As operações de procura pelos dois fugitivos da Penitenciária Federal de Mossoró, Deibson Cabral Nascimento e Rogério da Silva Mendonça, acarretaram um gasto de R$ 6.094.889,60 ao Governo Federal, de acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Esse montante abrange despesas com passagens, diárias, combustíveis, manutenção e operações aéreas conduzidas pelas forças de segurança envolvidas na ação de busca.

Confira valores gastos pelas instituições

  • PRF: R$ 3.322.974,83
  • Força Nacional: R$ 1.481.124.11
  • PF: R$ 665.052,24
  • Força Penal Nacional: R$ 625.738,42

Fugitivos de presídio federal em Mossoró são presos

Localizados em Marabá, no estado do Pará, Deibson Cabral Nascimento e Rogério da Silva Mendonça foram detidos nesta quinta-feira, 4 de abril, pela Polícia Federal (PF) em colaboração com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), após fugirem em fevereiro da Penitenciária Federal de Mossoró (RN).

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A distância entre Marabá e o presídio federal de segurança máxima em Mossoró é de aproximadamente 1.650 quilômetros.

Ministério da Justiça demite diretor da prisão federal após recaptura de fugitivos

O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o diretor da Penitenciária Federal de Mossoró (RN), Humberto Gleydson Fontinele Alencar, que estava afastado do cargo desde fevereiro. A portaria de dispensa de Alencar foi assinada nesta a quarta-feira, 3 de abril, e foi oficializada pelo Diário Oficial da União na manhã desta sexta-feira (5).

Na terça-feira, 2, o ministério concluiu investigação interna a respeito da eventual responsabilidade de servidores na fuga de Deibson Cabral e Rogério Mendonça.

O órgão resolveu mover processos administrativos contra 10 servidores, mas concluiu que não houve corrupção mas “falhas nos procedimentos carcerários de segurança”.

Atualmente, a penitenciária está sob os cuidados de Carlos Luis Vieira Pires, que foi nomeado como uma espécie de “interventor” pelo ministro Ricardo Lewandowski logo que a cúpula do presídio foi afastada.

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