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REFORMA TRIBUTÁRIA: saiba como votaram os DEPUTADOS PERNAMBUCANOS na aprovação da matéria

15 de dezembro de 2023 às 20:35

Após cerca de três horas de votação, a Câmara dos Deputados aprovou o texto-base da reforma tributária sobre o consumo em primeiro turno.

A proposta de emenda à Constituição recebeu 371 votos favoráveis, 121 contrários e três abstenções. O quórum mínimo de aprovação era de 308 votos.

O texto ainda precisa ser votado em segundo turno. No momento, o plenário da Câmara analisa os destaques.

Um acordo com o PL poderá resultar na derrubada da prorrogação de incentivos ao setor automotivo para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país, ponto inserido durante a tramitação no Senado.

Confira abaixo como votaram os deputados pernambucanos:

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  • André Ferreira (PL/PE): Sim
  • Augusto Coutinho (Republicanos/PE): Sim
  • Carlos Veras (PT/PE): Sim
  • Clarissa Tércio (PP/PE): Não
  • Clodoaldo Magalhães (PV/PE): Sim
  • Coronel Meira (PL/PE): Não
  • Eduardo da Fonte (PP/PE): Sim
  • Eriberto Medeiros (PSB/PE): Sim
  • Felipe Carreras (PSB/PE): Sim
  • Fernando Coelho (União/PE): Sim
  • Fernando Monteiro (PP/PE): Sim
  • Fernando Rodolfo (PL/PE): Não
  • Guilherme Uchoa (PSB/PE): Sim
  • Iza Arruda (MDB/PE): Sim
  • Lucas Ramos (PSB/PE): Sim
  • Luciano Bivar (União/PE): Sim
  • Lula da Fonte (PP/PE): Sim
  • Maria Arraes (Solidaried/PE): Sim
  • Mendonça Filho (União/PE): Sim
  • Ossesio Silva (Republican/PE): Sim
  • Pastor Eurico (PL/PE): Não
  • Pedro Campos (PSB/PE): Sim
  • Renildo Calheiros (PCdoB/PE): Sim
  • Túlio Gadêlha (Rede/PE): Sim
  • Waldemar Oliveira (Avante/PE): Sim

O relator, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), retirou vários pontos incluídos pelo Senado no início de novembro.

Caíram a cesta básica estendida, que teria alíquota reduzida em 60%, e regimes especiais para o saneamento e o transporte aéreo.

Em contrapartida, o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), manteve o benefício a profissionais liberais, que pagarão alíquota 30% menor.

A retirada de exceções tem como objetivo reduzir a alíquota padrão do futuro Imposto sobre Valor Adicionado (IVA). Quando a reforma foi aprovada pela primeira vez na Câmara, em julho, o Ministério da Fazenda estimava que o IVA cobrado sobre a maioria dos produtos ficaria entre 24,45% e 27%.

Com as exceções incluídas pelo Senado, a alíquota subiria para 27,5%. Isso faria o Brasil ter a maior alíquota entre os países que adotam o imposto tipo IVA. Atualmente, o país com o IVA mais alto é a Hungria, com 27% de imposto.

Sessão híbrida

A sessão começou pouco antes das 15h e está sendo realizada em caráter híbrido, com alguns parlamentares no plenário e outros votando pela internet. A oposição tenta obstruir a votação, o que pode atrasar a sessão.

Se a Câmara mantiver o mérito do texto aprovado pelos senadores, a proposta de emenda à Constituição não precisa voltar ao Senado. O texto também precisa voltar ao Senado caso os deputados retirem pontos da reforma.

Apenas em caso de mudança de mérito, a reforma tributária precisaria ser votada mais uma vez no Senado. No entanto, a Câmara, em tese, poderia fatiar a proposta e promulgar os pontos aprovados nas duas Casas.

Na quinta-feira (14), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse ser favorável a um fatiamento, caso os deputados inserissem mudanças, para dar mais tempo de resolver as divergências.

Agência Brasil

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