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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu, nesta segunda, 1° de julho, manter a prisão de Joanita de Almeida, acusada de participar dos atos golpistas de 8 de janeiro.

Na decisão, o ministro negou pedido de prisão domiciliar feito pela defesa da acusada, que está presa em Juiz de Fora (MG). A decisão teve o aval da Procuradoria-Geral da República (PGR).

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Além disso, determinou que a secretaria da administração penitenciária do município realize exames médicos.

O objetivo seria verificar a saúde física e mental dela para providenciar a manutenção de tratamento médico.

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Segundo os advogados, Joanita tem o diagnóstico de:

  • Transtorno misto ansioso e depressivo
  • Ansiedade generalizada
  • Epilepsia
  • Transtorno bipolar

Além disso, está sem medicamento e não recebe atendimento médico na prisão. Em maio deste ano, ela sofreu um surto psicótico e precisou de internação.

Joanita de Almeida recebeu uma condenação de 16 anos de prisão por associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.

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Ela foi detida em flagrante em 8 de janeiro de 2023, enquanto participava dos atos.

Em agosto do mesmo ano, o ministro Alexandre de Moraes a libertou, mas em maio deste ano, decretaram sua prisão novamente, devido ao risco de fuga.

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