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		<title>Portal de Prefeitura - Polícia Federal</title>
		
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				<title><![CDATA[Delegado revisa inquérito e conclui pela 2ª vez que não houve interferência de Bolsonaro na PF]]></title>
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				<description><![CDATA[A atual gestão da Polícia Federal revisou a conclusão do inquérito que tinha apurado interferências indevidas do então presidente da República Jair Bolsonaro na corporação e concluiu, pela segunda vez, que não há provas do cometimento de crimes no caso.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes havia determinado a reabertura do caso, que tinha sido instaurado após o pedido de demissão de Sergio Moro do Ministério da Justiça, quando ele disse ter sofrido pressão do presidente para trocar cargos de comando da corporação. Um dos motivos seria um receio de Bolsonaro com o avanço do inquérito das fake news contra seus aliados.

A PF sob Bolsonaro concluiu que não houve interferência indevida e o então procurador-geral da República Augusto Aras havia pedido o arquivamento da investigação.

Agora, sob o governo Lula, a PF fez uma revisão das provas colhidas e reiterou a conclusão de que não há provas para justificar uma imputação penal no inquérito.

"Merece ser mencionado que o IPL 2021.0031208 -CCINT/CGCINT/DIP/PF apurou objeto específico, que, sob a ótica das diligências tomadas em contemporaneidade com os fatos, não revelou informações capazes de justificar imputações penais", escreveu o delegado Carlos Henrique Pinheiro de Melo, vinculado à Diretoria de Inteligência Policial (DIP).

O delegado cita, por exemplo, que a PF solicitou compartilhamento de provas do inquérito das fake news com o ministro Alexandre de Moraes que indicassem a ocorrência de interferências indevidas, mas que o ministro havia respondido que não havia provas disso naquele inquérito.

A conclusão diz ainda que eventuais atos de interferência detectados nos inquéritos de relatoria do ministro Alexandre de Moraes podem ser apuradas diretamente nesses procedimentos de investigação.

Após receber esse relatório complementar, Moraes enviou o processo para análise do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Ele pode indicar novas diligências a ser tomadas ou requisitar o arquivamento definitivo do caso.

Estadão Conteúdo
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 09:25:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[PF e Anvisa deflagram operação contra venda ilegal de remédio para emagrecer]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deflagraram nesta terça-feira, 7 de abril, a Operação Heavy Pen.

O objetivo é reprimir a entrada irregular, a produção clandestina, a falsificação e o comércio ilegal de medicamentos e insumos farmacêuticos destinados ao emagrecimento.

Em nota, a corporação informou que estão sendo cumpridos 45 mandados de busca e apreensão, além de 24 ações de fiscalização nos seguintes estados: Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Roraima, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe e Santa Catarina.

“A ação tem como foco o enfrentamento de grupos envolvidos na cadeia ilícita desses produtos, desde a importação fraudulenta até a distribuição e a comercialização irregular de substâncias de uso injetável”, destacou a PF no comunicado.

Ainda segundo a corporação, as ações se concentram em produtos à base de princípios ativos como semaglutida e tirzepatida, amplamente utilizados em tratamentos para obesidade, além de substâncias correlatas, como a retatrutida, ainda sem autorização para comercialização no Brasil.

Também estão sendo fiscalizados estabelecimentos como laboratórios de manipulação, clínicas estéticas e empresas “que atuam à margem da regulação sanitária, com produção, com fracionamento ou com comercialização de medicamentos sem registro ou de origem desconhecida”.

As condutas investigadas, de acordo com a PF, podem caracterizar crimes relacionados à falsificação e à comercialização irregular de medicamentos, além de contrabando.

Números

Dados da corporação mostram que as apreensões de medicamentos emagrecedores apresentaram aumento ao longo dos últimos anos, passando de 609 unidades em 2024 para 60.787 em 2025 e já alcançando 54.577 unidades até março de 2026.

Agência Brasil

Apreensão

A Anvisa determinou, no dia 2 de abril, a apreensão do lote D856831 do medicamento Mounajro e os lotes D880730, D840678 do Mounajro Kwikpen, fabricados por empresa não identificada. A medida proíbe também a comercialização, distribuição e o uso dos produtos falsos. 

A empresa detentora do registro do medicamento, Eli Lilly Brasil, informou que foram encontrados, no mercado, unidades desses lotes com características diferentes do produto original, o que indica falsificação. 

Entre os problemas identificados estão número de série não identificados nos sistemas da empresa, uso de material diferente do original na embalagem e falha na leitura do código 2D. 
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 16:18:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Alerta na Segurança: Policiais Federais aprovam estado de greve em todo o Brasil]]></title>
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				<description><![CDATA[A Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) oficializou, nesta quinta-feira (26), a aprovação do estado de greve em todo o território nacional. A medida, que serve como o último estágio de mobilização antes da deflagração de uma paralisação total, foi decidida após três dias de assembleias que reuniram representantes de 27 sindicatos da categoria.

O movimento é uma resposta ao que os policiais classificam como "estagnação nas negociações" com o Governo Federal. A principal pauta da categoria é a reestruturação salarial e a valorização da carreira, pleitos que vêm sendo discutidos desde o ano passado sem um desfecho que satisfaça os agentes, escrivães e papiloscopistas.

O que o Estado de Greve Significa na Prática?

Diferente da greve propriamente dita, o estado de greve funciona como um alerta institucional. Durante este período, os policiais permanecem em seus postos, mas iniciam uma série de mobilizações coordenadas, que podem incluir:


	Operações Padrão: Rigor excessivo em fiscalizações, o que gera lentidão em portos e aeroportos.
	Atrasos em Serviços: Impacto na emissão de passaportes e registros de armas.
	Suspensão de Atividades Administrativas: Foco exclusivo em emergências, reduzindo o ritmo de investigações em curso.


Impactos Diretos e Próximos Passos

Se a paralisação for confirmada nas próximas semanas, o impacto será sentido em áreas sensíveis do governo. Operações de combate ao crime organizado e à corrupção podem sofrer atrasos significativos. Além disso, o atendimento ao público em delegacias da PF deve ser restringido a casos de extrema urgência.

A Fenapef destaca que a categoria busca o reconhecimento do seu papel estratégico na segurança pública e que o governo tem "empurrado com a barriga" soluções orçamentárias. Por outro lado, o Ministério da Gestão e da Inovação tem alegado limitações impostas pelo Arcabouço Fiscal para conceder os reajustes solicitados.

Uma nova rodada de assembleias deve ocorrer nos próximos dias para avaliar se houve avanço nas propostas do Executivo ou se a categoria avançará para a interrupção total das atividades.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 11:06:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Moraes manda abater drones que sobrevoarem casa de Bolsonaro em Brasília]]></title>
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				<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a proibição de sobrevoo de drones em um raio de cem metros da residência do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A decisão foi dada no âmbito da Execução Penal 169, na qual o ex-presidente cumpre prisão domiciliar humanitária para recuperação de uma broncopneumonia. A medida foi motivada por relatórios da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), que identificaram o uso irregular de Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPA) sobrevoando o imóvel de Bolsonaro, no bairro Jardim Botânico, em Brasília.

Na decisão, o ministro autorizou a Polícia Militar a abater e apreender imediatamente qualquer drone que desrespeite o limite de 100 metros estabelecido.

Os operadores das aeronaves irregulares deverão ser presos em flagrante, com base no Código Penal, por atentado contra a segurança de transporte aéreo. Moraes destacou que o sobrevoo não autorizado em áreas residenciais transcende o ilícito administrativo, configurando potencial violação de domicílio e afronta ao direito constitucional à intimidade e privacidade.

Estadão Conteúdo.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 13:35:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Alerj, é preso pela PF novamente após determinação de Moraes]]></title>
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				<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira, 27 de março, a nova prisão do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) Rodrigo Bacellar (União Brasil).

O mandado de prisão foi cumprido, na tarde de hoje, pela Polícia Federal (PF), em Teresópolis. Bacellar foi levado para superintendência da corporação na capital fluminense.

Segundo a PF, ele teria vazado informações sigilosas sobre a investigação que envolve o deputado estadual TH Joias.

De acordo com a PF, Bacellar também foi alvo de uma medida de busca e apreensão.

A corporação também informou que a prisão e a buscas foram determinadas na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635, mais conhecida como ADPF das Favelas.

Além de estabelecer medidas para o enfrentamento da letalidade policial no Rio, o processo investiga a ligação de grupos criminosos com agentes públicos.

Bacellar havia sido preso em dezembro do ano passado, mas, dias depois, uma votação da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) determinou a soltura dele. Diante disso, o ministro Alexandre de Moraes expediu o mandado de soltura de Bacellar.

Segundo a PF, agentes públicos teriam repassado dados internos da investigação, permitindo que alvos fossem alertados e resultando na obstrução do trabalho policial.

O motivo central da operação é justamente descobrir quem vazou essas informações e de que forma isso afetou o curso da Zargun, deflagrada em setembro e que levou à prisão do então deputado estadual TH Joias (MDB).

A investigação atende à determinação do STF no âmbito da ADPF 635/RJ (ADPF das Favelas), que ordenou que a Polícia Federal conduzisse apurações sobre grupos criminosos violentos no estado e suas possíveis conexões com agentes públicos.

Agência Brasil
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 19:48:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[PF combate lavagem de dinheiro, evasão de divisas e bloqueia quase R$ 1 bi de organização criminosa]]></title>
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				<description><![CDATA[Na manhã desta quinta-feira, 26 de março, a Polícia Federal (PF) cumpre mandados em São Paulo e Santa Catarina, no âmbito da Operação Narco Azimut, que investiga mais profundamente uma organização criminosa especializada em lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

A ação acontece na capital paulista, em Santos, Ilhabela, Taboão da Serra e também em Balneário Camboriú (SC).

Em operações anteriores – Narco Bet e Narco Azimut – a PF identificou um esquema criminoso que lidava com dinheiro em espécie, transferências bancárias e criptoativos no Brasil e no exterior.

Segundo as autoridades policiais, as pessoas envolvidas no crime utilizavam empresas para movimentar altos valores ilícitos, com a realização de operações financeiras de alto valor e movimentações com criptomoedas.

A Justiça já determinou o sequestro de bens e valores dos investigados até o limite de R$ 934 milhões. Também proibiu movimentação empresarial e de transferência de bens ligados às atividades criminosas.

As autoridades policiais atuam com 60 agentes federais que cumprem 26 mandados de busca e apreensão e de prisão temporária.

Agência Brasil

Mandados e prisões

Pelo menos 50 agentes da Polícia Federal cumprem 26 mandados de busca e apreensão e prisão temporária. Deste montante, 10 mandados de prisões estão sendo cumpridos e, até as 8h desta quinta (26), sete envolvidos haviam sido detidos. Todos os documentos foram expedidos pela 5º Vara Federal em Santos, São Paulo.

Fraude em concurso

A Polícia Civil de Pernambuco deflagrou, na manhã da quarta-feira, 25 de março, a 23ª Operação de Repressão Qualificada de 2026, batizada de “KÝMA”. A ação tem como foco investigar e desarticular um grupo suspeito de envolvimento em fraudes em concursos públicos e lavagem de dinheiro.

A operação está vinculada à Diretoria Integrada Especializada e conta com a coordenação do delegado Júlio César Pinheiro, que atua como adjunto da 1ª Delegacia de Combate ao Crime Organizado. A unidade integra o Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado, responsável por investigações desse tipo no estado.

As investigações começaram em dezembro de 2025. Desde então, a polícia trabalha para identificar os integrantes do grupo e entender como funcionava o esquema. A apuração aponta para uma organização criminosa que atuava tanto na manipulação de concursos públicos quanto na movimentação de recursos financeiros de forma irregular.

Na ação, os policiais cumprem 11 mandados de prisão e 22 mandados de busca e apreensão domiciliar. A Justiça também autorizou o bloqueio de ativos financeiros ligados aos investigados. As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo da 15ª Vara Criminal da Capital.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 10:56:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[PF investiga se dinheiro desviado do INSS ajudou a pagar viagens de Lulinha]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) apura se recursos desviados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foram utilizados para custear viagens do empresário Fábio Luís Lula da Silva. A informação foi divulgada pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Segundo as investigações, um dos focos é uma agência de viagens que já foi utilizada pelo empresário, conhecido como Lulinha.

A suspeita surgiu após investigadores identificarem uma coincidência entre repasses feitos por Antônio Carlos Camilo Antunes a uma empresa ligada a uma amiga de Lulinha e pagamentos realizados por ela à agência de viagens.

De acordo com a apuração, na mesma época em que o empresário transferiu mais de R$ 1 milhão para Roberta Luchsinger, ela efetuou pagamentos de R$ 640 mil à agência. Ao todo, foram identificadas cinco transferências de R$ 300 mil cada, somando R$ 1,5 milhão entre novembro de 2024 e março de 2025.

Ainda conforme a Polícia Federal, uma mensagem apreendida indica a necessidade de realização de mais uma parcela de R$ 300 mil. Ao ser questionado pelo ex-sócio Milton Salvador sobre o destinatário dos valores, Antônio Camilo respondeu: “O filho do rapaz”.

Na sequência, Milton anexou uma mensagem comprovando o pagamento de R$ 300 mil para a empresa RL Consultoria e Intermediações Ltda., que pertence a Roberta Luchsinger e ao pai dela, Roberto Luchsinger. Segundo os investigadores, o contexto das mensagens sugere que o valor seria destinado ao "filho do rapaz", cuja identidade ainda é alvo de apuração.

Em depoimento à Polícia Federal, um ex-funcionário de Antônio Camilo afirmou ter ouvido do empresário que ele pagava uma mesada de R$ 300 mil a Lulinha.

A defesa do empresário nega a acusação. Durante a análise da quebra de sigilo bancário de Fábio Luís Lula da Silva, a PF informou não ter identificado pagamentos diretos do investigado conhecido como Careca do INSS.

Documentos da investigação apontam ainda a suspeita de que a amiga de Lulinha possa ter participado de um esquema de lavagem de dinheiro oriundo de desvios no INSS.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 20:35:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[PF cumpre busca e apreensão contra chefe da Polícia Civil que lidera quadrilha de fraude de concurso]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal realizou, na manhã desta última quarta-feira, 18 de março, uma operação com mandado de busca e apreensão contra o chefe da Polícia Civil de Alagoas. O alvo foi o delegado Gustavo Xavier, investigado por suspeita de comandar um esquema de fraudes em concursos públicos.

De acordo com a PF, o grupo teria atuado em diferentes seleções, incluindo processos para as polícias Civil e Científica de Alagoas, além de concursos do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e do Concurso Nacional Unificado (CNU).

Núcleo de comando e funcionamento

A ação foi autorizada pelo juiz Manuel Maia de Vasconcelos Neto, da 16ª Vara Federal em João Pessoa. De acordo com a decisão, há indícios de que o delegado exercia papel central no grupo, coordenando as operações e orientando os demais integrantes.

As investigações apontam que o suposto esquema funcionava com divisão clara de tarefas. Parte dos envolvidos ficaria responsável por obter o conteúdo das provas antes da aplicação, enquanto outros atuariam na transmissão de respostas aos candidatos, inclusive com o uso de equipamentos eletrônicos. 

Também havia integrantes encarregados de intermediar a negociação com interessados na compra de gabaritos.

A PF afirma ainda que Xavier teria ampliado sua influência dentro do grupo após pressionar um dos operadores, Thyago José de Andrade, a seguir suas determinações. Outro nome citado é o do policial civil Eudson Oliveira de Matos, apontado como elo entre a liderança e os executores das fraudes.

Eudson também foi alvo de mandado de busca, cumprido dentro da Central de Flagrantes da Polícia Civil, onde já se encontra preso. Durante a ação, um celular foi apreendido.

Suspeitas de interferência

Além da atuação organizada, a PF investiga possíveis vantagens indevidas concedidas a pessoas próximas ao delegado. Entre os casos mencionados, está o de um familiar que teria sido beneficiado em pelo menos dois concursos.

Outro aspecto sob apuração é a suspeita de vazamento de informações sigilosas. Há indícios de que dados sobre operações policiais teriam sido antecipados a integrantes do grupo, o que poderia ter comprometido ações investigativas.

Segundo a Polícia Federal, o esquema teria alcance além das fronteiras de Alagoas, com atuação em diferentes estados e envolvimento em concursos de grande porte, inclusive de instituições públicas nacionais.

Para os investigadores, o conjunto de provas aponta para uma organização estruturada, com atuação contínua e mecanismos de ocultação de recursos, como lavagem de dinheiro, utilizados para disfarçar os pagamentos feitos por candidatos beneficiados.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 13:34:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Cabo da PMPE apontado como membro de facção ligada a homicídios e tráfico é preso na Bahia]]></title>
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				<description><![CDATA[A FICCO/PE prendeu, na quinta-feira, 12 de março, um cabo da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) no município de Jequié, na Bahia. A prisão ocorreu em cumprimento a dois mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça de Pernambuco no âmbito de investigações que apuram a atuação do policial em organização criminosa armada envolvida em crimes como tráfico de drogas e homicídios.

O investigado estava foragido desde o dia 14 de abril de 2025, quando foi deflagrada a Operação Égide. Após trabalho integrado de inteligência e cooperação policial, equipes conseguiram localizar o alvo na cidade baiana e efetivar a prisão.

Contra o investigado havia dois mandados de prisão preventiva em aberto. O primeiro foi expedido pela 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife, no contexto da Operação Égide. O segundo foi expedido pela 2ª Vara Criminal da mesma comarca, no âmbito da Operação Sintonia Fina.

A prisão foi realizada pela FICCO/PE, com apoio operacional da Polícia Rodoviária Federal (PRF), do Grupo de Apoio Tático Itinerante (GATI) da 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior da Polícia Civil da Bahia (PCBA) e da FICCO/BA.

De acordo com as investigações, o policial militar é apontado como integrante de organização criminosa armada, estando também relacionado a crimes de tráfico de drogas e homicídios. O preso encontra-se em processo final de exclusão dos quadros da Polícia Militar de Pernambuco e permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

Pastor do tráfico é preso

No início desta semana, a Polícia Civil prendeu o pastor Aristóteles Ricardo de Souza, suspeito de tráfico de drogas na Vila São José, em Brazlândia (DF).

A prisão aconteceu durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, expedido pela 18ª Delegacia de Polícia, e revelou que o pastor vendia drogas na própria rua e fornecia entorpecentes a pequenos traficantes da região de Brazlândia e da Praça do Bicalho, em Taguatinga.

O religioso pregava em uma igreja localizada a poucos metros de sua residência, o que chamou atenção pelo contraste entre sua função religiosa e as atividades criminosas investigadas.

Além da atuação criminosa, Aristóteles Ricardo de Souza teve uma empresa registrada entre 2015 e 2021, voltada ao comércio varejista de hortifrutigranjeiros na Vila São José, com capital social de R$ 1,5 mil. A empresa foi encerrada após omissões nas declarações fiscais.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 13:17:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Vereadores do PT são presos em operação contra financiamento de campanhas eleitorais por facção]]></title>
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				<description><![CDATA[A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Ceará (FICCO/CE) deflagrou, nesta quinta-feira, 12 de março, a Operação Traditori, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa com atuação no Vale do Jaguaribe, envolvida em lavagem de dinheiro, em tráfico de drogas, em financiamento ilícito de campanhas e em outros crimes eleitorais.

A investigação, iniciada após o compartilhamento legal de dados fornecidos pela Delegacia de Polícia Civil de Morada Nova e pela DPI Sul, revelou a existência de um esquema criminoso vinculado a uma facção responsável pela movimentação e pela ocultação de recursos de origem ilícita, posteriormente utilizados para financiar campanhas eleitorais nas eleições municipais de 2024, evidenciando a infiltração do crime organizado na esfera pública.

Por determinação da 93ª Zona Eleitoral de Fortaleza/CE, foram cumpridos 16 mandados de prisão preventiva, dentre os quais cinco são destinados a vereadores, sendo três deles do PT, além de 30 mandados de busca e apreensão, executados na Câmara Municipal, em endereços residenciais e empresariais dos investigados.

Os vereadores presos foram:


	Hilmar Sérgio Pinto da Cunha (PT) - presidente da Câmara de Morada Nova;
	Lucia Gleidevania Rabelo - Gleide Rabelo (PT) - secretária da mesa diretora da Câmara;
	Claudio Roberto Chaves da Silva - Cláudio Maroca (PT);
	José Regis Nascimento Rumão (PP) e
	José Gomes da Silva Júnior - Júnior do Dedé (PSB).


As medidas judiciais também contemplam o afastamento cautelar de agentes públicos de suas funções, bem como o sequestro e o bloqueio de bens e de valores, com o objetivo de interromper o fluxo financeiro da organização criminosa e de assegurar a efetividade da persecução penal.

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Ceará – FICCO/CE – é composta pela Polícia Federal (PF), Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS-CE),  Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), Polícia Militar do Ceará (PMCE), Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização do Estado do Ceará (SAP) e Perícia Forense do Estado do Ceará (PEFOCE).

Polícia Federal
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 19:10:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Prefeitura de Orobó é alvo de operação da PF e CGU por suposto desvio de verbas]]></title>
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				<description><![CDATA[A Controladoria-Geral da União (CGU) e a Polícia Federal (PF) realizam, nesta quinta-feira, 12 de março, a Operação Díade, que apura indícios de irregularidades em contratações da Prefeitura de Orobó, em Pernambuco.

Os desvios teriam ocorrido em contratos para execução de obras e serviços de engenharia e para o fornecimento de materiais de construção, no período de 2019 a 2025.

A investigação indica suspeitas de superfaturamento nas contratações, além de transferências de valores suspeitos a responsáveis por licitações do município.

Os valores pagos para duas empresas investigadas chegam a aproximadamente R$ 18,4 milhões. Do total, R$ 6,7 milhões foram pagos com o orçamento da União.

As apurações apontam que podem ter ocorrido crimes de frustração ao caráter competitivo da licitação, corrupção passiva, peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

São cumpridos 20 mandados de busca e apreensão nos municípios de Aliança (PE), Buenos Aires (PE), Ilhabela (SP), Orobó (PE) e Umbuzeiro (PB). Participam da operação 68 policiais federais e cinco auditores da CGU.

Polícia Federal

Operação da PF em Petrolina

A Polícia Federal deflagrou no dia 25 de fevereiro, a Operação Vassalos para apurar suspeitas de fraudes em licitações, corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo recursos de emendas parlamentares.

A investigação aponta para a atuação de uma organização criminosa que teria movimentado bilhões de reais por meio de contratos públicos direcionados.

Os agentes cumpriram 42 mandados expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As ordens judiciais alcançam endereços em Pernambuco, Bahia, São Paulo, Goiás e no Distrito Federal. A Corte autorizou as medidas por envolver autoridades com foro privilegiado.

Segundo informações divulgadas pela TV Globo, o ex-senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) figura entre os alvos da operação. A apuração também atinge os filhos dele: o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho e o deputado federal Fernando Filho (União-PE). 

De acordo com informações publicadas pelo blog da jornalista Camila Bomfim, a investigação analisa contratos custeados com recursos de emendas parlamentares que teriam beneficiado a prefeitura de Petrolina, em Pernambuco. A Polícia Federal concentra esforços para entender como os recursos foram aplicados e se houve irregularidades nos processos de contratação.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 16:28:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF deflagra operação e prende policiais militares ligados a milícias e facções no Rio de Janeiro]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) deflagrou a 3ª fase da Operação Anomalia, nesta quarta-feira, 11 de março, visando desarticular um núcleo composto por policiais militares do estado do Rio de Janeiro, envolvidos com facções e milícias. Desde as primeiras horas da manhã, os policiais federais cumprem mandados de prisão dos investigados.

Os sete policiais militares alvos da operação foram presos e encaminhados à unidade prisional da corporação em Niterói. Segundo a Polícia Militar do Rio, eles serão submetidos a processos administrativos disciplinares.

Na ação de hoje, os agentes também cumprem sete mandados de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro, nos bairros Taquara, Freguesia, Campo Grande e Santa Cruz; e de Nova Iguaçu e Nilópolis, na Baixada Fluminense.

O Supremo Tribunal Federal (STF) também determinou o imediato afastamento das funções públicas de todos os investigados, bem como a quebra do sigilo de dados dos equipamentos eletrônicos apreendidos. O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar do Rio.

Investigação detalha atuação

As apurações dão conta que os policiais militares alvos da operação se utilizavam das prerrogativas da farda e da função pública para atuar em benefício do crime organizado. "A investigação evidenciou uma estrutura voltada não apenas à facilitação logística para o tráfico e milícias, mas também à blindagem de criminosos e à ocultação do proveito econômico ilícito”.

Segundo a PF, os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, além de lavagem de capitais. O material apreendido durante as buscas será submetido à análise, para a identificação de possíveis outros agentes envolvidos no esquema.

A operação é fruto das apurações conduzidas pela força-tarefa Missão Redentor II, que consolida as diretrizes do STF em cumprimento ao Acórdão da ADPF 635, que ficou conhecido como ADPF das Favelas - ação julgada pelo STF que discute a atuação das forças policiais em operações nas favelas do estado do Rio de Janeiro.

"A ação estabelece a atuação uniforme da PF na produção de inteligência para desmantelar facções ligadas ao tráfico de drogas e armas, promovendo a asfixia financeira de tais organizações e o corte sumário de suas conexões com agentes do Estado”, disse a nota da Polícia Federal.

Delegado preso

Nesta última terça-feira, 10 de março, os policiais federais prenderam três policiais civis do Rio de Janeiro, entre eles o delegado titular de uma delegacia da capital. 

O grupo é investigado por utilizar a estrutura do Estado para extorquir integrantes da maior facção criminosa do Rio de Janeiro, o Comando Vermelho, além de praticar corrupção e lavagem de dinheiro.

Agência Brasil 
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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 13:32:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Cantora gospel Fernanda Oliver tem processo da Operação Lesa-Pátria encerrado]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/religiao/fernanda-oliver-processo-operacao-lesa-patria-encerrado/616849/</link>
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				<description><![CDATA[A cantora gospel Fernanda Oliver teve o processo relacionado à Operação Lesa-Pátria encerrado após cumprir as medidas estabelecidas em acordo firmado com a Justiça. O desfecho foi divulgado nesta segunda-feira (9) e celebrado durante um culto religioso realizado em Goiânia.

Durante a cerimônia, líderes religiosos destacaram o fim do processo como uma vitória para a artista. A cantora havia se tornado uma das figuras conhecidas das manifestações realizadas em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília, após as eleições de 2022.

Detenção e medidas cautelares

A artista foi detida em agosto de 2023 no âmbito das investigações da operação conduzida por autoridades federais para apurar os atos antidemocráticos ocorridos após o processo eleitoral.

Após a prisão, Fernanda Oliver permaneceu por meses sob medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica e restrições de comunicação.

As investigações fazem parte da Operação Lesa-Pátria, conduzida pela Polícia Federal para identificar participantes e financiadores de atos considerados ilegais relacionados aos protestos daquele período.

Acordo com a Procuradoria-Geral da República

Em setembro de 2024, a cantora firmou um acordo de não persecução penal com a Procuradoria-Geral da República, posteriormente homologado pelo Supremo Tribunal Federal.

Pelo acordo, a artista reconheceu a prática de crimes como incitação e associação criminosa e se comprometeu a cumprir uma série de obrigações judiciais.

Entre as medidas estabelecidas estavam:


	Pagamento de multa de R$ 5 mil
	Realização de 150 horas de serviços comunitários
	Cumprimento de restrições nas redes sociais durante o período determinado pela Justiça


Repercussão entre apoiadores

Durante o culto em que o desfecho foi anunciado, apoiadores comemoraram o encerramento das obrigações judiciais da cantora. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o pastor responsável pela cerimônia afirmou que o resultado representaria uma “libertação”.

O discurso gerou celebração entre fiéis presentes, que interpretaram o fim do processo como um momento de superação após o período de investigações e medidas cautelares.

Com o cumprimento integral das condições estabelecidas no acordo judicial, Fernanda Oliver encerra oficialmente seu vínculo com o processo relacionado à Operação Lesa-Pátria na esfera penal.

Fonte: FuxicoGospel
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				<category>Religião</category>
				<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 15:45:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Vorcaro pagou degustação de whisky em Londres com ministros do STF e diretor da PF]]></title>
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				<description><![CDATA[O empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master, pagou uma degustação de whisky escocês em Londres, durante o I Fórum Jurídico Brasil de Ideias, realizado entre 23 e 27 de abril de 2024. Entre os convidados do evento, que contou com palestrantes e plateia formada por autoridades, estavam os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet.

O custo da degustação de Macallan no George Club foi de US$ 640.831,88, equivalente a aproximadamente R$ 3,3 milhões na cotação do dólar à época. O whisky escocês utilizado na degustação é considerado prestigiado, com versões vendidas entre R$ 800 e R$ 5 mil por garrafa na internet.

Participantes e organização do fórum

O fórum jurídico teve participação de diversos nomes de destaque, incluindo:


	Ex-presidente Michel Temer
	Ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ), como Luis Felipe Salomão e Antonio Saldanha Palheiro
	Ministro do STF Gilmar Mendes
	Então presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP)
	Ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski


Além disso, Vorcaro consultou o ministro Alexandre de Moraes ao definir a lista de convidados para a plateia do evento. Entre as determinações, o empresário Joesley Batista, da J&F, foi bloqueado do fórum, conforme troca de mensagens encontrada pela Polícia Federal no celular de Vorcaro.

Durante a sessão secreta do STF em 12 de fevereiro, que tratou do afastamento de Toffoli da relatoria do caso Master, o ministro Moraes mencionou a degustação, confirmando sua participação junto com Andrei Rodrigues.

“Nesse encontro [em Londres], vários estávamos lá. Eu estava lá. Andrei Rodrigues estava lá. Depois fomos todos juntos a um pub, tomamos Macallan”, afirmou Moraes.

Custos e registros

Os e-mails recuperados do celular de Vorcaro pela Polícia Federal detalham os custos do fórum, incluindo o pagamento do serviço de degustação. Apesar do alto valor, os documentos não indicam quais autoridades participaram da degustação específica, apenas confirmam a realização do serviço e a organização do evento.

O episódio levanta questões sobre a interação entre empresários e autoridades públicas em eventos internacionais, com repercussões no acompanhamento de gastos e regulação de encontros privados de interesse público.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 14:07:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Detentas relatam insegurança após aumento de internos trans em presídio feminino]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/cotidiano/detentas-relatam-inseguranca-internos-trans/616816/</link>
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				<description><![CDATA[Detentas da Penitenciária Feminina do Distrito Federal relataram preocupações sobre a presença de internos do sexo masculino que se autodeclaram mulheres para obter transferência para unidades femininas.

Segundo dados da Secretaria de Administração Penitenciária, o número de internas trans cresceu de 19 para 86 em menos de dois anos, um aumento de 353%. Grande parte dessas autodeclarações ocorreu no início de processos judiciais, permitindo que condenados por crimes graves, incluindo homicídios e estupros, mudem de presídios de segurança máxima para a unidade feminina.

Relatos apontam assédio e insegurança

Em cartas enviadas pelas detentas, a rotina na unidade é descrita como problemática, com perda de privacidade, insinuações de cunho sexual e intimidação nos pátios e banheiros. Algumas servidoras relataram medo constante e necessidade de apoio masculino para contenções físicas, o que contraria a regra de pessoal exclusivamente feminino.

“Uma interna trans estava me olhando com a mão dentro da calça, massageando seu órgão sexual… Elas fazem ‘estoques’ [de armas artesanais] para nos intimidar. Antes de elas chegarem, eu nunca tinha tocado a sirene. Hoje, é quase todo dia”, relatou uma policial penal ao Metrópoles.

Um questionário com servidoras apontou que 100% consideram a diferença de força física um risco para a segurança da unidade.

Transferências e regulamentação

A Vara de Execuções Penais afirma que as transferências seguem normas do Conselho Nacional de Justiça, que permite a escolha do local de prisão com base na identidade de gênero. O órgão reconhece que podem ocorrer abusos e mantém fluxo de verificação técnica para analisar cada caso.

O Ministério Público reforça que denúncias devem apresentar indícios mínimos para abrir investigação. Apesar disso, internas afirmam que a situação tornou-se insustentável e pedem intervenção das autoridades.

Contexto histórico e social

As detentas destacam que, para o sistema prisional, basta sentir-se mulher para solicitar transferência, independentemente de aparência física. A discussão sobre identidade de gênero remonta a teorias do psicólogo John Money, que na década de 1950 defendia que gênero seria uma construção social, não biológica, conceito que influenciou debates contemporâneos sobre políticas carcerárias.

Leia a carta completa

A carta foi obtida pelo Metrópoles.

“Senhoras, vimos por meio deste ofício, fazer algumas reinvindicações sobre as transexuais que encontram-se na Ala "A" do Bloco 06 (PFDF). Desde a chegada dessas mesmas, nós internas do regime provisório, estamos em desvantagem sobre vários quisitos.

Entendemos que para ser uma Transexual, não necessariamente precisa-se ter uma aparência feminina, e sim sentir-se mulher de alguma forma. E é a partir desse conceito, que muitos homens, se declaram com essa orientação sexual, e muitos com o intuito de ter uma vida melhor aqui na penitenciária e também de se relacionarem com suas companheiras, que de fato são transexuais.

Desde então, nós custodiadas do regime provisório, de certa forma perdemos nossa privacidade, um exemplo disso é que fomos proibidas de usar o sanitário, tomar banho, porque eles ficam olhando para dentro das nossas celas e fazem até gestos obscenos. Outro exemplo é que eles burlam as regras do presídio, e no banho de sol fazem sexo oral explícito para todo mundo ver, se beijam, fazem sexo anal dentro dos banheiros. Com isso foi estabelecida a regra delas usarem apenas um banheiro do pátio, mas se a polícia "piscar o olho", elas voltam a fazer novamente.

Em relação a polícia é o que mais nos incomoda, pois eles não respeitam os procedimentos estabelecidos, xingam, destroem o patrimônio público, chutam portas e grades e por conta disso, a cadeia paralisa em função deles, pois a polícia tem que colocar nossa ala em procedimento, tem que haver o acionamento da sirene ("cachorra") e muitas vezes prejudica nosso banho de sol ou até mesmo dos outros blocos, pois infelizmente tem que ter reforço porque eles não respeitam ninguém.

Nisso tudo, alguns levam ocorrência, vão para o isolamento e acabam com a nossa tranquilidade pois passam a madrugada inteira chutando porta, fazendo escândalo a troco de nada. Passamos várias noites acordadas por conta desses episódios.

Se não bastasse tudo isso, alguns estão se auto mutilando para conseguir atendimento do Núcleo de Saúde, alegam problemas psicológicos para receberem medicação para dormir. Fora que quando se cortam, a cadeia fica toda suja de sangue e sobra para as internas limparem (as mulheres). Quando recebem o barbeador para fazerem a higiene íntima, retiram as lâminas e ficam ameaçando uma às outras, coisa que nunca aconteceu conosco. Não aguentamos mais tanto barulho, desde que eles chegaram aqui, nossa vida se tornou um verdadeiro inferno.

Nos sentimos ameaçadas e constrangidas, porque infelizmente algumas classificadas tem que ter contato com eles e muitas vezes eles ficam nos falando coisas importunas como: "você é linda!", "você parece minha ex-namorada", etc. Em uma certa época, as asseguradas estavam dividindo a ala com eles, e aconteceu o episódio deles chegarem a mandar sêmen para que elas pudessem engravidar. Houve episódio de briga no pátio também, entre um casal, por motivo de ciúmes, em que uma delas jogou café quente em seu companheiro.

Muitas acham ruim, quando nós mulheres a chamamos por: "moça, menina, mulher". Eles trocaram seus respectivos nomes masculinos e não querem ser tratadas como mulheres.

Em relação às visitas; Eles tem suas visitas no primeiro horário do dia, e nós provisórias no segundo horário, quando chega nossa vez eles não respeitam, ficam se comunicando de uma cela pra outra, cantando, etc. Um desrespeito só.

E por último, porém não menos importante, gostaríamos de enfatizar a visita do Ministério Público, na data do dia 02/07/2021, data que foi após a visita do bloco, data na qual muitas internas de regime provisório estavam no "corró" e quando viram que era o MP, pediram uma atenção, na qual foi negada e assim seguiram para a ala das Transsexuais, dando atenção aos seus pedidos de reinvidicações.

Senhoras, nós pedimos encarecidamente para que nos ajudem com esses problemas em questão, nós também queremos ser ouvidas, nós também queremos nossos direitos e acima de tudo, a nossa tranquilidade. Viver nessa situação de custódia já não é fácil e diante dessas atribulações mencionadas, fica pior ainda. Já não sabemos por onde recorrer, já falamos com nossas famílias, advogados, com as agentes do sistema penitenciário e agora estamos pedindo ajuda às autoridades, para que uma medida possa ser sancionada, pois infelizmente essa situação está insuportável.

Queremos respeito tanto conosco, como com a Polícia Penal. Tudo isso escrito, é só 1/3 do que está acontecendo!

Desde já, agradecemos a atenção!

INTERNAS DO REGIME PROVISÓRIO
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				<category>Cotidiano</category>
				<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 11:21:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Viviane Moraes recebeu R$ 80 milhões em contrato com Banco Master, detalha documento]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/viviane-moraes-recebe-80-milhoes-master/616813/</link>
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				<description><![CDATA[O contrato da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, com o Banco Master, presidido por Daniel Vorcaro, chegou ao valor total de R$ 80.223.654,94, segundo dados extraídos do celular do banqueiro pela Polícia Federal.

O acordo, firmado em fevereiro de 2024 com validade de três anos, previa honorários mensais de R$ 3,6 milhões, e foi interrompido em novembro de 2025, após a liquidação do banco e a prisão de Vorcaro, no âmbito da Operação Compliance Zero.

Serviços prestados e estrutura do escritório

Segundo nota divulgada pelo escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados, a equipe realizou 81 reuniões presenciais e 13 virtuais, totalizando 267 horas de atendimento. Além da advogada, outros 15 profissionais participaram do trabalho, elaborando 36 pareceres jurídicos e opiniões legais para atender às demandas do banco.

O escritório destacou que os serviços prestados não têm relação com processos do STF, reforçando que não houve conflito de interesse com o ministro Alexandre de Moraes.

Comparativo de mercado

O valor recebido pelo escritório quase 80 vezes maior que o pago normalmente por serviços similares, que gira em torno de R$ 3 mil por hora gerou atenção do mercado jurídico. Especialistas afirmam que contratos de grande porte, envolvendo consultoria estratégica para bancos, podem alcançar cifras elevadas, mas a quantia do Banco Master é considerada fora do padrão usual do setor.

O contrato evidencia, segundo especialistas, a complexidade do serviço, que envolvia análises detalhadas, reuniões intensas e múltiplos pareceres, justificando parcialmente o valor final.

Encerramento do contrato e investigação

O encerramento do acordo ocorreu com a liquidação do banco e a prisão do proprietário, um desdobramento da Operação Compliance Zero, que investiga irregularidades financeiras e administrativas na instituição.

O caso segue sob investigação da Polícia Federal, e o contrato encontrado no celular de Vorcaro fornece detalhes das cláusulas e pagamentos realizados, permitindo à PF rastrear a origem e destino dos recursos.

Confira a nota divulgada na íntegra:

O escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados esclarece que foi contratado, no período entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, pelo cliente Banco Master, para o qual realizou ampla consultoria e atuação jurídica, por meio de uma equipe composta por 15 (quinze) advogados. Para a realização dos serviços, também contratou outros três escritórios especializados em consultoria, que ficaram sob sua coordenação.

As duas equipes jurídicas responsáveis pela consultoria e atuação jurídicas, entre o início do contrato, em 2024, e a liquidação extrajudicial do banco, em novembro de 2025, com o consequente encerramento contratual, realizaram:

94 (noventa e quatro) reuniões de trabalho, sendo:
I.1) 79 (setenta e nove) reuniões presenciais na sede do Banco Master, todas com duração aproximada de 3 (três) horas, entre o banco, por meio de suas superintendências de Compliance e Corporativa e gerência de Compliance, e a equipe jurídica do escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados, para análise de documentos, discussão dos problemas jurídicos e desenvolvimento do objeto do contrato;

I.2) 13 (treze) reuniões com a presidência da instituição e a equipe jurídica, sendo 2 (duas) presenciais na sede do escritório e 11 por videoconferência, com duração aproximada de 2 (duas) horas;

I.3) 2 (duas) reuniões por videoconferência entre o jurídico do Banco Master e a equipe jurídica do escritório Barci de Moraes, com duração aproximada de 2 (duas) horas.


	A atuação de uma das equipes jurídicas, juntamente com os consultores contratados, englobou a elaboração de Opiniões Legais nos casos solicitados pelo Departamento de Compliance; Revisão da Política de Captação para o Regime Próprio da Previdência Social – RPPS; Revisão do Programa de Compliance & PLDFT para a obtenção do Selo Pro-Ética, implicando em: Revisão da Estrutura do Departamento de Compliance; Revisão do Código de Ética e Conduta; Elaboração das Políticas necessárias – Política de relacionamento com Poder Público; Política de licitações e contratos; Política de contato com concorrentes; Política de conflito de interesses; Política de Partes Relacionadas, entre outras; Revisão das demais políticas e procedimentos da área de Compliance para adequação ao exigido pela Corregedoria Geral da União – CGU.
	Foram produzidos 36 (trinta e seis) pareceres e opiniões legais acerca de uma ampla gama de temas, como aspectos previdenciários, contratuais, negociais, trabalhistas, regulatórios, de compliance, proteção de dados e crédito, entre outros.
	Elaboração e apresentação de processos para certificação de ética e governança, com mapeamento das atividades, levantamento de documentação-base, análise das oportunidades, elaboração e revisão e treinamentos do público-alvo sobre as novas políticas, a partir da revisão do Código de Ética e Conduta, políticas de integridade, estruturação do departamento de compliance e apoio à alta administração.
	Elaboração e revisão do Manual de Gestão e Captação de Recursos do RPPS, Política de Relacionamento com o Poder Público, Política de treinamento, capacitação e certificação continuada, Política de PLDFT, Política de Risco Operacional, Política de Sucessão de Administradores, Política de Transação com Partes Relacionadas, Política de Canais de Denúncia e Investigações, Política de Gestão de BNDU, Política de fusões e aquisições, Política de Gestão de Consequências, Política de investimentos pessoais, Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática, Política de Suitability, Política de Comunicação, Política de Saúde e Segurança no Trabalho, Manual de Contratação de Parceiros, Manual de Procedimentos Conheça seu Parceiro – KYP, Manual de Procedimentos Conheça seu Prestador de Serviço Terceirizado.
	A equipe jurídica ajudou a implementar o Novo Código de Ética e Conduta do banco, com apresentação presencial às Superintendências, e realizou consultoria sobre temas do mercado financeiro, como questionário AMBIMA, revisão de formulários de Due diligence; a elaboração de modelos de relatório regulatório sobre remuneração; preenchimento de auto avaliação do Pacto Brasil (25 de setembro e 09 de outubro de 2025), entre outros.
	Outra equipe do escritório Barci de Moraes, juntamente com os consultores, atuou, principalmente, na área penal e administrativa, na análise consultiva e estratégica de inquéritos policiais, ações penais, inquérito civis, ações civis públicas e ações de interesse ou que pudessem produzir reflexos na atuação do Banco Master e de seus dirigentes, vários deles sigilosos, bem como na atuação contenciosa específica em ação penal, cujo ajuizamento ocorreu em 17/10/2024, e inquérito policial federal específico, cuja habilitação se deu em 8/4/2024.


O escritório esclarece ainda que nunca conduziu nenhuma causa para o Banco Master no âmbito do STF (Supremo Tribunal Federal).

O Barci de Moraes Sociedade de Advogados tem uma trajetória de quase duas décadas prestando serviços altamente qualificados para grandes clientes, unindo visão jurídica e abordagem estratégica.

Fonte: Pleno News
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 10:37:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[PF prende delegado e policiais civis que extorquiam membros do Comando Vermelho]]></title>
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				<description><![CDATA[Policiais federais prenderam na manhã desta terça-feira, 10 de março, três policiais civis do Rio de Janeiro, entre eles um delegado titular de uma delegacia da capital.

O grupo é investigado por utilizar a estrutura do Estado para extorquir integrantes da maior facção criminosa do estado, o Comando Vermelho, além de praticar corrupção e lavagem de dinheiro.

Também foram cumpridos três mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Essa foi mais uma fase da Operação Anomalia, com o objetivo de desarticular um núcleo criminoso composto por policiais civis fluminenses e operadores financeiros.

“Além das prisões e buscas, a Suprema Corte deferiu a execução de medidas cautelares focadas na descapitalização do grupo, incluindo o afastamento imediato das funções públicas dos policiais investigados, a suspensão do exercício de atividades empresariais das pessoas jurídicas utilizadas nas práticas criminosas e o bloqueio de valores em contas bancárias e de criptoativos ligados aos alvos”, diz a Polícia Federal.

Modus Operandi

As investigações identificaram um esquema criminoso liderado por um delegado e um policial civil.

“De forma reiterada, os servidores emitiam intimações com o propósito exclusivo de coagir e pressionar lideranças do tráfico no Rio de Janeiro, exigindo o pagamento de propinas significativas para omissão em atos de ofício”, informa a PF.

Foi apurado ainda que a negociação ilícita ocorria com cobranças incisivas e imposição de prazos. Para operacionalizar o recebimento das vantagens indevidas e manter um distanciamento físico das lideranças da facção criminosa, os policiais contavam com a atuação direta de dois intermediários.

A inteligência financeira da PF detectou que os policiais investigados apresentam movimentação patrimonial milionária e incompatível com seus vencimentos lícitos.

“Para promover a ocultação e dissimulação do capital sujo, a estrutura criminosa contava com uma rede de empresas de fachada registradas em nome de familiares, agora alvos de suspensão judicial”, acrescenta.

Os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa, extorsão, corrupção passiva e ativa, além de lavagem de capitais.

Agência Brasil
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 10:26:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Israel alertou governo Lula sobre suspeita de ligação entre PCC e financiamento do terrorismo]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/israel-alerta-governo-lula-pcc-financiamento-terrorismo/616805/</link>
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				<description><![CDATA[Um alerta enviado por autoridades de Israel ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou ao centro do debate após discussões internacionais sobre a classificação de facções brasileiras como organizações terroristas. O comunicado apontava suspeitas de que integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) poderiam estar envolvidos em movimentações financeiras ligadas ao financiamento de atividades extremistas no exterior.

O aviso foi encaminhado a autoridades brasileiras responsáveis pelo combate a crimes financeiros e segurança nacional. O objetivo era alertar sobre possíveis transações suspeitas realizadas por meio de plataformas digitais e operações com criptomoedas.

Embora o episódio tenha ocorrido semanas atrás, o tema voltou a ganhar atenção depois que aliados do presidente dos Estados Unidos Donald Trump passaram a defender a inclusão do PCC e do Comando Vermelho em listas internacionais de organizações terroristas.

Suspeita envolve movimentações financeiras internacionais

Segundo informações compartilhadas entre autoridades de segurança, as investigações apontam para movimentações financeiras de grande volume realizadas por meio de estruturas digitais. Entre os mecanismos citados estão bancos digitais, fintechs e carteiras de criptomoedas, ferramentas que podem facilitar transferências rápidas entre diferentes países.

Relatórios de inteligência indicam que essas operações podem ter movimentado centenas de milhões de reais ao longo de alguns anos, levantando suspeitas sobre a possível destinação de parte desses recursos para redes ilegais fora do Brasil.

Especialistas em segurança financeira afirmam que o uso de criptomoedas e plataformas digitais tem sido cada vez mais explorado por organizações criminosas, justamente por oferecer mecanismos que dificultam o rastreamento completo das transações.

Autoridades brasileiras acompanham o caso

O alerta internacional foi direcionado a órgãos responsáveis por investigar crimes financeiros e lavagem de dinheiro no país. Entre eles estão o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), a Polícia Federal e o Ministério Público.

Essas instituições já conduzem investigações relacionadas ao crime organizado e à movimentação de recursos suspeitos ligados a facções criminosas que atuam no Brasil e também em outros países.

O PCC é considerado uma das maiores organizações criminosas da América Latina, com atuação que ultrapassa fronteiras nacionais e envolve crimes como tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e contrabando.

Debate internacional pode ampliar pressão

A discussão nos Estados Unidos sobre classificar facções brasileiras como organizações terroristas pode aumentar a pressão por cooperação internacional no combate ao crime organizado.

Caso esse enquadramento avance, especialistas apontam que as autoridades poderiam aplicar sanções financeiras mais rígidas, bloqueio de ativos e monitoramento ampliado de transações internacionais ligadas às facções.

O alerta de Israel, nesse contexto, reforça preocupações já existentes entre agências de segurança sobre o potencial de expansão internacional de organizações criminosas brasileiras e o uso de novas tecnologias financeiras para movimentar recursos em escala global.
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 09:30:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Igreja Presbiteriana de Pinheiros pede orações pelo ministro André Mendonça]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/religiao/igreja-presbiteriana-pede-oracoes-andre-mendonca/616761/</link>
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				<description><![CDATA[A Igreja Presbiteriana de Pinheiros, em São Paulo, publicou um pedido de orações pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que também atua como pastor na instituição religiosa. A postagem no Instagram, realizada neste domingo (8/3), escreveu: “Estamos em oração pela vida do Reverendo André Mendonça. Ore conosco!”

O post rapidamente recebeu grande engajamento, somando mais de 136 mil curtidas, entre elas a da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. A manifestação gerou repercussão nas redes e despertou atenção sobre o trabalho do ministro no STF.

André Mendonça é responsável por relatar processos de grande repercussão, incluindo casos envolvendo o Banco Master e o INSS, tornando sua atuação judicial foco de debates públicos e políticos.

Avaliação de segurança

Diante do cenário, a Polícia Judicial do STF procurou o gabinete do ministro para avaliar a necessidade e a viabilidade de estender o esquema de proteção à família de André Mendonça. O objetivo é garantir a segurança do magistrado e de seus familiares diante da visibilidade e sensibilidade de seus processos.

O episódio evidencia a interseção entre vida pública, segurança e engajamento social nas redes, além de reforçar a atenção das autoridades à proteção de membros do Judiciário em casos de alto impacto.





 


 

 



 




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STF avalia ampliar segurança para a família do ministro André Mendonça

A Polícia Judicial do Supremo Tribunal Federal (STF) consultou o gabinete do ministro André Mendonça para avaliar a necessidade e a viabilidade de estender o esquema de proteção do magistrado para sua família, incluindo esposa e filhos.

Atualmente, o esquema de segurança é focado exclusivamente no ministro, como ocorre com os demais integrantes da Corte. A nova proposta prevê que agentes acompanhem todos os deslocamentos de seus familiares, garantindo proteção integral.

Proteção reforçada para o ministro

Mendonça já utiliza colete à prova de balas em situações específicas, como durante pregações na Igreja Presbiteriana de Pinheiros, onde atua como pastor. A extensão do esquema de segurança visa oferecer maior blindagem diante de sua atuação em processos de grande repercussão no STF.
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				<category>Religião</category>
				<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 14:45:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Lula propõe comprar energia a carvão da J&F por R$ 12 bilhões até 2040]]></title>
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				<description><![CDATA[O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva colocou em consulta pública um contrato que prevê a compra de energia gerada a partir de carvão mineral da empresa Âmbar Energia, subsidiária do grupo J&F, dos irmãos Joesley Batista e Wesley Batista.

A proposta estabelece um acordo de 15 anos para aquisição da energia produzida pela usina termelétrica de Candiota, no Rio Grande do Sul. Pelos cálculos do Ministério de Minas e Energia, o contrato pode representar pagamentos de cerca de R$ 859,7 milhões por ano até 2040, totalizando mais de R$ 12 bilhões em valores atualizados.

Preço acima da média do mercado

O documento apresentado pelo Ministério de Minas e Energia fixa o preço da energia em R$ 540,27 por megawatt-hora (MWh). Esse valor é cerca de 50,2% superior à média observada em leilões de energia produzida a partir de carvão importado, que gira em torno de R$ 359,50 por MWh.

Especialistas do setor elétrico apontam que o carvão importado costuma ter maior poder calorífico, o que reduz o custo de geração de energia. Por isso, a diferença de preço tem gerado questionamentos sobre a competitividade da proposta e possíveis reflexos na conta de luz dos consumidores.

Contratação foi definida por lei

A compra da energia tornou-se obrigatória após a aprovação de um dispositivo inserido em uma medida provisória no Congresso Nacional no fim do ano passado. O trecho, considerado um “jabuti” por especialistas em legislação, determina que usinas termelétricas a carvão mineral que tinham contrato vigente em dezembro de 2022 deverão continuar sendo contratadas até 2040.

Embora a lei não cite diretamente empresas ou usinas, a regra acaba atendendo à unidade de Candiota, pertencente à Âmbar Energia.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, já defendeu a manutenção dessa fonte na matriz energética brasileira. Segundo ele, a geração térmica ainda é necessária para garantir segurança e estabilidade ao sistema elétrico nacional.

Críticas ambientais e debate sobre energia

A proposta reacendeu críticas de organizações ambientais, que alertam para os impactos do uso do carvão mineral no aquecimento global. Entre os combustíveis fósseis, o carvão é considerado o que mais emite gases de efeito estufa.

O tema também expõe divergências dentro do próprio governo. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, teria recomendado o veto ao trecho da lei que garantiu a contratação das usinas a carvão, posição que acabou não sendo adotada.

Segundo o ministério, o contrato segue as condições estabelecidas pela legislação aprovada pelo Congresso e a consulta pública tem como objetivo permitir que especialistas, empresas e entidades do setor apresentem sugestões antes da etapa final do processo.

Debate sobre impactos na conta de luz

Analistas do setor energético avaliam que a definição do preço e dos custos operacionais da usina será um ponto central na discussão. Isso porque contratos com valores acima da média podem, ao longo do tempo, impactar os custos repassados aos consumidores.

Enquanto o governo argumenta que a contratação ajuda a garantir segurança energética, críticos questionam se o acordo é vantajoso economicamente e compatível com as metas de transição para fontes de energia mais limpas no país.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 14:32:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PCC e CV na lista de terroristas: quais seriam as consequências para o Brasil]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/curiosidades/o-que-muda-pcc-comando-vermelho-organizacoes-terroristas/616753/</link>
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				<description><![CDATA[A possibilidade de que as facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) sejam classificadas como organizações terroristas pelos Estados Unidos tem gerado debates políticos, jurídicos e diplomáticos. A medida, discutida dentro do governo americano, pode trazer consequências diretas e indiretas para o Brasil, especialmente no combate ao crime organizado e nas relações internacionais.

Caso a classificação seja confirmada, os grupos passariam a integrar a lista de Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO, na sigla em inglês), um mecanismo usado pelo governo dos Estados Unidos para aplicar sanções e ampliar o combate a organizações consideradas ameaças à segurança internacional.

Sanções financeiras e maior controle internacional

Um dos principais impactos seria no campo financeiro. A designação como organização terrorista permite que autoridades norte-americanas bloqueiem ativos e transações ligadas às facções dentro do sistema financeiro dos Estados Unidos.

Além disso, cidadãos e empresas americanas ficam proibidos de fornecer qualquer tipo de apoio material aos grupos, o que inclui dinheiro, equipamentos, armas ou serviços. Instituições financeiras internacionais também tendem a reforçar mecanismos de controle para evitar vínculos com organizações classificadas como terroristas.

Especialistas apontam que isso pode dificultar operações de lavagem de dinheiro e reduzir a capacidade de financiamento das facções no exterior.

Cooperação internacional contra o crime organizado

Outro efeito possível é o aumento da cooperação entre países no combate ao crime organizado transnacional. A inclusão de um grupo na lista de organizações terroristas costuma ampliar o compartilhamento de informações de inteligência entre governos e agências de segurança.

Na prática, isso pode facilitar investigações internacionais, operações conjuntas e bloqueios de recursos ligados a redes criminosas que atuam além das fronteiras brasileiras.

Autoridades americanas têm argumentado que facções como o PCC ampliaram sua presença internacional nos últimos anos, especialmente em rotas de tráfico de drogas que conectam América do Sul, Europa e África.

Debate sobre legislação no Brasil

A discussão também tem reflexos no cenário político brasileiro. Parlamentares da oposição defendem a criação ou ampliação de instrumentos legais para endurecer o combate ao crime organizado, incluindo projetos inspirados em legislações antiterrorismo.

Por outro lado, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sustenta que organizações criminosas como o PCC e o Comando Vermelho não se enquadram na definição clássica de terrorismo, já que não possuem motivação política ou ideológica critérios normalmente associados a esse tipo de classificação.

Possíveis impactos diplomáticos

Além das consequências jurídicas e financeiras, a medida também pode gerar repercussões diplomáticas. Integrantes do governo brasileiro demonstram preocupação com a possibilidade de que a classificação seja usada como argumento para ampliar a atuação internacional dos Estados Unidos no combate ao narcotráfico na região.

Nos bastidores, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, já discutiu o tema com o secretário de Estado americano, Marco Rubio.

Enquanto o debate avança, especialistas avaliam que a eventual classificação das facções brasileiras como organizações terroristas pode intensificar o combate global ao crime organizado, mas também tende a abrir novas discussões sobre soberania, legislação e cooperação internacional em segurança pública.
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				<category>Curiosidades</category>
				<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 14:09:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Escândalo Master: Moraes nega troca de mensagens com Vorcaro no dia da prisão do banqueiro]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/moraes-nega-troca-mensagens-vorcaro-dia-da-prisao/616641/</link>
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				<description><![CDATA[A Secretaria de Comunicação do Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou nota a pedido do ministro Alexandre de Moraes na sexta-feira, 6 de março, para negar que as mensagens detectadas no celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, se refiram a conversas com o ministro.

Na nota, o ministro não nega, porém, que conversou com Vorcaro em 17 de novembro do ano passado, dia no qual o banqueiro foi preso pela primeira vez - na primeira fase da Operação Compliance Zero. Pessoas ouvidas pelo Estadão confirmam que houve troca de mensagens entre ambos neste dia.

Segundo a nota, uma análise técnica realizada nos dados telemáticos do banqueiro constatou que "as mensagens de visualização única enviadas por ele no dia 17 de novembro de 2025 (dia em que Vorcaro foi preso pela primeira vez) não conferem com os contatos do ministro Alexandre de Moraes nos arquivos apreendidos".

"No conteúdo extraído do celular do executivo pelos investigadores, os prints dessas mensagens enviadas por Vorcaro estão vinculadas a pastas de outras pessoas de sua lista de contatos e não constam como direcionadas ao ministro Alexandre de Moraes", diz o texto.

A nota também relata que o conteúdo foi tornado público pela CPI do INSS, que recebeu o material por ordem do ministro André Mendonça, relator do caso na Corte.

O texto diz ainda que a mensagem e o respectivo contato estão na mesma pasta do computador de Vorcaro, o autor dos prints. "Ou seja, fica demonstrado que as mensagens (prints) estão vinculadas a outros contatos telefônicos no computador de Daniel Vorcaro, jamais ao Ministro Alexandre de Moraes."

Ao fim da nota, o STF informa que não vai mencionar os nomes e contatos das pessoas vinculadas aos respectivos arquivos "em virtude do sigilo decretado pelo ministro André Mendonça". E garante que o conteúdo consta do arquivo que a CPI do INSS "disponibilizou para toda a imprensa" (veja a íntegra da nota abaixo).

O conteúdo das mensagens

Segundo informações da colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo, confirmadas pelo Estadão, Vorcaro e Moraes trocaram mensagens pelo WhatsApp durante todo o dia 17 de novembro de 2025, data em que o foi banqueiro preso pela Polícia Federal pela primeira vez.

Dados extraídos do celular do executivo revelam que ele prestava contas ao ministro sobre as negociações de venda do banco e sugerem diálogos a respeito do inquérito sigiloso que tramitava na Justiça Federal de Brasília.

A defesa do banqueiro apresentou um pedido ao STF para investigar o vazamento de informações do conteúdo do telefone celular dele, incluindo "conversas íntimas" e "supostos diálogos com autoridades e até com o ministro do STF Alexandre de Moraes" - que foi atendido pelo ministro André Mendonça, relator do caso na Corte.

Nesta sexta-feira, Mendonça determinou que a PF abra um inquérito para investigar a origem do vazamento de dados sigilosos de Vorcaro. As informações estavam sob a custódia da Polícia Federal e foram compartilhadas com a CPI do INSS.

O Estadão confirmou com fontes ligadas ao caso que Vorcaro efetivamente trocou mensagens com Moraes nesse dia por meio de fotos de visualização única. Na extração de dados do celular de Vorcaro, há sete imagens de rascunhos com mensagens sobre negociações do Master com o Banco Central. Em alguns desses arquivos, o horário de criação é próximo ao horário de envio das mensagens de Vorcaro a Moraes.

Nos textos, o banqueiro relata ter antecipado o negócio com o grupo Fictor para tentar salvá-lo e menciona que um possível vazamento de informações seria péssimo, mas poderia servir de gancho para entrar no circuito do processo. Vorcaro questionou o magistrado por duas vezes se havia alguma novidade e chegou a perguntar diretamente: "Conseguiu bloquear?".

A cronologia dos fatos indica que, enquanto falava com o ministro, o banqueiro monitorava o avanço das investigações. Segundo a PF, Vorcaro teria obtido informações sigilosas através de um acesso ilegal aos sistemas da própria corporação e tentado peticionar na 10.ª Vara Federal de Brasília apenas 18 minutos após a decretação de sua prisão, em uma tentativa de barrar medidas cautelares.

Na última comunicação registrada, às 20h48, Vorcaro respondeu a uma possível dúvida sobre os negócios e afirmou que a movimentação poderia inibir algo não detalhado. Antes de encerrar, avisou que estava indo assinar com investidores estrangeiros, momento em que Moraes teria reagido apenas com um emoji de polegar levantado.

O executivo acabou preso pela PF por volta das 22h, antes de decolar rumo a Malta, de onde seguiria para Dubai.

Veja a íntegra da nota de Moraes

"A Secretaria de Comunicação do Supremo Tribunal Federal, por solicitação do gabinete do ministro Alexandre de Moraes, informa:

Análise técnica realizada nos dados telemáticos de Daniel Vorcaro, tornados públicos pela CPMI do INSS, constatou que as mensagens de visualização única enviadas por ele no dia 17 de novembro de 2025 não conferem com os contatos do ministro Alexandre de Moraes nos arquivos apreendidos.

No conteúdo extraído do celular do executivo pelos investigadores, os prints dessas mensagens enviadas por Vorcaro estão vinculadas a pastas de outras pessoas de sua lista de contatos e não constam como direcionadas ao ministro Alexandre de Moraes.

A mensagem e o respectivo contato estão na mesma pasta do computador de quem fez os prints (Vorcaro). Ou seja, fica demonstrado que as mensagens (prints) estão vinculadas a outros contatos telefônicos no computador de Daniel Vorcaro, jamais ao Ministro Alexandre de Moraes.

Os nomes e contatos das pessoas vinculadas aos respectivos arquivos não serão mencionados na presente nota em virtude do sigilo decretado pelo Ministro André Mendonça, mas constam no arquivo que a CPMI do INSS disponibilizou para toda a imprensa".

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 11:03:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pagamentos de Lulinha a contador investigado por ligação com PCC aparecem em registros bancários]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lulinha-pagamentos-contador-investigado-pcc/616642/</link>
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				<description><![CDATA[Registros de movimentações financeiras apontam que Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha e filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, realizou transferências a um contador que havia sido investigado pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) por suspeitas de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Segundo documentos bancários citados em reportagens divulgadas na imprensa, quatro transferências no valor de R$ 1.800 cada teriam sido feitas ao contador João Muniz Leite ao longo de 2025. Parte dessas operações teria ocorrido após o profissional ser citado em investigação conduzida pelo MP paulista.

A apuração do Ministério Público ocorreu no âmbito da Operação Spare, que investigou um suposto esquema de fraudes envolvendo postos de combustíveis e possíveis vínculos com integrantes da facção criminosa.

Contador já havia sido citado em outras investigações

De acordo com as investigações, o contador foi mencionado como possível colaborador de operadores financeiros ligados ao esquema. Em apurações anteriores, ele também chegou a ser citado em procedimentos que investigavam lavagem de dinheiro relacionada ao traficante Anselmo Bacheli Santa Fausta, conhecido como Cara Preta, apontado por autoridades como liderança do PCC.

A relação profissional entre João Muniz Leite e a família do presidente é antiga. O contador já prestou serviços na elaboração de declarações de imposto de renda do presidente Lula em anos anteriores e também foi responsável pela contabilidade de empresas ligadas a Fábio Luís.

Durante investigações anteriores, o profissional chegou a prestar esclarecimentos às autoridades no contexto da Operação Lava Jato, em processos que analisaram negócios e movimentações financeiras relacionados a pessoas próximas ao então ex-presidente.

Defesa afirma que pagamentos se referem a serviços contábeis

A defesa de Fábio Luís confirmou a existência da relação profissional e afirmou que o contador presta serviços ao empresário há mais de duas décadas. Segundo o advogado Marco Aurélio Carvalho, eventuais transferências financeiras ocorreram dentro de uma relação contratual regular.

Já a defesa de João Muniz Leite também negou irregularidades. O advogado Jorge Delmato declarou que o contador possui escritório consolidado e atende diversos clientes, destacando que eventuais pagamentos seriam decorrentes da prestação legítima de serviços contábeis.

Caso continua sob acompanhamento de autoridades

Especialistas em direito penal e financeiro ressaltam que a simples existência de transferências bancárias não configura irregularidade por si só, sendo necessário analisar o contexto das transações e eventuais vínculos com investigações em andamento.

Até o momento, não há informação de acusação formal contra o empresário relacionada aos pagamentos mencionados. O caso, no entanto, segue sendo acompanhado por autoridades e continua repercutindo no debate político e jurídico.

Analistas observam que episódios envolvendo investigações financeiras e personagens próximos a figuras públicas tendem a gerar ampla repercussão, especialmente quando envolvem temas sensíveis como crime organizado e transparência nas relações profissionais.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 11:02:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Zema e partido Novo articulam pedido de impeachment de Alexandre de Moraes no Senado]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/zema-novo-pedido-impeachment-alexandre-de-moraes/616640/</link>
				<guid>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/zema-novo-pedido-impeachment-alexandre-de-moraes/616640/</guid>
				<description><![CDATA[O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e parlamentares do Partido Novo articulam a apresentação de um pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A iniciativa deve ser protocolada no Senado Federal nos próximos dias, segundo integrantes da legenda.

A movimentação ocorre após a divulgação de mensagens atribuídas ao empresário Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master. O conteúdo, que passou a circular no debate político e nas redes sociais, teria sido trocado com o ministro do STF no contexto de investigações envolvendo o banqueiro.

De acordo com aliados de Zema, o pedido deve alegar possível incompatibilidade de conduta com o cargo de ministro da Suprema Corte. O documento em elaboração busca argumentar que os fatos levantados precisam ser analisados pelo Senado, responsável constitucionalmente por julgar processos de impeachment contra integrantes do STF.

Mensagens atribuídas a empresário motivam iniciativa

A articulação ganhou força após relatos sobre a existência de conversas trocadas entre Moraes e Vorcaro no dia em que o empresário foi alvo de medidas judiciais. A interpretação apresentada por integrantes do Novo é de que o episódio levanta dúvidas que, na visão do partido, deveriam ser avaliadas institucionalmente.

O governador mineiro tem defendido publicamente maior transparência e investigação de episódios que envolvam autoridades de alto escalão. Em declarações recentes, Zema afirmou que a sociedade brasileira precisa de instituições fortes, mas também sujeitas a mecanismos de fiscalização e responsabilidade pública.

Segundo parlamentares da legenda, o pedido de impeachment não significa um julgamento prévio, mas sim a abertura de um processo formal de análise pelo Senado.

Senado é responsável por analisar pedidos contra ministros do STF

Pela Constituição brasileira, cabe ao Senado Federal receber e analisar pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal. Caso um pedido seja aceito pela presidência da Casa, pode ser instaurado um processo que inclui análise jurídica e eventual julgamento pelos senadores.

Especialistas em direito constitucional apontam que pedidos desse tipo são raros e enfrentam etapas rigorosas antes de qualquer decisão de mérito. Na prática, a maioria das solicitações apresentadas contra ministros do STF acaba arquivada ainda nas fases iniciais.

Mesmo assim, o movimento liderado por Zema e pelo Novo acrescenta um novo capítulo ao debate político envolvendo decisões da Suprema Corte e a relação entre os Poderes da República.

Caso Banco Master continua repercutindo no cenário político

O episódio também mantém o Banco Master no centro das discussões públicas. O caso tem gerado investigações, disputas judiciais e debates sobre governança financeira e regulação do sistema bancário.

Analistas avaliam que, independentemente do desfecho do pedido de impeachment, a iniciativa tende a intensificar a tensão política em torno da atuação do STF e a ampliar o debate sobre transparência institucional no país.

Nos próximos dias, a expectativa é que o conteúdo do pedido seja oficialmente apresentado ao Senado, abrindo espaço para novas manifestações de autoridades, juristas e representantes do sistema político brasileiro.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 10:46:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["Sicário" de Daniel Vorcaro, alvo da PF, morre após evolução de quadro clínico, confirma defesa]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/cotidiano/sicario-vorcaro-morre-confirma-defesa/616633/</link>
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				<description><![CDATA[O alvo da Polícia Federal (PF) no caso do Banco Master e cúmplice de Daniel Vorcaro, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o "Sicário", morreu na noite da sexta-feira, 6 de março, confirma a defesa.

Ele estava internado no Hospital João XXIII, localizado em Belo Horizonte, desde a quarta (4), quando atentou contra a própria vida enquanto estava custodiado pela polícia.

"Informamos que o quadro clínico de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão evoluiu a óbito, que foi legalmente declarado às 18h55, após encerramento do protocolo de morte encefálica iniciado hoje, 06.03.26, por volta das 10h15. O corpo será encaminhado ao Instituto Médico Legal, seguindo-se o protocolo legal", diz nota do advogado Robson Lucas da Silva.

 

Significado

Do latim "Sicarius", homem da adaga, o apelido "Sicário" não era apenas simbólico para Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, responsável pela obtenção de informações sigilosas, monitoramento de adversários e neutralização de situações consideradas sensíveis aos interesses de Vorcaro, dono do Banco Master.

Segundo o relatório, Vorcaro teria solicitado a "Sicário" que o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, fosse agredido e tivesse "todos os dentes quebrados" em um assalto forjado.

Nesta quarta, no momento da prisão de Vorcaro, o banqueiro afirmou que jamais teve intenção de intimidar ou ameaçar jornalistas e que as mensagens atribuídas a ele foram retiradas de contexto.

De acordo com a PF, o "Sicário" teria acessado indevidamente sistemas da própria Polícia Federal, do Ministério Público Federal e até de organismos internacionais, como o FBI e a Interpol, para monitorar adversários e desafetos do banqueiro.

Em outro bate-papo no WhatsApp, Mourão se oferece para mobilizar "A Turma", estrutura usada para coleta de informações, a fim de constranger um empregado que teria feito uma gravação indesejada de Vorcaro.

Defesa de Vorcaro

Os advogados de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, pediram ao Supremo Tribunal Federal (STF), na quinta-feira, 5 de março, que determine à Polícia Federal (PF) a apresentação de informações que embasaram o pedido de prisão preventiva executado ontem contra o banqueiro, na terceira fase da Operação Compliance Zero.

A defesa de Voracaro alegou não ter acesso prévio aos elementos que fundamentaram o pedido de prisão e pediu informações sobre aspectos extraídos da sentença do ministro André Mendonça, do STF, que determinou a prisão do banqueiro e de outros investigados por “possível prática dos crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, praticados por organização criminosa”.

Em nota, assinada pelo advogado Edson Gushiken, a defesa detalha que solicitou informações sobre as datas das mensagens atribuídas a Daniel Vorcaro, mencionadas no pedido de prisão. Os advogados também pediram que os investigadores forneçam elementos que comprovem a existência do suposto grupo de trocas de mensagens denominado “A Turma”, bem como se Vorcaro o integrava.

Os advogados também requereram mais detalhes sobre as datas das supostas invasões de sistemas de órgãos públicos e remoções de conteúdo em plataformas digitais; a identificação do documento, número de conta e evidências que sustentariam a afirmação de bloqueio de R$ 2,2 bilhões em suposta conta atribuída ao pai do empresário e os dos documentos que comprovariam supostos pagamentos que, segundo a PF, serviam para manter funcionando uma estrutura voltada à vigilância e intimidação de pessoas que contrariavam os interesses financeiros de Vorcaro.
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				<category>Cotidiano</category>
				<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 08:48:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Banco Master: defesa de Vorcaro pede provas objetivas ao STF de prisão do banqueiro]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/stf/defesa-vorcaro-pede-provas-stf-prisao-banqueiro/616518/</link>
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				<description><![CDATA[Os advogados de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, pediram ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quinta-feira, 5 de março, que determine à Polícia Federal (PF) a apresentação de informações que embasaram o pedido de prisão preventiva executado ontem contra o banqueiro, na terceira fase da Operação Compliance Zero.

A defesa de Voracaro alegou não ter acesso prévio aos elementos que fundamentaram o pedido de prisão e pediu informações sobre aspectos extraídos da sentença do ministro André Mendonça, do STF, que determinou a prisão do banqueiro e de outros investigados por “possível prática dos crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, praticados por organização criminosa”.

Em nota, assinada pelo advogado Edson Gushiken, a defesa detalha que solicitou informações sobre as datas das mensagens atribuídas a Daniel Vorcaro, mencionadas no pedido de prisão. Os advogados também pediram que os investigadores forneçam elementos que comprovem a existência do suposto grupo de trocas de mensagens denominado “A Turma”, bem como se Vorcaro o integrava.

Os advogados também requereram mais detalhes sobre as datas das supostas invasões de sistemas de órgãos públicos e remoções de conteúdo em plataformas digitais; a identificação do documento, número de conta e evidências que sustentariam a afirmação de bloqueio de R$ 2,2 bilhões em suposta conta atribuída ao pai do empresário e os dos documentos que comprovariam supostos pagamentos que, segundo a PF, serviam para manter funcionando uma estrutura voltada à vigilância e intimidação de pessoas que contrariavam os interesses financeiros de Vorcaro.

De acordo com a PF, o responsável por fazer os referidos pagamentos era Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro e espécie de contador informal do grupo, que também foi preso na quarta-feira (4). Segundo as investigações, um dos beneficiários dos pagamentos seria Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, identificado no celular de Vorcaro como Felipe Mourão e apelidado de Sicário.

Na sentença de Mendonça, Mourão é descrito como “responsável pela execução de atividades voltadas à obtenção de informações sigilosas, monitoramento de pessoas e neutralização de situações consideradas sensíveis aos interesses do grupo investigado”. Segundo as investigações, Sicário recebia pagamentos mensais de R$ 1 milhão.

Mourão foi levado para a carceragem da Superintendência da PF em Minas Gerais, em Belo Horizonte, onde, de acordo com a corporação, tentou o autoextermínio ao se enforcar com uma camisa que amarrou na grade. A PF informou que ele foi reanimado pelos policiais responsáveis pela custódia, recebendo, na sequência, atendimento médico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que o encaminhou para um hospital na capital mineira.

Com suspeita de morte cerebral, Mourão segue internado no Centro João 23, em monitoramento contínuo. Segundo as últimas informações fornecidas por seus advogados, seu estado de saúde é considerado grave.

O banqueiro Daniel Vorcaro já tinha sido preso anteriormente, em novembro de 2025, no Aeroporto de Guarulhos (SP), quando tentava deixar o país, durante a primeira fase da Operação Compliance Zero, então focada na investigação da emissão de títulos de crédito falsos por instituições financeiras que integram o Sistema Financeiro Nacional, incluindo o Banco Master.

Vorcaro foi solto onze dias depois por decisão do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, que determinou ao banqueiro e seus sócios, Augusto Ferreira Lima, Luiz Antônio Bull, Alberto Feliz de Oliveira e Ângelo Antônio Ribeiro da Silva o uso de tornozeleiras eletrônicas. Além disso, foram proibidos de exercer atividades no setor financeiro, de manter contato entre si ou com outros investigados e de sair do país.

Agência Brasil
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				<category>STF</category>
				<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 13:48:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF faz operação contra vazamento de dados e informações sensíveis de ministros do STF]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira, 5 de março, a Operação Dataleaks, para esclarecer a existência de uma base de dados não oficial abastecida com informações pessoais e sensíveis de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). 

Em nota, a PF disse que a organização criminosa é “especializada na obtenção, na adulteração, na comercialização e na disseminação ilícita de dados pessoais e sensíveis provenientes de bases governamentais e privadas”.

Ao todo, são cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão preventiva, nos estados de São Paulo, de Tocantins e de Alagoas. As ordens partiram do Supremo Tribunal Federal (STF), onde o ministro Alexandre de Moraes é relator de uma investigação sigilosa sobre o tema. 

São investigadas suspeitas da prática dos crimes de organização criminosa, invasão de dispositivo informático, furto qualificado mediante fraude, corrupção de dados e lavagem de dinheiro.

Agência Brasil

Prisão da PF

A Polícia Federal (PF) cumpre na quarta-feira, 4 de março, a prisão do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, na terceira fase da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de irregularidades na gestão do banco. É a primeira ação autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça depois que assumiu a relatoria do caso.

Vorcaro foi preso em sua residência em São Paulo, no início da manhã, e encaminhado à Superintendência da PF na capital paulista. Também há outros três mandados de prisão e quinze mandados de busca e apreensão, ainda em cumprimento.

A defesa do banqueiro foi procurada, mas ainda havia se manifestou até a publicação desta matéria.

Essa nova fase da operação apura a invasão de dispositivos informáticos praticada por uma organização criminosa ligada a Vorcaro e outros aliados dele. Também estão sob apuração os crimes de ameaça, corrupção e lavagem de dinheiro.

O ministro André Mendonça decretou o bloqueio de bens no montante de R$ 22 bilhões dos alvos.

Daniel Vorcaro havia ficado 11 dias preso em novembro, quando a primeira fase foi deflagrada por ordem da Justiça Federal de Brasília. Depois, sua defesa conseguiu levar a investigação para o Supremo Tribunal Federal. Sob relatoria de Dias Toffoli, o inquérito passou a ter atritos constantes com a Polícia Federal.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 10:26:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Caso Master: Morre "Sicário" ligado a Vorcaro; PF abre investigação interna]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/sicario-ligado-a-vorcaro-morre-pf-abre-investigacao-interna/616476/</link>
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				<description><![CDATA[Preso nesta quarta-feira, 4, pela Polícia Federal na terceira fase da Operação Compliance Zero, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o "Sicário" de Daniel Vorcaro, se suicidou enquanto estava sob custódia dos federais na Superintendência Regional do órgão em Minas Gerais. A informação foi divulgada pela própria corporação.

Ele chegou a receber atendimento e foi levado ao hospital, mas não resistiu.

"Ao tomarem conhecimento da situação, policiais federais que estavam no local prestaram socorro imediato, iniciando procedimentos de reanimação e acionando o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A equipe médica deu continuidade ao atendimento no local, e o custodiado será encaminhado a rede hospitalar para avaliação e para atendimento médico", disse a PF em nota mais cedo.

Duas pessoas com conhecimento do assunto disseram ao Estadão que Luiz Phillipi Machado de Moraes teria se enforcado usando a própria camiseta.

Significado

Do latim "Sicarius", homem da adaga, o apelido "Sicário" não era apenas simbólico para Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, responsável pela obtenção de informações sigilosas, monitoramento de adversários e neutralização de situações consideradas sensíveis aos interesses de Vorcaro, dono do Banco Master.

Segundo o relatório, Vorcaro teria solicitado a "Sicário" que o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, fosse agredido e tivesse "todos os dentes quebrados" em um assalto forjado.

Nesta quarta, no momento da prisão de Vorcaro, o banqueiro afirmou que jamais teve intenção de intimidar ou ameaçar jornalistas e que as mensagens atribuídas a ele foram retiradas de contexto.

De acordo com a PF, o "Sicário" teria acessado indevidamente sistemas da própria Polícia Federal, do Ministério Público Federal e até de organismos internacionais, como o FBI e a Interpol, para monitorar adversários e desafetos do banqueiro.

Para os investigadores, mensagens interceptadas indicam que Vorcaro acionava Luiz Phillipi para monitorar e intimidar funcionários que se opunham às suas ordens e vontades.

Em um dos diálogos, o banqueiro relata que estaria sendo ameaçado por uma funcionária e ordenou que Sicário "moesse essa vagabunda".

Em outro bate-papo no WhatsApp, Mourão se oferece para mobilizar "A Turma", estrutura usada para coleta de informações, a fim de constranger um empregado que teria feito uma gravação indesejada de Vorcaro.

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 20:39:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pastor Fabiano Zettel, ligado à Lagoinha, se entrega à PF em operação que apura fraudes bilionárias]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/pastor-fabiano-zettel-ligado-a-lagoinha-se-entrega-a-pf-em-operacao/616417/</link>
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				<description><![CDATA[O pastor e advogado Fabiano Zettel, ligado à Igreja Batista da Lagoinha, se entregou à Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (4), em São Paulo. Ele é um dos principais alvos da terceira fase da Operação Compliance Zero, que investiga um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras e lavagem de dinheiro no sistema financeiro nacional.

A prisão preventiva de Zettel foi decretada pela Justiça sob a acusação de integrar um grupo suspeito de movimentar quantias expressivas por meio de títulos de crédito considerados fraudulentos. Segundo a investigação, os recursos teriam sido utilizados para alimentar operações de lavagem de capitais e possíveis manipulações de mercado.

Bloqueio bilionário e outros investigados

Na mesma operação, também foi preso o banqueiro Daniel Vorcaro, apontado como proprietário do Banco Master e cunhado de Zettel. Por determinação do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, foram bloqueados cerca de R$ 22 bilhões em bens dos investigados, em uma das maiores medidas de sequestro patrimonial já realizadas no país.

A operação conta com apoio técnico do Banco Central, que auxilia na análise das movimentações financeiras consideradas suspeitas. As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e beneficiários do esquema.

Ligação com a Lagoinha e atuação empresarial

Fabiano Zettel possui trajetória conhecida no meio evangélico. Ele já integrou a Igreja Bola de Neve e, mais recentemente, mantinha vínculo ministerial com a Igreja Batista da Lagoinha. Além da atuação religiosa, ganhou notoriedade no setor empresarial como fundador da gestora Moriah Asset, com portfólio bilionário.

O pastor também teve projeção política nas eleições de 2022, quando apareceu entre doadores de campanhas de lideranças nacionais.

O que diz a defesa

Em nota, a defesa informou que Zettel se apresentou voluntariamente à Polícia Federal e que está à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos. Os advogados afirmaram ainda que não tiveram acesso integral aos autos da investigação até o momento.

A Polícia Federal não detalhou prazos para conclusão da fase atual da operação, mas confirmou que novas diligências estão em andamento.

 
]]></description>
				
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 12:00:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Vorcaro, preso pela PF, mantinha estrutura de intimidação, diz André Mendonça]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/vorcaro-preso-pf-estrutura-intimidacao-mendonca/616408/</link>
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				<description><![CDATA[O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, mantinha com comparsas uma estrutura voltada à vigilância e intimidação de pessoas vistas como contrárias aos interesses do grupo financeiro, apontou o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira, 4 de março. 

O banqueiro também mantinha interlocução próxima com dois servidores que ocupavam posições estratégicas no Banco Central (BC) e trabalhavam como “uma espécie de empregado/consultor” de Vorcaro, fornecendo informações privilegiadas. 

Os servidores são o ex-diretor de fiscalização do Banco Central Paulo Sérgio Neves de Souza e o ex-servidor Belline Santana. 

Vorcaro foi preso na manhã desta quarta por ordem de Mendonça, que atendeu a pedido feio pela Polícia Federal (PF). A prisão preventiva do banqueiro e de mais três pessoas envolvidas no caso foi a primeira decisão do ministro no caso, após ele ter assumido a relatoria em substituição a Dias Toffoli. 

As investigações indicam que o caso do Master pode representar a maior fraude financeira já praticada no país. O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) estima, por exemplo, que os ressarcimentos a clientes prejudicados devem ultrapassar os R$ 50 bilhões. 

O processo foi parar no Supremo em novembro, após surgirem indícios de envolvimento de autoridades com foro privilegiado. Contudo, até o momento não figuram pessoas com foro no STF entre os investigados.

Estrutura criminosa

Além de Vorcaro, Mendonça determinou a prisão de Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro e espécie de contador informal do grupo, responsável por pagamentos e cobranças, segundo as investigações.

Era Zettel, por exemplo, que realizava os pagamentos para A Turma, um grupo estruturado e exclusivamente dedicado a monitorar e intimidar pessoas vistas como inimigas. 

Com base em relatórios da PF, Mendonça descreve A Turma como: “estrutura utilizada para realizar atividades de monitoramento e coleta de informações de interesse do grupo investigado, bem como pela prática de atos de coação e intimidação de pessoas”, dentre as quais concorrentes empresariais, ex-empregados e jornalistas.

Em mensagens trocadas com Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, identificado no celular de Vorcaro como Felipe Mourão e apelidado Sicário, o banqueiro diz ao comparsa, por exemplo, ter que “moer essa vagabunda”, referindo-se a uma empregada que o estaria ameaçando. 

Mourão teve a prisão decretada por Mendonça, que o descreveu como “responsável pela execução de atividades voltadas à obtenção de informações sigilosas, monitoramento de pessoas e neutralização de situações consideradas sensíveis aos interesses do grupo investigado”.

Segundo as investigações, o Sicário recebia pagamentos mensais de R$ 1 milhão. 

A Agência Brasil tenta contato com a defesa dos citados e está aberta a manifestações.

Agência Brasil
]]></description>
				
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 10:46:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Daniel Vorcaro é preso pela PF em operação sobre Banco Master]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/daniel-vorcaro-preso-pf-operacao-banco-master/616399/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) cumpre nesta quarta-feira, 4 de março, a prisão do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, na terceira fase da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de irregularidades na gestão do banco. É a primeira ação autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça depois que assumiu a relatoria do caso.

Vorcaro foi preso em sua residência em São Paulo, no início da manhã, e encaminhado à Superintendência da PF na capital paulista. Também há outros três mandados de prisão e quinze mandados de busca e apreensão, ainda em cumprimento.

A defesa do banqueiro foi procurada, mas ainda havia se manifestou até a publicação desta matéria.

Essa nova fase da operação apura a invasão de dispositivos informáticos praticada por uma organização criminosa ligada a Vorcaro e outros aliados dele. Também estão sob apuração os crimes de ameaça, corrupção e lavagem de dinheiro.

O ministro André Mendonça decretou o bloqueio de bens no montante de R$ 22 bilhões dos alvos.

Daniel Vorcaro havia ficado 11 dias preso em novembro, quando a primeira fase foi deflagrada por ordem da Justiça Federal de Brasília. Depois, sua defesa conseguiu levar a investigação para o Supremo Tribunal Federal. Sob relatoria de Dias Toffoli, o inquérito passou a ter atritos constantes com a Polícia Federal.

Toffoli deixou o caso no mês passado, depois que a PF entregou um relatório ao Supremo contendo menções ao nome dele e conversas do ministro com Daniel Vorcaro. O inquérito, então foi redistribuído ao ministro André Mendonça, que vinha estudando o caso e autorizou a deflagração dessa nova fase da operação.

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 08:23:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF pede R$ 200 milhões, 458 agentes e sistema antidrone para proteger candidatos à presidência]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/pf-seguranca-candidatos-presidenciais-2026/616280/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao Planalto e à equipe econômica um plano detalhado para proteger candidatos à presidência durante as eleições de 2026. Segundo o documento obtido pela reportagem, a corporação pretende mobilizar 458 agentes, adquirir veículos blindados, instalar sistemas antidrone e utilizar dispositivos de reconhecimento facial, com custo estimado em R$ 200 milhões.

O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, destacou que a ampliação da segurança reflete o “conturbado momento político e social” no país, com ameaças internas e externas, e um ambiente eleitoral altamente polarizado. O plano inclui proteção diferenciada para candidatos de maior exposição, com 48 agentes dedicados, enquanto outros 24 ficarão responsáveis por presidenciáveis de menor risco.

A corporação também observa que o plano poderá ser ajustado caso o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirme sua candidatura à reeleição, o que exigiria estrutura específica de proteção presidencial, antes atribuída ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Equipamentos e tecnologia em destaque

O plano detalha a compra de 256 veículos blindados ou descaracterizados, além de coletes balísticos, binóculos com câmera e dispositivos de reconhecimento facial. Para neutralizar drones e possíveis ameaças aéreas, a PF projeta gastar R$ 39,5 milhões na aquisição do sistema antidrone EnforceAir, capaz de localizar, rastrear e neutralizar aparelhos remotamente.

Outros R$ 50 milhões seriam destinados a diárias, passagens e suprimentos logísticos para a segurança de candidatos durante deslocamentos e eventos de campanha. A estratégia prevê ainda salas reservadas para autoridades em aeroportos e ações de inteligência com 60 agentes, além de 30 delegados atuando como chefes de equipe.

Cenário eleitoral e riscos

Segundo a PF, a segurança considera desde incidentes de baixo impacto, como tumultos ou protestos, até ameaças graves, incluindo agressões físicas e tentativas de assassinato. O plano prevê reações escalonadas, como isolamento de áreas, acionamento de equipes antibomba e resposta a ameaças cibernéticas.

Em 2022, cerca de 300 a 400 agentes participaram das operações de proteção, com custo de R$ 57 milhões. Para 2026, o aumento no número de agentes e recursos reflete maior complexidade do pleito e a participação direta da PF na proteção presidencial.
]]></description>
				
									<media:content url="https://cdn.portaldeprefeitura.com.br/img/c/300/300/dn_arquivo/2026/02/cami-2026-02-25t092633415.jpg" medium="image"/>
				
				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 17:15:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF investiga possível desvio de R$ 120 milhões do FNAS repassados em licitações à prefeitura]]></title>
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				<description><![CDATA[Uma operação deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira, 26 de fevereiro,investiga “possível desvio” de recursos federais do Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS) repassados à prefeitura de Lajeado (RS), utilizados em três licitações feitas durante as enchentes que atingiram o município em maio de 2024.

A Operação Lamaçal teve sua primeira fase deflagrada em novembro de 2025, quando investigou a contratação de empresa para a prestação de serviços terceirizados de psicólogo, assistente social, educador social, auxiliar administrativo e motorista.

Os contratos teriam movimentados, na época, cerca de R$ 120 milhões.

Na época, o então secretário estadual de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano Marcelo Caumo, ex-prefeito de Lajeado, se disse com sentimento de injustiça e pediu afastamento do cargo “para se dedicar a fazer os esclarecimentos sobre a denúncia.” 

A dispensa da licitação foi feita tendo, como justificativa, o estado de calamidade pública declarado pelo município em 2024. Lajeado foi uma das cidades mais atingidas pelas enchentes.

Hipótese corroborada pela PF


Segundo a PF, “a análise parcial do material apreendido corroborou a hipótese de direcionamento das licitações”, informaram os investigadores, ao anunciarem a segunda fase deflagrada hoje, focada em “empresas de um mesmo grupo econômico, contratadas para prestar serviços de assistência social”.

A investigação constatou indícios de que os valores pagos estavam acima dos preços praticados no mercado – suspeita que foi reforçada pelo fato de a proposta vencedora do certame não ter sido a mais vantajosa.

Prisões e afastamento de cargos


Por determinação do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, 20 mandados de busca e apreensão e 2 mandados de prisão temporária estão sendo cumpridos nos municípios de Muçum, Encantado, Garibaldi, Salvador do Sul, Fazenda Vilanova, Novo Hamburgo e Porto Alegre, além de Lajeado.

Foi também determinada a prisão de dois suspeitos e o afastamento cautelar de cargo público ocupado por dois outros investigados. Durante a operação, a PF apreendeu três veículos, aparelhos eletrônicos e documentos, além de bloquear ativos ligados a suspeitos.

Se condenados, os investigados responderão pelos crimes de desvio, ou aplicação indevidamente, de rendas ou de verba pública; de contratação direta ilegal, de fraude em licitação ou em contrato, de corrupção passiva, de corrupção ativa, de associação criminosa, de lavagem de dinheiro, entre outros.

Agência Brasil
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 14:20:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Fernando Bezerra Coelho é sócio oculto de concessionária usada para lavagem de dinheiro, diz PF]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) afirma que o ex-senador Fernando Bezerra Coelho e o filho dele, o deputado federal Fernando Coelho Filho (União-PE), atuavam como sócios ocultos de uma concessionária de veículos com unidades em Petrolina e Caruaru, em Pernambuco.

Segundo a investigação, a empresa teria sido utilizada para vultosas operações de dinheiro em espécie e para o recebimento de valores de terceiros.

A informação consta em trecho da decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a PF a deflagrar a Operação Vassalos. A ação tem como alvos Fernando Bezerra Coelho e seus filhos, Fernando Coelho Filho e o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho.

Ao tratar da concessionária Bari Automóveis, que comercializa veículos da marca Jeep, Flávio Dino registrou no despacho:

“Outras comunicações de operações suspeitas, as quais revelaram que a BARI tem por hábito realizar vultosas operações financeiras em espécie, muitas delas em valores fracionados, além de direcionar repasses a pessoas físicas destituídas de renda compatível, todos indicativos da tentativa de ocultar a origem e o destino do patrimônio”.

De acordo com os investigadores, a empresa teria sido uma das “recebedoras de valores pagos por terceiros com destino a Fernando Bezerra Coelho”. A PF identificou mensagens que indicariam que pai e filho frequentavam o estabelecimento, participavam diretamente da venda dos veículos e tinham acesso aos balancetes da concessionária.

Por meio de nota, a Bari Automóveis afirmou que Fernando Bezerra e os filhos “nunca foram sócios, formais ou ocultos” da Bari Automóveis.

Confira nota:

“A Bari Automóveis Ltda. vem se manifestar sobre os fatos que deram ensejo à denominada “Operação Vassalos”, e afirmar, de modo categórico, que não são verdadeiras as ilações que estão sendo divulgadas contra si, uma vez que:

1) O ex-senador Fernando Bezerra, bom como seus filhos, nunca foram sócios, formais ou ocultos, da Bari Automóveis Ltda., nem tampouco detêm qualquer poder ou ingerência sobre a referida empresa;
2) A Bari Automóveis Ltda., bem como seus sócios, não mantém qualquer relação comercial ou societária com as empresas mencionadas na referida operação;
3) Eventuais referências a vínculos pessoais pretéritos entre o ex-senador Fernando Bezerra e os atuais sócios da Bari Automóveis Ltda. já foram objeto de apuração no pelo STF (INQ4513), e definitivamente arquivados. Não há, portanto, qualquer elemento que permita inferir qualquer conduta ilícita da empresa e de seus sócios.

Atenciosamente,

Sebástian Borges de Albuquerque Mello
OAB/BA 14.471″
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 11:22:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Gás do Povo em Recife: saiba onde pegar seu botijão gratuito]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/cotidiano/gas-do-povo-em-recife/615733/</link>
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				<description><![CDATA[O início da distribuição do programa Gás do Povo tem movimentado bairros do Recife. Beneficiários que já receberam o vale-recarga digital buscam informações sobre onde retirar gratuitamente o botijão de 13kg nas revendas credenciadas.

A forma mais prática de localizar os pontos autorizados é por meio do aplicativo Meu Social – Gás do Povo. Ao acessar o sistema com CPF e senha, o beneficiário visualiza o vale disponível e as revendas participantes próximas ao endereço cadastrado no Cadastro Único (CadÚnico).

O aplicativo cruza os dados do domicílio com a base atualizada de estabelecimentos credenciados, exibindo apenas os locais ativos no momento da consulta.

Por que a lista de revendas pode variar

Não existe uma lista fixa de revendas publicada previamente. Isso ocorre porque:


	O credenciamento é digital e passa por validação no sistema oficial;
	Novos estabelecimentos podem ser incluídos;
	Revendas podem ser suspensas ou descredenciadas;
	A atualização acontece em tempo real no aplicativo.


Por isso, a recomendação é sempre consultar o app antes de sair de casa para evitar deslocamentos desnecessários.

Consulta presencial também é possível

Além do aplicativo, moradores da capital pernambucana podem verificar diretamente nas revendas de gás do bairro se o local participa do programa. Muitas lojas sinalizam a adesão com placas ou adesivos informativos.

Mesmo quando não há sinalização visível, o atendente pode confirmar rapidamente se o estabelecimento está habilitado para realizar a recarga pelo programa.

Atendimento por telefone

Outra alternativa é ligar para o número 121, canal de atendimento que orienta sobre programas sociais e informa se há revendedores credenciados próximos ao CEP informado.

A Caixa Econômica Federal, responsável pela operação do vale-recarga, também presta informações pelos seus canais oficiais. A instituição confirma os pontos de retirada conforme a localização do beneficiário, o que pode facilitar para quem enfrenta dificuldades com internet ou acesso ao aplicativo.

Como funciona a retirada

O vale-recarga é totalmente digital. No momento da retirada, o beneficiário apresenta o código disponível no celular para validação na maquininha da revenda. O processo costuma ser rápido e não exige intermediários.

Nos próximos dias, a expectativa é que novos revendedores sejam credenciados em Recife, ampliando a rede de atendimento. Como o cadastro é contínuo, a quantidade de pontos de retirada pode aumentar, especialmente em bairros com maior demanda.

A orientação principal é manter o CadÚnico atualizado e consultar os canais oficiais antes de se deslocar. Isso garante mais agilidade na retirada do botijão gratuito e evita contratempos.
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				<category>Cotidiano</category>
				<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 14:29:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Militares são condenados a 5 anos por desvio de picanha e contrafilé no Exército]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/militares-sao-condenados-por-desvio-de-picanha-e-contrafile-no/615594/</link>
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				<description><![CDATA[O Superior Tribunal Militar (STM) manteve a condenação de um aspirante da Infantaria e de um cabo do Exército por peculato-furto, após o desvio de 36 caixas de carnes nobres de uma unidade militar na Vila Militar, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Entre os produtos furtados estavam picanha, contrafilé e alcatra, totalizando um valor de R$ 22.328,82.

Como ocorreu o desvio

O caso aconteceu em 13 de janeiro de 2019, mas a decisão final do STM foi divulgada apenas nesta quinta-feira (19/02/2026). O aspirante, que na época atuava como Oficial de Dia e responsável pelo comando da guarnição durante a noite, aproveitou a função e o horário de menor circulação de militares para acessar o frigorífico sem levantar suspeitas.

Segundo a investigação do Ministério Público Militar (MPM), os militares transportaram a carga em veículos particulares, descarregando-a em um depósito na comunidade da Vila Kennedy. Um outro soldado também foi coagido a auxiliar no transporte, sob ameaça de sofrer baixa do Exército. O comportamento caracterizou o crime de peculato-furto, definido como o desvio de bens públicos por funcionários ou agentes militares.

Penas e decisões judiciais

A primeira instância da Justiça Militar da União havia condenado o aspirante da Infantaria a cinco anos e quatro meses de reclusão em regime semiaberto. Já o cabo foi sentenciado a três anos de reclusão em regime aberto. As defesas recorreram, alegando insuficiência de provas e pedindo revisão da dosimetria, mas o STM rejeitou os recursos, confirmando integralmente as penas aplicadas.


“Os elementos apresentados demonstram, de forma consistente, a prática do desvio e o abuso de cargo, justificando a manutenção das condenações”, afirmou o tribunal em comunicado oficial.


Impactos e lições do caso

O caso evidencia a necessidade de fiscalização rigorosa sobre o uso de recursos e produtos em unidades militares, reforçando que crimes contra o patrimônio público, mesmo de pequeno valor, não ficam impunes. Especialistas em segurança pública lembram que o desvio de bens essenciais, como alimentos, compromete a logística das organizações militares e prejudica a disciplina institucional.

A ação do STM também serve como alerta para outras unidades, ressaltando que controles internos e auditorias regulares são essenciais para prevenir desvios e fraudes. O processo foi acompanhado de perto pelo MPM e pelo Conselho Permanente da 3ª Auditoria da 1ª Circunscrição Judiciária Militar, garantindo que a investigação fosse conduzida com rigor técnico e legal.
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 15:29:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Careca do INSS prepara proposta de delação premiada e expor negócios com Lulinha, diz site]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/careca-do-inss-prepara-proposta-de-delacao-premiada-lulinha/615241/</link>
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				<description><![CDATA[O operador do esquema de desvio de recursos de aposentados e pensionistas do INSS, Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, prepara uma proposta de delação premiada.

Preso desde 12 de setembro do ano passado, ele busca negociar um acordo com as autoridades. As informações são do site Metrópoles.

De acordo com apuração da coluna da jornalista Andreza Matais, a disposição de Antunes em colaborar com as investigações aumentou após familiares passarem a ser alvos dos investigadores, especialmente depois da prisão de seu filho, Romeu Carvalho Antunes. Ele foi detido em dezembro do ano passado, acusado de atuar como braço direito do pai no esquema.

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS também mira Tânia Carvalho dos Santos, esposa de Antunes. No ano passado, parlamentares aprovaram um requerimento para ouvi-la, mas a oitiva ainda não foi marcada, o que teria irritado o operador do esquema.

Nas últimas semanas, segundo a coluna, o Careca do INSS se reuniu com advogados para formalizar uma proposta de delação.

Ele estaria disposto a relatar supostos negócios envolvendo Fábio Luiz Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Interlocutores afirmam que as operações envolveriam lobby nas áreas de educação e saúde, além do próprio esquema relacionado ao INSS.

O relator das investigações no Supremo Tribunal Federal é o ministro André Mendonça, o mesmo que ficará responsável pela relatoria do caso do Banco Master após a saída do ministro Dias Toffoli.

Apesar das movimentações, negociadores avaliam que não há garantia de aceitação da proposta de delação. O Ministério Público, por exemplo, já recusou acordos semelhantes, como o de Beto Louco, investigado em um esquema de corrupção envolvendo adulteração de combustíveis.

PF investiga citações a Lulinha

A Polícia Federal (PF) investiga citações ao nome como Lulinha, no contexto das apurações sobre um esquema bilionário de desvios envolvendo salários de aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Segundo a PF, menções diretas e indiretas a Lulinha surgiram a partir de depoimentos e de materiais apreendidos durante operações de busca e apreensão realizadas no curso das investigações, que ainda estão em andamento.

Os investigadores apuram a suspeita de que Lulinha teria mantido uma sociedade oculta, por meio de uma empresária identificada como Roberta, com Antonio Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado como um dos principais envolvidos no esquema.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 20:22:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Operação da PF e Receita Federal prende mulher e apreende maconha líquida em refis de vape]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) numa ação conjunta com a Receita Federal apreendeu na noite da última terça feira, 10 de fevereiro, 47 caixas, contendo cada uma 10 Refis de Vapes (Cigarros eletrônicos), cujo líquido interno resultou positivo para THC (maconha líquida), totalizando 470 refis que estavam escondidos em um aparelho de gelágua, no espaço onde normalmente fica o motor.

Na ocasião foi presa em flagrante uma mulher de 22 anos, moradora de Camaragibe, quando recebeu a encomenda suspeita em sua residência. Ela foi autuada por tráfico interestadual de drogas, cujas penas podem chegar até 20 anos de reclusão.

As caixas com os refis, foram produzidos na Califórnia, tendo sido enviadas por um remetente do sul do país. As investigações continuam visando identificar os demais envolvidos.

Risco da maconha

Pesquisas recentes passaram a lançar luz sobre um tema pouco discutido fora do meio científico: os impactos do uso de maconha na saúde bucal.

Estudos indicam que pessoas que fazem uso frequente da substância apresentam maior risco de desenvolver cáries, perder dentes e até enfrentar câncer bucal, um efeito ainda pouco conhecido do consumo da droga.

Dentistas relatam que alguns sinais ajudam a identificar pacientes sob efeito de maconha. Olhos avermelhados, boca seca e odor característico costumam aparecer durante as consultas, segundo o site CNN. 

Muitos usuários afirmam recorrer à substância para reduzir a ansiedade antes de procedimentos odontológicos, sem perceber os riscos envolvidos para a saúde da boca. Especialistas alertam que o desconhecimento sobre esses efeitos ainda é grande, tanto entre pacientes quanto entre profissionais.

Estudos apontam que usuários de maconha apresentam 55% mais risco de cáries, 41% mais chances de perda dentária e até três vezes mais risco de câncer bucal, quando comparados a pessoas que não usam a substância.

Pesquisas realizadas a partir de registros hospitalares mostraram que indivíduos com uso frequente de cannabis desenvolveram câncer de lábio e língua em maior proporção nos anos seguintes.

Pesquisadores associam esse risco à exposição direta da boca à fumaça e à ação do THC, principal composto psicoativo da maconha, que pode reduzir respostas imunológicas nos tecidos orais.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 17:04:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF é comunicada para prender Oruam se rapper tentar sair do país, revela site]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) foi comunicada para prender o rapper Oruam caso ele tente deixar o país. O artista, filho do traficante Marcinho VP, é considerado foragido após violar as diretrizes do uso da tornozeleira eletrônica. As informações são do site Metrópoles.

A medida foi adotada diante do risco de fuga depois que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou o habeas corpus concedido ao rapper, decisão que resultou na expedição de um mandado de prisão preventiva.

De acordo com a coluna de Manoela Alcântara, do Metrópoles, o passaporte de Oruam está recolhido em cartório da 3ª Vara Criminal do Rio de Janeiro justamente para impedir que ele deixe o país.

Oruam passou a ser considerado foragido após violar a tornozeleira eletrônica 28 vezes em um intervalo de 43 dias, entre setembro e novembro do ano passado. Diante da possibilidade de fuga, inclusive por rotas terrestres, a Polícia Federal acompanha o caso.

Ainda segundo o Metrópoles, há a suspeita de que o rapper esteja no Rio de Janeiro com apoio de integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV). Ele é investigado pela polícia fluminense por associação ao tráfico de drogas, tráfico de drogas, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal.

Oruam foragido

A defesa de Oruam informou que o cantor não deve se apresentar à Justiça nos próximos dias após ter o habeas corpus revogado e um novo pedido de prisão decretado na quarta-feira, 3 de fevereiro.

A juíza Tula Corrêa de Melo, da 3ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, expediu o mandado de prisão preventiva.

O motivo foi o descumprimento reiterado no monitoramento eletrônico e deixando a bateria da tornozeleira eletrônica descarregar por períodos longos.

Para a Corte, tal ação inviabilizou a fiscalização judicial e demonstrou risco concreto à ordem pública e aplicação da lei penal.

A decisão foi assinada e, poucos minutos depois, o mandado de prisão foi encaminhado à 16ª Delegacia de Polícia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do RJ.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 20:10:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Polícia Federal: delegada assume nova superintendência de Pernambuco]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/policia-federal-delegada-assume-nova-superintendencia-pernambuco/614610/</link>
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				<description><![CDATA[Em cerimônia realizada na quinta-feira, 5 de fevereiro, a delegada da Polícia Federal Adriana Albuquerque de Vasconcelos tomou posse no cargo de superintendente regional da Polícia Federal em Pernambuco. O evento contou com a presença do diretor-geral substituto da Polícia Federal, William Marcel Murad, além de autoridades, de representantes de instituições parceiras e de servidores da Polícia Federal.

Durante a solenidade, foi assinado o termo de posse e realizada a transmissão dos Princípios Fundamentais da Polícia Federal, ato simbólico que marca o compromisso do dirigente com os valores institucionais do órgão. A nova superintendente sucede o delegado de Polícia Federal Antônio de Pádua Vieira Cavalcanti.

Em seu discurso, o diretor-geral substituto da Polícia Federal destacou sua ligação com Pernambuco - estado de sua primeira lotação na PF - ao qual se referiu como “escola” de sua vida profissional. Sobre a nova superintendente, o diretor-geral apontou que a experiência de Adriana “como gestora em distintas áreas de atuação, desde a chefia de Salgueiro/PE até a Delegacia Regional Executiva - passando por diversas áreas - evidencia a legitimidade para assumir tão importante função, com a plena confiança dos seus pares e da instituição”.

“Hoje, pela primeira vez na história da PF, contamos com três diretoras mulheres e oito superintendentes regionais, um marco que contribui de forma decisiva para os excelentes resultados que temos alcançado. Essa presença feminina qualificada e crescente é fundamental para uma instituição mais diversa, moderna e eficiente”, completou William, frisando o compromisso de fortalecer a liderança feminina na Polícia Federal.

Ao tomar posse, Adriana lembrou, com carinho, sua atuação no combate a crimes ambientais e destacou o papel central da Polícia Federal para a sociedade.

“Na Polícia Federal, como costumamos dizer, missão dada é - e precisa continuar sendo - missão cumprida. Falo no melhor sentido do termo: de engajamento e de senso de dever. A atividade policial não é para quem procura conforto. É árdua e, por vezes, penosa; é perigosa e, por vezes, extenuante. Isso nos move e nos motiva a assumir desafios quando convocados. E assim o faço, aceitando agora liderar o efetivo que integro. É desafiador como profissional, mãe e mulher, mas me sinto pronta para assumir a função”, afirmou a delegada.

A nova superintendente assume a função com a missão de implementar as diretrizes estratégicas da Polícia Federal no estado, com foco no enfrentamento ao crime organizado, à ocultação de capitais, aos crimes financeiros, à corrupção, aos crimes ambientais e ao tráfico de drogas e armas, além do aprimoramento dos serviços de polícia administrativa prestados à sociedade.

Pedra Fundamental

Além da posse, a data marcou também o lançamento da Pedra Fundamental da construção da nova sede da Superintendência Regional da Polícia Federal em Pernambuco. O descerramento da placa no terreno onde será erguida a nova unidade foi realizado pelo diretor-geral substituto, William Marcel Murad; pelo diretor da Amazônia e Meio Ambiente (DAMAZ), Humberto Freire de Barros; pelo diretor de Administração e Logística (DLOG), André Luis Lima Carmo; e pela nova superintendente regional da Polícia Federal em Pernambuco, Adriana Albuquerque de Vasconcelos.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 10:26:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Feminicídio não se combate com propaganda, mas com punição exemplar]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/colunista/amisadai-andrade/feminicidio-nao-se-combate-com-propaganda-mas-com-punicao-exemplar/614536/</link>
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				<description><![CDATA[O Brasil convive há anos com números alarmantes de feminicídio. A cada novo caso, repetem-se discursos oficiais, campanhas publicitárias, slogans emocionais e vídeos institucionais amplamente divulgados nas redes sociais e na televisão. No entanto, enquanto o poder público investe em comunicação e ações de conscientização, o sistema de Justiça segue transmitindo uma mensagem perigosa à sociedade: matar ou tentar matar uma mulher pode não resultar em punição proporcional à gravidade do crime.

Penas brandas e sensação de impunidade

Não é raro encontrar casos de homens condenados por feminicídio que deixam o sistema prisional após três, quatro ou cinco anos de pena efetivamente cumprida. Em outros episódios, o agressor sequer aguarda julgamento preso, respondendo em liberdade mesmo diante de provas robustas, histórico de violência doméstica e risco concreto à vida da vítima.

Há ainda situações em que o crime não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agressor, como intervenção de terceiros ou socorro médico imediato, e, ainda assim, as medidas punitivas aplicadas são brandas, temporárias e frequentemente descumpridas sem consequências efetivas.

Esse cenário reforça a percepção de impunidade e compromete a confiança da população no sistema de Justiça.

Feminicídio não é falta de informação

Esse contexto evidencia uma verdade incômoda: o feminicídio não ocorre por falta de informação ou conscientização. O agressor sabe o que está fazendo. Ele conhece a gravidade do ato e, mesmo assim, aposta na fragilidade da legislação, nos benefícios penais, na progressão acelerada de regime e em um Judiciário sobrecarregado que, muitas vezes, relativiza a brutalidade da violência contra a mulher.

Quando um homem agride, ameaça ou mata uma mulher, ele não age por ignorância, mas por convicção de que poderá recuperar sua liberdade em pouco tempo.

Reincidência e falha estrutural do Estado

Em alguns casos, essa percepção se confirma de forma ainda mais trágica. Há agressores que, após cumprirem penas reduzidas, voltam a cometer o mesmo crime, destruindo novas vidas. O Estado falha não apenas com a vítima direta, mas com toda a sociedade, ao permitir que a violência se repita.

A reincidência escancara que o sistema punitivo atual não é suficientemente dissuasório.

Campanhas não substituem punição efetiva

Diante desse cenário, é legítimo questionar a eficácia de campanhas educativas isoladas. Vídeos institucionais, hashtags e peças publicitárias não intimidam quem já escolheu a violência como instrumento de poder e dominação. Nenhuma campanha é capaz de mudar a mentalidade de quem acredita, com base na realidade, que a lei é branda e que o custo do crime compensa.

O que precisa mudar no combate ao feminicídio


	O enfrentamento ao feminicídio no Brasil exige mudanças estruturais, incluindo:
	Aumento real das penas para feminicídio;
	Retirada de benefícios penais automáticos;
	Regras mais rígidas para progressão de regime;
	Prisão preventiva obrigatória em casos com indícios claros de risco à vítima;
	Tratamento mais rigoroso das tentativas de feminicídio e da violência doméstica.


Medidas cautelares simbólicas não protegem mulheres, apenas produzem estatísticas.

Responsabilidade dos Poderes

Quando Executivo, Legislativo e Judiciário se unem para lançar campanhas publicitárias, surge uma pergunta inevitável: por que essa mesma união não ocorre para endurecer a legislação e garantir punições mais severas? Se há consenso para discursos, deveria haver consenso para salvar vidas.

Conclusão: justiça firme salva vidas

Combater o feminicídio exige coragem política e institucional para enfrentar a impunidade. Enquanto o agressor não sentir o peso real da lei, nenhuma campanha será suficiente.

A vida das mulheres não pode continuar sendo tratada como peça de marketing institucional. Ela precisa ser defendida com leis duras, justiça firme e punição sem condescendência.

Por: Amisadai Andrade 
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				<category>Amisadai Andrade</category>
				<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 11:13:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF abre processo administrativo contra Eduardo Bolsonaro por faltas não justificadas]]></title>
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				<description><![CDATA[A Corregedoria da Polícia Federal (PF) no Rio de Janeiro instaurou um processo administrativo disciplinar sumário contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por faltas injustificadas ao serviço, o que pode caracterizar abandono de cargo na corporação, onde ocupa o posto de escrivão.

O procedimento foi aberto na última terça-feira (27) e pode resultar na demissão do servidor. Para analisar o caso, foi formada uma comissão responsável pela apuração das condutas atribuídas ao filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com a Polícia Federal, o novo processo difere de outro procedimento administrativo instaurado em setembro do ano passado contra Eduardo Bolsonaro. Por se tratar de um rito sumário, a apuração sobre as faltas injustificadas deve ser concluída em prazo mais curto.

Segundo portaria da Corregedoria da PF no Rio de Janeiro, o processo administrativo irá investigar a responsabilidade de Eduardo Bolsonaro por ter se ausentado, de forma supostamente intencional e sem justificativa, por mais de 30 dias consecutivos após a perda do mandato de deputado federal, ocorrida em 18 de dezembro de 2025.

No dia 2 de janeiro, A PF determinou que Eduardo Bolsonaro retornasse imediatamente ao exercício do cargo efetivo de policial federal.

Ato publicado no Diário Oficial da União (DOU) declara a cessação do afastamento para o cumprimento do mandato eletivo a partir de 19 de dezembro de 2025 e determina que Eduardo volte à sua lotação de origem, que é o Estado do Rio de Janeiro.

O ato diz ainda que "a ausência injustificada poderá ensejar a adoção das providências administrativas e disciplinares cabíveis".

Eduardo Bolsonaro está morando nos Estados Unidos desde março do ano passado. Em dezembro, a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados cassou o seu mandato.

A cassação ocorreu porque o parlamentar deixou de comparecer a, pelo menos, um terço das sessões deliberativas da Câmara na sessão legislativa.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Sat, 31 Jan 2026 18:50:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Traficante sul-coreano de metanfetamina foragido no Brasil é preso após ordem de Moraes]]></title>
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				<description><![CDATA[Um traficante sul-coreano de 54 anos, identificado como Myung Soo Kim, foi preso na manhã da quinta-feira, 29 de janeiro, pela Polícia Federal (PF), em São Paulo. O homem estava foragido no Brasil após ser acusado, por autoridades da Coreia do Sul, de planejar transportar metanfetamina da Tailândia para seu país de naturalidade, em 2022.

O governo sul-coreano havia pedido a inscrição do traficante na lista de foragidos da Difusão Vermelha. Ele também foi alvo de um mandado de prisão para extradição pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. O documento foi expedido no dia 8 de janeiro.

De acordo com a decisão de Moraes, o escritório da Interpol na Coreia incluiu a notificação vermelha contra o homem em junho de 2023, após ser considerado fugitivo por responder a um processo penal por tráfico internacional de drogas.

Segundo a autoridade local, Myung Soo Kim e mais cinco envolvidos planejaram o esquema de tráfico de metanfetamina da Tailândia para o país sul-coreano, em outubro de 2022. Cerca de 50 kg do entorpecente foram transportados de Bangkok para a Coreia em latões de aço inoxidável, dentro de um contêiner.

A carga veio a chegar ainda em dezembro de 22 pelo navio Heunga Hochiminh, até o Porto de Busan, localizado no sudeste do país, que funciona como um ponto de transbordo essencial entre Japão, China e certas rotas para Europa e América.

A legislação da Coreia do Sul prevê, para o crime de tráfico de drogas, uma pena máxima de 10 anos de prisão.

Da redação do Portal com informações do Metrópoles.

Chileno preso

A manutenção do chileno Mauricio Hernández Norambuena em prisão solitária por mais de quatro anos levou à condenação do Brasil pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). A decisão, divulgada na última sexta-feira, 23 de janeiro, aponta que o país violou a Convenção Americana sobre Direitos Humanos.

Norambuena foi preso em 2002 e condenado a 30 anos de prisão pelo sequestro do publicitário Washington Olivetto. Entre 2002 e 2006, ele permaneceu em regime de isolamento e incomunicabilidade em presídios brasileiros. Para a CIDH, o período foi excessivo e não teve justificativa adequada.

Depois de passar por diferentes unidades prisionais no Brasil, o chileno foi extraditado para o Chile em 2019. No país de origem, médicos identificaram diversos impactos do isolamento prolongado em sua saúde física e mental, conforme informou a Defensoria Pública da União (DPU), responsável por sua defesa no caso.

Segundo a DPU, Norambuena desenvolveu problemas como hipertensão, vertigem, tremores no corpo, ansiedade, depressão e um tumor na garganta, condições associadas às circunstâncias em que cumpriu parte da pena.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 08:11:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF mira deputado federal em operação sobre desvio de R$ 912 mil por emendas pix]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira, 29 de janeiro, a Operação Graco para investigar suspeitas de desvio de recursos públicos oriundos de emendas parlamentares. O deputado federal Eduardo Velloso (União-AC) é apontado como principal alvo da apuração.

Durante a operação, policiais federais cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao parlamentar, em Rio Branco, capital do Acre, e também em seu apartamento funcional, em Brasília.

De acordo com a PF, a investigação tem como foco possíveis irregularidades na contratação de uma empresa responsável pela realização de shows musicais financiados pela Secretaria Municipal de Cultura de Sena Madureira (AC), em setembro de 2024.

As apurações indicam a suspeita de desvio de aproximadamente R$ 912 mil, provenientes de emendas parlamentares conhecidas como “emendas PIX”, modalidade que permite a transferência direta de recursos da União para estados e municípios, sem a exigência de prestação de contas prévia.

Ao todo, estão sendo cumpridos 14 mandados de busca e apreensão, autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nos estados do Acre e no Distrito Federal.

Os investigados podem responder por crimes como associação a organização criminosa, fraude em licitação, corrupção, lavagem de dinheiro, além de outros delitos conexos.

PF investiga desvios

A Polícia Federal (PF) realizou uma operação, em novembro do ano passado, para apurar supostos desvios em pavimentação de rodovias financiadas por emendas parlamentares. A investigação calcula que o prejuízo aos cofres públicos foi de R$ 22 milhões.

A PF foi às ruas para cumprir 11 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), sendo nove em Fortaleza (CE) e dois em Natal (RN). Alvos da investigação são contratos do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS).  

A Controladoria-Geral da União (CGU) também participou da ação apelidada de Fake Road, que é rodovia falsa em inglês. A PF informou que os alvos são servidores públicos e representantes de empresas privadas.

A operação incluiu ainda pedidos de bloqueio judicial de bens e valores, indisponibilidade de imóveis e veículos, busca pessoal e veicular, bem como a quebra de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático dos investigados.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 09:22:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Após operação da PF, líder do PL registrou venda de imóvel para justificar R$ 430 mil]]></title>
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				<description><![CDATA[O deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do Partido Liberal na Câmara dos Deputados, afirmou que os R$ 430 mil em espécie apreendidos pela Polícia Federal (PF) durante a Operação Galho Fraco, realizada em 19 de dezembro, são provenientes da venda de um imóvel localizado em Ituiutaba, Minas Gerais. O parlamentar é investigado por suspeitas de desvio de recursos públicos, incluindo possível uso irregular da cota parlamentar.

O dinheiro foi apreendido em um flat alugado pelo deputado na região central de Brasília. A quantia chamou a atenção dos investigadores pelo volume mantido fora do sistema bancário e pelo contexto da investigação em curso.

Escritura foi registrada após a ação da Polícia Federal

Segundo Sóstenes Cavalcante, o contrato de compra e venda do imóvel teria sido assinado em 24 de novembro, antes da deflagração da operação policial. No entanto, a escritura pública do imóvel só foi registrada em cartório em 30 de dezembro de 2025, 11 dias após a operação da PF que resultou na apreensão do dinheiro.

A documentação indica que o imóvel foi vendido por R$ 500 mil ao advogado Thiago de Paula, com pagamento integral realizado em dinheiro vivo. Do total declarado na transação, R$ 430 mil correspondem ao valor apreendido durante a operação.

Cláusulas atípicas chamaram atenção dos investigadores

A escritura registrada apresenta cláusulas consideradas incomuns. Entre elas está a formalização da venda sem o pagamento prévio do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), além da dispensa, por parte do comprador, da apresentação de certidões fiscais, cíveis e criminais do vendedor.

Esses pontos reforçaram o interesse da Polícia Federal sobre a regularidade da transação, especialmente por ocorrer em meio a uma investigação que apura possíveis irregularidades envolvendo recursos públicos.

Parlamentar fala em “lapso” ao manter dinheiro em casa

No dia da operação, Sóstenes Cavalcante afirmou que não havia depositado o valor em espécie por um “lapso”. Segundo ele, a rotina intensa de trabalho teria contribuído para a decisão de manter o dinheiro no flat onde estava hospedado.


“Com essa correria de trabalho, eu acabei não fazendo o depósito, mas faria. Parte do dinheiro penso em usar em outros negócios. Foi simplesmente um lapso”, declarou. O parlamentar também negou qualquer ilegalidade, afirmando que o dinheiro estava guardado no guarda-roupa do imóvel.



“Ninguém pega dinheiro ilícito e bota em casa. Eu recebi o dinheiro lacrado, tudo normal”, disse.


Defesa nega irregularidades e investigação continua

Sóstenes afirmou ainda que o imóvel vendido já constava em sua declaração de Imposto de Renda e que a transação foi regular. Até o momento, não há denúncia formal apresentada pelo Ministério Público.

A Operação Galho Fraco segue em andamento, e a Polícia Federal continua analisando documentos, contratos e movimentações financeiras relacionadas ao caso para apurar se houve irregularidades no uso de recursos públicos.

Da redação do Portal com Informações do OAntagonista 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 10:50:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Alexandre de Moraes determina transferência de Jair Bolsonaro para a Papudinha]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/bolsonaro-transferido-para-a-papudinha/612982/</link>
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				<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira, 15 de janeiro, a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da Superintendência da Polícia Federal em Brasília para a Papudinha, um Complexo Penitenciário da Papuda, condomínio prisional da capital federal conhecido popularmente como “Papuda”.

A ordem da Corte foi emitida após o processo penal contra Bolsonaro ter transitado em julgado, ou seja, não ter mais possibilidades de recursos, e com isso iniciar o cumprimento da pena de 27 anos e 3 meses de prisão a que foi condenado por participação em uma tentativa de golpe de Estado.

Bolsonaro estava detido desde 22 de novembro de 2025 na sede da PF em Brasília, onde cumpria prisão preventiva e posteriormente começou a execução da pena em uma sala especial. A transferência para unidade prisional segue a determinação do ministro relator da ação penal no STF.

Decisão judicial e andamento da execução penal

A transferência ocorre logo após o fim da fase recursal do processo no STF. A defesa de Bolsonaro havia apresentado recursos para tentar reverter a condenação e também pleiteado a manutenção do regime domiciliar por motivos de saúde, mas essas solicitações foram rejeitadas.

A determinação de Moraes atende à expectativa da Corte de iniciar a fase de cumprimento de pena em ambiente prisional adequado ao regime fechado, conforme estabelecido pelo Código Penal e pela legislação processual penal, em detrimento da permanência em instalações provisórias da Polícia Federal.

Localização e estrutura da Papuda

O Complexo Penitenciário da Papuda está situado no Distrito Federal e abriga diversas unidades prisionais que atendem a regimes variáveis, desde fechado até semiaberto. Embora frequentemente utilizado para o cumprimento de penas de alta gravidade, o local possui estrutura diferenciada para acomodar detentos em situações específicas, incluindo celas de Estado-Maior, que oferecem espaço e condições distintas das carceragens comuns.

Fontes jurídicas ouvidas por veículos de imprensa destacam que a escolha pela Papuda reflete um padrão aplicado em casos de condenações de grande repercussão, visando padronizar o sistema de execução penal e alinhar-se às normas de custódia brasileira.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 18:08:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Genial/Quaest: Quase metade dos eleitores brasileiros desaprova governo Lula]]></title>
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				<description><![CDATA[O governo Lula tem 49% de desaprovação e 47% de aprovação, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 14. Os índices se mantiveram estáveis em relação à pesquisa anterior, de dezembro, quando os porcentuais eram 49% e 48%, respectivamente.

Já sobre a avaliação do governo, 39% consideram negativo, enquanto 32% veem como positivo. Outros 27% acham a gestão de Lula regular.

Comparando com os dois mandatos anteriores do petista, 43% dos entrevistados afirmam que o atual é pior. Já 21% dizem que é melhor. Outros 21% consideram igual, "porque já esperava que fosse bom", e 11% dizem igual, "porque já esperava que fosse ruim". 

Outras pesquisas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 50% dos eleitores e aprovado por 47%, aponta pesquisa Meio/Ideia divulgada pelo Estadão Conteúdo nesta terça-feira, 13 de janeiro. A diferença está dentro da margem de erro, de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos. Não souberam responder somam 3%.

A pesquisa ouviu 2.000 pessoas por meio de entrevistas por telefone entre os dias 8 e 12 de janeiro. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-06731/2026.

O levantamento também mediu a avaliação do governo e mostrou que o conceito negativo predomina. Ao serem questionados, 15% dos entrevistados responderam que o governo é ótimo; 20% disseram que é bom; 20,5% consideram a gestão regular; 18,6%, ruim; e 22,8%, péssimo. Não souberam responder somaram 3,2%.

Na soma, ótimo/bom representam 35%, regular 20,5% e ruim/péssimo 41,4%.

Ao destrinchar a avaliação por áreas, a segurança pública é a que tem o pior resultado, com 25,6% de ótimo/bom, 22,4% de regular e 48,7% de ruim/péssimo. Não souberam responder somaram 3,4%.

Já a gestão econômica do governo é considerada ótima ou boa por 32,2%, regular por 21,5% e ruim ou péssima por 43,4%. Não souberam somaram 3,1%.

Na saúde, o governo é visto como ótimo/bom por 32,1%, regular por 23,2% e ruim/péssimo por 41,5%. Não souberam 3,4%.

A educação é avaliada como ótima ou boa por 37,9%; regular por 20,2%; e ruim ou péssima por 39,1%. Não souberam 3%.

Estadão Conteúdo.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 12:10:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Cunhado de Vorcaro é detido pela PF enquanto tentava embarcar para Dubai]]></title>
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				<description><![CDATA[A segunda fase da operação Compliance Zero, deflagrada nesta quarta-feira pela Polícia Federal, mira supostas irregularidades no Banco Master e envolve ações contra endereços ligados a Daniel Vorcaro e familiares em São Paulo.

Nesta etapa, foram expedidos 42 mandados de busca e apreensão, que incluem medidas de sequestro e bloqueio de bens e valores que ultrapassam R$ 5,7 bilhões, em um esforço para investigar e conter um suposto esquema financeiro que teria inflado artificialmente a situação do banco.

A operação acompanha o desenrolar da investigação iniciada no ano passado, quando surgiram as primeiras suspeitas sobre a criação e negociação de títulos de crédito falsos, que teriam sido utilizados para maquiar balanços contábeis e mascarar o real estado financeiro da instituição.

Durante a ação desta quarta-feira, 14 de janeiro, o empresário Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, foi detido enquanto se preparava para embarcar para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Ele teve o mandado de busca e apreensão cumprido e foi liberado em seguida, conforme o procedimento padrão da Polícia Federal em casos de cumprimento de medidas cautelares desse tipo.

A detenção de Zettel ocorre em um contexto delicado para a família Vorcaro, que já havia sido alvo da primeira fase da operação, quando Daniel Vorcaro foi preso em novembro do ano passado também enquanto tentava embarcar para Dubai, momento em que a PF aprofundava a investigação sobre as suspeitas de fraude e irregularidades no Banco Master.

O inquérito investiga um suposto esquema sofisticado de manipulação financeira, envolvendo títulos de crédito falsos que teriam servido para inflar a saúde financeira do banco e mascarar déficits contábeis.

Diante dessas suspeitas, o Banco Master foi liquidado, encerrando todas as suas operações. Além das medidas judiciais, a investigação busca rastrear e recuperar recursos desviados, enquanto avalia a responsabilidade de todos os envolvidos, incluindo familiares e colaboradores próximos de Vorcaro.

A amplitude das ordens judiciais desta fase da operação, que incluem bloqueios de bens e valores bilionários, reflete a magnitude das irregularidades apontadas até o momento.

Em nota, a defesa de Vorcaro afirmou que ele tem “colaborado integral e continuamente com as autoridades competentes” e garantiu que todas as medidas determinadas pela Justiça serão cumpridas com total transparência.

Os advogados reforçaram ainda que Vorcaro permanece à disposição para prestar esclarecimentos sempre que solicitado, demonstrando interesse no esclarecimento completo dos fatos e na conclusão célere do inquérito, ao mesmo tempo em que mantém a cooperação com as autoridades no andamento das investigações.
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 08:39:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Filho de Lula, investigado pela PF por fraude no INSS, deixa o Brasil e retorna à Espanha]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/filho-de-lula-investigado-pela-pf-por-fraude-no-inss-deixa-o-brasil/612766/</link>
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				<description><![CDATA[O caso da fraude no INSS voltou a ganhar destaque com novas informações sobre o envolvimento do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, conhecido como Lulinha. Ele, que está na mira da Polícia Federal, deve retornar à Espanha nos próximos dias, segundo apuração.

Lulinha é investigado por supostos negócios com Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado como principal operador do esquema de desvios de benefícios de aposentados. De acordo com um ex-auxiliar do Careca, Lulinha teria recebido R$ 25 milhões e uma espécie de “pensão” de aproximadamente R$ 300 mil.

O escândalo gerou repercussão imediata na esfera política. O presidente Lula se pronunciou publicamente sobre o caso, afirmando que “se o filho tiver feito algo de errado, ele terá que responder por isso”, porém, parlamentares do Congresso consideram que a declaração do chefe do Executivo pode ter sido uma estratégia para minimizar a pressão política diante do aumento da crise. 

Conversas com o Careca do INSS

A Polícia Federal (PF) investiga Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS", com base em material apreendido em seu celular, incluindo conversas com Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. A informação é da coluna Andreza Matais, do Metrópoles.

Segundo a matéria, Edson Claro Medeiro Júnior, ex-funcionário de Antônio e empresário, entregou informações à PF, somando mais de 70h de depoimentos, onde relata o pagamento de uma suposta mesada de R$300 mil a Lulinha e o pagamento de mais R$25 milhões.

As apurações incluem mais de mil páginas de documentos, além de áudios e conversas de WhatsApp, que ajudam a traçar o caminho de parte do dinheiro do Careca do INSS.

Lulinha teria sido contratado para atuar na empresa de cannabis medicinal World Cannabis, onde Edson era diretor-executivo.

A investigação inclui documentos, áudios e conversas de WhatsApp, e apura a participação de Lulinha como sócio oculto da empresa em Portugal, que visava vender esses produtos ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Pensão de R$ 300 mil

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS identificou indícios, apurados pela Polícia Federal, de que Fábio Luís Lula da Silva, 50 anos, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com Marisa Letícia, teria mantido relação de proximidade com Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, preso desde 12 de setembro de 2025. As informações foram divulgadas pelo Poder360.

Segundo o site, um depoimento considerado relevante sobre o esquema de fraudes na Previdência relatou que Fábio Luís, conhecido como Lulinha, teria recebido valores do Careca do INSS.

O relato menciona aproximadamente 25 milhões (sem especificar a moeda) e pagamentos mensais de “cerca de R$ 300 mil”, caracterizados como uma “mesada”. O período em que os repasses teriam ocorrido não foi detalhado.

Ainda de acordo com depoimentos colhidos nas investigações, o filho do presidente também teria realizado viagens a Portugal ao lado de Antônio Carlos Camilo Antunes.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 10:21:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Trabalho Escravo no Brasil: 2025 bate recorde histórico de denúncias]]></title>
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				<description><![CDATA[O Brasil registrou em 2025 o maior número de denúncias de trabalho escravo e condições análogas à escravidão da história, segundo dados inéditos do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania obtidos com exclusividade pelo g1. Foram 4.515 registros ao longo do ano, o que representa um aumento de 14% em relação a 2024, quando já havia sido batido o recorde anterior, com 3.959 denúncias.

O crescimento constante confirma que o trabalho escravo contemporâneo continua sendo uma realidade persistente no país, afetando milhares de trabalhadores em diversas regiões, principalmente em áreas rurais e setores como agricultura, construção civil, confecção e serviços domésticos.

Características das denúncias de trabalho escravo

Entre os casos registrados em 2025, estão incluídas situações de trabalho infantil, além de denúncias envolvendo adultos submetidos a jornadas exaustivas, condições degradantes, servidão por dívida e restrição de liberdade. Tais práticas configuram crime conforme a legislação brasileira, e a existência de registros crescentes evidencia a necessidade de ações mais efetivas de fiscalização e prevenção.

O mês de janeiro de 2025 foi o período com mais denúncias já registrado desde a criação do Disque 100, em 2011, com 477 ocorrências apenas no primeiro mês do ano. Este dado aponta para uma crescente conscientização da população sobre a importância de reportar violações de direitos humanos, mas também reforça a gravidade do problema.

Histórico e importância do Disque 100

O Disque 100, canal oficial para denúncias de violações de direitos humanos, funciona diariamente, 24 horas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados. As ligações podem ser feitas de qualquer terminal telefônico fixo ou móvel, de forma gratuita, em todo o Brasil.

Desde sua criação, o Disque 100 recebeu mais de 26 mil denúncias relacionadas a trabalho escravo e condições análogas à escravidão, mostrando a persistência do problema ao longo da última década e a importância do canal como ferramenta de proteção social e combate à exploração laboral.

Impacto social e desafios

O aumento das denúncias também reflete o crescimento de setores informais da economia e a vulnerabilidade de trabalhadores que não têm acesso a condições mínimas de segurança, salário justo ou direitos trabalhistas garantidos. Segundo especialistas, o registro de denúncias não significa apenas maior fiscalização, mas também uma crítica à impunidade e à necessidade de políticas públicas mais rigorosas.

Além disso, muitos trabalhadores submetidos a essas condições enfrentam barreiras para buscar ajuda, como medo de retaliação, isolamento social e falta de conhecimento sobre direitos, o que torna ainda mais relevante o papel do Disque 100 e das campanhas de conscientização.

Como denunciar

Qualquer pessoa pode fazer denúncias sobre trabalho escravo e condições análogas à escravidão, seja como vítima ou testemunha. Para isso, basta ligar para o Disque 100. A denúncia pode ser feita de forma sigilosa, garantindo proteção à identidade do denunciante.

O registro contínuo e o monitoramento de denúncias ajudam órgãos públicos a identificar áreas de risco, planejar operações de fiscalização e fortalecer programas de prevenção, assistência às vítimas e responsabilização dos infratores.

Conclusão

O recorde histórico de denúncias em 2025 mostra que o trabalho escravo ainda é um grave problema no Brasil, exigindo atenção imediata de autoridades, sociedade civil e cidadãos. A ampliação do acesso a canais de denúncia, como o Disque 100, aliada a fiscalização efetiva e políticas públicas de proteção ao trabalhador, é essencial para reduzir casos de exploração e garantir direitos fundamentais.

A continuidade desse monitoramento também reforça a importância da conscientização social, incentivando que cada vez mais pessoas denunciem práticas abusivas e contribuam para a erradicação do trabalho escravo no país.
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 16:22:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Caso Master: Polícia Federal investiga ataques coodernados ao Banco Central ]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal está analisando os ataques coordenados ao Banco Central após a liquidação do Banco Master para avaliar a abertura de um inquérito policial. Segundo apurou a reportagem, a PF ainda realiza uma análise inicial das informações para produzir um relatório consolidado sobre esses ataques, chamado tecnicamente de informação de polícia judiciária. A partir desse documento, a PF vai avaliar se já existem suspeitas de crimes que justificam a instauração de um inquérito policial.

Atualmente, a PF já conduz um inquérito para apurar suspeitas de crimes financeiros na operação de venda do Master para o Banco Regional de Brasília (BRB). Essa outra investigação tramitaria separadamente do caso principal, mas pode apurar fatos complementares.

Como revelou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), instituições e autoridades envolvidas com a liquidação do Banco Master sofreram uma série de ataques nas redes sociais pouco antes da virada do ano.

A ofensiva, concentrada em um período de 36 horas, utilizou contas conhecidas por promover celebridades para questionar a credibilidade de órgãos como o Banco Central e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em relação à operação de liquidação do Master, decretada em novembro pelo BC e que está sob o escrutínio do Tribunal de Contas da União (TCU).

Embora figuras como Gabriel Galípolo (BC) e Isaac Sidney (Febraban) tenham sido citadas, o alvo principal foi o ex-diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC Renato Dias Gomes, responsável pelo veto da oferta de compra do Master pelo Banco de Brasília (BRB).

Alguns influenciadores foram às redes dizer que foram procurados para criticar a atuação da autoridade monetária no caso.

O vereador de Erechim (RS), Rony Gabriel (PL), e a influenciadora Juliana Moreira Leite afirmam ter recebido propostas para compartilhar conteúdos em defesa do Master e contra o BC em seus perfis nas redes sociais. Os dois recusaram.

Rony Gabriel diz em um vídeo publicado no Instagram que foi procurado no dia 20 de dezembro do ano passado por uma empresa que fazia "gerenciamento de reputação para um grande executivo". A proposta era, segundo ele, que fossem produzidos vídeos para seus perfis nas redes sociais para "dizer que o Banco Master era uma vítima do Banco Central".

De acordo com a apuração da GloboNews, Rony Gabriel foi procurado por um homem chamado André Salvador, que consta na Receita Federal como um dos sócios da Unltd Network Brazil, uma empresa que presta serviços de marketing. O Estadão busca contato com a empresa e com André.

A Unltd teria informado que estavam interessados em recrutar perfis de direita para ajudar na disputa política que a empresa estaria "travando contra o sistema", com "a esquerda e Centrão envolvidos".

Esse recrutamento estaria sendo feito para a execução de um projeto chamado DV (iniciais de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master).

André ainda teria enviado um contrato de confidencialidade para o assessor para proteger as informações fornecidas pela Unltd ao vereador de Erechim. Em caso de descumprimento da cláusula de confidencialidade, o influencer contratado deveria pagar uma multa de R$ 800 mil.

Depois que o termo de confidencialidade foi assinado, as partes se reuniram. Foi neste encontro, feito remotamente, que Rony Gabriel teve mais detalhes sobre o projeto envolvendo o Banco Master.

Uma das orientações que recebeu foi, assim como já havia sido feito por outros influenciadores, gravar vídeos criticando o Banco Central e questionando "a quem interessaria" uma liquidação tão rápida de um banco em expansão, como o Master.

Em linhas gerais, Rony Gabriel deveria também defender a abertura de um inquérito no Tribunal de Contas da União para apurar as ações do BC contra o Master. Os valores que o vereador ganharia com a produção dos vídeos não foram informados.

Postagens com conteúdo nessa linha surgiram nas redes sociais. No dia 19 de dezembro, por exemplo, o criador de conteúdo Firmino Cortada, que soma mais de 500 mil seguidores apenas no TikTok, publicou um vídeo no qual comenta a decisão do TCU sobre a liquidação do banco, citando uma matéria do portal Metrópoles. No vídeo, ele afirma defender a "autonomia e a liberdade" e diz que o BC precisa ter "autonomia para trabalhar, mas deve seguir as normas" estabelecidas pelo TCU.

Nas redes sociais, no entanto, Firmino costuma abordar temas muito diferentes, como, por exemplo, polêmicas envolvendo a vida privada de influenciadores, como Virgínia Fonseca e Carlinhos Maia.

Em nota, Firmino Cortada afirmou que as manifestações publicadas decorreram de "posicionamento pessoal e independente", no exercício da "liberdade de expressão", e que não há "qualquer vínculo comercial, publicitário ou contratual" com o Banco Master ou terceiros interessados.

Outro criador que também decidiu opinar sobre o tema, embora não atue no setor financeiro, foi Paulo Cardoso. Nas redes, ele se intitula como hipnoterapeuta, neuropsicanalista e especialista em mente inconsciente e liberdade humana. O vídeo foi publicado no mesmo dia da postagem compartilhada por Firmino, e também faz referência à reportagem do Metrópoles.

Na gravação, Paulo afirma que "quando um órgão como o TCU entra no caso, é porque tem coisa muito errada". Em seguida, avalia que o despacho menciona uma palavra que classifica como "pesada", associada, segundo ele, à pressa na decisão.

Em uma publicação feita na terça-feira, 6 de Janeiro, referindo-se a uma notícia da jornalista Malu Gaspar, de O Globo, o hipnoterapeuta afirma que "não recebeu nada" - uma defesa em relação às acusações de ter sido pago para criticar a decisão do BC. Em outro trecho, justifica não ter assinado contrato "com banco nenhum" e sustenta que as opiniões divulgadas em seus perfis são "100% livres".

O levantamento feito pela Febraban obtido pelo Broadcast mostra que o pico de publicações ocorreu no dia 27 de dezembro, somando 4.560 posts.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 13:41:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF investiga citações a Lulinha como "sócio oculto" de Careca do INSS em esquema de fraude]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) investiga citações ao nome de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no contexto das apurações sobre um esquema bilionário de desvios envolvendo salários de aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Segundo a PF, menções diretas e indiretas a Lulinha surgiram a partir de depoimentos e de materiais apreendidos durante operações de busca e apreensão realizadas no curso das investigações, que ainda estão em andamento.

Os investigadores apuram a suspeita de que Lulinha teria mantido uma sociedade oculta, por meio de uma empresária identificada como Roberta, com Antonio Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado como um dos principais envolvidos no esquema.

Os materiais recolhidos nos endereços ligados a Roberta seguem sob análise da Polícia Federal. A defesa da empresária nega qualquer atuação dela como intermediária entre o filho do presidente e o investigado.

De acordo com fontes da PF, a apuração é considerada um procedimento “natural” e “faz parte de qualquer inquérito”.

Os agentes explicam que, sempre que uma pessoa é citada em depoimentos ou aparece em documentos apreendidos, é necessário verificar se existem indícios mínimos que confirmem as suspeitas. Neste momento, a Polícia Federal avalia se as menções a Lulinha justificam o aprofundamento das investigações.

Diretor da PF

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues afirmou, em dezembro de 2025, que não pode fornecer detalhes sobre inquéritos que tramitam sob sigilo.

“Eu não posso fulanizar e falar detalhes de investigações que não tenho detalhes. E já citei aqui também, Tácio, muito claramente antes da sua pergunta, que não basta uma pessoa ser citada para ela ser considerada investigada ou não investigada. Então, eu desconheço esse detalhe desse processo, creio que o processo está sob sigilo, e que infelizmente surgiu essa possibilidade, mas não posso comentar pelo sigilo da investigação”, afirmou Andrei Rodrigues.

 
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 20:06:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[CFM determina abertura de sindicância para apurar atendimento médico a Bolsonaro ]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/cfm-sindicancia-bolsonaro-atendimento-medico/612388/</link>
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				<description><![CDATA[O Conselho Federal de Medicina (CFM) determinou a abertura de uma sindicância para apurar o atendimento médico prestado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão foi tomada após o órgão receber denúncias que levantam questionamentos sobre a assistência oferecida ao ex-chefe do Executivo em um período recente de acompanhamento médico.

Segundo o CFM, o objetivo da sindicância é verificar se houve cumprimento das normas éticas e técnicas da medicina, além de avaliar se os protocolos adequados foram respeitados no atendimento prestado. O procedimento tem caráter preliminar e busca reunir informações, documentos e eventuais depoimentos que ajudem a esclarecer os fatos antes de qualquer medida disciplinar.

A apuração não significa, neste momento, que médicos ou instituições estejam sendo responsabilizados. A sindicância é uma etapa inicial, comum em processos conduzidos pelos conselhos de classe, e serve para analisar se há indícios suficientes para a abertura de um processo ético-profissional.

Contexto das denúncias

As representações que motivaram a decisão do CFM apontam supostas falhas na assistência médica oferecida a Jair Bolsonaro, especialmente no que diz respeito à continuidade do cuidado e à condução clínica diante de intercorrências de saúde. Bolsonaro possui histórico médico complexo, marcado por cirurgias e internações decorrentes do atentado sofrido em 2018, além de episódios recorrentes de complicações intestinais.

Diante desse histórico, especialistas destacam que o acompanhamento médico exige atenção constante, protocolos bem definidos e decisões clínicas alinhadas às melhores práticas da medicina. É justamente esse conjunto de fatores que será analisado pelo Conselho Federal de Medicina ao longo da sindicância.

O que diz o CFM

Em nota, o CFM informou que atua com independência e rigor técnico, independentemente de quem seja o paciente envolvido. O órgão reforçou que sua função institucional é zelar pelo exercício ético da medicina no país, protegendo tanto os profissionais quanto os pacientes.

“O Conselho tem o dever de apurar toda denúncia que envolva possível descumprimento das normas médicas, garantindo o devido processo legal, o direito à ampla defesa e o contraditório”, destacou a entidade.

Possíveis desdobramentos

Após a fase de coleta de informações, a sindicância poderá ser arquivada, caso não sejam identificadas irregularidades, ou convertida em processo ético-disciplinar, se forem encontrados indícios de infração. Nesse caso, os profissionais envolvidos podem responder a sanções que vão desde advertência até cassação do registro, dependendo da gravidade constatada.

O caso também repercute no meio político, uma vez que envolve um ex-presidente da República e ocorre em um momento de forte polarização no país. Apesar disso, o CFM enfatiza que a análise será estritamente técnica, sem viés político.

Enquanto a apuração segue em andamento, o atendimento médico a Jair Bolsonaro permanece sob responsabilidade das equipes designadas, e novos esclarecimentos devem ser apresentados conforme o avanço das investigações.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 17:21:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Gravação de vídeo com filho é crime moral e social, alerta delegada Sheila a Andressa Urach]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/curiosidades/delegada-cita-crimes-na-gravacao-de-andressa-urach-com-filho/612290/</link>
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				<description><![CDATA[A delegada Sheila, deputada estadual em Minas Gerais e defensora da infância, fez um alerta contundente sobre a decisão da influenciadora Andressa Urach de gravar conteúdo com o próprio filho. Segundo Sheila, embora o Brasil não tenha um crime específico chamado incesto entre adultos, a produção de vídeos envolvendo mãe e filho, mesmo maiores de idade, fere princípios jurídicos, morais e sociais.


“Estamos falando de uma relação marcada por vínculo familiar, autoridade parental e simetria emocional. Isso levanta sérias dúvidas sobre o consentimento real e livre”, explicou a delegada.


Sheila reforça que, caso o material seja divulgado, podem surgir graves consequências jurídicas, incluindo investigação por exploração sexual, violência psicológica ou abuso moral. Ela também alerta que qualquer indício de que a relação começou antes da maioridade do filho configuraria crime gravíssimo, como estupro de vulnerável.

Família não é palco: cuidado com a exposição de crianças e adolescentes

A delegada destaca que a família não deve ser transformada em palco para conteúdos digitais e que a liberdade individual não pode ser usada para normalizar violações de limites básicos de proteção. “Gente, corpo de filho não é conteúdo. Liberdade nunca pode ser usada para justificar ações que ferem direitos fundamentais”, disse Sheila.

Para os pais e responsáveis, a recomendação é redobrar a atenção ao acesso das crianças à internet. Ferramentas como controle parental, restrição de sites e limites de tempo de tela, combinadas a um diálogo constante, são medidas fundamentais para proteger a saúde emocional e moral dos filhos.

Sheila também critica a banalização de comportamentos nocivos por figuras públicas, alertando que o impacto é social e não apenas individual. Segundo ela, a normalização de ações inadequadas pode confundir crianças e adolescentes em fase de formação emocional, criando referências distorcidas sobre limites e ética.


“Nem tudo que gera clique é lícito ou ético. É nossa responsabilidade proteger a mente e o coração das nossas crianças”, reforçou.


A delegada Sheila reforça a importância da responsabilidade jurídica e social quando se trata de conteúdo digital envolvendo familiares. A orientação é clara: pais e figuras públicas devem agir sempre dentro da lei e da moral, garantindo proteção e segurança às crianças e adolescentes.

https://www.instagram.com/reels/DTJD1YxkeXm/
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				<category>Curiosidades</category>
				<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 17:31:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Relatório da OEA aponta censura judicial e riscos à liberdade de expressão no Brasil]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/oea-aponta-censura-judicial-e-riscos-a-liberdade-no-brasil/611678/</link>
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				<description><![CDATA[A Organização dos Estados Americanos (OEA) divulgou em 26 de dezembro de 2025 um relatório sobre a liberdade de expressão no Brasil, elaborado pela Relatoria Especial para a Liberdade de Expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). O documento, coordenado pelo relator Pedro Vaca Villareal, traz uma análise detalhada da situação da expressão pública no país e recomenda ajustes legais e institucionais ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao sistema de justiça.

Relatório da OEA detalha riscos e recomendações sobre liberdade de expressão

O relatório destaca que dispositivos legais como o crime de desacato e os crimes contra a honra ainda são aplicados de maneira que podem inibir críticas legítimas a autoridades públicas, afetando o pleno exercício da liberdade de expressão no Brasil. Segundo a OEA, tanto a persecução penal quanto indenizações civis desproporcionais têm potencial de gerar efeito intimidatório sobre jornalistas, formadores de opinião e cidadãos que participam do debate público.

Entre outras recomendações, a CIDH sugere a harmonização das imunidades parlamentares com padrões internacionais, o fortalecimento da proteção a profissionais de imprensa e a revisão de normas herdadas de períodos autoritários que ainda limitam a liberdade de expressão. O documento também alerta para riscos de definições imprecisas de conceitos como “discurso de ódio”, que podem ser usados de forma arbitrária.

Crimes de desacato e contra a honra estão no foco da CIDH

O relatório chama atenção para o uso recorrente do crime de desacato como instrumento judicial que restringe críticas legítimas ao poder público. A OEA recomenda que essas leis sejam reinterpretadas ou descriminalizadas, de forma a proteger o debate público, essencial para a democracia. A preocupação principal é que a manutenção dessas normas, sem ajustes, possa gerar insegurança jurídica e desincentivar a participação cívica.

Contexto e impacto do relatório no Brasil

O documento foi produzido após missão oficial ao Brasil em fevereiro de 2025, com participação de representantes dos três Poderes, atores políticos e sociedade civil. Embora contenha críticas, o relatório reconhece que o Brasil possui instituições democráticas sólidas e mecanismos legais que sustentam a liberdade de expressão, destacando um balanço entre pontos positivos e desafios.

Especialistas afirmam que as recomendações da OEA podem servir de guia para reformas legais e práticas judiciais, garantindo que o país esteja alinhado aos padrões do Sistema Interamericano de Direitos Humanos. A efetiva implementação das sugestões é vista como passo importante para proteger jornalistas, formadores de opinião e cidadãos, além de fortalecer a democracia.

Em resumo, a OEA reafirma a necessidade de proteger a liberdade de expressão no Brasil, equilibrando responsabilidade legal com o direito à crítica e à participação ativa no debate público, especialmente em um contexto de crescente digitalização e circulação de informações.
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Sat, 27 Dec 2025 13:07:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[PF prende Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, e outros nove alvos de mandados; veja quem]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/pf-prende-filipe-martins-ex-assessor-bolsonaro-nove-alvos/611672/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) informou neste sábado, 27 de dezembro, que cumpre dez mandados de prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, para condenados no âmbito da trama golpista, que buscava manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder.

A decisão, do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, ocorre após a tentativa frustrada de fuga de Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal e um dos condenados pelo STF.

Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, foi um dos presos por determinação de Moraes. 

Em uma rede social, o advogado de Martins, Jeffrey Chiquini, informou que os policiais federais compareceram à casa do ex-assessor, em Ponta Grossa, no Paraná, para efetivar a medida de prisão domiciliar.

O advogado considera a prisão como "abusiva", por não atender os critérios do direito penal.

“Não há nenhum indício concreto de risco de fuga e, como qualquer leigo sabe, a Constituição proíbe punir uma pessoa por atos de terceiros”, afirmou. 

Filipe Martins e Silvinei Vasques integram o Núcleo 2 da trama golpista. Martins foi condenado a 21 anos, sendo 18 anos e 6 meses de reclusão, inicialmente em regime fechado e multa, e Vasques a 24 anos e 6 meses, sendo 22 anos de reclusão, também em regime fechado.

Além do Paraná, a PF informou que as ordens judiciais estão sendo cumpridas nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Goiás, Bahia, Tocantins e no Distrito Federal, com apoio do Exército em parte das diligências.

Além de Filipe Martins, outros nove são alvo das ordens de prisão domiciliar. Veja quais abaixo:


	Ângelo Denicoli (ES), major da reserva do Exército;
	Bernardo Romão Corrêa Netto (DF), coronel do Exército;
	Fabrício Moreira de Bastos (TO), coronel do Exército;
	Giancarlo Rodrigues (BA), subtenente do Exército;
	Guilherme Marques Almeida, tenente-coronel do Exército;
	Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros (RJ), tenente-coronel do Exército;
	Marília Alencar (DF), ex-diretora de Inteligência do Ministério da Justiça;
	Ailton Gonçalves Moraes Barros (RJ), ex-major do Exército;
	Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal.


A PF informou ainda que, além da prisão domiciliar, o STF ordenou medidas cautelares como a proibição de uso de redes sociais e de contato com outros investigados, a entrega de passaportes, a suspensão de documentos de porte de arma de fogo e a proibição de visitas.

Tentativa de fuga

Na sexta-feira (26), Alexandre de Moraes determinou a prisão preventiva de Silvinei Vasques, após o ex-diretor da PRF ter sido preso, após tentar fugir do país pelo Paraguai.

O ex-diretor cumpria prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, e a medida foi determinada após Silvinei romper o equipamento e fugir para o país vizinho, onde foi detido pelas autoridades locais quando tentava embarcar em um voo com destino a El Salvador.

Moraes apontou na decisão que foi informado pela Polícia Federal de que a tornozeleira parou de emitir sinal de GPS por volta das 3h da madrugada de quinta-feira (25). Em seguida, agentes foram à casa do ex-diretor, em São José, em Santa Catarina, e constataram que ele não estava na residência. 

Ainda na sexta-feira, a PF confirmou que o ex-diretor foi levado pela polícia paraguaia para a fronteira com o Brasil e entregue a agentes da PF na Ponte da Amizade, que liga Foz do Iguaçu, no Paraná, a Ciudad del Leste, no Paraguai. Ele deve ser transferido para Brasília nas próximas horas.

Agência Brasil
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Sat, 27 Dec 2025 12:12:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Silvinei Vasques foi entregue pela polícia do Paraguai à PF após romper tornozeleira eletrônica]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/silvinei-vasques-entregue-policia-paraguai-pf/611650/</link>
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				<description><![CDATA[O ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques já está sob custódia da Polícia Federal (PF). 

Vasques foi detido na sexta-feira, 26 de dezembro, no Paraguai, ao tentar embarcar para El Salvador com um passaporte falso.

Por volta das 20h, o ex-diretor foi levado pela polícia paraguaia para a fronteira com o Brasil e entregue a agentes da PF na Ponte da Amizade, que liga Foz do Iguaçu, no Paraná, a Ciudad del Leste. Ele deve ser transferido para Brasília nas próximas horas. 

Condenado a 24 anos e 6 meses de prisão na ação penal do Núcleo 2 da trama golpista, o ex-diretor cumpria prisão domiciliar, mas rompeu a tornozeleira eletrônica e fugiu para o país vizinho para evitar o cumprimento da pena. A fuga ocorreu na madrugada de Natal.

Após ser informado sobre a fuga, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão preventiva do ex-diretor.

De acordo com a PF, a tornozeleira parou de emitir sinal de GPS por volta das 3h da madrugada de quinta-feira (25). Em seguida, agentes foram ao apartamento do ex-diretor, localizado em São José (SC), e constataram que ele não estava na residência. 

Após verificarem o sistema de câmeras do prédio, os agentes concluíram que ele esteve no apartamento até as 19h22 da véspera de Natal, na quarta-feira (24).

As imagens do circuito interno de TV mostraram Vasques colocando bolsas no porta-malas de um carro. Ele usava uma calça de moletom preta, camiseta cinza e um boné preto.

Silvinei leva pitbull

O ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques levou um cachorro da raça pitbull, ração e tapetes higiênicos durante a fuga para o Paraguai. 

Condenado a 24 anos e 6 meses de prisão na ação penal do Núcleo 2 da trama golpista, o ex-diretor cumpria prisão domiciliar, mas rompeu a tornozeleira eletrônica e fugiu para o país vizinho para evitar o cumprimento da pena. A fuga ocorreu na madrugada de Natal.

Nesta sexta-feira (26), Vasques foi preso no Aeroporto Internacional Silvio Pettiross, em Assunção, ao tentar embarcar para El Salvador com passaporte falso. Ele deverá ser entregue à Polícia Federal nas próximas horas.

Imagens do circuito interno de TV do prédio do ex-diretor, localizado em São José (SC), mostram Silvinei colocando seu cachorro e sacos de ração no carro utilizado para fuga, que foi iniciada por volta das 19h22 da quarta-feira (24), véspera de Natal.

“Aproximadamente às 19h14min, colocou mais coisas no banco de trás, inclusive ração e muitos sacos de tapete higiênico para cães, pelo lado do passageiro. Aproximadamente às 19h22min, foi para o carro carregando potes comedouros para ração e conduzindo um cachorro, aparentando ser da raça pitbull, e saiu”, relatou a PF ao STF. 

Após ser informado sobre a fuga, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão preventiva do ex-diretor.

Ainda não há informações sobre o estado do cachorro.

Agência Brasil
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 27 Dec 2025 09:14:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF, é preso no Paraguai após romper tornozeleira eletrônica]]></title>
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				<description><![CDATA[O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, foi preso na madrugada desta sexta-feira, 26 de dezembro, no Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, em Assunção, no Paraguai. A informação foi confirmada pelo diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues.

De acordo com a PF, Silvinei rompeu a tornozeleira eletrônica que utilizava em Santa Catarina e deixou o Brasil sem autorização da Justiça. Após sair do país, ele seguiu para o Paraguai, o que motivou o acionamento imediato de alertas nas regiões de fronteira e da adidância policial brasileira no país vizinho.

Ainda segundo as autoridades, Silvinei tentava embarcar em um voo com destino a El Salvador quando foi abordado no aeroporto. No momento da tentativa de embarque, ele portava um passaporte paraguaio original, porém o documento não correspondia à sua identidade verdadeira.

Após a abordagem, agentes paraguaios realizaram a detenção do ex-dirigente da PRF. Ele foi identificado e encaminhado para ficar à disposição do Ministério Público do Paraguai.

Silvinei Vasques deve passar por audiência de custódia ainda nesta sexta-feira (26). Após os procedimentos legais no país, a expectativa é de que ele seja entregue às autoridades brasileiras para adoção das medidas judiciais cabíveis.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 12:32:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Recesso de fim de ano nas prefeituras: o que funciona e o que para? Saiba]]></title>
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				<description><![CDATA[Com a aproximação do Natal e do Ano Novo, muitas prefeituras em todo o país entram em regime de recesso administrativo, o que costuma gerar dúvidas na população sobre quais serviços continuam funcionando e quais são temporariamente suspensos. Apesar da redução no expediente, a legislação e as normas internas de cada município determinam que áreas essenciais sigam operando normalmente.

Durante o recesso de fim de ano, geralmente compreendido entre os últimos dias de dezembro e o início de janeiro, atividades administrativas internas costumam ser interrompidas ou funcionar em horário reduzido. Setores como protocolo, atendimento ao público presencial, departamentos administrativos e secretarias que não prestam serviços essenciais costumam suspender o expediente ou operar em escala mínima.

Por outro lado, serviços considerados essenciais não param. A área da saúde mantém o funcionamento de hospitais, unidades de pronto atendimento, SAMU e serviços de urgência, mesmo que postos de saúde da atenção básica possam operar em horários especiais. Na segurança, guardas municipais e ações de apoio à população seguem ativas, especialmente em cidades com grande fluxo de pessoas durante as festas.

A coleta de lixo, limpeza urbana e manutenção de vias também continuam, embora alguns municípios adotem alterações nos dias ou horários do serviço. Por isso, é comum que as prefeituras orientem a população a ficar atenta aos comunicados oficiais para evitar transtornos.

Na área da educação, o recesso costuma coincidir com as férias escolares, o que resulta na suspensão das aulas na rede municipal. Já programas sociais e atendimentos da assistência social podem funcionar em esquema de plantão, priorizando situações de urgência e acolhimento de famílias em vulnerabilidade.

Especialistas em gestão pública destacam que o recesso não significa paralisação total da máquina pública, mas sim uma reorganização temporária do funcionamento. O objetivo é garantir o descanso dos servidores sem comprometer serviços indispensáveis à população.

Para o cidadão, a principal recomendação é buscar informações nos canais oficiais da prefeitura, como site institucional e redes sociais, onde costumam ser divulgados os horários de funcionamento e os serviços disponíveis durante o período de fim de ano.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Sat, 20 Dec 2025 14:30:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Jordy e Sóstenes, líder do PL na Câmara, tiveram movimentações suspeitas de R$ 28 milhões, diz PF]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) apontou ao Supremo Tribunal Federal a existência de R$ 28,638 milhões em movimentações suspeitas, sem justificativa plausível, em contas de assessores dos gabinetes dos deputados Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Carlos Jordy (PL-RJ), bem como funcionários do partido, entre outras pessoas próximas aos parlamentares.

As informações constam no relatório parcial, cujo sigilo foi levantado nesta manhã pelo ministro Flávio Dino, relator do caso no Supremo, e que embasou a Operação Galho Fraco, deflagrada pela PF nesta sexta-feira, 19 de dezembro, tendo os parlamentares entre os alvos. Segundo informações preliminares, R$ 400 mil em dinheiro vivo foram encontrados pelos agentes em um dos endereços de Sóstenes, que é líder do PL na Câmara.  

Nesta sexta, os agentes cumpriram sete mandados de busca e apreensão autorizados por Dino com o aval da Procuradoria-Geral da República (PGR). As diligências incluíram busca pessoal, veicular e em imóveis de Jordy e Sóstenes. 

Segundo as investigações, os dois parlamentares são suspeitos de usar locadoras de veículo de fachada para desviar a cota parlamentar - verba a que cada congressista têm direito para pagar custear o funcionamento de seu gabinetes, incluindo despesas com o aluguel de frota de carros para deslocamento do deputado ou senador. 

Nas redes sociais, Jordy disse estar sendo perseguido por Dino e negou qualquer esquema ilegal.

“Hoje, no aniversário da minha filha, a PF fez busca e apreensão novamente na minha casa por determinação de Flávio Dino [ministro do STF]. Perseguição implacável!”, escreveu.

A Agência Brasil busca contato com o deputado Sóstenes Cavalcante ou sua defesa. 

Smurfing

De acordo com o relatório parcial da PF, além das quantias incompatíveis com a renda declarada, o que chamou atenção dos investigadores foi a realização de saques nunca superiores a R$ 9.999,00, indicando a “possível prática de lavagem de dinheiro conhecida por “smurfing”, que consiste em limitar o valor das transações para tentar burlar o monitoramento dos órgãos competentes. 

Os maiores montantes suspeitos foram movimentados por Adailton Oliveira dos Santos, assessor especial do PL. Pela conta dele passaram mais de R$ 11,4 milhões entre 2023 e 2024, quantia que “mostra-se incompatível com a capacidade econômica declarada do titular, considerando-se seu vínculo funcional e contexto familiar”, escreveram os investigadores. 

Já Itamar de Souza Santana, secretário parlamentar de Jordy, movimentou sozinho R$ 5,9 milhões. Ele também foi alvo de buscas nesta sexta-feira. 

Os investigadores afirmaram haver indícios de utilização de cota parlamentar para pagamento de despesas inexistentes ou irregulares. Além disso, foram anexados trechos de conversas no aplicativo WhatsApp que sugerem pagamento “por fora” por parte dos deputados. 

Além das buscas contra os deputados e mais três pessoas, com a respectiva quebra de sigilos telefônicos e telemáticos, Dino autorizou a quebra de sigilo bancário dos parlamentares e outras 12 pessoas físicas e uma pessoa jurídica. O ministro mandou ainda que informações de interesse sejam compartilhadas com a Receita Federal. 

Agência Brasil
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 11:42:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Sóstenes, líder do PL na Câmara, e Jordy usaram assessores para desviar cotas, diz Flávio Dino]]></title>
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				<description><![CDATA[Uma investigação conduzida pela Polícia Federal (PF) e deflagrada nesta sexta-feira, 19 de dezembro, apontou indícios de que os deputados federais Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy, ambos do Partido Liberal do Rio de Janeiro, teriam participado de um esquema de desvio de recursos da cota parlamentar. Segundo a apuração, o suposto mecanismo envolveria a atuação de servidores comissionados vinculados aos gabinetes dos parlamentares.

De acordo com relatório assinado pelo ministro Flávio Dino, cujo sigilo foi retirado por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF):

“Há elementos indiciários de que os deputados federais Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy teriam desviado recursos da cota parlamentar por intermédio dos servidores comissionados — notadamente, Adailton Oliveira dos Santos e Itamar de Souza Santana —, utilizando, para o sucesso da empreitada, empresas como a Harue Locação de Veículos Ltda. ME e a Amazon Serviços e Construções Ltda.”.

Durante o cumprimento dos mandados da operação, os dois parlamentares tiveram seus aparelhos celulares apreendidos pela Polícia Federal. A ação também resultou na apreensão de uma quantia significativa de dinheiro em espécie. No caso de Sóstenes Cavalcante, foram encontrados R$ 430 mil em um quarto de hotel, localizado em Brasília.

De acordo com investigadores que acompanham o caso, o valor em espécie estava guardado dentro de um saco preto, armazenado em um armário no flat utilizado pelo líder do PL na Câmara, na capital federal. A apreensão ocorreu no momento em que os agentes cumpriam as ordens judiciais autorizadas para a operação.

Em manifestação pública, o deputado Carlos Jordy divulgou nota na qual comentou a investigação. No texto, ele afirmou que “não cabe ao parlamentar fiscalizar a frota ou a estrutura interna da empresa contratada, mas sim contratar o serviço mais eficiente e pelo menor custo, como sempre fiz”.

Ainda na nota, Jordy declarou que a operação policial não irá afetar sua atuação política e parlamentar. Segundo o deputado:

“Causa estranheza que eu e o deputado Sóstenes, justamente quando investigamos o roubo de bilhões do INSS, tenhamos endereços violados e documentos apreendidos enquanto exercemos nosso dever constitucional de fiscalização. Seguirei firme na oposição e na CPMI do INSS. Essas ações não irão me intimidar nem interromper meu trabalho em defesa dos aposentados”.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 11:12:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF encontra R$ 400 mil em espécie em saco de lixo no flat de Sóstenes, líder do PL alvo de buscas]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/sostenes-lider-pl-policia-federal-400-milhoes-flat-saco-lixo/611226/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal apreendeu cerca de R$ 400 mil em espécie em um endereço ligado ao deputado federal Sóstenes Cavalcante, do Partido Liberal do Rio de Janeiro, em Brasília. A informação foi divulgada pela TV Globo a partir de dados obtidos junto à investigação.

O dinheiro foi localizado durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão da Operação Galho Fraco, deflagrada nesta sexta-feira, 19 de dezembro, pela Polícia Federal. A ação integra um inquérito que apura suspeitas de irregularidades no uso de recursos públicos provenientes das cotas parlamentares.

De acordo com investigadores que acompanham o caso, o valor em espécie estava guardado dentro de um saco preto, armazenado em um armário no flat utilizado por Sóstenes Cavalcante na capital federal. A apreensão ocorreu no momento em que os agentes cumpriam as ordens judiciais autorizadas para a operação.

Sóstenes Cavalcante foi um dos alvos dos mandados executados pela Polícia Federal. A investigação apura um suposto esquema de desvio de recursos das cotas parlamentares por meio de contratos considerados falsos firmados com uma locadora de veículos. Além do líder do PL na Câmara dos Deputados, a operação também tem como alvo o deputado federal Carlos Jordy, igualmente filiado ao Partido Liberal pelo estado do Rio de Janeiro.

Quem é Sóstenes

Eleito em 2022 para o terceiro mandato na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante ocupa desde fevereiro deste ano a liderança do PL na Casa. A partir dessa posição, passou a ter maior projeção nacional e consolidou-se como um dos principais porta-vozes da direita no Congresso Nacional, atuando de forma frequente em debates políticos e institucionais.

Sóstenes Silva Cavalcante nasceu em Maceió, capital de Alagoas, em 16 de janeiro de 1975. Em informações disponíveis em seu perfil público, o parlamentar afirma ter raízes na Baixada Fluminense, mais especificamente no município de Duque de Caxias, local de origem de sua família. A trajetória política do deputado está diretamente ligada à região fluminense, pela qual construiu sua base eleitoral.

Pastor evangélico, Sóstenes é membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus e declarou possuir formação em Teologia pela Faculdade de Ciências, Educação e Teologia do Norte do Brasil, a Faceten. Ele é casado com Isleia Cavalcante e pai de dois filhos, Junior e Jennifer. A atuação religiosa é frequentemente mencionada pelo próprio deputado como elemento central de sua identidade pessoal e política.

Em seus canais institucionais, Sóstenes afirma que suas principais bandeiras são a defesa da vida, a proteção dos interesses da família e ações voltadas à prevenção e recuperação de dependentes químicos. O parlamentar também declara atuar em favor das populações mais vulneráveis, afirmando que seu mandato tem como objetivo servir aos menos favorecidos.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 09:37:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Sóstenes Cavalcante: veja quem é líder do PL alvo da PF por desvio de cotas parlamentares]]></title>
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				<description><![CDATA[Os deputados federais fluminenses Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy, ambos do Partido Liberal (PL), foram alvo de buscas nesta sexta-feira, 19 de dezembro, no âmbito da Operação Galho Fraco, deflagrada pela Polícia Federal. A investigação apura um suposto esquema de desvio de recursos públicos oriundos das cotas parlamentares.

Eleito em 2022 para o terceiro mandato na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante ocupa desde fevereiro deste ano a liderança do PL na Casa. A partir dessa posição, passou a ter maior projeção nacional e consolidou-se como um dos principais porta-vozes da direita no Congresso Nacional, atuando de forma frequente em debates políticos e institucionais.

Sóstenes Silva Cavalcante nasceu em Maceió, capital de Alagoas, em 16 de janeiro de 1975. Em informações disponíveis em seu perfil público, o parlamentar afirma ter raízes na Baixada Fluminense, mais especificamente no município de Duque de Caxias, local de origem de sua família. A trajetória política do deputado está diretamente ligada à região fluminense, pela qual construiu sua base eleitoral.

Pastor evangélico, Sóstenes é membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus e declarou possuir formação em Teologia pela Faculdade de Ciências, Educação e Teologia do Norte do Brasil, a Faceten. Ele é casado com Isleia Cavalcante e pai de dois filhos, Junior e Jennifer. A atuação religiosa é frequentemente mencionada pelo próprio deputado como elemento central de sua identidade pessoal e política.

Em seus canais institucionais, Sóstenes afirma que suas principais bandeiras são a defesa da vida, a proteção dos interesses da família e ações voltadas à prevenção e recuperação de dependentes químicos. O parlamentar também declara atuar em favor das populações mais vulneráveis, afirmando que seu mandato tem como objetivo servir aos menos favorecidos.

Ao longo de sua trajetória no Congresso, Sóstenes Cavalcante participou de mais de 35 comissões parlamentares, segundo sua biografia oficial. Ele presidiu a Comissão do Estatuto da Família, foi vice-presidente da Comissão de Educação e também ocupou a vice-presidência da Comissão Parlamentar de Inquérito da Lei Rouanet, que investigou mecanismos de incentivo à cultura.

Em 2023, o deputado exerceu o cargo de segundo vice-presidente da Câmara dos Deputados, ampliando sua atuação na Mesa Diretora da Casa. No ano anterior, em 2022, presidiu a Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional, grupo que reúne parlamentares ligados a denominações religiosas e que tem forte influência em pautas conservadoras.

De acordo com sua biografia, Sóstenes é autor ou signatário de mais de 600 proposições legislativas. Entre os projetos citados, está a lei que permite a recondução de conselheiros tutelares e sua atuação como relator da nova Lei da Adoção. O parlamentar também destaca o engajamento em pautas como a redução da maioridade penal e a correção do fator previdenciário.

O histórico político de Sóstenes inclui ainda sua atuação durante o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, quando votou favoravelmente à cassação do mandato. Na ocasião, o deputado realizou uma entrega simbólica de um “aviso prévio” à então presidente, gesto que ganhou repercussão nacional e marcou sua atuação no plenário da Câmara.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 08:54:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF faz buscas em endereços de Sóstenes e Jordy, do PL; operação mira desvio de cotas parlamentares]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/pf-buscas-sostenes-jordy-pl-desvio-cotas-parlamentares/611215/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) realiza, nesta sexta-feira, 19 de dezembro, uma operação com cumprimento de mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos deputados federais Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Carlos Jordy (PL-RJ). A ação faz parte da operação Galho Fraco, que investiga suspeitas de desvio de recursos públicos provenientes das cotas parlamentares.

Ao todo, foram expedidos sete mandados, cumpridos no Distrito Federal e no estado do Rio de Janeiro. As diligências são um desdobramento de uma fase anterior da investigação, deflagrada em dezembro de 2024.

Segundo a Polícia Federal, o inquérito apura possíveis crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Em atualização

Senador alvo da PF

O senador Weverton Rocha, do PDT do Maranhão, está entre os investigados na nova etapa da operação Sem Desconto, realizada pela Polícia Federal na manhã da quinta-feira, 18 de dezembro. A ação apura suspeitas de irregularidades relacionadas a descontos associativos aplicados a benefícios de aposentados e pensionistas do INSS.

Weverton é vice-líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e atua como relator de temas de grande relevância no Senado, entre eles a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) e a proposta de revisão da Lei do Impeachment.

Nesta fase da operação, a Justiça autorizou o cumprimento de 52 mandados de busca e apreensão, além de 16 mandados de prisão preventiva e outras medidas cautelares. Todas as ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal.

As diligências acontecem simultaneamente nos estados de São Paulo, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Minas Gerais e Maranhão, além do Distrito Federal.

Segundo a Polícia Federal, a ofensiva desta quinta-feira busca aprofundar as investigações sobre possíveis crimes de inserção de informações falsas em sistemas oficiais, formação de organização criminosa, estelionato previdenciário e práticas de ocultação e dilapidação de patrimônio.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 08:15:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF apresenta laudo para o STF que confirma intenção de Bolsonaro em violar tornozeleira eletrônica]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/pf-apresenta-laudo-para-o-stf-que-confirma-intencao-de-bolsonaro-em/611140/</link>
				<guid>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/pf-apresenta-laudo-para-o-stf-que-confirma-intencao-de-bolsonaro-em/611140/</guid>
				<description><![CDATA[O laudo dos peritos da Polícia Federal enviado ao Supremo Tribunal Federal, na quarta-feira, 18 de dezembro, confirma que o ex-presidente Jair Bolsonaro tentou violar a tornozeleira eletrônica durante o período em que esteve em prisão domiciliar. 

No dia 22 de novembro, Bolsonaro foi preso após confessar que usou ferro de solda para romper o equipamento. Desde então, ele está em uma sala da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão pela trama golpista.

Os peritos confirmaram que há sinais de violação do equipamento, com danos significativos na capa plástica da tornozeleira.

Segundo eles, testes realizados com ferro de solda na superfície da tornozeleira são compatíveis com os danos verificados, sendo a violação grosseira e sem “precisão técnica”

O laudo foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.

Também nessa quarta-feira, a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu autorização ao STF para que ele faça sessões de fisioterapia. Segundo os advogados, o atendimento é essencial para o condicionamento físico e para evitar soluços.

As informações são da Agência Brasil

O caso

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi preso preventivamente nas primeiras horas do dia 22 de novembro, e segundo o ministro Alexandre de Moraes, o motivo de sua decisão está ligado a uma tentativa de aliados do ex-presidente de atrapalhar a fiscalização da prisão domiciliar. Bolsonaro ainda teria tentado romper a tornozeleira eletrônica para "garantir êxito em sua fuga". 

No despacho emitido na data, Moraes apontou que a convocação de uma “vigília” organizada por apoiadores de Bolsonaro poderia ter como finalidade obstruir o trabalho da Polícia Federal e da Polícia Penal do Distrito Federal, responsáveis pelo cumprimento das medidas impostas.

O ministro destacou ainda que o conteúdo divulgado por aliados “indica a possível tentativa de utilização de apoiadores do réu Jair Messias Bolsonaro (…) com a finalidade de obstruir a fiscalização das medidas cautelares”.
]]></description>
				
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 15:42:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF faz nova operação contra desvios do INSS e políticos são alvos da ação]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/pf-faz-nova-operacao-contra-desvios-do-inss-e-politicos-alvo/611106/</link>
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				<description><![CDATA[Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (18), nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga um esquema de descontos ilegais de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS).

Policiais cumpriram 52 mandados de busca e apreensão, 16 mandados de prisão preventiva além de outras medidas cautelares, em quatro estados: São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Minas Gerais, além do Distrito Federal.

A operação tem autorização do Supremo Tribunal Federal (STF).

O secretário-executivo do Ministério da Previdência, Adroaldo Portal, Romeu Carvalho Antunes, filho de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS" e Eric Fidélis, filho do ex-diretor de Benefícios do INSS, André Fidelis, foram presos na ação.

O senador Weverton Rocha, do PDT do Maranhão, também está entre os investigados na nova etapa da operação.

Weverton é vice-líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e atua como relator de temas de grande relevância no Senado, entre eles a indicação de Jorge Messias ao STF e a proposta de revisão da Lei do Impeachment. 

Delegado da PF

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, comentou na última segunda-feira, 15 de dezembro a menção ao empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, um dos filhos do presidente Lula (PT) no contexto das investigações que apuram irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A citação surgiu a partir do depoimento de um ex-funcionário de Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.

Segundo o relato, o lobista teria efetuado um pagamento de R$ 25 milhões ao filho do presidente da República, além de manter o repasse de uma suposta “mesada” no valor aproximado de R$ 300 mil.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 10:33:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF prende secretário da Previdência e filho do 'Careca do INSS' por descontos ilegais]]></title>
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				<description><![CDATA[Nova fase da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal (PF), prendeu nesta quinta-feira, 18 de dezembro, o secretário-executivo do Ministério da Previdência, Adroaldo Portal, Romeu Carvalho Antunes, filho de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS" e Eric Fidélis, filho do ex-diretor de Benefícios do INSS, André Fidelis.

A operação investiga um esquema nacional descontos ilegais em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS).

Estão sendo cumpridos 52 mandados de busca e apreensão, 16 mandados de prisão preventiva e outras medidas cautelares nos estados de São Paulo, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Minas Gerais e Maranhão, além do Distrito Federal, após autorização do Supremo Tribunal Federal (STF).

Senador investigado

O senador Weverton Rocha, do PDT do Maranhão, também está entre os investigados na nova etapa da operação.

Weverton é vice-líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e atua como relator de temas de grande relevância no Senado, entre eles a indicação de Jorge Messias ao STF e a proposta de revisão da Lei do Impeachment. 

Diretor da PF

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, comentou na última segunda-feira, 15 de dezembro a menção ao empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, um dos filhos do presidente Lula (PT) no contexto das investigações que apuram irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A citação surgiu a partir do depoimento de um ex-funcionário de Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.

Segundo o relato, o lobista teria efetuado um pagamento de R$ 25 milhões ao filho do presidente da República, além de manter o repasse de uma suposta “mesada” no valor aproximado de R$ 300 mil.

Questionado por jornalistas sobre o caso, Andrei Rodrigues afirmou que não pode fornecer detalhes sobre inquéritos que tramitam sob sigilo.

“Eu não posso fulanizar e falar detalhes de investigações que não tenho detalhes. E já citei aqui também, Tácio, muito claramente antes da sua pergunta, que não basta uma pessoa ser citada para ela ser considerada investigada ou não investigada. Então, eu desconheço esse detalhe desse processo, creio que o processo está sob sigilo, e que infelizmente surgiu essa possibilidade, mas não posso comentar pelo sigilo da investigação”, afirmou Andrei Rodrigues.

 
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 08:52:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Senador do PDT, Weverton Rocha é alvo de operação da PF contra fraudes no INSS]]></title>
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				<description><![CDATA[O senador Weverton Rocha, do PDT do Maranhão, está entre os investigados na nova etapa da operação Sem Desconto, realizada pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira, 18 de dezembro. A ação apura suspeitas de irregularidades relacionadas a descontos associativos aplicados a benefícios de aposentados e pensionistas do INSS.

Weverton é vice-líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e atua como relator de temas de grande relevância no Senado, entre eles a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) e a proposta de revisão da Lei do Impeachment.

Nesta fase da operação, a Justiça autorizou o cumprimento de 52 mandados de busca e apreensão, além de 16 mandados de prisão preventiva e outras medidas cautelares. Todas as ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal.

As diligências acontecem simultaneamente nos estados de São Paulo, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Minas Gerais e Maranhão, além do Distrito Federal.

Segundo a Polícia Federal, a ofensiva desta quinta-feira busca aprofundar as investigações sobre possíveis crimes de inserção de informações falsas em sistemas oficiais, formação de organização criminosa, estelionato previdenciário e práticas de ocultação e dilapidação de patrimônio.

Em atualização

Fraude no INSS

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, comentou na segunda-feira, 15 de dezembro, a menção ao empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, um dos filhos do presidente Lula (PT) no contexto das investigações que apuram irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A citação surgiu a partir do depoimento de um ex-funcionário de Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.

Segundo o relato, o lobista teria efetuado um pagamento de R$ 25 milhões ao filho do presidente da República, além de manter o repasse de uma suposta “mesada” no valor aproximado de R$ 300 mil.

Questionado por jornalistas sobre o caso, Andrei Rodrigues afirmou que não pode fornecer detalhes sobre inquéritos que tramitam sob sigilo.

“Eu não posso fulanizar e falar detalhes de investigações que não tenho detalhes. E já citei aqui também, Tácio, muito claramente antes da sua pergunta, que não basta uma pessoa ser citada para ela ser considerada investigada ou não investigada. Então, eu desconheço esse detalhe desse processo, creio que o processo está sob sigilo, e que infelizmente surgiu essa possibilidade, mas não posso comentar pelo sigilo da investigação”, afirmou Andrei Rodrigues.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 08:43:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Fraude do INSS: Diretor da PF diz que não pode comentar citação a Lulinha em investigação]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/inss-diretor-da-pf-comentar-citacao-lulinha-em-investigacao/611047/</link>
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				<description><![CDATA[O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, comentou na última segunda-feira, 15 de dezembro a menção ao empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, um dos filhos do presidente Lula (PT) no contexto das investigações que apuram irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A citação surgiu a partir do depoimento de um ex-funcionário de Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.

Segundo o relato, o lobista teria efetuado um pagamento de R$ 25 milhões ao filho do presidente da República, além de manter o repasse de uma suposta “mesada” no valor aproximado de R$ 300 mil.

Questionado por jornalistas sobre o caso, Andrei Rodrigues afirmou que não pode fornecer detalhes sobre inquéritos que tramitam sob sigilo.

“Eu não posso fulanizar e falar detalhes de investigações que não tenho detalhes. E já citei aqui também, Tácio, muito claramente antes da sua pergunta, que não basta uma pessoa ser citada para ela ser considerada investigada ou não investigada. Então, eu desconheço esse detalhe desse processo, creio que o processo está sob sigilo, e que infelizmente surgiu essa possibilidade, mas não posso comentar pelo sigilo da investigação”, afirmou Andrei Rodrigues.

Acesso a conversas

A Polícia Federal (PF) investiga Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS", com base em material apreendido em seu celular, incluindo conversas com Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. A informação é da coluna Andreza Matais, do Metrópoles.

Segundo a matéria, Edson Claro Medeiro Júnior, ex-funcionário de Antônio e empresário, entregou informações à PF, somando mais de 70h de depoimentos, onde relata o pagamento de uma suposta mesada de R$300 mil a Lulinha e o pagamento de mais R$25 milhões.

As apurações incluem mais de mil páginas de documentos, além de áudios e conversas de WhatsApp, que ajudam a traçar o caminho de parte do dinheiro do Careca do INSS.

Lulinha teria sido contratado para atuar na empresa de cannabis medicinal World Cannabis, onde Edson era diretor-executivo.

A investigação inclui documentos, áudios e conversas de WhatsApp, e apura a participação de Lulinha como sócio oculto da empresa em Portugal, que visava vender esses produtos ao Sistema Único de Saúde (SUS).
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 16:43:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Quem é Macário Júdice Neto, o desembargador preso pela PF no Rio de Janeiro]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/noticias/quem-e-macario-judice-neto-o-desembargador-preso-pela-pf-no-rio-de/610967/</link>
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				<description><![CDATA[A prisão do desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), por suspeita de vazamento de informações sigilosas na Operação Unha e Carne, colocou sob os holofotes um magistrado com um histórico longo e controverso na Justiça brasileira. Em primeiro lugar, a detenção preventiva, ordenada pelo ministro Alexandre de Moraes (STF), veio no contexto da investigação de repasse de dados da Operação Zargun, que teriam beneficiado o crime organizado e o ex-deputado TH Joias.

O Retorno Controverso à Magistratura

Macário Júdice Neto, natural do Espírito Santo, tem uma trajetória marcada por uma longa interrupção de suas atividades. De fato, ele passou quase 18 anos afastado de suas funções judiciais. O afastamento começou em 2005, quando ele passou a ser investigado no âmbito da Operação Saúva, que apurava um grave esquema de venda de sentenças no Espírito Santo. As acusações à época envolviam o favorecimento a organizações criminosas ligadas ao jogo do bicho e a máquinas caça-níqueis.

Contudo, o longo afastamento não se converteu em punição definitiva. Com efeito, em 2022, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) reconheceu a prescrição da pretensão punitiva no Processo Administrativo Disciplinar (PAD) que o envolvia, arquivando o caso. Assim sendo, o desembargador teve seu retorno à magistratura autorizado e, em maio de 2023, foi promovido a desembargador federal do TRF-2 pelo critério de antiguidade.

O Magistrado no Centro da Crise Atual

Sua posição no TRF-2 foi crucial para a atual crise. Afinal, Macário Júdice Neto era o relator do Habeas Corpus e dos recursos interpostos pela defesa do ex-deputado estadual TH Joias, preso em setembro de 2024. TH Joias é acusado de chefiar um esquema de tráfico de drogas, corrupção e lavagem de dinheiro, com forte ligação com o Comando Vermelho (CV).

Portanto, a investigação da PF foca justamente no suposto vazamento de informações sigilosas da Operação Zargun — a ação que prendeu TH Joias. As apurações sugerem que o desembargador teria se valido de sua posição privilegiada para acessar dados confidenciais. Mais importante, a PF encontrou indícios que ligam o desembargador ao deputado afastado Rodrigo Bacellar, que também foi alvo de busca e apreensão. A suspeita é que Bacellar, na companhia de Macário, teria avisado TH Joias sobre a operação iminente.

Vínculos Políticos e Familiares

A teia de conexões de Macário Júdice Neto também se estende ao meio político. Além disso, sua esposa, Flávia Júdice, também esteve ligada à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Ela ocupou um cargo de assessoria no gabinete da diretoria-geral da Alerj, uma posição que reforça o elo entre o Judiciário e o Legislativo fluminense investigado na Operação Unha e Carne.

Em síntese, a prisão do desembargador Macário Júdice Neto não é apenas o ponto alto de uma operação contra o crime organizado; é o desfecho provisório de uma carreira marcada por sombras e um retorno recente ao poder, agora novamente interrompido por suspeitas de quebra de sigilo e favorecimento a criminosos.

O Precedente na Justiça

Por conseguinte, o caso se torna um precedente de alta relevância para o Judiciário brasileiro. A prisão de um magistrado federal de tal patente por crimes relacionados à obstrução e corrupção demonstra a profundidade da crise e a determinação das autoridades em confrontar a blindagem de agentes públicos em qualquer esfera. Em conclusão, o histórico de Macário, desde a acusação de venda de sentenças até a prisão atual, coloca em evidência a urgência de mecanismos mais rigorosos de fiscalização e punição no sistema de justiça.

Fonte: O Globo RJ
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				<category>Notícias</category>
				<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 15:43:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF prende desembargador que relata caso TH Joias; operação havia mirado no presidente da Alerj]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/pf-prende-desembargador-relata-caso-th-joias/610934/</link>
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				<description><![CDATA[O desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), foi preso pela Polícia Federal (PF) na manhã desta terça-feira, 16 de dezembro. Ele é investigado na Operação Unha e Carne 2, fase complementar da ação que prendeu, no começo do mês, o então presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) Rodrigo Bacellar. 

A operação investiga o vazamento de informações sigilosas no âmbito da Operação Zargun, que prendeu, em setembro, o então deputado estadual Thiego Raimundo de Oliveira Santos, conhecido como TH Joias, e outras 17 pessoas por envolvimento com facções criminosas.

O desembargador Júdice Neto é relator do processo contra TH Joias. O magistrado está detido na superintendência da PF no Rio de Janeiro. Além da prisão preventiva, a operação Unha e Carne 2 cumpre dez mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, os dois estados da jurisdição do TRF2.

As ações foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e estão no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 635/RJ (ADPF das Favelas), que determina à PF investigações sobre a atuação dos principais grupos criminosos no estado e conexões com agentes públicos.

Defesa

Por meio de nota, a defesa do desembargador alega que o ministro Alexandre de Moraes, do STF. responsável pelo processo, “foi induzido a erro ao determinar a medida extrema”. O comunicado, assinado pelo advogado Fernando Augusto Fernandes, afirma que não foi disponibilizada cópia da decisão que decretou a prisão de Júdice Neto, “obstando o pleno exercício do contraditório e da ampla defesa”.

Segundo o advogado, nada foi encontrado na busca e apreensão. A defesa antecipa que, após ter acesso às informações, pedirá a soltura do desembargador.

“É preciso investigar a quem interessa o afastamento do desembargador que determinou prisões no Rio de Janeiro e a criação de versões mentirosas que levaram aos fatos de hoje. Todos os alvos de sua decisão como desembargador estão presos”, completa a nota.

Relembre o caso

A Operação Zargun teve como alvo principal o então deputado estadual TH Joias, em setembro. Ele é acusado de ligação com a facção criminosa Comando Vermelho (CV), que inclui a intermediação de compra e venda de armas. Ele tinha assumido uma vaga na Alerj como suplente, cargo que perdeu após a prisão, com a volta ao cargo do deputado titular.

No começo de dezembro, a primeira fase da Unha e Carne prendeu o então presidente da Alerj Rodrigo Bacellar, acusado de ter passado informações da Zargon para TH Joias. Bacellar chegou a ficar cinco dias presos, tendo sido libertado após uma decisão da Alerj que revogou a prisão. No dia seguinte à soltura, ele pediu licença do cargo.

Por decisão do ministro Alexandre de Moares, Bacellar tem que usar tornozeleira eletrônica e obedecer a algumas restrições, como permanecer afastado da presidência da Alerj, recolhimento domiciliar, proibição de se comunicar com outros investigados, suspensão de porte de arma e entrega de passaporte.

A decisão da Alerj está prevista na Constituição. Quando a Justiça decreta a prisão de um deputado federal ou estadual, a medida precisa ser ratificada pela respectiva Casa legislativa.

Agência Brasil
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 12:20:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Alvo de operação da PF, deputado Antônio Doido atira celulares pela janela para evitar apreensão]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/deputado-antonio-doido-atira-celulares-pela-janela-para-nao-ser-preso/610933/</link>
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				<description><![CDATA[Agentes da Polícia Federal encontraram o celular do deputado federal Antônio Doido (MDB-PA) na área externa do prédio onde ele mora em Brasília durante uma operação realizada na manhã desta terça-feira, 16 de dezembro.

A ação integra a Operação Igapó, que investiga um suposto esquema de corrupção envolvendo agentes públicos e privados. Segundo fontes ouvidas pela investigação, o aparelho teria sido jogado pela janela em uma tentativa de evitar a apreensão do material.

A equipe da Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão no apartamento funcional do parlamentar. O endereço fica em um dos prédios destinados a deputados federais na capital federal. Os agentes realizaram buscas no interior do imóvel e também no entorno do prédio, onde localizaram o celular atribuído ao deputado.

A Polícia Federal incluiu Antônio Doido como um dos investigados da Operação Igapó, que apura a atuação de uma organização criminosa com foco no desvio de recursos públicos.

De acordo com a corporação, o grupo teria usado fraudes em processos de licitação para direcionar contratos e acessar verbas públicas de forma irregular. Após o desvio, os envolvidos teriam utilizado os valores para o pagamento de vantagens indevidas e para ocultar patrimônio.

A investigação aponta que o esquema envolve diferentes níveis de atuação, com participação tanto de agentes públicos quanto de pessoas ligadas ao setor privado. A Polícia Federal afirma que o grupo teria operado de forma estruturada, com divisão de tarefas e estratégias para dificultar o rastreamento do dinheiro desviado.

Entre os crimes investigados estão corrupção eleitoral, corrupção ativa, corrupção passiva, crimes relacionados a licitações, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Esses delitos fazem parte do conjunto de suspeitas analisadas pelos investigadores a partir de documentos, movimentações financeiras e outros elementos reunidos ao longo da apuração. 

Operação Igapó

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (16/12), a Operação Igapó, com o objetivo de apurar a prática de crimes de corrupção exercidos por uma organização criminosa composta por agentes públicos e privados.

Os investigados teriam o objetivo de desviar verbas públicas por meio de fraudes em processos de licitação, com posterior utilização dos valores desviados no pagamento de vantagens indevidas e ocultação de patrimônio.

Policiais federais cumprem 31 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, no estado do Pará e no Distrito Federal.

Estão sendo apurados os delitos de corrupção eleitoral, corrupção ativa e passiva, crimes licitatórios, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 11:41:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ramagem saiu clandestinamente pela fronteira com a Guiana, diz diretor da PF]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/ramagem-saiu-clandestinamente-pela-fronteira-com-a-guiana-pf/610885/</link>
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				<description><![CDATA[O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, confirmou nesta segunda-feira, 15 de dezembro, que o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ) deixou o país clandestinamente pela fronteira com a Guiana e utilizou o passaporte diplomático para entrar nos Estados Unidos, para onde fugiu após ter sido condenado por tentativa de golpe de Estado.

“A rota [de fuga] parece muito clara, via Guiana, saindo clandestinamente do Brasil, não passando por nenhum ponto de fiscalização”, disse Rodrigues.

Ramagem foi visto em Miami, na Flórida, em novembro, pouco antes de a execução da pena de 16 anos, um mês e 15 dias de prisão ser decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), que então expediu um mandado de prisão preventiva contra o parlamentar.

Segundo a apuração feita pela PF, Ramagem obteve ajuda para deixar o país pela fronteira de Roraima, estado em que o parlamentar construiu carreira como delegado da própria PF.

Andrei Rodrigues confirmou a prisão no sábado (13), a mando de Moraes, de um homem que auxiliou o parlamentar a escapar. “Ele vai ser interrogado nos próximos dias”, disse.

“Chegou-se a esse grupo que teria facilitado a fuga do parlamentar”, acrescentou o diretor da PF, sem citar nomes. 

O homem preso pela PF já foi identificado, contudo, como sendo Celso Rodrigo de Mello, filho de Rodrigo Cataratas, conhecido por sua ligação com o garimpo.

Entenda

Ex-diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem foi condenado pelos crimes de golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa.

A Primeira Turma do STF considerou o parlamentar culpado por ter instrumentalizado a Abin em prol de manter o ex-presidente Jair Bolsonaro ilegalmente no poder.

Segundo as investigações, a agência foi utilizada para espionar adversários, além de produzir e disseminar notícias falsas e desinformação sobre o processo eleitoral.

Agência Brasil
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 17:31:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ex-assessora de Arthur Lira é alvo de operação da PF que investiga desvio de emendas]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/ex-assessora-arthur-lira-alvo-operacao-pf/610674/</link>
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				<description><![CDATA[Mariângela Fialek, ex-assessora do deputado federal Arthur Lira (PP-AL) e ex-presidente da Câmara do Deputados, é um dos alvos da Polícia Federal (PF), que realizou uma operação para investigar desvios na destinação de recursos públicos por meio de emendas parlamentares. A ação ocorreu nesta sexta-feira, 12 de dezembro.

Intitulada de Operação Transparência, dois mandados de busca e apreensão foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), pós autorização de Flávio Dino, ministro da Suprema Corte, e são cumpridos em Brasília.

Em atualização
]]></description>
				
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 11:05:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[MPF pede inquérito para investigar ex-nora de Lula em operação contra corrupção]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/mpf-pede-inquerito-para-investigar-ex-nora-de-lula-em-operacao-contra/610388/</link>
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				<description><![CDATA[O Ministério Público Federal (MPF) deu um novo passo na investigação da chamada Operação Coffee Break, apresentando denúncia contra nove pessoas suspeitas de envolvimento em um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro relacionado a verbas da Educação em cidades do interior paulista. Além disso, o MPF solicitou a abertura de um inquérito específico para apurar a participação da ex-nora de Lula, Carla Ariane Trindade, e de Kalil Bittar, ex-sócio de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

Participação da ex-nora de Lula nas investigações

Carla Ariane, que foi casada com Marcos Cláudio Lula da Silva, outro filho do presidente Lula (PT), terá sua eventual participação investigada em Brasília, segundo o MPF. A denúncia menciona que ela teria feito seis viagens à capital federal com despesas pagas pelo empresário André Mariano, dono da empresa Life, com o objetivo de captar recursos para municípios envolvidos no esquema.

Denúncia contra empresários e doleiros

O MPF acusa André Mariano e o doleiro Abdalla Ahmad Fares de liderarem uma rede de superfaturamento na contratação de livros por prefeituras paulistas. A operação envolvia ainda Eduardo Maculan, Claudia Terumi Okumura Rodrigues, Gilberto Barreiro, Paulo Rogério da Silva, João Raphael de Oliveira Kinack, Marcilio dos Santos Yamasita e Paulo de Matos Júnior, todos apontados como operadores financeiros do esquema ou intermediários no repasse de valores, inclusive em criptomoedas.

Alegações envolvendo Kalil Bittar

Além de Carla Ariane, Kalil Bittar também foi mencionado pela investigação. Segundo o MPF, ele teria recebido R$ 210 mil em “mesada” de Mariano, com intermediação da ex-esposa Erika Lemos dos Santos. A defesa de Kalil, contudo, afirma que os valores se referem a serviços prestados, negando qualquer pagamento como mesada.

Defesa dos envolvidos

A defesa de André Mariano também se manifestou, negando qualquer irregularidade e afirmando que ele não integra nem lidera organização criminosa. “Todos os esclarecimentos detalhados serão apresentados exclusivamente nos autos, em estrita observância às normas legais voltadas à tutela da intimidade dos envolvidos e à preservação do sigilo processual”, disseram os advogados.

Expansão da Operação Coffee Break

Com a solicitação de abertura de 24 novas investigações, a Operação Coffee Break segue se expandindo, envolvendo políticos locais e empresários do setor educacional, além de levantar suspeitas sobre viagens e repasses financeiros ligados à ex-nora de Lula. O andamento do caso será acompanhado de perto pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região, que analisará a denúncia apresentada pelo MPF.

A presença da ex-nora de Lula no epicentro das investigações reforça o debate sobre a atuação de familiares de autoridades em negócios privados e públicos, um tema sensível que vem chamando atenção da sociedade e da imprensa.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 17:25:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Polícia Federal prende sargento do Bope por vazar operação a integrantes do Comando Vermelho]]></title>
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				<description><![CDATA[Dois sargentos da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) foram presos na manhã desta segunda-feira, 8 de dezembro, pela Polícia Federal, com apoio do Batalhão de Operações Especiais (Bope), e da corregedoria da PM, suspeitos de vazarem informações sobre operações policiais nas comunidades fluminenses para uma das maiores facções criminosas do estado.

Entre os investigados está o sargento do Bope responsável pela escalação das equipes que participam das operações.

Na Operação Tredo, policiais federais do Grupo de Investigações Sensíveis (GISE) e da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) cumprem 11 mandados de prisão temporária e seis mandados de busca e apreensão.

As ordens judiciais foram expedidas pela 3ª Vara Especializada em Organização Criminosa do Rio de Janeiro. Um dos 11 alvos já havia sido preso na Operação Contenção, deflagrada no último mês. Foram apreendidos três veículos e aparelhos celulares dos investigados.

Segundo a PF, o cumprimento dos mandados visa ao aprofundamento das investigações, buscando identificar outros integrantes da facção criminosa que estejam infiltrados na estrutura estatal.

De acordo com a corporação, as investigações foram iniciadas a partir do compartilhamento de informações relacionadas à atuação de um militar da Marinha no fornecimento de drones e no treinamento de integrantes da facção criminosa para utilização desse equipamento. A troca de informações foi autorizada judicialmente no âmbito da Operação Buzz Bomb, deflagrada pela PF em setembro de 2024.

Com as informações obtidas, foi realizada nova investigação que culminou na identificação de policiais militares que repassavam informações a lideranças da organização criminosa, acerca de operações policiais planejadas para comunidades sob domínio do grupo.

Os investigados deverão responder pelos crimes de integrar organização criminosa armada, corrupção passiva e ativa, homicídio, tráfico de drogas, porte ilegal de arma e violação de sigilo funcional.

“O termo que dá nome à operação, “tredo”, significa traidor, aquele que rompe a confiança de outrem agindo com falsidade e deslealdade”, completa a PF.

Agência Brasil
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 13:03:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[PF tem acesso a conversas por celular de Lulinha com o Careca do INSS, diz site; confira detalhes]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) investiga Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS", com base em material apreendido em seu celular, incluindo conversas com Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. A informação é da coluna Andreza Matais, do Metrópoles.

Segundo a matéria, Edson Claro Medeiro Júnior, ex-funcionário de Antônio e empresário, entregou informações à PF, somando mais de 70h de depoimentos, onde relata o pagamento de uma suposta mesada de R$300 mil a Lulinha e o pagamento de mais R$25 milhões.

As apurações incluem mais de mil páginas de documentos, além de áudios e conversas de WhatsApp, que ajudam a traçar o caminho de parte do dinheiro do Careca do INSS.

Lulinha teria sido contratado para atuar na empresa de cannabis medicinal World Cannabis, onde Edson era diretor-executivo.

A investigação inclui documentos, áudios e conversas de WhatsApp, e apura a participação de Lulinha como sócio oculto da empresa em Portugal, que visava vender esses produtos ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Filho de Lula recebeu mesada

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS identificou indícios, apurados pela Polícia Federal, de que Fábio Luís Lula da Silva, 50 anos, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com Marisa Letícia, teria mantido relação de proximidade com Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, preso desde 12 de setembro de 2025. As informações foram divulgadas pelo Poder360.

Segundo o site, um depoimento considerado relevante sobre o esquema de fraudes na Previdência relatou que Fábio Luís, conhecido como Lulinha, teria recebido valores do Careca do INSS.

O relato menciona aproximadamente 25 milhões (sem especificar a moeda) e pagamentos mensais de “cerca de R$ 300 mil”, caracterizados como uma “mesada”. O período em que os repasses teriam ocorrido não foi detalhado.

Ainda de acordo com depoimentos colhidos nas investigações, o filho do presidente também teria realizado viagens a Portugal ao lado de Antônio Carlos Camilo Antunes.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 17:48:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[PF faz operação contra vazamento de fotos íntimas e abuso sexual de menores]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) faz nesta quinta-feira, 4 de dezembro, a Operação Poditor para combater os crimes de produção, armazenamento e disseminação de imagens íntimas de adultos e também

As autoridades têm como alvo um homem que mantinha relações sexuais com mulheres e armazenava fotos e vídeos sem que a vítima soubesse. O conteúdo era, mais tarde, distribuído a sites internacionais de pornografia adulta, expondo a identidade das mulheres.

Segundo comunicado da Polícia Federal, as imagens foram obtidas em São Paulo, no Rio de Janeiro e também no exterior. As vítimas acreditavam estar em ambiente seguro.

Por meio de mandados de busca e apreensão, foram coletados dispositivos eletrônicos, mídias e outros materiais usados ilegalmente.

Nazismo

Também na manhã desta quinta, a PF faz a Operação Valquíria, na Bahia, para reprimir ameaças a universidades federais e apologia ao nazismo.

A ação começou após o envio de e-mails de ameaças e apologia ao nazismo às instituições de ensino. Em investigações, as autoridades identificaram o principal suspeito.

As diligências dessa operação também são feitas em Belo Horizonte.

Agência Brasil

Prisão de homem

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu um homem de 18 anos por armazenar e compartilhar conteúdos pedopornográficos de uma ex-namorada de 13 anos na internet.

A operação Monitus foi realizada pela Delegacia Especial de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), em maio de 2024, com suporte de peritos do Instituto de Criminalística (IC). A investigação começou em agosto de 2023.

De acordo com a apuração policial, o acusado manteve um relacionamento com a adolescente, onde pedia que ela enviasse fotos e vídeos íntimos. Com esse conteúdo, o homem divulgou o material em perfis falsos criados por ele em uma rede social.

Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão na casa dele, no Itapoã, os policiais encontraram inúmeros conteúdos da adolescente armazenados no celular do autor. Ele foi preso em flagrante pelo armazenamento do material pedopornográfico e pode ser condenado a pena de até quatro anos de reclusão.

O nome na operação em latim significando advertência. Essa escolha se deve ao fato de o autor alegar ter compartilhado as imagens como uma forma de alerta à vítima, para que ela aprendesse a não enviar fotos íntimas a ninguém.

A ação policial realizada hoje integra a iniciativa "Caminhos Seguros", promovida pelo Ministério da Justiça, que tem como objetivo combater a exploração sexual de crianças e adolescentes.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 09:49:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Lewandowski demite Anderson Torres e Ramagem da PF após condenação no STF]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/lewandowski-demite-anderson-torres-e-ramagem-da-pf-stf/610004/</link>
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				<description><![CDATA[O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, assinou nesta quarta-feira, 3 de dezembro, as duas portarias que demitem Alexandre Ramagem e Anderson Torres dos respectivos cargos de delegados de carreira da Polícia Federal (PF).

Ambos foram condenados por participar do núcleo principal da trama golpista que tentou manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder, após as eleições de 2022.

Eles foram condenados pela primeira Cote do Supremo Tribunal Federal (STF) em setembro e, no dia 25 de novembro, o ministro Alexandre de Moraes estabeleceu o fim do processo e determinou a execução das penas, após o esgotamento dos recursos. 

A previsão do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) é que as duas portarias sejam publicadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira (4), conforme nota divulgada à imprensa.

 “Cumprindo decisão do Supremo Tribunal Federal sobre as perdas de cargo de Alexandre Ramagem Rodrigues e Anderson Gustavo Torres, o Ministério da Justiça e Segurança Pública editou, nesta quarta-feira (3), as portarias”, diz a nota pública.

A decisão proferida pela Primeira Turma do STF decretou a perda do cargo público dos réus. A condenação inclui ainda a perda do mandato parlamentar do deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ). 

Em novembro de 2025, o STF determinou o início do cumprimento da pena.

Ex-ministro da Justiça no governo de Bolsonaro e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres, cumpre pena de 24 anos no núcleo de custódia da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), localizado no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, chamado de Papudinha.

Em ação de busca e apreensão durante as investigações, um documento chamado de "minuta do golpe" foi encontrado impresso na casa do ex-ministro da Justiça, em Brasília.

Assim como os demais, foi condenado por organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

Atualmente, o deputado Ramagem está foragido em Miami, nos Estados Unidos, por isso ainda não foi preso.

O ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo de Jair Bolsonaro foi condenado a 16 anos e um mês e 15 dias, em regime inicial fechado, pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.

A Câmara dos Deputados ainda não formalizou a cassação (extinção) do mandato em seus registros, embora esteja obrigada a fazê-lo imediatamente após a comunicação da Justiça.

Agência Brasil
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 17:56:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF investiga desvio de emendas parlamentares em contratos irregulares; prejuízo é de R$ 22 milhões]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/pf-desvio-emendas-parlamentares-contratos-irregulares/609567/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) realiza uma operação, nesta sexta-feira, 28 de novembro, para apurar supostos desvios em pavimentação de rodovias financiadas por emendas parlamentares. A investigação calcula que o prejuízo aos cofres públicos foi de R$ 22 milhões.

A PF foi às ruas para cumprir 11 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), sendo nove em Fortaleza (CE) e dois em Natal (RN). Alvos da investigação são contratos do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS).  

A Controladoria-Geral da União (CGU) também participa da ação apelidada de Fake Road, que é rodovia falsa em inglês. A PF informou que os alvos são servidores públicos e representantes de empresas privadas.

A operação inclui ainda pedidos de bloqueio judicial de bens e valores, indisponibilidade de imóveis e veículos, busca pessoal e veicular, bem como a quebra de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático dos investigados.

A Agência Brasil entrou em contato com o DNOCS para comentar a operação, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

Emendas parlamentares

Até o momento, não há informação sobre deputados e senadores investigados. As chamadas emendas parlamentares são verbas do orçamento público destinadas pelos parlamentares para determinadas políticas públicas.

Nos últimos anos, as emendas parlamentares vem sendo alvos de diversas investigações da PF e da CGU.

No final de agosto, o ministro do STF Flávio Dino mandou a PF investigar 964 emendas individuais de parlamentares de transferência especial, chamadas “emenda Pix”, que somam R$ 694 milhões.

Emendas parlamentares vêm sendo alvo de bloqueios bilionários. Em dezembro de 2024, Dino suspendeu o pagamento de R$ 4,2 bilhões em emendas por suspeitas de irregularidades.

Agência Brasil
]]></description>
				
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 12:57:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF combate quadrilha por falsificar documentos e fraudar benefícios da assistência social]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/pf-quadrilha-falsificar-documentos-fraudar-beneficios/609441/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagrou, na quarta-feira, 26 de novembro, a Operação Avohai, contra um grupo suspeito de falsificar documentos e usá-los para receber indevidamente benefícios da assistência social. O esquema, segundo a PF, tinha atuação em diferentes estados do país.

A ação contou com o apoio do Núcleo de Inteligência (NUINT) do Ministério do Trabalho e Emprego e cumpriu oito mandados de busca e apreensão autorizados pela 13ª Vara Federal em Pernambuco. As ordens judiciais foram executadas simultaneamente em endereços residenciais no Rio Grande do Norte, Ceará, Minas Gerais, Acre e São Paulo.

A investigação começou após duas pessoas serem encaminhadas à Polícia Federal ao tentarem regularizar o CPF com documentos falsos durante atendimento na sede da Receita Federal, no Recife. A partir desse episódio, os investigadores identificaram uma estrutura com atuação interestadual voltada à obtenção de documentos oficiais em nomes fictícios. Com isso, o grupo solicitava e recebia benefícios irregulares do BPC/Loas destinado a idosos.

O nome da operação faz referência a uma expressão popular usada para indicar alguém que assume múltiplas identidades.

Da redação do Portal com informações da Polícia Federal.

Operação da PCPE

A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) realizou, nesta quinta-feira, 27 de novembro, a segunda fase da Operação Efeito Helicóptero, a 77ª ação de repressão qualificada realizada pela corporação em 2025. A nova etapa dá continuidade a uma investigação iniciada em outubro de 2022, voltada à identificação de um grupo criminoso envolvido em tráfico de drogas, financiamento do tráfico e lavagem de dinheiro com atuação interestadual. A primeira fase foi executada em outubro de 2023.

Nesta fase, estão sendo cumpridos 29 mandados de prisão e 25 ordens de busca e apreensão, além de determinações judiciais para bloqueio de contas, sequestro de bens e retenção de ativos financeiros. As medidas foram autorizadas pela 5ª Vara Criminal do Recife.

As diligências acontecem em diferentes municípios pernambucanos: Recife, Jaboatão dos Guararapes, Igarassu e Abreu e Lima, na Região Metropolitana; Tacaimbó e Itaquitinga, no Agreste e também em outras regiões do país. Os alvos estão distribuídos por Cascavel, no Paraná, Novo Mundo, Corumbá, Eldorado e Campo Grande, no Mato Grosso Sul, Uberlândia e Ituiutaba, em Minas Gerais, São Paulo e Cotia (SP) e Ji-Paraná, Roraima.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 09:30:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Anderson Torres é preso pela PF; ex-ministro de Bolsonaro vai cumprir pena na Papuda]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/anderson-torres-e-preso-pela-pf-ministro-de-bolsonaro/609310/</link>
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				<description><![CDATA[O ex-ministro da Justiça no Governo Bolsonaro e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres, foi preso na tarde desta terça-feira, 25 de novembro.

Pela manhã, agentes da Polícia Federal estiveram na residência do ex-ministro, no Jardim Botânico, área nobre de Brasília, mas não o encontraram. Pouco depois, a PF confirmou que a prisão ocorreu no escritório de seu advogado, Eumar Novacki, no Lago Sul.

Ex-delegado da própria corporação, Torres cumprirá pena no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, unidade conhecida como Papudinha.

Condenações

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou nesta terça-feira (25) o fim do processo para os réus do Núcleo 1 da trama golpista, ocorrida durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. 

Com a decisão, os mandados de prisão para cumprimento de pena foram cumpridos.

O trânsito em julgado do processo foi reconhecido pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, após o fim do prazo para apresentação de novos recursos, que terminou ontem (24). 

No dia 14 deste mês, por unanimidade, a Primeira Turma da Corte rejeitou o primeiro recurso de Bolsonaro e de mais seis réus.

Confira as penas definidas para os condenados:


	Jair Bolsonaro – ex-presidente da República: 27 anos e três meses;
	Walter Braga Netto - ex-ministro de Bolsonaro e candidato a vice-presidente na chapa de 2022: 26 anos;
	Almir Garnier - ex-comandante da Marinha: 24 anos; 
	Anderson Torres - ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal: 24 anos;
	Augusto Heleno - ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI): 21 anos; 
	Paulo Sérgio Nogueira - ex-ministro da Defesa: 19 anos; 
	Alexandre Ramagem - ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin): 16 anos, um mês e 15 dias.

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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 19:54:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Vídeo: veja cela em que Bolsonaro está preso na superintendência da PF]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/video-veja-cela-bolsonaro-esta-preso-superintendencia-da-pf/609283/</link>
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				<description><![CDATA[O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou nesta terça-feira, 25 de novembro, que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) permaneça na Superintendência da Polícia Federal em Brasília (veja o vídeo abaixo).

Ele está preso no local desde sábado, 22. Agora, cumprirá a pena de 27 anos e três meses pela trama golpista. A cela tem cerca de 12 metros quadrados (m²) que foi reformada recentemente.

O espaço tem paredes brancas, uma cama de solteiro, armários, mesa de apoio, televisão, frigobar, ar condicionado e uma janela, além de banheiro privativo. Ele não terá contato com outros presos e poderá sair para o banho de sol.

Confira o vídeo:





 


 

 



 




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Papuda

Transferir Bolsonaro para a Penitenciária da Papuda agora provocaria uma comoção popular e política que o STF tenta evitar diante do inevitável trauma institucional de prender um ex-presidente da República condenado por tentativa de golpe, a ordem na Corte é que isso seja feito da forma mais discreta possível.

A premissa funcionou quando Moraes determinou a prisão preventiva de Bolsonaro no sábado. Os agentes não divulgaram imagens do ex-presidente sendo levado para a carceragem da Polícia Federal, em uma mostra de que a instituição segue a mesma recomendação de tentar manter o fogo baixo.

Na segunda-feira, 24, houve troca de película da porta onde o ex-presidente foi avistado por fotógrafos no dia anterior, na intenção de preservar tanto quando possível a imagem do réu.

Um dos objetivos é ressaltar a diferença no estilo do atual comando da PF em relação à época da Lava Jato. Quando Luiz Inácio Lula da Silva foi preso, em 2018, havia uma multidão de apoiadores do petista no local, o que ressaltou a divergência política por trás da medida imposta pelo então juiz Sérgio Moro
]]></description>
				
									<media:content url="https://cdn.portaldeprefeitura.com.br/img/c/300/300/dn_arquivo/2025/11/jair-bolsonaro-esta-preso-na-superintendencia-da-pf.jpg" medium="image"/>
				
				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 16:47:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Augusto Heleno e Paulo Sérgio são presos pela PF após Moraes determinar início das penas]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/augusto-heleno-e-paulo-sergio-sao-presos-pela-pf-e-levados/609275/</link>
				<guid>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/augusto-heleno-e-paulo-sergio-sao-presos-pela-pf-e-levados/609275/</guid>
				<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou o início do cumprimento das penas dos oficiais-generais condenados por tentativa de golpe de Estado no mesmo processo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Os ex-generais Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira e o ex-almirante Almir Garnier ficarão presos em instalação militar.

A informação da ordem de detenção para início da pena foi confirmada por integrantes do Exército e da Polícia Federal.

Os generais ficarão detidos no Comando Militar do Planalto. A ordem de prisão foi executada pelo próprio Exército de forma coordenada e com participação da Polícia Federal.

Moraes também determinou a execução da pena do general Braga Netto que já está detido em quartel no Rio de Janeiro. Ele permanecerá no mesmo local onde já estava preso.

O prazo para apresentação de recursos se encerrou às 23h59 desta segunda-feira, última chance para contestar o acórdão da Primeira Turma que rejeitou os primeiros embargos de declaração e confirmou as condenações por tentativa de golpe de Estado.

Parte das defesas protocolou novos recursos no limite do prazo, mas Moraes rejeitou os pedidos e certificou o trânsito, abrindo caminho para o início do cumprimento definitivo das penas.

Com a certificação do trânsito em julgado, as prisões passam a valer como execução da pena, inicialmente em regime fechado.

Ao longo do dia de ontem [segunda-feira,24], as defesas de Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto apresentaram os segundos embargos de declaração, conhecidos como "embargos dos embargos", recurso usado para apontar supostas omissões na decisão anterior.

A jurisprudência da Corte, porém, considera esse tipo de movimento protelatório, destinado apenas a atrasar a execução da pena.

Em outra frente, as defesas de Almir Garnier e também de Braga Netto recorreram com embargos infringentes, que permitem o reexame do caso.

A jurisprudência do STF, no entanto, só admite esse recurso quando há mais de um voto pela absolvição. No julgamento do núcleo crucial da trama golpista, apenas o ministro Luiz Fux divergiu, o que torna os infringentes inviáveis.

O general Augusto Heleno, que chefiou o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) no governo Bolsonaro, foi condenado a 21 anos de prisão em regime inicial fechado.

Já Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa, recebeu pena de 19 anos. Walter Braga Netto, que foi ministro da Casa Civil e também da Defesa, foi condenado a 26 anos. O almirante Almir Garnier, ex-comandante da Marinha, também foi condenado a 24 anos de prisão em regime inicial fechado.

Estadão Conteúdo
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 16:12:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[PF investiga desvio de R$ 340 milhões em verbas destinadas a hospitais públicos; veja onde]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta terça-feira, 25 de novembro, nova fase da Operação Paralelo Cinco, a fim de desarticular uma organização criminosa ligada ao desvio de recursos na área da saúde, em Jaguari e Embu das Artes, municípios do Rio Grande do Sul e de São Paulo, respectivamente. Foram cumpridos 24 mandados de busca e apreensão e 2 mandados de prisão preventiva.

Os 20 investigados sofreram medidas cautelares, como afastamento de funções, suspensão de atividades econômicas, restrição de acesso a órgãos públicos e proibição de contato entre os envolvidos.

O inquérito policial da Operação Paralelo Cinco, iniciado em janeiro de 2024, investiga um sistema de desvio de recursos com a utilização de empresas de fachada e entidades interpostas.

Um grupo de empresários de Porto Alegre assumiu a gestão dos hospitais de Jaguari (RS) e Embu das Artes (SP) e receberam mais de R$ 340 milhões em recursos públicos entre 2022 e agosto de 2025. Os valores vinham de repasses municipais, estaduais e federais.

O grupo emitia notas fiscais falsas e ocultava o verdadeiro destino dos recursos. Rapidamente os valores repassados eram propagados para dezenas de contas de pessoas físicas e jurídicas. Os serviços contratados não apresentavam qualquer vínculo com as contas, o que beneficiava gestores da organização social.

O financiamento originalmente destinado aos hospitais era desviado para contas-convênios, cuja utilização era usada para o pagamento de despesas puramente pessoais, como aluguéis de imóveis de alto padrão, viagens de luxo e remunerações elevadas a funcionários sem prestação de serviços.

O Juízo das Garantias da 2ª Vara Federal de Santana do Livramento designou interventores nos hospitais municipais. A deflagração de hoje executou medidas de constrição patrimonial, que incluem o sequestro de 14 imóveis, apreensão de 53 veículos e uma embarcação. Também foram bloqueados mais de R$ 22,5 milhões em contas bancárias.

A PF prossegue com a investigação de novos elementos de informação, aprofundar o rastreamento de ativos e reforçar o conjunto probatório. Os suspeitos devem ser interrogados pelos crimes de organização criminosa, peculato, lavagem de capitais e outros delitos conexos.

A operação contou com apoio técnico do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul e da Controladoria-Geral da União.

Agência Brasil
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 13:13:00 -0300</pubDate>
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