08 de dezembro de 2023 às 12:04
O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, apresentou um projeto de lei para incluir as escolas cívico-militares entre as diretrizes e bases da educação nacional, nesta quinta-feira, 7 de dezembro.
Em julho deste ano o governo federal decidiu pelo encerramento do programa de escolas desse modelo, e o presidente Lula declarou que “se cada estado quiser criar, que crie”, se referindo à autonomia dos estados sobre o assunto, e disse que “não é obrigação” do Ministério da Educação (MEC) cuidar disso.
Com a decisão, as escolas não serão fechadas, mas reintegradas à rede regular de ensino até o fim do ano letivo de 2023.
Se o PL de Marinho for aprovado, o governo federal teria que manter essa modalidade de instituição de ensino como opção aos estados e municípios.
Sobre a proposta o senador disse:
O modelo foi estabelecido em setembro de 2019 pelo governo do então presidente Jair Bolsonaro (PL). Naquele momento, o modelo definia que os educadores ficavam responsáveis pela área pedagógica dos colégios, enquanto militares passavam a cuidar da gestão administrativa.
Na quarta-feira (6), parlamentares lançaram a Frente Parlamentar Mista em Defesa das Escolas Cívico-Militares na Câmara dos Deputados. O evento contou com a participação do ex-presidente Jair Bolsonaro.
1
04:29, 08 Dez
27
°c
Fonte: OpenWeather
O orçamento estadual voltado ao setor mais que quadruplicou, passando de R$ 25,4 milhões em 2022 para R$ 116,9 milhões em 2025.
O ministro de Lula destacou a importância da manifestação religiosa e agradeceu o acolhimento dos pernambucanos.
A proposta trata especificamente dos profissionais da educação básica que não exercem a docência, mas que mantêm o funcionamento diário das unidades de ensino.
mais notícias
+