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O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP do RJ) denunciou oito pessoas pelo assassinato do lutador de MMA (mixed martial arts, ou artes marciais misturadas, em português), arte marcial também conhecida como vale-tudo, Diego Braga Alves, em janeiro deste ano.

Diego foi morto quando tentava reaver sua moto roubada, no Morro do Banco, na zona oeste do Rio.

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Os acusados seriam integrantes da facção criminosa que controla a venda de drogas na favela, localizada no Itanhangá, no bairro da Barra da Tijuca. Na denúncia, o MPRJ requer a prisão preventiva dos oito.

De acordo com o Ministério Público, os assassinos pensaram que Diego era integrante de um grupo criminoso rival e o mataram a tiros, depois de ser submetido a um “tribunal” formado por integrantes da facção criminosa do Morro do Banco.

A denúncia coloca como qualificadores do crime, ou seja, circunstâncias que podem aumentar a pena, o motivo torpe, o meio cruel, a dificuldade de defesa da vítima e o uso de armas de fogo de uso restrito.

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Suspeito de matar lutador é preso

A Polícia Militar do Rio de Janeiro, um dia após da morte do lutador Diego Alves, prendeu um dos suspeitos responsáveis pelo crime.

Tauã da Silva, conhecido como 2B, de 18 anos, foi preso no mesmo local onde o corpo do lutador foi encontrado pela polícia. Ainda de acordo com a PM, o suspeito confessou a atuação do crime. Mesmo com a prisão, a polícia segue procurando outros participantes do crime.

De acordo com o seu filho, Gabriel Braga, que também é lutador, Diego passou o dia inteiro procurando sua motocicleta, que havia sido furtada, e tomou a decisão de subir sozinho na comunidade, que é controlada pelo tráfico de drogas.

O Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e da Polícia Militar, do 31º BPM (Barra da Tijuca), encontraram o corpo do professor, porém, não entraram detalhes de como Diego foi morto.

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Agência Brasil