Em outubro, o parlamentar foi candidato a prefeito de Aparecida de Goiânia, segunda maior cidade de Goiás, e recebeu o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro.
13 de dezembro de 2024 às 10:00 - Atualizado às 10:15
O deputado federal Professor Alcides Ribeiro e Bolsonaro juntos. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
Suspeito de manter relações sexuais com menores de 18 anos, o deputado federal Professor Alcides Ribeiro (PL-GO), afirmou em nota que “tentam estabelecer uma narrativa desonesta, baseada na distorção de fatos que teriam ocorrido e que supostamente envolveriam indiretamente meu nome”.
Na quinta-feira, 12 de dezembro, a Polícia Civil de Goiás deflagrou a Operação Peneira, cumprindo mandados de prisão e de busca e apreensão contra três pessoas denunciadas por invadir a residência de um adolescente para, supostamente, apagar imagens comprometedoras contra o parlamentar que supostamente estariam no celular da vítima.
“Deploro a utilização preconceituosa, mesquinha e criminosa de minha pública orientação sexual como arma política. Sou homossexual, não sou bandido. Bandidos são os que se levantam contra mim”, diz o parlamentar.
Um dos presos, é segurança do deputado e mora na casa de Alcides em Aparecida de Goiânia. Já outro é assessor de Alcides Ribeiro em Brasília.
“Rechaço de forma veemente o envolvimento de meu nome num cipoal de inverdades, adrede concebidas pelos que, em momento político delicadíssimo no país, embalam o circo midiático montado pela espetaculosa Operação Peneira”, arguementou o deputado.
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Alcides afirmou ainda que reconhece sua homossexualidade e que sofreu com várias formas de preconceito.
“Reconheço-me como homossexual. Sofri por toda a minha vida inúmeras formas de preconceito. A homofobia é um crime. A utilização do aparato policial para uma evidente operação midiática é crime. A tentativa de enxovalhamento da reputação de um homem honesto é crime”, ressaltou o parlamentar.
No mês de outubro, Alcides foi candidato a prefeito de Aparecida de Goiânia, segunda maior cidade de Goiás, e recebeu o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro, filiado ao mesmo partido. Ele terminou a eleição em segundo lugar, atrás de Leandro Vilela, do MDB.
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