Presidente eleito do Uruguai, Yamandú Orsi viajou ao Brasil menos de uma semana após conquistar a vitória eleitoral - Ricardo Stuckert/Presidência da República
Menos de uma semana após vencer o segundo turno das eleições presidenciais no Uruguai, o presidente eleito Yamandú Orsi fez uma visita oficial ao Brasil para um encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Brasília, nesta sexta-feira (29). Durante a reunião, os dois líderes discutiram as relações bilaterais entre Brasil e Uruguai, além de temas relevantes para a região, como o acordo em negociação entre o Mercosul e a União Europeia.
Em entrevista coletiva após o encontro, Orsi se mostrou otimista em relação ao futuro do Mercosul e das relações entre os países da região e a Europa. "Somos otimistas como Mercosul e como região na possibilidade de estreitar laços com outras regiões e, fundamentalmente, com a Europa", afirmou o futuro presidente uruguaio.
A visita ocorre a uma semana da próxima Cúpula do Mercosul, que será realizada em Montevidéu nos dias 5 e 6 de dezembro, evento que contará com a presença de Lula. O encontro entre Orsi e Lula também teve um tom de continuidade, já que o futuro presidente do Uruguai, que assumirá o cargo em março de 2025, trazia consigo uma mensagem de agradecimento do atual presidente uruguaio, Luis Lacalle Pou, ao governo brasileiro pela parceria constante, mesmo em períodos de divergências políticas.
"Para nós, é importante sabermos que temos o Brasil sempre disposto a colaborar com a gente", destacou Orsi, destacando a importância da relação entre os dois países, independentemente das diferenças ideológicas entre os governos.
Yamandú Orsi é integrante da Frente Ampla, coalizão de esquerda que, após 15 anos, retornará ao governo uruguaio em 2025. Ele sucederá Lacalle Pou, que tem uma orientação política de direita. Apesar das divergências ideológicas, a transição promete ser tranquila, com ambas as partes comprometidas em manter a estabilidade nas relações bilaterais.
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As apurações incluem mais de mil páginas de documentos, além de áudios e conversas de WhatsApp, que ajudam a traçar o caminho de parte do dinheiro.
O instituto ouviu 2.002 eleitores entre os dias 2 e 4 de dezembro, antes, portanto, do anúncio do senador.
Antes de anunciar sua posição, o Coronel conversou com deputados federais e estaduais do partido.
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