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		<title>Portal de Prefeitura - Polícia Federal</title>
		
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				<title><![CDATA[PF pede abertura de terceiro inquérito contra Lulinha por suspeita de tráfico de influência]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um terceiro inquérito contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) (assista o vídeo abaixo).

A solicitação foi apresentada na semana passada e deverá ser distribuída a um ministro relator.

A nova investigação apura suspeitas de tráfico de influência envolvendo Lulinha e possíveis favorecimentos a empresas parceiras dele dentro do governo federal.

O advogado Marco Aurélio Carvalho, que representa Lulinha, criticou a abertura de novas apurações. “estão fazendo uma espécie de ‘melhor de 3’. Uma piada”, afirmou.

A segunda investigação instaurada contra o filho do presidente tem como foco a empresa 3Structure It LTDA, do setor de tecnologia.

Segundo informações do Portal da Transparência, a companhia possui contratos atualmente vigentes com o governo federal que somam R$ 55.721.051,62. Também foram registrados repasses de R$ 49 milhões, conforme informações divulgadas pela CNN.

Veja o vídeo:





 


 

 



 




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Na semana passada, a PF solicitou e o ministro André Mendonça autorizou a abertura de dois inquéritos contra Lulinha. As apurações tratam, em tese, de crimes de tráfico de influência e corrupção. Uma delas envolve o Ministério da Saúde, enquanto a outra tem como alvo possíveis irregularidades relacionadas à Dataprev.

O terceiro pedido, no entanto, não foi distribuído a Mendonça e ainda deverá ser encaminhado a um relator no STF.

A primeira investigação envolvendo Lulinha trata da regulamentação de produtos medicinais à base de cannabis e da atuação de Antônio Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. Segundo a apuração, Antunes teria custeado passagens de Lulinha para viagens à Europa.

Lula afirma que não protegerá seu filho

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, na última quinta-feira, 30 de julho, que não utilizará a Presidência da República para beneficiar o filho Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, após a autorização para abertura de um inquérito da Polícia Federal (PF).

A declaração ocorreu durante entrevista ao podcast Inteligência Ltda., depois que o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a investigação sobre suspeitas de tráfico de influência e corrupção envolvendo negócios relacionados à área de cannabis medicinal.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 17:08:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Relatório da PF aponta 74 ligações entre Jaques Wagner e ex-sócio do Banco Master]]></title>
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				<description><![CDATA[Relatório das investigações da Polícia Federal que embasou a operação policial Compliance Zero contra o ex-líder do governo Jaques Wagner apontou a existência de 74 ligações entre o senador e o ex-sócio do Banco Master, Augusto Ferreira Lima, também alvo das apurações. De acordo com os documentos tornados públicos pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), Wagner e Lima conversaram por cinco horas e trinta minutos nessas ligações.

A PF observa que o senador e o banqueiro tinham "nítida preferência" por conversas telefônicas, em vez de mensagens. E que eles chegavam a se falar várias vezes no mesmo dia. Os diálogos compreendem o período de novembro de 2023 a maio de 2025.

A defesa de Jaques Wagner ainda não se manifestou. Na ocasião da operação, ele negou ter atuado em favor do banqueiro.

Os documentos no processo mostram que Mendonça autorizou a PF a monitorar movimentos de celular de Jaques Wagner após a suspeita de vazamentos. O ministro citou que recebeu um pedido de audiência no seu gabinete no mesmo dia em que operação foi protocolada; defesa dele ainda não se manifestou.

A investigação da PF apura pagamentos de propina do Banco Master para Jaques Wagner e aponta que a compra de um apartamento de R$ 2,5 milhões para o senador usou o mesmo esquema da aquisição de imóveis de propina para o ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa. Além disso, a PF identificou que o dono do Master, Daniel Vorcaro, marcou encontro com Wagner no Senado, disponibilizou avião "em hangar discreto" para o senador e citou em um diálogo que o senador seria um intermediário para mandar recado a Lula.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 10:00:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[André Mendonça autoriza inquérito sobre repasses de Daniel Vorcaro ao filme 'Dark Horse']]></title>
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				<description><![CDATA[O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta quinta-feira, 23 de julho, a abertura de um inquérito para investigar repasses financeiros destinados à produção do filme Dark Horse, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão atende a um pedido da Polícia Federal (PF), que contou com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Antes de autorizar a investigação, Mendonça solicitou que a PGR se manifestasse sobre o caso. Com o aval do órgão, o ministro determinou a abertura do inquérito, que ficará sob responsabilidade da Polícia Federal.

O filme ganhou repercussão após o site The Intercept Brasil divulgar mensagens atribuídas ao senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. Nas conversas, Flávio teria solicitado recursos para financiar a produção cinematográfica.

PF vai investigar destino dos recursos

Segundo informações já apuradas pela Polícia Federal, as investigações devem abranger os repasses feitos por Daniel Vorcaro para o financiamento do filme e a suposta destinação de parte desses recursos ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos.

Em junho, os investigadores avaliavam três frentes de apuração: os repasses de R$ 61 milhões atribuídos a Daniel Vorcaro, a possível utilização de parte desse valor para custear despesas de Eduardo Bolsonaro no exterior e a indicação de emendas parlamentares para entidades ligadas à produtora responsável pelo longa-metragem.

Com a decisão de André Mendonça, o novo inquérito ficará responsável por investigar os repasses ao filme e a suposta transferência de recursos para Eduardo Bolsonaro. Já a apuração sobre a destinação de emendas parlamentares permanece em outro inquérito, conduzido pelo ministro Flávio Dino, também no Supremo Tribunal Federal.

Repasses de R$ 61 milhões estão entre os alvos

O valor de R$ 61 milhões foi divulgado em maio pelo site The Intercept Brasil, que publicou mensagens trocadas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. A Polícia Federal pretende confirmar o montante e verificar a origem e a destinação dos recursos.

De acordo com as investigações, o dinheiro teria sido encaminhado a um fundo responsável pelo financiamento do filme nos Estados Unidos por meio da empresa Entre Investimentos e Participações, que já era alvo de suspeitas de integrar um suposto esquema de fraudes relacionado ao Banco Master.

Entre os objetivos da investigação está verificar se os repasses tiveram relação com algum favorecimento ao senador Flávio Bolsonaro ou a integrantes de seu grupo político.

Flávio Bolsonaro nega qualquer irregularidade. Segundo o senador, ele apenas buscou financiamento privado para viabilizar a produção da cinebiografia de seu pai, Jair Bolsonaro.

Com a abertura do inquérito, a Polícia Federal dará continuidade às diligências para reunir documentos, analisar movimentações financeiras e esclarecer as circunstâncias envolvendo os repasses investigados. Até o momento, o STF não estabeleceu prazo para a conclusão das apurações.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:52:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Perfis fantasmas gastaram R$ 1,3 milhão em anúncios políticos contra Flávio Bolsonaro e Tarcísio]]></title>
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				<description><![CDATA[Uma rede de páginas com poucos seguidores e sem identificação clara de seus responsáveis teria investido cerca de R$ 1,3 milhão em anúncios políticos no Facebook e no Instagram para impulsionar conteúdos contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). As informações foram reveladas inicialmente pelo jornal O Globo e posteriormente confirmadas pela Folha de S.Paulo.

Segundo as reportagens, sete páginas que possuíam, no máximo, cerca de 400 seguidores cada utilizaram a ferramenta de anúncios da Meta para ampliar o alcance de vídeos e publicações com críticas aos dois políticos. Parte do material também promovia conteúdos favoráveis ao ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), apontado como pré-candidato ao governo paulista.

Estratégia chamou atenção pelo alto investimento

O levantamento indica que, apesar da baixa relevância orgânica das páginas, os perfis investiram R$ 1.299.214 em anúncios nos 90 dias anteriores à publicação da reportagem. Os conteúdos eram distribuídos por meio de diversos anúncios de menor valor, estratégia que, segundo especialistas ouvidos pela Folha, pode dificultar o rastreamento e a fiscalização das campanhas digitais.

As páginas identificadas foram Radar do Planalto, Dossier Brasil 24H, O Contra-Fluxo, Panorama Brasil, Olho no Erro, Contra a Maré e Lente Escura. De acordo com a investigação, os perfis apresentavam características semelhantes, como datas próximas de cadastro dos anunciantes, uso de legendas genéricas e ausência de informações que permitissem identificar seus responsáveis. Além disso, alguns estariam vinculados a sites sem conteúdo efetivo.

Especialistas apontam possível conflito com regras eleitorais

Especialistas em Direito Eleitoral ouvidos pela Folha de S.Paulo afirmam que a legislação brasileira estabelece que o impulsionamento de propaganda político-eleitoral deve ser realizado por atores autorizados, como partidos, federações, candidatos e pré-candidatos, além de exigir transparência quanto aos responsáveis pelo financiamento das campanhas.

Na avaliação da especialista Amanda Cunha, citada pela reportagem, o uso de perfis sem identificação pode representar uma tentativa de dificultar a fiscalização da Justiça Eleitoral e comprometer a transparência do debate político durante o período pré-eleitoral.

Meta não comentou o caso

Procurada pelas reportagens para esclarecer o funcionamento dos anúncios e informar quais medidas adotaria diante dos perfis identificados, a Meta, controladora do Facebook e do Instagram, não respondeu especificamente aos questionamentos sobre o caso. Segundo a Folha, a empresa encaminhou apenas informações gerais sobre suas políticas para anúncios relacionados à política e às eleições de 2026.

Até o momento, não houve divulgação pública sobre a identidade dos responsáveis pelas páginas nem confirmação oficial sobre quem financiou os anúncios impulsionados. Também não há informação sobre eventual investigação da Justiça Eleitoral ou de outros órgãos de controle em relação ao caso.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:58:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[PF marca depoimento de Jaques Wagner, aliado de Lula, por suposta propina do Banco Master ]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal intimou o senador Jaques Wagner (PT-BA), ex-líder do governo Lula, para prestar depoimento no início de agosto sobre as suspeitas de recebimento de propina do Banco Master.

A PF quer ouvir as explicações do senador sobre o pedido feito por ele ao ex-sócio do Master Augusto Lima para a compra de um apartamento de R$ 2,5 milhões em Salvador, destinado à sua filha Os investigadores também devem questioná-lo sobre a tentativa de venda de um terreno em Camaçari por R$ 15,8 milhões um dia depois do cumprimento de busca e apreensão contra o senador. A transação foi revelada no sábado, 18, pelo Estadão.

A data inicialmente prevista para o depoimento é o dia 7 de agosto, mas a defesa do senador ainda pode pedir sua dispensa. Procurada, a defesa não respondeu se ele vai comparecer.

Em entrevista concedida após a operação, Wagner admitiu ter pedido a Augusto Lima a compra do apartamento, mas disse que pretendia pagá-lo posteriormente e negou ter favorecido o Master em sua atuação no Senado.

Na mesma semana, a PF também deve interrogar outros investigados do inquérito envolvendo Jaques Wagner. O Estadão revelou que o senador registrou em cartório no dia 19 de junho, um dia depois da busca e apreensão, uma operação de venda de um terreno em Camaçari, na região metropolitana de Salvador, por R$ 15,8 milhões. A operação foi barrada pelo 1.º Ofício de Registro de Imóveis de Camaçari após bloqueio de bens determinado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do caso.

"Em cumprimento ao protocolo nº (...), expedido pelo ministro André Luiz de Almeida Mendonça, fica averbada nesta data a indisponibilidade sobre o imóvel objeto da matrícula supra, de propriedade de Jaques Wagner", registrou o cartório.

Sua defesa negou irregularidades e afirmou que "a venda do imóvel é resultado de uma negociação iniciada em 2024 e formalizada em 2025 pelo City Football Group, conforme demonstram os documentos".

"O acordo previa a permuta do imóvel por lotes do empreendimento e o pagamento antecipado de R$ 2 milhões, valor devidamente declarado, com o recolhimento do imposto sobre o ganho de capital (DARF pago em 30/06/2025). A escritura publica foi lavrada em maio de 2026, preservando a natureza da operação como uma permuta", diz a defesa.

Terreno vendido para empreendimento imobiliário

A área pertencente ao senador está localizada na Região Metropolitana de Salvador e foi vendida a uma empresa que tem como sócio o Grupo City, dono da SAF que comanda atualmente o Esporte Clube Bahia, em conjunto com empresas do ramo imobiliário. A previsão é que o terreno faça parte de um empreendimento imobiliário que vai funcionar em anexo a um novo centro de treinamento do clube.

Questionada sobre a transação, a diretoria de comunicação do Bahia afirmou que foram comprados terrenos de quatro proprietários diferentes na região, com critérios de mercado, e que o de Jaques Wagner correspondia a 9,6% do total. Disse ainda que o bloqueio não vai prejudicar a construção do empreendimento

Já a Lagoons Empreendimentos, a empresa compradora do terreno, afirmou que "o processo de aquisição de imóveis foi iniciado em 2024, dando inicio à compra de terrenos de diferentes proprietários, seguindo critérios técnicos relacionados à implantação do empreendimento". Segundo a Lagoons, "o terreno mencionado foi adquirido em maio de 2025 e integra 9,6% do espaço onde será implantado o empreendimento anexo ao Centro de Treinamento do Esporte Clube Bahia SAF".

"Todas as aquisições realizadas seguiram critérios de mercado e foram validadas por consultorias independentes, além de passar por uma due diligence, incluindo a obtenção das certidões emitidas pelo Cartório de Registro de Imóveis, que não apontavam qualquer restrição que impedisse a realização da escritura pública de compra e venda", destaca a nota a empresa.

"Assim, o comprador apenas deu prosseguimento aos trâmites registrais necessários à formalização da transferência do imóvel, iniciada em Maio de 2025", completa.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 14:15:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Partido Missão antecipa convenção para garantir apoio da PF e oficializa Renan Santos à Presidência ]]></title>
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				<description><![CDATA[O partido Missão antecipou sua convenção nacional e oficializou, na manhã desta segunda-feira, 20, a candidatura de Renan Santos à Presidência da República.

A informação foi divulgada pelo próprio partido. A convenção estava inicialmente marcada para 1º de agosto, mas foi antecipada, segundo a legenda, para que o candidato pudesse contar com o apoio da Polícia Federal durante o evento público de lançamento da campanha, mantido para 1º de agosto.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o presidenciável afirmou que a decisão foi tomada por orientação da equipe de segurança após novos episódios de intimidação atribuídos a facções criminosas.

Renan disse ter retornado do Ceará após ameaças de duas organizações criminosas e afirmou ter sido alvo de novas intimidações em São Paulo, onde reside. Também relatou que, durante agenda no Rio de Janeiro, voltou a ser ameaçado pelo Comando Vermelho (CV).

O evento de 1º de agosto reunirá lideranças, filiados e apoiadores e marcará a apresentação pública da candidatura de Renan. Na ocasião, também será apresentado o Livro Amarelo, documento que reúne as principais propostas da campanha para áreas como segurança pública, economia, educação, infraestrutura e reforma do Estado.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 13:34:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[PF monta esquema para proteger candidatos à Presidência com drones, blindados e kit antibomba]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) começa na segunda-feira, 20 de julho, uma operação nacional para proteger os candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026.

A estrutura mobilizará até 458 servidores e contará com veículos blindados, equipamentos antidrone e kits de vistoria antibomba, com orçamento estimado em R$ 95 milhões.

A proteção poderá ser iniciada após a homologação das candidaturas nas convenções partidárias e a solicitação formal pelas respectivas campanhas.

A estrutura foi dimensionada para atender, simultaneamente, até dez candidaturas, com equipes especializadas atuando em todos os Estados e com acompanhamento permanente das agendas de campanha

A corporação afirma que vai aplicar os mesmos critérios técnicos a todas as candidaturas, com o efetivo e os recursos definidos de forma individualizada conforme o nível de risco.

Por razões operacionais, a PF não divulgará a classificação de risco atribuída a cada candidato nem o número de servidores destinado a cada equipe.

Cada candidatura terá um planejamento próprio, elaborado a partir da análise de risco e atualizado conforme a evolução das ameaças e as características de cada compromisso.

Antes das agendas, equipes precursoras fazem o reconhecimento dos locais e articulam as medidas necessárias com as forças de segurança estaduais e municipais, segundo a corporação.

A adesão ao serviço é uma decisão do candidato - campanhas que optarem por não utilizá-lo terão a decisão respeitada, mas poderão voltar atrás a qualquer momento.

A operação foi precedida por um ciclo de capacitação que formou ou aperfeiçoou mais de 600 profissionais em áreas que incluem direção veicular, primeiros socorros e operação de drones.

Atualmente, a corrida presidencial conta com 12 pré-candidatos apontados pelos partidos: Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Augusto Cury (Avante), Cabo Daciolo (Mobiliza), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara Martins (UP) e Leonardo Avalanche (PRTB). Também ocorre uma disputa interna pela legenda do DC entre Joaquim Barbosa e Aldo Rebelo.

Os nomes que de fato vão disputar o Palácio do Planalto, no entanto, só serão homologados após as convenções partidárias, que começam em 20 de julho, com o registro de candidaturas seguindo até 15 de agosto.

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 17:51:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Arma de Bolsonaro apreendida pela PF foi customizada com pintura da bandeira do Brasil]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/arma-de-bolsonaro-apreendida-customizada-bandeira-do-brasil/626710/</link>
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				<description><![CDATA[A espingarda do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que foi apreendida pela Polícia Federal (PF) na última quarta-feira, 8 de julho, foi customizada com a bandeira do Brasil

A arma foi um presente dado ao ex-mandatário por um fabricante de armamentos. O equipamento estava na empresa, em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a apreensão de todas as armas registradas em nome de Jair Bolsonaro. A medida ocorreu após uma pistola do ex-presidente ter sido encontrada com um de seus seguranças parado durante uma blitz policial em 16 de junho em Brasília.

A espingarda personalizada era a última arma de Bolsonaro que faltava ser apreendida pela PF. Ela havia sido dada em 2022 ao ex-presidente e já havia sido transferida para o seu nome no sistema nacional de armas. Mas o ex-mandatário nunca buscou o presente no Rio Grande do Sul.

A defesa de Bolsonaro havia comunicado ao STF que a espingarda estava com a empresa, mas não chegou a fornecer a localização exata do item nem a documentação que comprovasse isso.

Segundo a PF, o representante da companhia demonstrou "boa-fé e pleno intento de colaborar com a Justiça" e pediu que a corporação buscasse o armamento em sua casa.

A foto da espingarda Maestro Arms Company foi anexada em um documento enviado pela PF ao STF.

"A arma encontrava-se acondicionada em um case, acompanhada de carregadores desmuniciados, apresentando customização estética com as cores da bandeira nacional e a inscrição ‘Ordem e Progresso’", descreveu o delegado responsável pela apreensão.

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 19:01:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[PF mira empresário contratado por Vorcaro para intimidar jornalistas no caso Master]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira, 9 de julho, a 10ª fase da Operação Compliance Zero, que apura fraudes no Banco Master.

O alvo desta fase é o empresário Thiago Miranda, acusado de ter ligação com o banqueiro Daniel Vorcaro e atuar para intimidar jornalistas e servidores do Banco Central pelas redes sociais.

As buscas da PF foram autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do caso.

De acordo com as investigações da PF, recursos do esquema de fraudes no Master foram usados por Vorcaro para promover campanhas de desinformação na mídia tradicional e na digital. O trabalho era realizado por influenciadores contratados.

Segundo a PF, Vorcaro estruturou uma "organização criminosa" para blindar os atos ilícitos da gestão dele no Master.

Conforme a decisão do ministro, Thiago Miranda, ex-sócio do Portal Léo Dias, foi responsável pelo monitoramento da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo. A profissional publicou grande parte dos furos jornalísticos envolvendo as fraudes no banco de Vorcaro.

"Os elementos analisados apontam que Thiago Miranda desempenhava papel central nessas iniciativas, sendo o principal responsável por realizar pesquisas e levantamentos acerca da vida privada da jornalista em questão", afirmou.

Itaú

De acordo com a apuração, Thiago Miranda também teria participado do trabalho de levantamento de informações sigilosas contra Milton Maluhy Filho, CEO do Itaú.

"Nos diálogos identificados, Daniel Vorcaro envia as seguintes mensagens à Thiago Mirante: Estou precisando fazer um levantamento do Milton Maluhy. Está me causando muito problema. Me ajuda nisso? No minuto seguinte, Thiago responde: Deixa comigo", diz trecho da investigação.

Agência Brasil

A Turma

Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, dono do antigo Banco Master, desempenhava papel central no gerenciamento do grupo denominado A Turma, apontado pela Polícia Federal (PF) como milícia pessoal do ex-banqueiro. 

No dia 14 de maio, Henrique foi preso nba 6ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras bilionárias envolvendo o Banco Master e a atuação de Daniel Vorcaro junto a agentes públicos. 

O alvo principal da fase deflagrada hoje são os grupos denominados A Turma e Os Meninos. Segundo relatório encaminhado pela PF ao Supremo Tribunal Federal (STF), ambos eram formados por agentes que realizavam ações de monitoramento e intimidação de desafetos de Henrique e Daniel Vorcaro. 

“Em síntese, o que se extrai, nesta fase, é que HENRIQUE MOURA VORCARO não apenas se beneficiava dos serviços ilícitos da Turma, mas os solicitava, os fomentava financeiramente e permanecia em contato com seus operadores mesmo após o avanço ostensivo das investigações, revelando vínculo funcional intenso, contemporâneo e indispensável à manutenção do grupo criminoso”, descreve o ministro do STF André Mendonça, que autorizou a prisão.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:32:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF recebe última arma vinculada a Bolsonaro após homem procurar a corporação no Rio Grande do Sul ]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) apreendeu, nesta quarta-feira, 8 de julho, uma espingarda registrada em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O armamento foi localizado em Cachoeirinha, no Rio Grande do Sul, após um homem procurar espontaneamente a corporação para informar que estava com a arma e manifestar interesse em entregá-la.

De acordo com a Polícia Federal, não havia possibilidade de regularizar o transporte da espingarda até uma unidade policial. Por esse motivo, agentes foram até o endereço informado para recolher o armamento e adotar os procedimentos previstos pela legislação.

Segundo as informações divulgadas, a espingarda era a última arma registrada em nome de Bolsonaro que ainda não havia sido apreendida em cumprimento à determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

PF realiza buscas por armamentos

A apreensão ocorreu no mesmo dia em que a Polícia Federal realizou buscas na residência do ex-presidente para localizar armas de fogo, munições, acessórios e documentos de registro. A diligência foi autorizada pelo STF, mas, conforme informado pela corporação, nenhum armamento foi encontrado no imóvel.

A decisão que autorizou as buscas foi tomada pelo ministro Alexandre de Moraes após o surgimento de informações indicando divergências entre a quantidade de armas registradas em nome de Jair Bolsonaro e aquelas que haviam sido efetivamente entregues aos órgãos competentes.

Na decisão, Moraes afirmou que os dados apresentados nos autos apontavam uma possível diferença entre o número de armas registradas e o material já recolhido. Para o ministro, essa situação justificava a adoção de medidas para localizar eventuais armamentos ainda vinculados ao ex-presidente.

O magistrado também destacou que a permanência de armas em nome de Bolsonaro seria incompatível com a condição de prisão domiciliar à qual o ex-presidente está submetido.

Prisão e recolhimento 

Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão. Desde 24 de março deste ano, ele está em prisão domiciliar humanitária. A medida foi inicialmente concedida por 90 dias e, posteriormente, prorrogada por decisão do ministro Alexandre de Moraes.

Na última sexta-feira, Moraes decidiu manter a prisão domiciliar e determinou a revogação do Registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC) do ex-presidente. A decisão também estabeleceu a apreensão imediata de todas as armas de fogo registradas em seu nome.

A medida foi adotada após uma pistola registrada em nome de Bolsonaro ter sido apreendida durante uma blitz no Distrito Federal.

Em manifestação encaminhada ao Supremo Tribunal Federal, a defesa do ex-presidente informou que, das dez armas citadas na primeira decisão judicial, duas já haviam sido entregues à Polícia Federal em 2023, por determinação do Tribunal de Contas da União (TCU). As outras oito, segundo os advogados, estariam sob guarda do Batalhão de Polícia do Exército, em Brasília.

Após essa informação, Alexandre de Moraes determinou que o Exército encaminhasse as oito armas à Polícia Federal no prazo de 48 horas. Também determinou que a PF confirmasse a guarda das duas armas entregues anteriormente.

No último domingo, o Comando do Batalhão de Polícia do Exército informou ao STF que não possuía duas das oito armas mencionadas pela defesa. Segundo os militares, apenas seis armamentos haviam sido efetivamente entregues à Polícia Federal.

Após a manifestação do Exército, a defesa de Jair Bolsonaro informou que realizou uma nova conferência do armamento registrado em nome do ex-presidente. Segundo os advogados, uma das armas restantes, justamente a espingarda apreendida nesta quarta-feira, estava em uma importadora localizada no Rio Grande do Sul.

Entrega voluntária

Com a entrega voluntária da espingarda e sua apreensão pela Polícia Federal, o armamento passou a ficar sob responsabilidade da corporação, conforme determinado pelo Supremo Tribunal Federal.

O recolhimento da espingarda encerra a busca pela última arma registrada em nome de Jair Bolsonaro que ainda não havia sido localizada pelas autoridades. O caso integra o cumprimento das decisões judiciais relacionadas à situação processual do ex-presidente e ao recolhimento dos armamentos vinculados ao seu registro.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:48:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF diz que não encontrou armas de Bolsonaro após cumprir busca na casa do ex-presidente]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) não encontrou armas de fogo durante a busca e apreensão realizada nesta quarta-feira, 8 de julho, na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com o relatório da operação, os agentes permaneceram na residência entre 7h e 8h30 e não fizeram nenhuma apreensão. 

A medida foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após o surgimento de divergências sobre a localização das armas que estão registradas legalmente em nome do ex-presidente.

Na última sexta-feira (3), Moraes determinou a suspensão do porte de arma de Bolsonaro e a apreensão do arsenal, que, segundo a defesa do ex-presidente, estava guardado nas instalações do Exército. 

Após a determinação, a corporação afirmou que duas das seis armas pertencentes ao ex-presidente não foram entregues à PF, como determinou o ministro, porque não foram localizadas.

Em seguida, os advogados esclareceram ao STF que a espingarda que não foi localizada é um presente recebido pelo ex-presidente e está em uma importadora bélica no Rio Grande do Sul. 

Sobre a segunda arma, a defesa disse que a pistola Glock é a mesma que foi apreendida com o segurança do ex-presidente e está acautelada na Polícia Civil do Distrito Federal.

Diante da divergência de versões, Moraes determinou as buscas na manhã desta quarta-feira.

Apesar de a Polícia Civil do Distrito Federal não ter indiciado o ex-presidente e afirmar que as armas estão legalizadas, Moraes entende que a posse de armamentos não é compatível com o cumprimento da pena de prisão.

No ano passado, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo de trama golpista. Em seguida, após passar por uma cirurgia, ele ganhou o direito de cumprir prisão domiciliar temporária. Ele se recupera de uma pneumonia bacteriana.

Agência Brasil
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 16:19:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Exército informa ao STF que entregou seis armas de Bolsonaro à PF, mas diz que faltam duas]]></title>
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				<description><![CDATA[O Exército informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira, 6, que entregou à Polícia Federal (PF) seis das oito armas registradas em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A manifestação foi enviada ao ministro Alexandre de Moraes após o magistrado determinar que o arsenal fosse encaminhado à PF no prazo de 48 horas.

Em ofício assinado pelo comandante do Batalhão de Polícia do Exército de Brasília, tenente-coronel Caio de Vargas Lisboa, a corporação afirmou que duas das armas listadas não estavam sob sua custódia: uma pistola Glock calibre nove milímetros e uma espingarda calibre 12 da fabricante Maestro Arms Company.

Após a manifestação do Exército, a defesa de Bolsonaro se pronunciou sobre o paradeiro dos dois equipamentos.

Segundo os advogados, a pistola é a mesma apreendida durante uma blitz em posse de militar que atua na segurança de Bolsonaro e se encontra acautelada pela Polícia Civil do Distrito Federal.

Já a espingarda, afirmam, foi dada de presente a Bolsonaro, mas nunca chegou a ser retirada e permanece sob a guarda de uma empresa importadora de artigos bélicos em Caxias do Sul (RS).

A defesa sugere que o STF oficie a empresa para confirmar a custódia da espingarda e providenciar sua entrega às autoridades Veja a lista de armas que Moraes determinou que fossem entregues à PF:


	Pistola Forjas Taurus (.380 Automatic);
	Pistola Forjas Taurus (.40 Smith & Wesson);
	Pistola Glock (9x19 mm Parabellum);
	Carabina/Fuzil Springfield Armory (7,62x51 mm);
	Espingarda Typhoon (12 GA);
	Pistola Arex (9x19 mm Parabellum);
	Pistola SIG-Sauer (9x19 mm Parabellum);
	Espingarda Maestro Arms Company (12 GA).


A entrega do arsenal foi determinada após o ministro autorizar a manutenção da prisão domiciliar humanitária do ex-presidente, mas revogar seu porte de arma e o certificado de registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC).

Em parecer sobre a apreensão da arma do ex-chefe do Executivo em posse de um segurança no dia 16 de junho, a Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou que o episódio não configurava falta grave.

O Ministério Público Federal sustentou, no entanto, que a posse de arma é incompatível com a situação jurídica do ex-presidente. Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses, condenado pelo STF por liderar tentativa de golpe de Estado.

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 18:39:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[André Fernandes (PL-CE) acusa governo do Ceará de enterrar pés de maconha após operação policial]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/policia/andre-fernandes-acusa-governo-ceara-enterrar-maconha-operacao-policial/625950/</link>
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				<description><![CDATA[Uma nova polêmica envolvendo a erradicação de plantações de maconha no Ceará ganhou repercussão nacional após o deputado federal André Fernandes (PL-CE) divulgar um vídeo em que afirma ter encontrado pés de maconha enterrados em uma área onde havia sido realizada uma operação das forças de segurança estaduais.

Segundo o parlamentar, a visita ocorreu dias após uma ação policial em uma propriedade rural conhecida como "Fazenda da Maconha", localizada no município de Acopiara, no interior do Ceará. De acordo com André Fernandes, a droga deveria ter sido completamente destruída por meio de incineração, mas parte do material teria sido apenas coberta por terra.

As imagens publicadas nas redes sociais mostram o deputado utilizando uma pá para retirar do solo o que ele identifica como pés de maconha. O caso passou a gerar debate político e motivou novos pedidos de investigação sobre os procedimentos adotados durante a operação.

Deputado diz que encontrou droga enterrada

No vídeo divulgado, André Fernandes afirma que retornou ao local para verificar se toda a plantação havia sido destruída, conforme compromisso anunciado pelo Governo do Ceará após denúncias anteriores.

Durante a gravação, o parlamentar mostra marcas de máquinas no terreno e aponta uma área onde, segundo ele, havia movimentação recente de terra. Em seguida, cava o solo e retira plantas que afirma serem pés de maconha.

O deputado sustenta que o material encontrado demonstra que parte da droga não teria sido incinerada, como determina o procedimento normalmente adotado em operações de combate ao tráfico de drogas.

Ainda durante a gravação, agentes da Polícia Civil chegam ao local e conversam com o parlamentar, que informa estar no terreno para verificar uma possível irregularidade na destinação do material apreendido.





 


 

 



 




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Governo do Ceará acompanha investigação

Após a repercussão do caso, o Governo do Ceará informou anteriormente que a atuação dos policiais envolvidos já está sendo analisada pelos órgãos competentes.

A Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário (CGD) instaurou procedimento para apurar todas as circunstâncias relacionadas à operação.

Além disso, o governador Elmano de Freitas (PT) declarou que as denúncias apresentadas pela oposição contribuíram para que os fatos fossem analisados pelos órgãos de controle, reforçando que eventuais irregularidades deverão ser esclarecidas durante a investigação.

Até o momento, não houve manifestação oficial confirmando que a droga encontrada pelo deputado fazia parte do material apreendido na operação ou explicando os procedimentos adotados no local.

PL do Ceará aciona órgãos de investigação

Após a divulgação das novas imagens, o diretório estadual do Partido Liberal anunciou que encaminhará representações aos órgãos de controle para que o caso seja investigado.

Segundo o partido, os documentos serão enviados ao Ministério Público Federal (MPF), à Polícia Federal e ao Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), com pedido para apuração da destinação da droga e da atuação dos agentes responsáveis pela operação.

A legenda afirma que pretende acompanhar o andamento das investigações até que todas as circunstâncias sejam esclarecidas pelas autoridades competentes.

Caso amplia debate sobre procedimentos policiais

O episódio reacendeu discussões sobre os protocolos utilizados em operações de erradicação de plantações de drogas ilícitas e sobre a necessidade de fiscalização durante a destruição do material apreendido.

Especialistas em segurança pública destacam que a legislação prevê procedimentos específicos para a destruição de entorpecentes, normalmente acompanhados por autoridades responsáveis e registrados oficialmente para garantir a rastreabilidade das apreensões.

No entanto, a confirmação de eventual irregularidade depende da conclusão das investigações conduzidas pelos órgãos competentes.

Enquanto isso, o caso segue repercutindo no cenário político cearense, com troca de críticas entre oposição e governo estadual. A expectativa é de que os laudos periciais e as apurações oficiais esclareçam se houve falha operacional durante a ação policial ou se o material encontrado possui outra origem.

Até a conclusão das investigações, as alegações apresentadas pelo deputado permanecem sob análise das autoridades responsáveis.
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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 18:05:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF conclui que Flávio Bolsonaro caluniou Lula ao dizer que presidente cometeu tráfico de drogas]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pf-flavio-bolsonaro-caluniou-lula-presidente-trafico-drogas/625375/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) concluiu nesta sexta-feira, 26 de junho, que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cometeu o crime de calúnia contra o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em postagem nas redes sociais.

A conclusão da PF consta no relatório final do inquérito aberto pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para apurar o caso.

A ação se trata da postagem feita por Flávio na rede social X, no dia 3 de janeiro deste ano, quando o ex-presidente da Venezuela Nicolás Maduro foi capturado pelos Estados Unidos. 

Na publicação, o senador declarou: “Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas".

Na avaliação da PF, o senador imputou falsamente ao presidente os crimes citados.

"Fica claro, portanto, que o senador Flavio Bolsonaro, através de sua postagem, imputou falsamente ao presidente Lula o cometimento dos crimes de tráfico internacional de drogas, tráfico internacional de arma e lavagem de dinheiro, crimes estes expressamente tipificados em nosso ordenamento jurídico", disse a PF.

Após encerrar a investigação, a PF enviou o caso para providências do Supremo. O próximo passo será a remessa para a Procuradoria-Geral da República (PGR).

Agência Brasil

Rejeição de Lula e Flávio Bolsonaro

A nova pesquisa PoderData/Aya traçou um panorama do cenário político brasileiro atual a pouco meses das eleições presidenciais de 2026. O levantamento revela que os principais nomes associados à disputa nacional apresentam elevados índices de rejeição, reforçando um quadro de forte polarização entre os eleitores.

De acordo com os dados divulgados pelo instituto, 50% dos entrevistados afirmaram que não votariam no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de jeito nenhum.

O percentual evidencia a resistência de uma parcela significativa do eleitorado ao atual chefe do Executivo, que poderá disputar a reeleição caso decida concorrer ao pleito.

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece em situação semelhante. Segundo a pesquisa, 48% dos entrevistados disseram que não votariam nele em nenhuma hipótese.

O resultado demonstra que, apesar de manter uma base de apoiadores consolidada, o parlamentar também enfrenta um nível elevado de rejeição entre os eleitores brasileiros.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 20:12:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Rumble e Trump Media pedem que Justiça dos EUA julgue Moraes à revelia]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/rumble-trump-media-pedem-revelia-moraes-justica-eua/624814/</link>
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				<description><![CDATA[As empresas Rumble e Trump Media & Technology Group solicitaram à Justiça dos Estados Unidos que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), seja declarado à revelia em uma ação que tramita em um tribunal federal da Flórida. O pedido foi apresentado após o encerramento do prazo estabelecido pela corte para que o magistrado apresentasse manifestação formal no processo.

O caso adiciona um novo capítulo à disputa jurídica envolvendo decisões do Judiciário brasileiro relacionadas à atuação de plataformas digitais e ao alcance de determinações judiciais em ambientes internacionais. A ação tem sido acompanhada de perto por especialistas em direito digital, liberdade de expressão e relações internacionais.

Segundo os autores do processo, o prazo para apresentação de resposta teria sido encerrado sem que houvesse manifestação formal do ministro perante a corte norte-americana. Com base nisso, as empresas requereram que o tribunal dê continuidade ao processo mesmo sem a participação da defesa do magistrado.

Entenda o que está em discussão

A ação apresentada pelas empresas questiona decisões judiciais emitidas no Brasil que determinaram bloqueios de perfis, remoção de conteúdos e outras medidas relacionadas a usuários de plataformas digitais.

Os autores sustentam que determinadas ordens produziriam efeitos que ultrapassariam o território brasileiro, alcançando empresas e cidadãos localizados nos Estados Unidos. Com esse argumento, as plataformas buscam que a Justiça americana analise a validade e os impactos dessas determinações dentro da jurisdição norte-americana.

Entre os episódios mencionados na ação está o bloqueio de perfis ligados ao jornalista Allan dos Santos, alvo de decisões judiciais no Brasil nos últimos anos.

AGU tenta encerrar processo

O caso também mobilizou o governo brasileiro. A Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou manifestação ao tribunal da Flórida defendendo a extinção da ação.

O principal argumento é que decisões proferidas por integrantes do Supremo Tribunal Federal estariam protegidas por princípios ligados à soberania nacional e à imunidade de jurisdição, o que impediria sua análise por tribunais estrangeiros.

Para a AGU, permitir que uma corte norte-americana examine atos praticados por um ministro da Suprema Corte brasileira poderia gerar questionamentos sobre a autonomia das instituições nacionais.

Por outro lado, os advogados das empresas afirmam que a manifestação do governo brasileiro não substitui uma eventual defesa pessoal do ministro no processo.

Debate sobre jurisdição internacional ganha força

O embate judicial ocorre em um momento de crescente discussão global sobre o poder das plataformas digitais, a regulação das redes sociais e os limites da atuação de autoridades nacionais em ambientes digitais que operam em diversos países simultaneamente.

Especialistas apontam que casos como esse podem influenciar futuras interpretações sobre conflitos de jurisdição envolvendo tecnologia, liberdade de expressão e cumprimento de decisões judiciais além das fronteiras nacionais.

A participação da Trump Media, empresa ligada à rede social Truth Social, amplia a repercussão internacional do processo. A companhia argumenta que utiliza infraestrutura tecnológica fornecida pela Rumble e, por isso, também poderia ser impactada por decisões relacionadas à plataforma.

Próximos passos do processo

Agora caberá ao tribunal federal da Flórida analisar o pedido apresentado pelas empresas e decidir se o processo seguirá sem uma manifestação direta de Alexandre de Moraes.

Independentemente do desfecho imediato, o caso já se tornou um dos episódios mais relevantes da atual discussão sobre soberania digital, alcance internacional de decisões judiciais e o papel das plataformas de tecnologia no cenário global.

A decisão da corte norte-americana poderá definir os próximos rumos da disputa e servir de referência para outros conflitos semelhantes envolvendo governos, tribunais e empresas de tecnologia ao redor do mundo.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 15:53:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Jaques Wagner mora em imóvel avaliado em R$ 20 milhões em área nobre de Salvador, diz site]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/jaques-wagner-mora-em-imovel-avaliado-em-r-20-milhoes-em-area-nobre/624812/</link>
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				<description><![CDATA[O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Senado Federal, voltou ao centro do debate político após uma reportagem divulgar detalhes sobre o imóvel onde ele reside em Salvador. Segundo informações publicadas pelo site Diário do Poder, o parlamentar mora em um apartamento localizado no edifício Mansão Victory Tower, considerado um dos empreendimentos residenciais mais sofisticados da capital baiana.

A publicação afirma que unidades semelhantes à ocupada pelo senador podem ultrapassar a marca de R$ 20 milhões, dependendo das características do imóvel e da localização dentro do condomínio. O prédio fica no Corredor da Vitória, região conhecida por concentrar alguns dos metros quadrados mais valorizados do Nordeste.

O tema repercutiu nas redes sociais e em círculos políticos, principalmente por envolver uma das principais lideranças do Partido dos Trabalhadores. A discussão também reacendeu debates sobre patrimônio de agentes públicos e a evolução patrimonial de políticos ao longo da carreira.

Condomínio de luxo chama atenção

De acordo com o site Diário do Poder, o Mansão Victory Tower está localizado em uma área privilegiada de Salvador, com vista para a Baía de Todos-os-Santos e estrutura voltada para moradores de alto padrão.

A região do Corredor da Vitória é historicamente associada a imóveis de luxo e abriga alguns dos empreendimentos mais exclusivos da capital baiana. O local reúne empresários, profissionais liberais, autoridades e personalidades conhecidas da sociedade baiana.

Segundo a reportagem, o condomínio conta com diferenciais que o colocam entre os mais valorizados da cidade. O endereço é frequentemente citado em rankings do mercado imobiliário local como uma das áreas mais nobres de Salvador.

Trajetória política de Jaques Wagner

Jaques Wagner é uma das figuras mais influentes do PT e possui uma longa trajetória na política brasileira. Antes de ingressar na vida partidária, teve atuação no movimento sindical, tornando-se posteriormente uma das principais lideranças políticas da Bahia.

Ao longo dos últimos anos, ocupou cargos de destaque, incluindo os de governador da Bahia, ministro de Estado e senador da República. Atualmente, exerce a função de líder do governo no Senado, atuando diretamente na articulação entre o Palácio do Planalto e os parlamentares.

Sua proximidade com o presidente Lula faz dele uma das vozes mais importantes do governo federal dentro do Congresso Nacional.

Debate sobre patrimônio de políticos volta à cena

A divulgação das informações sobre o imóvel ocorre em um momento de intensa movimentação política em Brasília. Questões relacionadas ao patrimônio de autoridades costumam despertar interesse público e gerar discussões entre apoiadores e opositores de diferentes grupos políticos.

Especialistas observam que a transparência sobre bens declarados e patrimônio de agentes públicos é um tema recorrente na política brasileira. Por isso, notícias envolvendo imóveis de alto valor costumam ganhar ampla repercussão nacional.

No caso de Jaques Wagner, a reportagem publicada pelo Diário do Poder trouxe novamente o assunto para o debate público, colocando em evidência o padrão do imóvel onde o senador reside e sua localização em uma das áreas mais valorizadas de Salvador.

Embora a discussão tenha ganhado espaço nas redes sociais e no meio político, as informações sobre o apartamento, o condomínio e a estimativa de valor do imóvel têm como base os dados apresentados pelo site responsável pela reportagem.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 15:37:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Caso Master: PF rejeita segunda proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/caso-master-pf-rejeita-segunda-proposta-de-delacao-vorcaro/624141/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) negou nesta quinta-feira, 11 de junho, mais uma proposta de delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro.

É a segunda proposta rejeitada pela corporação após Vorcaro ser preso no âmbito da Operação Compliance Zero, que apura as fraudes no sistema financeiro do país.

A decisão da PF já foi comunicada ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator das investigações. A Procuradoria-Geral da República (PGR) ainda analisa a proposta de colaboração do banqueiro. 

As razões pelas quais o acordo foi rejeitado estão em sigilo e não foram divulgadas pela corporação. 

No mês passado, ao rejeitar a proposta pela primeira vez, os investigadores da PF concluíram que o banqueiro não apresentou novidades em relação ao material que já foi apreendido e não assumiu que cometeu crimes. 

No dia 4 de março, Vorcaro voltou a ser preso e foi alvo da terceira fase da Operação Compliance Zero, da PF, que investiga fraudes financeiras no Master e a tentativa de compra da instituição pelo Banco Regional de Brasília (BRB), banco público ligado ao Governo do Distrito Federal (GDF). Desde então, ele tenta fechar um acordo de delação.

O banqueiro está preso em uma sala da Superintendência da PF em Brasília.

PF quer incluir Vorcaro em lista da Interpol

A Operação Compliance Zero estuda pedir a inclusão de Daniel Vorcaro na difusão prateada da Interpol para identificar e até mesmo bloquear remessas de ativos do ex-dono do Banco Master para fora do País.

A informação foi revelada pelo jornal O Globo e confirmada pelo Estadão no dia 5 de maio.

Vorcaro é o alvo principal da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes bilionárias do Master. A difusão prateada foi implantada no organograma da Interpol - a Polícia que mantém ligações com forças de segurança em todo o mundo - com o fim específico de alcançar dinheiro ilícito.

Agência Brasil
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 21:47:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Policial da PRF salva bebê de quatro meses engasgada após manobra de emergência em Petrolina  ]]></title>
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				<description><![CDATA[Uma bebê de apenas 4 meses foi socorrida por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na tarde da última sexta-feira, 5 de junho, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. A criança chegou desfalecida a uma unidade da corporação após sofrer um engasgo causado por secreção respiratória.

O atendimento ocorreu por volta das 17h, em um posto da PRF localizado às margens da BR-428. De acordo com a corporação, os pais da menina procuraram ajuda com urgência ao perceberem que a filha não reagia a estímulos após o episódio de engasgo.

Ao chegarem ao local, o casal encontrou os policiais de plantão e pediu socorro imediato. A bebê estava desacordada, o que aumentou a preocupação da família diante da gravidade da situação.

Segundo a PRF, um dos agentes iniciou rapidamente os procedimentos de primeiros socorros para desobstruir as vias aéreas da criança. Durante a manobra, a bebê conseguiu expelir a secreção que impedia a passagem do ar.

Logo após o procedimento, a menina voltou a apresentar sinais de recuperação. Ela chorou e retomou a respiração, indicando que as vias respiratórias haviam sido liberadas. A ação rápida do policial foi fundamental para restabelecer a respiração da criança ainda no posto da corporação. O atendimento ocorreu poucos minutos após a chegada da família ao local.

Depois do socorro inicial, os policiais acompanharam os pais até o Hospital Universitário de Petrolina. Na unidade de saúde, a bebê foi recebida pela equipe médica de plantão para passar por avaliação e receber atendimento especializado.

Atendimento 

Casos de engasgo em bebês costumam exigir atenção imediata, especialmente nos primeiros meses de vida. Nessa faixa etária, situações envolvendo leite, secreções ou outros elementos que obstruem as vias respiratórias podem comprometer rapidamente a respiração da criança.

A ocorrência reforça a importância do conhecimento de técnicas básicas de primeiros socorros e da busca rápida por atendimento em situações de emergência.

A Polícia Rodoviária Federal realiza regularmente atendimentos de emergência em rodovias federais e, além das ações de fiscalização e segurança viária, também presta auxílio à população em situações que exigem resposta rápida, como acidentes e ocorrências médicas.

O caso registrado na BR-428 terminou com a recuperação da criança ainda no posto da PRF, antes do encaminhamento ao hospital. 
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				<category>Cotidiano</category>
				<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 12:03:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF faz buscas contra desembargador e deputado suspeitos de lavagem e venda de decisões judiciais]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta segunda-feira, 8 de junho, a Operação Gemini para aprofundar as investigações sobre um suposto esquema de venda de decisões judiciais e lavagem de dinheiro no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT).

O desembargador afastado Dirceu dos Santos e o deputado estadual Faissal Calil (PL) estão entre os alvos e tiveram endereços vasculhados pela PF nesta manhã.

A reportagem pediu manifestação do magistrado e do parlamentar sobre as diligências. O espaço está aberto para as manifestações

Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão domiciliar, busca pessoal e medidas de quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático contra seis investigados.

Em março, o desembargador Dirceu dos Santos foi afastado das funções após investigações apontarem que o magistrado operava em seu gabinete um esquema de venda de sentenças com o auxílio de empresários e advogados.

Na ocasião, a Corregedoria Nacional de Justiça, junto à Polícia Federal, realizou buscas na sede do Tribunal de Justiça do Mato Grosso para extrair arquivos digitais e espelhar aparelhos eletrônicos do magistrado.

Dirceu dos Santos "apresentou variação patrimonial em patamar incompatível com seus rendimentos licitamente auferidos", segundo as investigação. O desembargador movimentou R$ 14.618 546,99 em bens nos últimos cinco anos, aponta a Corregedoria.

O deputado estadual Faissal Calil atuou como assessor do magistrado antes de entrar na política. Ele trabalhou como assessor técnico de projetos e acórdãos no gabinete do desembargador Dirceu dos Santos.

Afastamento de Dirceu

O suposto comércio de sentenças no gabinete de Dirceu teria sido intermediado pelo advogado Roberto Zampieri - o "lobista dos tribunais", assassinado a tiros de pistola na tarde de 5 de dezembro de 2023 à porta de seu escritório em Cuiabá.

Durante as investigações sobre as atividades e ligações do desembargador, a Corregedoria quebrou seu sigilo bancário e fiscal. Descobriu-se, então, via o Operador Nacional do Sistema de Registros Eletrônicos, a coleção de 92 imóveis adquiridos ou negociados por Dirceu dos Santos.

Durante a análise da evolução patrimonial do desembargador, foram constatadas 51 transações de aquisição de imóveis entre 1986 e 2025, gerando um total de R$ 7,17 milhões - "o que muito possivelmente, não reflete o valor atual do patrimônio, considerada a prática corriqueira de estimar a menor os valores dos imóveis para fins registrais", segundo a Corregedoria.

Ao analisar a variação patrimonial de Dirceu dos Santos, a Polícia Federal salientou que o incremento de bens livre de dívidas do magistrado atingiu o impressionante patamar de R$ 10,21 milhões nos últimos cinco anos, alcançando ainda uma sobra financeira no mesmo período, da ordem de R$ 9,6 milhões, ‘montante manifestamente incompatível com seus rendimentos como magistrado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso durante o período pesquisado’.

Segundo a PF considerando os valores informados nas declarações de ajuste anual do imposto de renda por Dirceu, em cotejo com dados extraídos de seus rendimentos licitamente declarados, foram encontradas variações patrimoniais a descoberto nos anos de 2021, 2022 e 2023 - com destaque para a variação patrimonial a descoberto de 2023, no valor de R$ 1,91 milhão, "sem a comprovação de receitas lícitas que pudessem fazer frente ao patrimônio identificado".

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 11:46:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF estuda incluir Vorcaro na 'difusão prateada' da Interpol para rastrear dinheiro no exterior]]></title>
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				<description><![CDATA[A Operação Compliance Zero estuda pedir a inclusão de Daniel Vorcaro na difusão prateada da Interpol para identificar e até mesmo bloquear remessas de ativos do ex-dono do Banco Master para fora do País.

A informação foi revelada pelo jornal O Globo e confirmada pelo Estadão nesta sexta-feira, 5.

Vorcaro é o alvo principal da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes bilionárias do Master. A difusão prateada foi implantada no organograma da Interpol - a Polícia que mantém ligações com forças de segurança em todo o mundo - com o fim específico de alcançar dinheiro ilícito.

A estratégia da PF - desde que a Procuradoria-Geral da República (PGR) concorde com a medida e que haja anuência do Supremo Tribunal Federal (STF), além do endosso das autoridades americanas - é seguir o caminho de valores que Vorcaro enviou aos Estados Unidos e que também podem ter sido usados para financiamento do filme Dark Horse, sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Vorcaro teria remetido para um fundo dos EUA cerca de R$ 60 milhões para essa finalidade. O fundo é controlado por um advogado que mantém ligações com Eduardo Bolsonaro, que mora nos EUA.

Vorcaro negocia há cerca de três meses os termos de uma delação premiada na Operação Compliance Zero. A primeira tentativa acabou frustrada.

O Estadão apurou que ele continua resistindo a endurecer sua proposta. A advogados de seu relacionamento ele tem dito que fez repasses a políticos por ‘amizade’, sem exigir contrapartidas.

Nas remessas aos EUA para bancar Dark Horse, o ex-dono do Master teve como intermediário o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência.

O chefe da Polícia Federal, delegado Andrei Rodrigues, avalia ser importante instaurar um inquérito exclusivo para identificar se o dinheiro enviado por Vorcaro aos Estados, de fato, foi usado também para custear o filme sobre Bolsonaro.

A inclusão de Vorcaro na difusão prateada da Interpol depende, ainda, de uma manifestação da Procuradoria-Geral da República e de decisão do STF sobre qual ministro ficará responsável por essa medida.

O caso pode ficar com André Mendonça, que é o relator da Compliance Zero, ou com Alexandre de Moraes, relator das investigações que envolvem Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente.

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 21:04:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Delação rejeitada de Vorcaro revelou novo contrato de R$ 50 milhões com mulher de Moraes]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/delacao-rejeitada-de-vorcaro-revelou-contrato-mulher-moraes/623363/</link>
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				<description><![CDATA[Delação premiada apresentada pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, rejeitada pela Polícia Federal (PF), no dia 20 de maio, revelou um contrato firmado recentemente entre uma empresa associada ao empresário e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A informação foi divulgada pela colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo.

De acordo com documentos obtidos pelo jornal, o acordo previa o pagamento de R$ 50 milhões ao escritório Barci de Moraes. No entanto, conforme a publicação, o contrato não chegou a ser assinado.

Nova delação

A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro entregou uma nova proposta de delação premiada à PF e à Procuradoria-Geral da República (PGR), duas semanas após a primeira tentativa ter sido rejeitada pelos investigadores.

De acordo com fontes que acompanham a negociação, o dono do Banco Master incluiu novos assuntos para tentar convencer os investigadores a assinar o acordo.

A nova proposta foi entregue em uma reunião realizada na segunda-feira, 1º, entre os advogados e os investigadores. A informação foi divulgada inicialmente pela TV Globo e confirmada pelo Estadão.

Como mostrou o Estadão, Vorcaro vinha resistindo a endurecer a proposta de delação e disse aos advogados que fez pagamentos a políticos por sua relação de "amizade" com eles.

Os investigadores ainda veem com ceticismo a tentativa de delação do banqueiro, já que a primeira proposta foi considerada insuficiente e ignorava informações já encontradas no telefone celular de Vorcaro, como os supostos pagamentos de uma mesada de R$ 300 mil ao senador Ciro Nogueira (PP-PI).

O banqueiro também teve vínculos financeiros com os ministros do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli e Alexandre de Moraes.

Uma empresa da família de Toffoli vendeu cotas num resort de luxo no interior do Paraná para um fundo ligado ao Master.

Já em relação a Moraeshá um contrato de prestação de serviço assinado entre o banco de Vorcaro e a advogada Viviane Barci, mulher do ministro do STF.

A equipe do procurador-geral da República, Paulo Gonet, vinha demonstrando mais disponibilidade para levar a negociação adiante, enquanto a PF firmou uma posição pela rejeição da proposta. Como a PGR deu um prazo para que a proposta fosse complementada, a PF decidiu também analisar essa nova tentativa de delação.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 20:26:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Defesa de Vorcaro apresenta nova proposta de delação à PF e à PGR após rejeição inicial]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/defesa-de-vorcaro-apresenta-nova-delacao-a-pf-e-a-pgr-apos-rejeicao/623318/</link>
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				<description><![CDATA[A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro entregou uma nova proposta de delação premiada à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República (PGR), duas semanas após a primeira tentativa ter sido rejeitada pelos investigadores.

De acordo com fontes que acompanham a negociação, o dono do Banco Master incluiu novos assuntos para tentar convencer os investigadores a assinar o acordo. A nova proposta foi entregue em uma reunião realizada na segunda-feira, 1º, entre os advogados e os investigadores. A informação foi divulgada inicialmente pela TV Globo e confirmada pelo Estadão.

Como mostrou o Estadão, Vorcaro vinha resistindo a endurecer a proposta de delação e disse aos advogados que fez pagamentos a políticos por sua relação de "amizade" com eles.

Os investigadores ainda veem com ceticismo a tentativa de delação do banqueiro, já que a primeira proposta foi considerada insuficiente e ignorava informações já encontradas no telefone celular de Vorcaro, como os supostos pagamentos de uma mesada de R$ 300 mil ao senador Ciro Nogueira (PP-PI).

O banqueiro também teve vínculos financeiros com os ministros do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli e Alexandre de Moraes.Uma empresa da família de Toffoli vendeu cotas num resort de luxo no interior do Paraná para um fundo ligado ao Master. Já em relação a Moraeshá um contrato de prestação de serviço assinado entre o banco de Vorcaro e a advogada Viviane Barci, mulher do ministro do STF.

A equipe do procurador-geral da República, Paulo Gonet, vinha demonstrando mais disponibilidade para levar a negociação adiante, enquanto a PF firmou uma posição pela rejeição da proposta. Como a PGR deu um prazo para que a proposta fosse complementada, a PF decidiu também analisar essa nova tentativa de delação.

O banqueiro está preso desde o início de março, por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça sob suspeita de obstruir as investigações por meio da contratação de influenciadores e de manter uma milícia armada para ameaçar adversários e obter documentos de investigações em curso. No mês passado, o pai dele, Henrique Vorcaro, também foi preso por suspeita de pagamentos aos integrantes dessa milícia.

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 15:40:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Operação Check-in: entenda o que está sendo investigado pela Polícia Federal no Recife]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/pernambuco/operacao-check-in-entenda-o-que-esta-sendo-investigado-pela-policia/623220/</link>
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				<description><![CDATA[A deflagração da Operação Check-in pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União (CGU), nesta terça-feira (2), gerou uma série de dúvidas entre moradores do Recife e servidores públicos. Afinal, quem está sendo investigado? A Prefeitura do Recife é alvo da operação? Houve prisões? Quanto dinheiro está sob suspeita?

Para esclarecer os principais pontos da investigação, reunimos as informações oficiais divulgadas pelos órgãos responsáveis pela operação.

O que é a Operação Check-in?

A Operação Check-in é uma investigação conduzida pela Polícia Federal com apoio da Controladoria-Geral da União para apurar a atuação de uma suposta organização criminosa especializada em corrupção, desvio de recursos públicos e fraudes em licitações e contratos administrativos.

Segundo a PF, o foco da investigação está em contratos de terceirização de mão de obra executados durante o ano de 2020.

A Prefeitura do Recife é alvo da operação?

Não.

De acordo com as informações divulgadas oficialmente, a investigação tem como foco uma empresa contratada pelo município e possíveis beneficiários do esquema investigado.

A própria Prefeitura do Recife informou que não é alvo da Operação Check-in e afirmou estar à disposição dos órgãos de controle para colaborar com as investigações.

O que levou à abertura da investigação?

Segundo a Polícia Federal, a apuração teve início após a análise de documentos apreendidos durante outra investigação, denominada Operação Firenze.

Entre os materiais recolhidos estavam canhotos e talões de cheques que, segundo os investigadores, indicariam pagamentos suspeitos relacionados ao caso agora investigado.

Esses documentos motivaram a abertura de uma nova investigação específica, resultando na Operação Check-in.

Há suspeita de pagamento de propina?

Sim.

A Polícia Federal afirma que existem indícios de pagamento de vantagem indevida a um agente público de alto escalão ligado à administração municipal da época.

Até o momento, contudo, a identidade desse agente público não foi divulgada oficialmente.

A investigação busca justamente confirmar a existência desses pagamentos e identificar todos os envolvidos.

Quanto dinheiro está sendo investigado?

Segundo a Polícia Federal, a empresa investigada recebeu aproximadamente R$ 25,8 milhões da Prefeitura do Recife em 2020.

Desse total, cerca de R$ 17 milhões teriam origem em recursos federais.

Os investigadores também afirmam que a empresa mantinha contratos com o município antes de 2020, o que pode ampliar o período analisado e os valores eventualmente sob investigação.

Houve prisões?

Não.

Nesta fase da Operação Check-in foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

As diligências ocorreram no Recife, em Jaboatão dos Guararapes e no Cabo de Santo Agostinho.

Segundo a PF, foram apreendidos documentos, aparelhos eletrônicos, veículos e valores em dinheiro que serão analisados durante a continuidade das investigações.

O que acontece agora?

Todo o material recolhido durante a operação passará por perícia e análise dos investigadores.

A partir dessas informações, a Polícia Federal poderá confirmar ou descartar suspeitas, identificar novos envolvidos e eventualmente solicitar novas medidas judiciais.

É importante destacar que os fatos ainda estão sendo investigados e que todos os citados no procedimento têm direito à ampla defesa e ao contraditório.

Por que a operação recebeu o nome de Check-in?

Segundo a Polícia Federal, o nome faz referência aos talões e canhotos de cheques encontrados durante uma investigação anterior.

Esses documentos são considerados uma das principais linhas de apuração do caso e teriam servido como ponto de partida para o aprofundamento das investigações que culminaram na operação desta terça-feira.

A Operação Check-in segue em andamento e novas informações poderão ser divulgadas pelas autoridades à medida que as investigações avançarem.
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 17:20:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF e Vorcaro retomam negociações de delação premiada após troca de advogado]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pf-vorcaro-retomam-negociacoes-delacao-premiada-advogado/622801/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) retomou as negociações para um possível acordo de delação premiada com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso no âmbito da operação Compliance Zero.

A corporação informou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do caso, que pretende discutir novos termos para uma eventual colaboração.

A proposta inicial apresentada pela defesa de Vorcaro havia sido rejeitada formalmente pela PF na semana passada. Após a negativa, o advogado José Luís Oliveira, conhecido como Juca, deixou a defesa do ex-banqueiro. Para avançar nas tratativas, Vorcaro deverá assinar um novo termo de confidencialidade.

A atual equipe de defesa, liderada pelo advogado Sergio Leonardo, trabalha agora em uma reformulação da proposta para atender às exigências apontadas pelos investigadores. Enquanto isso, a versão anterior do acordo continua em análise na Procuradoria-Geral da República (PGR).

De acordo com fontes ligadas às negociações, a PF entendeu que a proposta rejeitada não trouxe informações inéditas em relação ao material já reunido pela investigação e também teria omitido nomes considerados relevantes pelos investigadores.

PF aponta ligação entre Vorcaro e Cláudio Castro

As transferências de R$ 3 bilhões do Rioprevidência para fundos de investimento ligados ao Banco Master dependiam da atuação política do ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL), segundo a Polícia Federal (PF).

Na manhã da última terça-feira, 26 de maio, Castro foi alvo de mandado de busca e apreensão na oitava fase da Operação Compliance Zero sob suspeita de manter "vínculo próximo" e "alinhamento político" com o banqueiro Daniel Vorcaro, termos usados pela PF no pedido feito ao Supremo Tribunal Federal (STF) para autorizar a operação.

A defesa de Castro não se manifestou sobre as diligências até a publicação desta matéria.

A decisão do ministro do STF André Mendonça, que autorizou as diligências, aponta que Cláudio Castro "exerceu papel politicamente relevante para a viabilização dos aportes do Rioprevidência no Banco Master".
 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 28 May 2026 17:56:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Operação Fluxo Oculto mira e esquema do PCC com fintechs; R$ 205 milhões são investigados]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/operacao-fluxo-oculto-investiga-esquema-do-pcc-com-r-205-milhoes/622731/</link>
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				<description><![CDATA[A Operação Fluxo Oculto, desdobramento da Operação Carbono Oculto deflagrado nesta quinta-feira, 28, identificou que quatro fundos de investimento suspeitos de integrar um esquema de desvio de nafta ligado ao PCC acumulam patrimônio estimado em R$ 205 milhões.

Segundo o Ministério Público, os fundos registraram crescimento superior a 200% em pouco mais de um ano e integravam um robusto núcleo financeiro usado pela facção para movimentações internas entre distribuidoras e postos de combustíveis, transações entre empresas e fundos de investimento.

Ao todo, a operação cumpre 59 mandados de busca e apreensão em empresas e residências de cinco Estados: São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro. A ofensiva mobiliza cerca de 135 auditores-fiscais, analistas tributários e servidores da Receita Federal, além de dezenas de agentes das forças de segurança que atuam em apoio à operação.

As investigações do Gaeco, braço da Promotoria que combate o crime organizado, e da Receita Federal apontam que o PCC estruturou um esquema de abertura em série de empresas em diversos Estados do País para sustentar as fraudes. De acordo com o Ministério Público, os denunciados usavam parentes, pessoas em situação de vulnerabilidade social e até detentos para registrar empresas que, formalmente, apareciam como compradoras de solventes. Na prática, porém, os produtos eram desviados para a Grande São Paulo.

Investigadores descobriram outras seis fintechs que atuariam como bancos paralelos da organização criminosa. Segundo a Promotoria, essas instituições integravam um núcleo financeiro responsável por compensações internas entre distribuidoras e postos de combustíveis, movimentações entre empresas e fundos de investimento ligados ao grupo, além do pagamento de despesas operacionais e gastos pessoais dos principais operadores do esquema.

A Fluxo Oculto aponta que o PCC utilizava mecanismos sofisticados de ocultação patrimonial para esconder os verdadeiros beneficiários das operações financeiras.

"As estruturas desvendadas na data de hoje utilizaram-se do mesmo balcão financeiro marginal, compartilhando canais de escoamento e técnicas de lavagem, por vezes fundos/fintechs, alguns dos quais já indicados na primeira fase da Carbono Oculto e que, agora, aparecem evidenciados novamente, especialmente na frente da nafta", informou a Promotoria.

Estadão Coteúdo
]]></description>
				
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:23:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Caso Master: advogado deixa defesa de Vorcaro após PF rejeitar delação premiada]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/caso-master-advogado-defesa-vorcaro-apos-pf-rejeitar-delacao/622226/</link>
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				<description><![CDATA[O advogado José Luís de Oliveira Lima deixou nesta sexta-feira, 22 de maio, a defesa do banqueiro Daniel Vorcaro. A mudança ocorre dois dias após a Polícia Federal (PF) rejeitar a proposta de acordo de delação premiada.

Lima era responsável pelas negociações com a PF e a Procuradoria-Geral da República (PGR), que ainda continua avaliando a proposta.

No dia 4 de março, Vorcaro voltou a ser preso, na terceira fase da Operação Compliance Zero, da PF, que investiga fraudes financeiras no Master e a tentativa de compra da instituição pelo Banco de Brasília (BRB), banco público ligado ao governo do Distrito Federal (GDF). Desde então, ele tenta fechar um acordo de delação.

A palavra final sobre a validade da delação de Vorcaro será do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do caso. Caberá ao ministro homologar o eventual acordo de delação do banqueiro.

De acordo com a Lei de Organização Criminosa (Lei 12.580/2013), Mendonça não pode participar da fase de negociação entre a PF, a PGR e a defesa de Vorcaro.

Dessa forma, se a procuradoria aceitar a proposta, as cláusulas da colaboração deverão ser submetidas ao ministro.

A partir da homologação, Vorcaro poderá usufruir dos benefícios que forem acordados, como redução de pena. Também ficarão válidas as eventuais obrigações, entre elas, a devolução de dinheiro obtido por meio das fraudes envolvendo o Banco Master e a obrigação de revelar tudo o que sabe sobre as fraudes.

PF recusa delação

 A Polícia Federal comunicou ao Supremo Tribunal Federal (STF) na última quarta-feira (20) que rejeitou a proposta de delação do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master.

A PF considerou que as informações apresentadas pelo banqueiro não eram inéditas e não justificavam a assinatura do acordo.

A Procuradoria-Geral da República (PGR), entretanto, ainda não comunicou a sua decisão. A equipe do procurador-geral da República, Paulo Gonet, tem avaliado que é possível pedir complementos à proposta de delação para verificar se seria possível a assinatura do acordo.

Com isso, a defesa do banqueiro deve buscar um caminho para prosseguir com as negociações com Gonet após a rejeição da PF.

Agência Brasil
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 22 May 2026 18:25:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF lança plataforma de consulta externa para verificação de documentos emitidos aos CACs]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) disponibilizou um novo serviço de consulta externa para verificação da autenticidade de documentos emitidos no âmbito dos serviços destinados a Caçadores Excepcionais, Atiradores Desportivos e Colecionadores (CACs)

A ferramenta está disponível no portal da PF, na seção de armas, e permite a consulta ao Certificado de Registro de Pessoa Física (CR); ao Certificado de Registro de Arma de Fogo (CRAF); ao Guia de Tráfego Especial (GT) e à Autorização de Compra de Arma de Fogo.

A PF orienta os usuários a observarem a seleção correta do serviço de consulta, uma vez que o sistema possui duas modalidades distintas: uma voltada aos documentos de CACs e outra destinada aos documentos relacionados às armas de defesa pessoal.

O serviço possibilita que os próprios proprietários realizem a verificação externa de seus documentos. A ferramenta também poderá ser utilizada por lojistas, para validação de Autorizações de Compra de Arma de Fogo e Certificados de Registro de Arma de Fogo, além de auxiliar profissionais de segurança pública em atividades de fiscalização.

A iniciativa busca ampliar a segurança e a confiabilidade na conferência documental, permitindo a verificação da autenticidade dos documentos por diferentes públicos e promovendo melhorias na prestação de serviços oferecidos pela Polícia Federal ao público CAC.

PF divulga aumento de registros de CACs

A Polícia Federal (PF) divulgou em 2025 dados inéditos sobre autorizações de posse e registro para Colecionadores, Atiradores e Caçadores (CACs).

Os números revelam que, entre 2019 e 2022, período correspondente ao governo Temer e Jair Bolsonaro, foram feitos 1.006.000 registros, incluindo novas habilitações, renovações e cadastros de armas e munições.

Em contraste, nos 25 anos anteriores (de 1994 a 2018), houve apenas 335 mil registros, uma média anual de 13,4 mil ante os 251,5 mil do último quadriênio. O estoque de armas legalizadas por CACs saltou de 886 mil para 2,1 milhões no período.

Polícia Federal
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 22 May 2026 14:51:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Empresária diz que nunca repassou dinheiro do Careca do INSS para Lulinha em depoimento à PF]]></title>
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				<description><![CDATA[A empresária Roberta Luchsinger prestou depoimento à Polícia Federal (PF) nesta quarta-feira, 20, no inquérito que apura fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e afirmou aos investigadores que nunca repassou dinheiro a Fábio Luís Lula da Silva, filho mais velho do presidente da República, conhecido como Lulinha.

Roberta admitiu ter prestado serviços e recebido pagamentos do empresário Antônio Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS", mas disse que atuou na regulação do mercado de canabidiol no Brasil e afirmou não ter conhecimento que ele tinha envolvimento com desvios de aposentadorias.

Como mostrou o Estadão, a PF apura se Lulinha foi sócio oculto do "Careca do INSS" em negócios envolvendo canabidiol.

A defesa do filho do presidente já admitiu que ele teve uma viagem a Portugal paga pelo Careca do INSS para prospectar negócios, mas disse que ele não fechou nenhum contrato com o empresário.

Uma das linhas de apuração é se Roberta dividiu os pagamentos com Lulinha. Ela recebeu R$ 1,5 milhão do "Careca do INSS", conforme os registros obtidos pela PF.

No depoimento, Roberta disse que Lulinha não prestou nenhum serviço sobre a regulação de canabidiol no Brasil e, por isso, não recebeu pagamentos do "Careca do INSS".

Ela confirmou ter apresentado Lulinha ao empresário e disse que tem relação de amizade com o filho do presidente há muitos anos.

Em nota, a defesa de Roberta afirmou que seus esclarecimentos derrubam a tese acusatória.

"Roberta tem sido alvo de verdadeira campanha difamatória. Sua trajetória foi eclipsada de maneira bastante misógina e preconceituosa, sendo reportada como herdeira, amiga, sócia, representante, socialite ou ainda, mais comum, e de maneira pejorativa, como &#39;lobista&#39;. Os esclarecimentos apresentados por meio de petição e ora oferecidos presencialmente desvelam por completo a tese acusatória desenhada inicialmente e vazada seletivamente de forma sistemática. Esperamos que após o depoimento, com a conclusão das apurações, sejam as investigações arquivadas em relação a sua pessoa, ante a demonstração da absoluta inexistência de qualquer conduta ilícita", afirmou, em nota, o advogado Bruno Salles.

O depoimento ocorre em um momento no qual a Polícia Federal trocou o delegado que coordenava as investigações da Operação Sem Desconto.

Até então, o caso estava sendo coordenado pelo delegado-chefe da Divisão de Repressão a Crimes Previdenciários da PF, que havia sido responsável por pedir medidas de investigação contra Lulinha, como a quebra do seu sigilo bancário.

A PF afirmou em nota que decidiu transferir a investigação para a Coordenação de Inquéritos nos Tribunais Superiores (CINQ/CGRC/DICOR/PF).

Com isso, o delegado que coordenava o caso acabou sendo substituído. A PF afirma que fez a mudança para dar maior estrutura e "potencializar recursos" para a investigação.

A mudança desagradou a oposição, que acusa o governo de "interferir na autonomia da PF". Para o líder da bancada do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), "não existe coincidência".

"Tiraram o delegado responsável pelo inquérito das fraudes do INSS bem no momento mais sensível da investigação, logo depois do pedido de quebra de sigilo bancário do filho mais velho do presidente", afirmou. 

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça também pediu esclarecimentos à PF sobre a mudança.

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 20 May 2026 16:44:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF vai apurar se pagamentos de Vorcaro a pedido de Flávio Bolsonaro foram repassados a Eduardo]]></title>
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				<description><![CDATA[Após ter recebido representações de parlamentares, a Polícia Federal (PF) deve abrir uma investigação para apurar os acertos de pagamento entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e pré-candidato à Presidência da República.

Uma das linhas de apuração a ser verificada é se os recursos foram desviados para um fundo sediado no Texas ligado ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e usado para custear a permanência dele no país, já que o Supremo Tribunal Federal (STF) havia bloqueado contas e dificultado o recebimento de recursos nos EUA.

Essa suspeita foi lançada pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), autor de uma das representações à PF pedindo apuração dos fatos.

Conforme diálogos revelados na quarta-feira pelo site Intercept e confirmados pelo Estadão, Flávio Bolsonaro pediu uma contribuição equivalente a US$ 24 milhões, sob o argumento de que os valores serviriam para patrocinar a produção de um filme sobre Jair Bolsonaro.

As informações constam em diálogos encontrados pela PF no celular de Vorcaro, que também apontam que foram efetivamente feitos pagamentos no valor de US$ 10 milhões.

A PF deve investigar o caminho do dinheiro e verificar se os recursos foram usados, de fato, para a produção do filme.

O parlamentar disse ser "mentira" que o filme Dark Horse, que conta a história de Jair Bolsonaro, tenha tido o financiamento do banqueiro Daniel Vorcaro.

"É mentira, de onde você tirou isso?", afirmou, dando uma gargalhada e se afastando do local onde respondia perguntas de jornalistas. Depois, o jornalista diz que o Intercept divulgaria mensagens de Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro a Vorcaro. Ele chama o repórter de militante e diz: "É mentira, pelo amor de Deus, de onde você tirou isso? É dinheiro privado, dinheiro privado, dinheiro privado".

Depois, por nota, o senador defendeu a instauração de uma CPI do Banco Master.

"É preciso separar os inocentes, dos bandidos. No nosso caso, o que aconteceu foi um filho, procurando patrocínio privado para um filme privado sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público. Zero de lei Rouanet", diz a nota.

Notas divulgadas ontem pelo deputado Mário Frias (PL-RJ), produtor-executivo do filme Dark Horse, e da empresa Goup, responsável pela execução do projeto cinematográfico asseguram que nenhum recurso de Vorcaro chegou até eles.

A versão contradiz a informação de Flávio Bolsonaro que declarou haver prestações em atraso da ajuda financeira do dono do Master e que por isso entrou em contato com Vorcaro pedindo os pagamentos.

"A Goup Entertainment afirma categoricamente que, dentre os mais de uma dezena de investidores que compõem o quadro de financiadores do longa-metragem Dark Horse, não consta um único centavo proveniente do sr. Daniel Vorcaro, do Banco Master ou de qualquer outra empresa sob o seu controle societário", diz nota da produtora.

O senador Flávio Bolsonaro pediu US$ 24 milhões (R$ 134 milhões, em valores da época) a Daniel Vorcaro. O banqueiro pagou US$ 10,6 milhões (R$ 61 milhões) entre fevereiro e maio de 2025.

O Intercept diz que parte do dinheiro, ao menos US$ 2 milhões, foi transferido pela Entre Investimentos e Participações, suspeita de atuar em parceria com empresas de Vorcaro, para o fundo Havengate Development Fund LP, sediado no Texas.

O fundo tem como agente legal o escritório "Law Offices of Paulo Calixto PLLC", de Paulo Calixto, advogado próximo ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro.

O Grupo Entre, controlador da Entre Investimentos e Participações, disse ao Intercept que "não existe vínculo societário, de controle ou de governança da empresa com Daniel Vorcaro".

A relação do Grupo Entre e Vorcaro não é direta, e aliados de Eduardo estão se fiando nisso para se afastar do escândalo.

Nos diálogos entre Vorcaro e Fabiano Zettel divulgados pelo site, Vorcaro diz sugere fazer o pagamento "via Entre", em possível referência à Entre Investimentos e Participações, quando o cunhado escreve que o "câmbio do Master está criando caso", ou seja, dificultando os pagamentos solicitados.

Além disso, o Master pagou R$ 2,329 milhões à Entre Investimentos, segundo declarações de Imposto de Renda do banco, segundo informações do jornal O Globo.

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 14 May 2026 16:21:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Caso Master: Operação que prendeu pai de Vorcaro tem delegada federal entre um dos alvos]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/policia/caso-master-operacao-que-prendeu-pai-de-vorcaro-tem-delegada-federal/621428/</link>
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				<description><![CDATA[Integrantes da Polícia Federal foram alvo nesta quinta-feira, 14 de maio, da nova fase da Operação &#39;Compliance Zero&#39;, que mira em suspeitas de crimes envolvendo o Banco Master, de Daniel Vorcaro. Na ação também foi preso Henrique Vorcaro, pai do banqueiro.

A investigação apura crimes de intimidação, coerção, obtenção de informações sigilosas e invasões a dispositivos informáticos. Um agente da corporação foi detido e uma delegada foi alvo de mandado de busca e apreensão. Os dois foram afastados do cargo.

Ao todo, a PF cumpriu sete mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão nos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. As ordens foram expedidas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça, relator do caso Master na Corte.

A sexta fase da Compliance Zero mira em integrantes da chamada “Turma”, grupo coordenado por Vorcaro para intimidar e vigiar desafetos e acessar informações sigilosas de processos em curso. Henrique Vorcaro foi preso hoje em Nova Lima (MG) e levado à Superintendência da PF, em Minas Gerais.

Segundo as investigações, o pai de Vorcaro atuava em conjunto com o empresário Luiz Phillipi Mourão, apelidado de "Sicário", que era o responsável por operacionalizar as ações da "Turma".

As apurações apontam que o grupo fazia atividades de vigilância e coleta de dados sobre indivíduos que ameaçavam os interesses de Vorcaro e do Master.

Em uma mensagem interceptada pela PF, Vorcaro diz a Mourão para "dar um sacode" num chefe de cozinha ligado a um ex-funcionário. “O bom de dar sacode no chef de cozinha primeiro. O outro já vai assustar”, diz ele, na mensagem.

Em outra, Vorcaro pede a Mourão para "moer" uma pessoa que o estaria ameaçando: "Empregada Monique me ameaçando. É mole? Tem que moer essa vagabunda.” Mourão, então, pergunta: "O que é para fazer?". Ele responde: "Puxa endereço tudo".

Sicário foi um dos alvos de mandado de prisão preventiva na Operação Compliance Zero deflagrada em março — a mesma que também prendeu o banqueiro. Ele, no entanto, tentou se matar numa cela da superintendência da PF em Minas Gerais e morreu alguns dias depois em decorrência dos ferimentos do ato.
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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Thu, 14 May 2026 14:35:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Senador Cleitinho defende a Ypê após decisão da Anvisa: 'Fiscalizar a bucha de cada brasileiro']]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/senador-cleitinho-defende-a-ype-apos-decisao-da-anvisa-fiscalizar-a/621128/</link>
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				<description><![CDATA[O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) se manifestou nas redes sociais neste último sábado, 9 de maio, em defesa da marca Ypê, após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinar o recolhimento e a suspensão de alguns lotes de produtos da empresa por risco de contaminação microbiológica.

Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar comentou a decisão da Anvisa e afirmou apoiar o trabalho de fiscalização realizado pela agência. Apesar disso, ele criticou a atuação do órgão e mencionou outros assuntos durante a gravação, incluindo apostas on-line e as eleições de 2022.

“Vocês viram aí que a Anvisa mandou suspender a fabricação e a comercialização dos produtos da Ypê. Eu quero fazer um desafio para a Anvisa ir na casa de cada brasileiro fiscalizar a bucha de cada brasileiro. Isso é importante também, viu, Anvisa?”, disse o senador.

A fala ocorreu após a Anvisa anunciar a suspensão da fabricação, comercialização, distribuição e uso de detergentes, sabões líquidos e desinfetantes da marca pertencentes aos lotes com numeração final 1.





 


 

 



 




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Sobre o caso 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou nesta quinta-feira, 7 de maio, o recolhimento de produtos da marca Ypê, incluindo detergentes lava-louças, sabões líquidos para roupas e desinfetantes pertencentes aos lotes com numeração final 1.

Os produtos foram fabricados pela empresa Química Amparo, na unidade localizada em Amparo. Além do recolhimento, a medida também suspende a fabricação, comercialização, distribuição e utilização dos itens atingidos pela decisão.

Segundo a Anvisa, a medida foi adotada após uma análise técnica de risco sanitário realizada em conjunto com órgãos do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS). A avaliação ocorreu depois de uma inspeção feita na última semana em parceria com o Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo e a Vigilância Sanitária de Amparo.

Durante a fiscalização, foram identificadas irregularidades consideradas importantes em etapas do processo de fabricação. Entre os problemas apontados estão falhas relacionadas aos sistemas de controle de qualidade, produção e garantia da qualidade dos produtos.

Recurso 

A Ypê obteve a suspensão dos efeitos da recente proibição de lotes de seus produtos. Mesmo com o efeito suspensivo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mantém a orientação de não utilizar os itens.

Em comunicado divulgado na noite desta sexta-feira, 8, a Ypê afirma que apresentou um recurso à Anvisa com esclarecimentos e subsídios técnicos relacionados à determinação de recolhimento e proibição dos itens.

"Com este recurso, a proibição de fabricar e comercializar produtos das categorias lava-louças, lava-louças concentrado, lava-roupas líquido e desinfetantes teve seus efeitos automaticamente suspensos até novo pronunciamento da agência, tal como dispõe o art. 17 da RDC nº 266/2019", diz a marca.
 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 11 May 2026 13:28:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF diz que Hugo Motta e Ciro Nogueira voaram em avião de empresário suspeito de contrabando]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/pf-hugo-motta-ciro-nogueira-aviao-empresario-contrabando/620191/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) abriu um inquérito para apurar suspeitas de descaminho ou contrabando em um voo realizado em uma aeronave particular de um empresário investigado na CPI das Bets do Senado.

Esse inquérito, entretanto, foi remetido ao Supremo Tribunal Federal (STF) depois que a PF constatou que quatro parlamentares acompanharam o empresário no voo: o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e os deputados Doutor Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL). Os parlamentares ainda não se manifestaram.

A informação foi divulgada inicialmente pelo jornal Folha de S.Paulo. O Estadão teve acesso ao relatório da PF produzido na investigação. Os parlamentares foram procurados pela reportagem, mas ainda não se manifestaram. O espaço segue aberto.

A aeronave pertence ao empresário Fernando Oliveira Lima, que é sócio de uma empresa de apostas online.

Ele estava presente no voo com os parlamentares, que ocorreu em abril de 2025, período em que a CPI das Bets estava ativa no Senado, com a participação de Ciro Nogueira. Lima foi procurado pela reportagem, mas não se manifestou.

O voo saiu da ilha de Saint Martin, um paraíso fiscal do Caribe, e pousou na noite do dia 20 de abril do ano passado no aeroporto de Catarina, em São Roque (SP), usado para aviação executiva.

As suspeitas da PF surgiram a partir de uma investigação sobre a corrupção de um auditor fiscal, Marco Canella, indiciado em um outro inquérito por facilitação de contrabando ou descaminho. O auditor foi procurado, mas também não se posicionou.

No caso do voo dos parlamentares, Canella permitiu que um funcionário do empresário desembarcasse no aeroporto e passasse com sete volumes de bagagem por fora do raio-X. O procedimento irregular foi gravado pelas câmeras de segurança.

Ainda não foram identificados os donos das bagagens que passaram ilegalmente pelo raio-X. Como o voo era proveniente de um paraíso fiscal e o auditor já tinha sido indiciado por crimes de facilitação ao contrabando e descaminho, a PF suspeita que o conteúdo das bagagens possa ser ilegal.

Durante a apuração, porém, foi constatado que parlamentares também estavam a bordo do voo. Eles passaram suas malas pelo procedimento normal de raio-X, mas não é possível saber até o momento se as bagagens que foram transportadas por fora do raio-X tinham itens pertencentes aos parlamentares.

Em um relatório parcial, a PF escreveu que a continuidade das investigações pode indicar o envolvimento de algum dos parlamentares nos crimes apurados e, por isso, seria necessário o envio do caso ao STF.

"Considerando que, caso as investigações tenham continuidade e indiquem que, além da conduta do Auditor Fiscal MARCO ANTÔNIO CANELLA, haja outras condutas ilícitas, bem como que uma das pessoas mencionadas no "item 9" supra tenham envolvimento, os autos devem tramitar pela CINQ/CGRC/DICOR/PF, e o Processo junto ao Supremo Tribunal Federal, motivo pelo qual, salvo melhor juízo, entendo ser temerária a continuidade das investigações sem a apreciação de tal situação pelo Poder Judiciário", diz o despacho.

Em suas redes sociais, o empresário registrou fotos da viagem, mas os parlamentares não aparecem. As imagens mostram o interior da aeronave com refeições e um mapa de bordo a destino de Saint Martin, a aeronave chegando a uma praia com mar azul claro e diversos momentos na praia.

O inquérito chegou nesta semana ao STF e foi distribuído ao ministro Alexandre de Moraes. Ele enviou o caso para análise da Procuradoria-Geral da República (PGR), que deve opinar se há indícios de crimes para que os fatos sejam investigados perante o Supremo.

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 17:50:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF apreende e destrói cerca de 2 toneladas de maconha avaliada em R$ 7 milhões]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/pf-apreende-destroi-cerca-toneladas-maconha-avaliada-milhoes/620027/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF), por meio de sua Delegacia em Salgueiro/PE, vem promovendo ações de identificação e consequente erradicação de plantios de maconha no sertão pernambucano.

Tais medidas fazem parte das estratégias adotadas pela Coordenação-Geral de Repressão a Drogas, Armas, Crimes Contra o Patrimônio, e Facções Criminosas-CGPRE, Órgão Central da Polícia Federal em Brasília/DF e Superintendência Regional em Pernambuco, com o objetivo de extinguir a produção e oferta de maconha no sertão Pernambucano. 

Desta vez, foram destruídas na Divisa entre AL e BA, na região de Delmiro Gouveia, cerca de 2 toneladas de maconha gourmet-inflorescência, [Com alto poder de THC - princípio ativo] avaliada em cerca de 7 milhões de reais

Assim, com essas operações consecutivas, a Polícia Federal contribui significativamente para o desabastecimento dos pontos de venda de droga em Pernambuco como também em outros Estados da região Nordeste, evitando, assim, a escalada da violência, refletida na prática de roubos, furtos, homicídios, latrocínios, guerra pelo domínio dos territórios de drogas, dentre outros crimes violentos que giram em torno do tráfico de drogas.

Ação conjunta da PF e BOPE-PE

A Polícia Federal em ação conjunta com o Batalhão de Operações Especiais - BOPE PMPE, prendeu em flagrante no dia 24 de março, dois indivíduos em Xéxeu, no interior do Estado, que estavam transportando aproximadamente 200 kg de maconha e mais de 1000 envelopes de cocaina. 

Também foi encontrada com os suspeitos a quantia quantia aproximada de 30 mil reais proveniente do comércio ilícito de entorpecentes. 

Além da droga foram apreendidas mídias que poderão auxiliar na identificação dos demais envolvidos no esquema criminoso interestadual especializado no envio de substâncias ilícitas pelo modal terrestre do Sudeste do país para toda região Nordeste. 

Os conduzidos responderão por tráfico interestadual de drogas com penas que podem ultrapassar 20 anos de prisão.
]]></description>
				
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 08:54:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PRF realiza ação e recupera 214 veículos durante operação ''Pátio Limpo'' em Pernambuco]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Rodoviária Federal (PRF), realizou entre os dias 13 e 24 de abril, a Operação &#39;&#39;Pátio Limpo&#39;&#39; em terrenos terceirizados que prestam serviços à PRF e a outros órgãos de trânsito, localizados nos municípios de Serra Talhada e Caruaru, em Pernambuco, com o objetivo de identificar veículos adulterados e com registros de roubo ou furto.

A ação contou com a participação integrada da Polícia Civil e do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), reforçando o enfrentamento aos crimes veiculares no estado. O levantamento contemplou todos os veículos custodiados nos referidos pátios, garantindo uma verificação ampla e integrada da frota sob guarda.

A operação também funcionou como uma importante atividade prática de identificação veicular, contribuindo para o aperfeiçoamento técnico dos agentes envolvidos e ampliando a capacidade de detecção de fraudes relacionadas a veículos em situação irregular.

Durante a iniciativa, foram recuperados 214 veículos com indícios de adulteração ou restrição por roubo e furto, demonstrando a efetividade do trabalho conjunto e o comprometimento das forças de segurança pública no combate a esse tipo de crime.

Os policiais participantes puderam aplicar técnicas avançadas de identificação veicular, tornando mais ágil o processo de análise e aumentando a precisão na detecção de irregularidades. A atuação integrada também possibilitou a troca de experiências e o fortalecimento dos vínculos institucionais entre os órgãos envolvidos.

A operação teve caráter repressivo e preventivo: repressivo, ao possibilitar a recuperação de veículos e sua restituição aos legítimos proprietários; e preventivo, ao evitar que veículos com algum tipo de fraude retornem à circulação ou sejam comercializados de forma irregular.
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 16:47:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Delegado da PF que atuou na prisão de Ramagem pelo ICE é expulso dos EUA]]></title>
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				<description><![CDATA[Os Estados Unidos decidiram determinar a saída do País do delegado Marcelo Ivo que, segundo as autoridades do país, tentou "manipular" o sistema de imigração", "contornar pedidos formais de extradição" e "estender perseguições políticas ao território dos Estados Unidos".

O anúncio foi feito pela conta oficial do Escritório de Assuntos do Hemisfério Ocidental no Departamento de Estado.

O pedido de saída do país se deu depois do episódio da prisão pelo Serviço de Imigração e Fiscalização Aduaneira dos Estados Unidos (ICE) e posterior soltura do ex-deputado federal Alexandre Ramagem, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por golpe de Estado e que fugiu para os Estados Unidos.

A reportagem conseguiu confirmar com autoridades que se trata do delegado Marcelo Ivo. Já a Polícia Federal afirma ainda não ter sido comunicada. O Ministério das Relações Exteriores informou em nota não ter comentários a fazer neste momento.

O delegado Marcelo Ivo atua como oficial de ligação da PF brasileira em Miami desde agosto de 2023. Sua atuação é junto ao Departamento de Segurança Interna dos EUA, responsável por questões como imigração e terrorismo.

Ramagem compartilhou a publicação da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil no X (antigo Twitter). O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) ironizou a saída do delegado brasileiro do país. Em publicação no X, o Eduardo afirmou que a "Polícia Federal quis dar uma de malandra".

"O caso do Ramagem, que seria um caso de extradição, porque ele tem uma condenação injusta no Brasil, a Polícia Federal tentou driblar as autoridades americanas e tratar o caso como um caso de deportação por status migratório incorreto, que na verdade também não se configura porque o Ramagem está legal nos Estados Unidos e com pedido de asilo válido", afirmou.

Estadão Conteúdo
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				<category>Mundo</category>
				<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 20:31:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Esquema de MC Ryan usou conta de Deolane Bezerra para lavar dinheiro de bets do PCC, diz PF]]></title>
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				<description><![CDATA[A influenciadora Deolane Bezerra, alvo da Operação Integration sob suspeita de lavar dinheiro de rifas e bets ilegais, é apontada como uma das operadoras de um esquema de ocultação e branqueamento de ativos a serviço do crime organizado sob liderança de MC Ryan SP, que entrou na mira da Polícia Federal na Operação Narco Fluxo e foi preso na última quarta-feira, 15.

Investigadores afirmam ter reunido indícios suficientes para detalhar a participação de Deolane no esquema, no qual ela atuaria como "conta de passagem" para a movimentação de recursos que, segundo a Polícia Federal, alcançou R$ 1,6 bilhão com plataformas de apostas ilegais.

Até a publicação deste texto, o Estadão buscou contato com a defesa de Deolane sobre a investigação, mas sem sucesso. O espaço está aberto.

A defesa de MC Ryan, apontado como pivô do esquema, afirma que "todos os valores que transitam nas contas do funkeiro possuem origem devidamente comprovada, sendo submetidos a rigoroso controle e ao regular recolhimento de tributos".

A reportagem do Estadão teve acesso ao relatório da PF na Operação Narco Fluxo. Os indícios reunidos pela Polícia Federal até aqui e que embasaram a operação atribuem a Deolane o recebimento de R$ 430 mil entre 14 de maio de 2025 e 30 de junho de 2025 de MC Ryan.

Para a PF, "a transação é considerada uma evidência material do vínculo financeiro direto entre os dois investigados, demonstrando que o fluxo de caixa da produtora de Ryan, suspeita de misturar receitas de shows com recursos de apostas e rifas, irriga também as contas de aliados estratégicos que enfrentam investigações similares por lavagem de dinheiro e associação criminosa".

A transferência de valores faz parte, na avaliação dos federais, de uma ampla engrenagem criminosa liderada por Ryan voltada à lavagem de dinheiro do crime organizado e do tráfico de drogas, incluindo o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Sobre o valor de R$ 430 mil que teria recebido de Ryan, Deolane afirmou nas redes sociais que se trata da venda de um veículo ao funkeiro.

"Eu vendi um carro para o Ryan. Ele me deu um outro carro mais barato na troca e um outro valor a ser depositado na minha conta bancária", disse a influenciadora, que acumula 22 milhões de seguidores no Instagram.

Ecossistema

Para a Polícia Federal, as operações entre Ryan e Deolane "sugerem o uso da liquidez financeira para aquisição de bens de alto valor e ações de limpeza de imagem".

"A transferência de R$ 430 mil não aparenta ter justificativa comercial ordinária de prestação de serviços, mas serve para consolidar o elemento objetivo no sentido de que Deolane e &#39;MC Ryan SP&#39; compartilham um ecossistema financeiro inidôneo em comum", atesta a PF.

A análise das movimentações financeiras de Deolane Bezerra levou a Polícia Federal a identificar que a influenciadora operou com características de "conta de passagem", com movimentação de R$ 5,3 milhões entre 14 de maio de 2025 e 30 de junho de 2025.

Segundo a corporação, isso significa que os valores entram na conta e são rapidamente transferidos a terceiros ou para outras contas, sem permanecer por muito tempo, o que dificulta o rastreamento e a identificação da origem do dinheiro.

Nesse intervalo, o aporte da empresa de MC Ryan SP teria se misturado a outros recursos, incluindo R$ 4,8 milhões provenientes da própria agência de publicidade da influenciadora.

Para os investigadores, essa mistura de valores dificulta separar o que teria origem lícita do que é suspeito. A investigação aponta que o destino dos recursos revela um "padrão de integração de capitais focado em ativos de luxo e gestão de imagem".

Coincidentemente ao recebimento dos valores de Ryan, Deolane realizou uma transferência de R$ 1.165.000,00 para o Instituto Projeto Neymar Jr., além de pagamentos vultosos a empresas do setor automotivo e de blindagem.

A reportagem pediu manifestação do Instituto Projeto Neymar Jr. sobre os valores. O espaço está aberto.

Rifas digitais

O mesmo relatório de inteligência aponta que Deolane Bezerra já é investigada por crimes contra a economia popular e lavagem de dinheiro por meio de rifas digitais.

Segundo a Polícia Federal, a análise das movimentações reforça a suspeita de que recursos de origem ilícita circulam entre pessoas físicas e jurídicas do grupo antes de serem integrados à economia formal.

Em fevereiro, a Justiça Federal em Pernambuco anulou as investigações e decisões ligadas à Operação Integration, que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro oriundo de jogos de azar via bets. À época, a apuração estava sob tutela da Polícia estadual. A Justiça Federal assumiu a competência do caso.

Deflagrada em setembro de 2024, a Integration visa uma organização criminosa suspeita de explorar jogos ilegais e lavar dinheiro por meio de empresas de fachada.

Segundo os autos, o grupo utilizava empresas dos setores de eventos, publicidade, câmbio e seguros para movimentar recursos ilícitos por meio de depósitos e transações bancárias.

Estadão Conteúdo
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 20:01:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Criador da Choquei é transferido para presídio após Justiça decidir manter prisão preventiva ]]></title>
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				<description><![CDATA[Na sexta-feira, 17 de abril, Raphael Sousa Oliveira, de 31 anos, criador da página de fofocas Choquei, foi transferido para o Complexo Prisional Policial Danilla Cruviel, em Goiânia, no estado de Goiás. Esta mudança aconteceu por decisão da Justiça que manteve a prisão preventiva de Raphael.

A Polícia Federal prenderam Raphael na quarta-feira, 15 de abril, no contexto da Operação Narco Fluxo. A ação apura um suposto esquema de movimentações financeiras consideradas ilegais, com valores estimados em R$ 1,6 bilhão.

A Justiça analisou o pedido da defesa para revogar a prisão, mas negou a solicitação. O juiz responsável destacou a necessidade de aguardar o avanço das investigações antes de qualquer mudança na medida.

Investigação

A Polícia Federal informou que Raphael atuaria como “operador de mídia” dentro da estrutura investigada. Segundo a apuração, ele utilizaria sua plataforma digital para divulgar conteúdos favoráveis ao grupo.

As investigações também indicam que ele participaria da promoção de plataformas de apostas e rifas, além de atuar na gestão de crises de imagem. A decisão da 5ª Vara Federal de Santos apontou que o alcance da página poderia contribuir para fortalecer a imagem da organização investigada.

A apuração também identificou possíveis relações financeiras entre o influenciador e o artista MC Ryan SP. Os investigadores apontaram que Raphael teria recebido cerca de R$ 370 mil por serviços de publicidade.

Do total, R$ 270 mil apareceram em movimentações realizadas entre 2024 e 2025. Outros R$ 100 mil teriam origem em uma transferência feita por uma pessoa ainda não identificada.

Outros envolvidos

A operação também resultou na prisão de outros influenciadores e produtores de conteúdo. Entre os nomes citados está Chrys Dias, que possui milhões de seguidores nas redes sociais.

A Operação Narco Fluxo ocorreu de forma simultânea em nove estados. A Polícia Federal segue com as investigações para identificar todos os envolvidos e entender o destino dos valores movimentados. As autoridades continuam analisando os dados reunidos durante a operação, enquanto novas decisões judiciais podem ocorrer conforme o avanço do caso.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 13:59:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Delegado revisa inquérito e conclui pela 2ª vez que não houve interferência de Bolsonaro na PF]]></title>
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				<description><![CDATA[A atual gestão da Polícia Federal revisou a conclusão do inquérito que tinha apurado interferências indevidas do então presidente da República Jair Bolsonaro na corporação e concluiu, pela segunda vez, que não há provas do cometimento de crimes no caso.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes havia determinado a reabertura do caso, que tinha sido instaurado após o pedido de demissão de Sergio Moro do Ministério da Justiça, quando ele disse ter sofrido pressão do presidente para trocar cargos de comando da corporação. Um dos motivos seria um receio de Bolsonaro com o avanço do inquérito das fake news contra seus aliados.

A PF sob Bolsonaro concluiu que não houve interferência indevida e o então procurador-geral da República Augusto Aras havia pedido o arquivamento da investigação.

Agora, sob o governo Lula, a PF fez uma revisão das provas colhidas e reiterou a conclusão de que não há provas para justificar uma imputação penal no inquérito.

"Merece ser mencionado que o IPL 2021.0031208 -CCINT/CGCINT/DIP/PF apurou objeto específico, que, sob a ótica das diligências tomadas em contemporaneidade com os fatos, não revelou informações capazes de justificar imputações penais", escreveu o delegado Carlos Henrique Pinheiro de Melo, vinculado à Diretoria de Inteligência Policial (DIP).

O delegado cita, por exemplo, que a PF solicitou compartilhamento de provas do inquérito das fake news com o ministro Alexandre de Moraes que indicassem a ocorrência de interferências indevidas, mas que o ministro havia respondido que não havia provas disso naquele inquérito.

A conclusão diz ainda que eventuais atos de interferência detectados nos inquéritos de relatoria do ministro Alexandre de Moraes podem ser apuradas diretamente nesses procedimentos de investigação.

Após receber esse relatório complementar, Moraes enviou o processo para análise do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Ele pode indicar novas diligências a ser tomadas ou requisitar o arquivamento definitivo do caso.

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 09:25:00 -0300</pubDate>
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