mais segurança e transparência ao processo eleitoral”.

O Tribunal acrescenta que a empresa venezuelana Smartmatic celebrou contratos com o TSE somente para “prestação de serviços de conexão de dados e voz, e não para o desenvolvimento ou operação da urna eletrônica”.

“Além disso, a empresa participou da licitação para a fabricação de urnas eletrônicas para 2020, mas perdeu para a empresa Positivo”, conclui comunicado do TSE.

Fake news antiga

Em encontro com diplomatas, o pré-candidato do PL à presidência, senador Flávio Bolsonaro, disse que parte das urnas eletrônicas no Brasil teriam origem da empresa venezuelana Smartmatic. A fala ocorreu durante o evento Debating Brazil, promovido pelo The Brazilian Report e pela Novo Selo Comunicação.

"Não vou entrar em mais detalhes, mas só para deixar registrado que muitas dessas máquinas que são utilizadas nas eleições brasileiras são da mesma empresa [da Venezuela, a Smartmatic]", disse.

Durante o pronunciamento, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi condenado por tentativa de golpe de Estado que envolveu uma campanha de desinformação contra as urnas eletrônicas, citou um documento da Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos.

O documento da CIA, desclassificado recentemente, faz uma análise sobre denúncias fraudes nas eleições venezuelanas, citando a empresa Smartmatic. Porém, o relatório da CIA não concluiu que houve fraude na Venezuela entre 2004 e 2020.

“[A comunidade de inteligência dos EUA] não confirmou de forma definitiva a execução bem-sucedida de fraudes eletrônicas em larga escala em eleições venezuelanas específicas, mantendo-se as avaliações fundamentais da CIA de que outros fatores explicavam melhor os resultados eleitorais”, diz o documento. 

Flávio usou esse documento para associar a empresa Smartmatic, da Venezuela, às urnas brasileiras, informação já refutada pelo TSE, pelo menos, desde 2017.

A fala do pré-candidato gerou críticas de adversários e especialistas, que enxergam uma repetição da estratégia do pai, Jair Bolsonaro, para atacar o sistema eleitoral do país.

Outro lado

Em nota, a coordenação da campanha do pré-candidato Flávio Bolsonaro afirmou que “não é verdade” que ele tenha questionado a integridade do sistema de votações no Brasil.

Porém, o comunicado do pré-candidato não comenta sobre a informação falsa divulgada por Flávio Bolsonaro relacionada às urnas brasileiras.

“Em sua fala, o pré-candidato se limitou a relatar dois fatos públicos e amplamente divulgados pela imprensa: 1) o fato originariamente gerador da inelegibilidade de seu pai, Jair Bolsonaro (uma notória reunião com embaixadores); 2) um relatório recentemente divulgado pela CIA, a respeito de fraudes nas eleições venezuelanas”, diz.

Assinada também por Flávio Bolsonaro, a nota acrescenta que o pré-candidato “afirma expressamente que ‘não está questionando o sistema de votação brasileiro’ e exorta os diplomatas ali presentes a mandarem o maior número possível de representantes em missões de observação internacional”.

O comunicado conclui que, “afastada qualquer descontextualização das falas do pré-candidato, sua equipe de pré-campanha reafirma sua integral confiança no sistema eleitoral brasileiro e sua crença irrestrita de que as missões de observação internacional devem ser fortemente estimuladas, pois contribuem para o ‘aperfeiçoamento do processo eleitoral, ampliando a transparência, a integridade e a confiança pública nas eleições’”.

Agência Brasil
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 16:42:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo de Pernambuco: duas novas pesquisas são registradas; veja datas de divulgação]]></title>
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				<description><![CDATA[O cenário da disputa pelo Governo de Pernambuco ganhará novos capítulos nos próximos dias. Duas pesquisas eleitorais já foram registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e têm divulgação prevista para 25 e 27 de julho, trazendo um novo retrato das intenções de voto dos pernambucanos para as eleições de 2026.

Os levantamentos serão realizados pelos institutos DataTrends e Múltipla, ambos registrados no Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle) do TSE.

DataTrends divulga pesquisa no sabado (25)

A primeira pesquisa a ser divulgada é a do Instituto DataTrends, registrada sob o número PE-03344/2026.

O levantamento ouviu 1.200 eleitores entre os dias 20 e 22 de julho, possui margem de erro de 2,83 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa contempla os cargos de governador e senador.

O estudo é realizado com recursos próprios do instituto, ao custo informado de R$ 50 mil, e poderá ser divulgado a partir de 25 de julho.

Segundo o registro no TSE, as entrevistas são presenciais, realizadas em domicílios, com amostra distribuída entre as regiões do estado conforme critérios estatísticos baseados em dados do IBGE e do Tribunal Superior Eleitoral.

Instituto Múltipla divulga levantamento na segunda-feira (27)

A segunda pesquisa registrada é do Instituto de Pesquisa Múltipla, sob o número PE-00028/2026.

Neste levantamento serão entrevistados 900 eleitores entre os dias 24 e 26 de julho, exclusivamente sobre a disputa pelo Governo de Pernambuco.

A divulgação está prevista para 27 de julho.

A pesquisa possui margem de erro de 3,3 pontos percentuais, com 95% de nível de confiança, e foi contratada pelo Blog do Nii Júnior, pelo valor de R$ 20 mil.

A metodologia prevê entrevistas presenciais com amostragem estratificada em três estágios, contemplando eleitores da Região Metropolitana, Zona da Mata, Agreste e Sertão.

Expectativa para a corrida eleitoral

As duas pesquisas serão as próximas registradas no TSE para medir o cenário da sucessão estadual em Pernambuco e devem indicar o comportamento do eleitorado após as movimentações políticas das últimas semanas.

Calendário das divulgações:


	25 de julho (sexta-feira): Instituto DataTrends – Pesquisa para Governador e Senado (1.200 entrevistas);
	27 de julho (domingo): Instituto Múltipla – Pesquisa para Governador (900 entrevistas).


Os resultados poderão trazer novos indicativos sobre a disputa pelo Palácio do Campo das Princesas, considerada uma das mais acompanhadas do país nas eleições de 2026.
]]></description>
				
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 16:20:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[e-Título: TSE lança nova versão do aplicativo para as Eleições 2026; veja as novas funções]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/e-titulo-tse-versao-do-aplicativo-para-eleicoes-nova-funcoes/626956/</link>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atualizou o e-Título, aplicativo oficial que modernizou a relação do eleitorado com a Justiça Eleitoral.

Desenvolvido para funcionar como a via digital do título de eleitor, o app ganhou novas funcionalidades e ferramentas inéditas de segurança. 

O foco da nova versão é oferecer maior autonomia ao eleitor, unificando serviços que antes dependiam de outras plataformas do Tribunal.

Além disso, busca facilitar a identificação no dia da eleição, proporcionando ao votante o pleno exercício da cidadania.  

Por isso, não deixe para a última hora: baixe o aplicativo com antecedência, garanta a via digital do seu título de eleitor e o acesso a diversos serviços eleitorais.

O acesso antecipado evita congestionamentos virtuais e garante que o documento digital esteja pronto para uso, inclusive como identificação na cabine de votação. 

Confira, detalhadamente, todas as funcionalidades da nova versão:  


	Acompanhar requerimento feito no Título Net: agora, o andamento de pedidos encaminhados à Justiça Eleitoral pelo sistema Título Net pode ser monitorado em tempo real, na aba “Mais opções”.  
	Certidão de filiação partidária: a emissão do documento agora é nativa no app, dividida em duas modalidades: Simples (vínculo atual) ou Histórico (registro detalhado de filiações anteriores). Essa certidão está disponível exclusivamente para quem emitiu o e-Título validado por conferência biométrica.  
	Gerar código de autenticação: a ferramenta gera um token seguro e temporário para que o eleitor possa validar sua identidade em sistemas parceiros e conveniados da Justiça Eleitoral. Por critérios de segurança, o recurso exige a realização prévia de um reconhecimento facial (vídeo-selfie) antes de liberar o código na tela.
	Sincronização ativa de dados biográficos e biométricos: não há mais necessidade de desinstalar o app ou reemitir o documento digital para ver atualizações no cadastro. As alterações biográficas (como mudança de nome ou estado civil) e biométricas são integradas automaticamente e exibidas na tela inicial em tempo real.


A arquitetura do aplicativo foi revisada para simplificar a navegação e tornar a interface mais intuitiva. Veja:


	Validar autenticidade de documentos: utilizando a câmera do próprio celular, na opção de leitura de QR Code, qualquer pessoa ou órgão pode atestar, na hora, a validade jurídica de certidões emitidas pela Justiça Eleitoral, como as de quitação eleitoral e de crimes eleitorais.  
	Justificativa de ausência reformulada: o fluxo para o eleitor que está fora do seu domicílio eleitoral foi completamente reestruturado. Tanto a justificativa feita no dia da eleição (por geolocalização) quanto a realizada após o pleito (com envio de anexos comprobatórios) ganharam um passo a passo simplificado.  
	Descadastramento de mesário voluntário: o cidadão que se inscreveu como voluntário para trabalhar nas eleições poderá efetuar o cancelamento do voluntariado: o e-Título agora permite solicitar o descadastramento voluntário diretamente pelo celular. O sistema inativa o cadastro de voluntário na hora e informa sobre as regras para uma eventual nova inscrição futura.  
	Quitação de débitos via PagTesouro: para quem está com a situação eleitoral irregular por ausência não justificada, a regularização ficou imediata. Integrado à plataforma PagTesouro, o app agora permite o pagamento de multas eleitorais utilizando PIX ou cartão de crédito, agilizando a quitação com a Justiça Eleitoral.  
	Boletim na Mão integrado: o módulo "Boletim na Mão" agora faz parte do ecossistema interno do e-Título, eliminando a necessidade de um segundo aplicativo. Além disso, os fiscais, partidos e cidadãos contam com uma nova função, que permite selecionar e compartilhar múltiplos boletins de urna simultaneamente, ampliando a transparência do processo.


Tribunal Superior Eleitoral
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 20:32:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE propõe selo de qualidade para institutos de pesquisa que acertarem resultados da eleição]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/nunes-marques-selo-qualidade-institutos-pesquisa-eleitoral/626921/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, sugeriu nesta terça-feira, 14 de julho, a criação de um selo para premiar os institutos de pesquisa que mais acertarem o resultado das eleições de outubro. 

A proposta foi feita durante reunião com representantes dos institutos de pesquisa. O encontro foi marcado para discutir novas balizas para a divulgação dos levantamentos após a decisão do TSE que suspendeu uma pesquisa de intenção de voto da AtlasIntel para a presidência da República. 

No entendimento de Nunes Marques, o Selo Acurácia Eleitoral pretende reconhecer o trabalho dos institutos com "maior grau de aderência aos resultados oficiais".

"Trata-se de um mecanismo que visa à valorização das boas práticas e ao permanente aperfeiçoamento técnico das pesquisas eleitorais, por meio do reconhecimento público às empresas que demonstrarem elevada acurácia em seus resultados", justificou o ministro.

Após o anúncio do presidente, o TSE abriu prazo para receber, até a próxima sexta-feira (17), sugestões para a definição dos critérios para a escolha dos vencedores do selo.

Outro lado

Em nota, a Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP) criticou a proposta e ressaltou que as pesquisas medem a intenção de voto no momento em que são realizadas e não são "previsões nem promessas de resultado".

"Entre a entrevista e a votação, eleitores mudam de opinião, deixam de votar ou alteram seu comportamento. Exigir que uma pesquisa acerte o resultado é confundir ciência com bola de cristal", afirmou a entidade.

A ABEP também demostrou preocupação com a intenção da Justiça Eleitoral de "assumir o papel de árbitro" da qualidade das pesquisas.

"Entendemos que iniciativas dessa natureza precisam ser construídas em diálogo com a comunidade científica e com os institutos de pesquisa, para que não acabem estimulando práticas oportunistas e desvalorizando o rigor metodológico que deve orientar toda pesquisa séria", completou. 

Agência Brasil
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:44:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Justiça Eleitoral: mesários começam a ser convocados para as eleições 2026]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/eleicoes/justica-eleitoral-mesarios-comecam-a-ser-convocados-para-as-eleicoes/626334/</link>
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				<description><![CDATA[A Justiça Eleitoral (JE) começa, nesta terça-feira, 7 de julho, a nomear as mesárias e os mesários que irão atuar nas Eleições 2026. As juízas e os juízes eleitorais têm até 5 de agosto para publicar edital com a nomeação daqueles que atuarão no 1º e eventual 2º turno das eleições. 

Já o prazo de nomeação das pessoas que vão atuar como apoio logístico e como integrantes das Mesas Receptoras de Votos (MRV) das seções específicas para voto em trânsito; das seções instaladas em estabelecimentos penais e nas unidades de internação de adolescentes e como “auxiliar de auditoria” é até 28 de agosto. 

A JE comunica o chamamento para os trabalhos eleitorais por meio de carta de convocação, que detalha a função a ser desempenhada pela eleitora ou pelo eleitor convocado, além da data e do local da eleição e do treinamento. 

A eleitora ou o eleitor deve acessar a página de Autoatendimento Eleitoral ou consultar o aplicativo e-Título. Em geral, as nomeações são feitas até 60 dias antes das eleições, mas, na dúvida, consulte seu cartório eleitoral. 

Segundo o art. 120, § 4º, do Código Eleitoral, a mesária ou o mesário poderá alegar razões de impedimento até cinco dias depois da publicação do edital de nomeação. Para isso, deverá encaminhar o pedido de dispensa à juíza ou ao juiz da zona eleitoral que detém a sua inscrição, juntamente com a comprovação da impossibilidade de trabalhar. O pedido será avaliado, e a justificativa poderá ser aceita ou não. 


	O prazo também vale para que partidos políticos, federações e coligações reclamem das designações. 
	A Mesa Receptora de Votos (MRV) é composta por quatro pessoas, que exercem as funções de: 
	presidente; 
	1ª mesária/1º mesário; 
	2ª mesária/2º mesário; e 
	secretária/secretário. 


Atribuições 

As principais atribuições do presidente da MRV são verificar as credenciais dos fiscais de partidos, federações, coligações e observadoras e observadores eleitorais, iniciar e encerrar a votação, realizando todos os procedimentos indicados pela urna. Além disso, o presidente da Mesa também deve: 


	
	afixar em local visível, no momento da abertura da seção eleitoral, o resumo da zerésima assinado; 
	
	adotar os procedimentos para o registro da presença das mesárias e dos mesários no início e no final dos trabalhos; 
	autorizar as eleitoras e os eleitores a votarem ou a justificarem a ausência; 
	solucionar as dificuldades ou dúvidas que surgirem; 
	manter a ordem na seção, recorrendo à força pública, se necessário; 
	comunicar imediatamente ao cartório eleitoral as ocorrências sobre as quais a juíza ou o juiz eleitoral deva decidir; 
	receber as impugnações concernentes à identidade da eleitora ou do eleitor; 
	zelar pela preservação da urna e de todo o material fornecido e produzido na seção eleitoral. 


Mesárias e mesários 

As demais pessoas convocadas para trabalhar no dia das eleições devem fazer, primeiramente, o procedimento de identificação das eleitoras e dos eleitores e, após o voto, entregar o comprovante de votação. Em caso de justificativa, é necessário conferir o preenchimento do Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE) e entregar à eleitora ou ao eleitor o respectivo comprovante. Além disso, cabe às mesárias e aos mesários: 


	
	orientar as pessoas que desejarem registrar deficiência no Cadastro Eleitoral ou atualizar o registro de deficiência visual que não exista mais sobre o uso do Formulário para Identificação de Eleitora ou de Eleitor com Deficiência; 
	
	distribuir às eleitoras e aos eleitores, às 17h, as senhas de acesso à seção eleitoral; 
	lavrar a Ata da Mesa Receptora; 
	observar, na organização da fila de votação, as prioridades para votação. 


As atribuições das mesárias e dos mesários estão contidas nos arts. 126 a 128 daResolução TSE nº 23.751, de 26 de fevereiro de 2026. 

Benefícios

Atuar como mesária ou mesário nas eleições garante uma série de benefícios previstos em lei e regulamentados peloTribunal Superior Eleitoral (TSE). Esses direitos são válidos tanto para quem é convocado quanto para quem se candidata voluntariamente.Confira:


	
	folgas:dois dias de folga para cada dia trabalhado nas eleições e para cada dia de treinamento;
	
	auxílio-alimentação: R$ 65,00 por turno de trabalho (conformeaPortariaTSE nº86/2025);
	concursospúblicos:critério de desempate em certames, caso previsto no edital;
	horasacadêmicas:possibilidade de validação como atividade extracurricular em universidades conveniadas.


Como se voluntariar

As inscrições para mesário voluntário podem ser feitas de forma permanente, mas a Justiça Eleitoral recomenda queas pessoasinteressadas se cadastrem durante o período da campanha para facilitar a organização das zonas eleitorais. O cadastro é feito preferencialmente pelo aplicativo e-Título ounossites dostribunaisregionaiseleitorais (TREs).

Pode se candidatarpara atuar na funçãode mesário qualquer eleitora ou eleitormaior de 18 anos em situação regular, exceto candidatos e seus parentes até o segundo grau, membros de diretórios de partidos que exerçam função executiva e autoridades policiais.Além disso, também não podem ser mesários autoridade ou agente policial, bem como funcionário no desempenho de cargos de confiança do Executivo; os que pertencem ao serviço eleitoral e fiscais e delegados de partido político ou coligação.Vale ressaltar que a inscrição, por si só, não garante a convocação.

* Com informações da assessoria do TSE 
]]></description>
				
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				<category>Eleições</category>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:56:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Meio/Ideia: 39% veem Lula como mais ligado ao caso Banco Master e 37,4% citam Flávio Bolsonaro]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/meioideia-39-veem-lula-como-mais-ligado-ao-caso-banco-master/626309/</link>
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				<description><![CDATA[A pesquisa Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira, 8 de julho, aponta que 39% dos entrevistados consideram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) o político mais envolvido com o caso do Banco Master. Já 37,4% associam o episódio ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Outros 22,5% disseram não saber responder ao questionamento, enquanto 1,1% afirmaram que nenhum dos dois políticos está ligado ao caso.

A pergunta feita aos entrevistados faz referência ao áudio divulgado recentemente em que aparece uma negociação entre Flávio Bolsonaro e o proprietário do Banco Master, Daniel Vorcaro, sobre um repasse de R$ 134 milhões para financiar um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Impacto na intenção de voto

A pesquisa também avaliou se a divulgação dessas informações influencia a intenção de voto em Flávio Bolsonaro.

Segundo o levantamento, 36,5% dos entrevistados afirmaram que o episódio não aumenta nem diminui a possibilidade de votar no senador. Outros 29,5% disseram que o caso reduz a intenção de voto, enquanto 6,6% responderam que a divulgação aumenta a disposição de votar em Flávio Bolsonaro. Além disso, 8% afirmaram que não pretendem votar nas eleições, e 19,5% disseram não saber responder.

Relação entre Jaques Wagner e o caso

O instituto também questionou os entrevistados sobre a relação do ex-líder do PT no Senado, Jaques Wagner, com o caso envolvendo o Banco Master, após a Polícia Federal apontar suspeitas de que ele seja beneficiário de vantagens econômicas indevidas relacionadas ao banco.

Para 42% dos entrevistados, a proximidade entre Jaques Wagner e o presidente Lula não altera a chance de votar pela reeleição do petista. Já 17,3% afirmaram que o episódio reduz essa possibilidade, enquanto 7% disseram que aumenta.

Outros 24,7% não souberam responder à pergunta, e 9% declararam que não pretendem votar nas próximas eleições.

Metodologia

A pesquisa Meio/Ideia ouviu 1.500 pessoas em todo o país entre os dias 3 e 6 de julho. O levantamento possui margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Segundo o instituto, a pesquisa foi realizada com recursos próprios e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05628/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:17:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Meio/Ideia aponta Lula, Flávio Bolsonaro e Michelle Bolsonaro como os mais rejeitados ]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o índice de rejeição entre os nomes testados para a disputa pela Presidência da República, segundo a pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira, 8 de julho. No levantamento, 46,4% dos entrevistados afirmaram que não votariam no petista "de jeito nenhum". Na sequência aparecem Flávio Bolsonaro (PL), com 43,4%, e Michelle Bolsonaro (PL), com 28%.

A pesquisa perguntou aos entrevistados em qual dos possíveis candidatos eles não votariam de forma alguma caso a eleição fosse realizada hoje.

Depois de Lula, Flávio Bolsonaro e Michelle Bolsonaro, aparecem Aécio Neves (PSDB), com 18,6% de rejeição; Cabo Daciolo (Mobiliza), com 14,1%; Romeu Zema (Novo), com 13,3%; Ronaldo Caiado (PSD), com 12,1%; Renan Santos (Missão), com 10,1%; Samara Martins (UP), com 8,9%; Rui Costa Pimenta (PCO), com 8,8%; Hertz Dias (PSTU), com 8,5%; Edmilson Costa (PCB), com 8,2%; Augusto Cury (Avante), com 7,2%; e Joaquim Barbosa (DC), com 7%.

Ainda de acordo com o levantamento, 0,5% dos entrevistados disseram não rejeitar nenhum dos nomes apresentados, enquanto 5,7% afirmaram não saber responder.

Rejeição individual

Além da pergunta geral sobre em quem o eleitor não votaria, a pesquisa avaliou individualmente cada um dos pré-candidatos. Nesse cenário, os entrevistados responderam sobre a possibilidade de votar em cada nome.

Entre os quatro principais nomes analisados, Lula registrou o maior índice de rejeição individual. Segundo o levantamento, 51,4% afirmaram que não votariam "de jeito nenhum" no presidente. Outros 42,5% disseram que poderiam votar no petista, enquanto 5,1% ainda não sabem e 1% declarou não conhecer o candidato.

Flávio Bolsonaro aparece com 49% de rejeição individual. Ao mesmo tempo, 39% afirmaram que poderiam votar nele, 9,3% disseram não saber e 2,7% responderam que não o conhecem. Aécio Neves também registra 49% de rejeição. Entre os entrevistados, 16,3% afirmaram que poderiam votar no ex-governador, 14,7% disseram ainda não saber e 20% informaram que não o conhecem.

Já Michelle Bolsonaro tem índice de rejeição individual de 41,5%. Segundo a pesquisa, 35% disseram que poderiam votar na ex-primeira-dama, enquanto 12,6% permanecem indecisos e 10,9% afirmaram não conhecê-la.

Metodologia

A pesquisa Meio/Ideia ouviu 1.500 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 3 e 6 de julho. O levantamento tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

Segundo o instituto, a pesquisa foi realizada com recursos próprios e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05628/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:45:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Aprovação do governo Lula chega a 46,5%, mas segue abaixo da desaprovação, aponta Meio/Ideia]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/aprovacao-do-governo-lula-chega-a-465-mas-segue-abaixo/626303/</link>
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				<description><![CDATA[A administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é aprovada por 46,5% dos brasileiros, enquanto 48,5% afirmam desaprovar o governo. Os dados são da pesquisa Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira, 8 de julho. Outros 4,9% dos entrevistados não souberam responder ou preferiram não opinar.

Em relação ao levantamento anterior, realizado em maio, os números permaneceram estáveis dentro da margem de erro, que é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. Na pesquisa anterior, 46,6% aprovavam a gestão federal e 51,4% a desaprovavam. Na ocasião, 2% dos participantes disseram não saber responder.

Avaliação da gestão

O levantamento também mediu a percepção dos entrevistados sobre o desempenho do governo federal. Para 41% dos participantes, a administração de Lula é classificada como "ruim" ou "péssima".

Já 32,5% consideram o governo "ótimo" ou "bom", enquanto 24,5% avaliam a gestão como "regular". Outros 2% não responderam ou afirmaram não ter opinião sobre o tema.

Como foi realizada a pesquisa

A pesquisa Meio/Ideia entrevistou 1.500 pessoas em diferentes regiões do país entre os dias 3 e 6 de julho. O estudo tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

Segundo o instituto responsável pelo levantamento, a pesquisa foi custeada com recursos próprios e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05628/2026.

Petista lidera 1º turno 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais, segundo a pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira, 8 de julho. No principal cenário apresentado pelo levantamento, Lula aparece com 40,4% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registra 32%.

Na sequência, o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), soma 4% das intenções de voto. Romeu Zema (Novo) aparece com 2,5%; Aécio Neves (PSDB), 2%; Renan Santos (Missão), 2%; Augusto Cury (Avante), 1,5%; Joaquim Barbosa (DC), 0,5%; e Cabo Daciolo (Mobiliza), também com 0,5%.

Ainda de acordo com a pesquisa, Rui Costa Pimenta (PCO) registra 0,4%; Samara Martins (UP), 0,4%; Hertz Dias (PSTU), 0,1%; e Edmilson Costa (PCB), 0,1%.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:13:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Meio/Ideia aponta Lula com 45% e Flávio Bolsonaro com 40% no segundo turno]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 45% das intenções de voto em um eventual segundo turno das eleições presidenciais contra Flávio Bolsonaro (PL), que registra 40%, segundo pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira, 8 de julho.

Apesar da vantagem numérica do petista, os dois estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro do levantamento, que é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

Em comparação com a pesquisa anterior, divulgada em maio, Lula oscilou de 46,5% para 45%, enquanto Flávio Bolsonaro passou de 41,4% para 40%. Além da disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, o instituto testou outros cinco cenários de segundo turno. Em todos eles, o presidente aparece na liderança.

Contra Joaquim Barbosa, Lula registra 45% das intenções de voto, enquanto o adversário soma 23%. Nesse cenário, 18,6% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, e 13,4% disseram não saber em quem votariam.

Na simulação contra Renan Santos, Lula mantém 45% das intenções de voto, enquanto o adversário aparece com 33%. Os votos em branco, nulos ou em nenhum candidato representam 13,4%, e os indecisos somam 8,6%.

Outros cenários 

Em um eventual segundo turno contra Romeu Zema, o presidente registra 45%, enquanto o governador alcança 37%. Nesse cenário, 11,9% declararam voto em branco, nulo ou em nenhum candidato, e 6,1% afirmaram estar indecisos.

A pesquisa também simulou uma disputa entre Lula e Ronaldo Caiado. O presidente aparece com 45% das intenções de voto, contra 37,6% do adversário. Os votos em branco, nulos ou em nenhum candidato somam 11%, enquanto 6,4% dos entrevistados disseram não saber em quem votariam.

Já em um cenário de segundo turno contra Michelle Bolsonaro, Lula registra 45% das intenções de voto, enquanto a ex-primeira-dama aparece com 36%. Nesse caso, os votos em branco, nulos ou em nenhum candidato representam 11%, e os indecisos totalizam 8%.

Metodologia 

A pesquisa Meio/Ideia ouviu 1.500 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 3 e 6 de julho. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05628/2026.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:51:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PL aciona TSE e alega excesso de gastos em publicidades do governo Lula que chegam a R$ 178 milhões]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pl-aciona-tse-e-alega-excesso-de-gastos-em-publicidades-do-governo/625336/</link>
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				<description><![CDATA[O Partido Liberal (PL) protocolou uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) solicitando, em caráter de urgência, a interrupção das campanhas publicitárias do governo federal. O processo foi distribuído ao ministro André Mendonça e questiona os gastos da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) com publicidade institucional durante o primeiro semestre de 2026.

Na representação, a legenda sustenta que o Executivo ultrapassou o limite permitido pela legislação eleitoral. Com base em informações disponíveis no Portal da Transparência, o partido afirma que, até 15 de junho, as despesas com ações publicitárias somavam R$ 178 milhões, valor que excederia em R$ 42 milhões o teto de R$ 135 milhões previsto para o período.

O PL também aponta que dados do sistema Siga Brasil indicam um volume ainda maior de despesas empenhadas. Segundo os cálculos apresentados, a média dos investimentos realizados entre 2023 e 2025 estabeleceria um limite de R$ 618 milhões para os seis primeiros meses deste ano. Entretanto, os empenhos registrados até 18 de junho teriam alcançado R$ 785 milhões, representando um excedente de R$ 167 milhões.

O que o PL argumenta

Na ação, o partido argumenta que a publicidade institucional tem sido utilizada para divulgar programas e iniciativas do governo, entre eles o Novo PAC, a COP30, o Plano Brasil Soberano, a proposta de extinção da escala de trabalho 6x1 e a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda. Para a legenda, o volume de campanhas financiadas com recursos públicos pode comprometer o equilíbrio da disputa eleitoral.

Além da suspensão das campanhas consideradas irregulares, o PL pede que o TSE determine ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao ministro da Secom, Sidônio Palmeira, a apresentação dos registros dos gastos efetuados entre 1º de janeiro e 15 de junho de 2026.

A sigla também requer informações sobre os critérios adotados para o cálculo do limite legal de despesas, a média mensal dos investimentos em publicidade entre 2023 e 2025, a preservação dos documentos administrativos relacionados às campanhas realizadas desde 2023 e a proibição de eventual cancelamento de empenhos sem comunicação prévia à Justiça Eleitoral.

Até a publicação desta matéria, a Secom não havia se manifestado sobre as alegações. O espaço permanece aberto para posicionamento do governo federal.
 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:07:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE manda retirar publicações nas redes sociais que associam Flávio Bolsonaro a facções criminosas]]></title>
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				<description><![CDATA[A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou, em decisão liminar na segunda-feira, 22 de junho, a remoção de vídeo e imagens veiculados por diversos perfis em redes sociais que associam o pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro à operação da Polícia Federal denominada “Unha e Carne”. As postagens também vinculam o político ao crime organizado e a facções criminosas, em especial o Comando Vermelho.

A decisão foi dada na análise de representação eleitoral apresentada pelo Diretório Nacional do Partido Liberal (PL) contra Gleisi Helena Hoffmann, Lindbergh Farias, Guilherme Castro Boulos e Rogério Correia, bem como contra os responsáveis pelos perfis “PT na Câmara”, “Lula conta comigo”, “Brasil pra Frente”, “Anti Bolsonaro Real” e “Lázaro Rosa”, além de Aurilene Monteiro, empresária individual conhecida como “Gata Canhota”, apontada como responsável por perfil de pessoa jurídica em rede social.

No caso, o PL sustenta que o conteúdo publicado foi amplamente difundido em múltiplas plataformas digitais, alcançando elevado número de visualizações, compartilhamentos e interações, inclusive por perfis de grande alcance.

Segundo o partido, as postagens teriam o objetivo de construir uma suposta “teia” criminosa, posicionando a imagem do pré-candidato no centro de investigações alheias, com potencial de induzir o eleitorado a erro.

Para a relatora, o conteúdo divulgado extrapola os limites da crítica política admissível, já que as publicações não se restringem à manifestação de opinião ou ao debate público sobre posições políticas.

Segundo a ministra, as publicações constroem narrativa que associa o pré-candidato a organizações criminosas, inclusive o Comando Vermelho, sem indicação de qualquer dado concreto, investigação formal ou imputação jurídica que o vincule à operação policial.

De acordo com Estela Aranha, a jurisprudência do TSE é firme no sentido de que a liberdade de expressão no debate político não autoriza a divulgação de imputações graves sem comprovação mínima, sob pena de violação à honra e de comprometimento da normalidade e legitimidade do processo eleitoral.

“A imputação genérica de vínculos com o crime organizado, quando não amparada em dados concretos, caracteriza conteúdo gravemente desinformativo e ofensivo, apto a configurar propaganda eleitoral antecipada negativa”, destacou.

Tribunal Superior Eleitoral
]]></description>
				
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 20:45:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Nunes Marques nega pedido para barrar exibição do filme sobre Bolsonaro durante período eleitoral]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/nunes-marques-nega-barrar-exibicao-filme-bolsonaro-eleicoes/624247/</link>
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				<description><![CDATA[Nesta sexta-feira, 12 de junho, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, considerou extinto o processo que questionava a possível utilização do filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, como instrumento de propaganda eleitoral antecipada nas Eleições 2026.

O ministro concluiu que os autores da ação não têm legitimidade para propor a representação perante o Tribunal. 

Controvérsia 

A representação, ajuizada pelo deputado federal Rogério Correia e pelo advogado Marco Aurélio de Carvalho, requeria liminarmente a proibição imediata do lançamento do longa-metragem próximo ao período eleitoral.

Segundo eles, a exibição pública do filme caracterizaria propaganda eleitoral antecipada do senador Flávio Bolsonaro, apontado como pré-candidato à Presidência da República e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, retratado na obra com recursos privados.  

Sem legitimidade 

Na decisão, o ministro concluiu que os autores da representação não possuíam legitimidade para ajuizar a ação perante o TSE.

Segundo o entendimento adotado pelo ministro, a jurisprudência da Corte exige que o autor da representação dispute eleição na mesma circunscrição do candidato apontado como beneficiário da suposta irregularidade.  

Como o caso envolve eventual candidatura à Presidência da República, de circunscrição nacional, o requisito não estaria presente, já que o deputado Rogério Correia de Moura Baptista é pré-candidato ao mesmo cargo apenas no estado de Minas Gerais, ao passo que Marco Aurélio de Carvalho nem sequer alegou pretensão de concorrer nas Eleições 2026. 

Com esse fundamento, Kassio Nunes Marques extinguiu o processo sem resolução do mérito e considerou prejudicado o pedido de liminar que buscava impedir a exibição, a divulgação e a utilização do filme durante o período eleitoral de 2026. 

Tribunal Superior Eleitoral
]]></description>
				
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 20:16:00 -0300</pubDate>
			</item>
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