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		<title>Portal de Prefeitura - Polícia Federal</title>
		
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				<title><![CDATA[MP Eleitoral pede que TSE barre candidatura de deputado eleito preso em operação da PF]]></title>
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				<description><![CDATA[O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que impeça a candidatura de Márcio Canella, do União Brasil, deputado estadual eleito no Rio de Janeiro.

A manifestação foi publicada na sexta-feira, 23 de outubro e aponta suspeitas de envolvimento do político com organizações criminosas como fundamento para barrar sua participação na disputa eleitoral.

Canella está preso desde 15 de outubro, quando foi alvo da oitava fase da Operação Unha e Carne, deflagrada pela Polícia Federal (PF). Ele é investigado por suposta ligação com uma organização criminosa armada que, segundo as apurações, utilizaria uma rede de 96 postos de combustíveis para lavar dinheiro.

A investigação também resultou em medidas judiciais contra empresas supostamente ligadas ao esquema. A Justiça determinou o sequestro de bens e valores, além da suspensão das atividades econômicas de 112 empresas relacionadas à rede investigada.

O deputado estadual eleito está detido no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

O pedido do MPE será analisado pelo TSE, responsável por decidir sobre a questão eleitoral. A manifestação ministerial se baseia em elementos da investigação que, na avaliação do órgão, precisam ser considerados para avaliar a possibilidade de participação de Canella no processo eleitoral.

Ministério Público aponta entendimento do TSE sobre organizações criminosas

O parecer foi apresentado pelo vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa. No documento, ele afirma que há entendimento do TSE que impede a participação eleitoral de políticos ligados a organizações paramilitares ou grupos semelhantes, mesmo sem o trânsito em julgado, quando não cabe mais recurso na discussão considerada.

Espinosa também questiona a decisão anterior do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), que havia liberado a candidatura de Canella. Segundo o vice-procurador-geral eleitoral, a Justiça Eleitoral estadual tomou a decisão sem ter acesso às provas reunidas no inquérito contra o político, que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).

O sigilo do processo foi retirado pelo Supremo somente em outubro, após a prisão do deputado estadual eleito. Para o representante do Ministério Público Eleitoral, as informações e provas que se tornaram acessíveis precisam ser levadas em consideração na análise do caso.

A investigação reúne indícios de que Canella teria influenciado a indicação de integrantes para cargos na cúpula da Segurança Pública estadual com o objetivo de favorecer o grupo criminoso investigado. Também há suspeitas de que ele teria recebido dinheiro em espécie proveniente do esquema.

Essas alegações integram as apurações e ainda dependem da análise das autoridades competentes. O pedido do MPE não representa, por si só, uma decisão definitiva sobre a situação eleitoral do político.

Suspeitas de ligação com milícias também integram o parecer

Além das suspeitas relacionadas à lavagem de dinheiro e à atuação de uma organização criminosa armada, o Ministério Público Eleitoral aponta possíveis vínculos de Canella com milícias que atuam no Rio de Janeiro.

Entre os elementos citados no parecer está a contratação, em 2023, da esposa de um suposto líder miliciano para trabalhar no gabinete do então deputado estadual.

O documento também menciona nomeações para secretarias municipais durante a gestão de Canella como prefeito de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, envolvendo pessoas apontadas como lideranças de organizações milicianas.

Na avaliação de Espinosa, os elementos reunidos indicariam possível infiltração de integrantes desses grupos na administração pública, além de apoio eleitoral à campanha do político.

Em trecho do parecer, o vice-procurador-geral eleitoral afirma haver indícios convergentes de participação de lideranças milicianas na estrutura administrativa por meio do candidato, assim como de apoio à campanha e atuação como articulador de uma organização criminosa armada.

A análise do TSE deverá considerar os argumentos apresentados pelo Ministério Público Eleitoral e os elementos disponíveis no processo. Até que haja uma decisão judicial definitiva sobre o pedido, as suspeitas mencionadas no parecer devem ser tratadas como alegações sob investigação.

O caso reúne questões criminais e eleitorais, com desdobramentos que podem afetar a situação de Canella na disputa política.

Enquanto a Polícia Federal e o Supremo Tribunal Federal tratam das apurações criminais, caberá à Justiça Eleitoral examinar o pedido apresentado pelo MPE e decidir sobre a candidatura do deputado estadual eleito.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 24 Oct 2026 17:52:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[PF deflagra operação contra suspeitos de lavagem de dinheiro em postos de combustível]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) cumpriu, nesta quinta-feira, 15 de outubro, seis mandados de prisão preventiva contra acusados de integrar organização criminosa armada envolvida com lavagem de dinheiro em postos de combustível.

Entre os alvos presos na operação estão o ex-secretário de Polícia Civil, Marcus Amim, e o ex-prefeito de Belford Roxo e deputado estadual eleito Márcio Canella.

A Justiça também determinou o cumprimento de 16 mandados de busca e apreensão, sequestro de bens e valores e suspensão das atividades econômicas de 112 empresas suspeitas de integrarem o esquema de lavagem de dinheiro. Os mandados estão sendo cumpridos na capital fluminense e em mais seis municípios do estado.

Entre as empresas suspeitas de lavagem de dinheiro estão 96 postos de combustível. De acordo com relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o grupo, que contaria com a participação de policiais civis, é suspeito de movimentar mais de R$ 7,6 bilhões.

Além dos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa armada, os acusados respondem por corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional, venda ilegal de combustíveis e formação de cartel, além de outros que poderão surgir no decorrer das investigações.

A ação desta quinta-feira é parte da oitava fase da Operação Unha e Carne, que já tinha prendido Canella em julho deste ano, na sexta etapa. Amim também foi alvo daquela fase da Unha e Carne. A operação conta com o apoio da Corregedoria da Polícia Civil.

Agência Brasil

Fiscalização em Pernambuco

A fiscalização no mercado de combustíveis realizada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, alcançou 14 unidades da Federação entre os dias 22 de setembro e 2 de outubro.

Ao todo, foram realizadas 532 ações, incluindo a inspeção de 283 postos e a emissão de 249 notificações.

Pernambuco registrou o maior número de estabelecimentos fiscalizados, com 106 postos inspecionados, o equivalente a mais de um terço do total nacional.

As operações no estado ocorreram entre 28 de setembro e 2 de outubro, em Recife, Paulista, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Moreno, Caruaru, Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 16:20:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Polícia Federal deflagra operação contra compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil em Pernambuco]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira, 14 de outubro, a Operação Elo Oculto, com o objetivo de combater crimes relacionados à divulgação e ao compartilhamento de material de abuso sexual de crianças e adolescentes na internet. A ação foi realizada no município de Catende, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, onde os agentes cumpriram um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal.

De acordo com a Polícia Federal, as investigações começaram após a identificação de atividades suspeitas em um grupo do aplicativo de mensagens Telegram. No espaço, teriam sido divulgados e oferecidos arquivos contendo material de abuso sexual infantojuvenil.

Durante o cumprimento da ordem judicial, os policiais apreenderam um aparelho celular, um tablet e dois computadores portáteis (notebooks). Os equipamentos serão submetidos à análise pericial para aprofundar as investigações e identificar possíveis outros elementos relacionados aos crimes apurados.

Equipamentos serão analisados pela Polícia Federal

A perícia dos dispositivos eletrônicos deve auxiliar na investigação das atividades identificadas no grupo de mensagens e na apuração de possíveis evidências relacionadas à divulgação e ao compartilhamento do material.

A Polícia Federal não divulgou informações sobre possíveis suspeitos, prisões ou o andamento de outras medidas investigativas relacionadas à operação.

A instituição reforçou o compromisso com a proteção de crianças e adolescentes e com o enfrentamento de crimes de exploração e abuso sexual infantojuvenil praticados por meio da internet.

A Operação Elo Oculto integra as ações de investigação da Polícia Federal voltadas ao combate a crimes cometidos no ambiente digital contra crianças e adolescentes.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 10:15:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Mensagens apontam Vorcaro como sócio de rede de prostituição e recrutamento de mulheres, diz portal]]></title>
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				<description><![CDATA[Mensagens detalham uma estrutura de recrutamento de mulheres para festas privadas promovidas pelo banqueiro Daniel Vorcaro, com a participação de agenciadores e organizadores de eventos.

As conversas indicam que brasileiras e estrangeiras eram levadas a encontros com Vorcaro, amigos e convidados, incluindo autoridades, no Brasil e no exterior.

A informação foi revelada pelo portal UOL nesta terça-feira, 13 de outubro.

Os diálogos indicam que a atuação de Vorcaro ia além da contratação de acompanhantes.

O banqueiro discutia a seleção das mulheres, decidia quem permaneceria no grupo, negociava valores e participava do planejamento dos eventos. As conversas também apontam para a intenção de criar ou utilizar uma agência de modelos para centralizar as contratações.

Procurada, a defesa do dono do Banco Master afirmou que não vai se manifestar sobre o assunto.

O caso é investigado pela Polícia Federal, que abriu um inquérito em maio para apurar a participação de garotas de programa estrangeiras e possíveis irregularidades na contratação dos serviços.

A prostituição não é crime no Brasil. Já o favorecimento da prostituição por terceiros, a exploração sexual e a manutenção de estabelecimentos destinados a essa finalidade podem configurar crimes, conforme as circunstâncias. A eventual ocorrência de tráfico internacional de pessoas também depende da apuração dos fatos e dos requisitos previstos em lei.

De acordo com o UOL, entre os principais nomes investigados estão Leonardo Serrano, proprietário de uma empresa de eventos, e Diogo Batista, promotor de eventos em São Paulo que, segundo as mensagens, recebia R$ 120 mil mensais de Vorcaro.

Mulheres eram distribuídas conforme tipo de evento e preferência de Vorcaro

Vorcaro e Diogo Batista chamavam as mulheres de "escravas" e "kengas", além de discutirem formas de recrutamento, seleção e contratação delas.

Em mensagens reveladas pelo UOL, Diogo escreveu expressões como "escravinha doutrinada" e disse "vou já escravizar ela pra hoje e fazer trabalhar pra gente aí". Em outra conversa, mencionou a possibilidade de levar duas mulheres do Rio de Janeiro.

As mulheres mais jovens recebiam o apelido de "creche". Em 2024, Vorcaro escreveu a Diogo que o grupo havia consumido sua semana e fez uma referência sexual ao número de mulheres envolvidas. "Nossa creche me consumiu semana toda kkk. Queria ter duas pirocas", disse Vorcaro a Diogo naquele ano.

Os diálogos indicam que as mulheres eram distribuídas conforme o tipo de evento e a preferência de Vorcaro. Parte delas seria destinada a encontros privados, enquanto outras seriam recrutadas para festas com maior número de convidados.

Refugiada ucraniana entrou no planejamento do grupo

Entre os episódios está o de uma jovem ucraniana de 19 anos, refugiada da guerra, que chegou ao grupo em outubro de 2023, durante a organização de uma festa de Halloween.

No início de novembro daquele ano, Vorcaro informou que não pagaria mais hospedagem ou passagens para mulheres que decidissem permanecer no Brasil. A jovem ficou no País, e as conversas posteriores passaram a tratar de sua situação.

Em 7 de novembro, Diogo informou que havia três refugiadas ucranianas no grupo. Vorcaro respondeu que queria que pelo menos uma delas permanecesse para ele.

Dias depois, Diogo compartilhou dados do passaporte da jovem para organizar seu deslocamento ao Rio de Janeiro. No fim daquele mês, explicou que ela não poderia voltar à Ucrânia porque seus pais consideravam a situação no país perigosa.

Na mesma conversa, surgiu a proposta de incluir as refugiadas em uma agência. "Bora colocar elas na agência e daí lavamos as mãos", escreveu Diogo, segundo as mensagens obtidas pelo UOL.

Em dezembro, o promotor relatou que a jovem não tinha para onde ir e que a cidade de origem estava sendo bombardeada. Disse ainda que a havia mantido no grupo porque ela pretendia buscar refúgio na Itália. Na sequência, mencionou a possibilidade de ela ingressar na agência.

A ideia voltou a aparecer em janeiro de 2024, quando Diogo propôs abrir a empresa e alugar uma casa ou um apartamento para as mulheres. Em março, a jovem foi mencionada entre as mulheres encaminhadas para um jantar de Vorcaro em um bar nos Jardins, em São Paulo.

Em abril, Vorcaro determinou que mulheres da Ucrânia e da Rússia fossem mandadas embora. Depois, afirmou que avaliaria pessoalmente quem permaneceria e quem deixaria o grupo.

Agência de modelos teria sido usada para organizar contratações

As mensagens também mostram discussões sobre a aquisição de participação na Allure Eventos, agência de modelos que, segundo a reportagem do UOL, teria sido considerada para centralizar o recrutamento das mulheres.

Em dezembro de 2023, Vorcaro recebeu um contrato que previa a compra de 50% da empresa, pertencente a Felipe Nisti Cataldo, por R$ 1,5 milhão. Em janeiro de 2024, Diogo informou que o documento havia sido assinado e afirmou que, com isso, estariam "blindados".

O pagamento teria sido dividido em três parcelas de R$ 500 mil. Segundo o UOL, um comprovante encontrado no celular de Vorcaro registra uma transferência via Pix da Super Empreendimentos para Nisti.

A negociação, entretanto, é contestada. Procurado pelo UOL, Felipe Nisti afirmou que Vorcaro demonstrou interesse no negócio, mas negou que a transação tivesse avançado nos termos descritos nas conversas. Sobre a transferência de R$ 500 mil, declarou que precisaria verificar sua origem e finalidade.

Em outubro de 2023, o empresário Tiago Polo, que trabalhava com Diogo, já havia apresentado a Vorcaro a ideia de utilizar uma agência para organizar a contratação das mulheres. Segundo uma mensagem reproduzida pelo UOL, o objetivo seria "ajustar as meninas indiretamente".

Em janeiro de 2024, Vorcaro pediu que Tiago viajasse ao Sul do País para buscar mulheres para o cadastramento na Allure. No mesmo mês, Diogo solicitou R$ 500 mil para alugar uma casa destinada às modelos. Vorcaro respondeu que os funcionários do local deveriam ser exclusivamente mulheres.

Em maio daquele ano, Diogo propôs dividir as recrutadas em dois grupos: um destinado a encontros privados e outro a eventos com maior volume de participantes.

Festas no Brasil e no exterior mobilizavam dezenas de mulheres

A estrutura descrita nas mensagens não se limitava a São Paulo. De acordo com a apuração do UOL, eventos e viagens organizados pelo grupo envolveram mulheres recrutadas no Brasil e em outros países, com deslocamentos para cidades como Paris, Londres, Roma e Dubai.

A logística internacional ficava, em parte, sob responsabilidade de Leonardo Serrano, dono da SL Consulting, empresa sediada na Flórida. Nas conversas, ele organizava passagens, hospedagens, repasses de dinheiro e contatos com promotores locais.

Em uma festa de Halloween realizada em outubro de 2023, na boate Madame Satã, em São Paulo, Serrano mencionou 74 mulheres. Diogo teria levado outras 40, hospedadas em 21 quartos do hotel Rosewood. Em outra mensagem, o total citado ultrapassava 120 mulheres.

Em junho de 2024, durante a preparação de uma festa na França, Serrano propôs disponibilizar 3 mil euros para compras a cada uma de oito mulheres. Vorcaro sugeriu elevar o valor para 4 mil euros e fez uma referência depreciativa às participantes.

Segundo o UOL, um evento realizado em Londres em abril de 2024 contou com a presença de autoridades de Brasília, e Vorcaro pediu que mulheres fossem levadas ao seu quarto de hotel. No dia seguinte, solicitou que outras mulheres fossem encaminhadas caso fossem consideradas adequadas. As mensagens mencionavam 99 mulheres levadas para trabalhar no evento.

Em outra viagem a Londres, em março de 2024, o grupo discutiu a contratação de mulheres e profissionais do sexo masculinos para uma casa noturna. Estes últimos eram chamados de "macacos" nas conversas.

Já em Roma, em outubro de 2024, Serrano contabilizou grupos de mulheres recrutadas por diferentes intermediários, além de participantes que haviam viajado do Brasil. Parte delas seguiria posteriormente para Dubai.

O planejamento também alcançava o carnaval de 2025, quando Diogo solicitou a ida de aproximadamente 15 mulheres estrangeiras para festas no Rio de Janeiro.

As mensagens revelam ainda divergências entre os envolvidos sobre responsabilidades e possíveis consequências do esquema. Em fevereiro de 2024, Serrano negou estar envolvido em tráfico de pessoas e atribuiu a responsabilidade a Diogo. Meses depois, reclamou das mulheres encaminhadas pelo promotor e afirmou que não assumiria a responsabilidade por elas.

As declarações, por si só, não comprovam a prática de tráfico internacional de pessoas. A investigação deverá esclarecer as condições de recrutamento, deslocamento, permanência e eventual exploração das mulheres.

Faturas milionárias e pagamentos a intermediários

A SL Consulting cobrava despesas relacionadas aos eventos por meio de faturas. O UOL identificou 21 documentos emitidos entre abril de 2024 e março de 2025, que somavam aproximadamente US$ 70 milhões.

As cobranças eram encaminhadas à Moriah Asset, gestora sediada em Belo Horizonte, sob descrições relacionadas a eventos, hospitalidade, hospedagem e fretamentos. Segundo o site, Vorcaro repassava as faturas ao setor financeiro do Banco Master.

As despesas com mulheres no Brasil eram direcionadas para outra empresa, a Prime You. Em novembro de 2023, Serrano escreveu que as passagens aéreas e os hotéis seriam faturados para essa companhia.

Diogo também recebia valores por intermédio de Serrano, além de transferências via Pix para sua própria conta. Em setembro e outubro de 2024, Serrano solicitou autorização para pagar faturas de R$ 350 mil e R$ 260 mil relacionadas ao grupo de Diogo.

Em janeiro de 2025, Vorcaro determinou a interrupção dos pagamentos ligados ao promotor.

Vorcaro aparecia como responsável pelas decisões

As conversas sugerem uma divisão de funções na qual Diogo organizava as atividades e mantinha contato com as mulheres, enquanto Vorcaro decidia quais seriam selecionadas, quais permaneceriam e quanto seria pago.

Em uma das mensagens, Diogo descreveu a relação de hierarquia entre os dois: "Vc é o chefe e eu seu Cavaleiro PitBull!". Em outra ocasião, escreveu: "Chefe manda e a gente executa".

Os diálogos também mostram o promotor de eventos pedindo autorização para realizar pagamentos e solicitando que Vorcaro escolhesse as mulheres que fariam parte do grupo mais próximo do banqueiro.

Em novembro de 2023, Vorcaro determinou que todas fossem dispensadas para que o processo começasse novamente. Nos meses seguintes, solicitou novas seleções, inclusive de mulheres do Sul do Brasil, e discutiu a utilização da agência para formalizar contratações e providenciar vistos.

Em março de 2024, Diogo afirmou que estava preparando as mulheres escolhidas por Vorcaro e que aguardava a decisão final do banqueiro. Entre as candidatas mencionadas estava a refugiada ucraniana de 19 anos.

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 17:02:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Polícia Federal prende mulher com 33,9 kg de skank no Aeroporto do Recife]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) prendeu uma mulher de 25 anos suspeita de tráfico interestadual de drogas no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes, na Zona Sul da capital pernambucana. A prisão ocorreu no dia 8 de outubro, por volta das 8h, durante a fiscalização de bagagens de passageiros de um voo doméstico.

De acordo com a PF, a droga foi identificada por meio de um aparelho de raios X em duas malas transportadas pela passageira, natural de Manaus, no Amazonas. Após a apreensão, um exame pericial confirmou a presença de 33,9 quilos de skank, também conhecido como supermaconha.

Segundo as informações divulgadas pela corporação, o voo havia partido de Manaus, com escala no Recife, e tinha Fortaleza, no Ceará, como destino final. A mulher receberia R$ 7 mil caso conseguisse realizar a entrega do entorpecente.

Droga foi identificada durante fiscalização de bagagens

A apreensão ocorreu durante os procedimentos de fiscalização realizados no Aeroporto Internacional do Recife. Conforme a Polícia Federal, a presença da substância foi detectada inicialmente pelo equipamento de raios X utilizado na inspeção das malas.

A confirmação do tipo de droga e do peso bruto foi feita posteriormente por meio de exame pericial. Ao todo, foram apreendidos 33,9 quilos de skank distribuídos em duas bagagens.

A PF informou que esta foi a maior apreensão de skank já registrada no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes. A corporação não detalhou, no material divulgado, como a droga estava acondicionada nas malas nem se outras pessoas foram identificadas durante a ocorrência.

A rota do voo, que começou em Manaus, passou pelo Recife e tinha Fortaleza como destino final, caracteriza o deslocamento entre diferentes estados brasileiros. A suspeita foi presa durante a escala na capital pernambucana, antes de concluir o trajeto informado.

Mulher foi autuada por tráfico interestadual de drogas

Após a apreensão, a mulher foi autuada em flagrante pelo crime de tráfico interestadual de entorpecentes. Segundo a Polícia Federal, a pena prevista para o crime de tráfico de drogas varia de cinco a 15 anos de reclusão, sem prejuízo de outras consequências legais conforme o enquadramento do caso.

Depois dos procedimentos de polícia judiciária, a presa foi encaminhada para audiência de custódia e ficou à disposição da Justiça estadual.

A audiência de custódia é o procedimento judicial realizado após uma prisão para avaliar as circunstâncias da detenção e a necessidade de manutenção da prisão, entre outras questões previstas em lei.

A Polícia Federal não informou, no comunicado, a identidade da mulher nem apresentou outros detalhes sobre o andamento do processo. O caso seguirá sob análise das autoridades competentes.
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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 08:47:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Polícia Federal inicia perícia em prédio destruído por incêndio na UFPE; drone e robô serão utilizados na vistoria]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/pernambuco/policia-federal-inicia-pericia-em-predio-destruido-por-incendio-ufpe/633865/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) começou a realizar a perícia no edifício da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) destruído por um incêndio na última quarta-feira, 7 de outubro.

Nesta etapa inicial, os trabalhos utilizam drones e um robô equipado com câmera, já que a entrada dos peritos no imóvel ainda não é permitida devido ao risco de desabamento do teto. A estabilidade da estrutura também está sendo avaliada.

O incêndio começou na noite da quarta-feira (7) e só foi controlado pelo Corpo de Bombeiros após nove horas de combate às chamas. No dia seguinte, agentes da Polícia Federal utilizaram um drone e um carrinho robótico com câmera acoplada para registrar imagens do interior do prédio.

A investigação busca esclarecer se o fogo foi provocado intencionalmente ou se teve outras causas. De acordo com a PF, o acesso presencial dos peritos dependerá da realização de um escoramento que garanta condições de segurança para a entrada no imóvel.

Equipamentos mostram destruição nos laboratórios

O primeiro andar foi a área mais atingida pelas chamas. Com as janelas destruídas, os equipamentos utilizados pela Polícia Federal conseguiram acessar diferentes pontos do edifício e registrar os danos provocados pelo incêndio.

As imagens mostram laboratórios devastados, com escombros, cinzas, tubos e móveis retorcidos. O material deverá contribuir para o trabalho de investigação, que pretende identificar a origem e as circunstâncias do incêndio.

Segundo o delegado regional executivo da Polícia Federal, Rodrigo Bastos, peritos da corporação no Distrito Federal também vão participar das investigações.

Incêndio provocou prejuízo estimado em R$ 100 milhões

A reitoria da UFPE calcula que os danos causados pelo incêndio cheguem a aproximadamente R$ 100 milhões. A destruição comprometeu cerca de 200 teses e dissertações, com impactos sobre duas décadas de pesquisas científicas desenvolvidas na universidade.

O prédio abrigava laboratórios dedicados a estudos na área de saúde, incluindo pesquisas sobre Covid-19, câncer, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH).

A Defesa Civil do Recife informou que ainda não realizou uma vistoria no local e aguarda a conclusão dos trabalhos da Polícia Federal. Após o encerramento da perícia, um engenheiro da própria UFPE deverá avaliar as condições estruturais do edifício.

Governo anuncia recursos para reconstrução e equipamentos

Na quinta-feira (8), o ministro da Educação, Leonardo Barchini, visitou o prédio atingido e anunciou a construção de um novo centro de pesquisas, com investimento estimado em R$ 28 milhões.

Já a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, anunciou, na sexta-feira (9), o repasse de R$ 40 milhões para a compra de novos equipamentos, em substituição aos materiais destruídos pelo fogo.

O edifício já abrigou o Restaurante Universitário nas décadas de 1980 e 1990 e, posteriormente, sediou a Diretoria de Inovação e Empreendedorismo (Dine). Durante a pandemia, passou a receber o Núcleo de Pesquisa em Inovação Terapêutica, que reunia laboratórios de diferentes áreas do conhecimento.

UFPE registrou três incêndios em uma semana

O incêndio que destruiu o centro de pesquisas foi o terceiro registrado na UFPE em um intervalo de uma semana. O primeiro caso ocorreu em 30 de setembro, em um laboratório do Departamento de Física. Não houve feridos, e a suspeita inicial apontou para um experimento realizado em uma câmara de alta temperatura usada para aquecer substâncias.

O segundo incêndio aconteceu no domingo (4), no laboratório de Citogenética e Evolução Vegetal, localizado no Centro de Biociências. Assim como nos outros episódios, ninguém ficou ferido.

Segundo a reitoria da universidade, as causas dos dois primeiros incêndios já foram identificadas. No laboratório de Física, o fogo teria começado durante a realização de um experimento. Já no Centro de Biociências, as chamas se espalharam após um curto-circuito no aparelho de ar-condicionado.

As circunstâncias do terceiro incêndio continuam sob investigação da Polícia Federal.
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 09:21:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Polícia Federal vai investigar se incêndio na UFPE foi criminoso; reitor estima prejuízo de R$ 100 milhões]]></title>
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				<description><![CDATA[O reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Alfredo Gomes, afirmou nesta quinta-feira, 8 de outubro, que o prejuízo estimado após o incêndio de grandes proporções atingir o edifício da instituição é de aproximadamente R$ 100 milhões.

Em conversa com jornalistas, o reitor disse que esse valor se refere a equipamentos, insumos e materiais de maneira geral.

"Nós estimamos que funcionavam ali vários grupos de pesquisa, algo em torno de 80 dissertações e teses de doutorado. É uma perda irreparável, porque dados de 20 anos de pesquisa eram também guardados nos espaços", afirmou o reitor.

Em relação ao prédio, o reitor afirmou que a infraestrutura ainda será avaliada, já que o andar superior foi completamente destruído. Ele acredita que será necessário ter outro edifício para o funcionamento dos laboratórios e acomodação das pesquisas.

Segundo Alfredo Gomes, a reitoria terá uma reunião com as equipes que coordenavam os projetos desenvolvidos no local para apurar o prejuízo com mais precisão.

O reitor afirmou que a universidade acionou a Polícia Federal (PF), por meio da Superintendência Regional em Pernambuco, seguindo o procedimento habitual. Procurada, a PF não retornou à tentativa de contato do Estadão. O espaço segue aberto.

"Não temos nenhuma ideia específica da causa, então precisamos ouvir a perícia, os trabalhos da perícia, para chegarmos a uma conclusão", disse Alfredo Gomes.

O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou ter determinado que a Procuradoria-Geral Federal (PGF) designe uma comissão de procuradores para acompanhar as apurações e adotar, se necessário, as providências legais cabíveis.

"Expresso minha total solidariedade à comunidade acadêmica da UFPE, minha alma mater, e espero que o ocorrido seja objeto de uma investigação rigorosa", escreveu Messias em uma publicação no X.

O fogo atingiu o antigo prédio da Diretoria de Inovação e Empreendedorismo (Dine), que fica na Cidade Universitária, na zona oeste de Recife. De acordo com a UFPE, atualmente, o local abrigava vários laboratórios na área de fármacos, de informática e de genética.

A universidade afirmou que, em função do tipo de produtos armazenados no prédio, o fogo se alastrou rapidamente e provocou grandes danos à estrutura. Não houve registro de vítimas.

A UFPE também lamentou "profundamente o ocorrido, especialmente em relação às pesquisas afetadas". "A UFPE presta solidariedade a todos os pesquisadores, docentes e estudantes que trabalhavam no local", disse.

Esse é o terceiro incêndio registrado nas dependências da instituição em apenas uma semana. O primeiro ocorreu na última quarta-feira, 30, em um laboratório do Departamento de Física. O fogo teria sido provocado em uma câmara de alta temperatura usada para aquecimento de substâncias.

O segundo ocorreu no domingo, 4, quando chamas foram registradas no laboratório de Citogenética e Evolução Vegetal, no Centro de Biociências. Em nenhum dos dois casos houve vítimas.

Estadão Conteúdo
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 14:54:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PM e ex-policiais são alvo de operação por venda de fuzis para facção no Rio; suspeitos foram presos]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) e Ministério Público do Rio de Janeiro (MP- RJ) prenderam nesta quarta-feira, 7 de outubro, um policial militar, três ex-policiais e um ex-comissionado da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), investigados de negociar fuzis com traficantes da facção Terceiro Comando Puro (TCP). As defesas não foram localizadas.

O grupo é suspeito de comércio ilegal de armas, vazamento de dados restritos da segurança pública e lavagem de capitais em benefício da facção criminosa, que atua no Complexo de Israel, na zona norte da capital fluminense.

Os agentes cumprem sete mandados de prisão preventiva e 18 mandados de busca e apreensão. As diligências ocorrem na Barra da Tijuca, Copacabana, Parada de Lucas e Vila da Penha, e nos municípios de Nova Iguaçu, Angra dos Reis, Mesquita, Nilópolis e Seropédica.

Fuzis para o chefe da facção

A investigação foi conduzida pelo Grupo de Investigações Sensíveis da PF no Rio (GISE/PF/RJ) e pelo Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal do MP-RJ (GAESF/MPRJ).

Segundo os órgãos, a organização mantinha um núcleo estruturado para obter, transportar e revender material bélico. Entre os itens negociados estavam fuzis de uso restrito, revólveres, pistolas, carregadores e munições.

Em uma das negociações, os investigados teriam fornecido dez fuzis AR-15 diretamente à principal liderança da facção que opera no Complexo de Israel. A PF também apurou que o grupo recebia fuzis e equipamentos policiais como comissão ou pagamento pelas transações.

De acordo com as apurações, o esquema contava com a participação de agentes da segurança pública, entre eles um policial civil e um policial militar da ativa, além de ex-policiais.

Eles usavam o acesso funcional a sistemas restritos da administração pública para consultar e repassar aos líderes da quadrilha informações sigilosas, como mandados de prisão em aberto, endereços, registros de veículos e alvos de ações policiais em andamento.

Os dados serviam para alertar comparsas e evitar a repressão policial, e também para conduzir investigações clandestinas voltadas à extorsão e à obtenção de lucros ilícitos.

Lavagem de dinheiro

Segundo a PF e o MP-RJ, os recursos eram integrados à economia formal por meio de sucessivas manobras de dissimulação. De acordo com a PF, os operadores do esquema movimentaram mais de R$ 100 milhões em quatro anos, entre contas pessoais e de empresas de fachada. O valor é considerado manifestamente incompatível com as rendas declaradas dos investigados.

Os envolvidos foram denunciados pelo MP-RJ e responderão pelos crimes de organização criminosa armada, comércio ilegal de armas de fogo e munições, violação de sigilo funcional, usura e lavagem de capitais.

Estadão Conteúdo
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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 13:44:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF recolheu R$ 2,8 milhões em bens e conduziu 204 pessoas por crimes eleitorais no primeiro turno das eleições]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) apreendeu R$ 2,8 milhões em bens e valores - dos quais R$ 520,4 mil em dinheiro vivo - neste domingo, 4, durante o primeiro turno das eleições gerais.

O balanço final da Operação Eleições 2026 foi divulgado nesta segunda-feira, 5. Em todo o País, as delegacias da PF abriram 49 inquéritos por supostos crimes eleitorais. Ao todo, 204 pessoas foram conduzidas.

Segundo a PF, até às 23h59 deste domingo foram instaurados 1.337 inquéritos policiais relacionados a crimes eleitorais ao longo de 2026.

O valor de bens apreendidos em ações relacionadas a esses crimes eleitorais alcançou mais de R$ 47,5 milhões, dos quais cerca de R$ 31 milhões correspondem a apreensões de dinheiro em espécie.

Apenas neste domingo foram instaurados 49 inquéritos e registrados 100 termos circunstanciados de ocorrência (TCs) para apurar a prática de ilícitos eleitorais. A PF tem atribuição de investigar fatos de competência da Justiça eleitoral.

As ocorrências foram registradas nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Alagoas, Espírito Santo, Pernambuco, Minas Gerais, Sergipe, Roraima, Acre, Rondônia, Amapá, Maranhão, Amazonas, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraíba, Santa Catarina, Piauí, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte e Tocantins, além do Distrito Federal.

Entre os principais crimes apurados estão a propaganda eleitoral irregular e a corrupção eleitoral, especialmente a compra de votos.

De acordo com a PF, os valores de bens e dinheiro em espécie apresentados neste balanço são preliminares e ainda passarão por validação.

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 17:15:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Polícia Federal descarta ameaças ou planos de ataque contra embaixadas]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal-descarta-ameacas-ou-planos-de-ataque-contra-embaixadas/633467/</link>
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				<description><![CDATA[O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, disse neste domingo, 4 de outubro, que não há risco ou indícios de planos de ataque contra embaixadas localizadas na capital federal.

Na última sexta-feira (2), a corporação investigou supostas ameaças à Embaixada dos Estados Unidos no Brasil. Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão em São Paulo e no entorno do Distrito Federal.


Os elementos colhidos neste momento não apontam nenhuma ação concreta. Ou seja, não havia nenhum plano, não havia nada que a gente tivesse, de imediato, identificado”, disse Andrei.


Em entrevista coletiva no Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICC), em Brasília, o diretor-geral detalhou que a PF foi informada pela própria embaixada estadunidense sobre o caso e atuou para checar a veracidade das informações.


Cumprimos as medidas judiciais – é um processo sigiloso – e, de fato, não comprovamos nenhum elemento concreto que nos apontasse um risco efetivo para essa embaixada ou para qualquer outra embaixada aqui no nosso território.”


Embaixadas fechadas

Na última sexta-feira, as embaixadas dos Estados Unidos e da Austrália no Brasil anunciaram a suspensão dos serviços consulares em todas as cidades com atendimento presencial, alegando questões de segurança.

Austrália e Estados Unidos mantêm parceria na área de inteligência chamada Five Eyes (Cinco Olhos, na tradução para o português). Em nota, o governo australiano chegou a citar risco de terrorismo às vésperas do primeiro turno das eleições gerais no Brasil.

Balanço

Em nota, a PF informou que, até às 12h30 deste domingo, foram instaurados seis inquéritos policiais e lavrados 18 termos circunstanciados de ocorrência para apurar a prática de crimes eleitorais.

As ocorrências foram registradas nos seguintes estados: Bahia, Rio de Janeiro, Alagoas, Espírito Santo, Pernambuco, Minas Gerais, Sergipe, Roraima, Acre, Distrito Federal, Rondônia, Amapá, Maranhão, Amazonas, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, São Paulo e Paraíba.

Ainda de acordo com a corporação, até àquele momento, 59 pessoas foram conduzidas e foram apreendidos R$ 789.828,50 em bens e valores, sendo R$ R$383.627,50 em espécie.

Entre os principais crimes apurados estão propaganda eleitoral irregular e corrupção eleitoral, sobretudo compra de votos.


A Polícia Federal ressalta que os valores de bens e dinheiro em espécie apresentados neste balanço são preliminares e ainda passarão por validação.”

]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sun, 04 Oct 2026 16:22:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Polícia Federal apreende mais de R$ 357 mil e mira influência de crime organizado nas eleições]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/policia-federal-apreende-mais-de-r-357-mil-e-mira-influencia-de-crime/633455/</link>
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				<description><![CDATA[O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, disse neste domingo, 4, que a corporação realiza uma operação nacional voltada à segurança das eleições, com foco tanto na proteção do processo eleitoral quanto na prevenção de interferência do crime organizado e de milícias na disputa.

"Temos um processo em curso com algumas ocorrências, mas nada que esteja perturbando o processo eleitoral e a votação. Só no dia de hoje, por exemplo, fizemos uma operação em Roraima com apreensão de mais de R$ 300 mil em dinheiro; só hoje já foram mais de R$ 357 mil que a PF apreendeu em dinheiro vivo e aquilo tudo nos indica a vinculação com o processo eleitoral", afirmou há pouco em entrevista coletiva, em Brasília (DF).

Segundo Rodrigues, até o momento, as ocorrências registradas não comprometeram o andamento da votação. O diretor-geral destacou que a PF mantém atenção especial para impedir a infiltração de organizações criminosas no processo eleitoral. "Temos cautela para que o crime organizado e as milícias não se infiltrem no processo eleitoral de alguma maneira", afirmou.

Ele afirmou que, em 2026, a PF instaurou 1.292 inquéritos policiais e conduz atualmente mais de 2.200 investigações relacionadas a crimes eleitorais.

O diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Antônio Fernando Oliveira, também participou da entrevista à imprensa e afirmou que a PRF trabalha para garantir a fluidez das vias de acesso aos colégios eleitorais pelo Brasil. "A PRF tem muita atenção na execução dessa operação para garantir a fluidez do trânsito e segurança para os eleitores", disse.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Sun, 04 Oct 2026 14:47:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Eleições 2026: PF registra nove ocorrências eleitorais e apreende R$ 57 mil nas primeiras horas do pleito]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/eleicoes-pf-registra-nove-ocorrencias-eleitorais-apreende/633433/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal atua, em todo o território nacional, na prevenção e repressão a crimes eleitorais e na apuração de fatos de competência da Justiça Eleitoral, durante as Eleições Gerais de 2026.

Até às 9h deste domingo, 4 de outubro, foram instaurados três inquéritos policiais (IPLs) e lavrados seis termos circunstanciados de ocorrência (TCs) para apurar a prática de crimes eleitorais

As ocorrências foram registradas nos estados da Bahia, Minas Gerais, Roraima, Acre, Distrito Federal, Rondônia, Amapá e Paraíba.

Até o momento, 28 pessoas foram conduzidas, e foram apreendidos R$ 57.379,00 em bens e valores, sendo R$ 34.228,00 em espécie. 

Entre os principais crimes apurados estão a propaganda eleitoral irregular e a corrupção eleitoral, especialmente a compra de votos.

A Polícia Federal ressalta que os valores de bens e dinheiro em espécie apresentados neste balanço são preliminares e ainda passarão por validação.

Dados de 2026

Até às 9h deste domingo (4/10), a Polícia Federal havia instaurado 1.292 inquéritos policiais relacionados a crimes eleitorais ao longo de 2026.

O valor de bens apreendidos em ações relacionadas a crimes eleitorais alcançou mais de R$ 45,6 milhões, dos quais cerca de R$ 30,2 milhões correspondem a apreensões de dinheiro em espécie.

Os números são dinâmicos e podem sofrer alterações em razão de novas ocorrências, investigações e atualizações dos sistemas da instituição.

Polícia Federal

Boca de urna pode resultar em prisão

A tentativa de influenciar a escolha de outras pessoas pode caracterizar boca de urna, prática proibida pela legislação eleitoral. Entre as condutas vedadas estão pedidos de voto, abordagem de eleitores e distribuição de materiais em favor de determinada candidatura, partido, federação ou coligação.

As restrições, porém, não impedem que o cidadão demonstre sua preferência política de forma individual e silenciosa.

No dia da eleição, não é permitida a distribuição de santinhos, assim como a realização de comícios e carreatas e o uso de alto-falantes para propaganda.

Também é proibida, até o encerramento da votação, a aglomeração de pessoas com vestuário padronizado ou instrumentos que caracterizem manifestação coletiva em apoio a candidaturas.

Individualmente, o eleitor pode usar bandeiras, broches ou adesivos que indiquem sua preferência, desde que não tente convencer outras pessoas.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sun, 04 Oct 2026 11:34:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF realiza operação contra suspeitos de planejar ação contra Embaixada dos EUA]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pf-realiza-operacao-suspeito-planejar-acao-embaixada-dos-eua/633363/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação sigilosa nesta sexta-feira, 2 de outubro, para apurar um suposto planejamento de atos que poderiam colocar em risco a segurança da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil.

A PF divulgou nota sobre a ação no final da tarde desta sexta. Na madrugada, o Departamento de Estado dos EUA havia anunciado a suspensão dos serviços consulares na embaixada e nos consulados por "questões de segurança", sem dar detalhes a respeito do assunto.

A ação da PF indica que foi detectada a organização de supostos atos contra a segurança das instalações diplomáticas dos EUA.

Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão contra alvos no Distrito Federal e em São Paulo. A investigação da PF identificou que os indivíduos estavam conversando a respeito da organização de algum ato violento contra instalações consulares dos EUA, por isso foi organizada uma operação para impedir a concretização desse plano.

Na ação, foram apreendidos celulares e computadores. Em nota, a PF afirmou que a ação foi fruto de cooperação com as autoridades estrangeiras. A operação foi autorizada pela Justiça Federal em Brasília.

A nota diz que os elementos colhidos até o momento não corroboraram as suspeitas de atos contra a segurança das instalações diplomáticas dos EUA, mas que as investigações ainda serão aprofundadas.

"As medidas pertinentes foram prontamente adotadas, não tendo sido verificados até o momento elementos que corroborassem os riscos inicialmente apontados, tampouco identificados quaisquer suspeitos de envolvimento com organizações criminosas. As investigações prosseguem com a análise dos equipamentos de comunicação e mídias apreendidos e eventuais outras providências necessárias", diz a nota.

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 20:13:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF recupera no Rio pintura de Jesus Cristo considerada patrimônio cultural do Peru]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pf-recupera-pintura-jesus-cristo-considerada-patrimonio-peru/633203/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) apreendeu no Rio de Janeiro nesta quarta-feira, 30 de setembro, a pintura denominada Magnífico Señor de los Temblores - Escuela Cusqueña, Siglo XVII, que retrata Jesus Cristo e é considerada um patrimônio cultural do Peru. Outras 13 pinturas também foram apreendidas na operação, que recebeu o nome de Peabiru.

Segundo a PF, a ação teve origem em uma investigação instaurada a partir de comunicação oficial da Polícia Nacional do Peru, que identificou a pintura patrimônio sendo anunciada em uma plataforma internacional de comércio de obras de arte e informou às autoridades brasileiras.

A investigação realizada pela Polícia Federal identificou elementos que vinculam a obra anunciada internacionalmente a uma empresa sediada no Rio de Janeiro, dedicada ao comércio de artes e antiguidades.

Por isso, além de localizar a pintura, a operação buscou recolher documentos que possam esclarecer como a obra foi adquirida, de onde veio, como teria sido transportada e importada para o Brasil e em que circunstâncias foi colocada à venda, e apreendeu dispositivos eletrônicos que possam conter informações sobre a negociação.

Segundo análise técnica realizada pelo Ministério da Cultura do Peru, a obra é uma pintura da época em que o país sul-americano era um vice-reinado espanhol no século XVII, de relevante valor histórico e artístico, reconhecida como integrante do Patrimônio Cultural da Nação Peruana - e não poderia ter sido retirada do território peruano sem a devida autorização estatal específica.

São apurados os crimes de receptação qualificada e contrabando, sem prejuízo da identificação de outras infrações penais eventualmente relacionadas aos fatos.

A investigação também considera os compromissos internacionais de proteção aos bens culturais decorrentes da Convenção da UNESCO de 1970, promulgada no Brasil.

Para nomear a operação, a PF se inspirou no histórico Caminho de Peabiru, que ligava a costa do Oceano Atlântico à região dos Andes antes da chegada dos europeus à América do Sul, e pelo qual eram comercializados diversos bens entre os povos indígenas.

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 20:53:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Daniel Vorcaro e pai prestam depoimento à Polícia Federal nesta quarta-feira (30) sobre "A Turma" e "Os Meninos"]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/justica/daniel-vorcaro-e-pai-prestam-depoimento-a-policia-federal-nesta/633137/</link>
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				<description><![CDATA[O ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o pai, Henrique Vorcaro, devem prestar depoimento à Polícia Federal (PF) nesta quarta-feira, 30 de setembro. Os dois serão questionados sobre as investigações envolvendo os grupos chamados de “A Turma” e “Os Meninos”, que são investigados por supostos episódios de intimidação armada e ataques digitais contra adversários e jornalistas.

Daniel Vorcaro está preso desde março e deverá prestar depoimento às 14h, por videoconferência. Henrique Vorcaro será ouvido às 16h. Os depoimentos já haviam sido adiados anteriormente após as defesas alegarem que não tinham acesso aos autos da investigação.

Segundo a defesa de Daniel, os advogados tiveram acesso ao conteúdo das apurações relacionadas a “A Turma” na sexta-feira, 25 de setembro. Com isso, a defesa afirmou ter conseguido se preparar para o depoimento.

O que a PF investiga

De acordo com a Polícia Federal, “A Turma” teria funcionado como um grupo voltado à intimidação de adversários de Daniel Vorcaro e a ataques contra jornalistas. Já “Os Meninos” teriam atuação ligada à área tecnológica.

Segundo a investigação, o grupo seria responsável por ações como ataques cibernéticos, invasões de sistemas, derrubada de perfis e monitoramento ilegal de telefones e sistemas de comunicação.

A PF também suspeita que integrantes dos grupos tenham acessado sistemas da própria corporação, do Ministério Público Federal (MPF) e da Interpol. Conforme a apuração, as informações obtidas seriam repassadas de maneira sigilosa e antecipada a Vorcaro.

Os depoimentos desta quarta-feira fazem parte de um dos inquéritos conduzidos pela Polícia Federal, que pretende concluir a investigação após ouvir os dois.

Pai de Vorcaro nega envolvimento

Henrique Vorcaro encaminhou ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), uma carta na qual nega ter qualquer envolvimento com o grupo investigado.

No documento, enviado também aos demais ministros da Corte, Henrique contesta a interpretação dada pela Polícia Federal a mensagens de pessoas apontadas como ligadas ao esquema. Ele afirma que os valores mencionados nas conversas correspondiam a pagamentos relacionados a empreendimentos.

“Se pagavam alguém ou se usavam esse recebimento para qualquer turma ou pessoa, eu não tenho simplesmente nada a ver com isso, não conheço nem sei de turma nenhuma”, escreveu Henrique Vorcaro.

As investigações ainda estão em andamento, e os depoimentos previstos para esta quarta-feira fazem parte da apuração conduzida pela Polícia Federal.
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				<category>Justiça</category>
				<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 08:27:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE e Polícia Federal definem plano de segurança para as Eleições 2026]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, durante a abertura da Reunião de Planejamento da Polícia Federal (PF) para as Eleições 2026, realizada na quinta-feira, 24 de setembro, afirmou: “A democracia se fortalece quando a cidadã e o cidadão têm assegurado o direito de participar da vida pública em um ambiente de liberdade, respeito e segurança”.

O encontro aconteceu de forma virtual, e teve a participação de 253 integrantes da PF. 

Ao reconhecer e agradecer a atuação da Polícia Federal nas Eleições 2026, Kassio Nunes Marques destacou a relevância do trabalho de planejamento para o país, especialmente na definição das ações de segurança, no enfrentamento dos crimes eleitorais, no combate às diversas formas de violência e na preservação das condições necessárias para que o processo eleitoral "transcorra com normalidade, segurança e pleno respeito à Constituição e às leis da República". 

Essa reunião acontece sempre uma semana antes das eleições, como parte da preparação para o pleito, assim como aconteceu em eleições anteriores, e é realizada com a participação de profissionais que atuam em diferentes etapas, desde o planejamento operacional de segurança para o dia da votação até a apuração de crimes eleitorais, cibernéticos e de ódio, além de ações de análise, inteligência e enfrentamento do crime organizado no contexto eleitoral.

O encontro contou com a presença do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues.

Novos desafios 

O magistrado destacou que cada eleição apresenta desafios próprios e afirmou que o próximo pleito não será diferente. Segundo Kassio Nunes Marques, todos estão vivendo em um período de profundas transformações tecnológicas, marcado pela crescente popularização da inteligência artificial e por novas dinâmicas de produção e circulação da informação. 


São avanços que trazem benefícios inegáveis à sociedade, mas que também impõem às instituições públicas o permanente desafio de acompanhar as mudanças e atuar de forma coordenada para proteger a integridade do processo eleitoral”, afirmou o ministro. 


Atuação da PF 

A prevenção e a apuração dos crimes eleitorais, o enfrentamento das organizações criminosas que possam interferir no livre exercício da soberania popular e o combate a toda forma de violência relacionada ao processo eleitoral estão entre os pontos destacados durante a reunião. 

O presidente da Corte ressaltou que essas ações são fundamentais para garantir a lisura das eleições e a confiança da sociedade brasileira nos resultados. 

Responsabilidade compartilhada 

A defesa da integridade das eleições é uma responsabilidade compartilhada e depende da atuação vigilante e coordenada das instituições públicas, da observância das regras democráticas por todos os participantes do processo eleitoral e da confiança da sociedade nas instituições. 

Ao abordar o tema, Kassio Nunes Marques também destacou a necessidade de atenção ao combate à violência política, incluindo a violência política de gênero.


Esse compromisso exige, igualmente, atenção especial ao enfrentamento de toda forma de violência política, inclusive a violência política de gênero, assegurando que todos possam participar da disputa eleitoral em ambiente de respeito, segurança e igualdade de oportunidades.” 


Voto seguro 

Para o magistrado, cada ação desenvolvida pela Justiça Eleitoral, pela Polícia Federal e pelos demais órgãos envolvidos no processo tem por finalidade assegurar que cada cidadã e cada cidadão possam exercer livremente o seu direito de voto, com tranquilidade, segurança e plena confiança nas instituições democráticas. 

Segundo ele, o objetivo comum deve ser garantir que, no dia da votação, o eleitor chegue à sua seção eleitoral com a serenidade necessária para exercer sua escolha de forma livre, consciente e protegida de qualquer forma de constrangimento, intimidação ou violência. 


Tenho plena confiança de que os senhores e as senhoras, com a experiência, a dedicação e o elevado espírito público que caracterizam a Polícia Federal, saberão desempenhar essa missão com o profissionalismo que a sociedade brasileira espera e reconhece”, comentou. 


*TSE
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 17:30:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Família pede apuração da PF em caso de brasileira encontrada morta em hotel na Croácia]]></title>
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				<description><![CDATA[A família de Kathlyn Izabel Becker, de 28 anos, pediu a atuação da Polícia Federal na apuração da morte da brasileira, encontrada morta em um quarto de hotel em Zagreb, na Croácia, em agosto deste ano. Segundo familiares, a jovem vinha sendo alvo de ameaças.

Natural de Ji-Paraná, em Rondônia, Kathlyn deixou o Brasil em 29 de abril para trabalhar no exterior, segundo a mãe, Geruza Becker.

Ela passou inicialmente pela Sérvia e, depois, seguiu para a Croácia, onde pretendia permanecer por uma temporada. De acordo com Geruza, a jovem não morava no país.

"Ela me disse que o serviço da Sérvia não tinha dado certo. Estava muito preocupada, pois não sabia o que fazer", contou. Depois disso, a brasileira seguiu para Zagreb.

Segundo a família, a decisão de trabalhar no exterior tinha como objetivo melhorar a situação financeira dos pais. Entre os planos estava ajudar o pai, que sofre de osteomielite, a obter uma prótese.

Os familiares perderam contato com a jovem em agosto e procuraram a Embaixada do Brasil na Croácia. Na manhã de 28 de agosto, receberam uma ligação informando sobre a morte.

Segundo Geruza, a primeira informação recebida era de que a filha teria sofrido um ataque cardíaco. A causa, porém, permanece indeterminada. A certidão de óbito emitida em Zagreb registra o caso como de causa "não identificada".

A PF não detalhou informações sobre a apuração do caso e afirmou que "não comenta eventuais denúncias recebidas, tampouco se manifesta sobre a existência ou o andamento de apurações, procedimentos ou investigações em curso".

A família espera que as circunstâncias da morte sejam esclarecidas e que uma eventual responsabilidade seja apurada.

"Confio que a justiça será feita, caso minha filha não tenha morrido de morte natural", disse Geruza.

Kathlyn foi velada e sepultada no Cemitério da Saudade, em Ji-Paraná, no último dia 14, após uma campanha para arrecadar recursos que custearam o transporte do corpo.

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 08:10:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Defesa de Vorcaro pede revogação de prisão preventiva e cita pedido de vista de Flávio Dino no STF]]></title>
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				<description><![CDATA[A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira, 18 de setembro, a revogação ou a substituição por medidas cautelares da prisão preventiva dele, decretada na Operação Compliance Zero, que apura crimes financeiros envolvendo o Banco Master.

Preso desde 4 de março, Vorcaro está no 19º Batalhão da Polícia Militar no Distrito Federal, conhecido como Papudinha.

Os advogados mencionam a crise no STF e alegam que o pedido de vista de Flávio Dino em um dos desdobramentos do caso, a possível investigação de Alexandre de Moraes por conversas com Vorcaro, podem manter a situação do dono do Master indefinida.

"O peticionário (Daniel Vorcaro) não pode permanecer preso indefinidamente, à espera de definições que não dependem dele", escreveu a defesa.

No documento, os advogados destacam que a revisão da medida, prevista para cada 90 dias, não ocorreu e citam precedente anterior da Corte, que estabelece ao juízo o dever de reanalisar a prisão ao ser provocado pela defesa.

"O peticionário (Daniel Vorcaro) está preso preventivamente há seis meses, encontra-se há quase um ano sob constrição cautelar, e até hoje não foi oferecida denúncia alguma contra ele. A investigação, além disso, foi fracionada em múltiplos expedientes, cada qual em estágio distinto, sem qualquer previsão de encerramento", disse a defesa.

A petição foi encaminhada ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, ação justificada pela definição do último dia 12 para que os documentos do caso Master sejam encaminhados à presidência da Corte, e não ao ministro André Mendonça, relator.

Os advogados Sérgio Rodrigues Leonardo, Daniel Bialski, Engels Augusto Muniz e Thiago Machado de Carvalho argumentam que o "suposto poder econômico e de influência (de Vorcaro) encontra-se integralmente neutralizado pelos bloqueios universais de contas e valores, pelos sequestros de bens móveis e imóveis, indisponibilidade administrativa de bens lançada pelo Bacen, medidas liminares de protesto contra alienação de bens vigentes bem como pela contínua exposição pública do caso".

A defesa cita que o pedido de vista na sessão de terça-feira, 15, do STF, estende uma indefinição sobre o caso, já que a devolução tem o prazo para ocorrer em até 90 dias e a previsão é que os procedimentos não tenham avanço antes de 4 de outubro, data do primeiro turno das eleições.

"Se a própria Corte ainda delibera sobre relatoria, competência e validade de atos da investigação, e se, repete-se, apenas a devolução da vista pode consumir até 90 (noventa) dias, não se mostra legítimo que o único dado estável do processo seja o cárcere do investigado", escreveram os advogados.

Este é o segundo período de prisão de Vorcaro, que foi detido pela primeira vez em 18 de novembro de 2025. Em 4 de março de 2026, por ordem de Mendonça, o banqueiro voltou a ser preso, depois que a Polícia Federal entregou provas ao STF de que Vorcaro mantinha um braço armado, usado para ameaçar adversários e também para invadir sistemas de informática dos órgãos de investigação.

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 17:08:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Dark Horse: PF mostra conversas com cobranças e possíveis encontros entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro]]></title>
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				<description><![CDATA[Relatórios da Polícia Federal (PF) sobre o financiamento para o filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, detalham mensagens trocadas entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Os documentos também apontam possíveis encontros presenciais entre os dois e investigam a participação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) na articulação dos recursos.

Segundo a PF, Flávio pediu R$ 131 milhões a Vorcaro para a produção do filme, dos quais R$ 60 milhões teriam sido pagos. Em agosto de 2025, o publicitário Thiago Miranda, apontado como intermediário dos repasses, cobrou o banqueiro sobre parcelas atrasadas.

Possíveis encontros

Os primeiros registros de mensagens diretas entre Flávio e Vorcaro aparecem, segundo a PF, em 20 de agosto de 2025. Vorcaro escreveu “21 pode ser”, e Flávio respondeu “Blz”, seguido de uma figurinha com a imagem do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Depois, o banqueiro escreveu “Kkk” e “Boa”, enquanto o senador respondeu: “A caminho”.

Para a PF, a conversa indica a possibilidade de um encontro presencial. “Isso indica que pode ter ocorrido uma reunião presencial entre os dois no dia 20/08/2025”, afirma o relatório.

A investigação aponta ainda outras possíveis reuniões. Em setembro, Miranda teria informado a Vorcaro que Flávio queria conversar pessoalmente sobre o filme. Em outubro, o senador convidou o banqueiro para um jantar com a equipe da produção, marcado para 6 de novembro.

‘Imagina um calote’

Em 8 de setembro de 2025, Flávio voltou a procurar Vorcaro por causa de parcelas atrasadas. Em áudio, demonstrou preocupação com os efeitos do atraso sobre a produção.

“É porque tá num momento muito decisivo aqui do filme e como tem muita parcela pra trás, cara, tá todo mundo tenso e fico preocupado aqui com o efeito ao contrário do que a gente sonhou pro filme, né? Imagina a gente dando calote num Jim Caviezel, num Cyrus, os caras renomadíssimos lá no cinema americano, mundial. Pô, ia ser muito ruim, né?”, disse o senador, segundo o relatório.

Em 16 de novembro do ano passado, um dia antes da deflagração da Operação Compliance Zero, Flávio tentou ligar para Vorcaro. O banqueiro respondeu: “Fala irmãozão” e disse estar na igreja. Na sequência, o senador escreveu: “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!”.

Recursos nos EUA

A PF também investiga as transações ocorridas com o dinheiro. Dados de um Relatório de Inteligência Financeira (RIF) apontaram pelo menos sete remessas da Entre Investimentos para o Havengate Development Fund LP, nos Estados Unidos, que somaram US$ 12,33 milhões.

“O fundo permaneceu juridicamente ativo, mas operacionalmente inerte por quase quatro anos, sem qualquer atividade pública registrada — até receber, em 13/02/2025, a primeira remessa de US$ 2 milhões proveniente da Entre Investimentos para o financiamento do filme”, diz a PF.

O Havengate é administrado pelo advogado de imigração Paulo Calixto, apontado como aliado de Eduardo Bolsonaro. A PF apura se os recursos enviados aos Estados Unidos também poderiam ter financiado a permanência de Eduardo no país.

Mensagem de Eduardo

Em março de 2025, Thiago Miranda enviou a Vorcaro uma captura de tela de conversa com Eduardo. Na mensagem, o ex-deputado tratava da transferência dos recursos para os Estados Unidos.

“O ideal seria haver os recursos já nos EUA. Que dos EUA para o EUA é tranquilo. Se a empresa brasileira a enviar aos EUA não tiver aquele grande orçamento que mencionamos como exemplo, será problemático, vai ser necessário fazer as remessas aos poucos e isto tardaria cerca de 6 meses, calculamos.”

A Procuradoria-Geral da República também citou o diálogo ao analisar a movimentação financeira.

Documentos sob disputa

A PF pediu documentos societários, contábeis, fiscais, bancários e contratuais da Go Up Entertainment LLC, produtora ligada ao filme. Michael Davis, que se identifica como sócio majoritário da empresa, respondeu que os documentos mantidos nos Estados Unidos não deveriam ser enviados diretamente às autoridades brasileiras sem o cumprimento dos mecanismos de cooperação jurídica internacional.

Segundo a PF, esses documentos são importantes para esclarecer a origem dos recursos, o trânsito dos valores e os beneficiários finais.

Flávio e Eduardo Bolsonaro negam irregularidades relacionadas ao financiamento de Dark Horse. A investigação integra o conjunto de apurações relacionadas ao caso Banco Master.

Agência Brasil
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 12 Sep 2026 15:20:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Andrei Rodrigues nega monitoramento ilegal de Mendonça e defende atuação dentro das regras]]></title>
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				<description><![CDATA[O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não houve monitoramento ilegal do ministro André Mendonça nem do advogado-geral da União, Jorge Messias. Segundo o chefe da corporação, as informações reunidas pela PF foram obtidas dentro das regras e não caracterizam acompanhamento direcionado das autoridades.

A manifestação ocorre no contexto da investigação que levou Mendonça a determinar o afastamento de Andrei Rodrigues e do delegado Leandro Almada, chefe da Diretoria de Inteligência da Polícia Federal.

A decisão do ministro apontava a existência de um suposto monitoramento irregular de Mendonça e Messias por mais de 30 dias.

Posteriormente, o afastamento dos dois integrantes da PF foi revogado pelo presidente do STF, Edson Fachin. A medida teve como objetivo reduzir a tensão provocada pelo episódio e conter o agravamento da crise institucional na Suprema Corte.

PF diz que relatórios não representam monitoramento pessoal

Na manifestação encaminhada ao Supremo, Andrei Rodrigues procurou diferenciar o trabalho de inteligência realizado pela Polícia Federal de uma investigação criminal ou de uma atividade de monitoramento pessoal.

Segundo o diretor-geral, os dados reunidos dizem respeito a fatos e interações de natureza institucional que já eram conhecidos. Por isso, na avaliação da PF, não seria correto interpretar a produção dos relatórios como uma ação direcionada especificamente contra Mendonça ou Messias.

"É dizer, a atividade de inteligência não pode ser confundida com a investigação criminal em si, em que se busca a obtenção de elementos inerentes ao processo penal, como autoria e materialidade, e nem com qualquer tipo de monitoramento pessoal", escreveu Rodrigues.

Ele acrescentou que o relatório de inteligência tem como finalidade fornecer informações para subsidiar uma autoridade, sem atribuir responsabilidade ou produzir, por si só, consequências jurídicas contra uma pessoa.

"O relatório de inteligência, portanto, não acusa, não imputa e não é capaz de restringir direitos, porquanto o seu pressuposto é tão somente informar a autoridade", afirmou o diretor-geral.

A manifestação busca, dessa forma, reforçar que a atuação descrita nos documentos não teria ultrapassado os limites da atividade de inteligência da corporação.

Relatórios foram produzidos por unidade diferente da chefiada por Almada

Outro ponto destacado por Andrei Rodrigues ao STF foi a estrutura responsável pela elaboração dos relatórios. De acordo com o diretor-geral, os documentos foram produzidos pela Unidade de Análise de Dados e Inteligência Policial da Coordenação de Inquéritos nos Tribunais Superiores.

A unidade, segundo Rodrigues, não está subordinada ao delegado Leandro Almada, que ocupava o comando da Diretoria de Inteligência da Polícia Federal e também foi afastado por determinação de Mendonça.

A informação estabelece uma distinção entre o setor responsável pelos relatórios e a área diretamente comandada por Almada.

Na manifestação, Rodrigues sustenta que a produção das informações ocorreu dentro da estrutura institucional da PF e de acordo com as regras da corporação.

O episódio colocou em lados opostos integrantes do Supremo e da Polícia Federal e resultou em uma decisão de afastamento posteriormente revogada por Fachin. A reversão da medida foi apresentada pelo presidente da Corte como uma iniciativa para diminuir a temperatura da crise institucional.

Ao negar a existência de monitoramento ilegal, Andrei Rodrigues sustenta que a atividade de inteligência deve ser compreendida dentro de sua finalidade específica: reunir e organizar informações para subsidiar autoridades. Para ele, essa atuação não se confunde com investigação criminal nem com acompanhamento pessoal de integrantes do poder público.

A manifestação do diretor-geral da PF, portanto, apresenta a versão da corporação sobre a origem e a natureza dos relatórios que motivaram o afastamento de Andrei Rodrigues e Leandro Almada.

O posicionamento também procura esclarecer que, segundo a Polícia Federal, não houve uma operação direcionada contra André Mendonça ou Jorge Messias.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 17:30:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Mãe pede à PF que crianças desaparecidas no Maranhão sejam incluídas no alerta da Interpol]]></title>
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				<description><![CDATA[A mãe das crianças desaparecidas há mais de oito meses em Bacabal, no Maranhão, pediu à Polícia Federal (PF) para incluir Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, na Difusão Amarela da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol).

Por meio de nota, a PF informou que o pedido foi apresentado nesta quarta-feira, 9 de setembro, pela mãe das crianças, Clarice Cardoso, e que será analisada pela instituição “que adotará os procedimentos necessários para eventual encaminhamento à Interpol”.

A Difusão Amarela é um mecanismo da Interpol - a polícia internacional que representa 196 países - destinado a auxiliar na localização de pessoas desaparecidas. 

A Polícia Federal esclareceu que cabe à própria organização internacional decidir a inclusão de nomes em seus alertas.

“Após o encaminhamento pela autoridade policial competente, cabe à própria Interpol analisar as informações e decidir sobre a publicação e o compartilhamento do alerta com os países membros da organização”, explicou a PF.

Flórida 

A mãe das crianças desaparecidas, Clarice Cardoso, informou à Agência Brasil que foi contactada pela Interpol para identificar se seus filhos estão no grupo de 163 crianças resgatadas em uma operação contra o tráfico de pessoas na Flórida, nos Estados Unidos, no final de agosto.  

Nas redes sociais, a advogada da família, Nathaly Moraes, informou que foi coletado sangue na Superintendência da PF em São Luís, também nesta quarta-feira, para verificar se as informações sanguíneas batem com as crianças encontradas na Flórida.

Até então, a identidade das crianças de Bacabal ainda não foi confirmada pelas autoridades dos EUA ou da Interpol. A Polícia Federal também não confirmou se as crianças maranhenses estariam entre os resgatados nos EUA.

Os dois foram vistos pela última vez em 4 de janeiro, no Quilombo São Sebastião dos Pretos, quando foram brincar em uma área de mata. Não há suspeitos de envolvidos no desaparecimento dos irmãos divulgados até o momento. 

Agência Brasil
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 16:21:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Em meio à crise no STF, Fachin cancela sessão plenária prevista para esta quarta-feira (9)]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/stf/em-meio-a-crise-no-stf-fachin-cancela-sessao-plenaria-prevista-para/631759/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, cancelou a sessão plenária ordinária que estava marcada para as 14h desta quarta-feira, 9 de setembro, em meio ao agravamento de uma crise entre ministros da própria Corte. 

O cancelamento ocorre após o ministro Flávio Dino ter determinado, na manhã de hoje, a reintegração de Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal (PF), revertendo decisão do dia anterior do ministro André Mendonça, que afastava o delegado de suas funções. 

O episódio é o mais recente de um embate público entre duas alas do Supremo – uma aliada a Mendonça e outra ao ministro Alexandre de Moraes. Ao cancelar a sessão desta quarta, Fachin evita o primeiro encontro público entre os ministros desde que a crise interna veio à tona, na semana passada. 

Na sessão desta quarta, o plenário retomaria o julgamento sobre as regras para a contribuição social de produtores rurais ao Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural). 

Plenário

Fachin é relator de um processo que trata da regularidade de relatórios da PF que têm como alvo Mendonça e o ministro Alexandre de Moraes. O presidente do Supremo ainda aguarda a manifestação dos envolvidos antes de decidir sobre a abertura de investigações formais. 

Na semana passada, Mendonça e Moraes protagonizaram um embate público sem precedentes na história recente do STF, com a divulgação recíproca de relatórios comprometedores e pedidos mútuos de investigação. 

Fachin pode decidir de forma monocrática (individual) ou levar o caso ao plenário, em sessão aberta ou fechada. Como alternativa, é possível que o presidente do Supremo convoque uma reunião reservada em seu gabinete para que todos os ministros decidam como conduzir a crise interna.

Essa foi a solução dada quando veio à tona uma suposta ligação entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Dias Toffoli, em fevereiro deste ano. Na ocasião, a relatoria do caso Master foi transferida de Toffoli para Mendonça.

Agência Brasil 

Guerra de relatórios

A crise veio à tona com a retirada do sigilo, por Mendonça, de relatórios parciais da Operação Compliance Zero, da qual é relator e que tem como alvo a corrupção de agentes públicos e fraudes financeiras bilionárias supostamente praticadas por Vorcaro, antigo dono do Banco Master. 

No material divulgado constam 52 mensagens que os investigadores do caso dizem terem sido enviadas por Vorcaro a Moraes. Nelas, o ex-banqueiro demonstra proximidade com o ministro e aparenta ter encaminhado a ele um contrato de R$ 131 milhões entre o Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. 

Em outro trecho, Vorcaro parece buscar junto a Moraes informações sobre uma possível operação da PF para prendê-lo. As respostas do interlocutor ao ex-banqueiro não puderam ser resgatadas, informaram os investigadores. 

Até o momento, Moraes nega qualquer contato com o ex-banqueiro. Após divulgação do material, o ministro tornou público um “relatório de inteligência” da PF segundo o qual Mendonça que sugere direcionamento contra desafetos políticos na condução do caso Master. 

O documento apresentado por Moraes, contudo, não é assinado nem traz qualquer marca da Polícia Federal. O ministro pediu a Fachin que Mendonça seja investigado por abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade. 
]]></description>
				
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				<category>STF</category>
				<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 12:53:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["Virou várzea": Flávio Bolsonaro cobra ação de Fachin após recondução de Andrei Rodrigues à PF]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/virou-varzea-flavio-bolsonaro-cobra-acao-de-fachin-apos-reconducao/631758/</link>
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				<description><![CDATA[O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) defendeu nesta quarta-feira, 9, que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) tome medidas para resolver o impasse que se criou em torno do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues.

"O Brasil está sem presidente, virou várzea. Ministro Fachin tem que resolver isso, imediatamente, em sessão pública. Não é sobre esquerda ou direita, é sobre resgatar o Brasil do cativeiro", escreveu Flávio, em seu perfil na rede social X.

Mais cedo, o ministro do STF Flávio Dino determinou a reintegração de Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral e de Leandro Almada da Costa ao cargo de diretor de Inteligência Policial da PF. A decisão foi proferida em processo que está sob sigilo. Os dois haviam sido afastados ontem por liminar do ministro André Mendonça.

Dino também determinou que não sejam impostas aos Rodrigues e Costa novas medidas cautelares "fundadas exclusivamente em atos praticados no regular exercício de suas atribuições funcionais, em cumprimento a determinações judiciais".

"Ficam ressalvadas eventuais apurações disciplinares, de competência dos respectivos superiores hierárquicos, se for o caso, observados, em qualquer hipótese, o devido processo legal, as regras de competência e a legitimidade para a formulação do correspondente requerimento", afirmou o ministro.

Na terça, 8, ao comentar o afastamento de Andrei, Flávio ironizou a possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convocar o Conselho da República e relembrou quando o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), cogitou a hipótese.

"Olha que ironia. O presidente Bolsonaro, quando foram tratar de algo nessa linha com ele, transformaram isso em um golpe. Já podemos chamar Lula de golpista?", questionou o senador, em seu canal no YouTube.

Flávio descartou acionar o Estado de sítio ou de defesa no País para conter a crise no Supremo Tribunal Federal (STF). "Não tem nenhum espaço para Estado de defesa, Estado de sítio no Brasil. Em nenhum momento foi pensado isso lá atrás e agora também não tem por que isso acontecer", disse.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 12:08:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Delegados da Polícia Federal criticam afastamento de Andrei Rodrigues e cobram decisão do plenário do STF]]></title>
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				<description><![CDATA[A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), entidade que representa 2,3 mil delegados da corporação, emitiu nota nesta terça-feira, 8 de setembro, sobre a decisão liminar que afastou o diretor-geral Andrei Rodrigues e o diretor de Inteligência da corporação, Leandro Almada. 

Para a organização, o afastamento da autoridade máxima da PF, uma instituição permanente prevista na Constituição Federal, somente poderia ocorrer por decisão do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), e não por atuação monocrática de um dos seus membros, mesmo que sujeita a referendo de um colegiado interno do tribunal.


"Essa cautela impõe-se com maior razão no contexto dos fatos ora analisados, em que documentos integrantes de investigações em curso na própria Corte fazem referência a ministros que a compõem. A deliberação pelo colegiado pleno, nessas circunstâncias, é medida de preservação da autoridade do Tribunal, de garantia do devido processo legal e de prevenção da prática de atos passíveis de nulidade, cujos efeitos recairiam sobre as investigações e sobre a própria instituição que se pretende resguardar", diz a nota.


A ADPF também classificou o momento como de "crise institucional grave" e observou que, em poucos dias, a Polícia Federal e seu comando passaram a ser objeto de procedimentos que afetam a estabilidade interna.

"Circunstâncias dessa natureza exigem serenidade de todos os atores, respeito aos ritos processuais e confiança de que os fatos serão esclarecidos pelas vias constitucionais, sem antecipação de juízos e sem exposição pública de quem exerce a função policial em cumprimento da lei", aponta a associação.

Segundo a ADPF, a decisão do ministro André Mendonça atropelou ritos processuais, já que não havia inquérito ou ação penal instaurados nem processo administrativo disciplinar aberto contra os dois diretores afastados, o que fragiliza a base jurídica da liminar, ao antecipar efeitos que a lei só reserva após a abertura de procedimentos investigativos.

Escolha de diretor-geral

Ainda na nota, a ADPF afirma que o país não pode permanecer mergulhado em sucessivas crises institucionais que colocam a Polícia Federal no centro de disputas alheias à sua missão e sugere mudanças na corporação, incluindo o estabelecimento de mandato fixo para o diretor-geral.


"A recorrência desses episódios revela um problema estrutural: a direção da instituição responsável pela investigação das mais altas autoridades da República continua submetida a critérios de escolha e de permanência que dependem exclusivamente da conjuntura política e das relações de confiança do momento", diz a entidade de delegados.


A proposta da associação é que o presidente da República escolha o diretor-geral a partir de lista tríplice formada por eleição direta entre os delegados da PF. "O modelo preserva a legitimidade democrática da nomeação, confere ao dirigente a estabilidade necessária, cria ambiente institucional adequado para que todos os delegados conduzam suas investigações e substitui a lealdade pessoal de quem é nomeado pela responsabilidade perante a instituição e a sociedade", prossegue a nota.

A ADPF defende a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 412/2009, que tramita no Congresso Nacional. O texto prevê autonomia funcional, administrativa e orçamentária da PF.

Agência Brasil 
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				<category>Justiça</category>
				<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 08:03:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Diretores da PF apoiam Andrei Rodrigues após afastamento e colocam cargos à disposição em protesto]]></title>
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				<description><![CDATA[Onze diretores da Polícia Federal divulgaram nesta terça-feira, 8 de setembro, uma carta manifestando “total apoio” ao diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, que foi afastado preventivamente do cargo pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). 

Na carta, os diretores expressam apoio também ao diretor de inteligência da PF, Leandro Almada, que também foi afastado. Eles colocaram o cargo à disposição do diretor interino da PF, William Marcel Murad. 

“Da mesma forma como a Instituição Polícia Federal tem, em sua história e feitos, a razão de sólida admiração dos brasileiros, o Dr. Andrei também conta com um percurso profissional dedicado à defesa da PF, com atuação técnica, isenta e responsável”, diz o texto. 

Andrei foi afastado por Mendonça na manhã desta terça. Segundo a decisão, o diretor-geral da PF teve participação no monitoramento ilegal do ministro durante o mês de agosto, quando ao menos seis relatórios internos foram produzidos. 

O texto assinado pelos diretores da PF continua afirmando que “narrativas marcadamente influenciadas por interesses político-eleitorais não têm o poder de apagar a história, a reputação e a trajetória profissional de quem quer que seja”. 

A nota fala ainda de “ataques” à PF e “usurpação de funções”, completando ser do interesse público que os diretores defendam uma instituição capaz de assegurar o Estado Democrático de Direito.

“Para que fique absolutamente claro, repudiamos toda e qualquer tentativa de imputar a eles ou à Polícia Federal uma atuação não republicana. Tais acusações, desprovidas de fundamento, afrontam a história, a credibilidade e o compromisso institucional que sempre pautaram suas condutas. Neste ato, colocamos nossos cargos à disposição do Diretor-Geral substituto”, conclui o texto. 

A decisão monocrática que afastou Andrei chegou a ser colocada em julgamento na Segunda Turma do STF, que formou maioria de três entre cinco ministros para confirmar a medida. O desfecho da análise foi adiado por um pedido de vista (mais tempo de análise) feito pelo ministro Gilmar Mendes. 

Além de Mendes e Mendonça, compõem a turma os ministros Luiz Fux e Nunes Marques, que votaram a favor do afastamento, e Dias Toffoli, que ainda não se posicionou. 

Agência Brasil
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 18:38:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Gilmar Mendes pede vista e suspende julgamento sobre afastamento de Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF]]></title>
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				<description><![CDATA[O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu vista e suspendeu, nesta terça-feira, 8 de setembro, o julgamento da decisão do ministro André Mendonça que determinou o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada da Costa.

A decisão de Mendonça ainda precisava ser referendada pela Segunda Turma do STF. Antes do pedido de vista apresentado por Gilmar Mendes, no entanto, os ministros que já haviam antecipado seus votos formaram maioria para manter o afastamento de Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal.

A medida havia sido tomada por André Mendonça após pedidos apresentados pelo partido Novo para o afastamento e prisão de Andrei Rodrigues. Na decisão, o ministro citou a “superlativa gravidade e ilicitude” de relatórios de inteligência produzidos pela Polícia Federal e afirmou ter sido alvo de monitoramento sistemático pela corporação.

Além do afastamento dos dois dirigentes, Mendonça determinou a abertura de investigação para apurar os fatos e suspendeu a produção e o compartilhamento de relatórios de inteligência relacionados à atuação de autoridades.

Sobre o caso

A crise envolvendo integrantes do Supremo Tribunal Federal e a Polícia Federal ganhou força após André Mendonça retirar, em 1º de setembro, o sigilo de documentos de uma investigação que reúne registros relacionados ao ministro Alexandre de Moraes e ao empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

O material foi produzido pela Polícia Federal a partir de dados extraídos do celular do banqueiro e apresenta mensagens, encontros e negociações envolvendo Vorcaro e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, mulher de Alexandre de Moraes.

O documento, classificado como Informação de Polícia Judiciária de Análise (IPJ-A), havia sido encaminhado a André Mendonça em 27 de agosto. Segundo informações da investigação, o celular de Vorcaro possuía diferentes registros associados a um mesmo número de telefone atribuído a Alexandre de Moraes.

Na última quinta-feira (3), Alexandre de Moraes determinou o envio ao presidente do STF, Edson Fachin, de relatórios da Polícia Federal que apontariam possíveis irregularidades na atuação de André Mendonça à frente das operações Sem Desconto e Compliance Zero.

O episódio ampliou a crise envolvendo integrantes da Corte e levantou questionamentos sobre a produção e a circulação de documentos de inteligência da Polícia Federal.

Nesta terça-feira, André Mendonça determinou o afastamento preventivo de Andrei Rodrigues e de Leandro Almada da Costa. Segundo o ministro, ele próprio e o advogado-geral da União, Jorge Messias, teriam sido alvos de monitoramento por parte da Inteligência da PF.

A decisão foi submetida à análise da Segunda Turma do STF, que chegou a formar maioria para manter o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal. O julgamento, porém, foi suspenso após o pedido de vista apresentado por Gilmar Mendes e ainda deverá ser retomado.
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				<category>Justiça</category>
				<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 10:57:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[André Mendonça determina afastamento preventivo de Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal ]]></title>
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				<description><![CDATA[O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira, 8 de setembro, o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues. A decisão também prevê o afastamento do diretor de Inteligência Policial da corporação, Leandro Almada da Costa.

Além dos afastamentos, Mendonça determinou a abertura imediata de procedimentos investigativos criminais e administrativo-disciplinares na Corregedoria da Polícia Federal. O objetivo é apurar as circunstâncias envolvendo a produção de relatórios de inteligência que teriam monitorado autoridades.

O ministro também solicitou a convocação de uma sessão virtual extraordinária da Segunda Turma do STF para analisar e referendar a decisão ainda nesta terça-feira.

Relatórios teriam monitorado autoridades

Na decisão, André Mendonça afirma que ele próprio e o advogado-geral da União, Jorge Messias, teriam sido alvo de monitoramento por parte da inteligência policial.

Segundo o ministro, a situação é grave por envolver o acompanhamento de autoridades sem respaldo legal.


“Trata-se de monitoramento ilícito de Ministro da Suprema Corte do país, o que por si só revela a gravidade da situação”, afirmou Mendonça.


O ministro também comparou o cenário descrito nos autos à obra “1984”, do escritor George Orwell, romance conhecido por retratar uma sociedade marcada pela vigilância e pelo controle.

A petição apresentada por Mendonça aponta ainda que Andrei Rodrigues teria encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, no âmbito do Inquérito das Fake News, pelo menos seis relatórios de inteligência produzidos de forma sigilosa entre os dias 3 e 31 de agosto de 2026.

Segundo a decisão, a divulgação das informações poderia ter alertado possíveis alvos de medidas cautelares e comprometido investigações em andamento, o que poderia caracterizar embaraço às apurações.

Mendonça afirmou que as medidas buscam preservar as garantias institucionais da magistratura, da advocacia pública e das carreiras policiais diante das consequências provocadas pela produção reiterada dos relatórios.
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				<category>Justiça</category>
				<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 09:36:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Delegados da PF pedem que Gonet se declare impedido em investigação sobre relatório pedido por Mendonça que cita o PGR
]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/delegados-da-pf-pedem-que-gonet-se-declare-impedido-em-investigacao/631609/</link>
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				<description><![CDATA[ A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) pediu que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, se declare impedido na investigação que envolve os diálogos do banqueiro Daniel Vorcaro e que inclui conversas com o próprio Gonet.

A organização publicou uma nota manifestando "indignação" com a abertura de um procedimento para apurar a conduta da Polícia Federal na elaboração do relatório que mostra as conversas, reveladas pelo Estadão, referentes ao material apreendido na Operação Compliance Zero.

Em entrevista ao Estadão, o presidente da associação, Edvandir Felix de Paiva, criticou o uso de um relatório de inteligência da PF no inquérito das Fake News por ordem do ministro Alexandre de Moraes. Ele também defendeu a conduta da equipe policial que produziu o relatório sobre os diálogos de Moraes após a ordem judicial de André Mendonça.

Paulo Gonet enviou um ofício ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, informando que pediu abertura de uma apuração, alegando suspeita de interferência indevida do ministro André Mendonça, relator do Caso Master, na Polícia Federal.

O relatório da Polícia expôs a proximidade entre o dono do Banco Master e Paulo Gonet. Horas após a divulgação do documento, o chefe do Ministério Público Federal (MPF) pediu o arquivamento do caso. O Conselho Superior do Ministério Público Federal abriu um procedimento para investigar a conduta do procurador-geral.

"O documento questionado foi produzido por determinação do Ministro então relator do feito no Supremo Tribunal Federal. Os Delegados e servidores que dele participaram cumpriram ordem judicial, nos estritos limites nela fixados, sem margem para juízo próprio de conveniência sobre o que lhes foi determinado pelo juízo competente", diz a nota da associação de delegados.

Para a entidade, se a PGR entende que a decisão envolvendo o relatório foi irregular, "a via própria é o processo, perante o Supremo Tribunal Federal." "Dirigir o questionamento a quem cumpriu a ordem transfere aos executores uma controvérsia que não é deles", afirmou a associação.

O relatório da PF cita nominalmente o procurador. A nota observa que o Código de Processo Penal estende as regras de impedimento e suspeição dos juízes aos órgãos do Ministério Público. "Independentemente de qualquer juízo sobre intenções, que a ADPF não formula, o efeito objetivo da medida é intimidatório sobre os investigadores", diz a organização.

"A ADPF requer que o Procurador-Geral da República se declare impedido e se abstenha de praticar atos, seja como fiscal da lei, seja como titular do controle externo, nos procedimentos relacionados aos fatos em que é citado", acrescenta a nota.

Os delegados também pediram que o procedimento aberto por Gonet seja arquivado por ser via inadequada e que os fatos que vieram à tona pela operação Compliance Zero "sejam apurados em toda a sua extensão, sem seletividade quanto às autoridades envolvidas"

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 22:44:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF aponta Lulinha como beneficiário indireto de negociações de lobista com empresários]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pf-aponta-lulinha-beneficiario-indireto-negociacoes-lobista/630496/</link>
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				<description><![CDATA[Documentos da Polícia Federal (PF) indicam que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, tinha participação ativa num suposto esquema de tráfico de influência, mas era preservado pela lobista Roberta Luschsinger.

"Fábio não faz nada Ele só entra em campo quando precisa. Tem que se preservar", diz mensagem da lobista Roberta em novos detalhes da apuração da PF revelados pela revista Veja na quinta-feira, 20.

Segundo relatório da PF, Fábio Luís é citado em mensagens encontradas no celular de Roberta como o "beneficiário indireto" das negociações com empresários que tinham interesses em contratos do governo federal.

"As comunicações indicam que Fábio é mencionado por Roberta Luchsinger como referência decisória nos projetos discutidos. Ele foi indicado como beneficiário indireto das articulações conduzidas por terceiros em seu nome", diz o relatório, revelado pela Veja.

Não há, no entanto, referência a negócios que o Lulinha e Roberta tenham efetivamente fechado com o governo federal. A defesa de Lulinha sustenta que ele tem sido investigado há anos e nunca foi encontrado nada que o desabonasse. O advogado Marco Aurélio de Carvalho tem reiterado reclamações sobre vazamento das investigações.

De acordo com a revista, a PF aponta que Roberta, Lulinha e Fernando Kalil, sócio do filho do presidente, atuavam de maneira combinada. Os três compartilhavam um grupo de Whatsapp chamado Musaranhos, onde Roberta era a musa, e Lulinha e Fernando os musos. Ali, eles trocavam mensagens sobre os negócios que tentavam emplacar junto ao governo federal.

Um deles envolve a tentativa de convencer o Ministério da Saúde a adquirir produto a base de canabidiol, um dos empresários beneficiados seria o Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS". Como revelou o Estadão/Broadcast, Roberta aparece em conversas dizendo que ela e Fábio eram uma coisa só. "Eu sou o Fábio", escreveu a lobista.

Nas mensagens de celular, Roberta ainda conta como atuava junto ao governo federal. Roberta explica o caminho que ela trilhava para driblar os problemas: "Eu trabalho a política via Palácio. Eu sou boa de costura política".

No caso do canabidiol, havia necessidade de convencer o Ministério da Saúde a adquirir o produto. Entrou então na articulação o então chefe de gabinete de Lula, conhecido como Marcola. Ele teria atuado para marcar reunião de Roberta com o então secretário-executivo da Saúde Swedenberger Barbosa, o Berge.

Segundo a revista, a reunião na Saúde só ocorreu por interferência direta de Lulinha. "Pousei. Vou lá no Berge", escreveu Roberta em mensagem direcionada a Lulinha em março de 2024.

"Que ótimo. Vai com tudo. Manda bjo (beijo) pro Berge e fala que não fui pq vc não chamou", brincou o filho do presidente Lula. "Precisamos 100% do Berge", respondeu Roberta.

Ainda segundo a Veja, a PF registra a atuação de Lulinha e sua amiga Roberta em outro setor do governo, a Telebras. Em conversas, eles reclamam na atuação de Kalil Bittar, irmão de Fernando, que estaria usando o nome de Lulinha para obter negócios facilitados na estatal.

"Kalil vendendo vc e a grande influência dele para o presidente da Telebras. Quase fechando um negócio gigante", escreveu Roberta em mensagem para Lulinha. 

"Vendendo facilidades, Telebras contrata ele, plataforma dele, coisas que ele indicar", completou a lobista. 

Segundo a revista, Lulinha teria respondido para que ela desmetisse que ele havia autorizado o uso de seu nome para essa negociação.

A investigação da PF faz parte dos inquéritos que tramitam no Supremo Tribunal Federal. Nesta quinta, apesar do conteúdo do relatório policial, o Ministério Público enviou um parecer ao ministro André Mendonça, relator de dois dos três inquéritos que envolvem Lulinha, solicitando que o caso seja remetido a outra instância judicial. O MPF sustenta que não há autoridade sob investigação para manter o inquérito no Supremo.

A revista revela ainda conversas entre Roberta e Lulinha indicando que a lobista era responsável por pagar despesas do filho do presidente da República. Há menção a uma viagem para a África, organizada por Roberta, e que custaria US$ 20 mil por pessoa.

"A gente tem grana pra bancar essas coisas? Vc que cuida das minhas finanças", escreveu Lulinha. Em outra conversa, o filho do presidente fala sobre a possibilidade de um novo negócio que ambos tratavam.

A revista Veja não especifica que negócio seria esse. "Coisa boa paporra", comenta Lulinha por mensagem.

Cargo no governo Lula

Em outro trecho de conversa recuperada pela PF a lobista aparece gabando-se de que o presidente Lula teria lhe oferecido um cargo no governo. Segundo a Veja, Roberta rejeitou a oferta e explicou o motivo a um empresário com quem trocou mensagens pelo celular em 2024.

"Fui das poucas pessoas que o Lula chamou e perguntou: escolhe onde vc quer ficar. (...) Eu disse: aonde eu tô. Na minha sociedade com Fábio e Fernando." "Tô em cargo nenhum e ando onde quero".

Ela ainda resume como é sua relação com Lulinha e o sócio dele Fernando Bittar: "Fefe (Bittar), Fábio e eu somos uma coisa só. Se um fala vai, todos vão. A gente é mesmo irmão".

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 10:51:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Relatório da Polícia Federal não vê indício de crime do jornalista alvo do STF]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/relatorio-policia-federal-indicio-crime-jornalista-alvo-stf/630339/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal concluiu que não foram encontrados indícios de que o jornalista maranhense Luís Pablo tenha cometido o crime de violação de sigilo funcional.

A corporação também afirmou não ser possível determinar “com máxima certeza” que os R$ 100 mil relacionados ao jornalista tenham sido pagos em troca de reportagens contra o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).

As conclusões fazem parte de um relatório produzido durante a investigação autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes envolvendo Raimundo Cutrim, ex-secretário do governo do Maranhão, e Diogo Diniz Lima, advogado e ex-secretário de Urbanismo e Habitação de São Luís. Conforme a PF, os dois mantinham contato com Luís Pablo e seriam fontes de informações utilizadas pelo jornalista.

PF não identifica motivo para transferência de R$ 100 mil

Durante a apuração, os investigadores encontraram uma transferência de R$ 100 mil relacionada a Luís Pablo. O valor, segundo o relatório, foi depositado na conta de Danilo Cutrim Bezerra.

A PF identificou uma conexão entre Luís Pablo, Diogo Lima e a quantia, mas não conseguiu estabelecer qual teria sido a finalidade do pagamento.

"Apesar de não ser possível especificar o motivo da transferência da quantia de R$ 100 mil entre os mencionados, percebeu-se uma vinculação através do polo Luís Pablo", afirma o relatório, que diz não ser possível afirmar com certeza que o valor tenha sido destinado ao pagamento de matérias jornalísticas.

Diante das dúvidas que permaneceram na investigação, a Polícia Federal recomendou que novas diligências fossem realizadas e que outros dados fossem analisados para esclarecer a origem, a finalidade e a motivação da transferência.

"Seria de suma importância a possibilidade de obtenção de extração de mídias presentes nos celulares ou outras formas de armazenamentes dos indivíduos mencionados nessa Informação Policial, visto que restaram lacunas a respeito da real intenção e motivo do deposito da quantia de R$ 100 mil", diz o documento.

Investigação envolveu reportagens sobre Flávio Dino

A apuração também analisou a origem das informações utilizadas por Luís Pablo em reportagens sobre um suposto uso irregular de viaturas oficiais por Flávio Dino e familiares no Maranhão.

Segundo a Polícia Federal, os dados divulgados pelo jornalista somente poderiam ter sido obtidos por meio de consultas a sistemas oficiais. Por isso, os investigadores consideraram a possibilidade de que um agente público tenha acessado os sistemas e posteriormente repassado as informações.

Nesse cenário, a eventual prática de violação de sigilo funcional seria atribuída ao servidor responsável pelo acesso e pelo vazamento dos dados, e não ao jornalista que eventualmente recebeu e publicou as informações.

Luís Pablo foi alvo de uma operação de busca e apreensão em março, depois de publicar reportagens relacionadas ao suposto uso irregular de veículos oficiais por Dino e familiares.

O relatório da PF, portanto, não estabeleceu que os R$ 100 mil tenham sido destinados ao pagamento de matérias contra o ministro e também não apontou elementos suficientes para atribuir ao jornalista o crime de violação de sigilo funcional.

A corporação, entretanto, defendeu o aprofundamento das diligências para esclarecer os pontos que permaneceram sem resposta na investigação.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 19:18:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Dino e Moraes surpreendem ao cogitar revisão no STF sobre a exigência de diploma para exercer o jornalismo no Brasil]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal/dino-e-moraes-surpreendem-ao-cogitar-revisao-no-stf-sobre-a-exigencia/630248/</link>
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				<description><![CDATA[Flávio Dino e Alexandre de Moraes, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), defenderam nesta terça-feira, 18 de agosto, a rediscussão da decisão que dispensou a exigência de diploma de jornalista para o exercício da profissão no Brasil. O entendimento foi apresentado durante uma sessão da Primeira Turma da Corte, em meio ao julgamento de um caso envolvendo direito de resposta (assista vídeo abaixo publicado no Instagram do Portal de Prefeitura).

A discussão ocorreu durante a análise de uma ação relacionada à TV Globo e a uma clínica médica citada em uma reportagem sobre assédio sexual. No julgamento, os ministros trataram dos limites da liberdade de imprensa e dos efeitos da decisão tomada pelo próprio STF em 2009.

Na avaliação de Dino, a decisão que afastou a obrigatoriedade do diploma passou a representar uma dificuldade adicional em processos que envolvem a liberdade de imprensa. O ministro questionou a possibilidade de estender automaticamente as mesmas garantias destinadas à atividade jornalística a pessoas que produzem conteúdo na internet sem necessariamente exercer a profissão de jornalista.





 


 

 



 




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Dino citou como exemplo a possibilidade de grupos criminosos criarem mecanismos próprios para selecionar pessoas que atuem como blogueiros. A declaração foi feita durante a discussão sobre os critérios para aplicação das garantias relacionadas à liberdade de imprensa.

Moraes também defendeu a regulamentação da profissão. Segundo o ministro, a proteção constitucional destinada à liberdade de imprensa não deve ser utilizada como justificativa por pessoas que recorrem às redes sociais para praticar crimes contra a honra ou disseminar desinformação.

O ministro mencionou o cenário atual das redes sociais para argumentar que qualquer pessoa pode se declarar jornalista e, a partir disso, tentar utilizar a liberdade de imprensa como proteção para conteúdos considerados ofensivos.

Decisão do STF sobre diploma de jornalista

A discussão retomada pelos ministros tem origem em uma decisão do STF de 2009. Naquele julgamento, a Corte considerou inconstitucional a exigência de diploma de jornalismo e de registro profissional como requisito para o exercício da profissão.

Por maioria de votos, os ministros entenderam que o Decreto-Lei 972/1969 não havia sido recepcionado pela Constituição Federal de 1988. A norma estabelecia regras para o exercício da atividade jornalística, entre elas a necessidade de registro no Ministério do Trabalho e a formação superior em jornalismo.

A decisão passou, desde então, a permitir o exercício do jornalismo sem que o profissional tivesse obrigatoriamente diploma específico na área.

A possibilidade de rever essa questão voltou ao debate do STF em um momento de discussão sobre os limites da atuação de jornalistas e produtores de conteúdo nas plataformas digitais.

Quebra de sigilo envolvendo blogueiro

A discussão também ocorre enquanto o STF enfrenta críticas relacionadas a uma decisão que autorizou medidas de quebra de sigilo envolvendo o blogueiro maranhense Luís Pablo.

Na semana passada, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) manifestaram preocupação com uma decisão do ministro Alexandre de Moraes que permitiu a identificação da fonte de um jornalista responsável por denúncias sobre o suposto uso irregular de veículos oficiais por Flávio Dino.

De acordo com Moraes, as informações repassadas pela fonte teriam sido obtidas a partir do monitoramento ilegal da rotina de Dino e de seus familiares em São Luís.

O episódio acrescentou ao debate questões relacionadas ao sigilo da fonte, à liberdade de imprensa e aos limites da proteção constitucional destinada à atividade jornalística. É nesse contexto que os ministros passaram a defender a possibilidade de rediscutir a decisão de 2009 sobre a exigência de diploma de jornalista.

A manifestação de Dino e Moraes, contudo, ocorreu durante o julgamento do caso na Primeira Turma e recoloca no debate do Supremo uma decisão tomada há 17 anos, justamente em um cenário em que a produção e a circulação de informações passaram a ocorrer também de forma ampla pelas redes sociais.
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				<category>Polícia Federal</category>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 22:14:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Mensagens de Lulinha com lobista mostram articulação com núcleo do governo Lula, diz PF]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/mensagens-de-lulinha-com-lobista-mostram-articulacao-com-nucleo-do/630032/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal tem em mãos mensagens trocadas pelo próprio Fábio Luís da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com a lobista Roberta Luchsinger, investigada por suspeitas de tráfico de influência e por supostamente utilizar a proximidade com o filho do presidente para facilitar negócios e acesso ao governo federal.

Segundo as informações divulgadas, os diálogos mostram que Lulinha e Roberta tratavam de negócios e de articulações junto a integrantes do governo. As mensagens também indicariam que o filho do presidente tinha conhecimento da atuação e dos interesses da lobista e participava de reuniões relacionadas às tratativas.

Um dos diálogos ocorreu em 22 de março de 2024. Na conversa, Roberta afirma que os dois trabalhavam em um nível diferenciado e menciona a possibilidade de o futuro de ambos estar na Suíça. No mesmo diálogo, Lulinha relata participação em reuniões com Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, então chefe de gabinete de Lula, e Swedenberger Barbosa, que ocupava o cargo de secretário-executivo do Ministério da Saúde.

Conversas citam negócios e integrantes do governo

As mensagens também fazem referência a Fernando Bittar, ex-sócio de Lulinha e um dos proprietários formais do sítio de Atibaia, frequentado pelo presidente Lula.

Em uma das conversas, Roberta afirma que Bittar estaria utilizando o nome de Lulinha na tentativa de fechar um negócio de grande porte com a Telebras. Na sequência, Lulinha pergunta se ela havia desmentido a informação.

A lobista responde que negou a situação e afirma que, caso Bittar realizasse um negócio com o presidente da Telebras, ele não faria negócios com ela.

As conversas são apresentadas como parte das investigações sobre a atuação de Roberta Luchsinger. Segundo as informações divulgadas, ela recebeu R$ 1,5 milhão em repasses do empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, que também é investigado.

Em uma das transferências, o empresário teria informado a um interlocutor que o dinheiro seria destinado ao “filho do rapaz”. Conforme a investigação da PF, a expressão poderia fazer referência a Lulinha.

A relação entre os envolvidos é investigada pelas autoridades, que apuram possíveis práticas de tráfico de influência e outras irregularidades.

Defesa nega irregularidades

A defesa de Fábio Luís da Silva afirmou que ele se mudou para a Espanha e atua na iniciativa privada, em atividades que, segundo os advogados, não têm relação direta ou indireta com o governo brasileiro.

Em manifestação assinada pelos advogados Marco Aurélio de Carvalho e Guilherme Suguimori, a defesa afirmou que Lulinha vive do resultado do próprio trabalho e sustentou que a quebra de seus sigilos fiscal e bancário não teria revelado provas ou indícios de irregularidades.

Os advogados também questionaram a divulgação das mensagens e alegaram possível uso político e eleitoral de informações obtidas durante a investigação. A defesa afirmou que pretende solicitar apurações sobre possíveis vazamentos de informações e sobre a atuação de servidores, agentes e delegados.

Os advogados disseram ainda que pretendem levar os pedidos de investigação ao STF, ao Ministério da Justiça e Segurança Pública e à direção-geral da Polícia Federal.

As mensagens e as relações citadas fazem parte das apurações conduzidas pelas autoridades. As suspeitas investigadas ainda não representam, por si só, comprovação de prática criminosa pelos envolvidos.

*Nota da redação: Este texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial a partir de informações apuradas e revisado pela equipe editorial.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 11:59:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Polícia Federal conclui que Moraes deve decidir destino das dez armas apreendidas de Bolsonaro]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/policia-federal-conclui-que-moraes-deve-decidir-destino-das-armas/629532/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) pediu que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal (STF), se manifeste sobre a destinação das armas do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A decisão de apreender o armamento foi proferida em 3 de julho, quando Moraes revogou o porte de arma e o Certificado de Registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC) de Bolsonaro, determinando a apreensão de dez armas de fogo vinculadas a ele.

Duas delas já estavam sob custódia da PF desde 2023, entregues em cumprimento a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU). Outras sete foram recolhidas em 6 de julho no Batalhão de Polícia do Exército em Brasília, onde estavam acauteladas. A décima arma, uma espingarda dada de presente a Bolsonaro mas nunca entregue, foi localizada e apreendida em 8 de julho na posse de terceiro, em Cachoeirinha (RS).

Segundo a PF, a decisão não cabe à corporação. Isso porque, as armas não foram apreendidas em uma investigação conduzida pela polícia e sim por determinação direta do STF.

Por isso, a PF argumenta que o caso foge da rotina. Normalmente, é a própria corporação quem decide o destino de armas apreendidas, com base em manuais e regras internas. Mas essas normas pressupõem um inquérito da PF por trás da apreensão, o que não é o caso.

Diante disso, a Corregedoria da PF concluiu que só o STF pode decidir o que fazer com o arsenal. Até lá, as armas seguem sob custódia da PF em Brasília.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão, em regime inicial fechado, por decisão do STF. Desde março, cumpre prisão domiciliar humanitária, concedida por Moraes para tratamento de uma broncopneumonia, benefício que o ministro decidiu manter mesmo após a apreensão das armas.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 09:43:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Candidato à Presidência pelo PCO é alvo da PF por suspeita de desvio do fundo partidário]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/candidato-presidencia-pco-alvo-da-pf-desvio-fundo-partidario/629510/</link>
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				<description><![CDATA[Equipes da Polícia Federal (PF) foram às ruas de Brasília nesta terça-feira, 11 de agosto, para cumprir mandados de busca e apreensão contra suspeitos de desviarem verbas do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC).

Um dos alvos é o candidato à Presidência da República Rui Costa Pimenta, de 69 anos, pelo Partido da Causa Operária (PCO).

O Estadão pediu manifestação do PCO e da assessoria de Costa Pimenta, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria. O espaço está aberto para manifestação.

A Operação Causa Própria cumpriu mandados de busca e apreensão e outras medidas determinadas pela Justiça Eleitoral. Entre elas estão o bloqueio de contas e aplicações financeiras, o sequestro de bens e o afastamento cautelar de investigados de cargos de direção e administração em entidades ligadas ao caso.

A Polícia Federal informou que a investigação teve início a partir da análise de prestações de contas eleitorais e partidárias submetidas à Justiça Eleitoral, de relatórios de inteligência financeira e de diligências realizadas pela corporação.

Segundo a polícia, recursos públicos destinados à atividade político-partidária foram repassados a "empresas e pessoas físicas sem capacidade operacional compatível" com os valores recebidos ou com vínculos diretos ou indiretos com integrantes da estrutura partidária investigada.

O Estadão apurou que as análises realizadas pela Assessoria de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias (Asepa) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) identificaram sucessivas inconsistências nas prestações de contas partidárias e eleitorais do PCO.

Quem é Rui Costa Pimenta

Jornalista e redator, Rui Costa Pimenta disputa pela quinta vez a Presidência da República. Ele já concorreu ao Palácio do Planalto nas eleições de 2002, 2006, 2010 e 2014.

Costa Pimenta e o PCO também foram alvo de apurações no inquérito das fake news no Supremo Tribunal Federal (STF). Em junho de 2022, o dirigente prestou depoimento à Polícia Federal no âmbito da investigação sobre publicações do partido nas redes sociais com ataques a instituições democráticas, entre elas o STF.

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 19:52:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF cumpre operação por suspeita de corrupção nas eleições de 2024 que teve apreensão de R$ 100 mil em espécie]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pf-cumpre-operacao-por-suspeita-de-corrupcao-nas-eleicoes-de-2024-apos/629443/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira, 11 de agosto, a Operação Voto Lacrado, em Pernambuco, para investigar uma possível prática de corrupção eleitoral relacionada às eleições municipais de 2024. A ação ocorre a partir de uma investigação iniciada depois da apreensão de R$ 100 mil em espécie encontrados dentro de um veículo durante o período eleitoral.

O dinheiro estava acondicionado em uma embalagem lacrada. No mesmo automóvel, também foram localizados materiais de propaganda eleitoral. A partir da apreensão, a Polícia Federal passou a investigar a origem dos valores, a forma como o dinheiro circulou e qual seria sua destinação.

Os agentes cumprem três mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça Eleitoral nos municípios de Tupanatinga, Garanhuns e Petrolina, em diferentes regiões de Pernambuco.





 


 

 



 




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Operação Voto Lacrado cumpre três mandados

As diligências têm como objetivo localizar e recolher elementos que possam ajudar a esclarecer os fatos investigados. Entre os materiais procurados pelos policiais estão aparelhos eletrônicos, documentos, mídias e outros itens que possam apresentar informações relacionadas à movimentação dos valores.

A operação é resultado do avanço da apuração sobre os R$ 100 mil encontrados durante a abordagem do veículo no período das eleições municipais de 2024. A investigação busca reconstruir o caminho percorrido pelo dinheiro e esclarecer sua possível relação com a prática investigada.

A Polícia Federal informou que as ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Eleitoral e estão sendo cumpridas simultaneamente nos três municípios pernambucanos.

O caso chama atenção principalmente pela combinação dos elementos encontrados no veículo: o dinheiro em espécie, acondicionado em embalagem lacrada, e materiais de propaganda eleitoral. Esses elementos deram origem às diligências que agora tentam esclarecer a eventual finalidade dos recursos.

Investigação apura possível corrupção eleitoral

De acordo com a Polícia Federal, o nome Operação Voto Lacrado faz referência à maneira como o dinheiro foi encontrado e à própria linha de investigação, que apura uma possível tentativa de comprometimento indevido da liberdade de escolha do eleitor.

Os fatos investigados podem caracterizar, em tese, o crime de corrupção eleitoral, previsto no artigo 299 do Código Eleitoral. A apuração, contudo, ainda está em andamento e as diligências realizadas nesta terça-feira têm justamente a finalidade de reunir novos elementos para esclarecer as circunstâncias do caso.

A operação não representa, por si só, conclusão sobre a responsabilidade dos envolvidos. O objetivo das medidas autorizadas pela Justiça Eleitoral é obter documentos, equipamentos e outros elementos que possam contribuir para o esclarecimento da origem, da circulação e da destinação dos R$ 100 mil apreendidos.

Com as buscas em Tupanatinga, Garanhuns e Petrolina, a Polícia Federal dá continuidade à investigação iniciada a partir da apreensão ocorrida durante o período eleitoral de 2024. Os materiais eventualmente encontrados nas diligências poderão auxiliar os investigadores na análise dos fatos e na definição dos próximos passos da apuração.

A Operação Voto Lacrado permanece, portanto, concentrada na coleta de elementos capazes de esclarecer se os valores apreendidos tinham alguma relação com a possível prática de corrupção eleitoral e qual teria sido sua finalidade.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 13:06:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF investiga suposta fraude de R$ 117 milhões envolvendo Banco Master e previdência de Maceió]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/policia/pf-investiga-fraude-banco-master-previdencia-maceio/629360/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagrou, nesta segunda-feira (10), uma operação para investigar um suposto esquema de fraudes relacionado ao Banco Master e ao Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Maceió (Iprev). A apuração envolve investimentos de aproximadamente R$ 117 milhões realizados pelo instituto em títulos da instituição financeira entre os anos de 2023 e 2024.

A operação foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e integra uma investigação mais ampla sobre operações financeiras envolvendo o Banco Master. A Controladoria-Geral da União (CGU) também participa das diligências realizadas na capital alagoana.

Investigação apura possível esquema de corrupção

De acordo com as investigações, os recursos destinados ao Banco Master teriam sido captados junto a fundos de previdência municipais, estaduais e federais. A suspeita é de que agentes políticos tenham atuado para favorecer os investimentos em troca de vantagens indevidas.

Os investigadores também apuram se parte do dinheiro foi posteriormente desviada por meio de operações consideradas fraudulentas, utilizando empresas de fachada e notas fiscais falsas para ocultar a movimentação dos recursos.

Até o momento, a Polícia Federal não informou quantos mandados foram cumpridos nem divulgou a identidade dos investigados ou os detalhes das medidas autorizadas pela Justiça.

Maceió Previdência afirma colaborar com as investigações

Em nota oficial, o Maceió Previdência informou que vem colaborando com as autoridades desde o início das investigações, fornecendo documentos e prestando todos os esclarecimentos solicitados.

O instituto afirmou ainda que os investimentos realizados seguiram os procedimentos legais e administrativos previstos para esse tipo de aplicação financeira.

Segundo a autarquia, o patrimônio administrado pelo órgão passou de cerca de R$ 400 milhões, em 2021, para mais de R$ 1,6 bilhão, resultado que, segundo o instituto, assegura a capacidade de pagamento dos benefícios destinados a aposentados e pensionistas.

Operação segue em andamento

As investigações continuam em andamento e poderão esclarecer a eventual participação de agentes públicos, intermediários e representantes do setor financeiro no suposto esquema.

A Polícia Federal informou que novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das diligências e da análise do material apreendido durante a operação.
]]></description>
				
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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 16:43:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Entenda por que o irmão do presidente do PT de Pernambuco foi indiciado pela Polícia Federal]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/irmao-presidente-pt-pernambuco-indiciado-pf-inss/629100/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal concluiu mais uma fase da Operação Sem Desconto e indiciou o ex-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Aristides Veras dos Santos, por suspeita de participação no esquema de descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Aristides é irmão do deputado federal Carlos Veras (PT-PE), atual presidente estadual do Partido dos Trabalhadores em Pernambuco. O parlamentar, entretanto, não é investigado nem foi indiciado pela Polícia Federal neste inquérito.

Por que Aristides Veras foi indiciado?

Segundo o relatório da Polícia Federal, Aristides Veras foi indiciado pelos crimes de inserção de dados falsos em sistema de informática e organização criminosa.

A investigação aponta que a Contag, entidade presidida por ele durante parte do período apurado, teria utilizado informações consideradas falsas para autorizar descontos associativos diretamente nos benefícios pagos pelo INSS.

Esses descontos eram realizados nas aposentadorias e pensões de beneficiários e, conforme as investigações, em diversos casos teriam ocorrido sem autorização dos segurados.

O que a PF investiga?

A Operação Sem Desconto apura um suposto esquema de cobranças irregulares em benefícios previdenciários por meio de entidades associativas.

De acordo com a Polícia Federal, a Contag está entre as principais organizações investigadas. As apurações indicam que a entidade arrecadou aproximadamente R$ 3,4 bilhões em descontos associativos entre 2016 e 2025, período que agora é analisado pelos investigadores para verificar a legalidade das cobranças.

Além de Aristides Veras, outros ex-dirigentes da Contag e antigos integrantes da cúpula do INSS também foram indiciados.

Carlos Veras é investigado?

Não. O deputado federal Carlos Veras, presidente do PT em Pernambuco e irmão de Aristides Veras, não figura como investigado nem como indiciado no relatório da Polícia Federal.

A citação ao parlamentar ocorre apenas em razão do vínculo familiar com o ex-presidente da Contag, entidade que está no centro das investigações.

O que acontece agora?

Com a conclusão do inquérito, o relatório será encaminhado ao Ministério Público Federal, que decidirá se apresenta denúncia à Justiça, solicita novas diligências ou arquiva o caso em relação aos investigados.

A defesa de Aristides Veras informou que nega qualquer irregularidade e afirmou que apresentará sua manifestação durante o andamento do processo.

Até que haja eventual condenação definitiva, os investigados presumem-se inocentes, conforme prevê a legislação brasileira.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 14:04:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Polícia Federal incinera cerca de 500 quilos de cocaína apreendidos pela PRF em operação contra o tráfico]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/cotidiano/policia-federal-incinera-500-quilos-cocaina-apreendida-prf/628984/</link>
				<guid>https://portaldeprefeitura.com.br/cotidiano/policia-federal-incinera-500-quilos-cocaina-apreendida-prf/628984/</guid>
				<description><![CDATA[A Polícia Federal realizou, nesta quinta-feira, 6 de agosto, a incineração de aproximadamente 500 quilos de cocaína apreendidos anteriormente pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) durante uma ação de combate ao tráfico de drogas.

A destruição do entorpecente ocorreu após autorização da Justiça e seguiu os procedimentos previstos na legislação, além das normas de segurança aplicáveis para esse tipo de operação. A ação contou com a participação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Batalhão Especializado de Policiamento do Interior (BEPI), da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE).

Representantes da Vigilância Sanitária também acompanharam todo o procedimento para garantir a fiscalização e a regularidade da incineração da droga.

Combate ao tráfico de drogas

Segundo a Polícia Federal, a incineração representa mais uma etapa das ações integradas das forças de segurança pública no enfrentamento ao tráfico de drogas. Com a destruição do material apreendido, a droga é retirada definitivamente de circulação, após o cumprimento das determinações judiciais previstas para esse tipo de procedimento.

A Polícia Federal não informou em qual operação a cocaína foi apreendida nem o local onde a incineração foi realizada.

Última apreensões 

Nos últimos dias, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou duas grandes apreensões de drogas no Nordeste. Na segunda-feira, 3 de agosto, equipes da corporação apreenderam aproximadamente 450 quilos de cocaína e pasta base durante uma fiscalização na BR-232, em Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. A carga era transportada em uma caminhonete de luxo, e dois homens foram presos em flagrante por suspeita de envolvimento no transporte dos entorpecentes.

Já na terça-feira, 4 de agosto, outro flagrante ocorreu na BR-235, em Juazeiro, na Bahia. Um motorista foi preso após tentar fugir de uma fiscalização da PRF transportando 153 quilos de maconha em um furgão. Segundo a corporação, o suspeito despertou a atenção dos policiais ao mudar bruscamente de direção para evitar a abordagem. Após o acompanhamento do veículo, os agentes localizaram a droga escondida no compartimento de carga.
]]></description>
				
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				<category>Cotidiano</category>
				<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 15:04:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF conclui inquérito e prepara indiciamento de Vorcaro e ex-presidente do BRB, diz site]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pf-conclui-inquerito-prepara-indiciamento-de-vorcaro-brb/628902/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) concluiu as investigações da primeira fase da Operação Compliance Zero, que deu origem ao caso envolvendo o Banco Master. As informações foram divulgadas pelo site Metrópoles.

Segundo a coluna de Andreza Matais, o relatório final do inquérito policial deve ser apresentado ainda na primeira quinzena de agosto.

Conhecido como “inquérito mãe” do caso Master, o procedimento tem como principais alvos o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB).

A investigação foi aberta após denúncia do investidor Vladimir Timerman, apontado como o primeiro a relatar supostas operações fraudulentas envolvendo a instituição.

De acordo com a coluna, a PF deve indiciar Daniel Vorcaro, do Master, Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, e Nelson Tanure, também ligado ao Master.

O indiciamento representará a primeira vez que Vorcaro, ex-dono do Banco Master, será formalmente indiciado no âmbito da Operação Compliance Zero, assim como outros investigados na operação.

Vorcaro está preso preventivamente em regime fechado desde 4 de março de 2026, sem que tenha sido apresentado inquérito ou denúncia contra ele até o momento.

A prisão foi solicitada pela PF sob suspeita de ameaça a testemunhas e determinada pelo relator do caso no Supremo Tribunal Federal, ministro André Mendonça. Duas tentativas de delação premiada feitas por Vorcaro foram rejeitadas.

Paulo Henrique Costa está preso desde 16 de abril de 2026. Segundo a PF, ele é suspeito de receber R$ 146,5 milhões em propina, por meio de imóveis, em troca de favorecer a tentativa de aquisição do Banco Master pelo BRB.

Nelson Tanure, por sua vez, é apontado pela investigação como suposto sócio oculto do Banco Master. Segundo as suspeitas, ele teria exercido influência sobre a instituição por meio de fundos e estruturas societárias.

Diferentemente dos demais investigados citados, Tanure não está preso. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão durante a primeira fase da Operação Compliance Zero.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 20:13:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF pede abertura de terceiro inquérito contra Lulinha por suspeita de tráfico de influência]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um terceiro inquérito contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) (assista o vídeo abaixo).

A solicitação foi apresentada na semana passada e deverá ser distribuída a um ministro relator.

A nova investigação apura suspeitas de tráfico de influência envolvendo Lulinha e possíveis favorecimentos a empresas parceiras dele dentro do governo federal.

O advogado Marco Aurélio Carvalho, que representa Lulinha, criticou a abertura de novas apurações. “estão fazendo uma espécie de ‘melhor de 3’. Uma piada”, afirmou.

A segunda investigação instaurada contra o filho do presidente tem como foco a empresa 3Structure It LTDA, do setor de tecnologia.

Segundo informações do Portal da Transparência, a companhia possui contratos atualmente vigentes com o governo federal que somam R$ 55.721.051,62. Também foram registrados repasses de R$ 49 milhões, conforme informações divulgadas pela CNN.

Veja o vídeo:





 


 

 



 




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Na semana passada, a PF solicitou e o ministro André Mendonça autorizou a abertura de dois inquéritos contra Lulinha. As apurações tratam, em tese, de crimes de tráfico de influência e corrupção. Uma delas envolve o Ministério da Saúde, enquanto a outra tem como alvo possíveis irregularidades relacionadas à Dataprev.

O terceiro pedido, no entanto, não foi distribuído a Mendonça e ainda deverá ser encaminhado a um relator no STF.

A primeira investigação envolvendo Lulinha trata da regulamentação de produtos medicinais à base de cannabis e da atuação de Antônio Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. Segundo a apuração, Antunes teria custeado passagens de Lulinha para viagens à Europa.

Lula afirma que não protegerá seu filho

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, na última quinta-feira, 30 de julho, que não utilizará a Presidência da República para beneficiar o filho Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, após a autorização para abertura de um inquérito da Polícia Federal (PF).

A declaração ocorreu durante entrevista ao podcast Inteligência Ltda., depois que o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a investigação sobre suspeitas de tráfico de influência e corrupção envolvendo negócios relacionados à área de cannabis medicinal.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 17:08:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Relatório da PF aponta 74 ligações entre Jaques Wagner e ex-sócio do Banco Master]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/relatorio-da-pf-aponta-74-ligacoes-entre-jaques-wagner-e-ex-socio-do/628417/</link>
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				<description><![CDATA[Relatório das investigações da Polícia Federal que embasou a operação policial Compliance Zero contra o ex-líder do governo Jaques Wagner apontou a existência de 74 ligações entre o senador e o ex-sócio do Banco Master, Augusto Ferreira Lima, também alvo das apurações. De acordo com os documentos tornados públicos pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), Wagner e Lima conversaram por cinco horas e trinta minutos nessas ligações.

A PF observa que o senador e o banqueiro tinham "nítida preferência" por conversas telefônicas, em vez de mensagens. E que eles chegavam a se falar várias vezes no mesmo dia. Os diálogos compreendem o período de novembro de 2023 a maio de 2025.

A defesa de Jaques Wagner ainda não se manifestou. Na ocasião da operação, ele negou ter atuado em favor do banqueiro.

Os documentos no processo mostram que Mendonça autorizou a PF a monitorar movimentos de celular de Jaques Wagner após a suspeita de vazamentos. O ministro citou que recebeu um pedido de audiência no seu gabinete no mesmo dia em que operação foi protocolada; defesa dele ainda não se manifestou.

A investigação da PF apura pagamentos de propina do Banco Master para Jaques Wagner e aponta que a compra de um apartamento de R$ 2,5 milhões para o senador usou o mesmo esquema da aquisição de imóveis de propina para o ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa. Além disso, a PF identificou que o dono do Master, Daniel Vorcaro, marcou encontro com Wagner no Senado, disponibilizou avião "em hangar discreto" para o senador e citou em um diálogo que o senador seria um intermediário para mandar recado a Lula.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 10:00:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[André Mendonça autoriza inquérito sobre repasses de Daniel Vorcaro ao filme 'Dark Horse']]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/andre-mendonca-autoriza-inquerito-sobre-repasses-de-daniel-vorcaro-ao/627701/</link>
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				<description><![CDATA[O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta quinta-feira, 23 de julho, a abertura de um inquérito para investigar repasses financeiros destinados à produção do filme Dark Horse, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão atende a um pedido da Polícia Federal (PF), que contou com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Antes de autorizar a investigação, Mendonça solicitou que a PGR se manifestasse sobre o caso. Com o aval do órgão, o ministro determinou a abertura do inquérito, que ficará sob responsabilidade da Polícia Federal.

O filme ganhou repercussão após o site The Intercept Brasil divulgar mensagens atribuídas ao senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. Nas conversas, Flávio teria solicitado recursos para financiar a produção cinematográfica.

PF vai investigar destino dos recursos

Segundo informações já apuradas pela Polícia Federal, as investigações devem abranger os repasses feitos por Daniel Vorcaro para o financiamento do filme e a suposta destinação de parte desses recursos ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos.

Em junho, os investigadores avaliavam três frentes de apuração: os repasses de R$ 61 milhões atribuídos a Daniel Vorcaro, a possível utilização de parte desse valor para custear despesas de Eduardo Bolsonaro no exterior e a indicação de emendas parlamentares para entidades ligadas à produtora responsável pelo longa-metragem.

Com a decisão de André Mendonça, o novo inquérito ficará responsável por investigar os repasses ao filme e a suposta transferência de recursos para Eduardo Bolsonaro. Já a apuração sobre a destinação de emendas parlamentares permanece em outro inquérito, conduzido pelo ministro Flávio Dino, também no Supremo Tribunal Federal.

Repasses de R$ 61 milhões estão entre os alvos

O valor de R$ 61 milhões foi divulgado em maio pelo site The Intercept Brasil, que publicou mensagens trocadas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. A Polícia Federal pretende confirmar o montante e verificar a origem e a destinação dos recursos.

De acordo com as investigações, o dinheiro teria sido encaminhado a um fundo responsável pelo financiamento do filme nos Estados Unidos por meio da empresa Entre Investimentos e Participações, que já era alvo de suspeitas de integrar um suposto esquema de fraudes relacionado ao Banco Master.

Entre os objetivos da investigação está verificar se os repasses tiveram relação com algum favorecimento ao senador Flávio Bolsonaro ou a integrantes de seu grupo político.

Flávio Bolsonaro nega qualquer irregularidade. Segundo o senador, ele apenas buscou financiamento privado para viabilizar a produção da cinebiografia de seu pai, Jair Bolsonaro.

Com a abertura do inquérito, a Polícia Federal dará continuidade às diligências para reunir documentos, analisar movimentações financeiras e esclarecer as circunstâncias envolvendo os repasses investigados. Até o momento, o STF não estabeleceu prazo para a conclusão das apurações.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:52:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Perfis fantasmas gastaram R$ 1,3 milhão em anúncios políticos contra Flávio Bolsonaro e Tarcísio]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/perfis-fantasmas-anuncios-contra-flavio-bolsonaro-e-tarcisio/627621/</link>
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				<description><![CDATA[Uma rede de páginas com poucos seguidores e sem identificação clara de seus responsáveis teria investido cerca de R$ 1,3 milhão em anúncios políticos no Facebook e no Instagram para impulsionar conteúdos contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). As informações foram reveladas inicialmente pelo jornal O Globo e posteriormente confirmadas pela Folha de S.Paulo.

Segundo as reportagens, sete páginas que possuíam, no máximo, cerca de 400 seguidores cada utilizaram a ferramenta de anúncios da Meta para ampliar o alcance de vídeos e publicações com críticas aos dois políticos. Parte do material também promovia conteúdos favoráveis ao ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), apontado como pré-candidato ao governo paulista.

Estratégia chamou atenção pelo alto investimento

O levantamento indica que, apesar da baixa relevância orgânica das páginas, os perfis investiram R$ 1.299.214 em anúncios nos 90 dias anteriores à publicação da reportagem. Os conteúdos eram distribuídos por meio de diversos anúncios de menor valor, estratégia que, segundo especialistas ouvidos pela Folha, pode dificultar o rastreamento e a fiscalização das campanhas digitais.

As páginas identificadas foram Radar do Planalto, Dossier Brasil 24H, O Contra-Fluxo, Panorama Brasil, Olho no Erro, Contra a Maré e Lente Escura. De acordo com a investigação, os perfis apresentavam características semelhantes, como datas próximas de cadastro dos anunciantes, uso de legendas genéricas e ausência de informações que permitissem identificar seus responsáveis. Além disso, alguns estariam vinculados a sites sem conteúdo efetivo.

Especialistas apontam possível conflito com regras eleitorais

Especialistas em Direito Eleitoral ouvidos pela Folha de S.Paulo afirmam que a legislação brasileira estabelece que o impulsionamento de propaganda político-eleitoral deve ser realizado por atores autorizados, como partidos, federações, candidatos e pré-candidatos, além de exigir transparência quanto aos responsáveis pelo financiamento das campanhas.

Na avaliação da especialista Amanda Cunha, citada pela reportagem, o uso de perfis sem identificação pode representar uma tentativa de dificultar a fiscalização da Justiça Eleitoral e comprometer a transparência do debate político durante o período pré-eleitoral.

Meta não comentou o caso

Procurada pelas reportagens para esclarecer o funcionamento dos anúncios e informar quais medidas adotaria diante dos perfis identificados, a Meta, controladora do Facebook e do Instagram, não respondeu especificamente aos questionamentos sobre o caso. Segundo a Folha, a empresa encaminhou apenas informações gerais sobre suas políticas para anúncios relacionados à política e às eleições de 2026.

Até o momento, não houve divulgação pública sobre a identidade dos responsáveis pelas páginas nem confirmação oficial sobre quem financiou os anúncios impulsionados. Também não há informação sobre eventual investigação da Justiça Eleitoral ou de outros órgãos de controle em relação ao caso.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:58:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF marca depoimento de Jaques Wagner, aliado de Lula, por suposta propina do Banco Master ]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pf-marca-depoimento-de-jaques-wagner-aliado-de-lula-por-suposta/627488/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal intimou o senador Jaques Wagner (PT-BA), ex-líder do governo Lula, para prestar depoimento no início de agosto sobre as suspeitas de recebimento de propina do Banco Master.

A PF quer ouvir as explicações do senador sobre o pedido feito por ele ao ex-sócio do Master Augusto Lima para a compra de um apartamento de R$ 2,5 milhões em Salvador, destinado à sua filha Os investigadores também devem questioná-lo sobre a tentativa de venda de um terreno em Camaçari por R$ 15,8 milhões um dia depois do cumprimento de busca e apreensão contra o senador. A transação foi revelada no sábado, 18, pelo Estadão.

A data inicialmente prevista para o depoimento é o dia 7 de agosto, mas a defesa do senador ainda pode pedir sua dispensa. Procurada, a defesa não respondeu se ele vai comparecer.

Em entrevista concedida após a operação, Wagner admitiu ter pedido a Augusto Lima a compra do apartamento, mas disse que pretendia pagá-lo posteriormente e negou ter favorecido o Master em sua atuação no Senado.

Na mesma semana, a PF também deve interrogar outros investigados do inquérito envolvendo Jaques Wagner. O Estadão revelou que o senador registrou em cartório no dia 19 de junho, um dia depois da busca e apreensão, uma operação de venda de um terreno em Camaçari, na região metropolitana de Salvador, por R$ 15,8 milhões. A operação foi barrada pelo 1.º Ofício de Registro de Imóveis de Camaçari após bloqueio de bens determinado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do caso.

"Em cumprimento ao protocolo nº (...), expedido pelo ministro André Luiz de Almeida Mendonça, fica averbada nesta data a indisponibilidade sobre o imóvel objeto da matrícula supra, de propriedade de Jaques Wagner", registrou o cartório.

Sua defesa negou irregularidades e afirmou que "a venda do imóvel é resultado de uma negociação iniciada em 2024 e formalizada em 2025 pelo City Football Group, conforme demonstram os documentos".

"O acordo previa a permuta do imóvel por lotes do empreendimento e o pagamento antecipado de R$ 2 milhões, valor devidamente declarado, com o recolhimento do imposto sobre o ganho de capital (DARF pago em 30/06/2025). A escritura publica foi lavrada em maio de 2026, preservando a natureza da operação como uma permuta", diz a defesa.

Terreno vendido para empreendimento imobiliário

A área pertencente ao senador está localizada na Região Metropolitana de Salvador e foi vendida a uma empresa que tem como sócio o Grupo City, dono da SAF que comanda atualmente o Esporte Clube Bahia, em conjunto com empresas do ramo imobiliário. A previsão é que o terreno faça parte de um empreendimento imobiliário que vai funcionar em anexo a um novo centro de treinamento do clube.

Questionada sobre a transação, a diretoria de comunicação do Bahia afirmou que foram comprados terrenos de quatro proprietários diferentes na região, com critérios de mercado, e que o de Jaques Wagner correspondia a 9,6% do total. Disse ainda que o bloqueio não vai prejudicar a construção do empreendimento

Já a Lagoons Empreendimentos, a empresa compradora do terreno, afirmou que "o processo de aquisição de imóveis foi iniciado em 2024, dando inicio à compra de terrenos de diferentes proprietários, seguindo critérios técnicos relacionados à implantação do empreendimento". Segundo a Lagoons, "o terreno mencionado foi adquirido em maio de 2025 e integra 9,6% do espaço onde será implantado o empreendimento anexo ao Centro de Treinamento do Esporte Clube Bahia SAF".

"Todas as aquisições realizadas seguiram critérios de mercado e foram validadas por consultorias independentes, além de passar por uma due diligence, incluindo a obtenção das certidões emitidas pelo Cartório de Registro de Imóveis, que não apontavam qualquer restrição que impedisse a realização da escritura pública de compra e venda", destaca a nota a empresa.

"Assim, o comprador apenas deu prosseguimento aos trâmites registrais necessários à formalização da transferência do imóvel, iniciada em Maio de 2025", completa.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 14:15:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Partido Missão antecipa convenção para garantir apoio da PF e oficializa Renan Santos à Presidência ]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/partido-missao-antecipa-convencao-e-oficializa-renan-santos-a/627365/</link>
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				<description><![CDATA[O partido Missão antecipou sua convenção nacional e oficializou, na manhã desta segunda-feira, 20, a candidatura de Renan Santos à Presidência da República.

A informação foi divulgada pelo próprio partido. A convenção estava inicialmente marcada para 1º de agosto, mas foi antecipada, segundo a legenda, para que o candidato pudesse contar com o apoio da Polícia Federal durante o evento público de lançamento da campanha, mantido para 1º de agosto.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o presidenciável afirmou que a decisão foi tomada por orientação da equipe de segurança após novos episódios de intimidação atribuídos a facções criminosas.

Renan disse ter retornado do Ceará após ameaças de duas organizações criminosas e afirmou ter sido alvo de novas intimidações em São Paulo, onde reside. Também relatou que, durante agenda no Rio de Janeiro, voltou a ser ameaçado pelo Comando Vermelho (CV).

O evento de 1º de agosto reunirá lideranças, filiados e apoiadores e marcará a apresentação pública da candidatura de Renan. Na ocasião, também será apresentado o Livro Amarelo, documento que reúne as principais propostas da campanha para áreas como segurança pública, economia, educação, infraestrutura e reforma do Estado.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 13:34:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF monta esquema para proteger candidatos à Presidência com drones, blindados e kit antibomba]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pf-esquema-proteger-candidatos-presidencia-drones-blindados/627220/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) começa na segunda-feira, 20 de julho, uma operação nacional para proteger os candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026.

A estrutura mobilizará até 458 servidores e contará com veículos blindados, equipamentos antidrone e kits de vistoria antibomba, com orçamento estimado em R$ 95 milhões.

A proteção poderá ser iniciada após a homologação das candidaturas nas convenções partidárias e a solicitação formal pelas respectivas campanhas.

A estrutura foi dimensionada para atender, simultaneamente, até dez candidaturas, com equipes especializadas atuando em todos os Estados e com acompanhamento permanente das agendas de campanha

A corporação afirma que vai aplicar os mesmos critérios técnicos a todas as candidaturas, com o efetivo e os recursos definidos de forma individualizada conforme o nível de risco.

Por razões operacionais, a PF não divulgará a classificação de risco atribuída a cada candidato nem o número de servidores destinado a cada equipe.

Cada candidatura terá um planejamento próprio, elaborado a partir da análise de risco e atualizado conforme a evolução das ameaças e as características de cada compromisso.

Antes das agendas, equipes precursoras fazem o reconhecimento dos locais e articulam as medidas necessárias com as forças de segurança estaduais e municipais, segundo a corporação.

A adesão ao serviço é uma decisão do candidato - campanhas que optarem por não utilizá-lo terão a decisão respeitada, mas poderão voltar atrás a qualquer momento.

A operação foi precedida por um ciclo de capacitação que formou ou aperfeiçoou mais de 600 profissionais em áreas que incluem direção veicular, primeiros socorros e operação de drones.

Atualmente, a corrida presidencial conta com 12 pré-candidatos apontados pelos partidos: Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Augusto Cury (Avante), Cabo Daciolo (Mobiliza), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara Martins (UP) e Leonardo Avalanche (PRTB). Também ocorre uma disputa interna pela legenda do DC entre Joaquim Barbosa e Aldo Rebelo.

Os nomes que de fato vão disputar o Palácio do Planalto, no entanto, só serão homologados após as convenções partidárias, que começam em 20 de julho, com o registro de candidaturas seguindo até 15 de agosto.

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 17:51:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Arma de Bolsonaro apreendida pela PF foi customizada com pintura da bandeira do Brasil]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/arma-de-bolsonaro-apreendida-customizada-bandeira-do-brasil/626710/</link>
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				<description><![CDATA[A espingarda do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que foi apreendida pela Polícia Federal (PF) na última quarta-feira, 8 de julho, foi customizada com a bandeira do Brasil

A arma foi um presente dado ao ex-mandatário por um fabricante de armamentos. O equipamento estava na empresa, em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a apreensão de todas as armas registradas em nome de Jair Bolsonaro. A medida ocorreu após uma pistola do ex-presidente ter sido encontrada com um de seus seguranças parado durante uma blitz policial em 16 de junho em Brasília.

A espingarda personalizada era a última arma de Bolsonaro que faltava ser apreendida pela PF. Ela havia sido dada em 2022 ao ex-presidente e já havia sido transferida para o seu nome no sistema nacional de armas. Mas o ex-mandatário nunca buscou o presente no Rio Grande do Sul.

A defesa de Bolsonaro havia comunicado ao STF que a espingarda estava com a empresa, mas não chegou a fornecer a localização exata do item nem a documentação que comprovasse isso.

Segundo a PF, o representante da companhia demonstrou "boa-fé e pleno intento de colaborar com a Justiça" e pediu que a corporação buscasse o armamento em sua casa.

A foto da espingarda Maestro Arms Company foi anexada em um documento enviado pela PF ao STF.

"A arma encontrava-se acondicionada em um case, acompanhada de carregadores desmuniciados, apresentando customização estética com as cores da bandeira nacional e a inscrição ‘Ordem e Progresso’", descreveu o delegado responsável pela apreensão.

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 19:01:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF mira empresário contratado por Vorcaro para intimidar jornalistas no caso Master]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pf-mira-empresario-contratado-vorcaro-intimidar-jornalistas/626501/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira, 9 de julho, a 10ª fase da Operação Compliance Zero, que apura fraudes no Banco Master.

O alvo desta fase é o empresário Thiago Miranda, acusado de ter ligação com o banqueiro Daniel Vorcaro e atuar para intimidar jornalistas e servidores do Banco Central pelas redes sociais.

As buscas da PF foram autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do caso.

De acordo com as investigações da PF, recursos do esquema de fraudes no Master foram usados por Vorcaro para promover campanhas de desinformação na mídia tradicional e na digital. O trabalho era realizado por influenciadores contratados.

Segundo a PF, Vorcaro estruturou uma "organização criminosa" para blindar os atos ilícitos da gestão dele no Master.

Conforme a decisão do ministro, Thiago Miranda, ex-sócio do Portal Léo Dias, foi responsável pelo monitoramento da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo. A profissional publicou grande parte dos furos jornalísticos envolvendo as fraudes no banco de Vorcaro.

"Os elementos analisados apontam que Thiago Miranda desempenhava papel central nessas iniciativas, sendo o principal responsável por realizar pesquisas e levantamentos acerca da vida privada da jornalista em questão", afirmou.

Itaú

De acordo com a apuração, Thiago Miranda também teria participado do trabalho de levantamento de informações sigilosas contra Milton Maluhy Filho, CEO do Itaú.

"Nos diálogos identificados, Daniel Vorcaro envia as seguintes mensagens à Thiago Mirante: Estou precisando fazer um levantamento do Milton Maluhy. Está me causando muito problema. Me ajuda nisso? No minuto seguinte, Thiago responde: Deixa comigo", diz trecho da investigação.

Agência Brasil

A Turma

Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, dono do antigo Banco Master, desempenhava papel central no gerenciamento do grupo denominado A Turma, apontado pela Polícia Federal (PF) como milícia pessoal do ex-banqueiro. 

No dia 14 de maio, Henrique foi preso nba 6ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras bilionárias envolvendo o Banco Master e a atuação de Daniel Vorcaro junto a agentes públicos. 

O alvo principal da fase deflagrada hoje são os grupos denominados A Turma e Os Meninos. Segundo relatório encaminhado pela PF ao Supremo Tribunal Federal (STF), ambos eram formados por agentes que realizavam ações de monitoramento e intimidação de desafetos de Henrique e Daniel Vorcaro. 

“Em síntese, o que se extrai, nesta fase, é que HENRIQUE MOURA VORCARO não apenas se beneficiava dos serviços ilícitos da Turma, mas os solicitava, os fomentava financeiramente e permanecia em contato com seus operadores mesmo após o avanço ostensivo das investigações, revelando vínculo funcional intenso, contemporâneo e indispensável à manutenção do grupo criminoso”, descreve o ministro do STF André Mendonça, que autorizou a prisão.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:32:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF recebe última arma vinculada a Bolsonaro após homem procurar a corporação no Rio Grande do Sul ]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) apreendeu, nesta quarta-feira, 8 de julho, uma espingarda registrada em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O armamento foi localizado em Cachoeirinha, no Rio Grande do Sul, após um homem procurar espontaneamente a corporação para informar que estava com a arma e manifestar interesse em entregá-la.

De acordo com a Polícia Federal, não havia possibilidade de regularizar o transporte da espingarda até uma unidade policial. Por esse motivo, agentes foram até o endereço informado para recolher o armamento e adotar os procedimentos previstos pela legislação.

Segundo as informações divulgadas, a espingarda era a última arma registrada em nome de Bolsonaro que ainda não havia sido apreendida em cumprimento à determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

PF realiza buscas por armamentos

A apreensão ocorreu no mesmo dia em que a Polícia Federal realizou buscas na residência do ex-presidente para localizar armas de fogo, munições, acessórios e documentos de registro. A diligência foi autorizada pelo STF, mas, conforme informado pela corporação, nenhum armamento foi encontrado no imóvel.

A decisão que autorizou as buscas foi tomada pelo ministro Alexandre de Moraes após o surgimento de informações indicando divergências entre a quantidade de armas registradas em nome de Jair Bolsonaro e aquelas que haviam sido efetivamente entregues aos órgãos competentes.

Na decisão, Moraes afirmou que os dados apresentados nos autos apontavam uma possível diferença entre o número de armas registradas e o material já recolhido. Para o ministro, essa situação justificava a adoção de medidas para localizar eventuais armamentos ainda vinculados ao ex-presidente.

O magistrado também destacou que a permanência de armas em nome de Bolsonaro seria incompatível com a condição de prisão domiciliar à qual o ex-presidente está submetido.

Prisão e recolhimento 

Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão. Desde 24 de março deste ano, ele está em prisão domiciliar humanitária. A medida foi inicialmente concedida por 90 dias e, posteriormente, prorrogada por decisão do ministro Alexandre de Moraes.

Na última sexta-feira, Moraes decidiu manter a prisão domiciliar e determinou a revogação do Registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC) do ex-presidente. A decisão também estabeleceu a apreensão imediata de todas as armas de fogo registradas em seu nome.

A medida foi adotada após uma pistola registrada em nome de Bolsonaro ter sido apreendida durante uma blitz no Distrito Federal.

Em manifestação encaminhada ao Supremo Tribunal Federal, a defesa do ex-presidente informou que, das dez armas citadas na primeira decisão judicial, duas já haviam sido entregues à Polícia Federal em 2023, por determinação do Tribunal de Contas da União (TCU). As outras oito, segundo os advogados, estariam sob guarda do Batalhão de Polícia do Exército, em Brasília.

Após essa informação, Alexandre de Moraes determinou que o Exército encaminhasse as oito armas à Polícia Federal no prazo de 48 horas. Também determinou que a PF confirmasse a guarda das duas armas entregues anteriormente.

No último domingo, o Comando do Batalhão de Polícia do Exército informou ao STF que não possuía duas das oito armas mencionadas pela defesa. Segundo os militares, apenas seis armamentos haviam sido efetivamente entregues à Polícia Federal.

Após a manifestação do Exército, a defesa de Jair Bolsonaro informou que realizou uma nova conferência do armamento registrado em nome do ex-presidente. Segundo os advogados, uma das armas restantes, justamente a espingarda apreendida nesta quarta-feira, estava em uma importadora localizada no Rio Grande do Sul.

Entrega voluntária

Com a entrega voluntária da espingarda e sua apreensão pela Polícia Federal, o armamento passou a ficar sob responsabilidade da corporação, conforme determinado pelo Supremo Tribunal Federal.

O recolhimento da espingarda encerra a busca pela última arma registrada em nome de Jair Bolsonaro que ainda não havia sido localizada pelas autoridades. O caso integra o cumprimento das decisões judiciais relacionadas à situação processual do ex-presidente e ao recolhimento dos armamentos vinculados ao seu registro.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:48:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF diz que não encontrou armas de Bolsonaro após cumprir busca na casa do ex-presidente]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) não encontrou armas de fogo durante a busca e apreensão realizada nesta quarta-feira, 8 de julho, na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com o relatório da operação, os agentes permaneceram na residência entre 7h e 8h30 e não fizeram nenhuma apreensão. 

A medida foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após o surgimento de divergências sobre a localização das armas que estão registradas legalmente em nome do ex-presidente.

Na última sexta-feira (3), Moraes determinou a suspensão do porte de arma de Bolsonaro e a apreensão do arsenal, que, segundo a defesa do ex-presidente, estava guardado nas instalações do Exército. 

Após a determinação, a corporação afirmou que duas das seis armas pertencentes ao ex-presidente não foram entregues à PF, como determinou o ministro, porque não foram localizadas.

Em seguida, os advogados esclareceram ao STF que a espingarda que não foi localizada é um presente recebido pelo ex-presidente e está em uma importadora bélica no Rio Grande do Sul. 

Sobre a segunda arma, a defesa disse que a pistola Glock é a mesma que foi apreendida com o segurança do ex-presidente e está acautelada na Polícia Civil do Distrito Federal.

Diante da divergência de versões, Moraes determinou as buscas na manhã desta quarta-feira.

Apesar de a Polícia Civil do Distrito Federal não ter indiciado o ex-presidente e afirmar que as armas estão legalizadas, Moraes entende que a posse de armamentos não é compatível com o cumprimento da pena de prisão.

No ano passado, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo de trama golpista. Em seguida, após passar por uma cirurgia, ele ganhou o direito de cumprir prisão domiciliar temporária. Ele se recupera de uma pneumonia bacteriana.

Agência Brasil
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 16:19:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Exército informa ao STF que entregou seis armas de Bolsonaro à PF, mas diz que faltam duas]]></title>
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				<description><![CDATA[O Exército informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira, 6, que entregou à Polícia Federal (PF) seis das oito armas registradas em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A manifestação foi enviada ao ministro Alexandre de Moraes após o magistrado determinar que o arsenal fosse encaminhado à PF no prazo de 48 horas.

Em ofício assinado pelo comandante do Batalhão de Polícia do Exército de Brasília, tenente-coronel Caio de Vargas Lisboa, a corporação afirmou que duas das armas listadas não estavam sob sua custódia: uma pistola Glock calibre nove milímetros e uma espingarda calibre 12 da fabricante Maestro Arms Company.

Após a manifestação do Exército, a defesa de Bolsonaro se pronunciou sobre o paradeiro dos dois equipamentos.

Segundo os advogados, a pistola é a mesma apreendida durante uma blitz em posse de militar que atua na segurança de Bolsonaro e se encontra acautelada pela Polícia Civil do Distrito Federal.

Já a espingarda, afirmam, foi dada de presente a Bolsonaro, mas nunca chegou a ser retirada e permanece sob a guarda de uma empresa importadora de artigos bélicos em Caxias do Sul (RS).

A defesa sugere que o STF oficie a empresa para confirmar a custódia da espingarda e providenciar sua entrega às autoridades Veja a lista de armas que Moraes determinou que fossem entregues à PF:


	Pistola Forjas Taurus (.380 Automatic);
	Pistola Forjas Taurus (.40 Smith & Wesson);
	Pistola Glock (9x19 mm Parabellum);
	Carabina/Fuzil Springfield Armory (7,62x51 mm);
	Espingarda Typhoon (12 GA);
	Pistola Arex (9x19 mm Parabellum);
	Pistola SIG-Sauer (9x19 mm Parabellum);
	Espingarda Maestro Arms Company (12 GA).


A entrega do arsenal foi determinada após o ministro autorizar a manutenção da prisão domiciliar humanitária do ex-presidente, mas revogar seu porte de arma e o certificado de registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC).

Em parecer sobre a apreensão da arma do ex-chefe do Executivo em posse de um segurança no dia 16 de junho, a Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou que o episódio não configurava falta grave.

O Ministério Público Federal sustentou, no entanto, que a posse de arma é incompatível com a situação jurídica do ex-presidente. Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses, condenado pelo STF por liderar tentativa de golpe de Estado.

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 18:39:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[André Fernandes (PL-CE) acusa governo do Ceará de enterrar pés de maconha após operação policial]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/policia/andre-fernandes-acusa-governo-ceara-enterrar-maconha-operacao-policial/625950/</link>
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				<description><![CDATA[Uma nova polêmica envolvendo a erradicação de plantações de maconha no Ceará ganhou repercussão nacional após o deputado federal André Fernandes (PL-CE) divulgar um vídeo em que afirma ter encontrado pés de maconha enterrados em uma área onde havia sido realizada uma operação das forças de segurança estaduais.

Segundo o parlamentar, a visita ocorreu dias após uma ação policial em uma propriedade rural conhecida como "Fazenda da Maconha", localizada no município de Acopiara, no interior do Ceará. De acordo com André Fernandes, a droga deveria ter sido completamente destruída por meio de incineração, mas parte do material teria sido apenas coberta por terra.

As imagens publicadas nas redes sociais mostram o deputado utilizando uma pá para retirar do solo o que ele identifica como pés de maconha. O caso passou a gerar debate político e motivou novos pedidos de investigação sobre os procedimentos adotados durante a operação.

Deputado diz que encontrou droga enterrada

No vídeo divulgado, André Fernandes afirma que retornou ao local para verificar se toda a plantação havia sido destruída, conforme compromisso anunciado pelo Governo do Ceará após denúncias anteriores.

Durante a gravação, o parlamentar mostra marcas de máquinas no terreno e aponta uma área onde, segundo ele, havia movimentação recente de terra. Em seguida, cava o solo e retira plantas que afirma serem pés de maconha.

O deputado sustenta que o material encontrado demonstra que parte da droga não teria sido incinerada, como determina o procedimento normalmente adotado em operações de combate ao tráfico de drogas.

Ainda durante a gravação, agentes da Polícia Civil chegam ao local e conversam com o parlamentar, que informa estar no terreno para verificar uma possível irregularidade na destinação do material apreendido.





 


 

 



 




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Governo do Ceará acompanha investigação

Após a repercussão do caso, o Governo do Ceará informou anteriormente que a atuação dos policiais envolvidos já está sendo analisada pelos órgãos competentes.

A Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário (CGD) instaurou procedimento para apurar todas as circunstâncias relacionadas à operação.

Além disso, o governador Elmano de Freitas (PT) declarou que as denúncias apresentadas pela oposição contribuíram para que os fatos fossem analisados pelos órgãos de controle, reforçando que eventuais irregularidades deverão ser esclarecidas durante a investigação.

Até o momento, não houve manifestação oficial confirmando que a droga encontrada pelo deputado fazia parte do material apreendido na operação ou explicando os procedimentos adotados no local.

PL do Ceará aciona órgãos de investigação

Após a divulgação das novas imagens, o diretório estadual do Partido Liberal anunciou que encaminhará representações aos órgãos de controle para que o caso seja investigado.

Segundo o partido, os documentos serão enviados ao Ministério Público Federal (MPF), à Polícia Federal e ao Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), com pedido para apuração da destinação da droga e da atuação dos agentes responsáveis pela operação.

A legenda afirma que pretende acompanhar o andamento das investigações até que todas as circunstâncias sejam esclarecidas pelas autoridades competentes.

Caso amplia debate sobre procedimentos policiais

O episódio reacendeu discussões sobre os protocolos utilizados em operações de erradicação de plantações de drogas ilícitas e sobre a necessidade de fiscalização durante a destruição do material apreendido.

Especialistas em segurança pública destacam que a legislação prevê procedimentos específicos para a destruição de entorpecentes, normalmente acompanhados por autoridades responsáveis e registrados oficialmente para garantir a rastreabilidade das apreensões.

No entanto, a confirmação de eventual irregularidade depende da conclusão das investigações conduzidas pelos órgãos competentes.

Enquanto isso, o caso segue repercutindo no cenário político cearense, com troca de críticas entre oposição e governo estadual. A expectativa é de que os laudos periciais e as apurações oficiais esclareçam se houve falha operacional durante a ação policial ou se o material encontrado possui outra origem.

Até a conclusão das investigações, as alegações apresentadas pelo deputado permanecem sob análise das autoridades responsáveis.
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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 18:05:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF conclui que Flávio Bolsonaro caluniou Lula ao dizer que presidente cometeu tráfico de drogas]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pf-flavio-bolsonaro-caluniou-lula-presidente-trafico-drogas/625375/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) concluiu nesta sexta-feira, 26 de junho, que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cometeu o crime de calúnia contra o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em postagem nas redes sociais.

A conclusão da PF consta no relatório final do inquérito aberto pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para apurar o caso.

A ação se trata da postagem feita por Flávio na rede social X, no dia 3 de janeiro deste ano, quando o ex-presidente da Venezuela Nicolás Maduro foi capturado pelos Estados Unidos. 

Na publicação, o senador declarou: “Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas".

Na avaliação da PF, o senador imputou falsamente ao presidente os crimes citados.

"Fica claro, portanto, que o senador Flavio Bolsonaro, através de sua postagem, imputou falsamente ao presidente Lula o cometimento dos crimes de tráfico internacional de drogas, tráfico internacional de arma e lavagem de dinheiro, crimes estes expressamente tipificados em nosso ordenamento jurídico", disse a PF.

Após encerrar a investigação, a PF enviou o caso para providências do Supremo. O próximo passo será a remessa para a Procuradoria-Geral da República (PGR).

Agência Brasil

Rejeição de Lula e Flávio Bolsonaro

A nova pesquisa PoderData/Aya traçou um panorama do cenário político brasileiro atual a pouco meses das eleições presidenciais de 2026. O levantamento revela que os principais nomes associados à disputa nacional apresentam elevados índices de rejeição, reforçando um quadro de forte polarização entre os eleitores.

De acordo com os dados divulgados pelo instituto, 50% dos entrevistados afirmaram que não votariam no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de jeito nenhum.

O percentual evidencia a resistência de uma parcela significativa do eleitorado ao atual chefe do Executivo, que poderá disputar a reeleição caso decida concorrer ao pleito.

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece em situação semelhante. Segundo a pesquisa, 48% dos entrevistados disseram que não votariam nele em nenhuma hipótese.

O resultado demonstra que, apesar de manter uma base de apoiadores consolidada, o parlamentar também enfrenta um nível elevado de rejeição entre os eleitores brasileiros.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 20:12:00 -0300</pubDate>
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