Em evento oferecido pelas centrais sindicais, o presidente da República também disse que Alckmin "tem prestado um trabalho extraordinário".
01 de maio de 2024 às 16:42 - Atualizado às 17:10
Lula e Alexandre Padilha. Lula e Alexandre Padilha.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, aproveitou o palanque oferecido pelas centrais sindicais em evento que comemora o Dia do Trabalhador, nesta quarta-feira, 1º de maio, para elogiar o trabalho dos seus ministros e da base do governo no Congresso.
Os elogios foram ao vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, "que tem prestado um trabalho extraordinário", e ao ministro das Relações Institucionais e Alexandre Padilha, que segundo ele, tem o trabalho mais difícil do governo - já tendo recebido fortes críticas do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). O presidente afirmou também que Deus foi "generoso" consigo.
O ministro da Secretaria de Comunicação, Paulo Pimenta, também recebeu elogios, com destaque ao programa Comunica BR. "Ninguém que votou na gente pode dizer que não tem informação", disse Lula.
Os ministros Sílvio Almeida (Direitos Humanos), Cida Gonçalves (Mulheres) e Anielle Franco (Igualdade Racial), assim como o secretário-geral da Presidência, Márcio Macedo, também foram citados pelo presidente da República.
Mesmo destacando que nas últimas eleições houve um porcentual menor de deputados de base eleita, Lula afirmou que está satisfeito com a atuação.
"Nós fizemos alianças no Congresso para governar, e até hoje todos os projetos que enviamos ao Congresso foram aprovados de acordo com o interesse que o governo queria", afirmou o presidente da República.
No evento das centrais sindicais em comemoração ao Dia do Trabalhador, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou nesta quarta-feira, 1º de maio, o reajuste da tabela do Imposto de Renda. A nova lei altera os valores da tabela progressiva mensal do IR.
Agora, a faixa de isenção foi estendida para quem ganha até dois salários mínimos, R$ 2.824.
O presidente voltou a se comprometer, até o final de seu mandato, a elevar esse valor para R$ 5.000.
Segundo Lula, sua ideia é “despenalizar” a população de baixa renda “e fazer com que o muito rico pague imposto de renda nesse País”.
Mesmo assim, o presidente afirmou que “o que é importante” neste momento é destacar o aumento do salário e a diminuição da inflação.
“Hoje eu posso olhar na cara de vocês e dizer que nós vamos fazer um mandato melhor que os outros dois”, disse o presidente
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Informação foi divulgada após áudios revelarem relação entre o banqueiro e o filho do ex-presidente, Flávio.
Para o atual calendário, os valores varia de R$ 136,00 a R$ 1.621,00, de acordo com a quantidade de meses trabalhados do ano-base de 2024.
O senador usou o argumento de que o patrocínio envolvia recursos privados, e não públicos.
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